sábado, 4 de julho de 2020

Entrevista com Nei George Prado - Autor de: ÊXTASE

É natural de Candiba(BA), nascido em 1961; advogado e professor de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira, foi Procurador Jurídico dos municípios baianos de Candiba (1989-1992) e Pindaí ((1993/1996-2005/2008-2013/2016) Assessor Jurídico das Câmaras Municipais de Sebastião Laranjeiras (2004), de Palmas de Monte Alto (2009-2010) e de Candiba (2009-2012); professor de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira no Centro Educacional dom José Pedro Costa (1991); professor substituto de Comunicação Expressão Oral e Escrita na UNEB (Universidade do Estado da Bahia) e professor titular de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira do Colégio João Durval Carneiro (1998/2000), nas cidades de Candiba e Guanambi, respectivamente. Livros publicados: pela Scortecci Editora - S. Paulo/SP A VEZ QUE TATAU FICOU DA CABEÇA E OUTRAS HISTÓRIAS (2016), JOICE (2019) e ÊXTASE (2020); pela Câmara Brasileira dos Jovens Escritores - Rio de Janeiro-RJ, QUANDO NUM AMANHECER E OUTROS CONTOS JUVENIS (2013).

Agrega temas diversos, mas permanece afeito ao estilo de Nei George Prado, com seus versos livres, focados no cotidiano, na fragmentação, no subjetivismo e na síntese, que são o que melhor definem a forma moderna de compor e de abstrair os elementos do cotidiano, captados e ressignificados pelo autor na transposição que ela realiza dos elementos do mundo concreto para o abstrato. Êxtase é como o néctar e o mel dele oriundo... É manjar dos deuses! Não há dúvida de que encontrará o mais pleno aconchego na alma de quem sabe apreciar o que é construído com ternura e genialidade.


Olá Nei. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Pequenas observações do dia a dia, com detalhes poéticos, pois a ideia sobre escrever e criar surgiu a partir da leitura de uns textos, acho que de LEONARDO BOFF, que coloquei em epígrafe, sobre a melhor habilidade deixada por Deus, de não estarmos presos a nada, mas podermos inventar coisas novas sabendo das vantagens de nossa imperfeição, como forma de autoconhecimento para a vida, feito o grilo de Mário Quintana.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sem pretensões literárias senão a curtição para mim e amigos (“prefiro ser o melhor poeta de minha rua”, respondeu um dos maiores poetas, Drummond, a pergunta que lhe fora endereçada sobre o melhor poeta do Brasil). Não é o primeiro livro, porque já publiquei pela SCORTECCI um livro de causos (A VEZ QUE TATAU FICOU FRACO DA CABEÇA E OUTRAS HISTÓRIAS – 2016) e uma novela, JOICE-2019, sem essa de sonho de plantar árvores e fazer filhos. Projetos? Projeto é ir escrevendo e me conhecendo para o mundo.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Infelizmente no Brasil não temos tradição, como na Europa, e ainda vem a importância que se dão ao dinheiro, que acabamos sofrendo com isso, mas a gente tem que ir afinando a viola de ouvido, fazendo nossa parte.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Procurando, encontrei a Scortecci e gostei do seu serviço – de primeira, inteligente.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Meu livro é um sorver de vinho bom (acredito), como um trago de café que se toma senão um carro vai buzinar lá fora, ao final, e você, de passagem, ainda nem se retocou, e nessas pequenezas poder ver e sentir a fluência da vida.

Obrigado pela sua participação.

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Entrevista com Aline Carvalho - Autora de: A ALIANÇA


Aline Carvalho 
Nome literário de Aline Aparecida Leite Carvalho. 
Mãe de Pedro, Helena e Lívia em tempo integral. Formada em Farmácia Bioquímica com especialização em Gerontologia. Ávida por assuntos como psicologia analítica, simbologia, psicobiofísica e espiritualidade. Escritora nas (poucas) horas vagas e sonhadora em todas as vidas... 



...Uma busca e um amor que transcendem tempo e espaço. Aline Carvalho 
O inconsciente busca comunicação por meio de símbolos, e a linguagem simbólica é utilizada, desde tempos imemoriais, para expressar importantes e complexos ensinamentos de maneira efetiva, como ideia e suas imagens, ou como verbo e suas figuras. A simbologia é um mergulho na luz astral em busca de reflexos e pensamentos mais secretos e profundos. Segundo Carl Gustav Jung, psiquiatra e psicoterapeuta fundador da Psicologia Analítica, os sonhos são realidades vivas que precisam ser experimentadas e observadas com cuidado para serem compreendidos. Alice é uma pessoa comum, que passa a ter sonhos intrigantes com importantes ensinamentos espirituais. A partir de então, inicia sua jornada em busca de si mesma e de sua missão junto ao planeta Terra. Confiando em sua busca, ela aprende a importância de seguir sua intuição e de perceber os caminhos que a sincronicidade aponta. Conhecendo sua capacidade, desenvolve os dons e potencialidades que só surgem pela experimentação. Acreditando em seu coração, vislumbra as múltiplas facetas do amor, e vidas paralelas se encontram por merecimento em um ponto do espaço-tempo por um amor que transcende presente, passado e futuro.

Olá Aline. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.


Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra? 

A Aliança é uma trama que mistura os sonhos e devaneios da mente inquieta e sagaz de Alice em uma história que envolve autoconhecimento, resgate familiar, espiritualidade e as múltiplas facetas do amor.

Eu sempre tive o hábito de anotar sonhos, impressões, orações e reflexões quando sentia que deveria. Um dia, senti um imenso desejo de unir esses fragmentos em uma história, e assim foi feito. 
O livro é destinado a toda pessoa que seja capaz de abrir a mente para um multiverso de possibilidades e o coração para descobertas inacreditáveis.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro? 
Eu sou mãe de Pedro, Helena e Lívia em tempo integral. Formada em Farmácia Bioquímica com especialização em Gerontologia, embora, apaixonada pela área da saúde e a ciência, minha ligação com a espiritualidade e simbologia são inegáveis. 
Escrever A Aliança foi um marco em minha vida. Produzir mensagens por meio de histórias certamente é um prazer que pretendo manter. Já estou trabalhando em um segundo livro e espero concluí-lo em breve. 

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada? 
Não tenho a pretensão de escrever como profissão. Vivemos em um país onde isso é inviável. A arte em geral, no Brasil, é pouco valorizada. Culturalmente, não somos reconhecidos por nossas habilidades artísticas e nem estimulados a apreciar esse dom nos brasileiros. Talvez, aos poucos, nas gerações que nos seguem, isso está sendo modificado. Eu, particularmente com relação aos meus filhos e a escola onde eles estudam, estimulamos muito a leitura e o viés artístico; considero isso muito importante para a formação humana. 

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora? 
Quando me interessei em publicar o livro que já estava, ao meu ver, finalizado, busquei informações com um autor que havia publicado várias obras pela editora e ele me passou todas as orientações. 

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores? 
Eu me fiz essa pergunta diversas vezes e sou capaz de formular a resposta hoje, pois percebo que meu livro chegou até agora nas mãos que precisavam. Obtive feedbacks incríveis e emocionantes. 
Acredito que quando você escreve um livro, você deseja passar uma mensagem. Perceber que essa mensagem chegou a pelo menos uma pessoa, de forma efetiva, é satisfatório. 
A mensagem que eu desejo passar aos meus leitores está nas linhas e entrelinhas da minha obra, mas, em suma, posso dizer que aquele que busca, será contemplado; e que todas as crenças, embora pareçam distintas, são criação de uma mesma energia. 

Obrigado pela sua participação.



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domingo, 28 de junho de 2020

Entrevista com Oséias Francisco da Silva - Autor de: UMA NOVA POLÍCIA EM ASCENSÃO NO BRASIL

É Supervisor da Guarda Civil Municipal de São Bernardo do Campo/SP, estudioso do tema, possui mestrado em gestão de políticas públicas, e presidente da Conferência Nacional das Guardas Municipais do Brasil. Já publicou quatro livros e esse é o quinto, sendo o terceiro no campo da segurança pública.




Experiências das guardas civis municipais do Grande ABCMR
Uma Nova Polícia em ascensão no Brasil é uma obra que resultou de pesquisas acadêmicas e de uma ativa militância do autor no campo da segurança pública, seja como pesquisador, como operador do sistema e como presidente de Entidade Representativa das guardas municipais. Aborda o impacto da lei federal 13.022 de 08 de Agosto de 2014 nas guardas municipais no grande ABCDMR Paulista, e a partir da constatação verificou também o impacto desses importantes órgãos da segurança pública na redução doa indicadores criminais, principalmente o de homicídio. A pesquisa vai verificar se as as Guardas Civis Municipais podem protagonizar um novo modelo de Segurança para Brasil, a partir de uma nova concepção de polícia ou será uma nova Polícia apenas no sentido de somar quantitativamente com as demais existentes. Também a partir do desvelamento dessas características relevantes, verificar quais os desafios no horizonte para as Guardas Civis Municipais se estabeleça como órgãos efetivos da segurança pública com reconhecimento e prerrogativas assegurados. Boa leitura!

Olá Oséias. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro trata da ascensão das guardas municipais no País se estabelecendo no cenário da Segurança Pública como uma nova Polícia. Destaca a importância dessas corporações no combate e prevenção do crime e das violências. Também vai apresentar uma pesquisa pioneira sobre o impacto da lei federal 13.022/14 nas atividades das guardas municipais. E a partir das constatações que desvelaram os desafios pela frente para a plena afirmação como órgãos efetivos da segurança pública, apresentamos propostas de alterações no âmbito do legislativo. A obra surgiu de uma necessidade real de compreender e divulgar o volume de trabalho das guardas municipais e seu impacto no combate e prevenção do crime e das violências. É resultado de experiências vivenciais do cotidiano de pesquisas acadêmicas e de uma trabalho de representação política da classe. O livro é endereço aos profissionais operadores da segurança pública, pesquisadores, gestores e setores da sociedade que tem interesse na matéria.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Tenho 16 anos de efetivo exercício de Guarda Civil Municipal da cidade de São Bernardo do Campo/SP, na graduação de Supervisor. Sou formado em filosofia, Formado em Psicanálise, pós graduação nível especialista em gestão de Segurança Pública, e Mestrado em Políticas Públicas. Também estou como Presidente da Conferência Nacional das Guardas Municipais do Brasil - CONGM entidade política representativa da categoria, atuando com foco no Congresso Nacional.
É o quinto livro publicado, sendo o terceiro livro que trata da temática segurança pública e guardas municipais. Também já plantei árvores e tenho dois maravilhosos filhos, Lukacs e Erich.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Um desafio constante que na maioria das vezes é desanimador. É um caminho árduo para trilhar, mas como acontece ao garimpeiro que encontra pedras preciosas depois de muito trabalho, é o escritor quando encontra um leitor.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Numa busca pela internet encontrei a editora SCORTECCI. E com o trabalho profissional e atenção dedicada ao processo de publicação, com a confiança conquistada, já estou na quinta publicação.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
O livro, modesta a parte, merece ser lido e refletido tanto pelo seu caráter pioneiro quanto pela importante contribuição à produção do conhecimento sobre as Guardas Municipais. O tema da segurança pública é recorrente e pauta quase que natural no cotidiano das pessoas. É o setor do Estado que é responsável pela garantia do exercício de muitos dos direitos necessários à cidadania. Num cenário com números vergonhosos em diversos indicadores criminais, principalmente de homicídio, que nosso País carrega, pensar e construir um modelo de Segurança pública e de Polícia adequados ao Estado democrático de direito, ao momento histórico atual e as expectativas da sociedade, por si só merece atenção de todos nós.

Obrigado pela sua participação.
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domingo, 21 de junho de 2020

Entrevista com Durval Augusto Jr - Autor de: DESVENDANDO A LINGUAGEM DOS ASTROS

Nome literário de Durval Augusto de Souza Junior
É mineiro de Belo Horizonte e formado em Psicologia pela PUC-MG. Interessou-se pela Astrologia ainda na adolescência, embora tenha iniciado sua formação como astrólogo apenas a partir do início dos anos 1990.
Atuou como psicólogo clínico por onze anos. Não podia, contudo, ocultar de si mesmo o incômodo por não poder oferecer à Psicologia esse complemento tão rico representado pelos recursos da Astrologia. Deixou, por isso, o cargo de psicólogo, mas não a Psicologia. Já que não podia ser um psicólogo que usava a Astrologia, passou a ser um astrólogo que usa a Psicologia.
Sem deixar de ser psicólogo e, principalmente, sem deixar de ser astrólogo, ingressou no Poder Judiciário e lá atuou por vários anos, até se aposentar.
Andou flertando também com a literatura ficcional, tendo publicado alguns romances e livros de contos (dois deles pela Scortecci – A Aljava de Cupido e Quero Matar o Prefeito). Atualmente, porém, dedica-se exclusivamente à Astrologia.
Vez ou outra, profere alguma palestra no evento mensal denominado SÁBADO ASTROLÓGICO, em Belo Horizonte, e chegou a participar, como palestrante, do CINASTRO – Congresso Internacional de Astrologia Online, em 2019.
Apresenta-se no canal ASTRÓLOGO DURVAL AUGUSTO JR., no YouTube; por meio desse veículo, comunica-se com as pessoas que se interessam por Astrologia.

O livro coloca à disposição do estudante de Astrologia, em linguagem simples e objetiva, uma sequência que se inicia com os tópicos mais elementares desse estudo e prossegue até que o leitor possa se deparar com o horizonte mais aberto e luminoso da interpretação de um mapa astral.
Inicia-se o estudo com a classificação dos signos astrológicos quanto às polaridades, modalidades e os quatro elementos. Na sequência, estudam-se os planetas para, em seguida, focar na descrição (e não apenas classificação) dos signos. O estudo das Casas astrológicas vem logo após; coloca-se, a partir desse ponto, diante do leitor, uma abordagem da posição dos planetas por signo e por Casa.
O importante estudo do signo Ascendente vem logo em seguida; aqui se dará ênfase a conceitos como o de planeta dispositor e o de subtom na análise não apenas do signo Ascendente, mas também na análise de outros fatores importantes do mapa astral.
Outros elementos importantes de um mapa astral, como a Parte da Fortuna e os Nodos Lunares, também serão estudados.
Grande ênfase será dada ao estudo dos aspectos planetários, fundamental para a análise astrológica.
Conclui-se a obra com um capítulo especialmente dedicado à interpretação de mapas astrais.

Olá Durval. É um prazer contar, novamente, com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Trabalho como astrólogo há muitos anos e, como percebi que há um crescente interesse das pessoas em aprender mais sobre essa importante ferramenta de autoconhecimento, decidi que, como escritor de alguma experiência, poderia me aventurar numa obra de caráter didático. Lancei mãos à obra e realizei mais este trabalho que, espero, possa contribuir como instrumento auxiliar também aos terapeutas das diversas correntes que hoje se interessam pela Astrologia.
Esta obra se destina, portanto, aos que buscam o autoconhecimento, aos que querem se tornar astrólogos e, ainda, aos terapeutas interessados em enriquecer seus recursos de abordagem da natureza humana.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Este é o meu sexto livro publicado (há outros dois inéditos) e é o terceiro pela SCORTECCI. Caso eu obtenha êxito nesta nova aventura, é possível que eu desenvolva outros projetos nesta área. Do contrário, passarei a me dedicar somente ao atendimento a clientes, fazendo análise de mapas astrais e atendimentos com astroterapia.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Colocando de lado as raríssimas exceções de autores que conseguem sobreviver exclusivamente de literatura, o escritor no Brasil precisa garantir o pagamento de suas contas por meio de outras atividades. Há muitos leitores no Brasil, mas não são, em sua maioria, leitores muito exigentes. De modo que os textos de fácil assimilação, que exigem pouco do leitor (textos que eu chamo de literatura fast-food) acabam sendo os que têm mais chances de êxito. Isso, porém, não deve servir de pretexto para falsificarmos nossa escrita em nome de um possível (mas incerto) sucesso literário.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Por meio de uma escritora mineira, anos atrás, e de cujo nome eu não me recordo mais. A partir de então, pesquisei na Internet e entrei em contato com a SCORTECCI. Publiquei, por esta editora, os livros A ALJAVA DE CUPIDO (2016) e QUERO MATAR O PREFEITO (2017).

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
O meu livro merece ser lido porque apresenta um roteiro de aprendizado da Astrologia pensado para quem deseja partir dos conceitos mais elementares e caminhar, por meio de uma leitura leve e objetiva, até o ponto em que se sinta capaz de arriscar as suas primeiras interpretações de mapas astrais. Ao escrever, eu tento me colocar no lugar do estudante; faço um exercício de empatia, coloco carinho na escrita. Faço isso com o desejo de caminhar junto com o leitor, e quase visualizo, nos capítulos finais, os olhos animados do estudante fixados no mapa astral à sua frente.
A minha mensagem especial aos leitores é que, quando estiverem lendo o meu livro, tentem perceber o meu carinho impresso nas suas páginas.

Obrigado pela sua participação.

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terça-feira, 2 de junho de 2020

Entrevista com Enivaldo Ramos - Autor de: POEMAS DE BORDO

Nasceu em Mogi das Cruzes (SP) em 1979. É bancário e pastor anglicano. Formado em teologia pela Escola Superior de Teologia de São Leopoldo (RS), é pós-graduado em filosofia e possui MBA em Gestão de Pessoas e Liderança Empresarial. Publicou seus poemas, anteriormente nas antologias Diversos, Mosaico e Vide Verso, da Andross Editora, e em alguns sites na internet.
Interessou-se por poesias ainda jovem, no início da faculdade, ao descobrir na escrita literária uma forma de expressão de arte. Sofreu influência da Teologia e da Filosofia na sua poética, bem como, mais recentemente, da Física e da Astronomia.
Passou dez anos longe das publicações até completar 40 anos de idade. Para ele, este livro marca uma trajetória de 20 anos. É um livro de poemas, mas também é autobiográfico. Nas palavras do autor: “Poemas de bordo contém o melhor e o pior de mim”.

Desde o homem primitivo temos a necessidade de registrar acontecimentos, histórias, o cotidiano. As inscrições em cavernas são provas dessa necessidade de comunicação de homens e mulheres, que com seus pictogramas ou ideogramas deixaram suas marcas na história.
O diário de bordo, igualmente partindo dessa necessidade de registrar fatos, tinha originalmente o objetivo de relatar os fatos mais importantes do trajeto de uma determinada navegação.
Esse tipo de diário também é utilizado por viajantes que registram a memória de passeios a locais visitados, experiências enriquecedoras, enfim, momentos especiais vivenciados em viagens. Muitas pessoas registram suas experiências em diários, que também podem ser considerados de bordo, pois escrevem os fatos memoráveis durante sua trajetória de vida, durante a jornada na viagem que é viver.
Poemas de bordo representa tudo isto: o registro em forma de poesia sobre essa jornada da vida. O percurso, a estrada, a caminhada.
Essa obra, além de ser um livro de poesia, representa uma autobiografia, pois o autor revela, por meio dos poemas, suas ideias sobre a vida, a morte e o amor, que são expressas de forma lírica e nos levam a mergulhar, por meio das palavras, em temáticas que fazem refletir sobre nossa própria existência.

Olá Erivaldo. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro que publiquei pela Scortecci é de poemas. São poesias que foram escritas ao longo de 20 anos. As temáticas são as mais variadas possíveis, desde poemas de amor, da natureza, sobre o tempo e o porvir; mais recentemente o não lugar também se tornou objeto de minha poesia, que é o sentimento de não pertencer a lugar nenhum. Podemos dizer que o livro é uma autobiografia poética.
Tive a ideia de organizar esse livro e escrever novos poemas em junho do ano passado. Ele é uma mistura de textos antigos e atuais. O mais difícil talvez foi a escolhas dos poemas, para o autor, todos são importantes, mas tive que abrir mão de vários, quem sabe em um segundo livro Poemas de Bordo II.
Minha obra é destinada ao um público variado, pessoas de várias idades e formações diferente tem adquirido meu livro. Ele é de fácil leitura, portanto, é destinado a todos que se dispõe a ler.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Já havia publicado poemas em antologias e artigos acadêmicos, mas esse é meu primeiro livro solo. Pretendo publicar outros livros. Sempre gostei de escrever. As vezes a correria da vida nos tira um pouco do mundo das letras; não podemos perder essa sintonia. Desejo realmente continuar publicando, isso é uma satisfação pessoal que vem se tornando um projeto de vida.
Estou preparando um romance para 2021 e espero termina-lo a tempo ainda de publicar no próximo ano.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A vida de escritor no Brasil não é fácil, devido sim a poucos leitores, ao alto custo de uma publicação, mas também a educação que temos, como gerar leitores com a precária educação brasileira? Admiro os professores que seguem ensinando mesmo com o baixo salário, que é reflexo de uma desvalorização da categoria. Tenho vários amigos professores e vejo neles um exemplo de vida, que apesar do sucateamento da educação, seguem firmes no propósito de ensinar.
A vida de escritor no Brasil não é fácil devido aos poucos leitores, que é reflexo de uma educação precária.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Algumas amigas e colegas de trabalho da minha esposa publicam seus livros pela Scortecci, por esse motivo resolvi entrar em contato com essa editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Meu livro merece ser lido porque é uma obra com temáticas das mais variadas possíveis. São poesias leves e que podem ser lidas em sequência ou escolhidas no sumário do livro. Tenho recebido um feedback positivo das pessoas que adquiriam e me retornaram.
A você leitor que se dispõe a ler as páginas do livro Poemas de Bordo, irá entrar no mundo dos símbolos, daquilo que é lírico e onírico. A poesia é capaz de nos levar ao mundo dos sonhos, e ao mesmo tempo ser capaz de questionar o mundo em que vivemos, nela, na poesia, tudo é possível.

Obrigado pela sua participação.


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quarta-feira, 27 de maio de 2020

Entrevista com Cássia Janeiro - Autora de: AS FILHAS DE EVA

Nome literário de Cássia Janeiro Karuna.
É educadora e escritora premiada nacional e internacionalmente. Dentre outros prêmios, foi a primeira sul-americana a ganhar o Prêmio Mundial de Poesia Nósside, chancelado pela Unesco. Foi professora universitária em diversas instituições de Ensino Superior e consultora da Unesco, onde participou da missão brasileira no Timor Leste. Viajou por todo o País elaborando, executando e avaliando projetos e programas socioeducativos. Tem trabalhos publicados no Brasil, na França, na Itália e na Holanda. Faz parte do corpo diretivo da União Brasileira dos Escritores (UBE), membro da Academia Metropolitana de Artes, Ciências e Letras (Amlac) e da Associação Internacional de Escritores e Artistas. Em 2015 tornou-se embaixadora do Prêmio Mundial Nósside de Poesia no Brasil.

O livro conta a história de várias mulheres, vítimas de tipos diversos de violência. As histórias têm na personagem de Eva um fio condutor. São histórias passadas no Brasil, na Índia, Iraque e Nigéria.







Olá Cássia. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro conta histórias de mulheres vítimas de violência no Brasil e no mundo. Apesar de ser um livro de ficção, é inspirado em histórias verdadeiras. A ideia de escrevê-lo teve origem num documentário a que assisti ("India's daughter", Netflix) e que me causou profunda tristeza e indignação, dadas as circunstâncias de excepcional crueldade acerca de um estupro coletivo na Índia.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Este é o meu 6o livro individual. Tenho participação em outros trabalhos como coautora ou em antologias. Pretendo escrever até o resto da vida e estou atualmente trabalhando num romance.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A pergunta já contém uma resposta: "poucos leitores" e leitura "pouco valorizada". Além disso, não existem praticamente políticas públicas voltadas à literatura. A luta do escritor brasileiro é diária.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Há muitos anos fui finalista num concurso da Scortecci e, depois de muito tempo, conheci o João Scortecci, que corajosamente tem feito diferença para nós, escritores.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Pretendi escrever literatura, independentemente do tema. O resultado me agradou. Acredito também que é um livro que pode contribuir para o aprofundamento do debate das diversas violências contra a mulher.

Obrigado pela sua participação.



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quinta-feira, 23 de abril de 2020

Entrevista com Lurdes Zucchello / Mariângela Calazans / Marina Marino - Autoras de: DIVAS

É mãe de Gresiéli e Gabrieli. Psicóloga, palestrante, hipnoterapeuta e escritora, realizou mais de cinco mil atendimentos, sendo a maioria com demanda em transtorno de ansiedade. Sua missão e propósito de vida é ajudar o maior número possível de pessoas, oferecendo ferramentas que possibilitem a lapidação do diamante que cada ser humano é.

É casada com Marcos, mãe de Luis Felipe, Ricardo e Juliana e avó de Maria Luiza, Lorena, João Pedro, Carmela e Antônio. Foi professora de educação infantil, desde 2001 é consultora de viagens e eventos. Há anos tem vontade de escrever sua história, mas sempre adiava. O convite para Divas deu o start para essa realização, o que a deixou muito feliz com a possibilidade da história ser útil para algum coraçãozinho angustiado.

É mãe da Paula e do Fábio, avó do Pedro, Sofia, Olívia e Manuela. Foi pedagoga, hoje atua como escritora, tanto para o público infantil, como para as mulheres, para quem e sobre quem gosta de escrever. Divas é um projeto idealizado pela autora, para ajudar outras mulheres a se superarem também.

Três mulheres, três histórias de superação. Três vidas que foram maltratadas, desde o princípio, em nome do que a sociedade julga correto. Mulheres que pegaram na mão seus problemas e, diferentemente da maioria que se entrega ao desespero, resolveram dar a volta por cima. Porque, para essas mulheres corajosas, problema é sinônimo de solução. Aqui estão elas, expondo suas vidas, contando suas histórias, partilhando suas experiências, sem medo, de coração aberto, com a única finalidade de testemunhar seus processos de cura. E você vai poder conhecer, cada uma delas, nas páginas deste livro, onde está descrito o caminho que percorreram. Três caminhos diferentes que levaram ao autoconhecimento, ao reencontro com elas mesmas, à alegria de viver. Essas são as verdadeiras Divas!

Olá Marina. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Nosso livro traz à tona o universo feminino. Em pleno século XXI, as temáticas que envolvem as mulheres ainda são as mesmas de sempre, parece que nem todas têm acesso aos avanços de poucas. Então, quando eu, Marina, entrei no meio literário, percebi a necessidade de mais vozes se juntarem em favor do feminino. Criei um projeto onde mulheres compartilham suas vivências e suas experiências de superação na internet. Foi assim que Lurdes e Mariângela se interessaram em contar suas histórias e começaram a escrevê-las. O livro DIVAS, MULHERES QUE SE SUPERARAM foi uma decorrência natural do processo que acontecia na internet e se destina à todas as mulheres que desejam de alguma forma, superarem problemas, se libertarem do que as aprisiona. Evidentemente que os homens também estão convidados à leitura, já que o que se almeja é o equilíbrio entre o masculino e o feminino, a convivência pacífica e harmoniosa entre todos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Vou começar falando sobre Mariângela Calazans. Para ela DIVAS foi sua primeira experiência autoral, a qual lhe trouxe muita alegria. Pretende tirar da gaveta as histórias infantis que já tem escritas para publicar em breve, com todo o apoio do marido e admirador.
Lurdes Zucchello já publicou um primeiro livro, em duas edições, e agora participa conosco do DIVAS, onde traz sua história de vida e segue dando palestras e ajudando pessoas com ansiedade e depressão.
Eu, Marina Marino, tenho um pouco mais de experiência neste mundo das letras. Já lancei dois livros infantis, participei de várias Antologias com textos e poemas, tanto no Brasil, como em Portugal. E agora trouxe também minha história pessoal no livro DIVAS, contando como superei os meus sonhos que terminaram. Além de divulgar o livro Divas, nos próximos meses em encontros com mulheres, já estou planejando o próximo, quem sabe com lançamento na Bienal 2020.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Sobre isso tenho uma pequena história a contar. Quando criança, meu pai trazia livros, lia conosco, incentivava, conversava sobre as histórias. Não só ele, como também os pais dos meus primos, dos amigos. Todas as casas tinham bibliotecas enormes. Anos depois, ao me tornar professora, percebi que as famílias já não tinham mais o hábito da leitura e, portanto, não incentivavam mais as crianças. Comecei a fazê-lo, assim como os demais professores dos colégios onde trabalhei. Num deles, como não havia biblioteca, eu criei um cantinho para parecer uma. Hoje, visitando o local, vi que construíram uma biblioteca linda e levam as crianças lá semanalmente. Mas sei que isso é muito raro. Falta patrocínio! O escritor tem que custear seu próprio livro e ainda sair por aí, atrás de seu público, seja em escolas, em parques, na Av. Paulista de domingo, onde achar que deve. Então o escritor sabe que seu livro não será um estouro de vendas, que não pode viver disso, que precisa de outra renda para se sustentar, mas mesmo assim ele não desiste. De qualquer maneira, eu ainda confio que vamos superar esta crença de que “ninguém lê no Brasil” e nos libertar deste estigma.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
A Scortecci eu conheci por acaso, pela internet. Estava procurando um curso para fazer e lá estava ela, oferecendo justamente o que eu precisava: “Como montar uma editora”. Depois do primeiro curso, fiz outros cursos também, inclusive o de revisão, e atuo nesta área. Então comecei a participar das Antologias. Isso foi em 2013. Depois fui à bienal com o grupo. Agora já faço parte da família e sei que Lurdes e Mariângela se sentiram acolhidas também... E trouxe também alguns amigos escritores para publicar com vocês, pela qualidade do trabalho, impecável.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Nós sabemos que escrever é realizar sonhos. Claro que gostaríamos de ver nosso sonho compartilhado com milhares de pessoas. Mas para nós, neste momento, o que importa é a mensagem, é plantar a sementinha da superação. Se a leitura do nosso livro produzir uma transformação interior na nossa leitora, no nosso leitor, se a leitura lhe indicar um novo caminho, se o livro lhe ajudar a ver o mundo com leveza, aí não importa se formos lidas por uma ou por mil pessoas, ficaremos felizes da mesma forma. Eu costumo dizer que tudo o que você supera te liberta, então esta é a frase que quero deixar em cada coração. Vamos preencher com amor, com alegria, os espaços que antes eram ocupados pela dor, pela mágoa, pela culpa, pelo sofrimento, dentro de nós. Fiquem com nossas histórias, leiam, apropriem-se delas, mesmo que vocês achem que não têm nada a superar... Temos sim, temos muitas coisas escondidas e acumuladas dentro de nós, que precisamos enxergar e esvaziar, para a vida fluir.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Neilde Alves - Autora de: REFLEXOS NA IMENSIDÃO

Nome literário de Neilde Alves de Oliveira.
Nasceu na cidade do Rio de Janeiro. Ainda criança, morou por três anos em Sergipe, terra natal de seu pai. Cursou Farmácia na Universidade Federal Fluminense (UFF). Após alguns empregos, passou em concurso público para o governo federal, onde permaneceu até se aposentar.






São vinte e um contos, abordando vários temas do cotidiano das pessoas, seus dramas pessoais e dos entes queridos; também as muitas experiências vividas ao longo dos anos enriquecem estas narrativas, de forma simples e objetiva.








Olá Neilde. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Eu tinha seis contos que já haviam participado de várias antologias, e quis juntá-los em uma única obra. Juntei a estes seis, mais quinze textos inéditos. Daí, surgiu esse livro de contos, que publiquei em 2019: Reflexos na Imensidão.
O meu público é, preferencialmente, de adultos, muito embora, qualquer
pessoa, e em qualquer idade, o possa ler.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Reflexos na Imensidão, é o meu quarto livro já publicado. O primeiro, foi o romance Vagas Lembranças. Ainda inédito, tenho mais um romance pronto e registrado: A Dimensão do Mal.
Sempre gostei de passar para o papel, as muitas ideias e situações, criadas em minha mente. Mas, publicá-las, nunca foi um sonho. Foi apenas a consequência de ter tantos textos desenvolvidos e se perdendo em minhas gavetas.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Eu sempre fui muito realista. Nunca me iludi achando que poderia viver da venda de meus livros. Por isso mesmo, primeiro, procurei ter um bom emprego, que pudesse me ajudar a publicar minhas obras. Porque, no Brasil, as pessoas estão mais preocupadas em sobreviver, em sua maioria. Mesmo os mais abastados, não têm o hábito de se interessar pela literatura. E, no mundo atual, com a febre dos smartphones, ninguém quer mais tirar os olhos daquelas pequenas telas: parecem fascinados, olhando para elas.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Quando eu resolvi publicar o meu primeiro romance, quis bancar, eu própria, a sua produção.  No site da Editora Globo, tentei me informar se eles trabalhavam com produção independente. Então, me indicaram a Scortecci Editora. Gostei tanto dela, que já publiquei três livros lá, e participei de cinco antologias.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Todo autor espera que suas obras sejam lidas, por leitores interessados. Não posso dizer que este meu livro mereça ser lido. Deixo isso para os leitores que gostam de descobrir novas ideias, narrativas simples, sem qualquer tentativa de sofisticação literária..

Obrigado pela sua participação.

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terça-feira, 7 de abril de 2020

Entrevista com Janete Marques - Autora de: UM LIVRO PRA NINI... UM LIVRO PRA NANA...

Nasceu em São Paulo, mas atualmente mora em Muritiba, uma cidade do interior da Bahia. Graduada em História pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - UFRB. Atua como professora da Educação Básica. A escola para ela é local de inspiração e fazer nascer e/ou crescer a paixão pela leitura em seus alunos é uma missão. Também é contadora de histórias, arte que a conecta com seus ancestrais. Já se apresentou em escolas, praças e eventos culturais. É mãe de duas meninas. Ao ver como suas filhas se relacionavam com o mundo da leitura, imaginou que elas poderiam ser personagens do seu primeiro livro: Um livro pra Nini... Um livro pra Nana...

O que pode haver em comum entre uma bebê e uma adolescente? O gosto O que pode haver em comum entre uma bebê e uma adolescente? O gosto pela leitura. Neste livro você vai conhecer as personagens Nini e Nana e como elas convivem com os livros e vivenciam o mundo da leitura.
"Um livro pra Nini... Um livro pra Nana...", nasce das observações da escritora como mãe de duas meninas. Ver Nini (12 anos) e Nana (2 anos) se relacionando com os livros e vivenciando a leitura de forma tão singular, diferente, íntima, a fez pensar que elas poderiam ser personagens de um livro infantil.

Olá Janete. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Um livro para Nini... Um livro para Nana... nasce das minhas observações como mãe do universo literário infantil. Ver Nini (12 anos) e Nana (2 anos) se relacionando com os livros, vivenciando a leitura de forma tão singular, diferente, íntima, me fez pensar que elas poderiam ser personagens de um livro.
Costumo dizer que livros infantis são para todos, pois literatura é arte. E arte não tem idade. Mas meu público alvo são crianças que já conseguem segurar livros com as mãos ou com os pés.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Nasci em São Paulo, mas atualmente mora em Muritiba, uma cidade do recôncavo baiano. Sou graduada em História pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - UFRB e atuo como professora da Educação Básica. A escola para mim é local de inspiração. Leio para meus alunos quase todos os dias. De tanto ler, me apaixonei pela literatura infantil. Hoje fazer nascer e/ou crescer essa paixão pela leitura em meus alunos é uma missão.
Também sou contadora de histórias, arte que me conecta aos meus ancestrais e que me encanta. Narro histórias de minha autoria. Costumo dizer nas apresentações que essas narrativas estão apenas na minha cabeça e esperam a hora certa para pularem nos livros.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Sou otimista, pois vivo esse processo de transformação através da arte literária. Na minha infância tínhamos pouquíssimos livros. Meus pais não tinham condições para comprá-los . A leitura em casa não era hábito. Estudei numa escola que tinha uma biblioteca e lá se tornou o meu lugar preferido. Assim, começou minha amizade com os livros.
Como educadora vejo crianças lendo todos os dias. Como contadora de histórias vejo sempre olhos e ouvidos atentos. Como escritora luto para que livros e crianças se encontrem. Sei que assim como eu existem outras pessoas que também lutam pela democratização do acesso aos livros e o empoderamento através da leitura no país. Estamos em movimento e não vamos parar.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Finalizado o processo de criação do texto do meu primeiro livro, comecei a procurar editoras para publicá-lo. E o universo me deu a oportunidade de conhecer a experiente escritora baiana Odelita Figueiredo e foi através dela que fui apresentada à Editora Scortecci.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Um livro para Nini... Um livro para Nana... é um livro que traduz o universo da literatura infantil. Mostra que para as crianças o livro pode ser conhecimento, informação, mas também, brincadeira, diversão... Um livro que traz como personagens duas crianças de idades diferentes e que apresenta de forma sensível a relação dessas com os livros. Quem vê Nana e sua leitura brincante e Nini com sua leitura mais centrada, logo vê suas crianças ou sua própria infância retratadas nas personagens. Um livro para Nini... um livro para Nana...é um livro infantil que faz a gente pensar sobre a nossa relação com os livros.

Obrigado pela sua participação.
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