terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Entrevista com Marilu F Queiroz - Autora de: CONTOS ESCRITOS NO METRÔ

Ainda menina iniciou seus primeiros escritos. Incentivada pelo pai, um artista por natureza prosseguiu na trilha de seus dois amores: a escrita e a pintura em aquarela, sem jamais conseguir optar por qualquer delas.

Mestre em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (SP), tem como profissão a publicidade. Tem diversos textos editados no Brasil, França e Suíça. Participou de várias antologias e revistas eletrônicas, livro didático e dissertação sobre Arte.

Escrever um conto é dar de si o que se tem guardado e observado ao longo de uma vida inteira. São acontecimentos vividos ou não, mas sentidos e transmitidos em forma de palavras.
Contos Escritos no Metrô é uma coletânea de histórias do dia a dia, vistas sob a ótica bem-humorada da autora. Sua intenção é mostrar que a vida pode ser mais simples e mais leve do que se imagina.
Contos escritos no Metrô, o mais recente livro de Marilu F. Queiroz, apresenta 36 contos que foram escritos durante seus passeios como passageira, pois gosta de escrever neste ambiente criando histórias corriqueiras, onde a fantasia se faz presente e a escrita flui como as manchas aguadas das suas pinturas em aquarelas. Sim, a escritora também é aquarelista. Seus textos são diretos, sem rebuscamento, de fácil leitura, simples como o cotidiano dos demais passageiros com seus sonhos, preocupações, encontros e desencontros. Os contos levam o leitor a visualizar e imaginar o que está sendo contado e até criar novas situações, induzido a vislumbrar um determinado final, o que geralmente não acontece, porque a escritora acaba nos surpreendendo sempre com um fim inesperado e às vezes bem-humorado. 
Norberto Stori - Artista Plástico - Prof. Dr. em Comunicação e Artes Livre Docente em Artes Visuais

Olá Marilu. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Coletânea de histórias do dia a dia. Gosto muito de escrever quando faço as minhas viagens de metrô. Levo sempre um caderninho na bolsa e lá escrevo os meus contos. O metrô é um vasto arquivo de personagens e informações visuais. Às vezes viajo de metrô somente para escrever, fato esse que pode ser engraçado ou até mesmo curioso, mas o metrô me inspira.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Escrevo desde menina, sempre incentivada pelo meu pai que era um artista por natureza. A paixão por escrever pequenas histórias, reflexões e poemas seguiu junto com a pintura em aquarela. Jamais consegui optar por uma delas. Tenho diversos textos editados no Brasil, França e Suíça. Participei de diversas antologias, revistas eletrônicas, livro didático e dissertação sobre arte.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A vida de escritor no Brasil não é fácil como também tudo que envolve a arte. É cultural - precisamos fazer alguma coisa para mudar isso. É necessário incentivar a leitura e o gosto pela arte desde a criança na mais tenra idade até os adultos na mais avançada idade.

 Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Fiquei conhecendo a Editora Scortecci com a primeira antologia que participei na REBRA - Rede de Escritoras Brasileiras, do qual sou associada desde 2002.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
O meu livro oferece ao leitor contos de leitura fácil que tem na maior parte deles um final bem humorado e inesperado. A minha intenção é mostrar que a vida pode ser mais simples e leve do que se imagina.

Obrigado pela sua participação.

3 comentários:

  1. Parabéns Marilu. Você apresenta uma visão interessante do cotidiano. Sucesso!!!

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  2. Obrigada pelo seu retorno Elianete. A opinião do leitor é sempre muito importante.

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