terça-feira, 26 de setembro de 2017

Entrevista com Vilmara Sazzana - Autor de: ENTRE PINHÕES E POESIAS

Nasceu no Paraná, é professora de Geografia e escreve sobre sentimentos e sentidos que as pessoas tem e que as coisas fazem. Pós-graduada em Interdisciplinaridade, deseja mostrar um novo olhar sobre os acontecimentos cotidianos.







Coletânea de poemas que levam o pensamento a viajar por muitas situações que envolvem lugares, emoções e sensações experimentadas por pessoas que habitam as várias regiões do mundo. Ele pode tanto levar a reflexão quanto a recordações e experiências cotidianas em forma de poemas. O desejo de “ficar em casa à tarde” e preparar um bolo; a II Guerra Mundial e o holocausto em “Para Anne”; o encontro duradouro de um casal do século XX e todo seu sentimento arrumado pelo tempo, em “Juntos”, os encontros e desencontros expressos em poemas, fazem a vida ficar mais leve e bela. Produzido no Sul do Brasil, em Castro, no Paraná, o livro poderia retratar o Sul da Europa, da Rússia, do Canadá, da África do Sul ou de toda a América Latina. O livro tenta fazer o leitor imaginar o que lê, associando o pensamento à poesia e aos acontecimentos que caracterizam o nosso tempo de vida. Lembranças, esperanças, agradecimentos às forças da natureza e a Deus podem ser encontrados em Entre pinhões e poesias.

Olá Vilmara. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Entre pinhões e poesias trata-se de um livro de poemas pensado há muito tempo e concretizado num momento em que me senti segura para publicá-lo. Espero que as mais diversas faixas etárias leiam e apreciem os poemas.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sempre tive o desejo de escrever sobre sentimentos e pensamentos diversos. Quando criança tinha pressa em ser alfabetizada para escrever e poder expressar o que, muitas vezes, não conseguia simplesmente falando. Sentia-me impulsionada a escrever. Espero que Entre pinhões e poesias seja o primeiro de alguns livros que tenho em mente para escrever. É um sonho concretizado e também, parte dele, pois pretendo ler muito ainda e me aprimorar em literaturas que despertam em nós outros olhares.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Todos perdemos quando não somos leitores. A leitura desperta emoções, faz a imaginação viajar, melhora o vocabulário e torna nossa visão de mundo mais abrangente. Como professora espero ainda viver num país onde as pessoas leiam mais, se informem e aprendam o valor de uma nação que lê e interpreta o mundo ao seu redor.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Quando decidi publicar o livro, pesquisei várias editoras e enviei e-mails. Tive os melhores retornos de contato com as funcionárias da Scortecci, além da campanha de divulgação que me chamou a atenção por envolver diversas mídias.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Entre pinhões e poesias procura traduzir sentimentos e lugares cotidianos regados de emoção. Na escola onde trabalho, temos o festival de poesias, onde os alunos declamam poemas e entre eles, poemas meus. Digo a eles que meus poemas ficam bonitos quando ditos por eles. Espero que, em algum lugar, alguém se sinta confortável e tocado lendo meus poemas, como muitos dos meus alunos parecem sentir-se.

Obrigado pela sua participação.
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sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Entrevista com Adriana Silva Santiago - Autora de : MAR REVOLTO

É formada em Jornalismo na UNI-BH, em História pela PUC-MINAS.Atualmente vive na cidade de Três Pontas, sul de Minas Gerais, onde desenvolve o Projeto de Leitura Passarinho, biblioteca infantil itinerante.
Trabalhou como repórter em diversos veículos de comunicação em Belo Horizonte, na década de 90.
Em 2008 participou da antologia Del´Secchi - Vol.XVIII, pela Editora Del´Secchi, Rio de Janeiro, com dois poemas. Em 2015 participou da Antologia Rede de Palavras, pela Editora Scortecci, São Paulo, com a crônica "Encontro não marcado: a turista e o morto". Em 2015 participou também da Antologia Devaneios, pela Editora Hórus, Almada, Potugal.

Pensar em poesia é pensar em fluidez, sensibilidade, crítica social, louvor à natureza, ao amor, à paixão. O sentir poético é o que a autora traz neste livro através dos poemas, convidando o leitor a uma viagem: diferentes trilhas, mergulho íntimo, revelador.
As crônicas...Ah! Essas divertem e emocionam. Poeticamente contam casos e "causos" bem-humorados, verídicos ou não? Quem vai saber? Coisas do cotidiano. Bom humor, emoção à flor da pele e reflexão marcam poesias e crônicas de Mar Revolto. Leitura leve, simultaneamente reflexiva, introspectiva e ainda, estimulante.
Boa leitura e voe com esse pássaro chamado Poesia. Suas asas se chamam Amor.

Olá Adriana. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A poesia é o foco do livro. Uma obra que em seus poemas e crônicas respiram poesia transformando o simples amanhecer em motivo para celebração da vida. Onde um pequeno passeio pelas ruas da cidade, inspiram e se transformam em um momento de descobertas. Efeitos que a natureza, a harmonia e a proximidade, o olhar ao outro podem provocar no íntimo de cada um de nós. Um profundo mergulho para valorizar as belezas e oportunidades que a vida nos proporciona a cada nascer do sol.
Leitura leve, carregada de emoção, paixões, amor à vida, feita de alegrias e, inevitável, momentos de dor. Um convite a se deixar levar e ter a coragem de navegar esse Mar Revolto, cheio de perigos e belezas.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Antigo sonho sim. Mas este sonho não termina aqui. O que seria de nós se não fossem os sonhos que nos alimentam, nos movem? Publicar outros livros? Pretendo sim. E buscarei, com toda dedicação, realizar novos sonhos, novos projetos literários. Até mesmo, porque não, publicar romances. Motivos para sonhar é o que não faltam!

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Poderia dizer que, a princípio, é desanimador. No entanto, temos que, cada um de nós, tentarmos incentivar novos leitores com iniciativas simples que podem mudar essa realidade. Faço isso através do Projeto de Leitura Passarinho, que leva livros infantis para crianças nas praças de onde moro. São atitudes simples, uma sementinha frágil. Mas temos que acreditar que, pelo menos algumas dessas sementes ganharão força e se tornarão árvores frondosas!

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Em 2014, através de anuncio via internet, participei da Antologia Rede de Palavras da editora. A partir daí comecei a fazer cursos na Escola do Escritor da Scortecci e, naturalmente, decidi publicar o livro que há tanto sonhava em concretizar.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Leiam. Deixem a poesia entrar em seus corações e as pequenas estórias (crônicas) os divertirem e, ao mesmo tempo, emocionarem vocês, caros leitores!

Obrigado pela sua participação.
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terça-feira, 19 de setembro de 2017

Entrevista com Amália Pelcerman - Autora de: SEGREDOS MÉDICOS

Nasceu em Tel Aviv, Israel. Mora no Brasil desde criança e estudou na escola judaica Renascença. Trabalhou como freelancer no jornal Resenha Judaica e na Editora Abril. 
É médica cardiologista formada pela Universidade Federal de São Paulo (Escola Paulista de Medicina) e exerce a profissão. Sempre gostou de escrever e ganhou prêmios por resenhas e contos. Autora de Coração sem lágrimas e Eu estive aqui...70 anos depois, ambos de temática judaica, versando sobre Holocausto.


Este livro trata de histórias de médicos e seus pacientes. Muitos colegas irão se identificar com os casos aqui narrados. Casos ocorridos comigo, com minha irmã e vários colegas que colaboraram com histórias deliciosas e pitorescas. É um livro para médicos, mas pode ser lido por pacientes, que vão saborear esses segredos sobre o dia a dia desses profissionais, tratando de seus anseios, medos, preocupações, satisfações, frustrações e realizações.




Olá Amália. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
São crônicas que contam casos curiosos e pitorescos do dia a dia dos médicos. A ideia surgiu do cotidiano vivido por mim, minha irmã e colegas. O público é variado. Como é de fácil leitura pode ser lido por adolescentes e adultos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sempre gostei de escrever, é uma técnica que utilizo para desabafar, compartilhar e relembrar episódios que me marcaram. Tenho dois livros publicados de temática judaica. Uma conta a trajetória de vida da minha mãe, sobrevivente do Holocausto e o outro relata a viagem dolorosa que fiz aos campos de concentração da Polônia junto com a minha irmã e vários outros filhos de sobreviventes 70 anos após o término da guerra. A viagem termina otimista, em Israel.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acho que o escritor muitas vezes escreve para si mesmo. Se consegue fazer com que outras pessoas leiam, se sente super realizado porque contribuiu com o hábito de leitura.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Procurei editoras idôneas no mercado. Encontrei a Scortecci e ainda tive indicação de duas pessoas.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Acho que merece ser lido porque é leve, engraçado e humano. Acredito que possa melhorar a relação entre médicos e pacientes, desmistificando esses profissionais.

Obrigado pela sua participação.
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sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Entrevista com Antônio Jonas Dias Filho - Autor de: PLATÃO

Nasceu em Salvador. Tem 54 anos. Mora em São Paulo.
É Sociólogo e Cientista Político. Doutor em Ciências Sociais pela PUCSP. Professor Universitário. Escritor com duas coleções sobre história e cultura afro brasileira voltadas para o público infanto juvenil,totalizando 20 livros e mais uma obra sobre filosofia também voltado para o público infanto juvenil.





Este livro é uma ficção infanto-juvenil sobre a infância do filósofo Platão. Mostra algumas aventuras que poderiam ter acontecido na sua infância para motivar o gosto pela Filosofia e muitas ideias que fazem parte das suas obras.
Além dessas pequenas aventuras, destaca também a relação dele com seu mestre Sócrates e a influência dele sobre sua vida.
O contato com outras crianças de Atenas e a preocupação de Platão com educação, também fazem parte das histórias contadas neste livro que relata ainda as descobertas deste garoto curioso que via nas ideias a melhor forma de entender e explicar o mundo a sua volta.
O livro mostra ainda a experiência de Platão em outros lugares fora de Atenas que permitiram a ele começar a entender as diferenças entre as formas de pensamento para tirar as suas próprias conclusões.
Enfim, esse livro é para crianças e pessoas de todas as idades que devem imaginar de onde surgiram tantas ideias brilhantes usadas por sábios como Platão.

Olá Antônio. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro trata da infância do filósofo Platão; a ideia de escrevê-lo surgiu de conversas com professores de ensino fundamental e médio sobre a ausência e paradidáticos nesta área e de uma literatura mais acessível para essa faixa etária; o público é basicamente de crianças e pré-adolescentes na faixa de 7 a 13 anos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Já sou escritor de livros infantojuvenis com duas coleções. A primeira foi Africanidades com 10 livros, que inclusive chegou a fase final do Prêmio Jabuti nesta categoria e a segunda coleção foi Contos e Lendas Africanas com 10 livros e 10 CDS contando as histórias de forma escrita e em libras.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Difícil principalmente por conta da divulgação de novos talentos e da distribuição restrita na mídia e nas grandes livrarias do país.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Busquei informações na internet.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim! Merece ser lido porque é diferente das propostas sobre filosofia para essa faixa etária que privilegia traduções ou livros didáticos cuja linguagem muitas vezes é inacessível para as crianças.

Obrigado pela sua participação.
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terça-feira, 12 de setembro de 2017

Entrevista com Rute Gusmão - Autora de: CONTOS DE OFICINA

Nasceu em Porto Alegre e desde a infância vive no Rio de Janeiro. Nas décadas de 70 e 80 participou da produção artística conceitual, tendo exposto seu trabalho no Brasil e em outros países. Autora de Livros de Artista que integram acervos nacionais e estrangeiros. Em 2015 publicou Sapatilha do Descampado e, em 2013, Moldura da Pele, livros de poesia, pela Editora Texto Território. Em 1992 participou da antologia poética coletiva Caixa de Prismas, Editora Imago.



O livro reúne temas que envolvem nossas questões sociais, políticas, culturais e históricas. Organizado em quatro capítulos - Graças, Fogueiras, Folguedos e Faz de Conta, aborda conflitos relativos à vida - violência urbana, condição da mulher na sociedade, autoritarismo, processo de libertação pessoal, manifestação de nossa brasilidade, quebra de ilusões infantis, envelhecimento.
produção inaugural da autora em prosa, reúne temas que envolvem também nossas questões sociais, políticas e históricas. Assim, em Graças encontramos conflitos pertinentes à arte, à cultura em geral e ao amor; a classe média diante da violência urbana; a libertação da mulher, o envelhecimento e a morte. Já em Fogueiras a autora se detém em situações políticas, narrando ora de forma realista, ora encantatória, um passeio presidencial, um comício no interior, as memórias de um preso, a destruição da cultura. Em Folguedos espíritos se libertam, pessoas trocam de pele e nossa brasilidade se manifesta sem disfarces. Faz de Conta revela situações fantásticas que trazem à tona não simplesmente memórias de infância, mas, no sentido crítico, a quebra de ilusões infantis.





Olá Rute. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro Conto s de Oficina, em seu primeiro capítulo, traz histórias que envolvem a arte, a cultura, a condição da mulher na sociedade, o amor, o envelhecimento, a violência urbana, a morte. A seguir me detenho em situações políticas. Sigo com histórias que tratam de processos de libertação pessoal, algumas imersas em nossa brasilidade. E para finalizar, o leitor encontra situações fantásticas que se referem não só a memórias, mas também à superação de ilusões infantis.
Nos Contos de Oficina, resultantes do processo de sete anos de trabalho, inauguro minha escrita em prosa. É uma produção literária experimental, de oficina.
O livro se destina ao público interessado em pensar o mundo com suas questões sociais, políticas e históricas e - para tanto - produzi narrativa ora realista, ora encantatória.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Durante os anos 80 produzi, como artista plástica, Livros de Artista, que estão em vários acervos nacionais e estrangeiros. Neles trabalhei com imagens, conceitos, palavras. Depois, em 1992, participei de uma antologia de poetas do Rio de Janeiro - Caixa de Prismas, Editora Imago. Em 2013 publiquei Moldura da Pele e, em 2015, Sapatilha no Descampado, ambos livros de poesia, pela Editora Texto Território. Agora estou envolvida na escrita de um romance, mas continuo produzindo poesias e contos. A literatura, para mim, não consiste em projeto pontual, mas é uma forma de pensar o mundo.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
No Brasil de hoje, a produção cultural é vista como mais uma mercadoria; deve submeter-se às leis do mercado. Muitos livros produzidos graças à dedicação dos escritores e persistência de editores enfrentam mercado avassalador. Entre os escritores, muitos talentos se perdem devido a dificuldades econômicas. Entre nós, mulheres, as exigências do trabalho doméstico e do exercício profissional em outras áreas muitas vezes impossibilitam nossa dedicação ao trabalho de criação. A luta do escritor é imensa. Precisa ter força de vontade para continuar escrevendo.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Duas amigas escritoras - Mirian de Carvalho e Diana Guenzburger - me falaram sobre o trabalho da Scortecci Editora. Vi um livro de Diana e gostei da qualidade da publicação. Agora já posso dizer que admiro, também, a forma como a Editora se relaciona com o escritor e com a obra.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Merece sim. Meu livro não foi escrito por diversão, para ocupar meu tempo, ou alimentar meu ego, mas com muito envolvimento e transpiração. Diz respeito a concepções e aprendizados - ao longo da vida - sobre questões sociais e a escrita literária.
A mensagem ao leitor é que leia meus contos sem pressa e com empenho. Acredito que possam leva-lo a viagens instigantes.

Obrigado pela sua participação.
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sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Entrevista com Claudia Barbieri - Autora de: CAMINHO DE VOLTA AO AMOR

Nome literário de Claudia Regina Barbieri. Nascida em 1980, reside em São Paulo.
Idealizadora do Projeto Caminho de Volta ao amor, após diversas capacitações em programas de desenvolvimento interpessoal, entre eles practitioner em Programação Neurolinguística, decidiu voltar à Universidade para cursar Psicologia.
Desenvolveu à partir de suas experiências pessoais, muita pesquisa e estudos de caso, uma metodologia que auxilia pessoas a buscar a cura interior e encontrar o caminho de volta ao amor que cura.
O livro é parte desse projeto que é composto por redes sociais, site e o Workshop onde busca-se através de vivências a cura na área sentimental, todos com o mesmo nome.


Não importa o país, o sexo ou a idade, a verdade é que estamos sempre à procura do AMOR. As pessoas querem e precisam amar e serem amadas.
Isso acontece porque o amor é o sentimento essencial e universal, que nos mantém verdadeiramente vivos. Se todo ser do universo deseja viver a mesma experiência e estamos em busca de um mesmo ideal, por que encontramos tantas pessoas frustradas quando se trata de vida sentimental? Será que amamos errado? Será que existe uma maneira certa de amar? Será sincero quando as pessoas declaram que desejam viver sozinhas pois assim são mais felizes?

Em tempos onde o divórcio e sexo se tornaram fáceis, a pergunta é onde está o Amor? E estou falando do verdadeiro amor....
Pode existir um momento em nossas vidas que acumulamos tantas histórias frustradas, tantas decepções, que o caminho mais fácil parece viver sozinha ou aceitar o relacionamento que vivemos, mesmo não nos fazendo felizes ... Mas será que é assim que queremos viver nossas vidas?

Esse livro é um convite para olharmos com carinho para o amor ou a ausência dele em nossas vidas e juntos buscarmos um CAMINHO DE VOLTA AO AMOR... Porque acredito que o amor que nos traz dor, não é amor de verdade. O amor verdadeiro é a cura.


Olá Claudia. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O meu livro se destina às pessoas que se questionam porque não conseguem viver um amor em sua plenitude e, às pessoas que duvidam se esse amor realmente existe, pois podemos chegar a um momento de nossas vidas onde acumulamos tantas histórias frustradas e decepções, que o caminho mais fácil parece ser viver sozinho ou aceitar migalhas em relacionamentos infelizes.
Sou estudante de psicologia e coloquei no livro todo o meu processo de Caminho de Volta ao Amor, pois percebi que o caminho que eu fiz poderia ser percorrido por muitas pessoas, pois apesar das histórias serem diferentes, as dores vividas são similares e as curas que encontrei para essas dores deveriam ser compartilhadas.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
O Livro nasceu da vontade de compartilhar as descobertas que encontrei em meu processo de cura na área sentimental, pois percebi que o que estava vivendo poderia ajudar muitas pessoas e, a maneira mais fácil de alcançar o maior número de pessoas era escrevendo um livro. O que teve início com a ideia do livro se ampliou para a volta à Universidade para estudar psicologia e Caminho de Volta ao Amor hoje é mais que um livro, trata-se de um projeto.
Muitos me perguntam se haverá o segundo livro e eu sinto no meu coração que terá sim.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Quando comecei a buscar a publicação do livro, percebi o quão é difícil ser escritor no Brasil. As obras de novos escritores ou pouco conhecidos são pouco valorizadas e, não há incentivo para que esse autor ou sua obra sejam conhecidas. Eu admiro quem vive hoje de literatura.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Minha amiga, Ligia Crispino, responsável pelo Sarau Conversar me apresentou o mundo literário e me indicou a Scortecci Editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Meu livro merece ser lido sim. Tenho recebido diversos depoimentos de leitoras que dizem o quão importante o livro foi na vida delas para voltarem a cuidarem se si, resgatar o amor próprio e a autoestima que costumamos perder quando não estamos felizes no amor. Elas dizem aprender também a observar os erros, os acertos e principalmente identificar o que realmente querem para sua vida e principalmente se respeitar. E esses depoimentos independem de idade, um deles inclusive veio da mãe de uma amiga que é psicóloga.

Obrigado pela sua participação.
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terça-feira, 5 de setembro de 2017

Entrevista com Alberto de Godoy Azeredo - Autor de: AO POETA NÃO PORÁS MORDAÇA

Alberto de Godoy Azeredo
Nasceu e vive em São Bento do Sapucaí, pequena cidade localizada na Serra da Mantiqueira paulista. É servidor público efetivo da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo desde 1990, Técnico da Fazenda Estadual. Também é poeta, a sua sina.

“Poesia se resume a carne, osso e sangue, o resto é conversa mole; tudo isso já basta, tudo isso já encerra um grande mistério.”  Sobre a arte da poesia, esse é o veredicto do poeta Alberto de Godoy Azeredo, natural de São Bento do Sapucaí, no interior do Estado de São Paulo. Ele ainda diz que, na sua experiência, os três elementos são impregnados de corcovas de montanhas, névoas geladas de invernos e calores amenos de verões, marcas indeléveis da sua cidade. Alberto de Godoy Azeredo lançou no ano de 2016, também pela Scortecci Editora, o seu terceiro livro de poemas, intitulado O invisível pardieiro de pétalas.

Olá Alberto. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.


Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
É um livro de poemas, o quarto livro. Não tive ideia de escrever, assim como não tive ideia nos outros. Poeta não tem ideia. Se tem, não é poeta. A obra se destina a todos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
É o quarto livro de poemas. Não, nunca tive sonho nenhum, e muito menos sonho em ser poeta. Sempre desconfiei de artista que quer ser artista. Quanto a árvores, filho, bem, nunca liguei para isso, não, acho tudo isso uma bobagem, acho tudo isso uma patacoada.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Vida de escrito r? Oh! O que a gente pode esperar de um país onde tivemos um presidente da República por 8 anos e que se gabava de ter chegado lá sem nunca ter lido um livro? Qual é o estímulo que esse burro dava para o setor de livros, enfim, para a leitura no Brasil? E esse presidente jamais falou Brasil, era sempre esse País ou nesse País, e ainda falava e fala errado, porque nesse caso é este e neste. De alguém que pedia vote ni mim a gente não poderia e não pode esperar que falasse e que fale corretamente, não é?
E o que significa, de fato, chegar lá? Os jovens, que praticamente são analfabetos nos dias de hoje, a escola pública está um lixo e as privadas não ficam atrás, decerto também vão querer chegar lá sem nunca ler um livro. Fica quase impossível ser escritor, ser poeta no Brasil. Chegar lá? Onde?

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
É o meu segundo livro com a editora, e gostei demais de tê-la encontrado 1 ano e pouco atrás, as pessoas, as moças na Scortecci são muito gentis e inteligentes, profissionais capazes e talentosos em todos os setores. Achei na internet a editora. Parabéns a todos da Scortecci pela talento, pela perspicácia em pescar no ar tudo que eu digo.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Será que eu poderia dizer que não mereceria ser lido? Acho essa pergunta desnecessária. Ninguém põe para fora, ninguém publica se não quer ser lido. Merece, sim, o título já diz tudo. Poetas, hoje, ou aqueles que fazem questão de se colocarem assim, de serem chamados assim, são meio que especialistas em não dizer nada, falam, falam, e não falam. Por que o receio? Poetas, hoje, insisto, os que fazem questão de assim serem chamados, não têm o que dizer. Temos exceções? Não consigo encontrar, a verdade é essa. Eu penso que se uma pessoa não tem o que dizer, ela deveria não dizer. A vaidade impera, e às vezes impera mais onde não deveria imperar. Mas não me surpreende, nada mais me surpreende e me abala neste mundo. O que dá um parâmetro verdadeiro para alguém analisar se o que escreve merece ser lido, é bom, é a vivência e a cultura adquiridas ao longo dos murros e dos pontapés que a vida nos dá todos os dias. E não adianta esse negócio de ouvir falar. Ouvir falar não resolve, nunca resolveu absolutamente nada, principalmente para os verdadeiros poetas, que têm que traçar o seu próprio caminho, caminho que não existe, mas que ele vai metendo a foice e desbravando, faz o seu caminho ao longo do caminho, e na maioria das vezes não vê caminho nenhum, mas segue mesmo assim, tateando a esmo, e no escuro. Mas vai, não tem medo, cria o seu caminho, tem que ser assim e ponto final.

Obrigado pela sua participação.
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sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Entrevista com Helô Bueno - Autora de: A CHAVE VELHA

Helô Bueno
Nome literário Heloísa Bueno de Moraes.
É educadora, escritora e contadora de histórias. Autora dos livros Pincelando (poesia - Ed. Loyola) e Excesso e o que não coube (contos e crônicas - Ed. Komedi). Com os textos de produção independente O Mascote e Snow, um coelho diferente, encantou-se pelo universo da literatura infantil. É idealizadora do grupo Varal de Poesias de I tapira, com o qual publicou duas coletâneas de poesia (2010 e 2015).

Quando a porta da frente foi trocada, uma chave deixou de ter utilidade, foi descartada. Mas...será mesmo? Surpreenda-se com a arte que foi capaz de transformar coisas sem utilidade em um objeto novo, encantador e muito útil! Todas as coisas podem ser reaproveitadas, reutilizadas e recicladas. Os seres humanos já estão repensando as suas atitudes! Neste livro vamos mostrar que podemos reaproveitar metal, como a chave velha, dando vida a novos objetos. E como é importante para todo o planeta e para as nossas crianças essa conscientização!

Olá Helô. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.


Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Reaproveitamento criativo de objetos. Ao observar um jovem músico construindo um instrumento musical com sucata, registrei o fato que, adaptado ao público infantil, ganhou dimensão lúdica e conteúdo rico.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Eu tenho publicados um livro de poesias e outro de contos e crônicas, além de ter participado de uma dúzia de coletâneas de poesia. Este é meu primeiro livro infantil e estou amando a experiência; a ilustradora e eu estamos preparando a história e já temos 10 apresentações agendadas até meados de agosto. Assim redimensionamos nossas artes: música e teatralidade. Aos que não puderem adquirir um exemplar do livro, a história chegará ao ser contada.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Os pais que costumam ler livros para seus filhos continuam formando crianças e jovens leitores; muitos destes podem preferir e-books, que é um produto a ser explorado e deve ser visto como aliado. A questão é criar estratégias novas para a formação de leitores e aproveitar as facilidades e tecnologia em favor disso.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Escolhi a Scortecci pela credibilidade que o nome me passava e por abrirem espaço para a publicação de uma quantidade pequena de exemplares.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?

A Chave Velha merece ser lido por pessoas de todas as idades, pois a metáfora por trás do descarte do objeto remete à sociedade, em que pessoas são frequentemente descartadas; faz pensar, mas traz um desfecho otimista e surpreendente.

Obrigado pela sua participação.
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terça-feira, 29 de agosto de 2017

Entrevista com Gerson de Oliveira - Autor de: AS DUAS FACES DE MURIEL

Professor, poeta e  escritor.
Graduado em Letras (Faculdade  Filosofia Ciências   e  Letras de Itapetininga), Pedagogia  (UCESP). Pós-graduado em Psicopedagogia Institucional e Clínica (Facespi) e em Gestão  do Currículo Escolar (USP).                
Filho de  Sebastião Paulino  de Oliveira e de Izadai Aires da  Mota, o mais velho  de  quatro  irmãos, nasceu  na  cidade de Capão Bonito em  12 de setembro de 1972.
Radicou-se mais tarde em  São Miguel Arcanjo onde  tem construído sua carreira  tendo sido aprovado cinco  vezes nos concursos públicos de 1999, 2004, 2008 e  2012 pelos quais é professor de Português e Inglês.
Paralelamente ao magistério  tem  uma  atividade  literária  na qual,  além  de  escrever, produz  seus  livros através de  sua  própria  editora,  a qual já lançou outros livros no mercado, e participou da  Bienal Internacional do livro.
Gerson de Oliveira é casado  com Elaine Aparecida dos Santos. Tem dois filhos: Nicolas Mota S. de  Oliveira e Jéssica Andressa da  Silva Oliveira, psicóloga   


O autor criou um blog a fim de que os leitores do livro registrem suas impressões acerca do livro. https://asduasfacesdemuriel.blogspot.com.br/2017/07/lancamento-as-duas-faces-de-muriel.html

É a história de uma jovem que se distancia da família, perde o noivo, perde todos os amigos e perde o emprego. Em meio a tudo isso, ela se percebe fazendo coisas das quais não parece ter consciência. Haveria alguma relação entre ‘essas coisas’ e seus problemas? Seria a bipolaridade a causa dos problemas? Mais normal do que parece, a bipolaridade não é exclusividade da protagonista. Vivemos em uma sociedade de multipolares, onde as pessoas parecem usar uma máscara para cada ocasião: a máscara social. É por isso que as pessoas não se entendem? Muriel se vê diante de si com esta grande pergunta. A procura pela resposta nem é uma busca que, necessariamente, vai nos agradar, mas é preciso que se faça para compreensão dos problemas que nos acompanham na vida adulta. As duas faces de Muriel é uma intrigante história que, além de outras coisas, nos mostra a vida sob a ótica de uma pessoa que sofre com a bipolaridade. A história nos faz pensar sobre os comportamentos que adotamos em atendimento às expectativas em nós projetadas, o que faz de nós todos, de certa forma, bipolares. Já parou para pensar o quanto da pessoa à sua volta é ela mesma, e o quanto de você é o que você é?

Olá Gerson. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro trata, como tema central, da bipolaridade, não tratada aqui em sua forma patológica, mas em uma ficção vivida por uma personagem que sofre da bipolaridade, sente as consequências de seu problema na vida pessoal, profissional, nas relações interpessoais.
A ideia de escrevê-lo surgiu, de minha parte, pela observação que eu passei a ter acerca das dificuldades que as pessoas têm em se relacionarem a ponto de terem problemas na vida afetiva, profissional, e com elas mesmas. Comecei a perceber ainda uma variação de tolerância e repostas dadas aos mesmos problemas em um curto espaço de tempo. E esta variação de respostas, percebi uma relação entre o estado de humor, e mais notadamente ainda, uma variação de gosto pessoal das pessoas a respeito da forma de se vestir, tonalidade de voz e forma de andar. Comecei a levantar suspeitas acerca do que seria. Surgiu a palavra bipolaridade. Dela, eu criei um outro conceito: a bipolaridade social e a multipolaridade, que eu sugiro aqui serem frutos da necessidade social de as pessoas mudarem seus comportamentos em nome da sobrevivência e relacionamento com as pessoas. São as máscaras que as pessoas colocam, e que são uteis por atrair pessoas, como são responsáveis por afastá-las.
O livro pode ser lido por todos os públicos, no entanto é muito mais significativo para o público juvenil e adulto.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Meu projeto é ser um autor para o grande público, e também ser um editor representante os autores de minha região. Este já é meu terceiro livro como autor, e o quarto como editor.
Ao todo, como autor e como editor lancei 5, dos quais 3 pela Scortecci, com quem pretendo intensificar minha relação com mais contratos.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É complicada a vida de um escritor no Brasil já devido ao fato da ideia que as pessoas têm de valorizar o estrangeiro, e consequentemente a cultura estrangeira. Neste cenário, livros estrangeiros, aqui traduzidos, são muito mais aceitos. A grande causa deste problema, como bem sabemos, é educacional. Este problema tem muito mais raiz nas famílias que nas escolas. Somo um pais em que os pais não leem, e portanto, somos um país em que as crianças podem não estar lendo por este motivo. Associado a tudo isto, outra causa, é a cultura de comunicação visual rápida substituindo a cultura escrita. É um conjunto de fatores.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Foi pela internet em minha busca por uma editora para publicar meu primeiro livro publicado em 2004.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Claro, merece e deve ser lido. A temática é de grande importância. E além do tema sugerido, há outros que são tratados durante a ficção que são igualmente intrigantes.
A mensagem que deixo é em forma de pergunta. Quem é você quando não está interpretando um papel?

Obrigado pela sua participação.
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sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Entrevista com Enrico Barale - Autor de: CELTICOS

Nasceu em seis de novembro no ano de mil novecentos e setenta e sete. Dedica-se à arte da escrita desde mil novecentos e noventa e seis. Celticos – o início é sua primeira obra de literatura fantástica.





Duncan McAndrews não é um vampiro que se encontra facilmente nos livros de literatura fantástica. Dono de poderosos dons e fundador de um clã que reúne, quase sempre, vampiros com alto senso de justiça e companheirismo, sua figura é sedutora e envolvente. 
Uma história rica nos cenários, nos detalhes e na construção das personagens, capaz de prender a atenção e despertar o interesse pelo próximo passo de cada integrante durante toda a leitura. 
Por fugir do comum, não trazendo a costumeira luta entre humanos e vampiros, mas a luta entre seres de várias naturezas, Célticos – o início, nos prova que o tema se trata de uma fonte inesgotável de inspiração para personagens e histórias.
O surpreendente final é, ao mesmo tempo, a conclusão de um ciclo e a semente de uma nova história...


Olá Enrico. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Se trata de um humano que escolhe viver inúmeras aventuras como vampiro. A ideia surgiu depois que comecei a jogar e mestrar RPG de Vampire. O público alvo é todo aquele que se interesse por fantasia, ficção, vampiros, lobisomens, fantasmas e magia.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
CELTICOS - O Início Duncan McAndrews é o primeiro livro de uma série que até agora totaliza cinco livros nos quais a saga terá continuidade e um final provavelmente inesperado. Já comecei a escrever o segundo que contará a história de outra personagem desde antes de seu nascimento, alguns milhões de anos atrás, até a atualidade. O terceiro e quarto livro continuarão descrevendo a vida de alguns personagens e culminarão no desfecho de toda saga. O quinto livro será baseado em crônicas de uma personagem que já morreu no primeiro livro.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acho que é super concorrido o autor tem sempre de procurar meios de propaganda alternativos para conseguir emplacar o livro e vender o suficiente para produzir outros. Como o povo brasileiro tem pouca vontade por leituras que não sejam baseadas em fofocas, futebol e outros assuntos menos interessantes a dificuldade está em cada esquina, por outro lado devido ao interesse de muitos na leitura do gênero fantasia, ficção, acredito que a desvalorização será superada, basta apenas a pessoa se interessar.
Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através do google.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim merece! Pelo simples fato de ser bem diferente do que as pessoas estão acostumadas, em CELTICOS - O Início Duncan McAndrews os vampiros não brilham no Sol, não ajudam os humanos, não se sentem mal após matar e sugar o sangue de ninguém, ao contrário disso as personagens tentam desenvolver seus poderes e "viver" em um mundo lotado de outros seres fantásticos os quais poderiam, ou não, ser aliados ou inimigos mortais.
Leitor: ao iniciar a leitura de CELTICOS - O Início Duncan McAndrews esqueça tudo o que já viu, ou leu anteriormente, abra sua mente para as possibilidades e aproveite a leitura!


Obrigado pela sua participação.
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