quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Entrevista com Rafael Moia Filho - Autor de: O HUMOR NO TRABALHO

Rafael Moia Filho
Nasceu em São Paulo em 1958. Trabalhando na CESP - Cia. Energética de São Paulo, prestou serviço à Fundação CESP entre 1977 e 1995. Em 1996, fixou residência em Bauru, SP, por onde se aposentou em 2011, depois de 38 anos de atividade.
Este trabalho é fruto da sua observação e de muitos colegas que com ela colaboraram, era aguardado ansiosamente por aqueles que participaram dessa época profissional citada neste livro. O Humor no Trabalho retrata um período de prosperidade, crescimento profissional, onde o humor convivia diariamente com todos os aspectos da administração moderna e das normas vigentes.
O autor lançou em 2012 sua primeira obra O Tempo na Varanda. Há tempos escreve semanalmente para dois sites, é colaborador do Jornal da Cidade de Bauru e Vice-Presidente da ONG Batra - Bauru Transparente, entidade que combate a corrupção e trabalha com projetos de cidadania.

Conheça mais sobre o Rafael acessando seu Blog, falandoummonte.blogspot.com.br, ou pelo twitter @rafamfilho.

O Humor no Trabalho
Ao longo dos últimos anos sempre relutei em começar a escrever um pedaço importante de minha trajetória profissional em uma grande empresa. Entretanto incentivado pelos amigos que vivenciaram boa parte das estórias que contarei a seguir, e também pela crença de que o humor no trabalho é algo que me faz acreditar numa relação direta com a produtividade e o crescimento profissional e pessoal, tanto dos indivíduos como das organizações, resolvi tornar público alguns desses momentos de muito bom humor e descontração.
São momentos mágicos aliados a uma fase muito interessante do desenvolvimento da própria empresa, que começou com vinte e poucos empregados em 1969 e que em 1.994 possuía aproximadamente 1.300 profissionais em seu quadro de pessoal, na maioria jovens talentos promissores admitidos no mercado de trabalho paulista.
As estórias são engraçadas, mas muitas vezes difíceis de acreditar que tenham ocorrido numa empresa minimamente séria. Mas ocorreram e foram testemunhadas por muitos empregados, que por seu quadro de pessoal passaram ao longo de pelo menos dezoito anos.
O humor não tem sexo, religião, nem cor e pode ser praticado de forma democrática desde o Office Boy até o Presidente sem quaisquer problemas de ordem hierárquica. Na verdade essas brincadeiras jamais prejudicaram a realização de quaisquer tarefas ou impediram o crescimento acelerado da empresa nos dezoito anos em que por lá estivemos.

Boa leitura e bom humor em sua vida, seja no trabalho ou em qualquer outra atividade que esteja desempenhando.
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segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Entrevista com Maria Tereza Callefe - Autora de: TECENDO MEMÓRIAS

Maria Tereza Callefe, 76 anos, açoriana de origem e alma. Professora de Português, Licenciada em Letras Vernáculas pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras da Universidade de São Paulo – Turma de 1967. Seguidora da doutrina espírita que, no dizer de Léon Denis, “é abençoada doutrina que enluara de esperança a noite de nossas vidas.” Atualmente aposentada, artesã nas muitíssimas horas vagas, mora no seu paraíso encontrado: Caraguatatuba.

Trata tão bem as palavras quanto, durante a vida toda, esta portuguesa, professora de Português tratou seus alunos. A delicadeza e proficiência com que narra suas memórias nos conduzem a uma viagem que vai da alegria intensa a lágrimas aos borbotões e só quem leu, na adolescência, “O meu Pé de Laranja Lima” é capaz de imaginar. A leitura de “Tecendo Memórias” e o consequente passeio pela vida de Tereza, despertaram em mim a lembrança dos versos de Abílio de Guerra Junqueiro em um trecho de “Recordam-se vocês do bom tempo d’outrora.”

(...) Meus amigos, a vida é um sol que chega ao cúmulo 
Quando cantam em nós essas canções celestes; 
A sua aurora é o berço, e o seu ocaso é o túmulo.
Ergue-se entre os rosais e expira entre os ciprestes.

“Saudade de um tempo que não volta mais”? Não! “Tecendo Memórias” é a canção celeste do amor de uma mulher por um homem, o exterminador de brumas. E também é uma comprovação do acerto do pensa-mento de Henry Adams, “O professor se liga à eternidade. Ele nunca sabe quando cessa a sua influência.” Dr. Mourão, Tereza e Giovana que o digam. Nada mau para uma quietinha.
Leo Reis Leite Junior

Aborda, em primeiro lugar, as recordações de infância e juventude de Maria Tereza Callefe, em Portugal. Vive algumas situações hilárias, outras, no entanto, carregadas com uma certa dose de amargura. Em certa altura, sua vida fez um giro  de trezentos e sessenta graus e ei-la emigrando para o Brasil onde viria encontrar um grande amor e onde conseguiria realizar um sonho: ser professora. 

Forma-se em Letras pela Universidade de São Paulo e acaba balançando entre três amores: o marido, os três filhos adotivos e o magistério. Sérios problemas de saúde tornaram seus dias em momentos bem difíceis de transpor. No entanto, com o apoio da família , sobretudo do marido, acabou encontrando de novo um porto seguro. Ciente do efêmero da vida, resolveu com o marido fazer uma viagem- preito de gratidão- à sua terra natal: a sempre encantada Ilha das Flores, no arquipélago dos Açores.
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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Entrevista com Carlos de Morais - Autor de: QUEM NÃO SABE O QUE QUER...

Nasceu na cidade de Pereiras, onde plangiam violinos e violões que morriam de suspiros e saudades, nas serenatas urdidas, nas noites enluaradas. Por isso, tornou-se poeta e letrista de musicas apresentadas nos Festivais de Música Popular, realizados em sua cidade.
Estudou as primeiras letras no Grupo Escolar de Pereiras e se formou Professor Primário na Escola Normal Barão de Suruí, em Tatuí.  Logo em seguida, ao ingressar no magistério público paulista,  iniciou-se uma carreira, abraçada com o calor do entusiasmo e o ardor da esperança.
Membro do Clube Escritores Piracicaba, da Academia de Letras de Piracicaba e do Instituto Histórico e Geográfico.

Uma história do folclore indígena, adaptada para mostrar as inconveniências "daquele que não sabe o quer". Dois moleques curiosos escutam com atenção a história que o velho índio se pôs a contar, sentado na rede e fumando um cachimbo.
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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Entrevista com Vivi Arenzano - Autora de: INCENSOS E TATAMES

Nasceu em São Paulo (SP), no bairro da Vila Madalena. Formou-se em Letras, Pedagogia e Filosofia e fez pós-graduação em Material Didático. Especializou-se na área da educação e visitou algumas escolas públicas no sul da Califórnia (EUA). Lecionou Inglês e Literaturas. É casada com o rolfista Paulo Marcelo, um homem muito doce e generoso. Optaram com muita convicção em não perpetuar a raça humana por diversos motivos. Vivi explica: “Tenho vasta experiência no mundo infantil e juvenil e na andragogia. Confesso que isso me desanimou em ter filhos. Mil desculpas para quem os têm! Não é pessoal, é filosófico, estilo de vida”. Há décadas estuda a Ciência Espiritual ensinada por Paramahansa Yogananda através da Self-Realization Fellowship da Índia. Em 2000, publicou o livro de poesias intitulado Encontro em Caxemira, nascido das necessidades e vicissitudes de sua trajetória espiritual, na qual atravessou períodos de grandes transformações. Teve alguns contos premiados pela Litteris Editora, do Rio de Janeiro. Seu novo livro, Incensos e tatames, reúne contos contemporâneos que, a partir de suas observações ao longo da vida, mostram a fragilidade, frustrações, medos, incompetências, virtudes, alegrias, tristezas e saudosismos do ser humano. Acredita que os contos retratam a vida como ela é e, por isso, podem chocar alguns leitores mais próximos e desavisados. “Toda pessoa já viveu alguma história esdrúxula, que nunca foi revelada. Não temos noção de até onde pode chegar o homem em sua complexidade. É isso que espero mostrar em meu livro”, deseja Vivi. Então, leitor, sente-se no tatame, inspire o incenso e embarque nessa jornada, repleta de experiências verdadeiras e reflexões.

Existe situação mais gostosa do que ficar totalmente esparramada num tatame com muitas almofadas de pura seda, numa sensual camisola de algodão até os pés, e estar muito linda e muito cheirosa com nenhum sentimento de culpa? Nenhum? Ao lado, um suntuoso incensário indiano exalando raríssimas fragrâncias... e de presente a presença magnificente das deusas. Uma xícara de chá bem quentinha com ervas finérrimas e de vez em quando, ou muito raramente, um lindo homem, pornograficamente nu ao seu lado.
(trecho de Cidade Azul)
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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Entrevista com Julio Cerqueira Cesar Neto - Autor de: UM ESTADISTA URGENTE – São Paulo está precisando

Exerceu sua atividade profissional na iniciativa privada, em escritórios ou empresas de sua propriedade. Destaque à COPLASA, que fundou e presidiu por 20 anos, tendo formado uma equipe de 400 pessoas, dentre as quais 70 engenheiros e cinco filiais em outros estados. Por isso tem sido considerado como empresário, embora nunca tenha deixado de ser apenas um profissional. Entretanto, talvez se explique pela genética, nunca deixou de exercer também suas funções de cidadão. Em nenhuma ocasião participou de políticas partidárias. Nunca foi candidato nem cabo eleitoral. As funções públicas de que participou sempre resultaram de convites. Fez parte do governo Abreu Sodré, do planejamento do governo Paulo Egídio, do governo Franco Montoro e mais recentemente instituiu, instalou e presidiu a Agência da Bacia do Alto Tietê, entre 2002 e 2006. Alguns perguntam como conseguiu manter suas empresas com a participação nas políticas públicas, porém poucos sabem que na realidade não conseguiu; no final do governo Paulo Egídio foi expelido do sistema e voltou ao seu modesto escritório técnico, onde continua até hoje a cumprir também suas funções de cidadão. A passagem pela Agência da Bacia do Alto Tietê proporcionou um aprofundamento nos seus conhecimentos sobre a Região Metropolitana, assim como nas relações com as autoridades constituídas. A observação dos graves passivos urbanos, ambientais, sanitários e até institucionais que essa região apresenta e que vêm se acumulando há mais de 20 anos (e continuam a se acumular) estimulou sua curiosidade para entender melhor as causas do fenômeno. Tendo concluído que essas causas têm origem numa mudança radical no comportamento dos governos e da sociedade a partir de 1990, decidiu escrever este livro para chamar a atenção sobre o problema e as conclusões a que chegou, e através dele submetê-las à consideração da sociedade.
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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Entrevista com Marcello Averbug - Autor de: DESCULPE O ATRASO

Com "Desculpe o atraso", Marcello Averbug concretiza projeto há longo tempo acalentado mas sempre adiado: o de produzir textos de ficção.
Há mais de 30 anos vem elaborando textos de economia e política, publicados em livros, revistas de economia e jornais (Jornal do Brasil, O Globo, Valor Econômico e imprensa da Argentina e Chile). Esses textos foram reunidos no livro "Escritos Itinerantes", lançado em novembro de 2014.
Como economista trabalhou principalmente no BNDES e no Banco Inter-Americano de Desenvolvimento, em Washington DC. Foi professor dos Departamentos de Economia da UFF e da PUC-RJ. Atualmente é consultor em Washington, onde reside.
M. Averbug também dedica-se à fotografia, tendo realizado exposições no Rio de Janeiro, Washington e Lisboa.

O autor teve como objetivo provocar surpresas no leitor. Não surpresas retumbantes, mas sim sensações sutis.  Nenhuma relação existe entre os cinco enredos apresentados.
A novela "Desculpe o atraso" narra a trama ocorrida, na década de 50, no seio de uma família com raízes nm Niterói e no Rio de Janeiro, assim como alguns traços do cenário político de então.
"Enquanto é tempo" examina o impacto de mudanças, acontecidas em viajem à Itália, no tranquilo cotidiano de um solteirão burocrata.
Em "Solidão inacabada", observa-se o comportamento de um solitário de meia idade ante a súbita perspectiva de escapar da solidão.
O pequeno relato "Suspeita" acompanha as dúvidas que afligem um andarilho em Washington DC.
"Flagrantes da vida irreal" tricoteia verdades do panorama brasileiro, expostas de mameira surrealista.
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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Entrevista com Luis Eduardo Garcia Aguiar - Autor de: ALÉM DA FRONTEIRA

Luis Eduardo Garcia Aguiar
O poeta  nasceu em 6 de outubro de 1952, em Montevidéu, Uruguai, e hoje é naturalizado brasileiro e reside em Pernambuco. Também conhecido pelo pseudônimo Charrua, é autor do livro Poesitando, publicado em 2010, e atualmente trabalha na construção de outros livros, inclusive de poesia.




É a autobiografia de Luis Eduardo Garcia Aguiar, que narra sua história a partir do momento em que deixa Montevidéu, no Uruguai, e chega a São Paulo. O livro conta ainda os fatos mais marcantes durante os treze anos de sua permanência na cidade e sua mudança para Paulista, na região metropolitana de Recife (PE), onde reside e é muito feliz até hoje. Desde o Uruguai, passando por São Paulo até chegar ao Recife. Uma história de aventura, de emprego e desemprego, de amor e de família, de aprendizado, de superação, de muitas mudanças. Uma história que certamente fará você pensar na sua história.

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