domingo, 3 de fevereiro de 2019

Entrevista com Eliane de Jesus Honório - Autora de: ANJINHO CHUVISCO

É: Desenhista; Escritora; Bonequeira; Fotógrafa, Professora e Artista Plástica premiada em diversos salões de Arte do país com participação em anuários de Arte brasileiros e do exterior (com o codinome EJEHOS). Lançou pela Scortecci 11 livros, entre coletivos e individuais (6 individuais) - A BELA AMORTECIDANOVELA DA ALFABETIZAÇÃOPOEMAS E CONTOS DE ÉLLEN LOUISEA MENINA QUE NÃO QUERIA SER GENTEA MENINA QUE NÃO GOSTAVA DE ANIMAIS.
Leciona para o ensino fundamental 1 onde se inspira a escrever seus livros, no entanto, possui ainda, 44 títulos inéditos (só poesia tem torno de 3000, pois escreve desde os 8 anos e isso é constante em sua vida), entre Contos e poemas; Aventuras; HQs; fábulas; é uma pessoa que está em constante observação das pessoas e animais, transformando em livros e pinturas inéditas as histórias a sua volta.Atualmente leciona Arte e Literatura Infantil. Trabalha com projetos e pretende lançar uma obra para professores de Arte com dicas e técnicas próprias.

Aventura, comédia, estão juntas nesta história sobre um menino peralta e seu anjo da guarda.
Sabem aquelas crianças que dão muito trabalho pra todo mundo porque são muito peraltas? Chuvisco é o anjo de uma delas, descubra o sufoco que ele passa lendo este livro que traz de modo lúdico as aventuras de um anjo e um menino.


Olá Eliane. É um prazer contar, novamente, com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro “Anjinho Chuvisco” trata de uma forma lúdica os perigos que sofremos quando não seguimos regras, o que hipoteticamente pode acontecer de uma forma engraçada e preventiva. A ideia de escreve-lo surgiu na sala de aula quando trabalhava sobre acidentes de trânsito e perigos de acidentes infantis.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Esse é meu sexto livro individual, mas já participei de 4 coletivos, também com a Scortecci. Em meus projetos tenho ainda 44 títulos inéditos a serem publicados que envolvem: Contos, crônicas; poemas; fábulas; HQs; e outros, não são todos direcionados a crianças, tenho textos direcionados a adolescentes, como sagas e a adultos como crônicas e poemas e ainda estou no trabalho de um livro de Arte para professores onde estou pesquisando as maiores necessidades desse público dentro do título que estou escrevendo. Livros são como filhos, a gente tem responsabilidade no que escreve, cada ilustração é um atrativo para o público alvo e invisto em cursos de ilustrador. Meu sonho literário é ganhar um prêmio importante na área, mas não é algo que me faz perder o sono, se acontecer será um marco para mim, se não acontecer, continuarei escrevendo por hobby pois amo escrever e desenhar. Além do livro para professores tenho um livro pronto que trata a questão da inclusão.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Viver como escritor aqui é quase uma utopia, leitura não é valorizada, vivemos em um país onde poucos leem as estrelinhas de um texto. Escritor aqui só os que conseguem destaque como os já consagrados, mas o sol nasceu para todos, se olharmos os pontos negativos da vida, nem saímos de casa. Dificuldades nunca me impediram de fazer o que gosto.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Já fazem 8 anos que estou publicando livros com a Scortecci.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, meu livro merece ser lido, procuro sempre tratar os assuntos pelo lado cômico, mesmo se é um tema mais pesado. O “Anjinho Chuvisco” é engraçado, sua linguagem é para crianças menores assim como: “A Bela Amortecida” que também fiz comédia, porém para adolescentes, livro anterior a este. Assim também são e os demais que escrevi, a vida já é muito chata, precisamos rir um pouco, é uma linguagem infantil, para crianças pequenas; meus livros sempre podem ser trabalhados pelos professores e lido pelos pais. O “Anjinho Chuvisco” é um livro para cabeceira das camas das crianças, esse não coloquei questões de sugestões para professores, deixei livre para uma leitura por prazer, mas explorar o livro é fácil e ler o livro apenas para conhecer a história também é muito interessante pois a história tem rumos criativos. Por isso, boa leitura, quem não lê se torna um ser apático aos sonhos e a possibilidade de vivenciar o mundo da imaginação.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Maria de Fátima Sobral - Autora de: O TEMPO

Nome literário de Maria de Fátima Sobral Camilo Ferreira, nasceu em Portugal. Veio para o Brasil ainda criança, onde estudou e se formou professora. Naturalizou-se brasileira, lecionou em escolas do Estado de São Paulo, casou-se, teve 5 filhos e 4 netos. Hoje aposentada, escreve poesias.






O livro possui conteúdo poético de cunho religioso e familiar, temas referentes à natureza e ao comportamento humano.
São poesias espontâneas e de ficção, onde a autora exprime seus sentimentos e pensamentos mais profundos.
Dedicados ao leitor para apreciação, informação e até evangelização.







Olá Maria de Fátima. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
É um livro de poesias,com temas diversos: Deus, natureza, sentimentos e até um pouco de ficção.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
É o quarto livro e muito mais que um sonho. Algo que nunca imaginei conseguir.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É muito triste e decepcionante ver que as pessoas não gostam de ler e mais triste ainda ver livrarias fechando por falta de clientes. O escritor não sobrevive com a venda dos seus livros.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Foi a minha filha Rita de Cássia que pesquisou e me incentivou a publicar os meus singelos poemas.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Eu me proponho a levar a todas as faixas etárias, mensagens de amor,paz e solidariedade e até me arrisco a evangelizar o maior número de almas possível.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Carla Leal - Autora de: O SHOW DO ALFABETO

Carla Leal
Nasceu em Macaé/RJ, é casada, mãe de duas filhas e estudante de pedagogia.
Suas obras se originam na paixão pelos livros e pelas crianças.
Autora também do livro infantil: DIZ PRA GENTE: O QUE TE DEIXA CONTENTE? 



O show do Alfabeto
As letrinhas do alfabeto resolveram fazer um show, e o público o teatro lotou.
Elas são muito animadas e se apresentam agitadas!
Corra pra não perder, o alfabeto você vai conhecer.





Olá Carla. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O show do Alfabeto é um livro de apoio a alfabetização e o letramento. As letrinhas fazem um show de forma lúdica e divertida. Cada letra se apresenta de maneira diferente, despertando a curiosidade e a imaginação da criança.
O livro faz parte de um projeto apresentado na faculdade, onde curso Pedagogia. O tema surgiu numa brincadeira com a minha filha de 3 anos.
Se destina a profissionais da educação e pais ou responsáveis que têm o objetivo de contribuir na educação e formação das crianças.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sempre tive o desejo de escrever um livro, mas postergava, talvez por receio de não ser bem aceito.
Logo que escrevi o primeiro, surgiu a ideia do segundo e para a minha surpresa, o feedback tem sido bem positivo. 
Já está surgindo o terceiro e se Deus quiser, muitos ainda virão.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Ser escritor no Brasil é um grande desafio, mas não podemos desistir. É um trabalho de formiguinha, mas creio que aos poucos mudaremos essa realidade. Precisamos criar projetos, abrir frentes, abraçar a causa e acima de tudo, nos unir.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Pela Internet.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, pois o livro tem como proposta não só uma simples leitura, mas uma ferramenta para mudar o retrato do nosso país, onde o índice de analfabetismo é alto e o de leitores é baixo.
Desejo que esse livro seja um instrumento de grandes mudanças. 
Que os profissionais tenham ele como um grande aliado no processo de alfabetização e letramento e que os pais ou responsáveis fortaleçam os laços afetivos e encontrem nele um estímulo para guiar as crianças no caminho da leitura e escrita.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com César Pavezzi - Autor de: ÓRFÃOS MODELOS

Nome literário de Fernando César Ferreira.
Sempre gostei muito das palavras e o desafio que elas podiam representar para mim, como estudante e como curioso da mágica de inventar sentidos, ávido pelos arranjos e jogos possíveis proporcionados pela leitura literária, minha grande paixão. Comecei a escrever na adolescência e cedo percebi que não conseguiria me expressar como poeta. Contar histórias, pequenas ou grandes, cabia melhor nas minhas pretensões de amador e amante da ficção. Lia clássicos da literatura mundial e brasileira, aventuras, viagens, invenções, descobertas, batalhas e dramas de personagens, não só do meu tamanho, mas também de grande estatura. Esse caldeirão de estilos e expressões diversificados me ajudou a estabelecer um caminho na minha jornada de pretenso autor. Gosto de contar histórias curtas, onde o narrador tem o controle, com poucos diálogos e muito espaço para o leitor dar de cara com nossa realidade. Essa realidade que ora nos cobra reflexões existenciais nem sempre coerentes com o que está posto, ora nos alegra com a simplicidade de gestos e atitudes, saborosos como uma xícara de café na varanda, ao ocaso.

Conta a história de uma equipe de profissionais que resolvem transformar a vida de jovens carentes e órfãos através de uma oportunidade de trabalho sério numa agência de modelos para moda e vestuário masculino. Mais do que discutir ou expor questões de estética ou a rotina da agência, a proposta é mostrar como os rapazes da House Models foram encontrados pela equipe de Lobueno e a mudança da situação em que se encontravam. A narrativa é jovem, com uma linguagem leve e objetiva, bem ao gosto dos jovens leitores, que, com certeza, vão se identificar com as soluções do autor e com os desfechos positivos para o destino de cada modelo profissional formado pela casa.

Olá César. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Trata da criação e movimentação de uma agência de modelos, cujos personagens se relacionam em função de um grande projeto social, aliado ao negócio de moda e estética. Pensar o livro foi a partir de leituras, informações e conversas sobre assuntos relacionado ao ramo de moda e agências. É um texto para jovens, com linguagem e discursos objetivos, e soluções rápidas para as situações dentro da trama.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou escritor amador, formado em Letras e professor de literatura e análise de textos. Não tinha e nem tenho a pretensão de me tornar um grande profissional, apenas desejo mostrar algumas ideias e contar boas histórias a leitores jovens. Ainda possuo alguns originais em arquivo que, se houver patrocínio, talvez publique nos próximos meses.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
São os dois fatores que ajudam a naufragar com vários projetos e com a criatividade de gente talentosa e expressiva. Sei bem o que a desvalorização e o menosprezo pela cultura literária podem provocar, já que leciono para adolescentes. Mas acredito ser necessário continuar estimulando, influenciando e divulgando o gosto e o hábito dessas práticas.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através da Internet, e fui influenciado também pela oportunidade que oferecem aos novos autores.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Merece ser lido pelas questões que expus na primeira pergunta, por ser fácil e cômodo de entender, e pela proposta de juntar um negócio com uma iniciativa social válida. E que fique registrado como mensagem, aquilo que o narrado Lobueno coloca no último capítulo do livro.

Obrigado pela sua participação.
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