domingo, 2 de dezembro de 2018

Entrevista com Claudia Gonçalves - Autora de: ARETÊ

Nasceu em São Paulo, é advogada, palestrante, poetisa, romancista e membro da União Brasileira dos Escritores. Iniciou sua obra literária aos 11 anos de idade. Seu primeiro livro, Meu ser no mundo, foi publicado em 1983. Outras obras vieram, como: Labirinto poético; Delírios poéticos de uma juventude enlouquecida – Antologia de Poesias; Impressões literárias – Antologia de Poesias, Contos e Crônicas.




É o primeiro livro de uma trilogia. A história se passa na idade média, com uma narrativa dinâmica a trama nos conta a luta da princesa Raquel para libertar o Reino de sua família das mãos do tirano Shur. Aretê é a magia de se cumprir com o próprio destino, é um romance de ficção repleto de personagens envolventes, como o duende Arquetu, a feiticeira Safira, o sacerdote Lúcius. Um livro marcado por arquétipos, pela guerra e pelo amor.




Olá Claudia. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Aretê é a magia de cumprir seu próprio destino!
O livro fala sobre família, amor, laços de sangue, reinos, ódio, autoritarismo, guerra e uma menina que pelas circunstâncias torna-se uma mulher forte e disposta a tudo para reconstruir a história de um reino.
Família é o berço do nosso primeiro amor, mas também pode ser o das nossas primeiras desilusões. Raquel, a protagonista do livro Aretê, de Claudia Gonçalves, conheceu todos os lados bons e ruins deste núcleo e só tinha duas opções, aquietar-se em sua indignação ou apoderar-se por sua liberdade, por outras mulheres, por seu povo. Qual escolha fazer?
Aretê é o primeiro livro de uma trilogia baseada na idade média, uma narrativa dinâmica que conta a luta da princesa Raquel para libertar o reino das mãos do tirano Shur. É um romance de ficção repleto de personagens envolventes como o duende Arquetu, a feiticeira Safira e o Sacerdote Lucius. Um livro que suscita medo, curiosidade, indignação, coragem e força, marcado pela guerra e pelo amor.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Eu escrevo desde os 11 anos, nessa idade eu senti a necessidade de transportar meus sentimentos em versos, e assim me tornei poetisa. Aos vinte anos eu publiquei o primeiro livro de poesias, "Meu ser no mundo", logo depois veio segundo livro "Labirintos poéticos", já em 2014 foi a vez do primeiro livro técnico, "Função social das cooperativas de trabalho no Brasil", em 2018 participei da antologia "Impressões literárias", pela Scortecci.
Aretê, meu primeiro romance, é também o primeiro livro de uma trilogia.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A vida do escritor é muito desafiadora, nossa população tem pouco hábito de leitura.
Contudo, por mais paradoxal que seja eu vejo que o jovem gosta de ler, se o tema do livro fizer sentido ele lê com certeza.
Penso que deveriam existir mais políticas públicas para o incentivo à leitura, e não estou falando de verba, eu falo de oficinas que visem aproximar os autores e os leitores. Tenho certeza que seria uma troca generosa de experiências.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Nossa faz muito tempo que descobri a Scortecci, na verdade foi um professor meu quem me encorajou a publicar minhas poesias e me deu a dica sobre a Editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
O livro foi desenvolvido para que os leitores se sintam parte da história, é recheado de arquétipos que provocam a nossa imaginação e nos envolve em sentimentos absurdamente contraditórios e reais. Acredito que muitas mulheres, em diferentes momentos, se enxergarão em Raquel, a personagem principal. Por isso ela foi criada sem forma, para que a leitora se aposse e empodere-se com ela.

Obrigado pela sua participação.

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