quarta-feira, 1 de abril de 2020

Entrevista com Valter Luiz Peluque - Autor de: O REVERSO DA SORTE


Depois de se aposentar do TRT de São Paulo, aos 60 anos  passou a preencher seu tempo, entre outras coisas, com a escrita, uma atividade que sempre o motivou mas até então não a havia tornado literatura.
O romance “O Reverso da Sorte” foi o primeiro que desenvolveu inteiramente, partindo de personagens reais que viveram em Taubaté/SP, na virada do século XIX para o século XX. Impressionado com os fragmentos que conhecia da vida de tais personagens, dedicou-se a recriá-las, situando a história na década de 1920, colorindo-a com os acontecimentos de época na cidade do Rio de Janeiro.
Natural de Leme/SP, Valter chegou à capital São Paulo aos 17 anos, cidade em que reside desde então. Desde a infância apaixonou-se pelos livros, sentindo uma inclinação especial aos romances que investigam a alma humana, com particular apreço às obras de Thomaz Mann.

Seria a sorte um acaso aleatório, um desejo persistente, um destino, ou apenas uma brincadeira da vida? A fortuna atende os apelos de quem a solicita? Ou vende seus favores pelo preço da tormenta em seu reverso, como um Mefistófeles? Manuel é um professor escolar e músico insatisfeito com sua vida rotineira numa província interiorana. Casa, profissão, família não lhe preenchem os anseios da alma. Ele acredita na sorte que se busca na força do querer e que se obtém para regozijo de todos os desejos. Ela, antes fazendo troça, atende ao seu chamado e vem, dúbia, cheia de promessas e também de insidiosos abismos. É nesse fascinante caminho aberto pela sorte que Manuel, junto à sua amante Corina, irá percorrer o amor, a riqueza e a extravagância dos sentidos. E será neste mesmo caminho em avesso que ambos irão escorregar para a perdição da miséria, da doença e do desespero, de onde irão encontrar, por fim, a redenção. A história que segue foi inspirada em personagens e fatos reais.

Olá Valter. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Trata-se de um drama familiar, uma história verídica cujo cerne eu já conhecia há bastante tempo.  Um professor e músico interiorano que busca na sorte uma fuga de sua vida pacata. A sorte o leva ao amor e à fortuna, mas também à ruína e à tragédia. Aconteceu na virada do século XX, mas transpus a narrativa para a década de 1920, no Rio de Janeiro, um período cultural e socialmente estimulante para desenvolver ambientes e situações. A ideia de narrá-la aconteceu após eu me aposentar do serviço público e ter a escrita como uma opção de atividade. É um drama romântico à moda tradicional, linear, destinado aos leitores que buscam emoções e não necessariamente inovação formal. 

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
O Reverso da Sorte é meu primeiro livro editado. A gente sempre quer escrever mais, embora nem sempre tenha uma boa ideia ou uma boa história para contar. Mas eu tenho outro romance, também baseado em fatos verídicos e naquele mesmo período, passado na zona rural. Está praticamente pronto, mas ainda vou tamborilar. E estou escrevendo minhas memórias de infância e juventude.  Gostaria de escrever algo bem contemporâneo, mas é um projeto a amadurecer. Para lançar o segundo livro  ficamos na expectativa da recepção ao primeiro, né!

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Lamentavelmente, nós passamos para a era digital sem haver criado antes uma sociedade de leitores no Brasil. O mercado editorial é muito limitado e as pessoas leem muito pouco. Quem sabe numa dessas voltas da história, o mundo não redescubra o velho e bom livro impresso e o brasileiro, o interesse pela leitura. Torço para isso. De qualquer modo não pretendo viver de livros, seria suicídio no meu caso.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Foi por intermédio de um amigo, Renato Bicudo, que já havia publicado crônicas e poesias em coletâneas da Scortecci. Eu tinha o livro pronto há dois anos, mas não sabia como publicar, se na Internet ou em papel. Decidido pela segunda, fiz vários contatos e, diante da situação editorial do país, decidi bancar a edição impressa optando pela Editora Scortecci. Gostei do resultado.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, acredito e que meu livro mereça ser lido e espero por isso, como todo autor. Acredito que se trate de uma boa história à que dei também uma boa narrativa enriquecida pelos detalhes de época que pesquisei para situar personagens e ambientes com informações que podem surpreender.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Noemi V. S. De Paula - Autora de: SUA VIDA IMPORTA! YOUR LIFE MATTERS!

É paulistana, contadora e casada com o também contador Alexandre José de Paula. Desde a adolescência, manifestou o interesse pela escrita, participando de concursos literários. Aos 16 anos de idade, mereceu destaque por sua criatividade, por meio de texto enviado ao jornal Gazeta do Povo, em Curitiba (Paraná). Cristã convicta e apaixonada por mensagens edificantes e motivadoras, teve forte influência literária de seu falecido pai, Sr. José Marcellino dos Santos, ministro cristão e escritor premiado. Em agosto de 2018, lançou seu primeiro livro, intitulado 31 Clicks de Sabedoria, na Bienal do Livro de São Paulo.


É um livro urgente. Traz situações reais do dia a dia, reflexões importantes e motivações que visam ao possível combate desse mal tão crescente e assustador, que mata mais do que desastres e homicídios. Esta importante obra pode ajudar muito àqueles que, por algumas razões, não encontram mais motivo para continuar existindo, e também àqueles que convivem ou conhecem pessoas que passam por momentos de desilusão e desespero.  A questão do suicídio precisa ser amplamente debatida e divulgada; por esta razão, esta obra encontra-se no formato “dois em um”: um livro escrito na língua portuguesa e outro na língua inglesa.
Em cada um dos 11 capítulos, você encontrará exemplos de histórias reais, com riquíssimas reflexões e inusitadas abordagens sobre diversos temas ligados ao assunto central. Com uma linguagem fácil e contemporânea, esta obra o ajudará a entender melhor alguns aspectos da sua vida, a enfrentar as batalhas diárias e acordar com a sensação de que cada dia importa e de que vale a pena continuar.

Olá Noemi. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Trata-se de uma abordagem cristã sobre a prática do suicídio na sociedade contemporânea, visando buscar alternativas que possam mostrar outros caminhos para pessoas e famílias que experimentam esse problema terrível. A ideia de escrever sobre esse assunto tão dramático e complexo, veio do meu desejo de colaborar no intuito de impedir essa prática, que só faz crescer dia-a-dia, principalmente no meio dos jovens. É um livro dirigido aos públicos compostos por adolescentes, jovens e adultos, inclusive da terceira idade. Mas, acredito que se tivesse que escolher apenas um grupo de pessoas por faixa etária, sem dúvida, escolheria os jovens de 15 a 25 anos, que infelizmente corresponde ao maior percentual de suicídios praticados.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Meu projeto atual na literatura é sempre versar sobre assuntos de cunho humanísticos, me valendo de uma visão baseada nos ensinos do cristianismo, que podem transcender a visão acadêmica e cientifica, levando o leitor a patamares intangíveis de fé e paz. Esse é meu segundo livro. Lancei o primeiro em 2018. Sempre gostei de escrever e não pretendo parar por aqui.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Eu, particularmente, creio no potencial de nosso povo para a prática da boa leitura, mas não posso negar que existem temas do momento que, a exemplo de um imã, puxam para si a atenção da grande maioria, como por exemplo, os temas políticos atuais ou pensamentos de auto ajuda, baseados quase sempre, em exemplos questionáveis.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Fiquei conhecendo a Editora através da indicação de um colega de trabalho, que também publicou um livro pela Scortecci.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, com certeza, merece e deveria ser lido. Tanto por casais que tem filhos, como por jovens que se sentem confusos e sozinhos, também por pessoas da terceira idade que querem somar ainda mais na sociedade que ajudaram a construir através de suas vidas. Esse livro pode abrir uma importante porta de reflexão, isso através de exemplos relatados nos textos escritos. Além de ser uma importante e necessária mensagem de recomeço.

Obrigado pela sua participação.

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segunda-feira, 16 de março de 2020

Entrevista com Luzia Ap. Fernandes Trabbold - Autora de: CAMINHOS

A autora nasceu em Monte Aprazivel, pequena cidade do interior de São Paulo. Desde criança foi incentivada pela sua mãe a gostar das histórias que inventava ou lia para ela. Além disso, gostava também de recitar. Lecionou durante 30 anos, sempre envolvida com crianças.
Na sua trajetória publicou os seguintes livros infantis:
   .Vamos brincar de fazer poesia;
   .Criança meus versos são teus;
   .A criação do mundo;
   .O ratinho que sonhava ser rei;
   .Os anjos do jardim de Clarinha (para colorir);
   .Vamos colorir a alma (para colorir);
   .O diário dos anjos.
Tudo isso teve um significado muito importante em sua vida e fez nascer o desejo de escrever Caminhos.

Trata-se de um livro de poemas, onde a autora exprime seus momentos poéticos, leves e profundos em cada poesia.









Olá Luzia. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Caminhos foi inspirado na minha vivencia desde a infância até os dias atuais. A ideia de escrevê-la foi na de transmitir ao público leitor momentos felizes da infância cheia de amor e alegria. Com o passar do tempo, surgiram obstáculos que foram superados com determinação e fé em Deus.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Desde criança fui incentivada por minha mãe a arte da declamação. Com isso comecei a escrever versos dedicados a criança, meu principal público com 7 livros de histórias infantis e 2 para colorir. Meu projeto é buscar no mundo dos meus sonhos mais histórias.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Infelizmente em nosso país não há um trabalho de mais valorização da cultura que deveria ser iniciada desde a infância.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Por intermédio de uma amiga escritora que tem livro publicado por esta editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Acredito que o leitor que tenha sensibilidade de procurar ler e entender o sentimento da escritora, irá de encontro aos seus sentimentos. Mensagem: Sintam na leitura a viagem de retorno ao seu passado vivido.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Maria Teixeira - Autora de: ... COISAS QUE APRENDI NA INFÂNCIA...


Maria Teixeira
Nome literário de Maria Teixeira da Silva Campos
É graduada em letras, Pedagogia, especializada em Psicopedagogia, mestre em Psicologia da Educação, e graduando em Psicologia Clínica. Participou de grupos de Estudos em Psicanálise e linguagem no lugar de vida/Clínica da USP.
É autora dos livros: Limites, como lidar com os pequenos? e Habilidades de Relacionamento Interpessoal. Escreve artigos para o Recanto das Letras.

Este livro não é uma história inventada, são relatos de uma menina, que logo cedo aprendeu: - “seja do bem, reparta as coisas, jogue limpo, não bata nos outros, ponha as coisas de volta onde as encontrou, limpe a bagunça que você fez, não pegue coisas que não são suas, peça desculpas, diga que você sente muito quando machucou alguém...” Coisas que a fizeram ver o mundo com os olhos do coração. A maior parte do que uma criança precisava saber sobre viver e o que fazer e como ser, a nossa personagem aprendeu ainda menina. São exemplos e histórias de uma infância feliz, apesar da vida simples e cheia de dificuldades.
Trata de como uma vida simples pode ser equilibrada com algumas pitadas de sabedoria, ânimo e motivação. São experiências que ela foi acumulando e quis dividir aqui com vocês.
Você vai encontrar aqui histórias que levou essa menina aprender as coisas da vida um pouco a cada dia; logo cedo aprendeu a pensar, refletir e observar tudo ao seu redor com a sutileza, curiosidade de criança que vê o novo, o estranho, o desconhecido com desejo de conhecer.
É por aí o desenrolar dessa história que não foi inventada, mas que pode ser fictícia se você assim quiser...

Olá Maria. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro são relatos que retrata “coisas” que uma menina aprendeu na infância. Apesar das poucas páginas, o valor de cada parágrafo vão além do que indica o título. É um convite ao leitor para resgatar as suas lembranças e embarcar com a nossa personagem nos tesouros que temos guardados da nossa infância.
A ideia inicial era falar da infância, a fase mais importante de nossas vidas, mas, foi brotando dos dedos da autora toda uma experiência vivida e as marcas deixadas na personagem que ela quis registrá-las sem perder nenhum detalhe. Foi a partir do entendimento da importância das marcas deixadas por essas vivências inconscientes que foi possível a construção desta história.
Este livro é uma leitura geral que trata da infância com suas nuances e pureza. Destina-se a todos aqueles que tem a capacidade de se encantar com o simples, com o belo. É para você que acredita que nunca deixamos de ser a criança que fomos um dia que indico essa leitura.
A ideia inicial era construir uma história contada por uma menina recheada de aventuras e experiências, e não uma auto-biografia conforme o livro foi classificado, mas, às vezes ao nossos escritos tomam outro rumo.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou professora de formação, - graduada em letras, pedagogia, especializada em psicopedagogia e, mestrando em psicologia da educação. Escolhi a área da linguagem há mais de 30 anos, e nela permaneci até os dias de hoje. Por estar sempre buscando aprimoramento, eu me ingressei em um grupo de estudos psicanalíticos por 4 anos, e atualmente, estou cursando algumas disciplinas na graduação de Psicologia Clínica.
Esta é a minha terceira publicação. Sempre tenho alguns textos alinhavados, pois acredito que escrever é ir se esvaziando dos aprendizados adquiridos para dar lugar aos novos conhecimentos e descobertas.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Hoje em dia há poucos leitores e, vejo isso como um prejuízo para a cultura. O escritor escreve para o outro ler, mas, atualmente, isso já não é uma garantia. Talvez, as novas tecnologias tenham levado às pessoas a buscarem cada vez menos as leituras impressas que são tão importantes para o aprimoramento da escrita e enriquecimento do vocabulário.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Por ser da área da educação, ser leitora e pesquisadora, já conhecia a editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Este livro tem a intenção de levar o leitor a fazer uma reflexão de suas próprias experiências enquanto acompanha os relatos das marcas subjetivas de nossa personagem. É a partir das marcas deixadas por suas vivências inconscientes que há a intenção de tocar a subjetividade do leitor. Fazer um resgate da infância e escrever para o outro ler é corajoso, é poder falar do passado estando de bem com ele. Nessa perspectiva, é tratar da resiliência de cada um, do quão importante é lidar bem com o passado, pois cada sujeito responde às suas questões de um determinado lugar e de uma posição subjetiva adquirida na infância. É poder responder com convicção: Você tem orgulho da criança que você foi?

Obrigado pela sua participação.
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terça-feira, 3 de março de 2020

Entrevista com João Lúcio - Autor de: ACONTECEU

João Lucimar Borges (João Lúcio) nasceu em Barro Alto, Goiás, em 14 de janeiro de 1972. É formado em Letras pela Universidade Federal do Pará - UFPA, pós-graduado em Língua Portuguesa pela Faculdade Integrada de Jacarepaguá – Rio de Janeiro e, também, Licenciado em Pedagogia pela UNINTER - Centro Universitário Internacional. Casado com Fernanda do Nascimento, tem três filhas: Maria Fernanda, Maria Sofia e Rávylla. É jornalista, professor das redes estadual e municipal de ensino. Está na vida pública, praticando a arte de servir às pessoas, há quase duas décadas, por cinco mandatos consecutivos de vereador, em uma das cidades mais importantes da Região do Araguaia – Redenção. Visto como um ser humano de muita sensibilidade, também é bastante observador. Por meio desta significativa obra, entra para o rol dos escritores sul paraenses.


Uma obra singela com 45 histórias do cotidiano, narradas em formas de crônicas e memórias. Com muita sensibilidade e sutileza o autor leva a refletir sobre os valores da vida.
Obra impactante e, ao mesmo tempo, leve e prazerosa de se ler. Os leitores que ousarem a iniciar a leitura de cada uma das narrativas, com certeza ficarão ansiosos para chegar ao final. A forma simples, entretanto, envolvente, com a qual o autor escreve, prende a nossa atenção e nos induz a reflexões sobre fatos que, talvez, se acontecessem conosco, nem mesmo perceberíamos. Uma das vantagens de ler esta obra é que as narrativas são interessantes, porém objetivas, com parágrafos curtos e vocabulário simples. O leitor que começar a ler esta obra não reclamará de cansaço, pelo contrário, após ter lido o primeiro capítulo, certamente, desejará chegar ao final da leitura de todo o livro.

Olá João. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro é composto de 43 histórias em uma mistura de crônicas e memórias, todas retratam fatos reais com o intuito de nos levar a refletir sobre algum tema de relevada importância.
A ideia surgiu quando comecei a escrever fatos do cotidiano e publicar nas redes sociais. As pessoas liam e nos comentários me incentivavam a escrever um livro. Daí comecei a pensar na ideia até acontecer o ACONTECEU 
srrsrsrs.
É um livro para qualquer idade, qualquer credo, qualquer classe social. É de linguagem simples de fácil compreensão mais que não deixa de ser interessante.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Bom, publicar um livro não é uma tarefa fácil. Eu diria que é um projeto ousado. Eu particularmente me sinto realizado com a publicação do ACONTECEU. Ele correspondeu plenamente as minhas expectativas. Foi um sonho realizado. Foi extraordinário. Estou pensando em escrever pelo menos mais um livro, mas enquanto não acontece, eu continuo produzindo minhas histórias reflexivas do dia a dia e postando e compartilhando nas redes sociais. Acho muito bacana.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É desafiador. Entretanto eu diria que compensa. Ainda há bastantes pessoas que apreciam uma boa leitura. Então eu diria que vale a pena. Agora para a pessoa escrever profissionalmente com o objetivo de ganhar a vida com as vendas de seus livros aí tem que ser muito bom e contar com muita sorte. Mas tudo é possível né.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Comentei com alguns amigos que já haviam publicado livros do meu desejo de escrever e um deles falou da Editora Scortecci. Fez uma boa propaganda e eu pesquisei na internet e fiz contato. Deu tudo certo graças a Deus, a Paola que o diga srrsrsrs.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Precisamos acreditar no nosso trabalho. Eu escrevi o livro com muito carinho e dedicação. Acho que vale a pena ler. Até porque são histórias curtas. Eu sempre digo para as pessoas que adquirem meu livro - se você ler um capítulo, já valeu a pena os dois anos que dediquei para produzi-lo. Cada relato do meu livro aborda um tema que considero importante refletirmos. Você sabe o que ACONTECEU? Não? Então adquira e leia o livro ACONTECEU que saberás! Feliz 2020!

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Eliane Honório - Organizadora do livro: COLETÂNEA EM QUADRINHOS - MANEIRAS DE LER O MUNDO!



Autodidata em Artes até 2010; Bacharel em Administração Pública; (1997); Pedagoga (2008); pós graduada em: Educação Infantil, (2000) Educação especial, com tema sobre “A influência da arte na Educação Especial”; (2005) Especialização em Gestão escolar; (2008); Arte e Educação 2010; Formada em Educação Artística pela UNAR (Universidade de Araras). Publicou 13 livros pela Scortecci. Artista Plástica premiada 13 vezes com troféus e 5 com medalhas de ouro nos salões de Arte nacionais e internacionais.Trabalha com projetos, o projeto HQ surgiu na sala para incentivar os alunos. Ganhou 2019 o troféu Somos Educação do sistema Max de ensino. Promove saraus de poesias e encontros culturais com seus alunos.



A obra é uma reunião de histórias em quadrinhos feitas pelos alunos da professora Eliane, do 5º ano, e trás histórias de suas maneiras de ler o mundo a sua volta, cada criança fez uma página do livro.





Olá Eliane. É um prazer contar, novamente, com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro surgiu em sala de aula, após um projeto de comunicação chamado: "Jornal do Dilson", onde as HQs foram feitas por alunos do 5º ano em que lecionava após ensiná-los a criar personagens e deixá-los livres para que escolhessem o tema da sua história, organizei os textos. Era uma turma com muitas dificuldades de socialização e comunicação, crianças sem oportunidades de se expressarem que se sentiram especiais com a realização de um projeto como esse do livro.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Publiquei 14 livros pela Scortecci, entre individuais e coletivos, estou publicando em 2020 minha autobiografia como Artista paranaense premiada, juntamente com metodologias do ensino de artes, que criei para aulas mais interessantes, onde a arte e a literatura dão as mãos para aulas mais criativas.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Só fica como escritor quem realmente gosta, meu sonho era ganhar um prêmio, como Jabuti, tenho muitos livros guardados, originais, escrevo desde os 7 anos, ultimamente estou publicando na watpad porque livros físicos são pouco procurados infelizmente.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Entrei em um concurso em 2011 e nunca mais saí da Scortecci.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, meu livro merece ser lido, é um trabalho feito por crianças sem oportunidades na vida, mostra a leitura de mundo deles, crianças sem esperança que estavam acostumadas a serem menosprezadas e que se superaram para escrever suas histórias em HQs.
Deixo para os leitores é que a leitura é um universo novo que se pode participar, na leitura podemos nos colocar no lugar do personagem favorito.

Obrigado pela sua participação.

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Entrevista com Carlos Sodré Silva de Abreu - Autor de: NÃO É SONHO, VOCÊ ESTAVA FORA DO CORPO

Carlos Sodré Silva de Abreu
É pesquisador independente do fenômeno da viagem astral, também conhecido como desdobramento ou projeção da consciência. Já proferiu palestras sobre o tema. Se auto-intitula pesquisador universalista ante a complexidade de fatores que são elencado para estudos da consciência fora do corpo e do meio ambiente extrafísico.





Não é Sonho, Você estava fora do corpo
Este livro traz relatos de algumas viagens astrais do autor, junto a uma pequena pesquisa sobre o assunto nos livros do autor André Luiz, para tentar demonstrar o caráter natural do fenômeno e a sua importância pelo fato de se tratar de uma forma de interação com outras dimensões da consciência. Assume-se aqui que todos realizamos viagens astrais, a maioria inconsciente. Entretanto, este fenômeno pode se transformar em uma oportunidade ímpar para uma melhor percepção de nossa consciência nesta e em outras dimensões da realidade.



Olá Carlos. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro o fenômeno da experiência lúcida da consciência fora do corpo, também conhecida como viagem astral.
A ideia de escrever sobre o tema vem da pouca literatura específica sobre o tema, apesar de uma maior divulgação de experiências de diversas pessoas com o crescimento da internet.
A obra se destina a qualquer pessoa que queira entender ou mesmo ter a experiência de despertar a consciência fora do corpo.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Este é o meu segundo livro. Como sou formado em letras, também produzo na área da linguagem. Meu primeiro livro foi a publicação da minha dissertação de mestrado sobre um fenômeno de coesão textual denominado encapsulamento, publicado pela Scortecci em 2017.
Pretendo continuar produzindo tanto na área da linguagem como na área da consciência.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Entendo que o livro é um empreendimento e quem se interessa pela área autoral tem que saber administrar tempo para trabalhar não só a produção como também a divulgação do livro por meio de palestras e mídias sociais.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Conheci a Scortecci pela Internet depois de pesquisar algumas outras editoras.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Acho que qualquer pessoa que acordou de um sonho impactado por algum tipo de sensação que não conseguiu explicar ou mesmo qualquer pessoa que nunca se lembre do que acontece nos seus sonhos deveria ler este livro como outros sobre viagem astral.
Para mim, o despertar da consciência fora do corpo é um acontecimento natural e precisa ser divulgado para fomentar mais estudos.

Obrigado pela sua participação.
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domingo, 12 de janeiro de 2020

Entrevista com Pedro Franco - Autor de: CONTOS 2019

15/03/1935 no Rio de Janeiro. Da seleção carioca juvenil de basquetebol (1952). Cardiologista em atividade. Professor Emérito da UNI-RIO. Emérito da ABRAMES e da SOBRAMES-RJ. Membro UBE-RJ e da Soc. Eça de Queiroz. Livros: 9 contos, 6 crônicas, 3 teatro, 1 ensaios, 1 romance este em E.Book. Em 177 coletâneas. Prêmios literários contos 262, crônicas 159, poesias 100, livros 26, ensaios 24, peças teatrais 8. Destes prêmios literários 25 foram auferidos fora do Brasil. 150 publicações de Medicina em livros e revistas especializados. Última publicação com dois ex alunos, filho Carlos Diniz e neta Mariana; nos Anais da ANM, 2017. Últimas publicações literárias: Teatro de Pedro Franco (2017) e Ensaios de Pedro Franco (2017). Prêmio Barueri de Contos 2018.

Os contos não seguem temática única, nem têm uma direção determinada. Podem fazer rir, podem ser tristes, ou ensejar reflexões. O próprio autor assinala que em determinada obra buscou tocar em assuntos tabus e sempre pretendeu abordá-los se chocar. Tem muito de suas vivências e de sua vida agitada e passando por várias áreas da atividade humana. Muitos se verão em algum personagem, ou identificaram familiares e amigos. Não é livro político, ainda que determinados assuntos cheguem ao patamar político. O autor tem 9 livros de contos já publicados, alguns premiados e deixa entrever que este décimo é especial e provavelmente canto de cisne. Foi escrito com interesse e a Editora e equipe se esmerou ao abraçar a obra.


Olá Pedro. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.


Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Meu maior projeto literário é ver peça teatral encenada. É o gênero no qual tenho menos prêmios, 9, ainda que com 3 livros de peças publicados e todos premiados, só que nunca houve encenação.  O atual livro, publicação Scortecci, engloba 26 contos e sendo o décimo em contos, é o vigésimo no geral. 10 de contos, 6 de crônicas, 3 de teatro e 1 de ensaios. Nada de livro de poesia, ainda que com 105 prêmios no gênero.  Não sou um poeta aceitável e vou ao gênero em homenagem  à minha mulher, com a qual completei bodas de diamante há um ano.  É enjoado falar em prêmios literários, mas vamos ao necessário: em contos 266, crônicas, 162, poesia 105, teatro 9 e em ensaios 24. Participei de 192 coletâneas, ou antologias.  25 dos prêmios foram extra Brasil. Tenho cerca 180 crônicas quinzenais na Revista Rio Total (editora Irene Serra). 105 publicações médicas em livros ou revistas especializadas, sendo que o último trabalho (2018), escrevi com  2  ex alunos, filho e neta.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Nunca passei pelo perrengue de ser escritor profissional, visto que em maioria têm outra profissão e sem serem diletantes, não conseguem viver de literatura, o que pode ser pena. E o País vive momento difícil e há mais ou menos 12 anos, com erros grosseiros das correntes políticas, antigas e atuais. Censuras, politicamente corretos, exageros e com todos os tipos de preconceitos.  Quem sabe até me achem velho para escrever. Enfim de publicações livrescas tenho 58 anos, mas sou cardiologista, ainda em atividade diária e os ganhos em literatura foram modestos.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Fui ao site da Editora. Meu contato, Editora Paola Mariz, me recebeu bem e muito contribuiu para o livro. Sua crítica ao livro sai em orelha e foi ideia sua, entre outras, colocar tópicos de contos na contra capa. Apresentou-me à Revisora Renata Sangeon,  a quem agradeço as sugestões e consertos gramaticais. Capa de Daniela Jacinto, que
muito me agradou e tem sido motivo de elogios.  Se não for o livro canto de cisne, o próximo, se possível, contará com a mesma equipe. De coração agradeço.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sou do tempo em que elogio em boca própria é vitupério, só que posso desejar uma boa leitura e se não gostou de algum conto, passe ao seguinte, visto que os contos variam e como! Há os ternos, os que pretendem ser engraçados, três são maliciosos, um apenas retrata fato ocorrido e em maioria os personagens são imaginários. Tantos contos escrevi que me vi com dificuldade e escolher 26. Na apresentação do autor avisei que não sou leitor especial de contos, amarro-me em livros policiais. Recomendo especialmente quatro contos, que gostaria ter assinado: O rouxinol e a rosa (Oscar Wilde), O estranho caso de Benjamin Button, (Scott Fitzgerald), Missa do Galo (Machado de Assis) e especialmente O presente dos reis (O. Henry).
Que destaco dos meus?
Tarefa de leitores.

Obrigado pela sua participação.


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Entrevista com Eliaquim Batista - Autor de: EU SOU YANKA

Nasceu em 1992, é paulistano e apaixonado por sua cidade.
Decidiu cursar Letras por amar um bom livro desde a infância, por ser muito incentivado pela mãe.
Católico, Eliaquim é leigo ativo na Paróquia Nossa Senhora do Bom Conselho - Diocese de Campo Limpo e faz parte do Setor Diocesano de Comunicação (Audiovisual).
Em 2018 criou seu site pessoal, "Blog Vida de Escritor", onde posta contos e crônicas, além de resenhas e críticas literárias e outros assuntos dos livros e da cultura.
Eu sou Yanka é o livro de estreia do rapaz, que, além de literatura é apaixonado por fotografia e ilusionismo e é muito envolvido com trabalhos sociais em sua região.
Recentemente, participou da comissão organizadora do Prêmio Literário Livraria Asabeça e Bignardi Papéis.

Conta a história de uma menina que nunca saiu de casa. Ou melhor, saiu quando muito pequena, mas não se lembra de muita coisa, só de pequenos detalhes mas que não fazem diferença.
Ela não sai de sua casa, pois sua mãe, a amável professora Débora, foi assassinada por engano e seu pai, o matemático Leonel, acha o mundo um lugar muito perigoso para ela e seu irmão Lyno.
Ele se casou com outra professora, Márcia, e o casal educa os irmãos em casa de uma forma bem diferente da convencional.
Agora, prestes a completar 18 anos, Yanka quer pedir ao pai um presente nada convencional para si e que pode mudar todo o seu destino.
Uma aventura que busca simplesmente a liberdade, mas que pode ensinar cada um de nós a sair do nosso lugar comum e irmos atrás dos nossos ideais.

Olá Eliaquim. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Como o próprio título diz, meu livro fala de uma menina chamada Yanka. Ela não sai de casa para absolutamente nada. O único convívio que ela tem é com seu pai, sua madrasta e seu irmão, mais novo do que ela. Ele se chama Lyno e também não pode sair para absolutamente nada.
Eu queria escrever algo bem inusitado, diferente, que nunca tinha visto antes. Comecei a pesquisar e a ler muito sobre diversos assuntos curiosos, até que um dia me bateu a ideia de alguém que não saísse de casa para absolutamente nada. Assim nasceu o enredo principal da trama.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sonhava em ser um escritor alguns anos atrás, comecei a cursar Letras para ampliar meu conhecimento e hoje não sei sair da minha casa sem um livro nas mãos.
Posso dizer como Santa Tereza de Calcutá: “Sou apenas uma gota de água no oceano”, principalmente diante de tantos gênios da literatura universal, quando os estudei na faculdade e leio sobre eles no meu dia a dia, mas sinto que faço algo muito bom para as pessoas, pois após a publicação do meu livro vi pessoas que não sentiam os cheiros das páginas de um livro por tantos anos as reaverem e até mesmo se apaixonarem pelo que escrevi.
Sobre o antigo ditado: A árvore plantei quando tinha meus seis, sete anos. O livro está aí mas é o primeiro de no mínimo sete, oito, (risos). E o filho também é algo que desejo demais! Casar, viver a dois e depois vir os filhos, trocar fraldas, ensinar andar de “bike” e por aí vai!

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Aquele que pensa em ser escritor em um Brasil atual tem que levar muito mais o amor do que o dinheiro em consideração. Pois infelizmente são poucos os autores que vivem unicamente da venda de seus livros.
Em 2017 li uma matéria que muitos dos alunos do curso de pedagogia e letras, futuros professores que mais deveriam incentivar a leitura as crianças e adolescentes, não gostam de ler. Isso é triste, para não dizer uma calamidade.
Mas um elogio que ouço: “Que trama bem construída!” ou “Não conseguia parar de ler seu livro”. Para mim já valeu a pena as noites que dormi duas ou três horas a menos devido estar inspirado com a jornada da menina Yanka.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Foi através do saudoso poeta Bernardo M. Azinheira. Grande amigo e meu pai na literatura.
Ele sabia do meu sonho de escrever e me apresentou a Escola do Escritor, antigo projeto da Scortecci que formava pessoas para o mercado editorial. Fiz um curso em 2016 com o Felipe Colbert e me apaixonei mais ainda pela literatura.
Em 2018 comecei a trabalhar na Scortecci Editora e disse para João Scortecci do meu sonho em publicar um livro, ele me disse que quando estivesse pronto gostaria de ver.
Assim que terminei, mostrei para ele, outros colegas da editora e lancei na festa de fim de ano da editora em 2019. Foi um sucesso com quase cem livros vendidos.
#emoção #sonhorealizado #valeuapena
.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Claro que sim!
Eu sou Yanka é uma aventura que acontece em São Paulo que merece ser lida pois tem personagens comuns que vivem algo incomum. Para passar o tempo e ver uma lição de vida e pensar que qualquer um de nós pode realizar seus sonhos, mesmo que isso custe muito suor!
Aos queridos leitores do blog e que desejam ler meu livro: Tenha sempre um bom livro contigo e sempre vá atrás de seus sonhos, transforme-os em projetos e assim será mais fácil que eles virem realidade.
Com carinho e votos de paz e bem,
Eliaquim Batista.

Obrigado pela sua participação.
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