domingo, 20 de janeiro de 2019

Entrevista com Diana Guenzburger - Autora de: LUXO, SEGREDOS, CRIME

Nasceu e vive no Rio de Janeiro, é Mestre em Química e Doutora em Física. Trabalhou em pesquisa científica até se aposentar, e agora escreve ficção. Publicou o romance “Morte no condomínio”, editora Sinergia (2013) e editora Chiado (2015), que recebeu Menção Honrosa no Concurso Internacional da União Brasileira de Escritores (UBE/RJ) em 2014. Publicou a coletânea de contos “O fantasma de Paquetá (e outras histórias)”, editora Scortecci (2015), que recebeu o prêmio Mauritônio Meira da UBE/RJ em 2017. 
Os contos publicados incluem “Encontro em Ipanema”, na revista RenovArte da UBE/RJ (2017); “A excursão” e “Os macacos”, na antologia “Fernando Pessoa e convidados”, editora Mágico de Oz (2014); “Paquetá”, na antologia “Verso, testemunho, prosa”, editora Oficina do Livro (2015); “Cinderela moderna”, na antologia “Palavras abraçadas”, editora Scortecci (2016); “A passageira do assento 13C”, na antologia “O silêncio das palavras”, editora Scortecci (2018).
Participou da Oficina Literária do prof. Ivan Proença (Rio de Janeiro, RJ) entre 2014 e 2016.

Neste romance, a autora segue a linha narrativa utilizada em seu primeiro livro, “Morte no condomínio”, fazendo uma mistura do gênero policial e suspense com crônica de determinada comunidade social da cidade do Rio de Janeiro. Enquanto no primeiro livro a trama se desenrolava num condomínio de classe média, em “Luxo, segredos, crime” o ambiente em que se desenvolvem os acontecimentos é uma família da classe mais abastada da cidade. Iniciando-se com um assassinato ocorrido em festa suntuosa na mansão do patriarca milionário, uma visão retroativa descreve a vida dos personagens, filhos e outros parentes, mostrando seus problemas, intrigas, ambições e segredos. Levanta-se a suspeita de que, por baixo de tanto luxo e poder, havia motivações que poderiam levar até ao crime. 
O delegado Paulo Damasceno, agora na Divisão de Homicídios, é chamado para coordenar a investigação do assassinato. Como é seu modus operandi habitual, o policial tenta envolver-se com a família, porque acredita que só o conhecimento da psicologia dos suspeitos levará à descoberta do criminoso. Enquanto isso, outras tramas estão se desenrolando, e outros crimes irão ocorrer, aumentando o suspense e clima de medo dentro da família, até que os fatos sejam desvendados e os criminosos punidos.

Olá Diana. É um prazer contar novamente com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O romance “Luxo, segredos, crime” é um livro de suspense cujo enredo se desenrola numa família rica do Rio de Janeiro. Iniciando-se com um assassinato ocorrido em festa de casamento suntuosa na mansão do patriarca, uma visão retroativa descreve a vida dos personagens, filhos e outros parentes, mostrando seus problemas, intrigas, ambições e segredos. Levanta-se a suspeita de que, por baixo de tanto luxo e poder, havia motivações que poderiam levar até ao crime.
Enquanto o delegado Paulo Damasceno investiga os suspeitos, outras tramas se desenvolvem e outros crimes irã ocorrer, aumentando o suspense e clima de medo dentro da família, até que os fatos sejam desvendados e os criminosos punidos, no final surpreendente.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Após uma carreira em pesquisa científica em Física e Química, aposentei-me e agora dedico-me a escrever ficção. Meu gênero preferido é policial e suspense. Já publiquei três livros: “Morte no condomínio”, que recebeu Menção Honrosa no concurso Internacional da União Brasileira de Escritores (UBE), o livro de contos “O fantasma de Paquetá” pela Scortecci, que recebeu o prêmio Mauritônio Meira da UBE e “Luxo, segredos, crime” pela Scortecci.
Meu objetivo é escrever romances ou contos que sejam de agrado geral, mas com qualidade literária. Para isso frequento Oficinas e Cursos de Literatura.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A vida de um escritor no Brasil é muito difícil, ainda mais agora que as grandes livrarias estão fechando. As editoras maiores e mais importantes não acolhem autores novos ou desconhecidos, restando o caminho da auto-publicação. O mais difícil (quase impossível) é a distribuição e exibição dos livros em livrarias.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Conheci a Scortecci através de uma amiga escritora, que publicou um livro com esta editora e ficou muito satisfeita com a seriedade e profissionalismo.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Meu romance “Luxo, segredos, crime” é uma trama de suspense, que prende a atenção do leitor do começo até o final surpreendente. A história é cheia de reviravoltas e os personagens são interessantes e originais.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Inêz Lourenço - Autora de: BIA E BELLA

Inêz lourenço
Nascida em Riversul-SP,é formada em Letras, tendo atuado como professora em escolas públicas e particulares.
Amante da natureza, motivo este da escolha da cidade de Brotas-SP para morar.
Mãe de um casal de filhos, avó de um neto e três netas.
Adora um bom livro, tendo como hobby a escrita, é ganhadora de vários concursos literários.




Conta a história de duas primas inseparáveis e uma experiência única:
salvar um menino da magia de uma malvada bruxa. Será que elas conseguem?




Olá Inêz. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Bia e Bella nasceu do amor a literatura infantil, sempre me emociono com histórias que nos leva ao mundo imaginário. Está direcionada as crianças de 3 à 10 anos, e também aos adultos amantes da literatura infantil, já que somos eternas crianças!

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou uma eterna apaixonada por livros e escritas, mas nunca imaginei que Bia e Bella fosse o primeiro a ser publicado, pois tenho outros já prontos, com certeza esse será o primeiro de muitos.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acredito que o valor está na arte da escrita, pois quando o escritor chama atenção do leitor, pode ter certeza de que ele vai ler o livro, mesmo não sendo um leitor assíduo. Quanto ao nosso país, acredito que cabe a nós mudar com livros atrativos as crianças, pois os leitores do futuro, são os crianças de hoje.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Sempre tive conhecimento dessa editora, só não enviei a obra antes por achar que teria de encontrar um ilustrador para a obra, quando fiquei sabendo que era a editora a responsável pelo trabalho, encontrei o site e enviei.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim. Quando se escreve uma história, acreditamos que alguém leia e comente esse trabalho, não importa o tipo de comentário, pois se for uma crítica, que ela seja construtiva, assim poderemos melhorar a nossa escrita.
Aos leitores de Bia e Bella, espero que gostem desse trabalho, e que possam viajar através da leitura nesse mundo imaginário. Deixo o meu sincero agradecimento por se aventurarem a ler a obra de uma escritora pouco conhecida no mundo da literatura infantil.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Maria Viola Bona - Autora de: QUANDO A VIDA NÃO OFERECE ESCOLHAS

É natural de Baixo Guandu, Estado do Espírito Santo, graduada em Geografia pela Universidade Federal do ES, e pós-graduada em Planejamento Educacional. Dedicou a maior parte da sua vida à área da educação em diferentes níveis de ensino e em funções diversas.
Participou de várias antologias ao longo dos anos com poemas e crônicas.
No final de 2014 publicou seu primeiro livro, um romance com o título Cenas da Vida, pela Chiado Editora.
É membro efetivo da Academia de Letras de Vila Velha, cadeira nº. 40 e membro da Academia Capixaba de Letras e Artes dos Poetas Trovadores, cadeira nº. 20.

Os irmãos Jerônimo e Theodoro enfrentam os fantasmas impostos pela vida e se deparam com situações inusitadas que tolhem a sua capacidade de reação. São vítimas de questões internas não superadas que, aniquilando os sentimentos, levam ao isolamento e à autoproteção como meio de sobrevivência.
Em Quando a vida não oferece escolhas, vamos acompanhar a trajetória dessas personagens e seus conflitos e perceber que, de uma forma ou de outra, a vida segue e sempre se encarrega de acomodar todos os dilemas existenciais.

Olá Maria. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
1. Trata de questões emocionais e imprevistos que surgem na vida
2.  A ideia surgiu da associação de fatos reais e imaginários, no caso, romanceados
3.   Destinado ao público juvenil e adulto.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sempre fui uma leitora assídua e meu projeto é continuar trabalhando com as palavras e com as emoções, então, pretendo continuar escrevendo. No momento estou rascunhando "Eu me encontro, tu te encontras" e tenho também alguma coisa elaborada para o público infantil.
É o meu segundo livro, em 2014 publiquei "Cenas da Vida", pela Editora Chiado.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acho que não dá pra pensar nesses termos, mas sim no prazer em escrever. Tudo pode acontecer.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Material de propaganda numa bienal em São Paulo, há alguns anos.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Claro que merece ser lido. Porque é uma leitura até certo ponto instigante e trata dos conflitos existenciais.
Acredito que gostarão de ler "Quando a vida não oferece escolhas", é uma leitura leve e fácil com questionamentos e reflexões.

Obrigado pela sua participação.

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Entrevista com Flavia Alice Zogbi - Autora de: VINDAS VIDA IDAS

(1963) nasceu em São Paulo, capital. Sobrinha neta de Assad Bittar, filósofo e poeta. Fez duas faculdades: Psicologia e Letras, especialista de espanhol. Nos anos noventa escreveu seu primeiro livro “Vindas Vida Idas” de autoajuda, filosófico e espiritual. Foi uma produção pequena que teve muito sucesso na época. Em 2008 sofreu uma grave doença que a deixou de cadeira de rodas. Em 2016 escreveu “Caminhos de pedra, terra e areia. Caminhos de uma vida”. Esse livro foi traduzido para o espanhol e fez sucesso na Argentina. Agora volta a reescrever seu livro “Vindas Vida Idas” com uma nova visão. Depois de passar por tantos desafios em sua vida sente que é hora de repassar essas vivencias.

Com o intuito de propiciar os primeiros passos para novas experiências, esta obra procura incentivar o leitor à reflexão e ao questionamento de seus comportamentos, de seus pensamentos e de seus sentimentos. Alguns textos são baseados na própria experiência da autora. Outros, em fruto de estudos de várias teorias: filosóficas, espirituais e psicológicas.
Quando realizei esse livro na década de 90 sentia que faltava algo. Por que escrevi esse texto? Hoje tenho essa resposta. Depois da minha doença grave no final dessa mesma década, percebi o quanto me ajudou e me ajuda a superar meus desafios do dia a dia. 
“A leitura de VINDAS VIDA IDAS encanta pela delicadeza e harmonia que invoca pontos essenciais da vida. Não é fácil atingir essa maturidade e assim crescer e perceber que você alcançou sua plenitude. Enfrentar problemas nos ensina a desafiá-los. Destaca-se a importância de sonhar, pois o sonho engrandece, impulsiona, e nem sempre é caminho que imaginamos, vai além da nossa percepção. A cada leitura fui aprendendo e conhecendo a importância de nos valorizarmos e continuarmos a caminhada em busca do auto- conhecimento e da felicidade.” Dra Vivian Elito Maluf. 
E você já pensou em mudar a sua vida para encontrar felicidade e paz? 


Olá Flávia. É um prazer contar, novamente, com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Este livro Vindas Vida e Idas é um livro de auto-ajuda, mas também de reflexão positiva. Quando o escrevi não imaginava o quanto seria importante em minha vida. Passei por muitos problemas de saúde e este livro me ajudou muito a superar cada desafio que surgia. Quando tive a última crise e a mais difícil senti que deveria aprimorar este livro. Acrescentar mais informações sobre o que estava acontecendo comigo. E assim mostrar o que podemos fazer para superar o que aparece em nossa vida. Acredito que o querer é muito importante para quem quer melhorar. Esta obra foi feita para adolescentes e adultos que precisem de algo para motivar a superar seus caminhos de desafios.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Eu escrevi três livros que considero como meus filhos. Eles são de temas variados: romance, aventura e auto-ajuda. Todos possuem algo a mais que tento passar para o leitor. Para que reflitam sobre suas vidas para motivar para melhor. São eles: Caminhos de pedra, terra e areia; Antologia Silencio das palavras e este último Vindas Vida Idas.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acho que a visão de pouco valorizada a leitura está mudando. Há projetos de incentivo para ler de maneira gratuita e quem sabe isso motive a comprar mais livros nas livrarias. Outro ponto importante e o crescimento das pequenas editoras, o que mostra que tudo é possível.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através de uma amiga que conhece o dono. Gostei muito do profissionalismo e do carinho para com os escritores.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Uma amiga especial fez esse comentário:
" A leitura do seu livro VINDAS VIDA IDAS encanta pela delicadeza e harmonia que você invoca pontos essenciais da vida.
Não é fácil atingir essa maturidade e assim crescer e você a alcançou na sua plenitude. Enfrenta desafios e nos ensina a desafiá-los. 
O dia a dia intenso e agitado, que através do seu livro podemos refletir e até enxergar pontos imperceptíveis.
Você destaca a importância de sonhar, pois o sonho engrandece, impulsiona, nem sempre no caminho que imaginamos, vai além da nossa percepção.
A cada leitura fui aprendendo e conhecendo a importância de nos valorizarmos e continuarmos a caminhada em busca do conhecimento e da felicidade."

Obrigado pela sua participação.
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Entrevista com Luís Carlos Salomão - Autor de: A (IN)JUSTIÇA DOS HOMENS

É professor das redes municipal e estadual de ensino. Formado em Educação Física, Letras e Pedagogia, tem vasta experiência como educador. Além de vários cursos de aperfeiçoamento, frequentou por mais de dez anos a Sociedade de Psicanálise Integral – Trilogia Analítica. Fora a presente obra, escreveu: Esportes, afeto ou agressão?; Reflexões de ouro da humanidade e outros três romances ainda não publicados.



Antes de mais nada, esse é um livro polêmico. Um romance crítico. Aborda de maneira sucinta e objetiva muito dos problemas que a sociedade atual enfrenta em seu dia a dia. Contudo não é um livro que apresenta tão somente críticas e polêmicas, e um manuscrito também irônico, com uma veia de graça e bom astral. Leve e prazeroso. Com estilo simples e direto, Salomão aborda temas espinhosos sem ser maçante e autoritário. E como não poderia deixar de ser, analisa também aspectos psicológicos e religiosos do ser humano, visando seu próprio progresso e evolução.



Olá Luis Carlos. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.


Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro é um romance crítico. Gira em torno do que é justo ou injusto nas leis feitas pelos homens. Conta fatos do cotidiano das pessoas e da sociedade em que vivemos.
O livro surgiu através dos fatos vivenciados pelo autor e por um momento de desabafo.
É destinado a todas as pessoas que se interessam por uma vida mais digna e pela busca da felicidade.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Este é o meu terceiro livro; meu primeiro romance publicado. Minha primeira formação acadêmica é Educação Física; mas como sempre tive interesse em literatura, resolvi fazer letras para seguir também a carreira de escritor. Esta é a melhor forma que vejo para que possa contribuir para uma sociedade mais justa e igualitária.
Minha visão de mundo se baseia na Trilogia Analítica a qual VÊ o homem como um ser integral: corpo, mente e espírito.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Difícil, muito difícil. Para mim não é algo trabalhoso a pesquisa é a escrita, mesmo sendo algo que necessita muita dedicação. Para mim o mais trabalhoso é a própria publicação é divulgação da obra; é mesmo o fato de convencer as pessoas a lerem.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Este é o meu segundo livro publicado pela Scortecci. Acredito que foi através da internet que a conheci. Já havia lido outros livros de sua publicação é apreciei sua qualidade editorial.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Acredito sim que o meu livro merece ser lido; não pelo fato de eu ser o autor, mas por ter uma mensagem de esperança e alegria. Mensagem esta que mostra que o ser humano é dotado de resiliência e capacidades que fazem com que ele supere todo é qualquer obstáculo que possa aparecer em seu caminho.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Vanderleia Aguiar Kisen - Autora de: AMOR EM LUZ E SOMBRA

Vanderleia Aguiar KIsen
Autora das obras:
AMOR EM LUZ E SOMBRA, lançado na décima sexta Bienal do livro em São Paulo. Editora Scortecci.
JEREMIAS O MENINO SONHADOR, lançado na cidade de Chiryu (Japão). Editora Scortecci.
O MUNDO SECRETO DE HIRO, publicado pelo Clube de Autores.



O título do livro expressa bem os sentimentos desta poetisa. Trata-se de amor em luz e sombra não porque haja cambiâncias que traduzam dualidade de conduta da autora diante do Amor, razão primeira, última e eterna da humanidade. 
A luz e sombra que aqui se manifestam, numa visão metafórica, naquilo que significa não a imprecisão na abordagem do tema, mas que no que há de gradação de afetividade e bem-querer da poetisa em busca e em direção ao Amor maior, num dar-se por inteira, livre dos egoísmos da compensação, essa resposta amorosa que muitas vezes fere e descompassa o próprio amor... 
...Nesse claro-escuro, nessa luz e sombra, Vanderléia Aguiar Kisen vai tecendo o seu ritual de amor, sem explosões maiores, naquela dimensão de oferenda, que cala fundo e comove..
Se o tema central é o Amor, na sua percepção humana e cósmica, nem sempre a poetisa se fecha, como um casulo, dentro ou em torno dele. Ou seja: ela não se isola do mundo que a cerca.

Olá Vanderléia.  É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Transformei a depressão em poesias.
O livro , Amor em Luz e Sombra, acolheu todos os meus medos e desejos. Minha alma foi tomada de alegria e esperança, e a lembrança do futuro que eu tanto almejava, era desenhada através das letras e, transformadas em poesias. 
É um livro que pode ser lido por qualquer pessoa, que aprecie a transformação, através do amor.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Amor em Luz e Sombra, foi meu primeiro livro.
Jeremias o Menino Sonhador, o segundo.
Ambos lançados pela Editora Scortecci.
O Mundo Secreto de Hiro, é meu terceiro livro, publicado no Clube de Autores. (em busca de editoras).
Todas essas obras foram prefaciadas, editoradas e avaliadas, pelo escritor e crítico literário Sr. Caio Porfírio Carneiro.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Devo continuar, com muita paixão e amor.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Tive a honra de conhecer Vanusa Santos, dona da Paradigma Assessoria. Foi ela, que me ingressou no mundo das letras, através da Editora Scortecci.
Sou imensamente grata, sempre!

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Falo de amor, e o amor, nunca sai de moda.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Neta Mello - Autora de: QUE HISTÓRIA É ESSA, VOVÓ?

Nome literário de Maria Antonieta Figueiredo Mello.
É historiadora e escritora. Trabalha com a memória e as histórias dentro da História. Publicou Crônicas Memórias, 2002; Pauliceia Ignorada, 2005; Sem Remetente, 2009 – 2º lugar de ficção pela UBE - RJ / 2010. O silêncio faz parte da resistência, 2012 e Eu não sabia, 2016.





Andrea Pereira de Almeida
É designer e artista plástica. Filha de pai brasileiro e mãe americana, nasceu e mora nos Estados Unidos. Pratica corrida, gosta de fotografar e pintar aquarelas ao ar livre. Participou de mostras de jovens artistas em seu país.


Todo mundo gosta de ouvir histórias da infância dos pais. Neta Mello ouviu muitos relatos dos avós e dos pais e passou a contá-los para os filhos, incorporando suas próprias experiências. Há pouco mais de vinte anos, começou a registrar diálogos dos filhos e sobrinhos. Os textos ficaram guardados no computador até o nascimento dos netos, quando ela descobriu que, além das histórias dos livros, eles pediam outras tendo os próprios pais como protagonistas. Nesse diálogo de gerações, surgiram novas narrativas, agora com a participação dos netos. 
Ela propôs à artista plástica Andréa Pereira de Almeida que criasse aquarelas para os textos. O resultado é o perfeito encontro entre afeto e imaginação.


Olá Neta. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Todo mundo gosta de ouvir histórias da infância dos pais. Desde pequena ouvi muitos relatos de meus avós e dos meus pais e passei a contá-los para meus filhos pequenos, incorporando minhas próprias experiências. 
Há pouco mais de vinte anos, comecei a registrar diálogos dos filhos e sobrinhos. Os textos ficaram guardados no computador até o nascimento dos meus netos, quando descobri que, além das histórias dos livros, eles pediam outras tendo os próprios pais como protagonistas. Nesse diálogo de gerações, surgiram novas narrativas, agora com a participação dos netos. Fiz uma proposta a minha sobrinha e artista plástica Andréa Pereira de Almeida para que criasse aquarelas para os textos. Assim surgiu Que história é essa, vovó? um livro para crianças e adultos, um encontro entre afeto e imaginação.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Tenho vários livros publicados. Crônicas Memórias, 2002 (Scortecci); Pauliceia Ignorada (Scortecci), 2005 – histórias reais de personagens anônimos da cidade de São Paulo. Sem Remetente, 2009 (Scortecci) prêmio de 2º lugar categoria romance no Concurso de Literatura UBE - RJ / 2010. O silêncio faz parte da resistência, 2012 (Intermeios Editora); Eu não sabia, 2016 (Chiado Editora). 
Que história é essa, vovó? é o primeiro livro para o público infantil.
Meu nome inteiro é Maria Antonieta Pereira de Almeida Figueiredo Mello, apelido Neta (nêta). Sou bacharel, licenciada e pós-graduada em História pela PUC-SP. Trabalhei como professora de História e Atualidades em escolas particulares e como voluntária em projetos ligados à educação. Trabalho com a memória, seja ela de um único personagem ou coletiva. 
Após a publicação, tenho um projeto para levar o livro para escolas, contar as histórias e mostrar que todo mundo pode escrever sua própria história ou relatos que ouviu em algum momento da vida.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A valorização da leitura precisa partir dos pais, dos avós ou de quem cuida das crianças. Ler para um bebê de dois ou três meses por dez minutos todos os dias, mostrando as figuras, dando entonação às palavras e nomes, é um passo para a formar o gosto pela leitura. Acalma a criança e cria vínculos com quem cuida. Eu me lembro de meus avós e pais contando histórias, dos meus filhos pequenos que pediam repetidas vezes os mesmos livros. Criar o hábito de leitura é dar ferramentas para a vida. Melhores condições da Educação e projetos de leitura em biblioteca, parques, ONGs deveriam ser incentivados pelas grandes editoras.
Não é fácil ser escritor no Brasil. Ainda mais para quem tem mais de 60 anos! 
Mandar originais para diversas editoras sem saber se serão lidos e avaliados; receber cartas-padrão de que a obra “não se encaixa no perfil editorial” da empresa. Ter que investir em pequenas tiragens por conta e risco. Deixar os livros em consignação em livrarias (muitas vezes sem receber depois de dois anos!). Essa é a realidade que os autores têm medo de contar. Aprendi a converter meus livros para e-book e coloquei na internet para vender. Banquei traduções que também estão à venda, com preços baixos, para que mais leitores tenham acesso. Em qualquer parte do mundo, escritores são valorizados, convidados para dar palestras. Precisamos mudar a mentalidade de que o escritor, no Brasil, é uma pessoa distante do povo, um intelectual que não conversa com seus leitores.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Em 2002, publiquei Crônicas Memórias pela Scortecci por indicação da Rebra – Rede de Escritoras Brasileiras – da qual faço parte.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Penso que todo livro merece ser lido. A leitura precisa ser agradável, não uma obrigação. A mensagem que o Que história é essa, vovó? procura passar é que todo mundo têm alguma história para contar. As memórias são importantes bases para a construção da individualidade, para a socialização e criação de vínculos.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Sansone Pereira - Autor de: SURPREENDER-SE

É o nome literário de Antonio Serafim Pereira, mestre (PUC-RS) e doutor em educação (Universidade de Santiago de Compostela, USC, Espanha.). Pós-doutor em Ciências Humanas e Sociais pela Universidade de Buenos Aires, Argentina. Docente pesquisador da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC/SC.






As poesias estão dispostas em seis temáticas: Viver, Tempo, Amores, Mulheres, Imaginando e Autoria.
A escolha dos temas e os poemas neles contidos não seguem lógica objetiva específica que possa, deva ou seja conveniente/pertinente revelar. A propósito, pensando que critérios formais guardam armadilhas classificatórias prévias, que podem tolher o olhar criativo e autônomo, preferi inspirar-me em Quintana (1948) para quem poesias devem ser espaços para se imaginar, inspirar-se, recriá-las, inventar novas e/ou representá-las de toda forma.


Olá Sansone. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Surpreender-se é um livro de poesias que marca minha estreia como poeta, em sua primeira obra individual no gênero. Uma obra que reúne 65 poemas, dispostos em seis seções temáticas, a saber: Viver, Tempo, Amores, Mulheres, Imaginando e Autoria. 
Os temas e sentidos básicos que compõem os versos dos poemas provêm de meus inspiradores cotidianos. As pessoas com as quais me relaciono ou me relacionei de alguma forma. Coautores imprescindíveis. Sem eles a poesia em mim e, obviamente, as poesias de Surpreender-se não existiriam. Minhas poesias surgem das coisas pensadas ou impensadas, das pessoas e lugares, os mais diversos, com os quais estou ou estive compromissado ou com eles posso não guardar compromisso algum. Considerando que poesias são espaços para imaginar, inspirar-se, recriá-las, inventar novas e/ou representa-las de toda forma, Surpreender-se não se destina a um público determinado, mas a todos que se interessam por poesia e se dispõem a diálogos suscetíveis de nos transportar para longe dos enquadramentos, que controlam nossas emoções e enrijecem nossos sentimentos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Disse no prólogo do livro – primeiro de outros – que me surpreende a condição de tornar-me poeta, que precisa ser relativizada. Na verdade, eu deveria ter dito que assumi a condição de aprendiz de poeta, que hoje convive com a minha condição de aprendiz de professor, assumida há muito mais tempo. Evidentemente, que aprendiz de professor é uma tarefa que exerço como profissão; aprendiz de poeta é distração. Ou como prefere Manuel Bandeira, libertação.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Como professor universitário, formador de professores, penso que devemos nos conscientizar de que a escola precisa ensinar a ler e escrever ao invés de restringir-se, muitas vezes, a informar. Desse modo, teríamos mais leitores e mais escritores, que poderiam viver com maior inteireza o seu ofício.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Cheguei à Scortecci pelas suas Antologias, nas quais publiquei poemas que constam de Surpreender-se.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Meu livro (meu?) merece ser lido porque os leitores podem surpreender-se ou serem surpreendidos, principalmente, se entenderem que a poesia não se presta a convites preestabelecidos e quiserem compartilhar comigo e com os demais a experiência de ser bem acolhido, não pela espera, mas pelo imprevisto.

Obrigado pela sua participação.
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