
Sou poeta e educadora, também sou aluna e escritora. Na FAESP e UNIP, já fui professora! No universo da escrita o magistério me direcionou, na Pedagogia o desejo em pesquisar, na memória ficou. A Psicopedagogia em meu ser imprimiu, a sede do saber que de mim nunca mais saiu. Nos espaços da USP, aprendi a me encantar e nas diversidades do educom, aprendi a mediar. Na USF também minha história se fez e pela historiografia, eu me apaixonei. Na PUC querida, com grandes mestres convivi, foi assim que de uma certa forma eu renasci. Resolvi ao universo da tecnologia me apresentar e Comércio Exterior, passei a estudar. Na Fatec de Itapetininga eu me aventurei e em inúmeros projetos, então mergulhei. Até idiomas, comecei a estudar e em inglês, espanhol, italiano eu já sei me comunicar. Publiquei pela All Print, Lembranças: primeiras poesias e Crônicas do magistério e outros causos. Eles circulam em grandes livrarias. Pela Protexto, Sonhos: impressões e sentimentos, também publiquei. Pela Scortecci Editora, Vidas: Vividas Sonhadas e Passadas eu publiquei. Agora na literatura, meus pés eu firmei. Até em concurso literário já participei e o primeiro lugar eu já ganhei! A criança que em mim outrora viveu, ainda esta aqui, ela nunca morreu, nas poesias aqui contidas me apresento: Prazer, esta sou eu!
Tendo recebido o dom da inspiração em misturar palavras trazendo-lhes sentido das vivências de seu tempo, a autora consegue encantar pelo estilo da escrita que, embora clássico, se faz entender pelas pessoas mais simples, pelo fato de retratar a realidade com sentimentos que todos vivenciam no cotidiano.
Percebe-se, neste livro, as temáticas mais marcantes que a autora reporta sendo a primeira, já traduzida no “Lembranças: primeiras poesias”(...)Eis um motivo para transformação da alma provocando um estado de tristeza que, por vezes, tira a vontade de viver quando a saudade martiriza a alma no dia-a-dia. Mas, é através do sonho que, a espera infinita pela presença de quem não pode mais estar entre nós, acaba se tornando uma realidade fugaz. A genialidade da autora, por vezes, trata a solidão e a angústia da perda como algo que não é definido pelo gênero. Neste caso, a ausência materna pode ser entendida como ausência de qualquer outro bem querer.