quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Entrevista com Nancy Lustosa Barros Hirsch - Autora de: VALE DAS LUAS

É carioca, arquiteta e jornalista. Gosta de contar histórias, é leitora voraz e cria cavalos. Seus romances têm como cenário o ambiente rural e as famílias que o frequentam.








Diana Queirós dá um boi para não entrar numa briga e uma boiada para não sair dela. O marido vive no mundo da lua – quase literalmente. A filha é mimada e sem noção. Ela está desempregada e se muda para o sítio leiteiro tocado pela sogra. Maior provedora da família, Diana tem que fazer estes três personagens entenderem que as finanças precisam ser revistas. Através da narrativa, o romântico brilho da lua suaviza a luta contra os humores da natureza, pela preservação do precioso alimento branco e líquido.




Olá Nancy. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.


Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
No romance, a executiva Diana Queirós perdeu o emprego e precisa equilibrar as finanças da família. Ao fazer suas contas, percebe o rombo que o sítio leiteiro da sogra provoca no orçamento. Ela tem que tomar providências, mas há o pequeno probleminha de que a sogra não é amiguinha dela, nem um pouquinho. O contraste entre as experiências urbanas e rurais fica bem evidente e o leitor vai torcer para que Diana consiga superar os obstáculos que se apresentam. Ao mesmo tempo, a jovem Laila Queirós, filha de Diana, impetuosa, mimada e inconsequente mete-se numa grande enrascada e acaba por ter seu coraçãozinho despedaçado. Será que ela vai conseguir se recuperar e encontrar o amor verdadeiro? A ideia surgiu quando acompanhei a história real de uma herdeira de cabeças de gado que não tinha experiência alguma com a atividade leiteira: foi um aprendizado longo e tortuoso até que tudo se normalizasse. Por ser um romance, o maior público é o feminino, jovem adulto.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Gosto de contar historinhas e Vale das Luas é meu quinto romance, além de dois contos publicados. Já tenho anotações para o próximo!

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A vida de escritor não é um mar de rosas e esta realidade não é só brasileira, mas aqui é nosso mercado e somos atingidos diretamente. É preciso desenvolver o gosto pela leitura desde cedo, vai ler aquele tiver o exemplo desta atividade em casa. Portanto, sendo possível, meus presentes serão livros, tanto para adultos quanto para crianças. Por outro lado, aquele que nasce para escrever sempre terá o prazer neste exercício. Depois de pronta a obra, vem a etapa de publicá-la e encontrar a editora ideal ao final da procura é outra alegria. Por fim, a venda do primeiro volume também é muito gratificante. E assim, superando cada fase, a gente se sente feliz.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Eu havia anotado o contato com a editora quando de minhas pesquisas para publicação de meus livros e um amigo a recomendou.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
O livro é para quem gosta de romance com uma pitada de aventura e uma colher de chá de humor. Ao querido leitor: são apenas 230 páginas, a linguagem é coloquial, as ideias têm princípio meio e fim, o personagem poderia ser o rapaz que atravessa a rua e os cenários são bem brasileiros. Divirta-se!

Obrigado pela sua participação.

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