segunda-feira, 14 de março de 2016

Entrevista com Dalton Delfini Maziero - Autor de: SACRALIZANDO O SOLO

É graduado em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC), pós-graduado em Arqueologia pela Universidade de Santo Amaro (UNISA), técnico em Organização de Documentos Históricos pelo IEB-USP e técnico em Museologia pela ETEC de São Paulo. Pesquisador especializado nas áreas de Culturas Pré-Colombianas e História da Pirataria. É autor da obra “Titicaca – Em busca dos antigos mistérios pré-colombianos”.

Os geoglifos da América do Sul constituem um dos maiores mistérios da arqueologia mundial. Como entender os motivos que levaram homens do passado a desenharem gigantescas figuras e linhas no solo, em especial, no deserto americano? Esse fenômeno social ocorreu em grande profusão no Peru, mas também no Chile, Brasil e outros países vizinhos. Desvendar esse mistério é entregar-se a um complexo jogo da mente humana, que mistura rituais sofisticados, manipulação da natureza e necessidades básicas de sobrevivência. Afinal, por que os antigos povos das Américas precisavam dos geoglifos?
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sexta-feira, 11 de março de 2016

Entrevista com Manoel Oliveira - Autor de: NOS TRILHOS DA POESIA

Manoel Oliveira
Nascido em 29 de abril de 1968, na cidade de São Paulo.
Obteve gosto pela poesia em sua infância, onde houve uma pequena paralisação 
das mesmas apenas retomando basicamente em 2007.

Concluiu o ensino médio porém não possui formação superior






Nos Trilhos da Poesia
A obra "Nos Trilhos da Poesia" refere-se a histórias com teor cômico de uma maneira poética, ilustrando temas tanto do cenário ferroviário quanto alheios. Algumas histórias condizem com a realidade, outras são apenas fictícias.
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quarta-feira, 9 de março de 2016

Entrevista com Osmar Braz Ribeiro Santa Rosa - Autor de: TESTEMUNHA DO PAI CELESTE


Osmar Braz Ribeiro Santa Rosa

Eu ia ser levado eu tentei de todas as formas ser feliz, mas eu não encontrava vida!
Só tem vida na vontade perfeita, agradável, lindíssima, maravilhosa... Do Pai Celeste!
Disse Jesus:
De certo vosso Pai Celeste sabe que necessitais de todas as coisas antes de pedirdes!
Não viva por vista, mas por fé!
Ele cuidou unicamente de mim, na viagem no Amazonas!
Mostrando o que era necessário para mim!
Agora eu só vivo para mostrar para as pessoas, que o Pai Celeste sabe que necessitais de todas as coisas, antes de pedirdes!



Eu sou uma testemunha do Pai Celeste nesta terra longínqua. Eu não sou digno! Digno é o cordeiro que foi morto! O Pai Celeste usa as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias! Eu sou uma prova disso, que o cuidado e o amor do Pai Celeste são únicos! Responda a esta graça!!!

Deus, o Pai Celeste, usa as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias! A sabedoria dos homens é loucura para Deus, o Pai Celeste! Viva pobre de espírito! Simples e humilde, como o unigênito filho do Pai Celeste Jesus vivia nesta terra longínqua. O amor e o cuidado do Pai Celeste são únicos! Eu sou uma prova disso! Procure em primeiro lugar o reino do Pai Celeste, Deus! A sua vontade é perfeita, única, agradável, maravilhosa... Eu não sou diferente de ti! Eu só sou uma testemunha do Pai Celeste nesta terra longínqua.
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segunda-feira, 7 de março de 2016

Entrevista com Mônica Ribeiro - Autora de: PEQUENA HISTÓRIA DE UM GRANDE AMOR

Nasceu em São João del-Rei (MG) em 9 de setembro de 1945. Com duas pós-graduações em educação e cursos em diversas áreas, é jornalista, professora e funcionária pública aposentada pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Tem dois filhos, duas netas e uma cachorrinha (que adora!). Aos 70 anos e aposentada, ganhou tempo agora para escrever livros.

Obra de ficção passada em 2099 fortemente impregnada de espiritualidade, PEQUENA HISTÓRIA DE UM GRANDE AMOR entrega ao leitor a sensível história de Clara e Valentim, que transcende o tempo e o espaço e mostra que o Amor supera a morte. Por mais terríveis que sejam os acontecimentos, a morte nada pode contra o Amor. Num mundo altamente tecnológico, Clara tem a coragem de voltar no tempo e no espaço, atravessar portais e entrar no mundo dos mortos, na época da Primeira Guerra Mundial, na França, para resgatar o seu grande amor, o general francês Valentim, que no momento da morte teve pavor e ficou perdido dentro do instante final.
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sexta-feira, 4 de março de 2016

Entrevista com Glauce Teodoro de Moraes - Autora de: OS OLHOS DA ALMA

Glauce Teodoro de Moraes
32 anos, paulista, casada, mãe dos gêmeos Marcella e Davi Luiz, formada em Administração de Empresas, pós-graduada em Gestão de Negócios e Psicopedagogia Clínica, atualmente dedica-se à criação dos filhos, à família, ao trabalho e a sua carreira de compositora e escritora. Escreveu os livros: Caminhos da felicidade; Não pense, apenas lute; entre outros projetos. Tem uma vida bastante agitada, mas ama tudo que faz e procura executar com carinho e amor. Após algumas premiações como escritora, Glauce voltou a escrever com vigor, pois garante que é umas das coisas que mais lhe proporciona tranquilidade e bem-estar porque, além de expor suas experiências, ela ajuda inúmeras pessoas com suas reflexões e seu positivismo. Dedica aos leitores cada mensagem do livro Os olhos da alma e deseja que todos façam uma boa leitura.

Os olhos da alma
Que cada palavra deste livro Os olhos da alma preencha seu coração com paz e esperança... Que, durante essa leitura, você possa refletir sobre a sua importância e o seu valor para Deus e para o mundo... Que sua fé cresça a cada amanhecer e que coisas boas aconteçam tornando seus dias felizes e sua vida repleta de bênçãos. Obrigada pelo apoio! Deus abençoe você e sua família! Um forte abraço!




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quarta-feira, 2 de março de 2016

Entrevista com Javier Rapp - Autor de: DISTRAÇÕES

Nasceu em Bariloche, na Argentina, em 1966, filho de um físico e uma artista plástica. Aos dois anos, mudou-se para os Estados Unidos, com mãe e irmã, para acompanhar o pai, que ia desenvolver a sua pesquisa de doutorado, retornando para a sua cidade natal aos cinco. Aos dez, atendendo a um convite do Instituto de Física da UFRJ, seu pai trouxe a familia para o Rio de Janeiro, a fim de se afastar da violência do regime do General Videla e em busca de situação econômica mais favorável. Iniciou os estudos literários na Université de Grenoble III, França, concluindo-os na Faculdade de Letras da UFRJ em 1990. Obteve em 1995 o grau de mestre em Ciência da Literatura pela UFRJ, com a dissertação Sade – As razões do paradoxo. Leitor voraz desde a primeira infância, demorou muito tempo a ver nisso algo além do  imenso prazer que experimentava. No fim da adolescência, começou a rabiscar algumas linhas e a acalentar a possibilidade de dedicar-se à escrita como ofício. Desse momento em diante, sem inteiramente renegar sua vocação, adiou a oportunidade de segui-la, buscando uma expressão ideal, um aperfeiçoamento estético, que talvez não se encontre no horizonte do possível. Muitos dos escassos textos produzidos, que, embora não tivessem a coragem de reclamar publicidade tampouco aceitaram o suicídio, aqui estão – como nasceram ou transformados. Já que o impasse não poderia durar para sempre, decidiu abraçar tanto sua paixão como seus limites e finalmente publicar este primeiro livro, que iniciará a caminhada em busca dessa inatingível utopia estética.



É um livro despretensionso, no melhor sentido que essa palavra possa adquirir. Não se trata de uma obra displicente ou descomprometida. É um texto que se oferece sem empáfia e sem solenidade, que deseja dar prazer e questionar, mas sem teatralidades, sem afetações que queiram fazê-lo parecer o que não é. Não renuncia, no entanto, a certa elaboração formal e menos ainda ao (des)controle da emoção. Tem na capa e no título uma metáfora de sua essência, um acúmulo de rabiscos simples, de traços elementares, mas que para esses artistas “primitivos” representavam a mais alta expressão de seus medos e sonhos, de suas necessidades e aspirações, flertando com o mágico e o sagrado.


Muitas influências se reconhecem neste livro e se distribuem de forma desigual. Não chegamos a encontrar textos à moda deste ou daquele poeta, mas é evidente que, em alguns casos, o autor estava fortemente inspirado pelo recursos estilísticos de um Camões, de um Vinícius, de um Leminki. Aliás, a exploração de antíteses e o gosto pelo humor e o trocadilho são talvez umas das notas mais presentes neste pequeno livro. Embora não se trate aqui de uma poesia predominantemente visual, alguns textos parecem buscar sua força numa fanopéia inspirada num Lorca ou num Albano Martins, artistas profundamente admirados pelo autor. Fernando Pessoa, Verlaine, Baudelaire, Augusto dos Anjos, os irmãos Campos, Caetano Veloso, Antonio Cícero e Arnaldo Antunes são outras forças de quem Javier Rapp se reconhece devedor.
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