quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Entrevista Eliana Rodrigues - Autora de: DA TERRA ÀS ESTRELAS

É natural de Duartina/SP, reside atualmente na cidade de Dracena, interior de São Paulo. Atuou no magistério municipal de 1992 a 2004, como professora do Ensino Fundamental e em Escola de Ensino Profissionalizante. A partir de 2004, passou a atuar no setor administrativo da Educação Municipal. Estudou a Doutrina Espírita durante vinte e cinco anos, atualmente se dedica ao estudo dos ensinamentos da Grande Fraternidade Branca, práticas espiritualistas e terapias holísticas.



Lívia passa por um processo obsessivo desencadeado por uma paixão e, a partir daí, procura teorias e práticas espiritualistas com as quais tenta se desvencilhar de seu drama. As experiências no campo da Espiritualidade relatadas no enredo da obra podem ajudar o leitor a buscar e encontrar caminhos para a solução de problemas existenciais. Um enfoque romanceado de opções que podem oferecer ou acrescentar condições que elevem o padrão vibratório do ser e proporciona oportunidades de autoavaliação, reforma íntima e reestruturação emocional.

Olá Eliana. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Através de uma história, procuro relatar algumas práticas espiritualistas com o intuito de despertar no leitor a busca de determinados conhecimentos que podem contribuir para a solução de conflitos existenciais. A partir do momento em que tive meu primeiro contato com essas práticas, como Apometria e Captação Psíquica, tive uma imensa vontade de relatar e divulgar. Meu público alvo é o leitor buscador que, a partir da narrativa, poderá efetivar uma pesquisa nesta área do conhecimento.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Já realizei os três sonhos, o que é muito prazeroso, mas não pretendo parar por aqui. Tenho planos e em breve poderei me dedicar em tempo integral à arte literária. Trabalhei com literatura no Ensino Médio e acho vibrante viajar pelo mundo do leitura, além dos conceitos adquiridos que nos enriquecem, não apenas intelectualmente, mas também espiritualmente.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Em plena Era da Informática temos que reconhecer que a leitura não é atrativo especialmente para adolescentes e jovens; até mesmo nós, muitas vezes, nos deparamos lendo pequenos textos nas redes sociais, o que toma muito de nosso precioso tempo. É lamentável constatar que o nosso sistema educacional não incentiva a leitura de uma forma um pouco mais exigente. Há como se elaborar projetos que exijam um pouco mais do aluno sem, contudo, tirar o prazer da leitura, sem passar a ideia de obrigatoriedade, mas infelizmente não é interesse dos nossos governantes. Aliás, isto é um assunto que vai muito além do que este espaço que temos aqui para falar. Mas eu acredito em futuros educadores e em uma transformação na Educação que trará resultados positivos para a formação de cidadãos mais críticos e pensadores, consequentemente bons leitores. Enquanto isto, temos que reconhecer que ter a literatura como profissão é um grande desafio.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através de um conhecido, o senhor Arcanjo Gonzalez, ex-morador da minha cidade, que atualmente reside em São Paulo e que tinha um parente que já havia editado um livro por esta Editora. Entrei em contato e fui muito bem acolhida pela equipe que foi muito prestativa e começamos a contatar e negociar através de e-mail, chegando até a edição do meu livro.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Coincidentemente, acabei de receber uma ligação de uma amiga me parabenizando. Meu livro deve ser lido como tantos outros que narram experiências que, embora de maneira muito simples, são educativas e confortadoras, conforme eu relato na Introdução. Ao leitor gostaria de dizer que muitas vezes nos deparamos com situações desesperadoras e acreditamos ser os únicos a passar por experiências amargas, o que não é verdade, pois estamos em um Planeta que nos oferece experiências equivalentes, boas ou más, alegres ou tristes. Estamos em uma escola e sairemos daqui doutores, desde que aprendamos a crescer com os ensinamentos que nos são transmitidos.

Obrigado pela sua participação.

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