sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Entrevista com Helô Bueno - Autora de: A CHAVE VELHA

Helô Bueno
Nome literário Heloísa Bueno de Moraes.
É educadora, escritora e contadora de histórias. Autora dos livros Pincelando (poesia - Ed. Loyola) e Excesso e o que não coube (contos e crônicas - Ed. Komedi). Com os textos de produção independente O Mascote e Snow, um coelho diferente, encantou-se pelo universo da literatura infantil. É idealizadora do grupo Varal de Poesias de I tapira, com o qual publicou duas coletâneas de poesia (2010 e 2015).

Quando a porta da frente foi trocada, uma chave deixou de ter utilidade, foi descartada. Mas...será mesmo? Surpreenda-se com a arte que foi capaz de transformar coisas sem utilidade em um objeto novo, encantador e muito útil! Todas as coisas podem ser reaproveitadas, reutilizadas e recicladas. Os seres humanos já estão repensando as suas atitudes! Neste livro vamos mostrar que podemos reaproveitar metal, como a chave velha, dando vida a novos objetos. E como é importante para todo o planeta e para as nossas crianças essa conscientização!

Olá Helô. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.


Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Reaproveitamento criativo de objetos. Ao observar um jovem músico construindo um instrumento musical com sucata, registrei o fato que, adaptado ao público infantil, ganhou dimensão lúdica e conteúdo rico.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Eu tenho publicados um livro de poesias e outro de contos e crônicas, além de ter participado de uma dúzia de coletâneas de poesia. Este é meu primeiro livro infantil e estou amando a experiência; a ilustradora e eu estamos preparando a história e já temos 10 apresentações agendadas até meados de agosto. Assim redimensionamos nossas artes: música e teatralidade. Aos que não puderem adquirir um exemplar do livro, a história chegará ao ser contada.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Os pais que costumam ler livros para seus filhos continuam formando crianças e jovens leitores; muitos destes podem preferir e-books, que é um produto a ser explorado e deve ser visto como aliado. A questão é criar estratégias novas para a formação de leitores e aproveitar as facilidades e tecnologia em favor disso.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Escolhi a Scortecci pela credibilidade que o nome me passava e por abrirem espaço para a publicação de uma quantidade pequena de exemplares.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?

A Chave Velha merece ser lido por pessoas de todas as idades, pois a metáfora por trás do descarte do objeto remete à sociedade, em que pessoas são frequentemente descartadas; faz pensar, mas traz um desfecho otimista e surpreendente.

Obrigado pela sua participação.

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