segunda-feira, 29 de junho de 2015

Entrevista por Maria Isabelle Palma G. C. Marcon filha de Daniel Gomes Corrêa - Autor de: PASSOS TRÔPEGOS

Daniel Gomes Corrêa
Nascido em 31 de outubro de 1945, é poeta sorocabano. Funcionário do IBGE por mais de 20 anos, refugiou-se após a aposentadoria em diversas cidades do sul e sudeste do país, buscando na vida do litoral sua inspiração para a composição literária. Morreu no carnaval de 2013, numa madrugada de tempestades e tragédias, tal qual ele mesmo se entendia na sua angustiada condição humana.



Livro de poemas, publicação póstuma do poeta Daniel Gomes Corrêa, falecido em 2013, aos 67 anos. A coletânea de poesias assinala os anos 2000 e a intensa produção literária do autor no período, com alguns textos mais antigos.

"O lado avesso do meu caderno
é o lado avesso da minha vida.
Ao ler, não pense que é corrompida essa poesia imaginária,
pois que traduz só devaneios,
só sonhos loucos, loucas quimeras.
É o lado torto da minha vida,
sem esperanças, sem primaveras!"

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sexta-feira, 26 de junho de 2015

Entrevista com Luiz Octavio de Lima - Autor de: PIMENTA NEVES, UMA REPORTAGEM (Finalista prêmio Jabuti)

Luiz Octavio de Lima

É jornalista, nascido no Rio de Janeiro em 22 de fevereiro de 1959, formado pela PUC-RJ e com MBA em Economia pela Unicamp-Facamp. Atuou nas redações de O Globo, Folha de S. Paulo, Veja, O Estado de S. Paulo, Época e Exame. No Estadão integrou a primeira equipe de internet, desde 1994, e conquistou por três vezes o Prêmio IBest nas categorias Notícias, Jornais e Revistas e Informação Tecnológica. Atualmente, dirige uma empresa de comunicação e é editor sênior de web na redação do Diário do Comércio, da Associação Comercial de São Paulo. Pelo veículo, fez parte da equipe vencedora do Prêmio Esso de Jornalismo, na categoria Melhor Contribuição à Imprensa, com a criação do Museu da Corrupção (www.muco.com.br), em 2009. Também organizou o livro O Xingu dos Villas Bôas (Metalivros, 2001). Trabalhou por 12 anos no Estadão, três deles tendo Pimenta Neves como diretor de redação.
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quarta-feira, 24 de junho de 2015

Entrevista com Maria de Fátima Sobral - Autora de: SOLIDÃO

Maria de Fátima Sobral Camilo Ferreira
Nascida em Lagoaça, Portugal, naturalizou-se brasileira.
Chegou ao Brasil em 1947, estudou e se formou professora.Casou-se em 1961 e criou cinco filhos e atualmente paparica quatro netos.
Lecionou por 30 anos em escolas públicas da cidade de São Paulo. Hoje aposentada, faz parte do coral La Salle e é voluntária na Igreja São Francisco de Assis. Passa suas horas vagas fazendo seu hobby predileto: escrever. Registra em pedaços de papel a sua experiência de vida.




Solidão
Contém o registro de cinquenta poesias criadas com temas religiosos, românticos, populares entre outros, enfim registra sentimentos da autora a partir de suas experiencias de vida.






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segunda-feira, 22 de junho de 2015

Leia a entrevista com Jorge Xerxes - Autor de: JORNADA RUMO AO SOL

Heterônimo de Alessandro Teixeira Neto – é pisciano; nascido no ano de 1971. Mantém o blog “Palavras Órfãs de Poesia: O que Restou” desde 2008.
Natural de São João da Boa Vista, SP; “cresci ao pé da serra da Mantiqueira; por entre trilhas e cachoeiras; sempre em rota de colisão àquele verde inconcebível”.
Estudou por pouco mais de dez anos na Unicamp; “tinha o meu próprio ritmo de assimilar as coisas” diz com um sorriso enigmático no canto da boca.
Interessa-se por tudo aquilo que nos passa desapercebido; “gosto de escrever sobre as coisas pequenas”.
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Publicou:
[1] “As Cinquenta Primeiras Criaturas”, Livro de Contos e Poesias, 150 pp, Editora Multifoco, ISBN: 978-85-7961-109-4, (2010).
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[2] “Para Pescar a Lua”, Livro de Contos e Poesias, 138 pp, Ryoki Inoue Produções, ISBN: 978-85-63427-09-0, (2011).
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[3] “Trama e Urdidura”; Livro de Contos, Crônicas e Poesias; 156pp; Scortecci Editora; ISBN: 978-85-366-2764-9; (2012).
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[4] “Jornada Rumo ao Sol”; Livro de Contos e Poesias; 132pp; Scortecci Editora; ISBN: 978-85-366-4181-2; (2015).

Segundo a mitologia grega Ícaro caiu no Mar Egeu quando a cera de suas asas se derreteu. Ícaro havia se descuidado em seu voo indo para próximo do Sol. Ele ignorara o aviso de seu pai, Dédalo, para que o evitasse. Quanto ao paradeiro de Ícaro há, entretanto, controvérsia. O rastro de cera deixado, indo até a fronteira da Terra, é um forte indício de que ele teria deixado o planeta.
Se Ícaro tivesse de fato voado rumo ao Sol – suposto ter vencido com suas asas a gravidade da Terra – como teria sido o seu fim?
O nosso Sol provavelmente deve tê-lo consumido sem dó nem piedade. Aquela antiga chama em combustão extrema teria transformado a massa de outrora – seja o corpo ou as suas asas – num produto mais sutil. A inspiração; para a elevação de ideias. O que realmente nutre a alma do homem.
Fragmentos: imagens, lembranças, sonhos e outras sensações estéticas. Aquilo que denominamos poesia por pura impossibilidade de capturá-lo por inteiro.
Isso, estes nossos fragmentos, os blocos elementares que compõem o sujeito, são os veículos propostos neste livro.
Para que você empreenda, montado no sutil, no etéreo, a sua própria Jornada Rumo ao Sol.
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sexta-feira, 19 de junho de 2015

Entrevista com Cristiane Navarrete Tolomei - Autora de: A RECEPÇÃO DE EÇA DE QUEIRÓS NO BRASIL

A Cristiane participou conosco da festa do lançamento oficial do Blog, no Espaço Scortecci, no dia 04 de outubro. Foi uma das premiadas com uma entrevista em vídeo.

Na sequência da entrevista, veja o vídeo com Cristiane.

Cristiane Navarrete Tolomei


É graduada em Letras pela UNESP, de São José do Rio Preto, onde obteve o título de mestrado na área de Teoria Literária. Realizou Doutorado pela USP na área de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa. Atualmente, realiza o pós-doutoramento junto à UNESP, de Assis, sobre a recepção de Eça de Queirós em periódicos. No campo da produção científica, vem desenvolvendo projetos de pesquisa e realizando publicações cuja temática envolve, especialmente, a literatura comparada e a fortuna crítica queirosiana brasileira e portuguesa. Organizadora do livro Literatura, linguagem e ensino: momentos de reflexão (publicado em 2011) e autora de diversos artigos e ensaios sobre teoria literária e literatura portuguesa.

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quarta-feira, 17 de junho de 2015

Leia a entrevista com Roswyta Ribeiro - Autora de: EMOÇÕES EM CORES E RABISCOS

Nasci no município de Campina Verde, no triângulo mineiro. Ter nascido neste paraíso de inspiração e beleza tem um significado especial para minha vida. Com formação em Comunicação Social e com experiência em artes abstratas, resido atualmente em Ribeirão Preto, no estado de São Paulo. Sou uma conquistadora de cada dia, nessa ciranda sem fim, onde somos resultado do caminho percorrido e nos visualizamos privilegiados.
A felicidade que procuramos, geralmente, está relacionada com o que damos aos outros. Se a felicidade é um perfume que não podemos pôr nos outros sem deixar cair algumas gotas em nós mesmos, em cada letra que escrevo deixo um pouco de mim. Assim, um pequeno mundo de escritas e emoções estou construindo, através dos livros. Em O Construtor de Amigos, meu primeiro livro, pude visualizar um campo florido, tranquilo e bem-sucedido, minha finalidade como eterna aprendiz. No infinito da liberdade, sou sensação e emoção em cada descoberta humana, sou apenas uma mulher que se ama, feliz, livre para agir e pensar, doar-se a cada dor e sorriso, que tem a coragem certeira de viver e amar! Abraços em laços.

“Quando o sol se puser no horizonte, ainda assim, estarei aqui, encontrando inspiração entre crepúsculos e luares. Ainda assim, me encontrarão aqui beijando a vida linda, prazerosa de se ver, pintar e escrever sem desperdício da inteligência ou do que valorizo: vida com amor no coração!”




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segunda-feira, 15 de junho de 2015

Leia a entrevista com Heitor Baldo - Autor de: DRAMA PÓS-PSÍQUICO

Heitor Baldo
É bacharel em Matemática pela Universidade Estadual de Campinas. Além da Matemática, sempre teve grande interesse pela literatura e pelas artes visuais, interesses esses que  o levaram a atuar também como ilustrador  freelancer  e  escritor.

É o vencedor do Prêmio Literário Livraria Asabeça 2014






Convida o leitor a embarcar em extravagantes reflexões acerca das diversas facetas da condição do ente humano e da sua filosofia, tudo empacotado em insólitas poesias. Em última instância, o autor mostra que o rumo tomado pela poesia contemporânea nos conduzirá a um caminho sem volta para a tão esperada “poesia do futuro”, tão inovadora e revolucionária que irá esmagar impiedosamente, e não deixará pedra sobre pedra, tudo o que um dia foi chamado  de  “poesia” – sempre  démodé!



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sexta-feira, 12 de junho de 2015

Entrevista com Cristina Gama Loddi - Co-autora de: MÃE CORAGEM


A Cristina participou conosco da festa do lançamento oficial do Blog, no Espaço Scortecci, no dia 04 de outubro. Foi uma das premiadas com uma entrevista em vídeo.

Na sequência da entrevista, veja o vídeo com Cristina.
Cristina Gama Loddi
Paulistana, com formação em Matemática. Casada, 2 filhos. Atuei na área de informática por 10 anos no Banco do Estado de São Paulo. Desde muito jovem já escrevia poemas e reflexões que foram surgindo da observação do comportamento humano. Em 1996 deixei a área de informática e passei a desenvolver trabalhos voluntários em diversas áreas. Há 9 anos tomei conhecimento da Síndrome de Williams, e em uma visita de Natal à ABSW – Associação Brasileira da Síndrome de Williams, conheci a Jô Nunes, passando a ser voluntária da ABSW. A partir de então, fui me engajando junto a essa e outras causas.


Mãe Coragem
A obra é um depoimento emocionado e verdadeiro de Jô Nunes, Presidente e fundadora da Associação Brasileira da Síndrome de Williams – ABSW, contando a trajetória de luta em prol do diagnóstico e inclusão de sua filha Jessica Nunes Herculano, que nasceu com Síndrome de Williams, uma doença rara, em uma época onde essa síndrome genética ainda não era conhecida no Brasil. A obstinação de Jô Nunes, fez com que ela abraçasse uma linda missão de vida, para conseguir oferecer qualidade de vida à filha. Como Jô relata sempre: “Tenho certeza que este livro vai poder ajudar muitos familiares de pessoas com Síndrome de Williams e profissionais, e assim, a minha história vai parar de se repetir, porque a cada família que atendo eu vejo a minha própria vida”.

“... A maior sensação que tenho comigo, após a leitura desse livro-depoimento, é o seu exemplo de persistência, dedicação, amor e alegria pela vida. Um baita exemplo para fazer pensar, sentir e... seguir. A feliz escrita de Cristina Loddi, soube captar toda a amplitude da gama de sentimentos que você sempre viveu na relação com a Jessica. Bonito, terno e emocionante – sem ser piegas. Além disso, informa, esclarece, e mostra um “crescimento” de uma pessoa ao longo de uma relação ...” 
Edson Gabriel Garcia - Escritor e Educador

Olá Cristina. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro é um depoimento verdadeiro e emocionado de Jô Nunes, presidente de honra da ABSW-Associação Brasileira da Síndrome de Williams. Relata a luta pelo diagnóstico, tratamento e inclusão de sua filha, Jéssica, que nasceu com a Síndrome de Williams, doença rara ocasionada por uma micro deleção do cromossomo 7.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Este é meu primeiro livro escrito em coautoria com Jô Nunes. Inicialmente tive o desejo de auxiliar as famílias e ampliar a divulgação da SW. A escrita deste livro me motivou a continuar produzindo. Portanto, tenho diversos outros projetos em andamento e para o futuro.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acredito que acima de qualquer coisa vem o prazer de escrever. Isso é o que motiva qualquer escritor. No Brasil o mercado literário tem um custo alto, o que faz com que tenhamos que trabalhar muito na divulgação para que o retorno financeiro seja compatível. O resultado nas vendas de Mãe Coragem estão sendo favoráveis até o momento, graças à divulgação feita nas redes sociais. É um assunto que tem público específico e interessado. Realmente, o brasileiro em geral não tem hábito de ler. É muito importante o investimento maciço em educação para que as próximas gerações retomem o gosto pela leitura.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
A Scortecci foi indicada por uma amiga escritora, que já tem 12 livros publicados. Na ocasião da procura por uma editora, estávamos tendo dificuldade por sermos novatas na área. Porém, recebemos todo apoio do João Scortecci e sua equipe, que nos orientou em todos os sentidos, para o sucesso do projeto.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
O meu livro merece muito ser lido, pois além de ter uma causa importante de auxílio às pessoas com Síndrome de Williams, é um livro que tem forte energia no que diz respeito a mensagem de força, foco, fé e fraternidade, que todo ser humano deve exercer em sua vida para que a caminhada seja mais serena e feliz.

Obrigado pela sua participação.



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quarta-feira, 10 de junho de 2015

Entrevista com Marli F. Pfannemuller - Autora de: A CASA DA ÁRVORE 4 BEN-te-vi (o passarinho)

Marli F. Pfannemuller
Sempre gostei de escrever, mas só resolvi publicar com incentivo de filhos e netos. Meus três primeiros livros, "A Casa da Árvore", "O Misterioso Sumiço da Bolinha de Avelã" e "Livres em Férias", surgiram sem grandes pretensões, apenas para registrar momentos vividos com netos e pensando nas crianças urbanas que reside em apartamentos, com pouco ou quase nada de contato com a natureza. O quarto livro BEN-te- vi (o passarinho) brotou num momento especial com a chegada do meu quinto neto.

A Casa da Árvore 4 - BEN-te-vi (o passarinho)
O livro mostra a relação existente entre os pequeninos, a família e a sociedade. É através do relacionamento seguro e contínuo que a criança aprende que somos responsáveis pelos nossos atos, compreende o que é comportamento e o que significa ser exemplo para alguém.
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segunda-feira, 8 de junho de 2015

Entrevista com Ane Braga - Autora de: TIWA E TONY E A COR MISTERIOSA

Ane Braga
Paulistana de ascendência luso-basco-árabe, começou a escrever antes dos sete anos e daí em diante, não parou mais.  A paixão pela escrita só é comparada ao amor pelo estudo e é por essa razão que Ane Braga possui formação acadêmica em diversas áreas do conhecimento, sendo pós-graduada em Gestão Pública e também em Gestão de Riscos. Ane Braga é casada e possui duas filhas, ambas inseridas no mundo das artes.

O que pensam os bebês? Tiwa é apenas um bebê, mas sua mente investigadora vai longe. Ele descobriu que seu shortinho amarelo tem a mesma cor do girassol de sua mãe, mas ainda precisa saber qual a cor de seu caminhãozinho, que é igual à de sua chupeta e de seu travesseirinho. Puxa vida! Essa charada está um pouco complicada e a chegada de seu priminho Tony não facilitará em nada a investigação. Será que Tiwa desvendará a cor misteriosa?
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sexta-feira, 5 de junho de 2015

Entrevista com Osmar Baptista Silva - Autor de: SE PRECISAREM DE MIM, ME CHAMEM

O Osmar participou conosco da festa do lançamento oficial do Blog, no Espaço Scortecci, no dia 04 de outubro. Foi um dos premiados com uma entrevista em vídeo.

Na sequência da entrevista, veja o vídeo com Osmar.

Osmar Baptista Silva
Nascido em Santos-SP, em 1939, Osmar Baptista Silva foi técnico industrial, graduando-se depois em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo-SP. Por muitos anos esteve envolvido profissionalmente no ramo industrial, na área técnica  e comercial. Tornou-se um autodidata na área de desenvolvimento do ser humano e cultura espiritual. Hoje aposentado, dá palestras sobre vendas e sobre desenvolvimento pessoal, e lança agora seu primeiro livro Se precisarem de mim, me chamem  tentando repassar suas experiências em acessar as forças interiores para realizar mudanças. O autor é casado, tem três filhas e vive em São Paulo-SP.

O autor descreve uma história real, desenvolvida em várias etapas durante anos de sua vida. A experiência espiritual que viveu ainda criança o lançou, ainda muito jovem, na busca pelo conhecimento do ser humano, sua estrutura física, mental e espiritual. Anos depois, devido um acontecimento traumático por qual passou, o autor se vê frente à algo que ocorria dentro de si, sobre o qual não tinha nenhum controle, que afetava o seu desempenho no trabalho e comprometia sua saúde. Ele relata, então, a sua decisão de buscar, por si próprio, um método que permitisse resolver seu problema. O autor descreve os conceitos de múltiplas inteligências (Racional, Emocional e Corporal) que utilizou, como também os métodos práticos que não eram estudados pelos meios científicos e acadêmicos convencionais na época (década de 1970), e conta, passo a passo, como conseguiu acessar o seu subconsciente e produzir os resultados desejados. Com o sucesso na resolução do seu trauma, o autor relata ainda, em linguagem simples e acessível, outras experiências que realizou utilizando o mesmo canal de acesso, resolvendo agora problemas de relacionamentos, de controle de peso e de saúde.
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quarta-feira, 3 de junho de 2015

Entrevista com Jairo Cerqueira - Autor de: PERCEPÇÕES DE UM CORVO EREMITA

De Salinas da Margarida/Ba. Nascido em 29 de maio de 1970.
Casado com Meiriara Lopes de A. Cerqueira. Juntos têm três filhos e um neto.
Pedagogo, músico, poeta, contista, policial militar e eterno estudante de filosofia, busca em sua aprazível cidade a inspiração para caminhar no mundo das letras, objetivando esvaziar um pouco do peso causado pelo fardo pesado das ausências que possui.
Filho de pai artista, poeta, músico e pintor, o autor tentou a carreira de jogador de futebol aos 17 anos, porém a saudade da família e sobretudo da namorada, atual esposa, foi fator determinante para que ele forçasse o retorno, embora sofresse a posteriori, pelo sonho não realizado.
Em sua cidade, passou a trabalhar na prefeitura como músico e assumiu a regência da fanfarra local, na qual ele teria sido aluno fundador aos 15 anos e assim permaneceu até os 37 anos, compondo e regendo. Aos 22 anos, já casado e com uma filha, prestou concurso para a Polícia Militar e, em paralelo à música, seguiu sua vida profissional. Graduou-se em pedagogia, mas a sua paixão pela sala de aula não lhe permitiu gostar de nenhum setor educativo que não houvesse contato direto com os alunos, pois creditava que o trabalho didático pedagógico lhe amenizaria o serviço repressor, característico da sua outra função.
Na poesia, viu em Augusto dos Anjos um ícone. Na música, tem o baiano Elomar como inimitável. Seu gosto musical varia das síncopas da chula baiana, ao lamento profundo dos celtas em suas canoas.
Na filosofia, vê em Nietzsche alguém a espatifar paradigmas, e tal qual a Augusto dos Anjos, um ser ainda a 'ser' compreendido. O deus de Espinosa lhe encanta, e o vazio lhe atormenta com tanto mistério e perenidade.
Atualmente dando aulas de filosofia no ensino médio, esse torcedor do Vitória e bastante família, espera que o terreno literário lhe seja leve.
Cita a Polícia Militar, os amigos, irmãos e familiares.
Seu poema predileto é Tabacaria – Fernando Pessoa.

Tendo o vazio como ponto de partida, este conto enfatiza a necessidade de auto superação do ser.  Emilho, um corvo insatisfeito com a sua condição de comum, busca encarar e superar os seus medos, ao viver com corvos comandados por três anciãos arcaicos e debilitados, e que por esse motivo permitem que os procedimentos no bando sejam capitaneados pelo ranzinza Vicenzo, um corvo perverso e conservador.
Os anseios de Emilho farão com que ele busque transformar a realidade mórbida vivida na Árvore em que habita, por uma vida mais digna. Ele percebe o princípio da sua auto superação quando resolve desmistificar um, dos vários medos que o limitava. Extasiado pela descoberta, o corvo comunica ao bando e pede permissão para que, junto com alguns outros corvos, - esses, medrosos e dogmatizados por conceitos antigos – ele pudesse, numa noite escura e chuvosa, encarar o ‘Caipira’, um dos espantalhos guardiões, e mudar de uma vez por todas, a maneira de viver na Grande Árvore.
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segunda-feira, 1 de junho de 2015

Entrevista com Cecília Prada - Autora de: ENTRE O ITINERÁRIO E O DESEJO

Nascida em Bragança Paulista, é  uma das mais antigas escritoras e jornalistas do país, tendo iniciado sua vida profissional em 1950, no jornal A GAZETA, de São Paulo. Trabalhou em vários jornais e revistas de São Paulo e do Rio e foi a primeira jornalista mulher, e uma das duas únicas até hoje, a receber individualmente e em âmbito nacional o Prêmio ESSO de Reportagem (1980/ Folha de São Paulo). Tem 4 prêmios literários importantes, o primeiro recebido quando tinha 19 anos de idade.Em 1978 recebeu o "Prêmio Revelação de Autor" da APCA pelo livro O CAOS NA SALA DE JANTAR. Tem 13 livros publicados, 6 de ficção e 7 de jornalismo, e seus contos têm sido publicados também em antologias nacionais e estrangeiras, nos Estados Unidos, na Itália, na Suécia e em outros países escandinavos,na Alemanha, na Suíça, e em Portugal.É também dramaturga, com 7 peças escritas e várias encenadas, tendo estreado em 1964 no Judson Poets´Theater de Nova York. Foi também diplomata de carreira, formada pelo Instituto Rio-Branco (Ministério das Relações Exteriores, 1957). Atualmente vive em Campinas (SP), atuando ainda como jornalista e ficcionista. Termina um romance autobiográfico, "SOU MULHER, LOGO, NÃO EXISTO.

Lançado em 2012, é o único livro de textos breves (crônicas, poemas, minicontos, pequenos textos críticos) da ficcionista e jornalista Cecília Prada - textos que foram publicados regularmente , de 2010 a 2013, no site lusófono PNETLiteratura, de Lisboa, e também em alguns blogs do Brasil. Textos de leitura agradável, divertida até, mas que não deixam de funcionar como desafios e pequenos "itinerários" que levarão o leitor às grandes questões de nosso tempo, como as discriminações, as perseguições raciais e de gênero, as injustiças sociais, o grande paradoxo do homem, um ser que a cada dia se encolhe mais na sua trágica insignificância diante do universo mais expandido e complexo.
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