terça-feira, 29 de agosto de 2017

Entrevista com Gerson de Oliveira - Autor de: AS DUAS FACES DE MURIEL

Professor, poeta e  escritor.
Graduado em Letras (Faculdade  Filosofia Ciências   e  Letras de Itapetininga), Pedagogia  (UCESP). Pós-graduado em Psicopedagogia Institucional e Clínica (Facespi) e em Gestão  do Currículo Escolar (USP).                
Filho de  Sebastião Paulino  de Oliveira e de Izadai Aires da  Mota, o mais velho  de  quatro  irmãos, nasceu  na  cidade de Capão Bonito em  12 de setembro de 1972.
Radicou-se mais tarde em  São Miguel Arcanjo onde  tem construído sua carreira  tendo sido aprovado cinco  vezes nos concursos públicos de 1999, 2004, 2008 e  2012 pelos quais é professor de Português e Inglês.
Paralelamente ao magistério  tem  uma  atividade  literária  na qual,  além  de  escrever, produz  seus  livros através de  sua  própria  editora,  a qual já lançou outros livros no mercado, e participou da  Bienal Internacional do livro.
Gerson de Oliveira é casado  com Elaine Aparecida dos Santos. Tem dois filhos: Nicolas Mota S. de  Oliveira e Jéssica Andressa da  Silva Oliveira, psicóloga   


O autor criou um blog a fim de que os leitores do livro registrem suas impressões acerca do livro. https://asduasfacesdemuriel.blogspot.com.br/2017/07/lancamento-as-duas-faces-de-muriel.html

É a história de uma jovem que se distancia da família, perde o noivo, perde todos os amigos e perde o emprego. Em meio a tudo isso, ela se percebe fazendo coisas das quais não parece ter consciência. Haveria alguma relação entre ‘essas coisas’ e seus problemas? Seria a bipolaridade a causa dos problemas? Mais normal do que parece, a bipolaridade não é exclusividade da protagonista. Vivemos em uma sociedade de multipolares, onde as pessoas parecem usar uma máscara para cada ocasião: a máscara social. É por isso que as pessoas não se entendem? Muriel se vê diante de si com esta grande pergunta. A procura pela resposta nem é uma busca que, necessariamente, vai nos agradar, mas é preciso que se faça para compreensão dos problemas que nos acompanham na vida adulta. As duas faces de Muriel é uma intrigante história que, além de outras coisas, nos mostra a vida sob a ótica de uma pessoa que sofre com a bipolaridade. A história nos faz pensar sobre os comportamentos que adotamos em atendimento às expectativas em nós projetadas, o que faz de nós todos, de certa forma, bipolares. Já parou para pensar o quanto da pessoa à sua volta é ela mesma, e o quanto de você é o que você é?

Olá Gerson. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro trata, como tema central, da bipolaridade, não tratada aqui em sua forma patológica, mas em uma ficção vivida por uma personagem que sofre da bipolaridade, sente as consequências de seu problema na vida pessoal, profissional, nas relações interpessoais.
A ideia de escrevê-lo surgiu, de minha parte, pela observação que eu passei a ter acerca das dificuldades que as pessoas têm em se relacionarem a ponto de terem problemas na vida afetiva, profissional, e com elas mesmas. Comecei a perceber ainda uma variação de tolerância e repostas dadas aos mesmos problemas em um curto espaço de tempo. E esta variação de respostas, percebi uma relação entre o estado de humor, e mais notadamente ainda, uma variação de gosto pessoal das pessoas a respeito da forma de se vestir, tonalidade de voz e forma de andar. Comecei a levantar suspeitas acerca do que seria. Surgiu a palavra bipolaridade. Dela, eu criei um outro conceito: a bipolaridade social e a multipolaridade, que eu sugiro aqui serem frutos da necessidade social de as pessoas mudarem seus comportamentos em nome da sobrevivência e relacionamento com as pessoas. São as máscaras que as pessoas colocam, e que são uteis por atrair pessoas, como são responsáveis por afastá-las.
O livro pode ser lido por todos os públicos, no entanto é muito mais significativo para o público juvenil e adulto.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Meu projeto é ser um autor para o grande público, e também ser um editor representante os autores de minha região. Este já é meu terceiro livro como autor, e o quarto como editor.
Ao todo, como autor e como editor lancei 5, dos quais 3 pela Scortecci, com quem pretendo intensificar minha relação com mais contratos.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É complicada a vida de um escritor no Brasil já devido ao fato da ideia que as pessoas têm de valorizar o estrangeiro, e consequentemente a cultura estrangeira. Neste cenário, livros estrangeiros, aqui traduzidos, são muito mais aceitos. A grande causa deste problema, como bem sabemos, é educacional. Este problema tem muito mais raiz nas famílias que nas escolas. Somo um pais em que os pais não leem, e portanto, somos um país em que as crianças podem não estar lendo por este motivo. Associado a tudo isto, outra causa, é a cultura de comunicação visual rápida substituindo a cultura escrita. É um conjunto de fatores.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Foi pela internet em minha busca por uma editora para publicar meu primeiro livro publicado em 2004.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Claro, merece e deve ser lido. A temática é de grande importância. E além do tema sugerido, há outros que são tratados durante a ficção que são igualmente intrigantes.
A mensagem que deixo é em forma de pergunta. Quem é você quando não está interpretando um papel?

Obrigado pela sua participação.
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sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Entrevista com Enrico Barale - Autor de: CELTICOS

Nasceu em seis de novembro no ano de mil novecentos e setenta e sete. Dedica-se à arte da escrita desde mil novecentos e noventa e seis. Celticos – o início é sua primeira obra de literatura fantástica.





Duncan McAndrews não é um vampiro que se encontra facilmente nos livros de literatura fantástica. Dono de poderosos dons e fundador de um clã que reúne, quase sempre, vampiros com alto senso de justiça e companheirismo, sua figura é sedutora e envolvente. 
Uma história rica nos cenários, nos detalhes e na construção das personagens, capaz de prender a atenção e despertar o interesse pelo próximo passo de cada integrante durante toda a leitura. 
Por fugir do comum, não trazendo a costumeira luta entre humanos e vampiros, mas a luta entre seres de várias naturezas, Célticos – o início, nos prova que o tema se trata de uma fonte inesgotável de inspiração para personagens e histórias.
O surpreendente final é, ao mesmo tempo, a conclusão de um ciclo e a semente de uma nova história...


Olá Enrico. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Se trata de um humano que escolhe viver inúmeras aventuras como vampiro. A ideia surgiu depois que comecei a jogar e mestrar RPG de Vampire. O público alvo é todo aquele que se interesse por fantasia, ficção, vampiros, lobisomens, fantasmas e magia.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
CELTICOS - O Início Duncan McAndrews é o primeiro livro de uma série que até agora totaliza cinco livros nos quais a saga terá continuidade e um final provavelmente inesperado. Já comecei a escrever o segundo que contará a história de outra personagem desde antes de seu nascimento, alguns milhões de anos atrás, até a atualidade. O terceiro e quarto livro continuarão descrevendo a vida de alguns personagens e culminarão no desfecho de toda saga. O quinto livro será baseado em crônicas de uma personagem que já morreu no primeiro livro.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acho que é super concorrido o autor tem sempre de procurar meios de propaganda alternativos para conseguir emplacar o livro e vender o suficiente para produzir outros. Como o povo brasileiro tem pouca vontade por leituras que não sejam baseadas em fofocas, futebol e outros assuntos menos interessantes a dificuldade está em cada esquina, por outro lado devido ao interesse de muitos na leitura do gênero fantasia, ficção, acredito que a desvalorização será superada, basta apenas a pessoa se interessar.
Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através do google.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim merece! Pelo simples fato de ser bem diferente do que as pessoas estão acostumadas, em CELTICOS - O Início Duncan McAndrews os vampiros não brilham no Sol, não ajudam os humanos, não se sentem mal após matar e sugar o sangue de ninguém, ao contrário disso as personagens tentam desenvolver seus poderes e "viver" em um mundo lotado de outros seres fantásticos os quais poderiam, ou não, ser aliados ou inimigos mortais.
Leitor: ao iniciar a leitura de CELTICOS - O Início Duncan McAndrews esqueça tudo o que já viu, ou leu anteriormente, abra sua mente para as possibilidades e aproveite a leitura!


Obrigado pela sua participação.
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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Entrevista com James Jaworski - Autor de: SEMENTES ESQUECIDAS NO JARDIM

É paranaense com formação em Análise de Sistemas e Direito, faz da palavra escrita um dos seus hobbies. Autor dos Livros: Iluminação – Contos e Crônicas (2009), Quintessência de Um Momento (2012) e Estamos Todos Adormecidos (2014), vem aprimorando o seu estilo e agora lança seu quarto livro o qual enriquecesse ainda mais a sua coleção de obras marcantes.




O livro aborda a origem de certos eventos que potencialmente têm a capacidade de determinar o destino e ventura de cada um dos personagens. Harmoniza fatos corriqueiros dentro de uma atmosfera mística de uma forma magistral. Com frequência assalta e provoca o leitor convidando-o a refletir sobre vários aspectos de sua vida. Confronta o livre-arbítrio versus a sorte de cada um. Examina as ações e sugere as consequências resultantes. Nada é por acaso. 
Tudo isto recheado de histórias envolventes e cativantes de romance, suspense e ação. Coroado com um final eletrizante de tirar o fôlego e repleto de sementes esquecidas no jardim.
Definitivamente um livro para quem quer mergulhar no oceano dos mistérios da experiência humana e passar a vê-la sob uma nova perspectiva.

Olá James. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Trata-se de um romance, com ação suspense e uma tônica bastante mística em torno de livre-arbítrio e destino. O livro, invariavelmente, leva o leitor a uma reflexão, sobre seus atos e consequências.
A ideia surgiu em retratar situações que muitas vezes nos passam despercebidas e sofremos consequências sobre atos que muitas vezes nem lembramos que ocorreu ou simplesmente não conseguimos ligar uma coisa na outra.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Tenho uma formação em Análise de Sistemas e Direito. Este é o meu quarto livro publicado. Começou com um desejo de colocar minhas ideias no papel e fui tomando gosto pela palavra escrita. Venho aprimorando um estilo próprio que a cada vez se mostra melhor. Creio que não se trata apenas de plantar uma, árvore, escrever um livro, ter um filho. Isto tudo eu já realizei. Agora minha ambição é divulgar ideias novas e fazer com que as pessoas cultivem a reflexão sob uma nova luz através da leitura.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A vida de um escritor é solitária e requer muito esforço e dedicação. Infelizmente em nosso país o hábito de ler é muito restrito, dado sobretudo à falta de investimento na educação. Ser autor no Brasil é mais um ato de amor do que profissão. Eu por exemplo, faço isto porque gosto, pois é difícil para um anônimo ser reconhecido ou vendido sem que haja uma exposição na mídia.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Cheguei a Scortecci Editora através de pesquisa na internet. Já estou publicando o meu terceiro livro por esta editora, então creio que fizemos uma boa parceria até aqui.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Com certeza, o livro merece muito ser lido. Além da mensagem que ele carrega, que certamente irá fazer o leitor refletir, ele vai fundo em questões importantes e descreve situações corriqueiras de uma forma única. Tem um estilo inusitado de abertura de capítulos e uma ligação quase metafísica com o desenrolar do mesmo.
Já no prólogo o leitor viajará para uma nova dimensão e o Epílogo fará um fechamento magistral de tudo. Além de tudo isto tem histórias de romance, suspense, ação, mistério e um final de tirar o fôlego que irá presentear o leitor com um entretenimento de primeira qualidade durante todo o tempo.

Obrigado pela sua participação.
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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Entrevista com Heloísa Prazeres - Autora de: CASA ONDE HABITAMOS

É natural de Itabuna, BA, possui textos publicados com produtores de artes visuais (cinema e fotografia). Citada no Dicionário de autores baianos. Salvador: Secult, 2006, e no Dicionário de escritores contemporâneos da Bahia, Cepa, 2015. Publicou, em livro, Temas e teimas em narrativas baianas do Centro-Sul. Fcja; Unifacs; Secult, 2000; Pequena história, poemas selecionados. Salvador: Quarteto, 2014; Antologia outros riscos do Prêmio Damário DaCruz de Poesia. Salvador: FPC/ Secult,BA e Quarteto, 2013; Poetas da Bahia, III. Salvador: Expogeo, 2015 e Antologia 5º Prêmio Literário de Poesia, Portal Amigos do Livro,
São Paulo: Scortecci, 2015 Medalha de Bronze do I Concurso Literário da AECALB, Rio de Janeiro, 2016. Bacharel e Mestre em Letras pela UFBA. Cumpriu doutorado em Literatura na University of Cincinnati, Oh. EUA. Professora adjunta, aposentada do IL da UFBA. Foi titular na Universidade Salvador, Unifacs. Coordenou o Núcleo de Referência Cultural da Fundação Cultural do Estado da Bahia.

O espaço geográfico constitui-se como o tema central do livro de poemas Casa onde habitamos ilustrado com fotos do artista visual Jamison Pedra. Casa onde habitamos reúne oitenta e duas composições dispostas em quatro partes. A palavra casa possui um campo semântico que evoca, provoca e define-se como proteção externa e espaço interno de experiência. As quatro partes que compõem o livro destinam-se, metaforicamente, à comunicação poética, organizada em casas: arte, sonho, sentimento e memória − defesa de princípios que constituem o discurso libertário da poesia. Habitante da metrópole, a poeta põe-se a falar, liricamente, em interlocução com o leitor, que se identificará com a procura incessante por abrigos humanos sob o teto da terra.

Olá Heloísa. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Aborda a incomunicabilidade, o luto moral, as relações possíveis no mundo contemporâneo.
A ideia resulta da vivência social e intelectual feminina. A metáfora CASA é uma imagem feminina, da qual me aproprio, ampliando-a para o elemento Terra.
Destina-se ao público cuja insatisfação com a realidade o leve a busca complementar da arte da palavra. Creio que as leitoras se beneficiarão. Há um forte apelo de imagens femininas na obra.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Encontro-me naturalmente ligada à área de Letras. Lido profissionalmente com a literatura, sempre privilegiei a leitura e a escrita como meios complementares de aperfeiçoamento pessoal. Esta é a minha segunda coletânea. O primeiro livro, de ensaios, data do início dos anos 2000, o segundo, de poemas, Pequena história (PRAZERES, 2014), portanto, encontro-me no terceiro, preparando o quarto. A escrita me completa e traduz anseios de comunicação subjetiva e intelectual.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A poesia sempre foi destinada a uma minoria de excelência. Todos os que se sentem motivados, na busca por respostas, aderem à leitura, e adoram o objeto livro. Acredito no trabalho contínuo de conquista de leitores. Há que insistir, pois que a poesia é vida.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Na qualidade de professora, o conhecimento de editoras consolidadas é um pré-requisito profissional.
Admiro e aplaudo as ações da Scortecci.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Acolher a poesia é um gesto de amorosidade e fé. O poeta contemporâneo é um misto de artista e crítico de civilizações. A leitura, o livro são veículos de ampliação de consciências e oportunidade de crescimento. Quem lê, gosta de si, e adora o tempo dedicado ao sempre desejável objeto livro.

Obrigado pela sua participação.
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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Entrevista com Lázaro Piunti - Autor de: A RAINHA E O VALETE

Lázaro Piunti
É advogado e escritor. Casado, pai de três filhos, avô de 4 netos e 2 netas, e 1 bisneta. É autor de 13 obras publicadas, sendo 4 no gênero infantil. Este é seu primeiro livro de romance.








A Rainha e o Valete
Pérola engastada nas franjas da Europa setentrional, a Estônia vivenciava uma fase de ternura. Após a morte do bondoso monarca, a princesa Annieli, sua única filha, viu-se na contingência de assumir a condução do Reino. As tarefas do cotidiano e o casamento imposto pelas circunstâncias transformaram a encantadora princesa, amante da poesia e das artes, em mulher prisioneira dos seus sonhos. 
Esposa do Duque da Finlândia, ela fora obrigada a abdicar do verdadeiro amor adolescente: Lajosker, jovem poeta, com assento na Academia de Letras 
da Galáxia Estoniana!
A origem plebeia de Lajosker – o garoto ferrador de cavalos na Corte – haveria de conspirar contra seus devaneios. 
Guindado à função de Valete por ato de sua Majestade, o Rei, sua proximidade com Annieli amplia-ra o seu tormento. 
As ambições do Duque Lenart, um nobre perverso e sem escrúpulos, as guerras envolvendo países vizinhos e a infelicidade amorosa de Annieli foram tecendo a trama de infortúnio. Perante esse cenário, o Valete da Rainha tenta fugir. Por amor. Por apego à Verdade. 
Sua permanência no Mosteiro da Dormição na graciosa Petseri o leva a empreender viagens imaginárias. Visita Platão e se faz hós-pede de Agostinho de Hipona; devora as Cartas de São Jerônimo e defere respeito a Calvino; admira as Teses de Lutero sem ocultar profunda afeição por Voltaire. 
Ao ler os Sermões de Vieira, encanta-se com o religioso lusi-tano. Febrilmente almeja des-cortinar a morada da Verdade. Quiçá escondida no Himalaia! 
Enquanto a Rainha...

Olá Lázaro. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Romance. O cenário é a Estônia, belo país da Europa Setentrional. A topografia, nomes, costumes e acidentes geográficos são reais. A trama, evidentemente, é fruto de ficção. A obras nasceu sob inspiração de um sonho e foi escrito em 35 dias. Narra a vida da princesa Annieli que, face à morte do rei, seu pai, assume o trono. Apaixona-se por Lajosker, confrade da academia literária estoniana, porém moço pobre, seu valete na Corte. Ela é forçada a se casar com o Duque da Finlândia, homem perverso. Ainda nos tempos atuais prevalece a máxima do pretérito: monarca pode se casar com plebeia e mantem seu status. A soberana perde todos os seus títulos se ousar contrair núpcias com um plebeu. Guerras, lances amorosos e acontecimentos inebriantes assinalam o desenrolar dramático do romance. O epílogo é surpreendente...

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Este é o 1º romance, porém já publiquei 13 livros - poemas, crônicas, histórias e inclusive quatro deles do gênero infantil. Todas as obras comercializadas e com o lucro transferido para instituições filantrópicas sérias. Meu 1º poema o escrevi aos 10 aninhos...

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Pertenço a quatro academias literárias (AScademia Cristã de Letras - SP; Academia Saltense de Letras; Academia de Letras de Araçariguama e Região e Academia de Letras de Iperó). As três últimas cooperei na criação e fundação. Temos escritores, poetas, trovadores às pecas neste País. Falta incentivo à cultura de forma objetiva. E as dificuldades para a publicação de uma obra são quase intransponíveis. As grandes editoras (multinacionais) só trabalham com escritores consagrados. Nesse emaranhado de obstáculos gigantescos, a Scortecci é uma janela aberta ao alcance dos sonhadores!

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
É óbvio.
O que é bom - cedo ou tarde - chega ao conhecimento dos assemelhados!

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sou suspeito para dizer das razões a justificar a leitura do meu 1º romance.
Uma pista: Lajosker, o Valete, é um estudioso e na ansiosa busca da VERDADE ele se envereda por trilhas inimagináveis, visitando Platão, Calvino, Agostinho de Hipona, Caravaggio e, além da paixão pelas Cartas de São Gerônimo se banqueteia nas obras do Padre Vieira. Sem sair do solo abençoado da sua amada Estônia.

Obrigado pela sua participação.
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domingo, 6 de agosto de 2017

Entrevista com José Carlos Corrêa Cavalcanti - Autor de: UMA GOTA DE SILÊNCIO

É formado em Matemática, tendo atuado nas áreas de Matemática e Informática durante mais de 35 anos.








Este livro versa sobre a importância do autoconhecimento no desenvolvimento da espiritualidade e na busca religiosa. De maneira didática, na forma de capítulos pequenos, o autor discorre sobre temas como felicidade, arrependimento, sentimento de culpa, amizade, escravidão e libertação interior. Pode ser lido por pessoas iniciantes ou avançadas no conhecimento dos ensinos espirituais. Sua mensagem central é que (1) somente no estado de silêncio interno temos liberdade, deixando de ser governados pelos pensamentos e paixões, e que (2) não podemos realizar sozinhos esse estado, fazendo-se necessária a presença espiritual de um mestre absolutamente amoroso e totalmente confíável, o qual é aceito como sendo Jesus, o companheiro cuja elevada consciência de compaixão e unidade nos é dada gratuitamente e sem a menor noção de mérito, somente de entrega total e perfeita amizade.

Olá José Carlos. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.



Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro trata da importância do autoconhecimento no desenvolvimento da espiritualidade.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Já escrevi outros três livros, sobre Informática, Ecologia e Espiritualidade.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Escrevo por amor, e não por desejo de recompensa. Este, se houvesse, estaria totalmente frustrado, pois corações e mentes estão alienados às recompensas imediatas do sensorial e das engenhocas tecnológicas.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Soube da Scortecci através de amigos que já tinham publicado com essa Editora, e davam ótimas referências.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Creio que é um livro importante para os que estão à procura de esclarecimentos que os levem de volta a si mesmos, rompendo com a alienação do espírito aos objetos mundanos, que a sociedade impõe como um modo de vida a todos nós.

Obrigado pela sua participação.



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