quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Entrevista com Marcilei Marques Trovão de Paula - Autora de: UMA FADINHA PARA A MAMÃE

Marcilei Marques Trovão de Paula
Psicóloga da Infância e Adolescência, Neuropsicóloga, Pos graduada em Psicoterapia Psicodinâmica Breve, Consultora em Encorajamento e Educadora Parental.








A obra traz uma reflexão do que a criança pequena sente, espera, precisa e solicita da figura materna ainda que não saiba expressar seus sentimentos nem suas angústias. O texto encanta, emociona e convida a refletir sobre a importância da conexão entre mãe e filho. A fadinha simboliza a pura interpretação do amor.


Olá Marcilei. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O meu livro infantil tem a proposta de enfatizar alguns sentimentos infantis que poderão ser compreendidos pelos adultos de maneira simples e delicada. A importância da relação afetiva entre mãe e filho fica evidenciada durante toda a obra.

Esse livro poderá ser lido por todos! Acredito que o texto encantará crianças, pais, professores e psicólogos que poderão usar o livro em seus consultórios como material de trabalho. A ideia do livro foi dar voz à criança que muitas vezes não é compreendida pelos pais quando quer chamar atenção porque precisa de amor.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Eu escrevi esse primeiro livro infantil baseada numa série de ideias, conceitos e propostas de escritores e pensadores sobre relação mãe/filho. Existem já outras ideias no papel p que sejam transformadas em novos livros infantis...
Quem sabe não estejamos falando numa futura coleção de livros infantis com pontos importantes sobre educação positiva e parentalidade consciente? Ao ler o livro infantil com a criança, o adulto se conecta com ela e é exatamente isso que pretendo fortalecer através desta leitura.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Infelizmente no Brasil a leitura ainda é pouco valorizada, mas sou otimista! Acredito que isso vem sendo mudado aos poucos. Os leitores no país vêm aumentando e isso é um excelente sinal... vejo tudo isso de maneira positiva, entusiasmada e encorajadora.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Eu conheci a Scortecci Editora através de uma grande amiga que fez excelentes indicações e eu me encantei pelo trabalho impecável da equipe.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Eu acredito que o livro Uma Fadinha para a mamãe será um canal entre pais e filhos, além de material de trabalho às psicólogas infantis em seus psicodiagnósticos. A ideia é que as crianças se identifiquem com o garotinho que narra o livro e fala sobre seus sentimentos, além do desejo de uma fadinha que pudesse traduzir para sua mãe tudo aquilo que ele mesmo não sabe explicar. Muitas vezes, os adultos esquecem que as crianças não têm maturidade neurológica e emocional para corresponderem às suas expectativas. Acredito que a leitura poderá ser reflexiva e transformadora. Que essa obra possa de maneira simples e suave convidar os adultos a se relacionar com crianças de forma mais carinhosa, respeitosa e acolhedora com muito pó mágico (amor).

Obrigado pela sua participação.

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Entrevista com Matheus Antonio Siqueira - Autor de: MAGNAM EM BUSCA DO EQUILÍBRIO

Publicou seu primeiro livro aos 15 anos.
Atualmente com 18 anos, estuda direito na Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Desde criança se encantou pelo mundo da escrita e sonha com uma longa jornada nesse magnífico universo.



Após conseguir escapar dos caçadores, o grupo de Jonaddah se vê perdido nas terras de Farly e com uma única missão: espalhar a notícia de que haverá um ataque no continente. No entanto, os caçadores estão decididos a eliminar todos os que interferirem em sua caçada.






Olá Matheus. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
É uma história de aventura e fantasia.
Eu escrevo desde pequeno. Eu realmente adoro o mundo da literatura e da escrita. 

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Na verdade, é o meu segundo livro. Eu publiquei o meu primeiro livro quando eu tinha quinze anos de idade. "Magnam em busca do equilíbrio" é a sequência de "Magnam e o primeiro exército". Tenho muitos livros escritos e inúmeros projetos.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Infelizmente nós escritores somos pouco valorizados no Brasil e é muito difícil ter algum retorno por isso, mas eu tenho muito amor pela leitura e escrita. Tenho muitos sonhos e projetos. Nunca devemos desistir daquilo que amamos, apesar de estarmos um cenário complicado.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através das redes sociais.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Eu creio que merece ser lido sim, pois é uma grande história de fantasia que carrega uma mensagem de amizade, consciência, determinação e solidariedade. O livro é muito fantástico e consegue cativar qualquer público.

Obrigado pela sua participação.

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Entrevista com Maria Mortatti - Autora de: MULHER UMEDECIDA

Maria Mortatti
Nome literário de Maria do Rosário Longo Mortatti.

Nasceu em 06/11/1954, em Araraquara/SP. É licenciada em Letras, mestre e doutora em Educação. Atuou como professora de língua portuguesa e literatura na educação básica. É professora titular na Universidade Estadual Paulista, campus de Marília. Publicou livros, capítulos e artigos científicos sobre história da educação e ensino de língua e literatura. Recebeu o 54º Prêmio Jabuti – Educação - 2012. Publicou dois livros de poemas: "Breviário amoroso de Sóror Beatriz" (Patuá, 2019) e "Mulher umedecida" (Scortecci, 2020).


Os poemas evocam estados íntimos do eu-poético, na busca de simultaneidade entre o momento do vivido e o momento de seu registro como experiência (poética). Caracterizam a narrativa de uma longa e tortuosa jornada amorosa e de autoconhecimento, provocada pelo encontro e o vínculo com o Outro. Como uma peça poético-musical resultante do entrecruzamento de referências a composições literárias e musicais, entre começos, fins e recomeços, do começo ao fim ou do fim ao começo, o livro representa uma declaração do amor sem começo nem fim ofertada pela mulher ao homem que a umedeceu.

Olá Maria do Rosário. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Mulher umedecida” é o segundo (e o único publicado até agora) de uma trilogia composta por outros dois títulos: “Mulher emudecida” e “Mulher enlouquecida”. A voz feminina e o amor são os elementos comuns aos três. “Mulher umedecida” contém 55 poemas, escritos em 155 dias e noites, entre 15 de janeiro e 15 de julho de 2020, dispostos em quatro movimentos. Representam estados íntimos do eu-poético e se assemelham a páginas de diário, em que se vai tecendo a narrativa de uma longa e tortuosa jornada ritmada pelos sentimentos da mulher na relação com seu amado, a quem dedica os poemas. Como uma peça poético-musical resultante do entrecruzamento de referências a composições literárias, musicais e pictóricas, entre começos, fins e recomeços, o livro representa uma declaração de amor sem começo nem fim ofertada pela mulher ao homem que a umedeceu.
O tema do amor é universal. Por isso, o livro pode ser lido por todas as pessoas que acolherem o convite e se deixarem tocar pelos poemas. Recebi comentários muito positivos de público diversificado: mulheres, homens, jovens e adultos. Todos se dizem tocados pelos poemas, mas por motivos diversos. Alguns gostaram de poemas mais densos, alguns identificaram a importância da família, outros destacaram as referências musicais e literárias. Nem sempre os comentários coincidem com os sentidos imaginados pela autora. Cada leitura integra também a história de vida e de leitura de cada um. Por isso, o leitor tem sempre razão em sua emoção.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Meus projetos no “mundo das letras”, eu os venho realizando há mais de quatro décadas, e muitos ainda estão por se realizar. Até o momento, publiquei 12 livros (além de dezenas de artigos e ensaios e outros dois livro em fase de publicação) sobre assuntos acadêmico-científicos, resultantes das pesquisas que realizo como professora universitária na Unesp - Universidade Estadual Paulista, campus de Marília. Neste momento, outros dois livros estão em fase de publicação.
Também há mais de quatro décadas escrevo textos literários (contos e poemas principalmente). Mas apenas recentemente comecei a publicá-los. “Mulher umedecida” (Scortecci, 2020) é o segundo livro de poemas. O outro é “Breviário amoroso de Sóror Beatriz” (Patuá, 2019). Em fase de publicação há outro livro de poemas, “Cancioneiro da espera”, e um de contos, Mulher emudecida. Em elaboração, há outros que espero finalizar em breve.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Exceto em casos excepcionais, não se consegue mesmo viver exclusivamente de recursos de direitos autorais ou atividades afins à atividade do escritor. Os recentes resultados da 5ª edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil” (Instituto Pró-Livro/Itaú Cultural não são muito animadores em relação ao aumento do número de leitores — aqueles que leram, no todo ou partes, pelo menos um livro nos últimos três meses — embora indiquem que é relevante o número dos que leem literatura em diferentes gêneros e modalidades de textos. Mas ainda é baixo o número de leitores, e a leitura ainda é pouco valorizada. Um e outro dependem de avanços nas condições sociais, econômicas, culturais e educacionais do país. No entanto, o que se constata nos últimos anos no país é justamente o contrário: estagnação ou retrocessos em relação às políticas de incentivo à leitura, por meio de descaso governamental ou de ataques diretos, como a recente proposta inconstitucional de “taxação” do livro, impactando negativamente toda a cadeia produtiva do impresso, como parte da reforma tributária proposta pelo governo federal.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Conheço há muito tempo a Scortecci, seja por meio dos livros que edita seja por meio das pesquisas sobre leitura e literatura que realizo como professora universitária. A experiência e o profissionalismo dessa editora foram fatores importantes para eu decidir apresentar a proposta de publicação, que foi acolhida pelo editor. Acompanhando todo o processo de produção, distribuição e divulgação do livro, pude confirmar, com satisfação, o excelente trabalho realizado pela editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Como todos os textos que escrevo, “Mulher umedecida” também foi movido pela paixão pela vida. É uma celebração do amor que toca do coração da mulher para seu amado e se oferece a todas as pessoas, como um convite a se deixarem tocar por esse sentimento tão profundamente humano. E a se deixarem tocar por meio da poesia, o mais “gratuito” dos gêneros literários. Especialmente nestes tempos de tantas incertezas, o livro merece ser lido, pois oferece a possibilidade de deleite e fruição, como formas de resistência e esperança.

Obrigado pela sua participação.

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segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Entrevista com Mário do Couto - Autor de: O DIA EM QUE O SOL APAGOU

Nasceu na Fazenda Santo Antonio do Morro Selado em Altinópolis, estado de São Paulo, formado em contabilidade e administração de empresas. Trabalhou 40 anos em auditoria. Ator de teatro, artista plástico, escritor, poeta e músico multi-instrumentista, tocando na noite como hobby por trinta anos.






Trata-se de um drama policial, onde o personagem principal torna-se o suspeito de um crime ocorrido na peça teatral. O livro apesar de trágico, trás charadas, piadas e uma colocação filosófica visando alavancar o otimismo dos leitores. No final será desvendado o crime, suas razões e os verdadeiros culpados.






Olá Mário. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
É um romance policial, com um crime ocorrido no palco. Como fui ator de teatro, tive a inspiração de escrevê-lo. O público alvo, talvez seja de idades e experiências mais avançadas, que goste de ler livros.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Quando eu escrevi o primeiro livro a ideia era essa de ter um filho e plantar uma árvore, porém como músico, compositor e poeta, as minhas poesias musicais se transformaram no segundo livro.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É horrível tudo isso, eu comecei a ler livros com doze anos, e foi o que deu estrutura na minha formação, para quem vei da roça e entrou na escola com 11 anos.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através de um colega da Secretaria da Fazenda, também escritor - Laé.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Apesar de ser uma obra de ficção, de tristeza, existe piadas, xaradas e informações psicológicas com pretensões de ajudar os leitores a enfrentar as duras lutas diárias pela sobrevivência.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com José Renato Ferraz da Silveira - Autor de: FLORA

Nascido em São Paulo, no ano de 1978. Professor Associado II do Departamento de Economia e Relações Internacionais da Universidade Federal de Santa Maria, UFSM/RS. Doutor em Ciências Sociais (Política) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. É autor de seis livros (Sob o signo da Fênix, Sob o signo das Valquírias, Sob o signo das Fúrias, A tragédia da política em Ricardo III, A tragédia da política em Ricardo II). E organizador da obra A tragédia da política (Relações Internacionais).  



O livro Flora constitui uma coletânea de poemas do professor José Renato Ferraz da Silveira ao longo de 20 anos. São poemas de amor, ternura, espiritualidade, alegria, felicidade, amizade, política, etc. Poemas que brindam à vida. Poemas que homenageiam o nosso ciclo existencial num estágio evolutivo. Poemas cheios de musicalidade, fragrância e sabores. Por fim, o livro Flora é uma homenagem ao amor. Diz o escritor C. S. Lewis sobre o amor:
O amor nos dá a impressão de estarmos voando; e então nos puxa de repente, lembrando que somos apenas balões amarrados. É uma contínua demonstração de que somos criaturas híbridas, por um lado, semelhantes aos anjos; por outro, semelhantes aos gatos”.

Olá José Renato. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro Flora constitui uma coletânea de poemas escritos por mim ao longo de 20 anos. São poemas de amor, ternura, espiritualidade, alegria, felicidade, amizade, política, etc. Poemas que brindam à vida. Pensei em reunir todos os meus poemas escritos ao longo de todo esse tempo. Essa foi a ideia capital de escrevê-lo. Destina-se a presente obra aos amantes da poesia.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou nascido em São Paulo, no ano de 1978. Atualmente, sou Professor Associado II do Departamento de Economia e Relações Internacionais da Universidade Federal de Santa Maria, UFSM/RS. Sou Doutor em Ciências Sociais (Política) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Já sou autor de cinco livros: Sob o signo da Fênix, Sob o signo das Valquírias, Sob o signo das Fúrias, A tragédia da política em Ricardo III, A tragédia da política em Ricardo II. E organizador da obra A tragédia da política (relações internacionais). Já participei de algumas antologias de poemas de algumas editoras.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Não é uma vida fácil ser escritor no Brasil. Li um estudo – há algum tempo - que o brasileiro lê muito pouco (estudantes universitários leem 4 livros por ano de acordo com a pesquisa). Além disso, o atual Ministro da Economia, Paulo Guedes considera que o livro é um artigo de luxo. Isso é uma mentira, um engodo e um retrocesso civilizacional. Infelizmente, estamos na contramão da História. Isso é muito triste e desalentador. No entanto, persevero em continuar escrevendo e publicando meus livros. Faço por gosto.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Já conhecia a fama e a credibilidade da Scortecci desde que minha mãe fez um curso de escrita há algum tempo. Decidi publicar o livro Flora depois de participar da Antologia da Scortecci no ano passado.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
O livro Flora merece ser lido. É um livro com bonitos poemas. Como já disse, poemas cheios de musicalidade, fragrância e sabores. Por fim, o livro Flora é uma homenagem ao amor. Diz o escritor C. S. Lewis sobre o amor:
O amor nos dá a impressão de estarmos voando; e então nos puxa de repente, lembrando que somos apenas balões amarrados. É uma contínua demonstração de que somos criaturas híbridas, por um lado, semelhantes aos anjos; por outro, semelhantes aos gatos”. O meu poema Flora é um dos mais belos dessa Antologia.

Flora
Um emaranhado de lianas, trepadeiras e orquídeas
Maravilhosas samambaias,
Jacarandás numa variedade infindável,
Jacarandá-preto, jacarandá-rosa, jacarandá roxo,
Jacarandá-espinho, jacarandá-tan, jacarandá-violeta,
Jacarandá-mocó, jacarandá-banana...
O chão é um tapete de flores caídas, de todos os tons,
O amarelo-escuro, do vermelho rubro, da cor de rosa, até o lilás
O azul celeste e o branco.
As estações e as cores mudavam.
É uma fauna tão rica e diversa,
Tatus, preguiças e tamanduás.
Pássaros, das mais vistosas plumagens,
Muitos papagaios,
Beija-flores e um infinito de borboletas azuis, amarelas...
Ao longe, avistava tucanos e o silêncio da mata feito de mil ruídos de insetos.
No meu pensamento, só existia você: minha Flora.

A capa é espetacular!!!

A mensagem que deixo aos meus leitores: Nesses tempos difíceis, que falta faz a poesia. E que papel importante ela poderia cumprir se a permitíssemos preencher alguns momentos de nossos dias, né?

Obrigado pela sua participação.

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quinta-feira, 13 de agosto de 2020

Aniversário da Scortecci - 38 anos de muita emoção



A Scortecci comemora hoje, 38 anos de existência. Muitas conquistas, muitos sonhos realizados.
Saiba um pouco sobre sua história nesse vídeo gravado por João Scortecci


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segunda-feira, 27 de julho de 2020

Entrevista com Alexandre Meyr - Autor de: NEM SÓ DE LITERATURA VIVE O HOMEM

É natural de Canoas (RS) e residente em São Miguel do Oeste (SC), é servidor público catarinense aposentado.
Publicou "Paixão Sólida" (contos), Scortecci Editora, 2016.
Com poemas e contos participou da Coletânea Coexistência, Porto de Lenha Editora, 2016; Antologia Palavras Abraçadas, Scortecci Editora, 2016; Coletânea Internacional Gaya, Editora Gaya, 2018; Coletânea Conexão Brasil 2019 – Concurso Literário, Editora Alternativa, 2018; Coletânea Internacional Malabarista do Tempo, Editora Gaya, 2019; Coletânea Internacional Diálogos, Editora Gaya, 2019; Antologia Natal com Poesia, Biblio Editora, 2019.
Escreveu os romances "Nem só de Literatura vive o homem", Scortecci Editora, 2020, e "Vinhedos da Pampa", Editora Gráfica McLee, 2020 (no prelo).
É membro da Academia Internacional de Artes, Letras e Ciências “A Palavra do Século 21” – ALPAS 21, com sede em Cruz Alta (RS), onde ocupa a Cadeira nº 120, tendo como Patrono Rafael Henzel.

Em ambicionada exaltação aos livros, muitas das vidas aqui personificadas experimentam dramas e compartilham emoções. O palco no qual sucedem essas cenas – o município de São Miguel do Oeste, no extremo oeste catarinense – tem como pano de fundo um Brasil diferenciado, um país no qual “as coisas funcionam”, onde as instituições (e seus administradores) têm sua real razão de ser e cumprem verdadeiramente seus papéis, em que a maioria das pessoas são proativas, generosas, solidárias, e onde impera, com raríssimas exceções, o respeito mútuo entre os seres humanos e destes para com a Natureza.  Se A sombra do vento, de Carlos Ruiz Zafón, é “uma grandiosa homenagem ao poder místico dos livros”, este romance pretende ser um sincero tributo ao poder de transformação dos livros.

Olá Alexandre. É um prazer contar, novamente, com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Desde os primeiros anos escolares alimentei meu gosto pela leitura, que se foi alicerçando nas histórias em quadrinhos (Walt Disney e Maurício de Sousa) e mais tarde nos romances e contos. Quando tenho oportunidade, frequento feiras, lançamentos ou divulgações de livros, assim como festivais ou jornadas literárias. Com o passar do tempo, interessei-me por conhecer as histórias de vida e de escrita dos autores. Foi a partir dessas experiências que, em 2015, incursionei com mais entusiasmo nessa arte e passei a escrever ficção. Este livro, que se destina ao público adulto ou juvenil, começou a ser rascunhado naquela época com base em minhas observações nesses ambientes literários. Com essa ideia, criei personagens fictícias a contracenarem com personagens reais (e vivas – de quem obtive a devida anuência), fazendo-as vivenciarem suas emoções e seus dramas em um Brasil utópico (como decerto muito escritores almejam).

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Mesmo antes de enamorar-me de minha esposa, já havia plantado árvores, e continuei essa saga após o casamento. A propósito, o matrimônio também deu-me a oportunidade de criar uma filha. Enquanto leitor, até anos atrás, nunca havia sonhado em ser escritor. Porém, ainda em 2015, enquanto começava a costurar os retalhos que me permitiram construir este romance, escrevi contos que colacionei em meu primeiro livro, intitulado “Paixão sólida”, publicado pela Scortecci Editora no ano seguinte. Uma vez que ingressei nessa senda, entendi por segui-la adiante. Isso porque elaborei poemas e contos, com os quais participei em várias antologias e/ou coletâneas (por exemplo, “Palavras abraçadas”, pela Scortecci Editora, ainda em 2016). E porque já estão atualmente no prelo, por duas outras editoras, mais dois livros: um de contos, denominado “Mosaico de contos”, e outro romance, “Vinhedos da pampa”. Ambos deverão ser publicados em breve. Aliado a isso, estou escrevendo mais três romances, dois esboçados há cerca de quatro anos, outro mais recente e ao qual estou dedicando-me com mais afinco.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É uma realidade triste e infeliz termos um país carente de leitores. E, no entanto, noto que mais e mais pessoas estão se aventurando na arte de escrever. Acredito que esses escritores, como eu, alimentam a esperança de um dia (que esteja logo ali, sem demasiada delonga) invertermos esse quadro. Difícil é obrigar alguém a ler, como ocorre no ensino de salas de aula, porque essa obrigação alija a pessoa do interesse que ela deveria despertar por conta própria. Ao contrário, motivá-la a ler, por meio do exemplo vindo de pessoas próximas, como o pai, a mãe, um dos avós, talvez até um amigo ou mesmo um professor que lê, pode despertar naquele ser a vontade de saber o que se passa naquela história escrita. Quando surge-me ocasião, procuro incentivar, estimular alguém a ler. Aliás, esse propósito busquei desenvolver na trama que teci nesta minha obra. Como tantas outras que li, a minha tem o condão de exaltar os livros, de oferecer um tributo ao poder de transformação que nos proporcionam. Sim, porque a leitura pode nos tornar mais empáticos aos dilemas alheios, pode nos fazer contentes com as alegrias dos outros; os poemas ou as prosas podem nos fazer rir ou chorar, ou apenas nos permitir concatenarmos nossas reflexões.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Quando elaborei meu primeiro livro de contos, ofereci sua leitura a duas escritoras. Elas o aprovaram e a uma delas, a mestra Suzete Carvalho, a quem conheci pessoalmente no festival literário de Poços de Caldas/MG, em 2015, solicitei uma opinião, a indicação de uma editora que se propusesse a trabalhar a obra. Ela sugeriu-me a Scortecci Editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim! Meu livro merece ser lido, sim! Por um lado, evitei aventurar-me na lida de escritor sem buscar algum conhecimento. Aprendi que querer escrever é uma coisa; mas querer escrever “bem” exige mais força de vontade, mais determinação, disciplina e perseverança. Eu fui em busca de sugestões ou técnicas de escrita. Li variadas obras que discorrem sobre esses aspectos. Participei de oficinas literárias para melhor instruir-me. Com isso, creio que aprimorei a lavra dos dramas que minhas personagens vivenciam, e devo ter conseguido chegar a um estilo de escrita, o que, no meu sentir, pode aproximar o leitor ao gosto de sua leitura. Por outro lado, situei as principais histórias em São Miguel do Oeste, localidade do extremo oeste catarinense pela qual, em razão de sua geografia e por seu povo hospitaleiro, nutri grande afeto. Espelhando-me em Rubem Fonseca, Ernest Hemingway, Johannes Mario Simmel, Klaus Pettinger, Carlos Ruiz Zafón, Nikos Kazantzakis, Javier Cercas, F. Scott Fritzgerald, Rafael Gallo e Jack Kerouac, entre tantos outros, meu livro oferece oportunidade ao leitor de conhecer ambientes e paisagens (algumas fictícias) deste município, por onde minhas personagens perambulam.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Cristina Garcia - Autora de: NEUROCIÊNCIA E MÚSICA

Nascida em São Bernardo do Campo, aos 11 anos de idade começa a estudar violão clássico com a professora Helena e escreve seus primeiros poemas. Depois de algum tempo, começou a ensinar violão para as coleguinhas da escola. Participou de várias bandas e festivais. Apresenta-se tocando violão e cantando em vários eventos. Estuda música, canto popular e lírico. Graduada em Artes Cênicas pela Faculdade Integrada Teresa D’Ávila com DRT (atriz e diretora de teatro profissional),  Pedagogia pela Universidade Nove de Julho, Docência do Ensino Superior pela Faculdade XV de Agosto e Ciência e Tecnologia pela UFABC. Leciona há 35 anos na rede pública de ensino. Pesquisa sobre neurociência e música.

‘‘A música beneficia o ser humano, quando realizada com amor.’’  Cristina Garcia

Os benefícios de tocar violão na adolescência - Cristina Garcia
O presente trabalho tem como objetivo analisar os benefícios de tocar violão para o desenvolvimento cognitivo e afetivo de adolescentes. Nos últimos cinco anos, pesquisas sobre as vantagens de tocar um instrumento musical têm crescido muito e vêm apresentando resultados significativos para várias áreas do conhecimento.

Olá Cristina. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro fala sobre os benefícios da música. Em 1994, lecionava em escola pública e trabalhei os exercícios de um livro, cujo nome era “Desenhando com o lado direito do cérebro” da autora Betty Edwards, desde então, percebi que algumas atividades trazem muitos benefícios a saúde física e mental. Em 2.015 participei de um aperfeiçoamento na UFABC e tinha a matéria de Neurociência, como uma das disciplinas. O livro surgiu após minha Pós-graduação de Ciência e Tecnologia na UFABC. Sou professora de Arte há 35 anos e estudo música desde 11 anos de idade até os dias atuais. Essa obra se destina aos amantes da música.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
São 35 anos trabalhando com arte e suas linguagens, pretendo compartilhar essas experiências em futuros lançamentos. Participei com um grupo de poetas em uma cooperativa de escritores, onde foram editados vários poemas. Minha intenção é despertar nas pessoas os benefícios da arte, da música, da literatura e da ciência.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
O Brasil precisa investir mais na literatura, valorizar nossos escritores brasileiros e desenvolver eventos que estimulem a literatura no país.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Foi uma indicação de um amigo, baseada no trabalho sério que a editora realiza.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Meu livro merece ser lido, pois resume de forma simples os avanços da ciência e pesquisas na área da educação sobre os benefícios da música e de tocar um instrumento, no caso o violão para o desenvolvimento cognitivo e afetivo de adolescentes. A arte eleva nosso conhecimento e nos conecta com a ciência.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Claudio Martins Burro - Autor de: ENTREGANDO FLORES DESCALÇO

Claudio Martins Burro
O autor ama a Vida, que é Deus, a quem agradece ter chegado aos dias presentes e ter realizado o sonho da edição do presente livro, e mais que isso, ter recebido de Deus a "graça" maior em sua vida através dos amados netinhos, João Pedro e Raul de Aquino.






Ao ouvir os Beatles em “My Sweet Lord”, composição do magnífico George Harrison, me vem à alma a vontade de produzir algo parecido, não tão grandioso. E dedicar essa inspiração, que lembre tal melodia ao Amor Infinito, pois, segundo creio, os anjos que ouvem tal harmonia perguntam entre si, por que não fui eu quem compôs tal oração? Amor Infinito? por favor, diga a que ou a quem você se refere? inquiriu um dos anjos àquele que tal anseio blasfemou... ora, meu irmão, por que tal sindicância? Não te apercebes que ao dizer amor infinito é de nosso Pai Celestial que vos falo?
Acredito que nascemos no melhor local para aprender e também para ensinar, mas, quanto a isso, o tempo é o nosso melhor aliado, pois juntamente com nossas atitudes nos trará o que buscamos ou necessitamos. Assim, especificamente no tocante ao porvir, cada um receberá aqui, no orbe, na medida em que amadurece, caso contrário, saberá quando for chamado, “do outro lado”, pois a vida continua.
O valor arrecadado com a venda de exemplares deste livro será revertido em favor da organização humanitária Médicos Sem Fronteiras – msf.org.br – 0800 941 0808

Olá Claudio. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
É uma ficção, mas dentro de um imaginário possível:
- o protagonista, Arun, nascido na Inglaterra, é adotado por um casal originário da Índia, pois a sua mãe-solteira, morreu no parto. Na juventude seus pais adotivos morrem eletrocutados, ele fica só. Conhece alguns ciclistas do Brasil que estão em Londres num tour de biker, faz amizade com eles e vai com eles de trem para Manchester, mas ocorre um acidente, o trem descarrilha e ele vai para a UTI de um hospital. Lá, desdobra de seu corpo e vai ter visões numa tela de ectoplasma no Plano Astral, onde lhe é mostrado o motivo de ter renascido ali na Inglaterra, aliado a fatos de sua vida pretérita, quando teve uma certa vivência na Índia. Sua vida romântica não é fácil, ele tenta viver ou casar por três vezes, mas nas 3 vezes ele é preterido pelas 3 mulheres; até que um dia, quando ele já havia lavado as mãos, desistido de procurar uma relação a vida lhe traz uma mulher, Liang... / segue...
- creio na Lei de Ação e Reação (ou Lei da Reencarnação), que a tudo explica, apesar de procurar viver o presente, o momento de agora tem a ver com fatos da vida pretérita, assim sendo, como a vida continua após a morte de nosso corpo físico, material, teremos uma vida no Plano Astral, e daremos sequencia quando reencarnarmos.
-B.) A ideia de escrever esse livro é deixar um breve legado a filhos, netos, amigos e eventuais leitores que se identifiquem com o pensamento da Espiritualidade, não necessariamente com religião, mas crer em Deus e na sequência da vida pós morte física, ou possuir a mente aberta para o novo, segundo disse e exemplificou Sócrates, é fundamental para a leitura de nosso livro.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Comecei a escrever após ter passado por um grande susto, uma desilusão quando em 2013 fui à Índia, em Nova Delhi. Tal fato me levou a escrever um livrinho autobiográfico, Meu Amigo George – Ed.Pontes / Campinas-SP - 2014.
-B.) Depois ao assistir o programa do jornalista Roberto D’Ávila, na Globo News, cujos entrevistados, Gabriel G. Márquez e Ariano Suassuna (ambos já falecidos, em 2014), disseram a mesma coisa, em datas distintas, e cada um deles com as suas próprias palavras e jeito de falar, ao responderem a mesma pergunta formulada: O que você diz, ou que conselho você dá para um novo escritor, que está começando ou deseja escrever um livro?
Resposta: que escreva sobre o que gosta, sobre o que acha ou acredita conhecer.
-C.) Esse, Entregando Flores Descalço, agora em 2020, é o meu 4º. livrinho (o 2º. foi em 2017, O Menino do Hyde Park, e o 3º. foi em 2018, Poemas de Londrina a Pequim. Ambos pela Scortecci).

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A minha preocupação, como já disse na primeira pergunta, é deixar um legado, não tenho pretensão de escrever um best seller, mas é claro que se a coisa acontecer, é porque tinha que ser, para isso, tenho que dar o melhor de mim, e sinto que esse último livrinho está melhor no todo, em relação aos anteriores, e quero crer que o próximo será ainda melhor que esse último, o quarto, Entregando flores descalço; mas de novo, retornando ao que disseram G.G.Márquez e A.Suassuna, escrevo sobre o que gosto e sobre o que acredito conhecer, apesar de Sócrates, “Sei que nada sei”.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Conheci a Scortecci por indicação de uma pessoa amiga, Claudia, que trabalhou na Editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, acredito que o Entregando flores descalço, merece ser lido, apesar do escudo de ficção que o cobre, e da linha de Causa e Efeito que envolve o texto, o final do livro é bonito, possui uma mensagem de esperança, uma vez que o protagonista sofreu muito ao longo da vida, e já próximo da velhice, cinquentão que era, recebe um presente da vida que ele não mais procurava e nem esperava; enfim, é um final mais que romântico, pois ele é fraterno, simples assim, como a vida deveria ser.

Obrigado pela sua participação.
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quinta-feira, 16 de julho de 2020

Entrevista com Maria Cristina Andersen - Coautora de: ENERGIA CONTAMINADA

Nasceu em São Paulo. Engenheira Química formada pela Escola de Engenharia Mauá. É coach, atuando a mais de 30 anos como palestrante e professora no desenvolvimento de pessoas no âmbito pessoal e espiritual. Certificada em MBTI e TMP, usa essas ferramentas como apoio ao autoconhecimento e desenvolvimento pessoal.
Tem quatro livros publicados: Energia Contaminada (Editora Scortecci), já na 2ª Edição, onde é coautora e coordenadora ; Culinária Árabe (Editora Melhoramentos); coautora e co-coordenadora do livro de ficção Reciclando Vidas (Editora Scortecci) e coautora do livro Marcados pelo Destino (Editora Scortecci)
Editora do blog: Divulgando Livros e Autores da Scortecci


Energia ContaminadaO Uso Consciente e Eficaz da Energia Mudando Nossas Vidas

Energia Contaminada não é apenas uma história de ficção, é um curso que apresenta, de forma clara, uma visão das interações energéticas e seus efeitos sobre a nossa saúde e disposição. Vai ensinar, através de exercícios simples mas eficazes, a identificar os focos de contaminação e como se “descontaminar”, se proteger e se preparar energeticamente para os desafios do dia a dia. Acompanhe a história de Thiago e seus companheiros, isto também pode fazer toda a diferença em sua vida!


Olá Cristina. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro é uma história de ficção que se passa num hospital. Os personagens se reúnem uma vez por semana para fazer um curso sobre como se cuidar energeticamente, curso esse, que, nos autores do livro, damos há muitos anos.
A ideia é que o leitor tenha, dentro do livro, alguém (personagem) que irá, no curso, questionar sobre o que lhe acontece ao aplicar as técnicas ensinadas nas aulas. Os personagens, além de informações e explicações teóricas, aprendem exercícios simples e práticos para se cuidar energeticamente e os aplicam em seu dia a dia.
Tivemos em uma das turmas do curso, 2 médicos e 1 dentista, que toparam usar a prática energética em seu dia a dia: nos atendimentos aos pacientes e nas cirurgias. Eles se preparavam energeticamente antes de atender um paciente, por exemplo, e se descontaminavam após o atendimento. Foram percebendo que ao final do dia se sentiam melhores e menos cansados, como ocorria após um dia de desafios. Também perceberam que estavam mais alertas e com sua percepção mais aguçada.
É importante saber, que quem procura um médico, na maioria das vezes, está com algum problema e sua energia, por consequência, não está boa. Pode estar em baixa (falta de energia) ou negativa (no sentido de mal - doente e não de mau - ruim). No atendimento, existe uma conexão entre o paciente e o médico (importante para um bom entendimento do que o paciente tem) e nessa conexão há uma troca de energia entre os dois. Nessa troca o médico pode ficar com baixa de energia ou com sua energia contaminada. Também, o médico pode estar com sua energia contaminada, pelo dia a dia de seu trabalho e desafios que enfrenta, e ele pode passar essa energia contaminada para o paciente.
Um dos médicos animado com o que aprendeu e com os resultados, ofereceu darmos uma palestra no hospital, para médicos, enfermeiros, auxiliares e atendentes. Isso foi durante um programa instituído pelo hospital, para melhorar a qualidade de vida destes profissionais. Foi um sucesso e todos vieram nos procurar para saber se tínhamos um livro sobre esse assunto e foi aí, que resolvemos por no papel o que ensinávamos, e assim nasceu o livro Energia Contaminada.
O livro tem técnica simples e eficazes de como se cuidar energeticamente em seu dia a dia. Para não ser um livro técnico, tem como pano de fundo histórias que se passar no hospital, com trama e tudo.
Tiramos do livro todo cunho espiritualista e/ou religioso, com o objetivo de atender a qualquer um. Além disso, é uma história, e serve para quem não acredita em energia. Serve para qualquer um.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Plantei muitas árvores e não tive filhos por opção. Escrever sempre foi um sonho.
Quando adolescente eu tinha muita imaginação, mas não tinha o hábito de colocá-los no papel e essas histórias se perderam no tempo. Resolvi seguir a carreira de engenheira e isso ativou muito o meu lado mais calculista e acabei deixando de lado o meu lado fantasioso. Quando iniciei meu caminho na espiritualidade e meu trabalho de ajudar as pessoas a se desenvolverem, sentir a necessidade de escrever, de contar minhas experiências e de colocar em livros o que eu ensinava. Escrevi muito, mas tudo em forma de apostilas e direcionada para os cursos que dava.
Meu sonho era escrever um livro, não um livro qualquer, mas um livro que tocasse as pessoas e as ajudasse a ter uma vida melhor
Energia Contaminada foi meu terceiro livro. O primeiro foi um livro de culinária, publicado pela editora Melhoramentos, sobre culinária árabe. Fez parte da coleção “A volta ao mundo em 80 receitas”, que foi reeditado, como: “A Culinária árabe” e depois “Culinária árabe” com um CD de músicas”.
O segundo foi o livro “Reciclando vidas” (Editora Scortecci), que conta a história de dois escritores, um famoso e um mendigo. O mendigo descobre que seus escritos estão sendo publicados pelo autor famoso e vai investigar. O livro foi fruto do curso “Como escrever um livro de ficção”, ministrado na Scortecci, que participei e no qual fui uma das coordenadoras. Foi escrito por 12 alunos do curso e quem o lê, acha que foi escrito por uma única pessoa. Foi um trabalho, onde prendi muito.
Meu quarto livro foi “Marcados pelo Destino” (Editora Scortecci), escrito juntamente com dois amigos: Elianete Vieira e Mario Stoquetti. É um romance de época, que conta a história de 2 adolescentes que se apaixonam, ele vai preso pela ditadura militar e o ela vai para a Europa, e que se reencontram 30 anos depois.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A vida de um escritor não é fácil, pela dificuldade de divulgação. Pela falta de leitores? Acredito ser questionável, visto a quantidade de pessoas nas Bienais do Livro. Muita gente e todos com sacolas, o que significa que comparam livros.
Há autores bons e livros muito bons, porém pouco conhecidos. O autor precisa ter em mente, que cabe a ele divulgar seu trabalho. Hoje com as mídias disponíveis e possível fazer um bom trabalho de divulgação. O autor precisa, primeiro, responder a uma pergunta: o que ele espera de seu livro? Que seja conhecido? Que seja vendido?
Cabe ao autor iniciante, divulgar seu trabalho. Encontrar quem é seu publico alvo e ir atrás dele. Ele deve participar de eventos onde achará seu público.
Vejo nos eventos da Editora Scortecci, a parte infantil. Os autores contam histórias, fazem teatro, atingem as crianças com atividades. Todas elas se interessam em ter o livro do evento que participaram.
Acredito que esse seja um caminho, mas requer trabalho. Escrever um livro e publicar, é só o começo. O trabalho vem depois, que é fazer o leitor achar seu livro.
Nosso livro, Energia Contaminada, vende bem quando fazemos palestras sobre o assunto. Isso instiga a curiosidade do participante de querer mais informação e então, ele compra o livro.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Meu sonho era escrever romances. Inspiração é importante, mas sempre achei que deveria existir técnicas para escrever bem. Algo que te ajudasse a não se perder na história e de forma que prendesse o leitor. Comecei a procurar na internet, livros e assuntos que ensinasse a escrever romances. Na minha procura achei a Escola do Escritor, da Scortecci editora. Eles tinham um curso que se chamava: “Como escrever livros de ficção”. Me inscrevi e fiz o curso. Foi assim que iniciei minha jornada no mundo das letras. Foi por aí que descobri que poderia publicar pequenas quantidades, com livros de qualidade e canais de venda. Acabei amiga de todos e hoje ajudo a divulgar os escritores da Scortecci, através do Blog do escritor e do Portal do escritor.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Acredito que sim, pois além de se divertirem com a história, vão aprender fazerem alguns exercícios que ajudarão no equilíbrio energético de cada um.
No decorrer da história, os seres humanos foram descobrindo as causas de doenças, mal-estares e mortes. Percebeu-se, com o desenvolvimento da tecnologia e a construção de equipamentos sofisticados e precisos, que muitos das causas eram as contaminações por germes. A partir destas descobertas foram sendo incorporadas, ao dia-a-dia, atitudes que minimizavam as contaminações, como higiene pessoal, higiene de ambientes, assepsias e limpezas em geral. Essas novas práticas adotadas visaram dar mais saúde as vidas das pessoas.
Desde pequenos somos ensinados que devemos tomar banho, escovar os dentes, lavar as mãos, etc. São condutas que permitem que bactérias, vírus, germes e sujeiras fiquem fora de nosso corpo, impedindo que fiquemos contaminados e consequentemente doentes.
Hoje tomamos cuidado com o que comemos, onde pisamos, onde tocamos. Lavamos e higienizamos as frutas e verduras, guardamos em baixas temperaturas alimentos perecíveis, cobrimos com redinhas alimentos que ficam expostos, por exemplo.
Usamos óculos, máscaras, bonés, protetor solar e equipamentos de segurança. Nosso dia-a-dia está repleto de cuidados que temos com nós mesmos, nossa saúde, nossa vitalidade, nossa vida.
Se analisarmos o nosso dia-a-dia, vamos perceber que estamos a todo o momento nós preparando, nós protegendo e nos limpando.
Fazemos a mesma coisa com a nossa energia? Preparamo-nos energeticamente antes de fazer alguma coisa? Antes de sair para trabalhar, antes de participar de uma reunião, antes de atender um paciente, antes de cuidar de um doente?
E depois? Fazemos nossa higienização, nossa assepsia, nossa limpeza para tirar as contaminações energéticas?
Quem já não saiu esgotado e se sentindo mal de uma reunião?
Quem já se sentiu mal ao entrar em um ambiente ou falar com alguém?
Quem no final do dia, não se sentiu como que carregando um caminhão nas costas?
O livro vai te ajudar a entender estas questões.

Lançamento do Energia Contaminada na Bienal do Livro em 2014


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