terça-feira, 19 de setembro de 2017

Entrevista com Amália Pelcerman - Autora de: SEGREDOS MÉDICOS

Nasceu em Tel Aviv, Israel. Mora no Brasil desde criança e estudou na escola judaica Renascença. Trabalhou como freelancer no jornal Resenha Judaica e na Editora Abril. 
É médica cardiologista formada pela Universidade Federal de São Paulo (Escola Paulista de Medicina) e exerce a profissão. Sempre gostou de escrever e ganhou prêmios por resenhas e contos. Autora de Coração sem lágrimas e Eu estive aqui...70 anos depois, ambos de temática judaica, versando sobre Holocausto.


Este livro trata de histórias de médicos e seus pacientes. Muitos colegas irão se identificar com os casos aqui narrados. Casos ocorridos comigo, com minha irmã e vários colegas que colaboraram com histórias deliciosas e pitorescas. É um livro para médicos, mas pode ser lido por pacientes, que vão saborear esses segredos sobre o dia a dia desses profissionais, tratando de seus anseios, medos, preocupações, satisfações, frustrações e realizações.




Olá Amália. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
São crônicas que contam casos curiosos e pitorescos do dia a dia dos médicos. A ideia surgiu do cotidiano vivido por mim, minha irmã e colegas. O público é variado. Como é de fácil leitura pode ser lido por adolescentes e adultos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sempre gostei de escrever, é uma técnica que utilizo para desabafar, compartilhar e relembrar episódios que me marcaram. Tenho dois livros publicados de temática judaica. Uma conta a trajetória de vida da minha mãe, sobrevivente do Holocausto e o outro relata a viagem dolorosa que fiz aos campos de concentração da Polônia junto com a minha irmã e vários outros filhos de sobreviventes 70 anos após o término da guerra. A viagem termina otimista, em Israel.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acho que o escritor muitas vezes escreve para si mesmo. Se consegue fazer com que outras pessoas leiam, se sente super realizado porque contribuiu com o hábito de leitura.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Procurei editoras idôneas no mercado. Encontrei a Scortecci e ainda tive indicação de duas pessoas.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Acho que merece ser lido porque é leve, engraçado e humano. Acredito que possa melhorar a relação entre médicos e pacientes, desmistificando esses profissionais.

Obrigado pela sua participação.

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