terça-feira, 31 de outubro de 2017

Entrevista com Marcos Quintan - Autor de: ENCENAÇÕES

Marcos Quintan
Um artista multimídia, timidez revelada em seu semblante sempre sereno, Marcos Quinan é um inquieto apaixonado pela arte brasileira. Autodidata, se define como um aprendiz que tem a necessidade de conhecer o Brasil em todas as suas expressões culturais e mostrá-las aonde puder.

Nascido em Ipameri-GO, não esconde o orgulho de ter escolhido a Amazônia como o chão propício para expandir sua inspiração que o faz aplaudido produtor, compositor, teatrólogo, artista plástico, fotógrafo, agitador cultural e escritor.

Teve, ainda, uma passagem pelo teatro, no despertar de sua vocação artística ainda jovem, lá mesmo em Goiânia onde fez parte da Agremiação Goiana de Teatro, participando ativamente da conclusão do Teatro Inacabado, na época o único teatro construído por um grupo amador no Brasil. Foi ator, iluminador, diretor e dramaturgo, fundando, com Paulo Roberto Vasconcelos nos anos 70, a Companhia de Teatro do Autor Brasileiro. Com Roseli Naves e Nilson Chaves, nos anos 80 a Gravadora e Editora Outros Brasis. Junto com Nilson Chaves, Walbert Monteiro, Conceição Elarrat e Fátima Silva em 2002 criou a ACAM – Associação Cultural da Amazônia e foi um dos coordenadores do primeiro Seminário Cultural da Amazônia realizado por ela no ano seguinte. Foi Secretário Executivo do Programa de Incentivo à Cultura do Estado do Pará - SEMEAR e Assessor da Presidência da Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves.

Em 2006 junto com o filho Marcelo Quinan criou a Lado de Dentro (http://ladodedentrobrasil.blogspot.com/), loja virtual dedicada à divulgação e comercialização da produção cultural brasileira, incluindo nossa cultura científica.

Marcos Quinan também assinou a coluna O Que Vem do Norte no site – www.festivaisdobrasil.com.br e hoje publica diariamente no blog ABARIBÓ http://abaribo.blogspot.com/ seu trabalho, material de artistas novos e obras consagradas da arte e cultura brasileira, além de participar, como jurado de festivais de música na região Amazônica e interagir com grupos de artistas em oficinas e palestras sobre os mais variados assuntos da cultura brasileira, da produção e dos aspectos práticos que a envolvem (Luiz Gonzaga, Canudos, Cabanagem, Direito Autoral, Leis de Incentivo Cultural).

Contudo, esse sertanista da vida, das idéias, dos sonhos conforme o define o jornalista Edyr Augusto Proença, só resolveu mostrar-se ao público ao atingir seu meio século de vida. Antes disso, associava sua atividade empresarial a eventos artísticos como agitador, produtor e divulgador, mas sem expor sua própria criação que hoje esta indelevelmente registrada em livros, pinturas, esculturas,fotografias, músicas e letras editadas em cd’s, uma bela produção da nossa brasilidade.
Conjunto de contos instigantes encenados no ambiente do nosso cotidiano pessoal e coletivo. Contos curtos do imaginário e do cotidiano, misturando sentimentos, realidades e surrealismos.









Olá Marcos. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Para reflexões do nosso cotidiano com pitadas de humor e questionamento da nossa realidade subtendida.
Destina-se ao público em geral.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
É o décimo quarto livro publicado e terminando o décimo quinto que estou terminando. Envio o resumo da minha atividade artística abaixo:

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Não é boa, pela falta de leitores, responsabilidade do descaso com a nossa cultura incluindo ai a distribuição que praticamente não existe.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Para cumprir um compromisso de distribuição de seis trabalhos para as Bibliotecas Públicas da Amazônia Legal. Era contratado de uma editora que lamentavelmente fechou sem publicar o sexto, fui forçado a fazer por conta própria. Pesquisei e encontrei na Scortecci a gráfica e editora que atendia minhas expectativas de custo benefício, gostei do trabalho e do atendimento e estou publicando este que é o terceiro que faço desta forma.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Acho que sim, pela reflexão que provoca. Sua mensagem é essa; provocar a reflexão.

Obrigado pela sua participação.
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sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Entrevista com Daniela Carvalho - Autor de: ENCANTES

Nome literário de Daniela Carvalho Outi. Nasceu em São Sebastião, litoral norte de São Paulo, em 1974. 
Jornalista, formada em 1995, na Fiam (Faculdades Integradas Alcântara Machado), após algumas passagens por jornais e rádios, hoje trabalha na assessoria de comunicação da Câmara Municipal de São Sebastião. 
Daniela adora escrever sobre estilo de vida, viagens e histórias do cotidiano e, em 2010, criou o Blog Encantes, como forma de diminuir as distâncias e estreitar os laços de amizade.


O Livro é o passeio das letras de uma alma jovem que se põe à janela da vida para ver passar, sentir e viver o amor, a natureza, as surpresas, as dificuldades, as delícias... Um pássaro, uma gaivota, um balanço, um colega que atiça lembranças... O trabalho, os filhos, os sonhos... Um galho de árvore!
De uma só tacada, a cronista Daniela Carvalho escreve um livro, escancara suas ideias, divide com o leitor seus medos, seus anseios, sua ânsia de viver, dá lições, aprende, se reinventa. E nos convida a ir até à beira do seu MAR, a CAMINHAR com ela e sorver seu MUNDO, através da leveza de seu OLHAR...

Olá Daniela. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
É um livro de crônicas, com histórias reais que me afetaram de alguma forma e me fizeram refletir sobre a vida.
O livro é dividido em 4 temas: Meu Mundo, Meu Mar, Meu Olhar e Meu Caminhar.
Ao mostrar como algumas situações me afetaram e como eu reagi a elas (nem sempre da melhor forma, diga-se!) a minha intenção é fazer com que outras pessoas passem a olhar para dentro de si, com mais coragem para enfrentar os seus monstros.
Também espero que nessa viagem de autoconhecimento, elas não sejam muito severas e tentem conduzir tudo com mais leveza e até bom humor à medida que reconheçam em mim alguém que também é imperfeita e não sente receio de dizer isso.
Eu acho que grande parte dos problemas do mundo ocorre porque as pessoas estão infelizes perseguindo um ideal de perfeição que não é humano.
É importante quebrar esse círculo sendo honestos sobre nossos sentimentos. É isso que eu tento fazer ao escrever as crônicas.
Não existe um público alvo, agora que o livro foi lançado espero que ele percorra o seu próprio caminho e ultrapasse as barreiras de idade, gênero, classe social... Que o livro seja uma brisa que inspire as pessoas a serem mais verdadeiras com elas mesmas e a não desistirem da felicidade.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Eu sou jornalista e durante grande parte da minha vida trabalhei em jornais e rádios até que passei no concurso da Câmara de São Sebastião, em 2009. Um ano depois, em 2010, eu iniciei o Blog Encantes e passei a escrever as minhas crônicas.
No início, o objetivo era apenas tentar compreender os meus próprios sentimentos, as minhas dúvidas e frustrações, eu achava que escrever sobre isso daria algum sentido e me traria compreensão e paz. Isso de fato aconteceu e eu não parei mais de escrever.
Eu vou escrever outros livros, esse é apenas o primeiro. Talvez outro livro de crônicas ou quem sabe um romance.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Outro dia eu fui à única livraria da minha cidade para pedir ao proprietário se eu podia deixar o meu livro para vender no local em consignação. Ele concordou, mas antes me respondeu: - Você sabe que está entrando em um ramo muito difícil? Livros quase não vendem!”.
Como se não bastasse esse banho de água fria, ele me mostrou livro de 400 páginas, mais ou menos, e me contou que a escritora tinha começado a vendê-lo pelo preço de R$ 40,00 e agora estava custando R$ 14,90.
Então, o que eu acho de tudo isso? Eu gostaria que essa realidade fosse diferente, mas entendo que num país como o nosso, onde grande parte da população se preocupa apenas em sobreviver ao fim do dia, o livro ainda não seja visto como um item de primeira necessidade.
Entendo, mas não concordo.
O livro, na minha opinião, é um item de primeira necessidade, principalmente quando uma sociedade está em crise, com tantas pessoas sem rumo, solitárias e sem coragem para voltar a sonhar.
Por quê? Porque quem lê nunca está sozinho e, enquanto folheia as páginas, é transportado para lugares distantes que revelam novas formas de viver e servem de inspiração para que possa recomeçar de onde parou ou escolher um novo caminho.
Quem lê nunca perde a Esperança!
Como diz Fernando Pessoa: O homem é do tamanho dos seus sonhos. E tem sonhos que nos fazem sentir gigantes!
Eu acredito que sempre haverá leitores, tenho fé que no futuro serão a grande maioria. Pode ser um sonho, mas e daí? O mundo precisa de sonhadores que ainda acreditem que é possível existir no futuro um país com pessoas melhores e mais felizes.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Eu fiquei sabendo da editora através de uma amiga, Isabel Galvanese, que é ilustradora e escritora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Merece ser lido, nem que seja para o leitor refletir e concluir que estou equivocada. De tudo isso, terá sido válida a reflexão. Quantas vezes as pessoas param e refletem sobre o que estão sentindo?
Espero que o leitor ao virar a última página do livro perceba que está diante de uma autora que ainda não está pronta, mas está em construção, que já cometeu muitos erros e alguns acertos, mas possui dentro de si todos os sentimentos do mundo. Uma pessoa comum.

Obrigado pela sua participação.
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terça-feira, 24 de outubro de 2017

Entrevista com José dos Santos de Oliveira - Autor de: A FORÇA DE EROS E TÂNATOS NA ATUALIDADE

José dos Santos de Oliveira
Nasceu na cidade de Uraí-PR em 1961, sendo o quarto filho entre sete irmãos. Mudou-se para a cidade de São Paulo-SP aos seis anos com a família, onde concluiu toda a sua educação e formação superior, Bacharelado em História. É casado há 29 anos com Solange A.N.Oliveira e tem 2 filhos Cauê e Luã de Oliveira. Em 1997 mudou-se para a cidade de Hortolândia, sempre exercendo a função de professor de história na Rede Pública do Estado de São Paulo. Em 2016 concluiu sua segunda graduação como Psicanalista Clínico e Psicoterapeuta, onde passou a e exercer também essa segunda profissão. Atualmente atende em sua clinica em Hortolândia e dedica parte do seu tempo a estudos profundos do ser humano e a escrever sobre o assunto.

Este livro tem como objetivo expressar a ideia do autor sobre o caminho que a humanidade tende a seguir. Não se trata de um pessimismo em relação aos acontecimentos atuais, mas sim de qual caminho devemos escolher, já que trazemos em nossas atitudes e comportamentos duas pulsões que nos movem ao agir, de acordo com o pai da psicanálise Drº Sigmund Freud, Eros (construção) e Tãnatos (destruição). O desenvolvimento do tema vai ficando cada vez mais interessante a partir do momento que entra em cena a mitologia grega cujo tema se relaciona com a condição humana e a criação da cultura universal.
Boa leitura.

Olá José. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro tem como tema principal dois conceitos freudianos: Eros que corresponde a construção e Tânatos que corresponde a destruição. A ideia de escrever sobre o tema amadureceu a partir do momento que terminei o curso de psicanálise em 2016. Apesar de se tratar de conceitos técnicos da psicanálise o desenvolvimento dos mesmos no livro permite que eles sejam compreendidos por qualquer leitor, já que a minha intenção foi atualiza-los no dia a dia da nossa sociedade e com uma linguagem acessível.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou formado em história e atuo na escola pública do estado de São Paulo a mais de 24 anos como professor, recentemente me formei em psicanálise clínica e comecei a atuar nesta área na qual tenho profunda paixão, por isso, juntei as minhas duas vocações, historiador e psicanalista podendo resultar neste primeiro livro. Já tenho projeto para o próximo que espero terminar logo após o curso de pós-graduação que estou fazendo na área de psicanálise.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Em se tratando da valorização e investimento em cultura ou como queira educação em nosso país, vamos ter que ser teimosos em escrever para nossos jovens e as nossas crianças, não devemos deixar que o sistema (governo) roube também essa capacidade individual, temos a obrigação de passar para as próximas gerações o gosto pela cultura só assim ela pode se identificar e introjetar esses valores, cabe a nós adultos e pensantes lutar para que isso prevaleça.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Por um amigo professor de literatura e também escritor pela sua editora, cito o nome dele Adelmo da Silva.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Não existe nada que não tenha razão de ser, se o meu livro será lido por um leitor ou milhares de leitores é porque assim deve ser, o mais importante de tudo é que cada um faça aquilo que precisa fazer, ler ou não é uma decisão pessoal na qual cada decide ao longo da sua jornada, mas a educação e a leitura na minha opinião pode nós tirar daquilo que somos e levar a transformar o que queremos ser, portanto cito uma frase da qual não é minha e não sei o seu autor para fechar essa entrevista e mandar um recado para os meus leitores cresça independente do que aconteça...
Abraços fraternos.
Boa leitura.

Obrigado pela sua participação.
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sábado, 21 de outubro de 2017

Entrevista com Reverendo Marcio Souto - Autor de: AUMENTAI A MINHA FÉ

É Jornalista ( MTB/SP. 428 57-), é teólogo, filósofo, professor, escritor e acadêmico de Direito. AUMENTAI A MINHA FÉ é sua terceira obra literária, já escreveu ENTENDENDO A MENSAGEM, e , A IGREJA E O MOVER DE DEUS.




É uma obra que vem de encontro aos anseios e as dúvidas de muitos. Falar sobre a FÉ, é um desafio constante, por isso o autor buscou referências e aborda o tema com muita propriedade. Falar ainda sobre os ANJOS e suas atividades é algo que já há muito tempo o autor queria fazer, e, neste livro fica evidenciado qual a função dos anjos perante Deus. Aborda o tema SONHOS, PROFECIAS E REVELAÇÕES, este é um assunto que tem sido motivo de muitas discussões acerca de qual é a visão, o sonho, ou a profecia vindas de Deus, e as dríadas e inventadas pelos homens. Por fim, traz um alento aos leitores, falando acerca de algumas curiosidades bíblicas. Vale a pena ler.


Olá Reverendo Marcio. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Decidi escrever este livro depois de várias solicitações de leitores, uma vez que é um tema bastante complexo, e que se destina a todos aqueles que de alguma forma professam a Fé.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Na verdade, este é o meu terceiro livro, o que veio ao encontro de um momento de reflexão. Não vejo como um sonho, mas, como uma realidade. Escrever é algo fabuloso, viajamos no mundo das letras, pesquisamos muito, e por fim, nasce realmente um filho, pois é isso que o escritor pensa de cada obra lançada... mais um filho que nasceu.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
O Brasil já foi um pais onde a leitura era menos valorizada. Nos dias atuais estamos tendo um avanço muito grande na questão literária, isto só nos traz alegria. Agora, é preciso dizer que ainda falta muito para alcançarmos um patamar como alguns países Europeus que difundem a cultura e a leitura. Mas o Brasil chega lá!

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Foi por indicação de um amigo, ele é diretor de uma outra editora. Quando o procurei para editar o meu primeiro livro, ele me disse que aquele não era o seguimento dele, e que por tanto iria me indicar o lugar certo, ai, cheguei na Scortecci.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Veja, o tema central do meu livro é a Fé, portanto, está relacionado a religião ou a instituições religiosas. Aqueles que nutrem alguma dúvida quanto a Fé, aos anjos e seus significados, aos sonhos profecias e revelações, além de curiosidades bíblicas, deveria sim ler, é bem interessante.

Obrigado pela sua participação.
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terça-feira, 17 de outubro de 2017

Entrevista com Durval Augusto Jr. - Autor de: QUERO MATAR O PREFEITO

Formou-se em Psicologia pela PUC-MG em 1984 e, três anos depois, após ter trabalhado por mais de uma década numa empresa de seguros, mudou-se para a cidade mineira de Serro, onde permaneceu por quase cinco anos, exercendo a profissão de psicólogo clínico. Foi naquela cidade que, ainda na década de 1980, iniciou suas atividades literárias, tendo, no período, alcançado boas colocações em concursos de poesias e contos.
De volta à capital mineira, publicou, em junho de 1999, seu primeiro livro – a novela Fernando Capeta Urubu. 
Após trabalhar mais alguns anos como psicólogo, migrou para o Poder Judiciário. Ali passou a exercer várias atividades burocráticas até que, após algum tempo, pôde atuar como revisor de textos. Isso lhe permitiu ficar, finalmente, um pouco mais próximo do fascinante mundo das letras, ainda que houvesse uma diferença inquestionável entre o preto e branco dos textos que revisava e o colorido ímpar das sugestões de tramas que lhe assediavam o espírito a todo instante. Continuou produzindo literatura. Voltou a publicar em 2006, trazendo o romance Almas tontas. Em 2011, publicou Sem paredes – outro romance – e lançou a 2ª edição de Fernando Capeta Urubu. Em 2016, publicou o livro de contos A aljava de Cupido, pela Scortecci.

Em Quero matar o prefeito, o cômico, o dramático e até mesmo o trágico se entrelaçam nas trinta narrativas desse novo livro de contos de Durval Augusto Jr. Forma-se, assim, o amálgama cujo escopo é, em última análise, iluminar os escuros da alma humana. 
A obra está dividida em duas partes. Na primeira predomina a comicidade, ainda que temperada aqui e ali com a necessária pimenta de momentos dramáticos. Na segunda, apaga-se o riso que até então iluminava o semblante do leitor. Aqui se depara o homem com sua fragilidade, sua impotência diante dos desmandos do destino.
A delicadeza de um amor prolongando milagrosamente uma vida; a humilhação pública infligida a um casal adúltero; a insensatez de um amor absurdo levando um personagem à loucura; o desespero de um homem de bem que corre nu pelas ruas; a ingênua e súbita amizade entre um ancião e um coelho. E muito mais.

Olá Durval. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
QUERO MA TAR O PREFEITO é a reunião de 30 contos selecionados dentre os mais de cem que escrevi nos últimos anos. Destina-se ao público adulto.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Nem é o primeiro nem se trata de mera realização de um sonho. Sou escritor desde o final dos anos 1980. QUERO MATAR O PREFEITO é o meu quinto livro publicado. Antes, publiquei uma novela, dois romances e outro livro de contos, A aljava de Cupido (este último também pela Scortecci). Tenho mais dois livros inéditos, sendo um romance e outro livro de contos.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
O número de leitores no Brasil é até razoável. A qualidade desses leitores é que é duvidosa. A literatura autêntica encontra pouco espaço, uma vez que futilidade vende muito mais. Então, o que deve fazer um escritor que pretende se manter fiel à sua arte? Deve garantir sua sobrevivência por meio de outra atividade, conquistando estabilidade financeira. Foi o que eu fiz. Como valorizo uma vida simples, aposentei-me, e produzo minha literatura do jeito que quero. Preciso ser fiel ao meu próprio processo criativo, sem me preocupar com o que supostamente estaria mais ao gosto do leitor.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Fiquei sabendo da Scortecci Editora quando adquiri o livro Duas luas, uma guerra, da escritora e jornalista Maria Célia Ferrarez. Então entrei em contato para publicar, em 2016, o livro A aljava de Cupido.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, meu livro merece ser lido! Como disse, este é meu quinto livro. É fruto de um processo de amadurecimento do homem e do escritor ao longo das últimas décadas. Meus contos são indiscretas incursões no bosque escuro da alma humana. Aos meus leitores, eu digo: venham desarmados.

Obrigado pela sua participação.
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sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Entrevista com Bernardo M. "Azinheira" - Autor de: BOM CONSELHO

Nome literário de Bernardo Mazzucato Azinheira
Paulista de Cafelândia, é um membro da Paróquia Nossa Senhora do Bom Conselho, bairro do Campo Limpo, e que já atuou em pastorais do Dízimo, da Criança, Teatro, dentre outras. 
Obteve êxito na pesquisa histórica da formação do bairro e sua vocação religiosa, sobre a qual nos relata em sua obra. 
Atualmente é membro do Conselho e Representante da Paróquia na Diocese de Campo Limpo, membro da pastoral da Liturgia, e do Jornal O Bom Conselho. Também é conselheiro da Associação Pró-melhoramentos de Vila Prel, mesmo vila onde situa-se a Paróquia.

Escrito em prosas e versos, a obra é composta por relatos históricos da Paróquia Nossa Senhora do Bom Conselho e outros poemas alusivos a datas comemorativas religiosas e culturais. O autor também relata histórias engraçadas e emocionantes, vividas em suas 8 décadas de memórias.






Olá Bernardo. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Histórias cronológicas da Paróquia Nossa Senhora do Bom Conselho - Poemas e poesias, minha trajetória desde o campo até a vida participativa no Bairro Vila Prel.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Meu próximo projeto é reportar, registrar histórias da minha vivência e da vida rural e social de uma família, que como muitas migraram para São Paulo nos idos de 1940 a 1964. Um registro para a vida moderna para saberem como era a sociedade, saúde, economia e política.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Há pouca valorização, mas acredito que com a internet muitos se encorajarão em iniciar, assim como eu.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Busca, pesquisa e comentários sobre editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Trata-se de um livro história e poemas desde a vida rural em Cafelândia - SP até a fixação da família na cidade de São Paulo com participação ativa no desenvolvimento do bairro da Vila Prel e região.

Obrigado pela sua participação.
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terça-feira, 10 de outubro de 2017

Entrevista com Selma Oliveira - Autor de: AS AVENTURAS DE RANALUGU

Nasceu na cidade de Osasco, vive em Barueri. É casada, tem dois filhos. Professora de português há 27 anos. Começou a se interessar pela literatura ainda quando criança, pois gostava muito de assistir ao Sítio do Pica Pau Amarelo, adorava ver um desenho e reproduzi-lo. Formada em letras pela faculdade OSWALDO CRUZ. Resolveu escrever porque queria expressar suas ideias. Escrever AS AVENTURAS DE RANALUGU foi uma forma de mostrar às crianças como ver e sentir as coisas simples da vida.



São uma série de livros infantis. Neste primeiro, Ranagalu procura resolver seus impasses, mostrando como as crianças podem lidar com seus próprios problemas, uma vez que os pais não podem e, talvez, nem devam interferir em tudo.




Olá Selma. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
As aventuras de Ranalugu são uma série de livros infantis. Neste primeiro, Ranalugu procura resolver seus impasses, mostrando como as crianças podem lidar com seus desafios e resolvê-los sem a interferência dos pais. O objetivo é a reflexão sobre alguns valores que estão adormecidos em nossa sociedade como o respeito a si e ao próximo, ser solidário, ser harmonioso e grato, dentre outros.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Eu amo a literatura como um todo. Amo ter a possibilidade de poder expressar meus pensamentos e sentimentos por meio de minhas personagens. Este é o primeiro de muitos que virão, pois já estou no oitavo livro das aventuras de Ranalugu, além de estar escrevendo dois romances sociais e contos.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Vejo um mundo de possibilidades. Se temos poucos leitores, devemos incentivar mais nossas crianças a praticarem esse ato.
É um trabalho constante, sementes plantadas aqui e ali que, com certeza, darão frutos maravilhosos.
Há gostos para tudo, portanto há leitores para todos os gêneros.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Por meio de uma colega de trabalho, professora como eu, a qual comentou a respeito de um amigo que havia publicado um livro pela Scortecci.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Com toda certeza sim, pois As aventuras de Ranalugu mostram às crianças um mundo onde as coisas simples da vida são valorizadas e que elas têm o poder de serem felizes com pequenos, porém tão importantes, gestos!

Obrigado pela sua participação.
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sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Entrevista com Carmem Susy Kawamura Justino - Autora de: OS DOCES DA PEQUENA PRINCESA

Carmem Susy Kawamura Justino
Nascida em Goiânia/GO, casada, atualmente morando na cidade de Palmas/TO, Bacharel em Ciências Contábeis, dotada de uma mente inquieta e criatividade na contramão da sua profissão de formação, inspirada pelos acontecimentos hilários promovidos por seus filhos, se aventurou a colocar no papel uma das histórias criadas propositadamente para a sua filha caçula compreender a moral da história.




Uma história sobre o sumiço dos doces da pequena princesa, contada por meio da metáfora dos doces para ensinar as crianças o sentido de compartilhar e dividir o pão e amenizar as diferenças de idade e de temperamento entre irmãos.
A autora, inspirada pelos acontecimentos hilários promovidos por seus filhos, aventurou-se a colocar no papel uma das histórias criadas propositalmente para a sua filha.

Olá Carmem. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Meu livro trata-se de uma divertida história baseada em um dos conflitos entre dois irmãos e na sua divertida solução. A ideia de escrevê-la surgiu da vontade de compartilhá-la com o público e com isso, poder levar uma boa mensagem. Meu livro é destinado ao público infantil, desde os pequeninos por meio da leitura dos pais, até os grandinhos para incentivá-los ao hábito da leitura.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Esse meu livro é o primeiro de muitos outros, se Deus assim me permitir! Com essa publicação, quis conhecer como funciona o mundo das letras, deixar um exemplo para as pessoas, principalmente para meus filhos, de que podemos começar realizando projetos menores até a conclusão de nossa obra prima.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A vida de um escritor no Brasil não é fácil, principalmente se você for um escritor independente, pois, o custo até a publicação de um livro é muito alto, e comparado com as publicações feitas por grandes editoras, o valor de venda no mercado fica impraticável. Além de tudo isso, o espaço dos livros e o tempo para a leitura tem sido facilmente tomado pelo uso dos smartphones, dos tablet´s e da internet. Daí, você tem que optar por publicar um livro por mera satisfação pessoal.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Fiquei sabendo da Scortecci Editora por meio de busca na internet. Após entrar em contato com algumas editoras, optei por trabalhar com a Scortecci Editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Meu livro merece ser lido por quê traz uma história divertida com um final que traz a mensagem de reconciliação, compartilhamento e paz.
Para meus leitores, desejo que apreciem a leitura, e que façam dos livros, bons companheiros e mestres. No final, muito do que somos devemos aos livros que já lemos.

Obrigado pela sua participação.
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terça-feira, 3 de outubro de 2017

Entrevista com Valmir Benício - Autor de: PLANETA HOMEM

É Bacharel em Administração com Habilitação em Comércio Exterior, e Bacharel em Direito. Fez ainda Curso de Extensão Universitária em Direito Tributário na UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO – USP em 1.993 e o Curso de Pós-Graduação LATO SENSU Especialização em Direito Tributário também pela FACULDADE DE DIREITO DE SÃO BERNARDO DO CAMPO.  Escreveu vários artigos publicados em diversas revistas e periódico s, além de participar e ter trabalhos publicados em todas Edições do Concurso Histórias de Trabalho da Receita Federal do Brasil. Em 2013 teve um dos trabalho premiado na 3ª Edição do concurso. É autor da obra premiada Nós, nosso mundo e nosso comportamento, lançado pela Editora Garcia Edizioni em 2012. No ano de 2013 o livro recebeu um prêmio no Concurso Internacional Garcia Golden Book como 3º melhor livro do ano. Também em 2013 teve seu texto Unificação dos Fiscos premiado como 2º melhor, no 4º concurso Histórias de Trabalho da RFB. Desde de 2015 tem seus trabalhos selecionados para diversas antologias como ANTOLOGIA VERSOS COTIDIANOS (Editora Itacaiúnas), ANTOLOGIA LITERÁRIA RIO DE PALAVRAS - 450 anos de História da Editora Litteris. e a mais recente TODAS AS MULHERES DO MUNDO também da Editora Litteris. Em 2014 o autor recebeu uma homenagem como reconhecimento pelo seu trabalho e atividades literárias, concedida pela Academia Paraisense de Cultura de São Sebastião do Paraíso.

Esta obra é decorrente do livro Nós, Nosso Mundo e Nosso Comportamento (Editora Garcia Edizioni, 2012), em que Valmir Benício tece considerações sobre assuntos polêmicos, frequentemente discutidos e que preocupam todas as esferas da sociedade. Problemas sociais, propostas de reflexões, qualidade de vida e relacionamento conjugal são algumas das questões abordadas nesse primeiro livro.
Tudo começou quando o autor foi palestrante em um evento em prol do combate à violência contra a mulher, promovido pela organização do site Espaço Mulher e realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo em 2009. A partir daí começou a participar de várias atividades literárias.
Os aspectos tratados no livro ganharam dimensão no conteúdo e o autor resolveu dividi-lo em duas novas obras, a primeira sobre a realidade da vida da mulher e a outra com os demais temas, ficando como segunda edição do livro original. 
A Obra decorrente recebeu o nome de PLANETA HOMEM, onde o autor discorre sobre o universo feminino, o papel do homem neste contexto e tópicos que envolvem o relacionamento entre homens e mulheres. A elaboração dos textos partiu de suas próprias experiências e de constante pesquisa e observação. Em especial o autor faz uma apresentação crítica para a situação de opressão, humilhação, violência e exploração que representa a realidade de grande parte da vida das mulheres.
Não pretende esgotar ou mesmo fazer uma abordagem científica e aprofundada de nenhum dos assuntos. Seu objetivo é focá-los de maneira diferenciada e promover a reflexão, como num bate-papo diferente sobre essas que são as criaturas mais sublimes do mundo e como os homens contribuem para a realidade de suas vidas. 
Por mais que seja uma visão muito crítica e negativa da relação entre homem e a mulher é indiscutível que é a realidade de muitas mulheres para as quais o homem representa uma figura ligada à prepotência, à violência, ao descaso, ao deboche e ao desrespeito de toda ordem. A PROPOSTA É RECONHECER ESTE FATO E PROMOVER MUDANÇAS A PARTIR DESSA PERCEPÇÃO
É sempre interessante o debate e a discussão reflexiva de tudo que envolve nossas vidas. É o primeiro passo para mudanças que com certeza se fazem necessárias. Enfim, acreditamos que é sempre interessante o debate, a discussão reflexiva de tudo que envolve nossas vidas. É sempre o primeiro passo para mudanças. Que com certeza se fazem necessárias. Afinal o mundo é para nós o que dele fazemos. Conosco e com o nosso próximo.

Olá Valdir. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Esta obra é decorrente do livro Nós, Nosso Mundo e Nosso Comportamento (Editora Garcia Edizioni, 2012), em que Valmir Benício tece considerações sobre assuntos polêmicos, frequentemente discutidos e que preocupam todas as esferas da sociedade. Problemas sociais, propostas de reflexões, qualidade de vida e relacionamento conjugal são algumas das questões abordadas neste primeiro livro.
Tudo começou quando o autor foi palestrante em um evento em prol do combate à violência contra a mulher, promovido pela organização do site Espaço Mulher e realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo em 2009. A partir daí começou a participar de várias atividades literárias. Os aspectos tratados no livro ganharam dimensão no conteúdo e o autor resolveu dividi-lo em duas novas obras, a primeira sobre a realidade da vida da mulher e a outra com os demais temas, ficando como segunda edição do livro original. A obra decorrente recebeu o nome de Planeta Homem, em que Valmir discorre sobre o universo feminino, o papel do homem nesse universo e tópicos que envolvem o relacionamento entre homens e mulheres.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
A elaboração dos textos partiu de suas próprias experiências e de constante pesquisa e observação. Não pretende esgotar ou mesmo fazer uma abordagem científica e aprofundada de nenhum dos assuntos. Seu objetivo é focá-los de maneira diferenciada e promover a reflexão, como num bate-papo diferente sobre essas que são as criaturas mais sublimes do mundo e como os homens contribuem para a realidade de suas vidas. Por mais que seja uma visão negativa dos relacionamentos no que se refere ao papel dos homens, é indiscutível que para muitas mulheres eles ainda representam uma figura ligada à prepotência, à violência, ao descaso, ao deboche e ao desrespeito de toda ordem.

Valmir Paulino Benício é Bacharel em Administração com Habilitação em Comércio Exterior, formado em 1987 pelo Instituto Metodista de Ensino Superior, atual Universidade Metodista de São Paulo, e Bacharel em Direito, formado em 1993 pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo (SP). Fez ainda curso de extensão universitária em Direito Tributário na Universidade de São Paulo (USP) em 1993 e pós-graduação lato sensu em especialização em Direito Tributário pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo. Elaborou a edição especial da revista comemorativa de dez anos da Delegacia da Receita Federal do Brasil em Poços de Caldas (MG) em 2008. Teve textos selecionados para participar de todas as edições do Concurso Histórias de Trabalho da Receita Federal do Brasil desde 2010. É autor da obra Nós, Nosso Mundo e Nosso Comportamento, lançada pela Editora Garcia Edizioni em 2012 e que, no ano seguinte, foi premiada no Concurso Internacional Garcia Golden Book como terceiro melhor livro do ano. Também em 2013 teve o texto “Unificação dos Fiscos” premiado em segundo lugar no 4º Concurso Histórias de Trabalho da Receita Federal do Brasil. Em 2014 recebeu homenagem em reconhecimento a seu trabalho e atividades literárias, concedida pela Academia Paraisense de Cultura de São Sebastião do Paraíso (MG). A partir de então teve alguns de seus trabalhos selecionados para compor diversas antologias como em 2015 na Antologia Versos Cotidianos, da Editora Itacaiúnas; em 2016 na Antologia Literária Rio de Palavras – 450 Anos de História e, em 2017, na Antologia Todas as Mulheres do Mundo, ambas da Editora Litteris. Foi palestrante em diversas circunstâncias, tanto na esfera profissional e técnica como em eventos sociais. Um dos principais temas de suas palestras é quanto à violência contra as mulheres, onde alerta sobre este grave problema social.
O livro se destina ao público em geral, pois aborda questões que direta ou indiretamente envolvem todo tipo de pessoa.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Escrever no nosso país na nossa realidade na verdade envolve mais uma missão ou realização pessoal. As dificuldades e o retorno implicam em tornar a atividade quase como um desafio.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
A Scortecci está sempre presente em eventos literários. Um dos a FLIPOÇOS na qual acabei conhecendo a editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
A proposta é reconhecer este fato e promover mudanças a partir dessa percepção. É sempre interessante o debate e a discussão reflexiva de tudo que envolve nossas vidas. É o primeiro passo para mudanças que com certeza se fazem necessárias. Afinal, o mundo é para nós o que dele fazemos. Conosco e com o nosso próximo.

Obrigado pela sua participação.
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