domingo, 8 de novembro de 2020

Entrevista com Genival E. de Souza - Autor de: MERCADO IMOBILIÁRIO

Genival E. de Souza

Nome literário de Genival Evangelista de Souza.
É Doutorando (USCS), Mestre (USCS) e Bacharel em Administração (UNG), Pós-Graduado em Engenharia de Software(USJT), MBA em Marketing e Vendas(FMU), professor de disciplinas de planejamento estratégico, empreendedorismo, marketing e metodologia científica. Atuou como professor e coordenador do Curso de Administração da FMU de jan/2005 até out/2017. Foi professor da Fatec (Centro Paula Souza) no Curso de Gestão Comercial (Presencial e EAD) de jan/2014 até dez/2015. Administrador e representante do CRA-SP (Conselho Regional de Administração de São Paulo), diretor fundador da empresa de Consultoria Soft-Imóveis Informática desde 1993. Tem 3 livros publicados: Mercado Imobiliário - Fatores que influenciam decisão de compra de imóveis, Empreendedorismo: Uma Perspectiva Multidisciplinar e Manual do Trabalho Acadêmico-Científico: Planejar, elaborar e apresentar.

Fatores que influenciam decisão de imóveis

Tradicionalmente é mais fácil desenvolver estratégias para influenciar os consumidores depois que entendemos por que as pessoas compram certos produtos ou marcas. Consumidores apenas vão querer pagar por produtos e serviços que satisfaçam as suas necessidades, isso não ocorre se a empresa não entender completamente como os compradores consomem ou usam um produto em particular. São Paulo tem uma posição geográfica de destaque, bastante privilegiada, a cidade destaca-se por ser um grande local de oportunidades para o crescimento do mercado de habitação. Neste livro destacamos a importância de ideias serem debatidas com vários profissionais do mercado imobiliário, como empresas intermediadoras, construtoras, imobiliárias, corretores de imóveis autônomos, engenheiros civis e arquitetos, para uma melhor reflexão e sucesso do negócio. Como o objetivo deste trabalho visa aumentar o conhecimento sobre o processo de decisão de compra, o estudo relaciona vários fatores e atributos que influenciam a decisão de compra de imóveis residenciais, do tipo apartamento na Cidade de São Paulo através de pesquisa exploratória. O trabalho apresenta estudos sobre a preocupação com o verde e o meio ambiente, normas e questões socioambientais. Empreendimentos sustentáveis que possibilitem mecanismos de reúso de água, novos produtos para economizar energia, torneiras e descargas automáticas para economia de água devem ser preocupação do empresário da construção do futuro, uma exigência do mercado. As pessoas já se preocupam com questões relacionadas ao respeito à ecologia e “qualidade de vida”. Reduzir madeiras na construção civil e, no caso de utilização, priorizar o uso de madeira ecológica, de reflorestamento; reaproveitamento de materiais diversos como entulho; redução de energia; ferros; coleta seletiva de lixo nos edifícios, pilhas, baterias e outros materiais extremamente danosos ao meio ambiente. Decorre disto o fato de que cada empreendimento apresenta características únicas quanto à localização, as quais configuram sua acessibilidade, infraestrutura e vizinhança. É através destas características que o consumidor de apartamentos residenciais vai fazer distinção em sua decisão de compra. É um livro recomendado tanto para profissionais do mercado imobiliário, quanto para qualquer consumidor que pretende comprar ou participar de algum tipo de decisão de compra de imóvel. O livro também pode ser considerado uma importante fonte de pesquisa para estudiosos e pesquisadores interessados em estudos voltados para o mercado imobiliário habitacional e comportamento do consumidor.

Olá Genival. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Tudo que o consumidor compra e usa é sempre fruto de um processo decisório. Este processo passa por vários estágios ou momentos que revelam o comportamento dos consumidores quando buscam atender suas necessidades. Neste sentido o livro apresenta estudos como pessoas tomam decisões para a escolha de um imóvel, seja pela venda, locação, compra ou investimento.
A ideia surgiu a partir de minha dissertação de mestrado, é um livro recomendado tanto para profissionais do mercado imobiliário como para qualquer consumidor que pretende comprar ou vai participar de algum tipo de decisão de compra de imóvel. O livro também pode ser considerado uma importante fonte de pesquisa para estudiosos e pesquisadores interessados em estudos voltados para o mercado imobiliário habitacional e comportamento do consumidor.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou Mestre e Bacharel em Administração, Pós-Graduado em Engenharia de Software, tenho MBA em Marketing e Vendas, professor em disciplinas de Planejamento Estratégico, Empreendedorismo, Marketing e Metodologia Científica, Administrador e Representante do CRA-SP (Conselho Regional de Administração de São Paulo) com experiência em treinamento de pessoas há mais de 27 anos, sócio fundador da empresa de software Soft-Imóveis Informática desde 1993.
Foi o primeiro livro, que tive o privilégio de lançar na Bienal do Livro em São Paulo em 2012 junto com a Scortecci
Depois dele, mais 2 livros publicados: MANUAL DO TRABALHO ACADÊMICO CIENTÍFICO e outro de Empreendedorismo, e já estou escrevendo outras produções.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Tudo começa com educação, precisamos de políticas públicas que incentivem as pessoas a escreverem e adquirir mais livros, a isenção de impostos seria uma estratégia valorização da educação e dos professores.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Fiz um curso de sábado sobre como escrever e se tornar um autor na Editora Scortecci, foi o que me impulsionou a realizar este sonho.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Neste livro destaquei a importância das ideias discutidas e fundamentadas de profissionais do mercado imobiliário como construtoras, imobiliárias, empresas intermediárias, corretores de imóveis e consumidores. Há estudos apresentados relacionados com questões de normas socioambientais, com isso permitindo que o consumidor de que deseja decidir-se pela compra, venda, locação ou investimento, possa considerar outros atributos e características para sua decisão.

Obrigado pela sua participação.
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sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Entrevista com Paulo Mauá - Autor de: DICIONÁRIO DE COLETIVOS DO TIO MENELAU

É escritor, músico, engenheiro e educador, mora em Santos - SP, casado e pai de duas moças lindas. Autor dos livros infantojuvenis O CIRCO PANAPANÁ e A ORQUESTRA PANAPANÁ e do livro acadêmico ENSINO DE MÚSICA PARA CEGOS SEM BRAILE: DESAFIO OU LOUCURA? Coordena o projeto Música Transformando Vidas – PROMUVI para pessoas com deficiência visual desde 2009. Faz parte da UBE, participa de bienais, ganhou prêmios de contos e poesia, realiza oficinas e palestras de literatura no Brasil e na Europa, mas o que mais gosta: estar com os seus leitores em qualquer lugar que seja para ouvir as histórias de cada um deles, sem pressa alguma.

O que o porco foi fazer na pescaria? Qual a diferença de esquadra e esquadrilha? O livro é de fato um dicionário de coletivos, de A à Z, com páginas coloridas e totalmente ilustrado. Cada uma das letras traz um respectivo coletivo em poesia para introduzir o leitor infantojuvenil nos coletivos através de versos. O dicionário de coletivo é citado no livro O CIRCO PANAPANÁ em forma de presente que a personagem Beatriz ganha do tio Menelau e com isso, desencadeia a descoberta das palavras pela protagonista e a trama do livro rumo ao circo.

Olá Paulo. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O DICIONÁRIO DE COLETIVOS DO TIO MENELAU foi citado no meu primeiro livro infanto-juvenil, O CIRCO PANAPANÁ, quando a protagonista Beatriz ganha do tio Menelau, um dicionário de coletivos em vez de uma boneca ou um jogo e desencadeia toda a trama do livro. Desde à época, procurava no mercado um dicionário de coletivos e não encontrava. Mas fui escrevendo outros textos e deixei o projeto de lado. Conversando com a Maria Esther da Scortecci Editora no final de 2019 sobre as ideias que tinha para livros focados no público infanto-juvenil, ela gostou e em menos de um mês escrevi o livro em versos, ou seja, cada coletivo apresentado, de A à Z, possui um poema: arquipélago, esquadrilha, vara e lógico, panapaná.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Não é o meu primeiro livro. Participei de uma antologia de contos em 2002 que foi lançado na Bienal do mesmo ano por outra editora e desde então não parei de escrever e publicar contos e poemas, com premiações diversas. Meu primeiro livro infantil foi O CIRCO PANAPANÁ, de 2014, com venda de 1000 exemplares da primeira edição já esgotados e do livro A ORQUESTRA PANAPANÁ, de 2016, também já esgotado. Depois do DICIONÁRIO, já estamos em parceria com a Scortecci nos livros A LENDA DE UANÁ E UAÇÁ, A CASINHA DAS VOGAIS e O CASTELO PANAPANÁ, tudo ainda para o semestre de 2020.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A cultura brasileira é desvalorizada, inclusive a literatura. O que nos motiva, escritores, o que nos leva a escrever uma frase, uma página, um verso solto, é a vontade de expor o interior possível que existe em cada um e que o leitor se emocione e se entusiasme. Assim, aquele momento ficará registrado, documentado, por um instante ou pela eternidade, pois a história foi feita pelos registros escritos e assim sempre será.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Conheço a Scortecci Editora desde a Escola do Escritor que fiz sobre literatura infantil com Ricardo Ramos Filho e a partir deste contato, conheci os queridos João Scortecci e Maria Esther, que sempre me receberam com muito carinho. Publiquei contos na antologia de 2010 (Bienal do mesmo ano) e agora trago o DICIONÁRIO para dentro da Scortecci, o primeiro de vários projetos literários que realizarei em parceria com a Scortecci, onde sou acolhido com carinho e profissionalismo.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Eu sou suspeito, mas com certeza merece ser lido, pois é uma obra inédita no país. Não existe um dicionário de coletivos, ainda mais ilustrado e em versos. Procurei tal exemplar quando escrevei O CIRCO PANAPANÁ e não o encontrei. Espero que os leitores gostem, entrem em contato, sugiram outros coletivos para o próximo dicionário e se encantem com as belíssimas ilustrações de Paloma Dalbon. Adoro falar com os leitores e visitar as escolas em oficinas e contatos com autor. Isso não tem preço para o escritor.

Obrigado pela sua participação.
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sábado, 17 de outubro de 2020

Entrevista com Pedro F. Toledo - Autor de: O REFLEXO DE PERSEUS

É engenheiro, nasceu e reside no Rio de Janeiro. Escrever sempre foi uma de suas paixões. Na infância, aos dez anos, escreveu o enredo de um episódio para um seriado, que foi ao ar na Rádio Nacional. Na juventude rabiscou algumas novelas policiais que não publicou e uma peça de teatro que foi encenada em um festival de teatro amador. Durante os 36 anos de vida profissional, dedicou-se somente à redação de documentos técnicos.
Em 2006 voltou às origens e lançou o livro “A Teia do Caracol” e em 2008, “O Efeito Antuérpia”, ambos em parceria com Marcio F. Kneipp. Posteriormente, em 2013, publicou “Raptando Segredos”, no qual estreou como único escritor. Em 2016, com “O Farol de São Matias” e em 2018 com “O Veneno de Malthus”, repetiu a dose. Agora, entrega aos leitores seu sexto livro "O Reflexo de Perseus".

O aquecimento global é uma realidade ou uma falácia? Os níveis dos mares poderão mesmo se elevar? Os gases do efeito estufa estão prestes a inviabilizar a existência humana no planeta? Poderá a geoengenharia contribuir para mitigar os efeitos das mudanças climáticas? Ou, pelo contrário, provocará tragédias de proporções nunca vistas? São questões discutidas neste romance. Em meio ao inquietante cenário descrito, o clarinetista Marcel Dupré se vê alvo de uma perseguição implacável de alguém que não apenas deseja liquidar com sua vida, mas também causar-lhe muito sofrimento. Forçado a se afastar das pessoas que ama, Marcel empreende uma fuga por várias cidades da Europa, em uma jornada que poderia ser considerada turística, mas, no seu caso, transformou-se em um pesadelo. Conseguirá ele escapar dessa caçada?

Olá Pedro. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Meu livro versa sobre dois temas que se entrelaçam. O primeiro é o aquecimento global e os métodos para seu controle, assim como possíveis mitigações de seus efeitos. O segundo é a perseguição do personagem principal, por alguém que deseja não apenas liquidar com sua vida, mas também causar-lhe muito sofrimento. O aquecimento global se constitui em tema atualíssimo, sempre presente em discussões, tanto no âmbito da ciência como no âmbito político. Decidi dar-lhe um tratamento ficcional, porém com base em teorias reais, vigentes sobre o assunto.A obra se destina a um público que aprecia contos “de ação”, mas deseja veracidade e consistência a narrativa. A história é ambientada em várias cidades do Brasil e da Europa.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Este livro é o sexto que escrevo, todos de ficção. O primeiro foi publicado em 2006 e o segundo em 2008, dos quais eu fui coautor. Os quatro últimos são minha exclusiva autoria. Pretendo, enquanto tiver energia e entusiasmo, prosseguir escrevendo, sempre abordando temas atuais, com fortes vínculos com a realidade.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Penso que o Brasil é sim um país com relativamente poucos leitores, em que somente o investimento maciço em educação pública de qualidade, como fizeram, por exemplo, a Coreia do Sul e a Finlândia, poderá transformar esta realidade.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Há muito “namoro” a Scortecci como editora e já há algum tempo inscrevi meu nome para receber notícias sobre lançamentos e eventos promovidos. Este ano decidi publicar meu livro com a Scortecci e tive uma experiência gratificante e fiquei me perguntando, por que não fiz isso há mais tempo?

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Em meio a um universo com tantos talentosos escritores, creio ser muita pretensão julgar que meu livro, em particular, merece ser lido. Por outro lado, acredito que minha obra “O Reflexo de Perseus” e conforme as críticas já recebidas, tem uma narrativa bastante dinâmica, que cativará a atenção do leitor e lhe proporcionará uma emocionante “viagem”. Quem quiser saber que a “viagem” é essa a que me refiro, terá que ler o livro!

Obrigado pela sua participação.

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Entrevista com Flavia Alice Zogbi - Autora de: CAMINHOS DE ARTE E DE AMOR

Fez duas Faculdades, Psicologia e Letras, também especialista em espanhol. Nos anos noventa escreveu seu primeiro livro, “Vindas Vida Idas”, de autoajuda, filosófico e religioso. Em 2008 sofreu uma grave doença, artrite reumatoide, que a deixou em cadeira de rodas. Em 2016, deixa de dar aulas para dedicar-se totalmente a escrita. Escreveu: “Caminhos de pedra, terra e areia. Caminhos de uma vida”, também em espanhol, onde fez sucesso em Buenos. Refez a obra “Vindas Vida e Idas” com mais conhecimento para ajudar as pessoas. As Antologias: “Silencio das palavras“, “Construtor de amigos” e “Minuto do tempo”. E agora lança o romance “Caminhos de arte e de amor”.

Está é uma historia de transformações e realizações. Um jovem apaixonado pela arte busca seu caminho. Lorenzo enfrenta vários desafios até que consegue um posto de trabalho importante no Museu do Prado em Madri na Espanha. Há situações na nossa vida que não nos acontece por acaso, com o passar do tempo, começam a fazer sentido para nós. Assim aconteceu com Lorenzo que teve problemas amorosos e roubos de mercadorias que o fizeram superar seus medos e tornar-se um verdadeiro adulto. Aventura, romance e suspense vão compor a trama desta historia empolgante. A escritora gosta muito de contar sobre a nossa História, por isso, aparece as Civilizações Pré-Colombianas que possuem um papel fundamental e nos fazem pensar como os colonizadores chegaram nestes lugares e trouxeram para a Europa relíquias Sagradas que conhecemos até hoje.

Olá Flávia. É um prazer contar, novamente, com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O meu livro “Caminhos de arte e de amor” destina-se ao público jovem e adulto. Eu fui professora de espanhol por muitos anos e estudei muito a cultura de vários países entre eles Espanha e os países da América Latina.
O livro trata-se da história de um jovem que vai trabalhar no Museu do Prado na Espanha. E acontece várias situações na sua vida: romance aventura e uma situação de roubo de obras ou seja policial.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Já plantei várias arvores e quero continuar assim, contos novelas, poemas.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acho que em parte é o momento que estamos vivendo com essa Pandemia.
As pessoas não saem e muitas livrarias estão fechadas ou trabalhando com horário restrito. Para nós não é nada bom. Faço Lives para falar dos meus livros que é uma ferramenta útil nessa época. E procuro fazer contato com outros países também.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Uma amiga contou-me sobre a Scortecci Editora. Trabalho com ela todos os meus livros. Gosto do profissionalismo deles.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Meus livros sempre passo alguma mensagem. Procuro incentivar as pessoas de várias maneiras. A forma como escrevo, o conteúdo que uso. Como Psicóloga tenho isso como objetivo de vida.

Obrigado pela sua participação.

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segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Entrevista com Angela Moraes Souza - Autora de: UM FIO DE SEIVA e QUANDO É SILÊNCIO

A autora é arquiteta, poeta e artista plástica. Nasceu na cidade do Rio de Janeiro e se radicou em Florianópolis. Tem poesias divulgadas em antologias e publicou seu primeiro livro de poesias, Palavras Nuas, em 2002 pela Ed. Nova letra. Em 2009, pela Ed. Digital de Blocos Online, publicou o segundo livro, Um Fio de Seiva, agora em 2ª. edição. Em 2020 lança também Quando É Silêncio, seu terceiro livro, pela Scortecci Editora. Nas artes plásticas desenha com pastel oleoso sobre papel.




Neste livro a sensualidade permeia em quase todos os versos, de modo muito suave. Com estilo genuíno, num lirismo sem par, a autora mostra a verdadeira finalidade da poesia: despertar emoção estética. A pontuação dos versos, brusca, inesperada, exibe um vigor literário diferente; o leitor tem muitos motivos para meditar. Como a meditação é o elo que une o escritor ao leitor, Angela Moraes Souza está de parabéns, pois soube fiar em seda todo o seu talento – sua própria seiva. No desfiar de sua poesia, todas as artes, coloridas, misturam-se num jogo de luzes e sombras, dando ao leitor a sensação de estar num verdadeiro paraíso. Lourival Corrêa de Souza – Prof. de Literatura Brasileira.

[...] nestes tempos predominantemente visuais e sonoros, em que estamos cada vez mais distantes do apelo da quietude e da mansidão, a poesia do presente livro é um belo chamamento para a escuta do que flui neste espaço constituído de movimento e impermanência.”, escreve a Advogada, Doutora e com Pós-doutorado em Teoria Literária (UFRJ), escritora de livros, TV, teatro e cinema, Leila Míccolis, no prefácio a este terceiro livro de poesias de Angela Moraes Souza.
Ainda que o barulho do mundo nos rodeie, Quando É Silêncio conta em pequenos versos sobre um silêncio possível, onde a alma se larga leve, se deixa imersa, para ouvir o que se cala dentro de si.

Olá Angela. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Estou lançando dois livros, ambos de poesias, Um fio de seivaQuando é silêncio. O livro Um fio de seiva trata da poesia do fio  da seiva que escorre em nós, seiva que escorre de nossas almas e  esculpe nossas vidas. Ele é meu segundo livro de poesias, em  segunda edição, a primeira, de 2009, foi digital  (www.blocosonline.com.br). O livro Quando é silêncio, o meu  terceiro, conta em pequenos versos sobre um silêncio possível, onde  a alma se larga leve, se deixa imersa, para ouvir o que se cala dentro  de si. Escrevo poesias intimistas e breves e guardo-as ao longo do  tempo. Um dia, percebo o enredo criado por essas poesias, é quando  então, dou início ao livro. Meu público é aquele que se permite sentir  o momento, a vida. 

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Desde que aprendi a ler passei a me interessar pelos livros, e eles se tornaram meus fiéis companheiros de jornada. Comecei a escrever na adolescência. Meu primeiro livro, Palavras Nuas, foi editado em 2002. Também desenho com pastel oleoso sobre papel. Escrever e desenhar são as maneiras como me expresso, e são indispensáveis para que eu viva bem. Depois da edição do meu último livro, começo a pensar num próximo, sempre.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A vida de um escritor no Brasil tem de ser pautada na certeza da sua importância e na persistência em estimular e facilitar o acesso à leitura. E não se deixar abater, nunca, pelas inúmeras dificuldades.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Havia participado de uma das Antologias da Scortecci Editora, o Projeto Literário Delicatta V – Série Esmeralda, em 2010, e apreciei a seriedade e qualidade do trabalho da editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, meus dois livros merecem ser lidos porque dão lugar à leveza da alma. Desejo que os leitores sintam o chamado da minha poesia. Como a escritora Lygia Fagundes Telles, em sua crônica A língua portuguesa à moda brasileira do livro Durante aquele estranho chá, também eu, “estendo ao leitor a minha palavra assim como se estende uma ponte e digo, Vem! Então esse leitor que acaba por ser meu cúmplice, leitor e cúmplice, chega até onde eu estou. Fraternalmente reparto com ele essa palavra como se reparte o pão.

Obrigado pela sua participação.

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Entrevista com Douglas Rossetto - Autor de: DERIVADAS

Professor de matemática, físico, pesquisador e escritor. Pós-graduado em Matemática Avançada e Licenciado em: Ciências, Matemática, Física e Pedagogia. Atua como professor há 30 anos. Autor de várias obras nas áreas das Ciências, em especial, matemática e física. Entusiasta da divulgação científica, o professor Douglas é Editor-chefe da Revista Científica “Queen of the Sciences Magazine”.





Manual de cálculo diferencial
Funções, limites e derivadas com aplicações
Este manual foi concebido com intuito de fornecer as técnicas do Cálculo aos estudantes de Engenharia e Tecnologia. O grande número de exemplos e exercícios presentes na obra tende a facilitar o processo de estudo dos alunos, bem como a abordagem dos professores. O livro foi fracionado em capítulos e seções com temas específicos e seguem uma sequência similar às desenvolvidas em um curso regular de graduação, contudo, a estrutura dos capítulos permite abordagens não lineares, de modo que é possível estabelecer um rol de assuntos para estudos de forma modular, cuja finalidade é propiciar o acesso direto à matéria, favorecendo assim a otimização do tempo de estudo. O principal destaque para esta obra é a resolução pormenorizada de mais de trezentos exercícios, além dos capítulos sobre aplicação do Cálculo Diferencial, com atenção especial ao capítulo sobre Otimização.

Olá Douglas. É um prazer contar, novamente, com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O “DERIVADAS” é um livro técnico que trata do Cálculo Diferencial, o qual complementa um trabalho anterior, o livro “INTEGRAIS”. Tem como foco o público universitário, em especial, graduandos e pós-graduandos nas áreas técnicas: engenharias, física, matemática e tecnologia. É um trabalho que desenvolvo há anos, cujo objetivo é atender aos alunos que enfrentam dificuldades com o Cálculo.
Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Este é meu quarto trabalho publicado. Leciono há 30 anos e desenvolvo pesquisas na área de Matemática Aplicada. Sou editor-chefe da Revista Científica “Queen of the Sciences Magazine”. Atualmente estou trabalhando no desenvolvimento de duas séries de livros, uma coleção específica para vestibulares e outra sobre História das Ciências.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Há muito que a vida de escritor no Brasil é difícil, seja pelas oscilações do mercado editorial, pela cultura da leitura da população ou pelo momento atual pelo qual passamos. Sempre será um grande desafio escrever, mas é, mais do que nunca, preciso.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Por meio da fama de ótima editora que a Scortecci ostenta no mercado editorial.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Seguramente, sim. Porque é uma obra diferenciada que, além de abordar amplamente o Cálculo Diferencial, traz a resolução pormenorizada de todos os exercícios propostos. Outro predicado deste trabalho são os capítulos sobre aplicações do Cálculo Diferencial, com destaque ao capítulo sobre Otimização.
Aos meus leitores, desejo que apreciem a leitura tanto quanto apreciei escrever este livro.

Obrigado pela sua participação.

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Entrevista com Iranilton Lombardi Campos - Autor de: A CRIANÇA NO FUTSAL

Iranilton Lombardi Campos
Bacharel em Ciências Econômicas
Técnico de Futsal (CREF/SP 23290/P):
ADC Mercedes-Benz – 2014/2020
São Bernardo Chase – 2010/2013
Águias de São Caetano do Sul – 2006/2009
Centro Educacional Taboão. S.B.C – 2003/2005
Escola de Esportes Nossa Sra. Das Mercês – 2001/2003
Primeiro de Maio F.C. de Santo André – 2001
Colégio Pádua – 1999/2000
Colégio Veruska – 1999
Democrático do Ypiranga F.C. –1998/1999
C.M.E.E. Jd. Maria Estela – 1994/1998

Este livro descreve o caminho que as crianças e os adolescentes percorrerão dentro do futsal. É também dirigido aos pais, treinadores e torcedores, tendo em vista alertá-los sobre algumas atitudes que podem prejudicar o desenvolvimento físico e mental desses jovens futuros atletas. De fácil leitura e com belas ilustrações, ele é instrutivo e envolvente. Todos os amantes do futsal e outros esportes poderão se identificar e se avaliar através dos divertidos episódios. Será um presente inesquecível se conseguir fazer as crianças sorrirem. Valioso demais se despertar nelas o hábito de ler!


Olá Iranilton. É um prazer contar, novamente, com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Este livro descreve o caminho que as crianças e os adolescentes percorrerão dentro do futsal. De fácil leitura e com belas ilustrações, “A criança no futsal” tem a finalidade de recomendar e demonstrar algumas atitudes para uma boa formação dos jovens futuros atletas; nesse e em outros esportes.
A ideia do livro surgiu após testemunhar (durante mais de vinte anos atuando como treinador de futsal) a exagerada pressão emocional exercida por muitos pais e alguns treinadores, sem entender e respeitar e as limitações físicas da criança e do adolescente.
Recomendo esta obra para os pais, professores, treinadores, esportistas e principalmente para as crianças.
Será um presente inesquecível se conseguir fazer as crianças sorrirem. Valioso demais se despertar nelas o hábito de ler!

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
A criança no futsal” é o meu segundo livro editado pela Scortecci. O primeiro livro foi “O que é a mulher?. Ambos têm Book trailer disponíveis na TV LIVRO Scortecci. Vale a pena conferir esses dois vídeos maravilhosos que estão ajudando a divulgar as minhas obras.
Atualmente sou professor de futsal na A.D.C Mercedes-Benz em Diadema. Não tenho projetos no mundo das letras. As ideias vão surgindo e eu vou escrevendo. Pensei que escreveria apenas um livro. Escrevi dois! O terceiro já comecei a escrever e isso pode virar vicio!
E lembrando da palavra “sonho” que você mencionou...
Dizem que para um homem se realizar ele precisa plantar uma árvore, ser pai e escrever um livro.
Pela ordem, alguns minutos são suficientes para a primeira. Bastam poucos meses para a segunda. Pode levar vários anos para a terceira.
É interessante notar que, para muitas pessoas, plantar uma árvore continua sendo a mais difícil. Poucas vezes ela é a primeira!

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A vida de um escritor no Brasil, ou em qualquer lugar do mundo, é abençoada; porque todo escritor é um ser iluminado!
Não devemos agradecer a Deus somente porque temos o dom da escrita, ou por conseguirmos despertar nos leitores a reflexão; alegria; tristeza; inspiração; admiração etc. E sim porque, quando escrevemos, acessamos a terceira linha direta para conversar com Deus. A segunda é a música. A primeira é a reza! Refletir a respeito, faz o universo conspirar a nosso favor!
A leitura somente será valorizada quando todos compreendermos que o livro é o melhor presente!

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
A criança no futsal” chegou até a Scortecci Editora em 2020 através do livro “O que é a mulher?”. (Editado em 2018)

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Incentivar as crianças a tomar gosto pelos livros deveria ser a missão mais importante dos pais e professores. Presentear as crianças com livros é a melhor solução para elevarmos o número de leitores.
Veja o Book trailer do livro (https://www.youtube.com/watch?v=HQjFTU_ACjE) e entenda porque ele merece ser lido e se transformar em um presente inesquecível.
É um direito da criança sonhar em ser jogador profissional. É dever dos pais ou responsáveis não deixar que ela sonhe apenas com isso!
Prof. Iran.

Obrigado pela sua participação.


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sábado, 26 de setembro de 2020

Entrevista com Carlos Leite - Autor de: ANTONIO TAMANCO DURO

Nome literário de Antonio Carlos Ferreira Leite.
É servidor público aposentado com formação em Engenharia de Telecomunicações.
É carioca da gema, nascido na Tijuca e criado no Engenho Novo, onde mora até hoje.
Começou a escrever para tentar reproduzir em texto, a forma engraçada que as mulheres da família tinham de contar fatos cotidianos.

É uma das muitas crônicas desse livro, onde Carlos Leite nos remete ao passado, lembrando as peladas de sua infância, jogadas nas ruas ainda calçadas de paralelepípedos, com poucos carros passando, sem medo de violência e onde a única preocupação da garotada era com as tamancadas do açougueiro da rua, que nos momentos livres se oferecia para jogar com eles.
O autor divide com o leitor o que a observação de fatos comuns do seu cotidiano despertou de sentimentos em seu coração: hilaridade, espanto, admiração, saudade ou tristeza.
A vida, muitas vezes, supera a ficção e Carlos Leite soube captar esses momentos interessantes, narrando-os com emoção.

Olá Antonio. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Antônio Tamanco Duro é um livro de crônicas sobre situações que vivi e de histórias contadas por minha mãe e tias pelo lado materno, que possuíam o dom de tornar fatos corriqueiros em fonte de gargalhadas para os ouvintes.
Achei que não devia deixar que esses fatos interessantes se perdessem e tentei passar para o papel aquilo que vivi ou ouvi.
Não foi um trabalho fácil porque um fato contado, dependendo da habilidade do narrador, pode levar as pessoas a rir muito, enquanto o texto, por maior que seja o esforço do autor, muitas vezes gera apenas sorrisos.
Mas é o que basta. Se alguém sorrir lendo o meu livro, terá valido a pena escrevê-lo.
Acho que o meu livro se destina ao público adulto. Ficaria de fora da Biblioteca Infanto-juvenil.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Eu agora estou aposentado e a perspectiva da vida muda um pouco.
Eu escrevi meus textos nos tempos vagos, sendo que o conteúdo dessa obra foi montado ao longo de vários anos.
O objetivo desse livro é deixar alguma coisa no mundo, quando eu partir dessa vida.
A ideia de que, tenho essa esperança, daqui a cinquenta anos alguém pode ler um exemplar do meu livro e sorrir um pouco, aquece meu coração.
Com a obra pronta, vieram à minha memória outros fatos que eu poderia ter colocado no livro.
Não sei ainda se essas lembranças gerariam um novo livro.
É um caso a pensar.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É um assunto sobre o qual tenho pouca informação, infelizmente.
Os rumores de que o atual governo quer taxar livros é preocupante.
Eu fui privilegiado. Meu pai sempre me dava livros e uma prima me trazia livros do Malba Tahan que eu devorava com sofreguidão.
Eu não tenho conhecimento de como está dividida a população de escritores brasileiros, quantos exercem a profissão em paralelo com outras atividades e quantos vivem apenas da publicação de seus escritos.
Eu acho que caberia à família e à Escola incentivarem o hábito da leitura desde cedo, para que o hábito de ler se tornasse um ato natural do adulto.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Eu fiz uma pesquisa na Internet e encontrei a Scortecci.
Foi uma escolha feliz porque todos com que mantive contato foram sempre muito atenciosos, o trabalho é de qualidade e a empresa me parece bastante organizada.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
A escolha do que ler em se tratando de literatura não técnica é totalmente subjetiva.
Para quem gosta de ler apenas romances ou contos bem fantasiosos, esse meu trabalho não seria recomendado.
Já para quem acha que o cotidiano pode conter romances, dramas e comédias que se comparam à ficção eu recomendo meu livro.
Ao lê-lo, procurem imaginar a cena que a crônica descreve. Algumas se passaram no início do século passado, em uma época talvez mais tranquila que a atual, apesar da Primeira Guerra e da Gripe Espanhola.
Finalmente, que esse meu trabalho despretensioso faça com que os leitores se divirtam um pouco e esqueçam por um breve momento as agruras do dia a dia.

Obrigado pela sua participação.

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Entrevista com Maria Francisca dos Santos Lacerda - Autora de: ACENDENDO ESTRELAS

Mineira de Itambacuri, reside no Espírito Santo desde 1992. Acolhida pelos capixabas, com título de cidadã Espírito-Santense, Cidadã de Vitória, Cidadã de Vila Velha e condecorada com a medalha Maria Ortiz (da Assembleia Legislativa).
Mestre em Direito, Juíza de carreira, foi Presidente do TRT-ES, biênio 2003-2005.
Colaborou em coletâneas jurídicas, dentre as quais “O Mundo do Trabalho e as Novidades Normativas”, com o capítulo: Cooperativismo: Castigo ou Redenção? (LTr-2014) e autora de “Ativismo-cooperativo na produção da prova: garantia de igualdade das partes no processo civil” (LTr- 2011).
Hoje, Desembargadora do Trabalho aposentada, dedica-se à literatura, como poeta e cronista, tendo colaborado em várias coletâneas, inclusive de quatro livros do grupo nacional “JuizesPoetas@", autora dos livros Sal, Pimenta e Ternura (poemas) e Caminhos-prosa e verso pela Ed.Protexto. Escreve no blog mariafrancisca.blog.br.
Membro Correspondente da Academia de Letras de Teófilo Otoni e Membro Efetivo da Academia de Letras de Vila Velha, cadeira 26.

É um livro de crônicas. A autora, cuidadosa observadora de pessoas, retrata o dia a dia, a vida de gente simples, o amor pelo trabalho, a luta pela sobrevivência. São os acendedores de estrelas. Textos leves, bem humorados, ternos, que nos fazem refletir sobre a alegria da vida, a educação, a saúde, a aposentadoria, a velhice, enfim, o pulsar diário que nos incentiva caminhar, descobrindo o brilho em cada um dos passantes, apesar das muitas tristezas deste mundo conturbado. Mesmo quando denuncia as mazelas do nosso tempo, a autora o faz de um jeito especial, com leveza. Como autêntica acendedora de estrelas, faz resplandecer o brilho de cada pessoa que ela observa.

Olá Maria Francisca. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Acendendo Estrelas” é um livro de crônicas. Trata dos fatos da vida. Vida de pessoas simples – seu amor pelo trabalho, ou sua luta por viver. Leves, bem humorados, ternos, os textos falam de educação, saúde, aposentadoria, velhice, enfim, o pulsar diário que nos incentiva a caminhar, apesar das muitas tristezas deste mundo conturbado.
É destinado ao público adulto, mas como são textos leves, pode ser lido por todos, até por crianças. Aliás, há uma crônica que foi escrita em parceria com meu neto Leonardo, quando ele tinha cinco anos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Eu sempre gostei de escrever. Na minha profissão, a palavra é a primeira ferramenta. Então, novidade alguma escrever. Publiquei diversos artigos jurídicos, livros em parceria, livro-solo, mas de literatura a publicação começou em diversas coletâneas (Poetas do Espírito Santo), depois, o primeiro livro, de poemas, em 2007: “Sal, Pimenta e Ternura”. Em 2010, juntei-me a um grupo denominado JuizesPoetas@, que congrega juízes literatos de diversos ramos do judiciário e de diversos estados do Brasil. Esse grupo já publicou 4 livros. Até incentivou a Associação dos Magistrados Trabalhistas a realizar um concurso literário que resultou num belo livro, que acabei de receber, com um poema e uma crônica de minha autoria. Em 2015, saiu “Caminhos: Prosa e verso” e, agora, “Acendendo estrelas”.
Sou membro da Academia de Letras de Vila Velha, Cadeira 26, e membro correspondente da Academia de Letras de Teófilo Otoni, MG.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
No livro há uma crônica sobre a vida de escritor. É difícil viver de literatura. Verifico que todos os escritores têm outra profissão e parece que sempre foi assim. Jornalistas, juízes, funcionários públicos, médicos, advogados, professores etc. Os leitores só querem saber de internet, resenhas, resumos... Leitor tradicional está escasseando. E o Poder Público não incentiva, aliás, prejudica, porque as leis de incentivo são tão escassas que pouca gente tem acesso. Ainda mais, hoje, com a economia em frangalhos.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
A Scortecci publicou os três últimos livros do grupo “JuizesPoetas@”. Dos dois últimos fui parceira na Coordenação, com um colega aposentado que já publicara por essa editora. Então, a Scortecci já era nossa antiga conhecida.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Penso que meu livro merece ser lido, sim, pelo retorno que tenho dos primeiros leitores dessas crônicas. E são muitos, depois do lançamento virtual. A leveza dos textos agradam neste momento de recolhimento, em face da pandemia. Todos estão necessitados de humor, alegria e leveza.
Um leitor, por exemplo, disse assim: “Acabo de concluir a leitura deAcendendo estrelas”. Sorri, gargalhei, me emocionei, refleti... Sua escrita é clara, limpa, profunda. Meus sinceros parabéns pela obra”.
Minha mensagem para os leitores: Que sejamos todos acendedores de estrelas, com nosso trabalho, nossa alegria e solidariedade. Cada um tem um brilho especial dentro de si que precisa ser descoberto.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Osmar S. Junior - Autor de: 21 PASSOS NO ESCURO

Nasceu em 1977, em São Paulo, é professor de História da rede pública e tem o hábito de escrever nas horas vagas.









Em um quarto escuro, banheiro público ou no fundo de uma lagoa às vezes podem-se encontrar terrores maiores que os conhecidos pela ciência e tidos como explicáveis. Cada história deste livro é um passo tanto na escuridão do inconcebível quanto pelos tangíveis horrores da natureza humana, capaz do divino e também do grotesco.






Olá Osmar. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Sempre fui fascinado por histórias de terror, a maneira como elas mexem com nossa imaginação e nos fazem pensar a respeito dos elementos culturais que levaram a sua origem. E não apenas as que envolvem tópicos sobrenaturais, mas aquelas que se desenvolvem em torno do lado mais obscuro da natureza humana. Acredito que tanto o público adolescente quanto o adulto poderá achar as histórias bem interessantes, mas confesso que os que são jovens há mais tempo terão um pouco mais de facilidade de se identificar com o livro.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Eu tenho outros materiais prontos, que dependem de uma revisão final para também serem publicados. Espero que seja o primeiro de alguns, pois trata-se de uma atividade bastante gratificante do ponto de vista pessoal.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Eu sou suspeito para falar, pois leitura é uma das minhas grandes paixões. Eu leio uma média de 30 livros por ano e com a facilidade maior de acesso aos livros hoje em dia, seria preciso incentivar uma cultura de leitura na sociedade e nas escolas para que as pessoas tornassem a leitura um hábito constante, que além de expandir os horizontes, ainda expande o vocabulário.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Eu fiz uma boa pesquisa quando decidi finalmente publicar o meu livro (vale lembrar que foram 21 contos escritos ao longo de quase duas décadas) e a Scortecci me pareceu promover um trabalho muito sério em relação aos escritores iniciantes.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Acredito que o livro mereça ser lido por fazer uma reinterpretação de diversos medos escondidos em nosso subconsciente, sejam eles característicos ou não da nossa cultura, inclusive aqueles gerados por características da própria mente humana e que nada tem de sobrenatural. Sugiro que os leitores abram a mente e avaliem o universo de mistérios ao nosso redor que podem ou não ter alguma explicação racional.

Obrigado pela sua participação.


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quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Entrevista com Marcilei Marques Trovão de Paula - Autora de: UMA FADINHA PARA A MAMÃE

Marcilei Marques Trovão de Paula
Psicóloga da Infância e Adolescência, Neuropsicóloga, Pos graduada em Psicoterapia Psicodinâmica Breve, Consultora em Encorajamento e Educadora Parental.








A obra traz uma reflexão do que a criança pequena sente, espera, precisa e solicita da figura materna ainda que não saiba expressar seus sentimentos nem suas angústias. O texto encanta, emociona e convida a refletir sobre a importância da conexão entre mãe e filho. A fadinha simboliza a pura interpretação do amor.


Olá Marcilei. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O meu livro infantil tem a proposta de enfatizar alguns sentimentos infantis que poderão ser compreendidos pelos adultos de maneira simples e delicada. A importância da relação afetiva entre mãe e filho fica evidenciada durante toda a obra.

Esse livro poderá ser lido por todos! Acredito que o texto encantará crianças, pais, professores e psicólogos que poderão usar o livro em seus consultórios como material de trabalho. A ideia do livro foi dar voz à criança que muitas vezes não é compreendida pelos pais quando quer chamar atenção porque precisa de amor.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Eu escrevi esse primeiro livro infantil baseada numa série de ideias, conceitos e propostas de escritores e pensadores sobre relação mãe/filho. Existem já outras ideias no papel p que sejam transformadas em novos livros infantis...
Quem sabe não estejamos falando numa futura coleção de livros infantis com pontos importantes sobre educação positiva e parentalidade consciente? Ao ler o livro infantil com a criança, o adulto se conecta com ela e é exatamente isso que pretendo fortalecer através desta leitura.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Infelizmente no Brasil a leitura ainda é pouco valorizada, mas sou otimista! Acredito que isso vem sendo mudado aos poucos. Os leitores no país vêm aumentando e isso é um excelente sinal... vejo tudo isso de maneira positiva, entusiasmada e encorajadora.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Eu conheci a Scortecci Editora através de uma grande amiga que fez excelentes indicações e eu me encantei pelo trabalho impecável da equipe.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Eu acredito que o livro Uma Fadinha para a mamãe será um canal entre pais e filhos, além de material de trabalho às psicólogas infantis em seus psicodiagnósticos. A ideia é que as crianças se identifiquem com o garotinho que narra o livro e fala sobre seus sentimentos, além do desejo de uma fadinha que pudesse traduzir para sua mãe tudo aquilo que ele mesmo não sabe explicar. Muitas vezes, os adultos esquecem que as crianças não têm maturidade neurológica e emocional para corresponderem às suas expectativas. Acredito que a leitura poderá ser reflexiva e transformadora. Que essa obra possa de maneira simples e suave convidar os adultos a se relacionar com crianças de forma mais carinhosa, respeitosa e acolhedora com muito pó mágico (amor).

Obrigado pela sua participação.

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