segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Entrevista com Angelino Pereira - Autor de: NA GUERRA SE FEZ AMOR

Mestre em Engenharia Humana e professor no ensino superior, desenvolve atividades de consultoria na área da prevenção de riscos profissionais e coordenação de segurança, com vários estudos publicados em revistas especializadas. Dada a sua grande paixão pelas Letras e sentido humanista, prefere dedicar o seu tempo à leitura, à escrita e ao trabalho pela causa social. Grande parte da sua obra tem sido doada em benefício de projetos comunitários. Colaborador em vários jornais, tem também participado em palestras e tertúlias prosaicas e poéticas. São ainda muitas as suas participações em coletâneas e antologias, entre as quais: Asas Vivas; Mãos Dadas, volumes I, II, e III; Antologia Poética de Autores Vimaranenses; Poesis I, II, XI e XII; (De) Corrente, Poesia a Onze; Os 30 autores do CD “Assim se Diz”; coautor da Coletânea Poesia a Doze “Resist (ir) Assim”, da coletânea de contos Conta-me Estórias; Tempera (Mental), Poesia a Dezasseis e Verbum, conto & poesia. Participou também nas dez antologias poéticas Poetas de Sempre, publicações de 2000 até 2009. É autor de dez livros: No Conto do Meu Poema (1995); Mensagem no Tempo (1997); Nostalgia entre Angola e o “Puto” (2000); O Problema da Gente São as Pessoas, lançado em 4 de dezembro de 2004; Renascer, apresentado em 23 de abril de 2006, Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor; O Preço da Vitória (2010), romance de sucesso, em 2ª edição; Encontros de Vidas, romance apaixonante, lançado em 17 de março de 2012, na Capital Europeia da Cultura; O Enviado, editado em São Paulo, Brasil, em julho de 2013 e apresentado em Portugal, na Cidade Berço e Patrimônio da Humanidade, no Tribunal da Relação, em 2 de novembro do mesmo ano, porque o romance veio para salvar o reino e a vida; Caminhando com Ela, apresentado na 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, em 2014; e agora Na Guerra se Fez Amor, um romance dos amores na guerra colonial em Angola. Angelino Pereira é membro nº 905 da Associação Portuguesa de Escritores e beneficiário nº 16.251 da Sociedade Portuguesa de Autores. Tem merecido alguns prêmios e distinções desde março de 1985, quando recebeu menção honrosa da Câmara Municipal de Guimarães por um trabalho de pesquisa histórica sobre a nacionalidade portuguesa, com o título “24 de Junho, Dia 1 de Portugal”. Voltou a ser galardoado em 22 de junho de 1985 pela escola secundária Francisco de Holanda em parceria com a Câmara Municipal de Guimarães com o 1º prêmio em Poesia. Pertencem-lhe quatro primeiros prêmios, três segundos, três terceiros, dois quartos e um quinto, nas Competições Culturais do Clube de Pessoal da EDP, entre várias menções honrosas; 1º prêmio em poesia do Instituto Superior da Maia; 1º prêmio em quadras populares no 1º Encontro Nacional de Poetas, em Guimarães, em 2001, entre várias menções honrosas em anos seguintes, na modalidade de quadras populares, alusivas ao Gerês, entre outros... Sua atual paixão, porém, é o romance, para onde pretende transportar as emoções dos seus leitores. 

Uma guerra, três gerações e a força do Amor - Diz a lei do Universo que tudo tem sua hora certa. Este décimo romance de Angelino Pereira chega para dizer que depois de 41 anos, e mais 13 anos de guerra colonial em Angola, fica a prova de que na guerra se fez amor. Os combatentes de ambos os países – Portugal e Angola – foram adversários na guerra, mas não são inimigos porque se bateram pela vida em defesa da Pátria que lhes ordenou o combate... E hoje muitos descendentes luso-angolanos são a prova de que apesar de tudo a guerra colonial em Angola não foi apenas para matar, mas também para amar. Um livro interessante para saber como vencer a guerra com amor...
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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Entrevista com Rose Meire Scacciotti - Autora de: 36 CARTAS DE AMOR





Rose Meire lançou, no dia 25 de outubro de 2014 no Espaço Scortecci, o Livro 36 Cartas de Amor. Ao final, ela fez um agradecimento muito especial aos amigos que a prestigiaram. Veja o vídeo após a entrevista.



Olá, meu nome completo é Rose Meire Moreira Scacciotti, tenho 50 anos. Formei-me em letras e dei aula para pré-escola durante apenas dois anos depois de formada.
Casei e nunca mais dei aulas ou fiz qualquer atividade no ramo. Pelo contrario, fiz um curso e montava bijuterias que eu mesma vendia e cheguei ate vender joias.
Fiquei casada por vinte anos e quando me separei resolvi escrever, mas mesmo assim, escrevia sem o intuito de publicar o que eu escrevia.
Cheguei a querer publicar um livro que falasse sobre "mente e corpo", mas não tinha muita certeza se era sobre isto que eu gostaria de escrever. 
Como encontrei muitas pessoas separadas e casadas infelizes e sempre com os mesmos problemas, não tive dúvidas e resolvi escrever sobre "amor".
Estes dois livros, "36 Cartas de Amor" e "63 Frases de Amor", são o começo de muitos que ainda virão ...
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segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Entrevista com Emerson Borges - Autor de: A BÍBLIA SOB ESCRUTÍNIO

Sou Escritor e Professor de História. Além disso, atuei durante 20 anos como Ministro Religioso. Durante este tempo, empreendi um profundo estudo sobre a bíblia, através de um trabalho exaustivo de comparações entre todos os registros antigos de diversos povos e analises dos achados arqueológicos mais relevantes. Procurei deixar de lado os mitos e lendas, epopeias e fantasias, fanatismos, radicalismos,  extremismos e fundamentalismos que facilmente ofuscam nosso melhor entendimento, tentando chegar mais perto do que realmente aconteceu. O resultado foi uma obra que nos leva a uma reflexão sobre nossas próprias crenças.

Nesta obra são revelados todas as incoerências, contradições, antagonismos, discrepâncias, absurdos, valores morais injustos e desequilibrados, erros históricos e científicos, mitos e lendas encontrados na Bíblia. Uma leitura desmistificadora que leva à uma reflexão sobre nossas próprias crenças. Pelas páginas deste livro, encontramos diversas passagens bíblicas que são analisadas e escrutinadas de maneira clara e lógica mostrando através da razão suas incoerências.
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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Entrevista com Rafael Moia Filho - Autor de: O HUMOR NO TRABALHO

Rafael Moia Filho
Nasceu em São Paulo em 1958. Trabalhando na CESP - Cia. Energética de São Paulo, prestou serviço à Fundação CESP entre 1977 e 1995. Em 1996, fixou residência em Bauru, SP, por onde se aposentou em 2011, depois de 38 anos de atividade.
Este trabalho é fruto da sua observação e de muitos colegas que com ela colaboraram, era aguardado ansiosamente por aqueles que participaram dessa época profissional citada neste livro. O Humor no Trabalho retrata um período de prosperidade, crescimento profissional, onde o humor convivia diariamente com todos os aspectos da administração moderna e das normas vigentes.
O autor lançou em 2012 sua primeira obra O Tempo na Varanda. Há tempos escreve semanalmente para dois sites, é colaborador do Jornal da Cidade de Bauru e Vice-Presidente da ONG Batra - Bauru Transparente, entidade que combate a corrupção e trabalha com projetos de cidadania.

Conheça mais sobre o Rafael acessando seu Blog, falandoummonte.blogspot.com.br, ou pelo twitter @rafamfilho.

O Humor no Trabalho
Ao longo dos últimos anos sempre relutei em começar a escrever um pedaço importante de minha trajetória profissional em uma grande empresa. Entretanto incentivado pelos amigos que vivenciaram boa parte das estórias que contarei a seguir, e também pela crença de que o humor no trabalho é algo que me faz acreditar numa relação direta com a produtividade e o crescimento profissional e pessoal, tanto dos indivíduos como das organizações, resolvi tornar público alguns desses momentos de muito bom humor e descontração.
São momentos mágicos aliados a uma fase muito interessante do desenvolvimento da própria empresa, que começou com vinte e poucos empregados em 1969 e que em 1.994 possuía aproximadamente 1.300 profissionais em seu quadro de pessoal, na maioria jovens talentos promissores admitidos no mercado de trabalho paulista.
As estórias são engraçadas, mas muitas vezes difíceis de acreditar que tenham ocorrido numa empresa minimamente séria. Mas ocorreram e foram testemunhadas por muitos empregados, que por seu quadro de pessoal passaram ao longo de pelo menos dezoito anos.
O humor não tem sexo, religião, nem cor e pode ser praticado de forma democrática desde o Office Boy até o Presidente sem quaisquer problemas de ordem hierárquica. Na verdade essas brincadeiras jamais prejudicaram a realização de quaisquer tarefas ou impediram o crescimento acelerado da empresa nos dezoito anos em que por lá estivemos.

Boa leitura e bom humor em sua vida, seja no trabalho ou em qualquer outra atividade que esteja desempenhando.
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segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Entrevista com Maria Tereza Callefe - Autora de: TECENDO MEMÓRIAS

Maria Tereza Callefe, 76 anos, açoriana de origem e alma. Professora de Português, Licenciada em Letras Vernáculas pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras da Universidade de São Paulo – Turma de 1967. Seguidora da doutrina espírita que, no dizer de Léon Denis, “é abençoada doutrina que enluara de esperança a noite de nossas vidas.” Atualmente aposentada, artesã nas muitíssimas horas vagas, mora no seu paraíso encontrado: Caraguatatuba.

Trata tão bem as palavras quanto, durante a vida toda, esta portuguesa, professora de Português tratou seus alunos. A delicadeza e proficiência com que narra suas memórias nos conduzem a uma viagem que vai da alegria intensa a lágrimas aos borbotões e só quem leu, na adolescência, “O meu Pé de Laranja Lima” é capaz de imaginar. A leitura de “Tecendo Memórias” e o consequente passeio pela vida de Tereza, despertaram em mim a lembrança dos versos de Abílio de Guerra Junqueiro em um trecho de “Recordam-se vocês do bom tempo d’outrora.”

(...) Meus amigos, a vida é um sol que chega ao cúmulo 
Quando cantam em nós essas canções celestes; 
A sua aurora é o berço, e o seu ocaso é o túmulo.
Ergue-se entre os rosais e expira entre os ciprestes.

“Saudade de um tempo que não volta mais”? Não! “Tecendo Memórias” é a canção celeste do amor de uma mulher por um homem, o exterminador de brumas. E também é uma comprovação do acerto do pensa-mento de Henry Adams, “O professor se liga à eternidade. Ele nunca sabe quando cessa a sua influência.” Dr. Mourão, Tereza e Giovana que o digam. Nada mau para uma quietinha.
Leo Reis Leite Junior

Aborda, em primeiro lugar, as recordações de infância e juventude de Maria Tereza Callefe, em Portugal. Vive algumas situações hilárias, outras, no entanto, carregadas com uma certa dose de amargura. Em certa altura, sua vida fez um giro  de trezentos e sessenta graus e ei-la emigrando para o Brasil onde viria encontrar um grande amor e onde conseguiria realizar um sonho: ser professora. 

Forma-se em Letras pela Universidade de São Paulo e acaba balançando entre três amores: o marido, os três filhos adotivos e o magistério. Sérios problemas de saúde tornaram seus dias em momentos bem difíceis de transpor. No entanto, com o apoio da família , sobretudo do marido, acabou encontrando de novo um porto seguro. Ciente do efêmero da vida, resolveu com o marido fazer uma viagem- preito de gratidão- à sua terra natal: a sempre encantada Ilha das Flores, no arquipélago dos Açores.
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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Entrevista com Carlos de Morais - Autor de: QUEM NÃO SABE O QUE QUER...

Nasceu na cidade de Pereiras, onde plangiam violinos e violões que morriam de suspiros e saudades, nas serenatas urdidas, nas noites enluaradas. Por isso, tornou-se poeta e letrista de musicas apresentadas nos Festivais de Música Popular, realizados em sua cidade.
Estudou as primeiras letras no Grupo Escolar de Pereiras e se formou Professor Primário na Escola Normal Barão de Suruí, em Tatuí.  Logo em seguida, ao ingressar no magistério público paulista,  iniciou-se uma carreira, abraçada com o calor do entusiasmo e o ardor da esperança.
Membro do Clube Escritores Piracicaba, da Academia de Letras de Piracicaba e do Instituto Histórico e Geográfico.

Uma história do folclore indígena, adaptada para mostrar as inconveniências "daquele que não sabe o quer". Dois moleques curiosos escutam com atenção a história que o velho índio se pôs a contar, sentado na rede e fumando um cachimbo.
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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Entrevista com Vivi Arenzano - Autora de: INCENSOS E TATAMES

Nasceu em São Paulo (SP), no bairro da Vila Madalena. Formou-se em Letras, Pedagogia e Filosofia e fez pós-graduação em Material Didático. Especializou-se na área da educação e visitou algumas escolas públicas no sul da Califórnia (EUA). Lecionou Inglês e Literaturas. É casada com o rolfista Paulo Marcelo, um homem muito doce e generoso. Optaram com muita convicção em não perpetuar a raça humana por diversos motivos. Vivi explica: “Tenho vasta experiência no mundo infantil e juvenil e na andragogia. Confesso que isso me desanimou em ter filhos. Mil desculpas para quem os têm! Não é pessoal, é filosófico, estilo de vida”. Há décadas estuda a Ciência Espiritual ensinada por Paramahansa Yogananda através da Self-Realization Fellowship da Índia. Em 2000, publicou o livro de poesias intitulado Encontro em Caxemira, nascido das necessidades e vicissitudes de sua trajetória espiritual, na qual atravessou períodos de grandes transformações. Teve alguns contos premiados pela Litteris Editora, do Rio de Janeiro. Seu novo livro, Incensos e tatames, reúne contos contemporâneos que, a partir de suas observações ao longo da vida, mostram a fragilidade, frustrações, medos, incompetências, virtudes, alegrias, tristezas e saudosismos do ser humano. Acredita que os contos retratam a vida como ela é e, por isso, podem chocar alguns leitores mais próximos e desavisados. “Toda pessoa já viveu alguma história esdrúxula, que nunca foi revelada. Não temos noção de até onde pode chegar o homem em sua complexidade. É isso que espero mostrar em meu livro”, deseja Vivi. Então, leitor, sente-se no tatame, inspire o incenso e embarque nessa jornada, repleta de experiências verdadeiras e reflexões.

Existe situação mais gostosa do que ficar totalmente esparramada num tatame com muitas almofadas de pura seda, numa sensual camisola de algodão até os pés, e estar muito linda e muito cheirosa com nenhum sentimento de culpa? Nenhum? Ao lado, um suntuoso incensário indiano exalando raríssimas fragrâncias... e de presente a presença magnificente das deusas. Uma xícara de chá bem quentinha com ervas finérrimas e de vez em quando, ou muito raramente, um lindo homem, pornograficamente nu ao seu lado.
(trecho de Cidade Azul)
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