domingo, 26 de fevereiro de 2017

Entrevista com Chris Bueno - Autora de: JOANINHA SEM PINTINHA

Nome literário de Christiane Cardoso Bueno.
É jornalista, fez mestrado em Divulgação Científica e Cultural (Unicamp) e se especializou em jornalismo científico, escrevendo para grandes veículos como de comunicação. Adora escrever, especialmente para crianças. Criou um blog em que publica várias de suas histórias em parceria com sua filha de nove anos. Tem três livros publicados e agora está se dedicando a publicar seus livros infantis, para que suas histórias sejam lidas e ouvidas por muito mais crianças.


Papai João e mamãe Joana viviam num jardim muito bonito com seus filhinhos. Mas um desses filhinhos nasceu diferente dos irmãos: com as asinhas todas vermelhas, sem uma pintinha sequer! E então a joaninha sem pintinha sai de casa e parte para uma aventura no jardim, procurando suas pintinhas perdidas, fazendo amizades com outros bichinhos e descobrindo que ser diferente também pode ser muito legal.

Olá Christiane. É um prazer contar novamente com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro Joaninha sem pintinhas é a história de uma joaninha pequenininha que nasceu diferente de suas irmãs e de seus irmãos – sem nenhuma pintinha, como o próprio título diz. A ideia do livro começou com uma brincadeira, enquanto contava uma história para minha filha (quando ela ainda era bem pequenininha), e o livro se destina a crianças pequenas como a joaninha da história. Quando fui colocar a ideia no papel, vi que ela tinha uma riqueza maior justamente por abordar a diferença, a aceitação e a beleza da diversidade.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Parece repetitivo dizer que sempre gostei de histórias, tanto de ouvir quanto de conta-las, mas é verdade. Que eu me lembre, escrevi meu primeiro livro com seis anos – um livro improvisado, feito de papel sulfite, escrito com lápis de cor e ilustrado com giz de cera. Então esse sonho vive em mim desde muito cedo, e o tempo não foi capaz de enfraquecê-lo, muito pelo contrário, só o deixou mais forte. Já escrevi vários livros para crianças: além deste tenho outro também publicado pela editora Scortecci e lançado na Bienal de São Paulo do ano passado, intitulado A Vó Que Inventava. E também tenho vários outros livros infantis digitais, além de três livros acadêmicos publicados na minha área de atuação (jornalismo científico).

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Ser escritor no Brasil é uma tarefa muito árdua, mas nem por isso menos recompensadora. É uma área que ainda precisa de muito incentivo, mas acredito que vem crescendo no país – mas ainda precisa crescer ainda mais. Talento nós temos – e leitores ávidos por boas leituras também.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Eu conheci a Scortecci através da Internet. Foi preciso muito garimpo e muita pesquisa para chegar a uma editora profissional e confiável. Lancei meu primeiro livro com ela, um livro reportagem sobre música, contracultura e sociedade A Revolução doRock e fiquei muito satisfeita com o resultado, então procurei a editora novamente para produzir mais dois livros infantis pelo selo Pingo de Letra, e o resultado ficou fantástico.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Escrever para crianças é um desafio e um prazer. Acredito que as histórias possuem um poder quase mágico de ensinar, não apenas o bê-á-bá escolar, mas o impossível: que existe mais no mundo do que podemos ver, que podemos ser melhores, que existem múltiplos olhares, que a imaginação tem uma força incrível, que as diferenças são fantásticas, e tantas outras coisas. E as histórias infantis são as mais mágicas de todas, são aquelas que levamos para o resto da vida como parte de nós. Por isso até hoje amo ler histórias infantis e amo escrevê-las também, e espero que minhas histórias que são pequenininhas, possam crescer e fazer parte de uma história mais ampla, e que meus queridos leitores se divirtam lendo-as.

Obrigado pela sua participação.


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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Entrevista com Mário do Couto "Cajilla" - Autor de: CANTANDO O ENCANTO DA POESIA e ALI-JABÁ E OS QUARENTA LEITÕES

Nasceu em 1941 em Altinópolis, cidade serrana na divisa do Estado de São Paulo com o Estado de Minas Gerais. Filho de Antônio Tomaz do Couto e Etelvina Silva do Couto. Mudou-se para a capital de São Paulo, em 1950, ainda criança. Cursou o primário na escola pública Paulo Eiró, em Santo Amaro, concluiu o curso Técnico em Contabilidade, tornando-se contador, fez faculdade de Administração de Empresas, tornou-se auditor, profissão que exerceu a vida inteira até sua aposentadoria. Por vocação familiar, tornou-se músico, igual a seu avô, pai e tios. Foi ator, além disso exerce as atividades de poeta, artista plástico e escritor, tudo apenas como um hobby.

O vate canta em metáfora a beleza de suas rimas. “Cajilla” é um poeta de expressão romântica e de sublime e divina inspiração. Suas poesias afloram e relatam com rara beleza, os acontecimentos da vida, é como um conto, tem início, meio e fim.
São Poesias feitas para músicas, muitas delas com enredo, começo meio e fim.





É um descendente de árabe que sempre gostou e muito de jabá. Seu saudosismo nos remete ao passado criando dentro de nossa alma o profundo e incontrolável desejo de viver aquela época.

“Ai saudade... Ai saudade...
Do tempo do Monjolinho 
Do ar puro e dos passarinhos
Ai saudade... Ai saudade...
Saudade dos teus beijinhos
Do teu amor e do teu carinho”.

Em determinadas ocasiões, quando a gente se encontra, desorientado, perdido, desiludido, suas palavras descem como uma oração em nossos corações ou como água fresca em uma tarde quente de verão para matar a sede dos nossos anseios...

Olá Mário. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro 1 Ali Jaba e os quarenta leitões é um livro de psicologia vivida e observada com mentiras e piadas para alegrar os leitores e ajudá-los a vencer obstáculos nessa vida. O Livro 2 Cantando o encanto da poesia é um livro de poesias que representa todas as músicas compostas pelo autor, músicas objeto de gravação de um CD pelo próprio autor cantando e executando as músicas.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Bem já são dois livros e tenho na mente escrever o terceiro que é um romance policial.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Meu primeiro livro já cumpriu seu objetivo que é ajudar as pessoas. Creio que a ditadura foi uma das responsáveis por retroagir a cultura no Brasil. Creio que está melhorando.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através do Lae colega da classe, que já escreveu mais de vinte livros.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim alem de alegrar com as brincadeiras serve de grande ajuda para vencer obstáculos nessa vida.

Obrigado pela sua participação.
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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Entrevista com Márcia C. Sigwalt Valeixo - Autora de: MAGGIE - UM AMOR SEM RESERVAS

Márcia C. Sigwalt Valeixo
Nascida na cidade de Curitiba-PR-Brasil, formou-se em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná-PUC-PR. Em 2003, ingressou na Advocacia-Geral da União, no cargo de Procuradora Federal, o qual exerce até hoje. No ano de 2013, licenciou-se do cargo por dois anos para acompanhar seu cônjuge em missão oficial no exterior, oportunidade durante a qual escreveu o livro Maggie – um amor sem reservas, que conta a história de sua fiel companheira Maggie, uma cadela da raça Weimaraner. A narrativa descreve a trajetória da relação entre Márcia e Maggie desde que esta era uma filhote até a sua idade adulta. Como prova de seu afeto, não só em relação a Maggie, mas por todos os peludos, a renda arrecadada com a venda deste livro será integralmente revertida para ajudar animais em situação de abandono. Atualmente, Márcia reside em Brasília-DF-Brasil com seu marido, Mauricio Leite Valeixo, e Maggie.

Maggie - um amor sem reservas
Maggie – um amor sem reservas conta a história de Maggie, uma cadela da raça Weimaraner. Quando filhote, Maggie era dotada de uma energia transbordante, o que culminava em incorrigíveis e doces travessuras. Cavava buracos e abria verdadeiras crateras pelo jardim, comia plantas, destruía ralos do quintal e de seu próprio canil, obrigando sua tutora a procurar ajuda profissional para adestrar essa peluda indisciplinada. 
Seu nome de batismo “Gipsy Woman” (mulher cigana) não foi em vão: nascida no Rio Grande do Sul, seguiu viagem para Curitiba-PR aos 7 meses de idade para viver com seus amigos humanos. Passados alguns anos, por questão profissional de seus tutores, mudou-se para a capital do país, Brasília-DF, viajando de avião e de carro, passando por outros estados brasileiros. Aos seus oito anos de idade, atravessou o Atlântico para desembarcar nos Estados Unidos da América, na cidade de Rockville-MD-USA, região de Washington DC. Em sua trajetória nacional e internacional, viveu alegrias, aventuras, descobertas, desafios e dificuldades de saúde, cruzando seu caminho com o de veterinários e amigos que fizeram diferença em sua vida. Experimentou os benefícios da homeopatia, da acupuntura, hábitos de vida mais saudáveis, especialmente na alimentação e prática de exercícios físicos. Descobriu novos horizontes através de seu olfato aguçado, fez amigos e deixou marcas no coração de muitos que pas saram por sua vida. Ensinou à sua tutora o conceito do amor sem reservas, incondicional, sem preconceitos; o conceito de amizade, lealdade e fidelidade; comprovou a sensibilidade e inteligência dos cães através de suas atitudes. 

Olá Márcia. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro relata a história de Maggie, uma cadela da raça Weimaraner, que quando filhote deu muito trabalho com suas doces travessuras, obrigando-me a contar com a ajuda profissional de um adestrador. Relato sua trajetória desde filhote até a idade madura repleta de traquinagens, descobertas, desafios, aventuras nacionais e internacionais por conta de mudanças de domicílios. Em sua jornada, cruzou seu caminho com o de veterinários e amigos que fizeram diferença em sua vida, deixando marcas em seus corações. Ensinou-me com maestria o conceito do amor sem reservas, incondicional, sem preconceitos, o conceito de amizade, lealdade e fidelidade, comprovou-me a sensibilidade e a inteligência dos cães através de suas atitudes.
A ideia de escrever o livro surgiu da vontade de colocar no papel todas as encantadoras e divertidas histórias vividas com Maggie, além de suas lições de vida que mudaram significativamente meu modo de ver o mundo e as pessoas ao meu redor. A partir do momento que passei a observá-la em suas atitudes, compreendi que a razão da felicidade dos cães está exatamente no fato de não darem importância a fatos pretéritos, nem sequer anteciparem o futuro, razão pela qual, vivenciam o presente de forma plena, experimentando momentos de verdadeira felicidade.
Maggie – um amor sem reservas é um livro destinado a todos, independentemente da idade, que admiram, amam e respeitam os animais.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Espero que seja apenas o primeiro livro de muitos outros que estarão por vir. Eu tenho alguns outros projetos e ideias a desenvolver. Penso em escrever sobre as minhas experiências vivenciadas fora da minha cidade natal, as dificuldades e desafios inerentes a este processo, bagagem cultural e social adquiridas, diferenças culturais em questão, o poder de aceitação no processo da mudança. Além de todo este contexto, após vencidas as primeiras dificuldades, num segundo momento, escreveria sobre as belezas e encantamentos destes locais, com dicas culturais, gastronômicas, de passeios e viagens tanto nacionais como internacionais.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É lamentável vivermos num país, onde a leitura é pouco valorizada. Acredito que esta situação possa ser modificada, ao longo dos anos, se iniciarmos um processo de incentivo à leitura tanto nas escolas como nos lares, através dos educadores, pais e outros meios de comunicação, como a própria televisão com programas educativos e interativos que chamem a atenção do público infantil e juvenil para o hábito da leitura com jogos de perguntas e respostas sobre livros e encenações cênicas que despertem a curiosidade.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Eu soube do brilhante trabalho da Scortecci, através de pesquisas relacionadas na internet. Fiquei admirada com a qualidade da editora, seus profissionais, excelente atendimento e qualidade dos livros.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Acredito que meu livro mereça ser lido não apenas por pessoas que gostam de animais, mas também por aqueles que nunca tiveram a grata experiência de ter um cão ao seu lado.
Este livro é dedicado a todos os nossos amados companheiros caninos, que fazem a diferença neste mundo tão carente de amor, afeto, solidariedade, compaixão, amizade, respeito e lealdade; atributos que nossos amigos peludos possuem e sabem muito bem como expressá-los. Eles nos ensinam verdadeiras lições de vida. Não guardam mágoa, rancor, desconhecem a inveja, a ganância e a cobiça. Se pararmos para pensar, temos em nossos cães verdadeiras lições de Deus, que devem ser admiradas e perpetuadas.
Enfim, como prova do meu afeto, gratidão e reconhecimento, a renda arrecadada com a venda deste livro na parte que me compete, na qualidade de autora, será revertida para ajudar animais em situação de abandono.

Obrigado pela sua participação.
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domingo, 12 de fevereiro de 2017

Entrevista com Roswyta Ribeiro - Autora de: O CONSTRUTOR DE AMIGOS Príncipe Poeta Que Reina Além Das Montanhas

Nasci no município de Campina Verde, no triângulo mineiro. Ter nascido neste jardim livre tem um significado original para a minha vida: sou profundamente orgulhosa dessa fazenda Cruz da Retirada Bonita. Com formação em Comunicação Social e com experiência em artes abstratas, resido atualmente em Ribeirão Preto, no estado de São Paulo. Sou uma conquistadora de cada dia, nessa ciranda sem fim, onde somos resultado do caminho percorrido e nos visualizamos completos. É nesse cenário que adquirimos lições, manias, perdas e vitórias, naturalmente. Trabalho muito, organizando bem o meu tempo. Os valores familiares me proporcionam paz. Caminhar com vento batendo ao rosto é adorável, soltar a imaginação fértil em dias tranquilos me proporciona serenidade. Sentir o sabor da vida é sempre muito bom! Soma energias divinas, assim, sou Natureza, luz clara da alegria, sou o som de cada silêncio no infinito da eternidade. Sou derrota e vitória num clima de amor profundo no infinito da Liberdade. Sou sensação e emoção em cada descoberta humana, sou apenas uma mulher que se ama, feliz, livre para agir e pensar, doar-se a cada dor e sorriso, que tem a coragem certeira de viver e amar!
Este livro embrionário é um tributo ao carinho, a singeleza da amizade das gentes de minha terra e à sofisticação das  montanhas de Minas. Em "O CONSTRUTOR DE AMIGOS  Príncipe e Poeta Que Reina Além das Montanhas"  -  atribuímos valores para viver em sociedade, com respeito, onde a arte da boa amizade é aplicada de maneira justa e generosa. Tais respostas o leitor as dará para si mesmo, após sua caminhada com esse Príncipe Poeta Que Reina Além das Montanhas.

“Um tributo ao carinho, à singeleza da boa amizade das gentes de minha terra e à sofisticação das montanhas de Minas.”
Roswyta Ribeiro


Olá Roswyta. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Em "O CONSTRUTOR DE AMIGOS" atribuímos valores para viver em sociedade,  com respeito,  onde a arte da boa  amizade é  aplicada para entreter de maneira justa um amigo, um companheiro, um irmão que  se sinta especial naturalmente.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Eis-me diante de um sonho realizado, mas jamais finalizado. Sim, meu primeiro livro editado. Outros virão em breve.  Acho que nossos sonhos são asas que nos permite voar, portanto, minha meta é o infinito. Quanto a plantar árvores sempre as plantei, filhos tenho muitos de coração sou tia coruja, escrever livros agora é minha vez de soltar a imaginação e construí-los.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Desejo ressaltar que não penso nas dificuldades, sou determinada sigo otimista e entusiasmada. Quem gosta de ler vai ler sempre. Quem sonha em escrever esta resgatando valores de aprendizagem enriquecedora. Não penso negativo. Penso em compartilhar com as pessoas o que eu amo. A humanidade tem sede desse conceito de gratidão, de desafios em canções!

 Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Sempre desejei editar um livro.  Mas como? Busquei informações via internet onde pudesse realizar cursos, buscar informações através de pessoas que sabem fazer a diferença. Fui generosamente recepcionada pelo Prof. João Scortecci, quando cheguei a São Paulo para a primeira aula e posteriormente nos tornamos uma irmandade.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Pois é, este livro é um tributo ao carinho, a singeleza da boa amizade das gentes de minha terras e a sofisticação das montanhas de Minas. Será possível pensar o Brasil - e para além dele - sem o nosso Pão de Queijo e deliciosos Romeu e Julieta? Tais respostas o leitor as dará para si mesmo, após sua caminhada com esse príncipe poeta que reina além das montanhas.

Obrigado pela sua participação.

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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Entrevista com Carlos Fernandes - Autor de: CORPOS MARCADOS

Carlos Fernandes
Nome literário de Carlos Roberto Fernandes.
Professor de Magistério Superior; Membro da União Brasileira dos Trovadores (seção Belo Horizonte-MG) e da Academia Internacional de Poetas e Escritores de Enfermagem; enfermeiro, mestre e doutor em Enfermagem.



Composta por sonetos, quadras, trovas e outras formas poéticas,a obra centra-se nos temas de violência e de morte, utilizando-se de fatos da vida cotidiana em geral e da história do Brasil em particular. Além do público literário, dirige-se a professores de Literatura e de História.






Olá Carlos. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro é de poemas, escritos nas formas de sonetos, de trovas, de quadras e de versos livros. Inclui telas de arte, produzidas pelo próprio autor. As temáticas são relativas às ações e aos desejos humanos cotidianos, incluindo questões da história do Brasil, relacionadas a batalhas e guerras como as indígenas, a de Canudos, a do Cangaço, a dos Quilombos. A obra foi pensada para o público em geral, mas oferece aos professores de Literatura brasileira e de História do Brasil um campo fértil de discussões. A centralidade temática é corpo e morte, ao longo da história do Brasil - até os dias atuais. Não houve uma programação prévia para escrever e configurar a obra: os poemas foram surgindo, a partir de vivências próprias e estudos pessoais. Quando me deparei, havia um centro temático de preocupações e ao qual me rendi.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Estou envolvido no mundo das letras, desde os anos de 1980. Meu primeiro vestibular foi o Curso de Letras: cursei o primeiro ano, abandonei o curso para tornar-me funcionário público e casar. Participei e naquela época ativamente de uma denominada Academia Uberabense de Jovens Escritores, escrevia crônicas e artigos para o Jornal de Uberaba, tornei-me membro da União Brasileira dos Trovadores (delegacia Uberaba e da seção Belo Horizonte). Tenho publicado livros técnico-científicos publicados, individuais e em parceria. Por questões pessoais de não querer divulgar textos poéticos, na forma de livros, afastei-me desse propósito - até tornar-me Membro da Academia Internacional de Poetas e Escritores de Enfermagem, em 2015. Plantei muitas árvores e cultivei muitos jardins; tenho duas filhas - Ana Carolina e Bárbara, administradora e advogada, respectivamente. Todos nós, seja qual seja o nosso dom, talento ou sonho - se acrescentar algo de útil - deve ser publicizado: é uma obrigação humana partilhar e compartilhar. Talvez, melhoremos a situação humana nesse compartilhamento. Com isto, não tenho pretensões de falar em verso sobre algo novo, mas refletir sobre velhos temas humanos - uma vez que não há nada de novo debaixo do sol.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É um obstáculo e um desafio para nós todos e, particularmente, para aqueles que elegemos como nossos representantes. Não entendo o desvalor da leitura porque desde quando aprendi a ler e a escrever nunca mais parei de ler. Agradeço à minha mãe, Geraldina Pereira Fernandes e já falecida, que era analfabeta e de uma cultura vivencial grandiosa. Devo a ela minha entrada no universo escolar e no qual estou até hoje, com a obrigação de ser sempre um aprendiz. Nesse sentido, é dever - e não opção - dos pais iniciar e acompanhar os filhos para serem leitores e, se possível, produtores de cultura - sob quaisquer formas. Minhas filhas cresceram vendo seus pais estudando, indo para a escola, carregando livros, frequentando bibliotecas... Naturalmente, se fizeram leitoras e cresceram estudiosas. Afinal, os políticos de hoje foram crianças e tiveram pais.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Investigando sites na Internet. Depois, vi, com demorada atenção, as produções da editora; apreciei o cuidado e a responsabilidade da mesma na produção e na divulgação da cultura pelo livro. A Editora me cativou.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sendo um leitor comum, se eu visse o título numa livraria, consultasse a tábua de conteúdos, lesse a contra-capa, eu o compraria para ler. Sempre fui um leitor exigente e tento ser um escritor exigente comigo mesmo. Porque a temática centra-se em corpo e morte, e porque somos corpos e todos - algum dia - morreremos, julgo necessário ler sobre tais assuntos, sobretudo com a curiosidade de ver tais temas em forma poética, com uma forte tonalidade histórica e filosófica. Aos meus possíveis leitores e leitoras, podemos partilhar e compartilhar ideias, sem que isto signifique necessariamente pensar, agir ou sentir da mesma forma. De qualquer modo, existe um terreno comum a todos nós humanos, e é nele que tento expressar meus versos; portanto, podemos sentar, tomar um café, comer um pão-de-queijo e conversar. Um bom café com letras.

Obrigado pela sua participação.
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Entrevista com Berenice Ferreira Moraes - Autora de: QUINZE IRMÃOS

Mineira de Paraisópolis (MG),  foi criada em Caraguatatuba (SP). Licenciou-se em Educação Física pela Unitau e fez pós-graduação em Gestão de Academias. Há 28 anos é professora da rede pública de ensino de Ilhabela (SP). 
Casada há 42 anos, teve três filhos, mas criou apenas dois deles. A ideia deste livro, o primeiro que publica, foi uma inspiração familiar.





A obra conta parte da história da família iniciada na união de Antônio Ferreira da Silva Sobrinho (Antônio Sirino) e Benedita Vicente da Silva (Ditinha) e que gerou quinze filhos, entre eles a autora Berenice Ferreira Moraes, mais de cinquenta netos e um bocado de bisnetos e tataranetos.
O livro traz inúmeras e deliciosas narrativas, exaltando sempre a coletividade e a vida entre irmãos e primos ao longo dos anos, entre Paraisópolis/MG e Caraguatatuba/SP. É o resgate de fatos quase perdidos na memória e uma maneira de reconectar as pessoas e reafirmar valores essenciais relacionados à família.

Olá Berenice. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro conta a história real de uma enorme família e a ideia de escrevê-lo veio de amigos e parentes que sempre gostavam de ouvir os acontecidos e me perguntavam porque eu não registrava as memórias através de um livro. O público esperado são os próprios personagens que fazem parte dessa historia e também as gerações futuras dessa família para que as memórias continuem vivas.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
A princípio foi só para a realização de um sonho. Porém, no desenrolar e com o envolvimento de várias pessoas me incentivando nesse projeto, eu me empolguei e pretendo continuar registrando minha vivencia.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Em função da cultura brasileira, fica difícil para o escritor se dedicar à sua arte, mas acredito que estamos no caminho certo para incentivo da leitura.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através do amigo Mario Marmo que lançou a obra, Borboleta Azul, onde conta a história de sua filha Karen.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, com certeza ele merece ser lido! Porque ali relato a amizade entre dois irmãos que construíram um vida de harmonia entre duas famílias onde irmãos, primos e sobrinhos se mantiveram unidos. A mensagem que almejo aos meus leitores é de Amor e Fé!!

Obrigado pela sua participação.
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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Entrevista com Mirian de Carvalho Autora de: NÃO SEI SE VOU TE AMAR

Nome Literário de Mirian Terezinha Fonseca de Carvalho.
Defendeu Tese de Doutorado em Filosofia. Lecionou Estética nos Programas de Graduação e de Pós-Graduação da UFRJ. É membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte; da Associação Internacional de Críticos de Arte; da UBE / RJ e SP e do PEN Club. Nos dias atuais, dedica-se à poesia, à crônica e à pesquisa no campo da cultura brasileira e foi agraciada com vários prêmios literários, entre eles O João do Rio (1º lugar / poesia) e a Medalha José de Anchieta, que lhe foram conferidos pela Academia Carioca de Letras em dezembro de 2016. Além de assinar 7 livros de ensaio e 10 de poesia, é autora de cerca de 150 textos que se diversificam em artigos, ensaios, prefácios, posfácios e releases, publicados em mídias especializadas. A autora assina o Blog da Mirian, no Digestivo Cultural. Livros de poesia:

Cantos do Visitante. Edição da Autora, 1999
Teia dos Labirintos. Ed. Escrituras, 2004.
O Camaleão no Jardim. Ed. Quaisquer, 2005
Travessias. Ed. Letras Contemporâneas, 2006.
Violinos de Barro. Ed. Escrituras, 2009. 
Nada mais que isto. Ed. Scortecci, 2011
50 Poemas escolhidos pelo autor. Ed. Galo Branco, 2011
Roteiro de Mitavaí. Ed. Oficina do Livro, 2013.
Vazadouro. Ed. Escrituras, 2013.
Não sei se vou te amar. Ed. Scortecci, 2016

Ideais. Fantasias. Descompassos e regozijo do corpo e do sentimento. Vertigem. Assim, na vida. E no amor. Das oscilações vivenciadas na pele e no ânimo, tudo tudo já foi registrado por poetas e amantes. Sem nada mais a dizer sobre o tema, em Não sei se vou te amar, meus versos percorreram imagens dos amores dos outros. 
Como se tais amores fossem meus, visitei canções, filmes, poemas, roupas, memórias, relatos, objetos, cenas, e outras expressões de contentamento e tristeza que, por vezes, valendo-me da ironia, misturei nos meus versos: Se for apenas pra se despedir, / guarda tua viagem. Preserva teus sapatos. / Avesso ao amor e ao desamor, antes do começo / ou do fim, alonga-se e desgasta-se o tempo. 
Junto ao lirismo, encontrei espécie de drama a percorrer lugares íntimos: Das chaves girando, tudo espero. / Das mãos abrindo a porta, tudo espero. // Ao fundo, um tango. A esse fundo musical, escrever se fez dança apaixonada. E sala vazia à espera do verso.

Olá Mirian. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Não sei se vou te amar enfoca a sensualidade feminina em diálogo com o universo masculino. O texto da 4ª capa resume este meu livro que se destina ao público adulto:
Ideais. Fantasias. Descompassos e regozijo do corpo e do sentimento. Vertigem. Assim, na vida. E no amor. Das oscilações vivenciadas na pele e no ânimo, tudo já foi registrado por poetas e amantes. Sem nada mais a dizer sobre o tema, em Não sei se vou te amar, meus versos percorreram imagens dos amores dos outros.
Como se tais amores fossem meus, visitei canções, filmes, poemas, roupas, memórias, relatos, objetos, cenas, e outras expressões de contentamento e tristeza que, por vezes, valendo-me da ironia, misturei nos meus versos: Se for apenas pra se despedir, / guarda tua viagem. Preserva teus sapatos. / Avesso ao amor e ao desamor, antes do começo / ou do fim, alonga-se e desgasta-se o tempo.
Junto ao lirismo, encontrei espécie de drama a percorrer lugares íntimos: Das chaves girando, tudo espero. / Das mãos abrindo a porta, tudo espero. / Ao fundo, um tango. A esse fundo musical, escrever se fez dança apaixonada. E sala vazia à espera do verso.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Meu projeto literário: continuar escrevendo e divulgar meu trabalho. Não sei se vou te amar é meu 10ª livro de poesia. Publiquei também 7 livros de ensaio: trata-se de pesquisas sobre arte e poesia. Ganhei vários prêmios literários que abrangem poesia, ensaio e dramaturgia. Entre eles, a Medalha José de Anchieta (mérito literário) e o Prêmio João do Rio (1º lugar, poesia), que me foram conferidos pela Academia Carioca de Letras em dezembro de 2016. Publiquei também cerca de 150 textos, tais como prefácios, posfácios, artigos, capítulos de livros, releases para catálogos de exposições etc. E assino o Blog da Mirian, no Digestivo Cultural.
Em verdade, meus livros são filhos, pais, mães, sonhos, árvores, flores, metas e, também, espaço dos dizeres e não ditos com alcance político-social. Enfim, penso no livro como fôlego de tudo aquilo que se possa conceber através do sentimento, da imaginação, do pensamento, da reflexão, e do utópico, por meio da busca e do encontro da palavra plena de magia e de rebeldia contra todas as formas de opressão e violência.
Vejo nos meus livros um meio libertário, através das imagens e das ideias. Generalizando, vejo no livro e na escrita, seja ela literária ou não caminho propício aos pés no chão para olhar de frente a realidade que nos cerca. Num país com grande índice de analfabetismo, inclusive o funcional, aquele autor que teve o privilégio da escolaridade não pode se encastelar nem se desobrigar da luta pelos Direitos Humanos.
Porém, não me refiro à Literatura como panfleto. Ao cumprir função social, o texto não pode se esquivar da literariedade, posto que, no momento adequado em nome da liberdade , caiba igualmente ao autor escrever panfletos.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Tudo muito difícil. E mais ainda para o poeta. Mas nada tão mais difícil do que em outros lugares, ante o império das grandes mídias (grandes, apenas, em poder financeiro), empenhadas na divulgação dos mais vendidos. Entanto hoje, na internet, o autor encontra muitos caminhos. Aqui, relembro, assino o Blog da Mirian, no Digestivo Cultural, que me acolheu de braços abertos. Por meio do blog, meus escritos têm boa receptividade da parte dos leitores. Certos trabalhos são muito acessados.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através da internet. Tenho outro livro editado pela Scortecci intitulado Nada mais que isto. E aqui destaco o profissionalismo dessa editora, refletindo-se na simpatia daqueles que no dia a dia interagem com o escritor.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Tenho extremo cuidado com o fazer literário. Não me detenho só na inspiração. Nunca publico a primeira versão. Busco recursos estilísticos adequados ao texto. Leio muito. Estudo Poética e Teoria da Literatura. Meus livros seguem unidade temática e se apoiam num projeto poético.
Mas quem pode julgar se este livro merece ser lido é o leitor.
A ele, meu recado carinhoso: Vamos fazer a experiência?

Obrigado pela sua participação.
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