terça-feira, 31 de outubro de 2017

Entrevista com Marcos Quintan - Autor de: ENCENAÇÕES

Marcos Quintan
Um artista multimídia, timidez revelada em seu semblante sempre sereno, Marcos Quinan é um inquieto apaixonado pela arte brasileira. Autodidata, se define como um aprendiz que tem a necessidade de conhecer o Brasil em todas as suas expressões culturais e mostrá-las aonde puder.

Nascido em Ipameri-GO, não esconde o orgulho de ter escolhido a Amazônia como o chão propício para expandir sua inspiração que o faz aplaudido produtor, compositor, teatrólogo, artista plástico, fotógrafo, agitador cultural e escritor.

Teve, ainda, uma passagem pelo teatro, no despertar de sua vocação artística ainda jovem, lá mesmo em Goiânia onde fez parte da Agremiação Goiana de Teatro, participando ativamente da conclusão do Teatro Inacabado, na época o único teatro construído por um grupo amador no Brasil. Foi ator, iluminador, diretor e dramaturgo, fundando, com Paulo Roberto Vasconcelos nos anos 70, a Companhia de Teatro do Autor Brasileiro. Com Roseli Naves e Nilson Chaves, nos anos 80 a Gravadora e Editora Outros Brasis. Junto com Nilson Chaves, Walbert Monteiro, Conceição Elarrat e Fátima Silva em 2002 criou a ACAM – Associação Cultural da Amazônia e foi um dos coordenadores do primeiro Seminário Cultural da Amazônia realizado por ela no ano seguinte. Foi Secretário Executivo do Programa de Incentivo à Cultura do Estado do Pará - SEMEAR e Assessor da Presidência da Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves.

Em 2006 junto com o filho Marcelo Quinan criou a Lado de Dentro (http://ladodedentrobrasil.blogspot.com/), loja virtual dedicada à divulgação e comercialização da produção cultural brasileira, incluindo nossa cultura científica.

Marcos Quinan também assinou a coluna O Que Vem do Norte no site – www.festivaisdobrasil.com.br e hoje publica diariamente no blog ABARIBÓ http://abaribo.blogspot.com/ seu trabalho, material de artistas novos e obras consagradas da arte e cultura brasileira, além de participar, como jurado de festivais de música na região Amazônica e interagir com grupos de artistas em oficinas e palestras sobre os mais variados assuntos da cultura brasileira, da produção e dos aspectos práticos que a envolvem (Luiz Gonzaga, Canudos, Cabanagem, Direito Autoral, Leis de Incentivo Cultural).

Contudo, esse sertanista da vida, das idéias, dos sonhos conforme o define o jornalista Edyr Augusto Proença, só resolveu mostrar-se ao público ao atingir seu meio século de vida. Antes disso, associava sua atividade empresarial a eventos artísticos como agitador, produtor e divulgador, mas sem expor sua própria criação que hoje esta indelevelmente registrada em livros, pinturas, esculturas,fotografias, músicas e letras editadas em cd’s, uma bela produção da nossa brasilidade.
Conjunto de contos instigantes encenados no ambiente do nosso cotidiano pessoal e coletivo. Contos curtos do imaginário e do cotidiano, misturando sentimentos, realidades e surrealismos.









Olá Marcos. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Para reflexões do nosso cotidiano com pitadas de humor e questionamento da nossa realidade subtendida.
Destina-se ao público em geral.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
É o décimo quarto livro publicado e terminando o décimo quinto que estou terminando. Envio o resumo da minha atividade artística abaixo:

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Não é boa, pela falta de leitores, responsabilidade do descaso com a nossa cultura incluindo ai a distribuição que praticamente não existe.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Para cumprir um compromisso de distribuição de seis trabalhos para as Bibliotecas Públicas da Amazônia Legal. Era contratado de uma editora que lamentavelmente fechou sem publicar o sexto, fui forçado a fazer por conta própria. Pesquisei e encontrei na Scortecci a gráfica e editora que atendia minhas expectativas de custo benefício, gostei do trabalho e do atendimento e estou publicando este que é o terceiro que faço desta forma.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Acho que sim, pela reflexão que provoca. Sua mensagem é essa; provocar a reflexão.

Obrigado pela sua participação.

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