É pernambucano de Recife, por nascimento em janeiro de 1968.
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Paulistano no crescimento, paulista momentâneo da Região Metropolitana.
Cedo se preocupava com o funcionamento, a interação das coisas, instituições e pessoas, o que o levou a se aventurar academicamente nas ciências políticas e sociais, abandonando-as logo para se ocupar de viver. E de escrever.
Sensível aos acontecimentos do país e do mundo, a atomização do homem no mecanicismo das sociedades o levou a registrar em crônicas e poesias menores, suas emoções e pensamentos.
Crônicas dos Coveiros do Cemitério Verde é sua primeira publicação.
Que venham outras!
É um romance curto, dinâmico, encadeado por crônicas – o gênero de escolha do autor para contar esta história. No Brasil das classes médias atarefadas, o mundo das relações talvez esteja circunscrito num imaginário cemitério colorido – verde! Lá estão os desejos, os sonhos, as frustrações, os devaneios de toda gente que se sente invisível e sem amigos. Tamanha energia incontida transborda e os personagens explodem em revolta e coragem. Um novo mundo! Será? O mundo pode ser novo a partir da vontade de pessoas invisíveis e sem aliados?










