segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Entrevista com Black Cat - Autora de: O REI SALAMÊ MINGUÊ

Nome literário de Paula Vieira Bueno de Oliveira.
Nasceu em São Paulo e cresceu rodeada de livros. Como todo gato que se preza, adora passear, subir em árvores e encontrar seus amigos. Mas, o que ela gosta mesmo é de ficar quietinha no seu canto, ronronando e observando a noite pela janela. É nessa hora que surgem personagens, histórias e poemas que vão adentrando seus livros para chegar até você, querido leitor! Miau!

Quem disse que com poema não se brinca? Se brinca sim, e muito!
Este livro está recheado de poeminhas para brincar... Será que você consegue falar sem errar? Chame seus amigos e venham todos se divertir com o rei Salamê Minguê e a rainha de Sabá.








Olá Paula. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Então, O Rei Salamê Minguê – poeminhas de travar é um livro muito gostoso e divertido de ler. Nele você vai encontrar diversos trava-línguas, parlendas e versinhos. Nossa cultura é muito rica, temos um lindo arcabouço de lendas, histórias e poeminhas que fazem parte da tradição oral do nosso país e que fazem parte da nossa memória afetiva. Quem não se lembra do “serra, serra, serrador, serra o papo do vovô” ou "sou pequenino do tamanho de um botão...” foi a partir dessa bagagem cultural tão rica que veio a inspiração e a vontade de escrever esse livro. 
Eu acredito muito firmemente que esse livro se destina a todas as crianças, inclusive aos adultos que ainda possuem uma criança dentro de si. Mas indico especialmente para aquelas crianças em idade de aprender a ler e escrever, pois os trava-línguas e as parlendas têm um caráter lúdico de grande auxílio no processo de alfabetização: as rimas, a repetição das sílabas e letras fazem desse livro um instrumento rico e inspirador para pais e professores.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Na verdade esse é o meu segundo livro. Em 2011 eu lancei O Bode e Outros Contos, direcionado ao público jovem e adulto. Foi uma experiência incrível. O Rei Salamê Minguê é o meu primeiro livro infantil, e é muito bom e enriquecedor escrever para esse público. As crianças são um ótimo público leitor e espero em breve escrever novamente para elas.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Como eu disse acima, as crianças são um ótimo público leitor. Já tive a oportunidade, por diversas vezes, de observar grupos escolares em bibliotecas, eventos literários e saraus, e é nítido o encantamento com as histórias, seus personagens e mundos paralelos. Nas redes sociais vemos grupos e mais grupos de leitores, que se reúnem por causa de um determinado autor, ou livro, ou até mesmo um personagem. É claro que ainda há muito a se fazer na área da literatura aqui no Brasil, mas cabe a nós refletirmos e analisarmos os diversos fatores envolvidos nesse processo. Por exemplo, o apelo comercial: vamos pensar numa criança que todos os dias pela manhã assiste ao seu desenho animado preferido na tevê e, consequentemente fica exposta a todo tipo de propaganda. Qual o tipo de apelo comercial? Para quais produtos? Alguma propaganda de livro? Quanto espaço é dado para difusão da literatura ? Eu arrisco dizer que menos de 1%... isso sem falar de redes sociais, etc.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
A Scortecci é uma editora que sempre me passou segurança, pelo tempo que ela está consolidada no mercado, pela qualidade e pelo respeito com os escritores. Levei tudo isso em conta antes de enviar meu original. E fiquei extremamente satisfeita com o resultado, foram muito competentes e pontuais em todo o processo de feitura do meu livro que, diga-se de passagem, ficou lindo!

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
O Rei Salamê Minguê é um sopro de alegria. É um livro divertido que vai inspirar crianças e adultos. Para os meus queridos leitores eu deixo um grande abraço, agradeço por todo o carinho que tenho recebido, isso é muito gratificante! E quem quiser pode me seguir pelas redes sociais pra ficar por dentro das novidades!

Obrigado pela sua participação.
Leia Mais ►

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Entrevista com Mario Francisco Tomás - Autor de: VERSOS DIVERSOS

 Mario Francisco Tomás
É natural de Santo André (SP). Como agrimensor sua lida diária era com cálculos matemáticos, medições, etc. Aposentou-se e trocou os números pelas letras. Autodidata e apaixonado pelo idioma, tem a pretensão de escrever até o fim da vida.






Este livro nasceu da necessidade de colocar no papel minha experiência de vida. Para isso, usei a curiosidade para experimentar as mais variadas vertentes poéticas. Como não me prendo a nenhuma delas, sou livre para transitar entre o lirismo e a crítica social, por exemplo, sem maiores compromissos com a linguagem mais acadêmica e/ou rebuscada dos grandes poetas. 
Essa tendência ao primitivismo revela uma ingenuidade própria de alguém que descobriu a poesia somente aos sessenta anos. 
Por isso, o livro é uma mistura nada homogênea de sentimentos. Meu desejo é que ele possa encontrar leitores sintonizados com seu conteúdo.

Olá Mario. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro trata de materializar sentimentos ao longo dos anos. Comecei a escrever para preencher uma lacuna da alma e nunca pensei que isso daria um livro. O público alvo é aquele que gosta de poesia.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou aposentado há 23 anos, vivo longe das grandes cidades, divulgo o feng Shui através de consultoria e adoro os clássicos russos. Atualmente estou lendo Tolstoi. Meu segundo livro dará guarida a uma antiga paixão: crônica. Já vivi sete décadas e sei que o melhor para mim é dar um passo de cada vez.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acho que um escritor não deve ficar preso nesse dilema de um país onde pouco se lê. Até o ano 3000 tudo estará resolvido.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através da autora Maria Vaneide que também colabora com a editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Acho que sim. O meu e de tantos novos autores. Quem sabe não aparece uma revelação? Aos meus leitores desejo um 2019 repleto de livros.

Obrigado pela sua participação.
Leia Mais ►

Entrevista com Jamil Alves - Autor de: O ANJO MIGUEL

É jornalista e linguista. Nascido na capital paulista, seu interesse por Jornalismo iniciou-se bem cedo, quando começou a lecionar Relações Internacionais na extinta Unimarco. Depois de atuar em várias instituições, dentre elas a PUC de São Paulo, atualmente é professor na Universidade Paulista e colaborador da Revista Onda Latina, além de apresentar o programa de notícias J@1000 por Hora, na Rádio Redelinks, desde 2017. Mestre em Linguística Aplicada pela PUC/SP e licenciado em Letras pela USP, é também especialista nas línguas espanhola e inglesa, tendo participado de importantes congressos e cursos, no Brasil e no exterior, com trabalhos acadêmicos publicados sobre os meios de comunicação, especialmente jornais e televisão. O Anjo Miguel - crônicas da vida que insiste em dar certo é seu terceiro livro: em 2014, lançou o livro-reportagem O Saber que Transforma (Scortecci Editora) e, no ano seguinte, Os pronomes pessoais em espanhol e em português - um estudo contrastivo à luz da Linguística Sistêmico-Funcional (Novas Edições Acadêmicas).

Este livro de crônicas reúne algumas impressões sobre as casualidades da vida que pulsa, num suave encontro entre o Jornalismo, a Literatura e o cotidiano, “a vida ao rés do chão”. O Anjo Miguel é meu filho, nascido em 2014, inspiração para este livro e para a minha vida. 
Embora nem todos os textos falem de Miguel diretamente, ele está presente em tudo o que escrevo, em tudo o que sinto. Pensando nele, exponho minhas preocupações com a vida, com a saúde, com a idade, com a situação do país e do mundo, enfim, com o futuro em todos os seus aspectos. Assim, os textos que não são a respeito dele são para ele, ou por ele, ou com ele. Todos os textos são ele, de certa forma.
Cada texto pode e deve ser lido de maneira independente. O fio condutor de todos eles é a tentativa de olhar com lucidez e alguma doçura para as pequenas delícias da vida, os dissabores do dia a dia, as ilusões, os sonhos e as boas surpresas que surgem pelo caminho.

Olá Jamil. É um prazer contar, novamente, com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Meu livro reúne crônicas que retratam o cotidiano, desde assuntos políticos a deliciosas banalidades do dia a dia.
Resolvi escrever este livro depois que me tornei pai, em 2014. Meu filho, obviamente, chama-se Miguel, e meu livro é destinado a todos aqueles que gostam de literatura e de jornalismo/atualidades.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou Jornalista e mestre em Linguística Aplicada. Para os próximos meses, meu projeto é iniciar o doutorado na área de Comunicação Social.
Este já é meu terceiro livro. O primeiro, de 2014, é o livro-reportagem "O saber que transforma"; no ano seguinte, lancei Os pronomes pessoais em espanhol e em português, uma análise à luz da Linguística Sistêmico-Funcional, pela NEA Editora. Além disso, já tenho outros dois livros finalizados, que publicarei em breve.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acho que o escritor escreve, primeiramente, porque gosta de escrever e porque sente necessidade. É uma pena as pessoas lerem tão pouco no país, mas não podemos pensar nisso na hora de escrever, porque, se não, o livro não sai.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
A Scortecci é uma editora conhecida e eu já havia publicado com a Scortecci antes.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
O meu livro merece ser lido porque apresenta um texto fácil, gostoso, assuntos importantes (uns mais leves, outros menos, mas todos buscando algo de positivo).
Como o livro é composto de várias crônicas, que devem ser lidas de forma independente, o livro pode ser lido aos poucos, como uma leitura de cabeceira que acompanhará o leitor e o levará a importantes reflexões.

Obrigado pela sua participação.
Leia Mais ►

Entrevista com Nilcia de Andrade Oliveira V. Nunes - Autora de: ROBINHO - Do Campo Para a Cidade

Nilcia de Andrade Oliveira V. Nunes
Professora na empresa Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal e coordenadora na empresa Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal
Estudou na instituição de ensino Faculdade Montenegro e Universidade Estadual de Goiás
Anterior: Tecumseh Junior – Senior High School
Mora em Brasília e é de Itabuna




No caso deste livro que tenho a honra de prefaciar, o leitor poderá se deliciar com o cotidiano da sala de aula e de um aluno muito especial, descritos por um olhar da Pedagogia culturalmente sensível em forma de versos rimados. É o universo do cotidiano das salas de aulas levado para o mundo da literatura....

Paula Cobucci









Olá Nilcia. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro diz respeito a realidade vivida por professores e alunos no cotidiano escolar sendo elas: a dificuldade de aprendizagem, indisciplina, inclusão, valores a serem cultivados, entre outras questões existentes que impossibilitam maiores êxitos no contexto ensino/aprendizagem. Ao estudar psicopedagogia e atuar com a pedagogia do afeto, percebi que poderia fazer algo maior dentro de sala de aula. Com um olhar diferenciado e procurando criar vínculos de afeto, obtive excelentes resultados como: a conquista da aquisição da escrita, a melhoria da autoestima, o gosto pelo estudo... Assim, decidi escrever todas essas experiências positivas e transformei-as em poemas de versos rimados.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?Penso que este livro servirá de exemplo para que outros alcancem os mesmos resultados positivos dentro de sala de aula. Tenho outras lindas histórias que as guardo com imenso carinho e procuro editá-las.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Penso que esse fator é muito negativo e precisa ser estimulado por nós educadores, o governo e as editoras. Quem gosta de ler, passa isso adiante servindo de exemplo aos filhos e aos mais próximos. 

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através da internet, buscando editoras.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim.  A realidade vivida pelo personagem do livro é comum no Brasil. Inúmeras pessoas mudam constantemente em busca por melhoria da qualidade de vida. Acolher essas pessoas principalmente as crianças que chegam às escolas com dificuldade de aprendizagem ou de convivência é fator primordial de um bom educador.

Obrigado pela sua participação.
Leia Mais ►

domingo, 3 de fevereiro de 2019

Entrevista com Eliane de Jesus Honório - Autora de: ANJINHO CHUVISCO

É: Desenhista; Escritora; Bonequeira; Fotógrafa, Professora e Artista Plástica premiada em diversos salões de Arte do país com participação em anuários de Arte brasileiros e do exterior (com o codinome EJEHOS). Lançou pela Scortecci 11 livros, entre coletivos e individuais (6 individuais) - A BELA AMORTECIDANOVELA DA ALFABETIZAÇÃOPOEMAS E CONTOS DE ÉLLEN LOUISEA MENINA QUE NÃO QUERIA SER GENTEA MENINA QUE NÃO GOSTAVA DE ANIMAIS.
Leciona para o ensino fundamental 1 onde se inspira a escrever seus livros, no entanto, possui ainda, 44 títulos inéditos (só poesia tem torno de 3000, pois escreve desde os 8 anos e isso é constante em sua vida), entre Contos e poemas; Aventuras; HQs; fábulas; é uma pessoa que está em constante observação das pessoas e animais, transformando em livros e pinturas inéditas as histórias a sua volta.Atualmente leciona Arte e Literatura Infantil. Trabalha com projetos e pretende lançar uma obra para professores de Arte com dicas e técnicas próprias.

Aventura, comédia, estão juntas nesta história sobre um menino peralta e seu anjo da guarda.
Sabem aquelas crianças que dão muito trabalho pra todo mundo porque são muito peraltas? Chuvisco é o anjo de uma delas, descubra o sufoco que ele passa lendo este livro que traz de modo lúdico as aventuras de um anjo e um menino.


Olá Eliane. É um prazer contar, novamente, com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro “Anjinho Chuvisco” trata de uma forma lúdica os perigos que sofremos quando não seguimos regras, o que hipoteticamente pode acontecer de uma forma engraçada e preventiva. A ideia de escreve-lo surgiu na sala de aula quando trabalhava sobre acidentes de trânsito e perigos de acidentes infantis.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Esse é meu sexto livro individual, mas já participei de 4 coletivos, também com a Scortecci. Em meus projetos tenho ainda 44 títulos inéditos a serem publicados que envolvem: Contos, crônicas; poemas; fábulas; HQs; e outros, não são todos direcionados a crianças, tenho textos direcionados a adolescentes, como sagas e a adultos como crônicas e poemas e ainda estou no trabalho de um livro de Arte para professores onde estou pesquisando as maiores necessidades desse público dentro do título que estou escrevendo. Livros são como filhos, a gente tem responsabilidade no que escreve, cada ilustração é um atrativo para o público alvo e invisto em cursos de ilustrador. Meu sonho literário é ganhar um prêmio importante na área, mas não é algo que me faz perder o sono, se acontecer será um marco para mim, se não acontecer, continuarei escrevendo por hobby pois amo escrever e desenhar. Além do livro para professores tenho um livro pronto que trata a questão da inclusão.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Viver como escritor aqui é quase uma utopia, leitura não é valorizada, vivemos em um país onde poucos leem as estrelinhas de um texto. Escritor aqui só os que conseguem destaque como os já consagrados, mas o sol nasceu para todos, se olharmos os pontos negativos da vida, nem saímos de casa. Dificuldades nunca me impediram de fazer o que gosto.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Já fazem 8 anos que estou publicando livros com a Scortecci.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, meu livro merece ser lido, procuro sempre tratar os assuntos pelo lado cômico, mesmo se é um tema mais pesado. O “Anjinho Chuvisco” é engraçado, sua linguagem é para crianças menores assim como: “A Bela Amortecida” que também fiz comédia, porém para adolescentes, livro anterior a este. Assim também são e os demais que escrevi, a vida já é muito chata, precisamos rir um pouco, é uma linguagem infantil, para crianças pequenas; meus livros sempre podem ser trabalhados pelos professores e lido pelos pais. O “Anjinho Chuvisco” é um livro para cabeceira das camas das crianças, esse não coloquei questões de sugestões para professores, deixei livre para uma leitura por prazer, mas explorar o livro é fácil e ler o livro apenas para conhecer a história também é muito interessante pois a história tem rumos criativos. Por isso, boa leitura, quem não lê se torna um ser apático aos sonhos e a possibilidade de vivenciar o mundo da imaginação.

Obrigado pela sua participação.
Leia Mais ►

Entrevista com Maria de Fátima Sobral - Autora de: O TEMPO

Nome literário de Maria de Fátima Sobral Camilo Ferreira, nasceu em Portugal. Veio para o Brasil ainda criança, onde estudou e se formou professora. Naturalizou-se brasileira, lecionou em escolas do Estado de São Paulo, casou-se, teve 5 filhos e 4 netos. Hoje aposentada, escreve poesias.






O livro possui conteúdo poético de cunho religioso e familiar, temas referentes à natureza e ao comportamento humano.
São poesias espontâneas e de ficção, onde a autora exprime seus sentimentos e pensamentos mais profundos.
Dedicados ao leitor para apreciação, informação e até evangelização.







Olá Maria de Fátima. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
É um livro de poesias,com temas diversos: Deus, natureza, sentimentos e até um pouco de ficção.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
É o quarto livro e muito mais que um sonho. Algo que nunca imaginei conseguir.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É muito triste e decepcionante ver que as pessoas não gostam de ler e mais triste ainda ver livrarias fechando por falta de clientes. O escritor não sobrevive com a venda dos seus livros.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Foi a minha filha Rita de Cássia que pesquisou e me incentivou a publicar os meus singelos poemas.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Eu me proponho a levar a todas as faixas etárias, mensagens de amor,paz e solidariedade e até me arrisco a evangelizar o maior número de almas possível.

Obrigado pela sua participação.
Leia Mais ►

Entrevista com Carla Leal - Autora de: O SHOW DO ALFABETO

Carla Leal
Nasceu em Macaé/RJ, é casada, mãe de duas filhas e estudante de pedagogia.
Suas obras se originam na paixão pelos livros e pelas crianças.
Autora também do livro infantil: DIZ PRA GENTE: O QUE TE DEIXA CONTENTE? 



O show do Alfabeto
As letrinhas do alfabeto resolveram fazer um show, e o público o teatro lotou.
Elas são muito animadas e se apresentam agitadas!
Corra pra não perder, o alfabeto você vai conhecer.





Olá Carla. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O show do Alfabeto é um livro de apoio a alfabetização e o letramento. As letrinhas fazem um show de forma lúdica e divertida. Cada letra se apresenta de maneira diferente, despertando a curiosidade e a imaginação da criança.
O livro faz parte de um projeto apresentado na faculdade, onde curso Pedagogia. O tema surgiu numa brincadeira com a minha filha de 3 anos.
Se destina a profissionais da educação e pais ou responsáveis que têm o objetivo de contribuir na educação e formação das crianças.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sempre tive o desejo de escrever um livro, mas postergava, talvez por receio de não ser bem aceito.
Logo que escrevi o primeiro, surgiu a ideia do segundo e para a minha surpresa, o feedback tem sido bem positivo. 
Já está surgindo o terceiro e se Deus quiser, muitos ainda virão.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Ser escritor no Brasil é um grande desafio, mas não podemos desistir. É um trabalho de formiguinha, mas creio que aos poucos mudaremos essa realidade. Precisamos criar projetos, abrir frentes, abraçar a causa e acima de tudo, nos unir.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Pela Internet.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, pois o livro tem como proposta não só uma simples leitura, mas uma ferramenta para mudar o retrato do nosso país, onde o índice de analfabetismo é alto e o de leitores é baixo.
Desejo que esse livro seja um instrumento de grandes mudanças. 
Que os profissionais tenham ele como um grande aliado no processo de alfabetização e letramento e que os pais ou responsáveis fortaleçam os laços afetivos e encontrem nele um estímulo para guiar as crianças no caminho da leitura e escrita.

Obrigado pela sua participação.
Leia Mais ►

Entrevista com César Pavezzi - Autor de: ÓRFÃOS MODELOS

Nome literário de Fernando César Ferreira.
Sempre gostei muito das palavras e o desafio que elas podiam representar para mim, como estudante e como curioso da mágica de inventar sentidos, ávido pelos arranjos e jogos possíveis proporcionados pela leitura literária, minha grande paixão. Comecei a escrever na adolescência e cedo percebi que não conseguiria me expressar como poeta. Contar histórias, pequenas ou grandes, cabia melhor nas minhas pretensões de amador e amante da ficção. Lia clássicos da literatura mundial e brasileira, aventuras, viagens, invenções, descobertas, batalhas e dramas de personagens, não só do meu tamanho, mas também de grande estatura. Esse caldeirão de estilos e expressões diversificados me ajudou a estabelecer um caminho na minha jornada de pretenso autor. Gosto de contar histórias curtas, onde o narrador tem o controle, com poucos diálogos e muito espaço para o leitor dar de cara com nossa realidade. Essa realidade que ora nos cobra reflexões existenciais nem sempre coerentes com o que está posto, ora nos alegra com a simplicidade de gestos e atitudes, saborosos como uma xícara de café na varanda, ao ocaso.

Conta a história de uma equipe de profissionais que resolvem transformar a vida de jovens carentes e órfãos através de uma oportunidade de trabalho sério numa agência de modelos para moda e vestuário masculino. Mais do que discutir ou expor questões de estética ou a rotina da agência, a proposta é mostrar como os rapazes da House Models foram encontrados pela equipe de Lobueno e a mudança da situação em que se encontravam. A narrativa é jovem, com uma linguagem leve e objetiva, bem ao gosto dos jovens leitores, que, com certeza, vão se identificar com as soluções do autor e com os desfechos positivos para o destino de cada modelo profissional formado pela casa.

Olá César. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Trata da criação e movimentação de uma agência de modelos, cujos personagens se relacionam em função de um grande projeto social, aliado ao negócio de moda e estética. Pensar o livro foi a partir de leituras, informações e conversas sobre assuntos relacionado ao ramo de moda e agências. É um texto para jovens, com linguagem e discursos objetivos, e soluções rápidas para as situações dentro da trama.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou escritor amador, formado em Letras e professor de literatura e análise de textos. Não tinha e nem tenho a pretensão de me tornar um grande profissional, apenas desejo mostrar algumas ideias e contar boas histórias a leitores jovens. Ainda possuo alguns originais em arquivo que, se houver patrocínio, talvez publique nos próximos meses.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
São os dois fatores que ajudam a naufragar com vários projetos e com a criatividade de gente talentosa e expressiva. Sei bem o que a desvalorização e o menosprezo pela cultura literária podem provocar, já que leciono para adolescentes. Mas acredito ser necessário continuar estimulando, influenciando e divulgando o gosto e o hábito dessas práticas.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através da Internet, e fui influenciado também pela oportunidade que oferecem aos novos autores.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Merece ser lido pelas questões que expus na primeira pergunta, por ser fácil e cômodo de entender, e pela proposta de juntar um negócio com uma iniciativa social válida. E que fique registrado como mensagem, aquilo que o narrado Lobueno coloca no último capítulo do livro.

Obrigado pela sua participação.
Leia Mais ►