domingo, 25 de novembro de 2018

Entrevista com Fernando Taveira Jr. - Autor de: BENS DIGITAIS

Mestre em Direito Civil pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP)
Especialista em Direito Processual Civil pela Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP)
Associado do Instituto Brasileiro de Direito Civil (IBDCivil) e do Comitê Brasileiro de Arbitragem (CBAr)
Advogado




A presente obra parte da observação de estudos estrangeiros sobre a relação entre o Direito e a Tecnologia, que tratam do fenômeno dos digital assets, recentemente destacados pela dogmática jurídica anglo-saxã. Não há dúvidas de que, com a universalização de temáticas da ordem digital, a doutrina nacional precisa analisar as problemáticas surgidas deste novo instituto. Parte-se de uma ampla exposição da visão doutrinária oriunda de países anglo-saxões, notadamente Inglaterra e Estados Unidos, em suas mais variadas nuances. Posteriormente, notando-se a possibilidade de assimilação da proposta estrangeira à realidade do Direito Civil brasileiro, são propostas soluções doutrinárias, calcadas na teoria civilista nacional, para melhor acomodar esta figura ao ordenamento jurídico pátrio. Com esta base levantada, o estudo limita a análise da proteção dos bens digitais (digital assets) afeitos aos direitos da personalidade ante a vulnerabilidade das pessoas na Sociedade da Informação. Para atingir tal pretensão, apoia-se na estrutura da ordem jurídica civil brasileira já consolidada, sem desconsiderar as suas limitações de ordem temporal e instrumental.

Olá Fernando. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro trata dos bens digitais (digital assets) e como o ordenamento jurídico brasileiro, por meio do direito civil, pode dar a sua contribuição para proteger aqueles bens digitalizados mais próximos aos direitos da personalidade. Infelizmente, a violação aos direitos da personalidade são uma tônica na sociedade informacional em que vivemos. 
A ideia de escrevê-lo adveio da necessidade de divulgar a um público maior o objeto da minha pesquisa no Mestrado em Direito. 
O público principal do livro são os estudantes de graduação e pós-graduação, os pesquisadores e os profissionais do direito, em especial, aqueles que lidam com questões envolvendo o direito e as tecnologias da informação. Fora do mundo jurídico, os profissionais de TI são um bom exemplo de público em potencial. 
Considerando que as questões debatidas nele atingem diversas pessoas hoje em dia – a maior parte integrante da sociedade da informação - o conteúdo do livro pode interessar a um público bem maior de interessados.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou um advogado que adora escrever, principalmente, assuntos de minha seara de conhecimento. No mundo das letras, já possuo alguns artigos científicos, mas confesso que foi bem mais desafiador e saboroso escrever e publicar um livro. Pretendo redigir e publicar outros. Ideias não me faltam.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Sinceramente, é bem difícil. Atualmente, a falta do hábito de leitura ainda é uma tônica em nossa cultura. E fica cada vez mais árdua cultivá-la com tantas distrações eletrônicas. Dessa forma, forma-se um ciclo empobrecedor, sem dúvidas. Contudo, a vida e as práticas são dinâmicas, e cabe a todos com discernimento e condições, inclusive os escritores-sonhadores, enfrentarem essa realidade. Os responsáveis pelas novas gerações de brasileiros têm grande importância nesse movimento também. O enriquecimento cultural advindo do hábito da leitura é de valor inestimável.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Há algum tempo tive contato com obras já produzida pela Casa. E foi natural ser uma das minhas opções para publicação do meu livro. Em virtude da profissionalização e organização de sua equipe, recomendo a Scortecci Editora para os escritores que pretendam publicar os seus livros.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Penso que sim (risos). Brincadeiras à parte, o livro surgiu da minha pesquisa realizada no Mestrado em Direito da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), com financiamento e apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), no processo nº 2012/09653-4. Além disso, fui orientado pela Professora Livre-Docente Cíntia Rosa Pereira de Lima, civilista e estudiosa em questões concernentes à internet. Quem já trabalhou com ela conhece a sua exigência. Trabalhar sob a sua orientação é desafiador, mas extremamente enriquecedor para o orientando e seu trabalho. Quero dizer que quem quiser adquirir a obra, por interesse acadêmico ou geral no tema dos bens digitais (digital assets), vai encontrar um texto, já avaliado e aprovado por um crivo acadêmico rigoroso. Além disso, foram feitas algumas atualizações pontuais e significativas no texto se comparado ao da dissertação defendida na FADUSP. Falhas e críticas a serem encontradas na obra (sempre há) são basicamente decorrentes de limitações do autor. Peço que, inclusive, o leitor as aponte. É só me enviá-las por e-mail, que pode ser encontrado na última página do livro. Pretendo supri-las de bom grado em eventuais reedições do livro. Elogios podem ser mandados também (risos).
Alguma mensagem? Sim. Ao oferecer uma obra atualizada, por meio de um preço acessível e com uma boa rede de distribuição, pretendo levar para fora dos muros da Universidade o conhecimento gerado lá. Isso me traz uma enorme satisfação pessoal.

Obrigado pela sua participação.


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Entrevista com Cleber Maximiliano - Autor de: AMOR COM TOC

Cleber Maximiliano
Brasileiro, nasceu em Lavras, MG. É Engenheiro Agrônomo, com Mestrado em Fitopatologia (Nematologia) pela Universidade Federal de Lavras, Membro da Academia Lavrense de Letras, autor dos livros: “De mãos dadas” e “Curta-poetagem”, 2016. Escreve contos, crônicas e poesias.



Em uma obra de ficção, oito jovens tratam o TOC, transtorno obsessivo compulsivo, com a mesma terapeuta que, além das consultas individuais, realiza reuniões em grupo, nas quais os jovens descobrem a não exclusividade de suas experiências com o TOC. Ao perceberem a afinidade que possuem um pelo outro, Nandinha e Cacá decidem por um envolvimento amoroso, ainda que o TOC lhes cause situações embaraçosas e engraçadas. Além disso, entremeadas com outras crônicas que relatam a experiência de diversos casais em diferentes fases da vida, os jovens relatam as dificuldades que o TOC lhes causa, à medida que prosseguem o tratamento individual ou em grupo. O cenário é o dia a dia deles e de outros casais em situações inusitadas, cheias de bom humor, nas quais um deles se vê embaraçado consigo ou com o comportamento do parceiro ou da parceira com alguma ideia ou transtorno indesejável. Em tempos de acelerada automação e mudanças tecnológicas, eles, às vezes, se veem perdidos e confusos em suas relações, misturado com a percepção da realidade embaraçosa que o TOC lhes causa diariamente.

Olá Cleber. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Trata das experiências de casais com o TOC, Transtorno Obsessivo Compulsivo, contadas em crônicas muito divertidas, dentre elas as de um grupo de jovens que possui a mesma terapeuta. Além das consultas individuais, a terapeuta realiza reuniões em grupo, nas quais eles descobrem a não exclusividade de suas experiências com o TOC. A ideia surgiu de minha própria experiência com o TOC e de conversas com amigos que também o possuem, e de suas situações embaraçosas e engraçadas. O livro se destina a pessoas de todas as idades, pois o TOC está na experiência de diversos casais em diferentes fases da vida. O cenário é o dia a dia deles em situações inusitadas, cheias de bom humor, nas quais um deles se vê embaraçado consigo ou com o comportamento do parceiro ou da parceira com alguma ideia ou transtorno indesejável.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
É o primeiro livro de crônicas. Antes dele, escrevi poesias e contos que deixei na gaveta e depois, na pasta virtual até 2016, quando resolvi publicar dois livros de poesias. Assim, o projeto de publicar ganhou forma, textura e aquela sensação deliciosa de folhear e dialogar com os próprios textos como se fora um leitor que o fizesse pela primeira vez. É o sonho primeiro que alimenta outros sonhos.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Pena que os leitores são poucos. Se todos soubessem como a leitura é tão maravilhosa. Isso me lembra do texto de Shakespeare, no discurso em que Henrique V conclama seus homens a lutarem com garra, ao dizer: "Nós, estes poucos; nós, um punhado de sortudos; nós, um bando de irmãos...” O escritor deve, também, escrever por amor ao ofício, uma espécie, talvez, de sacerdócio.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através de uma amiga, escritora, cujo livro foi publicado na Scortecci Editora. Depois, fiz o primeiro contato, e aí o projeto foi tomando corpo com o carinho e aceitação de todos.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim – Merece ser lido, pois como leitor de meu livro, depois de pronto, consegui dialogar com ele e senti enorme prazer e alegria em reler cada crônica. Conversei com pessoas que o leram e me deram interpretações que eu não havia pensado no momento de escrevê-lo. Foi aí que me dei conta de que ele havia ganhado vida própria. Cada leitor vai juntar sua experiência de vida e o livro vai ganhar novas cores. Novas janelas vão se abrir.

Obrigado pela sua participação.


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Entrevista com Joselito Pizzetti - Autor de: DIANTE DAS MONTANHAS

Nasceu em Santa Catarina, em 1970. Doutor em engenharia, envolveu-se desde muito cedo com as letras e a literatura, ganhando um concurso de redação entre escolas públicas quando tinha nove anos. Diante das montanhas é seu primeiro livro de romance publicado.






Uma cidade do interior, agraciada por sua beleza natural, é conduzida por seus fundadores a um padrão de comportamento que exalta a tranquilidade como principal atributo. Tudo segue como planejado, até a chegada do idealista Victor ao histórico Camping Centenário para uma breve temporada. Envolvido pela energia da natureza ao seu redor, encontra-se por acaso, ou destino, como prefere acreditar, com uma ilustre moradora, insatisfeita com a apatia generalizada que influencia as pessoas e sua própria felicidade. Em pouco tempo, o relacionamento evolui para uma paixão, que, improvável sob todos os aspectos, dá início a uma série de acontecimentos que farão ruir os alicerces de uma sociedade provinciana, construídos por mais de um século.
O enredo trabalha os valores geracionais do início dos anos 1980, fortemente influenciados pelos anseios de liberdade buscados nas duas décadas anteriores. O inusitado encontro do casal é o ponto de partida que modifica radicalmente aquilo que os líderes locais desejavam como perpétuo, similar ao estopim das grandes revoluções.

Olá Joselito. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Meu livro conta a história de uma pacata cidade do interior, em 1982, programada desde sua fundação a proporcionar aos seus habitantes muita tranquilidade e previsibilidade. Esta condição, percebida ao longo do livro como algo planejado para o privilégio dos seus líderes, é ameaçada por um forasteiro idealista que conhece e se apaixona por uma ilustre moradora. A partir desse encontro, as bases que sustentaram por séculos o provincianismo da cidade, começam a ruir, possibilitando um novo renascimento da região.
Minha história com as letras e a literatura vem de muito tempo. Qualquer passagem de minha vida que rememoro, o livro, a leitura, estão sempre presentes. Daí a vontade de algum dia publicar, pois o ato de escrever sempre foi muito forte em minha carreira profissional. A ideia deste enredo, veio-me quando estava no caminho de San Tiago de Compostela. O cenário, os personagens e suas características, brotaram com impressionante nitidez a partir desse momento.
Sinceramente, não tenho clareza para qual público especificamente meu livro se destina. Talvez, por retratar fatos relevantes do fim da década de 70 e início dos anos 80, as pessoas que como eu, são saudosas desse tempo, possam se interessar.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Tenho a literatura como algo vocacional. Se você realmente pretende escrever e publicar, isso irá lhe acompanhar pela vida, não importa quanto tempo demorar. Aconteceu comigo, o “Diante das Montanhas” é meu primeiro livro e, embora um sonho presente, demorou a tornar-se realidade, devido outras atividades profissionais que exerci para a subsistência financeira. Enquanto isso, as letras estiveram sempre gritando por seu espaço, em tamanho garrafal. E, se levei tanto tempo para essa dedicação, agora é hora de colocar toda energia nesse novo momento, ou seja, mais livros virão por aí.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A realidade editorial não motiva a profissão de escritor no Brasil. Infelizmente. Para mim, isso desvenda o cerne dos nossos problemas como nação. Um país onde sua população tem pouco interesse pelas artes, seja qual for sua forma de expressão, que valoriza primordialmente valores que não nutrem os aspectos culturais de sua formação, inverte seu poder de reivindicação para o que não é edificante em termos de sociedade. Mesmo com essa dificuldade, acho que o escritor, pela vontade de com sua obra mudar essa realidade, deve persistir em sua função. Considerando que um escritor, antes de alcançar seus leitores, escreve fundamentalmente para si.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Foi por indicação de quem conhecia os trabalhos da Scortecci. Com o livro pronto, iniciei a fase mais difícil para um autor não publicado, encontrar uma editora. Prospectando agentes literários para me ajudar na tarefa, descobri que essa figura no atual mercado editorial está se remodelando, difícil de encontrar nos moldes convencionais. Cheguei então à pessoa da Angélica Ayres, a qual sou muito grato, com grande experiência no segmento editorial, que sugeriu o trabalho da Scortecci.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
O “Diante das Montanhas” é um trabalho de dois anos em que me esforcei para quando chegar ao leitor, possa dar prazer momentâneo e somar algo novo e bom para vida dessa pessoa. Aliado ao desejo de escrever, essa foi a intenção que me levou a publicar e espero que meu livro desperte o interesse pela história nele contida e pela leitura da obra de qualquer outro escritor.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Evaní Alves - Autora de: A BONECA MÁGICA

Evaní Alves
Nasceu no interior da Bahia na Chapada Diamantina. Filha de Antônio Marques e Rosália Alves. É a primeira de sete irmãs.
Mora em São Paulo desde 2000. É compositora, escreve poesias e histórias infantis. Livros publicados: Vale da Inspiração; Humanização e qualidade de vida dos colaboradores, e participou de antologias.
A boneca mágica é a primeira história infantil a ser publicada.




A Boneca Mágica
O Livro conta a história de uma menina que tinha várias bonecas. Entre elas uma boneca bem velhinha e deu-lhe o nome de Cristal.
Porém a Cristal passa por algumas mudanças após ter se escondido em um baú. Aqui está o mistério. O que aconteceu com a Cristal? Com esta história aprendemos uma lição.
Os amigos verdadeiros são para sempre.


Olá Evaní. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Se trata de um livro infantil que conta a história de uma menina que tinha várias bonecas, entre elas uma bem velhinha, chamada Cristal. Porém Cristal passa por algumas mudanças após ter se escondido em um baú. Aqui está o mistério. O que aconteceu com a Cristal? (Leia e descubra este mistério).
A ideia de escrever a boneca mágica surgiu através das observações tanto em crianças quanto em adultos. Se observar uma criança brincando sozinha, parece que os brinquedos ganham vida, elas falam com eles naturalmente. Ao mesmo tempo traz uma lição de vida para os adultos pois são elas que formam as próximas gerações. O livro se destina ao público: Literatura Infantojuvenil.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Nasci no interior da Bahia na Chapada Diamantina. Sou filha de Antônio Marques e Rosália Alves. Sou a primeira de sete irmãs. Mora em São Paulo desde 2000. Sou compositora, escrevo poesias e histórias infantis. 
Livros publicados: Vale da Inspiração; Humanização e qualidade de vida dos colaboradores, e participei de antologias. A boneca mágica é a primeira história infantil a ser publicada. Tenho 12 histórias infantis a caminho das publicações. 

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Se fosse pra viver de literatura não seria possível, além de poucos leitores, a maioria das pessoas não entendem os processos de publicações, talvez por isso não valorizam um dom tão precioso que é escrever. (INFELIZMENTE).

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Quando sonhava em publicar eu olhava todos os livros para saber quem era a editora, porém não tinha a menor possibilidade financeira.
Mas um dia encontrei o da Scortecci e liguei na editora para agendar uma visita ( 2006.). Em 2013, saiu minha primeira Publicação com o livro vale da inspiração.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Simmm. Se eu escrevesse apenas para mim não teria sentido publicar. Acredito que possamos levar sentimentos para as pessoas através de mensagens e imaginações que vão além do papel. Quando lemos entramos no personagem da mensagem e absorvemos algo que pode nos ajudar de certa forma.

Obrigado pela sua participação.

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quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Entrevista com Sueli Camerano sobre Vicente Camerano - Autor de: DIALOGANDO COM UM ANJO

Vicente Camerano
Nasceu em Barra do Piraí, estado do Rio de Janeiro, em 23 de dezembro de 1930 e por lá viveu sua juventude. Aos 23 anos casou-se com Heda e mudou-se para a capital de São Paulo, que adotou como sua terra natal, sem jamais esquecer suas origens fluminenses.
Com muito trabalho e sacrifício, conseguiu vencer na cidade grande, trabalhando quase que a vida inteira na indústria automobilística, como a Simca, depois a Chrysler, e finalmente a Volkswagen. 
Por volta dos 55 anos, começou a receber mensagens que ele dizia vir de um anjo, em forma de letras de músicas, poesias, conselhos, e por fim em forma de texto contínuo que originou esta obra. Demorou muitos anos para ficar pronta, já que ela vivia em repetidos processos de revisão. Pouco antes de falecer, notava-se a preocupação do autor em publicar este livro, porque, dizia ele, diversas previsões recebidas há algum tempo estavam acontecendo realmente. Mas não foi possível. Camerano, como era mais conhecido entre os amigos, faleceu em setembro de 2012, durante o princípio das negociações para a publicação. Desejamos que, esteja onde estiver, ele possa curtir e ver realizado talvez seu último desejo.
Sueli Camerano

No formato de perguntas e respostas, favorecendo uma assimilação objetiva e prática por um maior número de leitores, encontramos neste livro mensagens de religiosidade, assuntos sobre seres humanos, planetas, envolvendo por vezes relatos sobre futuros imediatos e também longínquos, outras vezes contemporâneos, mas ainda desconhecidos, porém, iluminados com energias siderais.
Palavras desconhecidas poderão ser encontradas nas mensagens, desafiando e motivando a imaginação de cada leitor, abrindo suas mentes e forçando a busca, dentre as diversas alternativas possíveis, por aquela que sua reflexão orientou como sendo a mais coerente, justa, melhor naquele momento e capaz de resultar em solidários benefícios para serem compartilhados em nosso mundo.
Nivaldo G. Oliveira

Olá Sueli. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina a obra?
Vicente Camerano nasceu em Barra do Piraí, estado do Rio de Janeiro, em 23 de dezembro de 1930 e por lá viveu sua juventude. Aos 23 anos casou-se com Heda e mudou-se para a capital de São Paulo, que adotou como sua terra natal, sem jamais esquecer suas origens fluminenses.
Com muito trabalho e sacrifício, conseguiu vencer na cidade grande, trabalhando quase que a vida inteira na indústria automobilística, como a Simca, depois a Chrysler, e finalmente a Volkswagen. 
Por volta dos 55 anos, começou a receber mensagens que ele dizia vir de um anjo, em forma de letras de músicas, poesias, conselhos, e por fim em forma de texto contínuo que originou esta obra. Demorou muitos anos para ficar pronta, já que ela vivia em repetidos processos de revisão. Pouco antes de falecer, notava-se a preocupação do autor em publicar este livro, porque, dizia ele, diversas previsões recebidas há algum tempo estavam acontecendo realmente. Mas não foi possível. Camerano, como era mais conhecido entre os amigos, veio a falecer em setembro de 2012, durante o princípio das negociações para a publicação. Desejamos que, esteja onde estiver, ele possa curtir e ver realizado talvez seu último desejo.
Sueli Camerano.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Este é o primeiro e único livro de Vicente Camerano.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Um tanto solitária.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Indicação.

O livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para os leitores?
Este livro é mediúnico e foi ditado ao autor por um anjo. Nele estão contidos relatos e previsões relacionados ao mundo e aos seres humanos. Algumas das previsões já se concretizaram. Curtam o livro e fiquem atentos!

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Tiê da Mata - Autor de: GUAPORÉ

Nome literário de Eurico Cabral de Oliveira Filho.
Foi um moleque magrelo, franzino e asmático que perambulava pelos rios e matas do interior de S. Paulo interessado em todo tipo de bichos e plantas. Formou-se em História Natural e dedicou sua vida ao estudo das algas marinhas. Aposentado, tenta não incomodar os parentes e aspira se tornar um cidadão sustentável, embora saiba que isso é impossível. Gosta de botânica, mergulhar, descer rios em canoas a remos e literatura.




O cenário é a barranca do rio Guaporé, fronteira com a Bolívia, local ermo, onde “um homem pode virar bicho”, disse uma vez, Tião, personagem principal. A estória, baseada em fatos reais, é contada por um naturalista que desceu o rio Guaporé em uma canoa a remo. Trata dos conflitos e sensação de culpa de um pai que comete incesto com a filha após ser abandonado pela mulher. A prosa, em linguagem quase poética, descreve a visão de um naturalista sobre o rio, sua paixão por canoagem, as estórias que ouviu em sua viagem solitária e seus próprios conflitos.


Olá Eurico. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Paisagens de uma viagem de canoa ao longo do rio Guaporé incluindo o mistério de um incesto e o tormento de um pai, retirante miserável, escravizado a vida toda que, de repente, como um rio espremido pelas margens extravasa em acesso de fúria. A novela, baseada em fatos reais vividos por um dos personagens, é narrada ora por antigo companheiro de infortúnio, ora por um canoeiro que passou pelo local dos acontecimentos.
O autor tem perfil talhado para tratar da temática do livro: formado em História Natural, apaixonado por canoagem, percorreu vários rios do Brasil em canoas a remo. Novela à moda antiga para ser apreciada por pessoas comuns que gostam de paisagens naturais e leem por diletantismo. O autor procura envolver o leitor com um enredo simples permeado por informações sobre a vida em contato com a natureza, em linguajar poético, rico em detalhes do quotidiano da expedição de um canoeiro no rio Guaporé,fronteira da Bolívia. Relata personagens que conheceu, estórias que ouviu, enquanto filosofa sobre sua vida em busca de seu eu, trazendo evocações líricas da vida de pessoas simples que sabemos que existem mas das quais não nos damos conta.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Escrevi livros técnico de relativo sucesso publicados no Brasil e no exterior, um deles na Suécia (em inglês, of course). De ficção um livro de contos (custeado por mim) e um com relatos de expedições em canoas. Tive contos e crônicas premiados pela APL. Dependendo da acolhida de “Guaporé” trabalharei em outras obras de ficção que estão na gaveta.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
O problema não é escrever, mas encontrar leitores. Um escritor desconhecido e sem um padrinho não tem a mínima chance de encontrar uma editora, a não ser custeando a publicação, o que é caro. Fica o autor com o dilema – arcar integralmente com os custos e presentear a obra ou passar pelo dissabor de convencer amigos e parentes a pagar o custo da edição.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Por uma amiga.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Acho que pode agradar alguns leitores de espírito aventureiro e que valorizam a vida em isolamento do tumulto urbano, entendem a história natural das paisagens fluviais, conversam com as plantas. É baseado em experiências reais em uma expedição solitária em canoa a remo, e foi escrito com o intuito de compartilhar vivências. 
Ficarei feliz em ouvir comentários, críticas e sugestões.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Maria Lúcia Souza Castro - Autor de: PRÁTICAS DE LETRAMENTOS

Maria Lúcia Souza Castro
Professora Plena de Língua Portuguesa da Universidade do Estado da Bahia – UNEB, lotada no Departamento de Ciências Humanas – DCH/Campus V, Santo Antônio de Jesus, Bahia. Doutora em Linguística Teórica e Aplicada pelo Instituto de Letras da Universidade Federal da Bahia – UFBA (2003), onde também concluiu os cursos de Mestrado (1996), Bacharelado (1993) e Licenciatura (1992) em Língua Portuguesa. É, ainda, especialista em Educação Especial Inclusiva (ACEB, 2014). 
Fundadora do Grupo de Pesquisa “Múltiplas Linguagens: estudo, ensino e formação docente”, do qual foi Líder desde sua criação, em março.2003, até fevereiro.2016.
Executa Projeto de Pesquisa e de Extensão na área do Ensino de Língua Portuguesa no DCH/Campus V – UNEB desde 2003. Seus interesses de pesquisa incluem estudos em Sociolinguística, Dialetologia, Análise do Discurso, Letramentos e em Ensino de Língua Portuguesa.
Seu Projeto de Estágio Pós-Doutoral, intitulado “Práticas de Letramentos: reinventando o ensino de Língua Portuguesa”, foi executado no Programa de Pós-Graduação em Linguística da Universidade de Brasília – PPGL

Esta publicação resulta de vários anos de pesquisa e de prática docente no ensino de Língua Portuguesa em curso de Licenciatura na Universidade do Estado da Bahia – UNEB. A oportunidade de concretizá-la se apresentou com a execução do Projeto de Estágio Pós-Doutoral executado no Programa de Pós-Graduação em Linguística da Universidade de Brasília – PPGL/UnB, sob a supervisão da Profa. Dra. Stella Maris Bortoni-Ricardo. 
Trata-se de uma obra que reflete nossas atividades em componentes curriculares que visam à ampliação da competência leitora e escritora dos estudantes, isto é, que contemplam práticas de letramentos. Nela, apresentamos algumas propostas de letramentos que integram conteúdos de Língua Portuguesa e de Literatura e têm o propósito de auxiliar o(a)s colegas professore(a)s na tarefa sempre árdua de planejar e executar atividades que abranjam os conteúdos dessas duas áreas tão estreitamente relacionadas. 
As propostas inscritas nesta obra são apresentadas como sugestões, não se intentando oferecer fórmulas prontas, devendo elas, portanto, sofrerem intervenções conforme a realidade de cada sala de aula, de cada escola, de cada docente. Elegemos a literatura como mote para alcançar o objetivo de promover a ampliação do nível de letramento dos estudantes por entendermos que os textos literários, além de propiciar diversão, prazer com a sua leitura, refletem o mundo no qual são produzidos. A obra literária também promove a reflexão e desperta a consciência dos leitores sobre as ações e omissões de que são partícipes e pode conduzir os indivíduos a agirem como cidadãos atuantes e transformadores da realidade circundante de maneira prazerosa. Essa possibilidade se afina com as necessárias práticas leitoras e escritoras a serem implementadas pela escola, já que as ações e os eventos de letramentos precisam incluir, da maneira mais ampla possível, os variados gêneros textuais produzidos nas diversas instâncias sociais. 
Como se faz necessário basear as práticas docentes em fundamentação teórica sólida, elegemos diversos estudos que discutem e definem o letramento como prática social e embasam as propostas de letramentos apresentadas. Ressaltamos, do mesmo modo, abordagens sobre a necessidade de observar, em ações de letramentos, a interdisciplinaridade Língua e Literatura. Consideramos, ainda, discussões sobre letramentos em sua relação com o ensino da disciplina Língua Portuguesa, abarcando os conteúdos de Literatura. Portanto, trazemos para a nossa obra o espírito investigativo de autores como Street, Gee, Bartlett, Kleiman, Soares, Rojo, Freire, Moita Lopes, Geraldi, Cândido, Calvino, Cosson, dentre outros. São eles, ao lado da nossa experiência docente e de pesquisadora, que orientaram a elaboração das propostas de letramentos aqui ofertadas a(o)s colegas professore(a)s. Esperamos que essa nossa pequena contribuição possa, deveras, contribuir na efetivação de práticas de letramentos bastante produtivas na Educação Básica.

Olá Maria Lúcia. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A obra coroa anos de pesquisas sobre o ensino de Língua Portuguesa no ensino superior e na Educação Básica. Mais de vinte anos de atuação no Curso de Licenciatura em Letras, convivendo com as aflições de alunos e professores da Educação Básica, impeliram-me a produzir este livro que se destina exatamente a essa clientela, pois reúne reflexões sobre o ensino de leitura e de escrita e oferece propostas de práticas de letramentos que visam a contribuir para a melhoria da qualidade do ensino da disciplina Língua Portuguesa em nossas escolas.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
A atuação acadêmica nos exige produção constante sobre nossas pesquisas e nossas experiências docentes. Por conta da atuação como pesquisadora e professora no ensino superior, publiquei diversos artigos e organizei dois livros em parceria com colegas professoras. Esse livro, como dito inicialmente, representa o coroamento das pesquisas que executei e da minha vida acadêmica. Já tive uma filha, plantei algumas árvores e publiquei minhas produções acadêmicas. Doravante, pretendo dedicar-me a produzir textos literários (alguns já prontinhos, ansiando pelo prelo) e continuar a elaboração de propostas de práticas de letramentos destinadas aos colegas professores e a alunos da disciplina Língua Portuguesa na Educação Básica.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Passeio rotineiramente pelo Universo acadêmico. Nesse Universo, forçosamente, as reflexões sobre a relação teoria e prática baseiam-se em leituras constantes e variadas. Então, não se há de dizer que convivemos com poucos leitores na Universidade. Por outro lado, carecemos de leitores literários, sim, em todo o País, conforme indicam as nossas próprias pesquisas. Os escritores que teimam em sobreviver dos seus escritos ainda têm muita poeira a comer antes de alcançar esse intento, privilégio de poucos. Essa é uma vida dura, porém prazerosa. E é a partir do prazer de escrever que, acredito, podemos conquistar novos leitores.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Pesquisando na Internet. E recebi mensagens da Scortecci.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Certamente que merece. Trata-se de uma coletânea de propostas de letramentos, além das reflexões teóricas sobre o assunto, elaboradas especialmente para auxiliar os professores de Língua Portuguesa na sempre árdua tarefa de formar leitores e escritores competentes. Focadas na estreita relação língua e literatura, as propostas são motivadas por textos literários. Sendo o letramento literário o mote para as atividades de leitura e escrita na Educação Básica, o livro pretende auxiliar aos colegas docentes a executar suas aulas de maneira prazerosa. Ofereço essas propostas impelida pelo desejo de contribuir para a melhoria do ensino da disciplina Língua Portuguesa, como também pela satisfação de saber que, assim como aconteceu nas minhas práticas, certamente as turmas se envolverão com as atividades e se reconhecerão melhores leitores e escritores após essa experiência.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Iranilton Lombardi Campos - Autor de: O QUE É A MULHER?

Iranilton Lombardi Campos
Nasceu no bairro do Cambuci (SP), em 1956. É bacharel em Ciências Econômicas, professor de futsal, autor do livro A criança no futsal, casado e pai de três filhos.








Apesar de o título deste livro se iniciar com “O que é”, ele não deve ser entendido como a objetificação da mulher. “O que é a mulher?” é uma pergunta sutil que o autor se fez (motivado pela admiração) e ele mesmo ousou dar várias respostas. Aventurar-se no universo feminino em expansão, aquecido pela questão de gênero, não significou para ele uma viagem de riscos; e sim de registros.
A mulher é...
Mãe; esposa; amante. (Registrando a opção)
Namorada; beijo; sexo. (O entusiasmo) 
Brasileira; estrela; ouro. (O brio)
Toque; prazer; vício. (A polêmica)
Precioso projeto; o gene da excelência; arte em vida. (O óbvio)
Desconsiderando os devaneios do autor inseridos em alguns textos, Respeito e Gratidão talvez merecessem um destaque maior no sumário; porque eles sintetizam o real objetivo do autor com este livro. Olhar as mulheres com outros olhos e principalmente agradecer a elas (desde a mulher que deu a vida ao homem até a mulher que vai segurar as suas mãos em seu momento final) é o meu reconhecimento. Espero que isso motive o seu interesse pela leitura e que ao conferir lhe traga alguns momentos de felicidade.
Felicidade a mulher também é!

Olá Iranilton. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Este livro é uma a viagem do autor pelo universo feminino. Suas narrativas foram baseadas em anos de observação do cotidiano das mulheres brasileiras, desde episódios de submissão até suas conquistas mais recentes (considerando também os devaneios do autor em alguns textos). A ideia de escrever esse livro ainda é um mistério, provavelmente motivado pela nova admiração que a mulher moderna vem despertando nos homens; e não somente por gerar vidas! “O que é a mulher?” é uma obra desafiadora porque foi escrita por um homem e inovadora porque não se destina apenas para um público específico.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Este é o meu segundo livro. “A criança no futsal” é o primeiro. Trata-se de uma edição independente que descreve os caminhos que as crianças, entre 5 e 18 anos de idade, percorrerão nesse esporte. Quando reescrevi em 2009, pensei que jamais faria outro.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A vida de escritor em um Brasil com poucos leitores não é apaixonante e tão pouco gratificante. Um trecho do meu livro: “Quando eu estava na sétima série escolar, havia aulas de música e de filosofia. Se hoje nas escolas, além dessas duas aulas, tivesse também a poesia, rica seria a redação do jovem brasileiro e mais valorizados seriam nossos futuros escritores.” (Consequentemente, maior o número de leitores.).

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Fiquei sabendo da Scortecci Editora através de um livro que ganhei de um amigo. Depois, fui pesquisar o site e mais tarde correr duas vezes para o abraço. Primeiro, por mais um sonho realizado. Segundo, pela competência dessa editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
O que é a mulher?” é um livro que merece ser lido e presenteado porque é originalmente brasileiro e com uma escrita criativa. Iniciar o título com “O que é” não significa a objetificação da mulher e, ao inserir a palavra “mulher” nesta frase, a tornou mais bela e ainda mais instigante. Quanto ao ponto de interrogação, a resposta está ao alcance de suas mãos!

Obrigado pela sua participação.
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sábado, 3 de novembro de 2018

Entrevista com José Adriano Alves - Autor de: QUASE POESIA, TALVEZ ABISMO

José Adriano Alves
É pernambucano e reside no Rio de Janeiro. Autor de 4 livros de poesias, é doutor em Literatura Brasileira pela UFRJ. o autor obteve prêmios em concursos literários e agora está lançando seu quarto livro de poesias "Quase poesia talvez abismo" pela editora Scortecci.



É um livro de poesias que lança um olhar reflexivo e com uma certa melancolia, mas sem ser pessimista, sobre a vida, o próprio fazer literário e sobre o ser/estar no mundo. Numa dicção lírica e reflexiva com um viés crítico social, os poemas desse livro propõem uma reflexão sobre a sociedade, a literatura e a memória.






Olá José Adriano. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro é uma reflexão sobre a vida e o ser/estar no mundo, através de um olhar poético que trabalha a memória e as relações humanas, sobretudo tendo um olhar que reflete sobre o próprio fazer literário, às vezes tocando num viés lírico e até certo ponto com uma certa melancolia mas sem cair no pessimismo.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
"Quase poesia talvez abismo" é o meu quarto livro de poesias. Todos tiveram excelente aceitação de público e crítica, bem como foram destaques em concursos literários. Sou professor doutor em Literatura Brasileira e tenho um compromisso com a literatura tanto de divulgá-la quanto exercer o papel de escritor que preza por levar uma poesia de qualidade e que fuja do lugar comum, tentando captar a alma humana e o viver em sociedade.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Ser escritor no Brasil de fato é algo muito delicado. Em geral temos que ter uma profissão já sedimentada pois é muito difícil ganhar dinheiro escrevendo livros, sobretudo de poesias. Por outro lado, a quantidade de leitores é pequena e muitas vezes mal formada, o que acarreta numa concentração ou predominância da chamada literatura de auto-ajuda ou dos clássicos, não tendo espaço para leitores jovens que fazem uma literatura mais refinada. Consequentemente, escrever livros vira um verdadeiro sacerdócio diante do atual cenário brasileiro.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
A editora Scortecci foi uma grata surpresa para mim, travei contato com ela através da internet. De início, tive um certo receio mas o trabalho foi tão bem feito que esse é o segundo livro que público pela Scortecci.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Quem procura uma literatura que prima na busca pelo refinamento literário e por uma abordagem poética da vida mas sem cair nas facilidades ou armadilhas românticas, vai encontrar em QUASE POESIA TALVEZ ABISMO um livro que procura unir o literário e a vida numa poesia que trabalha a memória e as relações humanas.

Obrigado pela sua participação.
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