sábado, 15 de outubro de 2016

Entrevista com Ítalo Anderson - Autor de: PELO RALO

Nasceu em Fortaleza, Ceará no ano de 1993. Aos 19 anos, passou a viver em São Paulo. Em contato com as artes e poesia desde a infância, publicou, em 2014, o livro "Gaveta Aberta" pelo selo Futurarte de poesia contemporânea (RJ), lançado durante a Virada Cultural Paulista no interior do Estado. Em 2016, publicou "Pelo Ralo", pela editora paulistana Scortecci, com lançamento durante a 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. 
Ao longo de sua trajetória, recebeu, por sua obra poética, prêmios da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre (2014), durante o Sarau Nacional, em edição comemorativa dos 800 anos da Língua Portuguesa, Prêmio Fernando Pessoa de Honra ao Mérito (Literarte), outorgado junto a Fundação Cultural de Curitiba (2016).
Ítalo mantém seu ateliê Tactus, que concentra seus projetos artístico-culturais.

Um livro de poemas, de histórias escondidas em seus versos, um livro de amor entre a escrita e a leitura, o autor e leitor, a vida e a alegria. Em tom jocoso, Ítalo Anderson convida-nos a um passeio por nós mesmos, para explorarmos nossos amores antigos e recentes, viagens, dúvidas, receios, o vir-a-ser. Metalinguisticamente, propõe a palavra à palavra, jogando, brincando, questionando, refletindo, atualizando conceitos. Jovem, de espírito livre e centrado, o autor repassa seu universo literário, artístico, como um espelho, a refletir o que pensa e sente. Tudo isso provoca no leitor sorrisos, vontade de ir e vir, ficar, amar e estar solitário. Dá uma coisa de ir com o livro Pelo Ralo passear por aí, caminhar numa bela tarde, curtir boa companhia e, sobretudo, boa leitura.

Olá Ítalo. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Olá! Primeiramente gostaria de agradecer pela oportunidade de falar um pouco sobre meu trabalho.
O "Pelo Ralo" não tem um tema específico, é na verdade um passeio por diferentes lugares, sensações, histórias e momentos. O livro se destina ao público jovem e adulto.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Como "Pelo Ralo" é minha segunda publicação, acho que é um pouco cedo para falar de outros projetos, porém continuo escrevendo e pretendo compartilhar um pouco mais em breve.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A vida de escritor no Brasil, além da escrita, também envolve um compromisso político com a educação e a cultura. Dessa forma, não estamos escrevendo apenas para nós mesmos, mas garantindo que a Literatura vá além. Às vezes um rosto que faz cara feia quando ouve a palavra "poesia" é quem mais está precisando de uma.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Conheci a Scortecci durante a 23a Bienal Internacional do livro de São Paulo. Recebi o convite para a publicação através da Elianete Vieira.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Acredito que sim. Pois, entre outros adjetivos que poderiam ser utilizados para descrever o livro, o mais notório é a sinceridade. Gosto de ser sincero com o que escrevo, pois sou sincero comigo quando escrevo. E acredito que toda poesia sincera carece de leitura.

Obrigado pela sua participação.
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sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Entrevista com Patrícia Franco - Autora de: O PEIXINHO POLAR

Sou Doutora em Ciências da Saúde, instrutora de meditação e estudo Pedagogia. Trabalho com educação há mais de 15 anos. Amo literatura e sempre sonhei ser escritora. Com 10 anos ganhei uma máquina de escrever dos meus pais comecei a inventar histórias. Acredito que podemos mudar o rumo da nossa vida,é só querer. Interpretar vários personagens, fazer coisas diferentes, desistir de algumas e começar ou recomeçar outras, sem drama! Cada segundo é um milagre, aproveite!


Quem está observando Polar? Será que você consegue responder as perguntas filosóficas que surgem no livro? 
Mergulhe na história desse peixinho encantador e tente descobrir as diferenças e semelhanças entre o seu mundo e o mundo dele.
Polar é mesmo um peixinho diferente.... Ou não!







Olá Patrícia. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
É um livro infantil que trata de um assunto mu ito profundo: a habilidade da autopercepção, da auto-observação e do autoconhecimento. Estas são habilidades fundamentais para sermos emocionalmente saudáveis, entretanto não fomos ensinados a praticá-las e, justamente por isso, não ensinamos nossas crianças, perpetuando um ciclo de analfabetismo emocional.
Nosso mundo interno pode limitar ou ampliar o que vemos externamente.
Na história, uma criança que observa um peixinho que vive sozinho em um pequeno aquário, levanta questões filosóficas sobre os referenciais externos das coisas e sobre como lidar internamente com estas aparências que não são sólidas, são apenas conceituais.
A ideia surgiu a partir da minha experiência como mãe, educadora e instrutora de “Mindfulness” (técnica de desenvolvimento de atenção plena) para adultos e crianças. Fiz meu Doutorado em Ciências da Saúde e, atuando como pesquisadora e professora por 15 anos, percebi que ensinamos nossos alunos a observar tudo o que há “fora”, sem nunca olharmos com interesse científico para o que acontece “dentro” de nossas próprias mentes. São dois mundos diferentes que estão intimamente ligados e dependentes um do outro. Quando cheguei neste ponto, resolvi mudar meu foco e, há algum tempo, venho me dedicando ao estudo das habilidades socioemocionais e de ferramentas para desenvolvê-las, especialmente em crianças e adolescentes.
Este livro é destinado ao público infantil, desde a idade pré-escolar até o ensino fundamental I. As crianças menores podem se beneficiar da contação de história e da exploração dos conceitos de forma mais superficial, feita pelo professor ou pelos pais, já os pequenos leitores iniciantes e os fluentes podem tentar responder para si mesmos as perguntas que surgem no livro, que funcionam como um exercício provocativo da autorreflexão.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Desde os 10 anos de idade sonhava ser escritora. Ganhei uma máquina de escrever Olivetti portátil dos meus pais e passava horas inventando histórias. Cresci, tomei outros rumos, mas sempre escrevi. Publiquei vários textos científicos e acadêmicos no Brasil e no exterior, mas o desejo de escrever para crianças e adolescentes nunca morreu. No ano passado apresentei um projeto de um livro interativo infanto-juvenil para uma editora e ele foi aprovado. Fechei contrato para uma série de 4 livros chamada “Inspira, expira e não pira” e o primeiro livro da série, o “Inspira, expira e não pira, garota!” foi publicado em novembro de 2015, com uma tiragem inicial de 500 exemplares. O próximo livro da série, previsto para maio de 2017 é o “Inspira, expira e não pira, mãe!”. Pela mesma editora, estou lançando este mês o livro “Tranquilizando a sala de aula: como criar um ambiente educacional mais produtivo, pacífico e feliz”, título dedicado aos educadores. Este livro é baseado no Programa de Educação Compassiva que desenvolvi em conjunto com outra educadora.
Neste momento, além dos livros da série, estou finalizando meu primeiro romance de fantasia infanto-juvenil, ainda sem editora. Todos os meus títulos, assim como “O Peixinho Polar” tem como base o trabalho com as habilidades de autopercepção, auto-observação e autoconhecimento, o que muda é a linguagem que utilizo em cada um deles para conseguir penetrar melhor no mundo particular do público a que se destina.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Não acredito na prática queixosa e sim na prática do olhar que vê oportunidades em todas as situações. Acho que os meios digitais, por exemplo, podem ser ótimas oportunidades para fomentar o gosto pela leitura. No meu livro “Inspira, expira e não pira, garota!” os textos são curtos (para atrair aqueles que não tem o hábito de ler), mas provocativos e junto com os textos adicionei interatividade, espaços no livro onde a leitora pode exercitar a escrita, desenhos para colorir, atividades manuais para executar e criei um site com conteúdos extras, que possibilitam a ampliação do gosto pela leitura através do mundo digital, que é a realidade desta geração. O livro tem página no Facebook e perfil no Instagram, onde as meninas podem interagir e criar uma rede de diálogo elevado e produtivo. Acredito que as crianças aprendem a gostar daquilo que lhes é oferecido. Se oferecermos livros, elas vão criar o gosto pela leitura, não importa se é um livro físico ou um livro digital. Como educadora e aprendiz de escritora, procuro desenvolver meu trabalho não com objetivo comercial, mas sim com a motivação de oferecer conteúdos que acredito serem transformadores.
Se queremos um país com mais leitores e com mais valorização da leitura, precisamos arregaçar as mangas e fazer a nossa parte. Os autores precisam ir até as escolas, conversar com as crianças e ajudar a educar as novas gerações para a leitura. Se um dia alcançar a honra de viver da literatura será maravilhoso, mas este não pode ser o objetivo fim e sim o meio.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Minha primeira editora não publica livros infantis e eu queria muito dar nascimento ao Polar porque acredito que ele pode tocar o coração e a mente de muitas crianças. Comecei a buscar na internet concursos de literatura infantil para inscrever o original e a Scortecci era parceira em um destes concursos. Entrei no site da editora e vi que a Maria Esther M. Perfetti era a editora-chefe do selo Pingo de Letra. Como eu já conhecia o trabalho dela de longa data houve uma conexão e eu senti que o Polar tinha que nascer por ali. Optei por retirá-lo do concurso e entrei em contato com a editora para publicá-lo. Sinto que fiz a escolha certa.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Todo livro que foi feito com amor e com a motivação correta merece ser lido e com o meu livro não foi diferente. Nenhuma obra agrada a todos, obviamente meu livro irá agradar a uns e a outros não. O objetivo do escritor não deve ser tornar-se uma “unanimidade” e nem tampouco agradar ao leitor, isso é ego. Acredito que o real objetivo de quem escreve deve ser transmitir o seu ponto de vista de forma verdadeira e oferecer uma paisagem diferente, positiva e provocativa para quem lê, acrescentando algo ao mundo do outro, oferecendo ao leitor uma oportunidade de florescimento pessoal. A forma como o outro vai aproveitar aquilo só depende dele.
Ainda que o leitor não se agrade ou discorde, se o meu texto conseguiu ampliar seu olhar de alguma maneira, eu já considero isto uma forma de sucesso. A escrita deve ter esta função de “chacoalhar o outro” de tirá-lo da sua bolha particular. Bom ou ruim, interessante ou chato, são referenciais muito amplos e variam de acordo com cada público. Esses referenciais não devem aprisionar quem escreve.
A mensagem que eu gostaria de deixar é: não aceite passivamente o que você lê. Leia e observe como se sente com o que leu, observe o que aquelas palavras, aquela história, provoca em você. Tente dar vida ao que leu de alguma forma e veja se faz sentido. Guarde no seu coração o que for realmente significativo e simplesmente deixe ir aquilo que não se encaixa no seu mundo ou aquilo que não serve para você.
Tudo tem o seu tempo e a sua hora.

Obrigado pela sua participação.
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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Entrevista com Aurora Souza - Autora de: A FORMIGA VAIDOSA E A MINHOCA CAIPIRA

Pseudônimo de Aurora Bomfim Silva Siuza. Filha de Ernesto Rodrigues da Silva e Fidelcina Oliveira Bomfim Silva. Nasceu no dia 26 de maio de 1974 na cidade de Guaratinga-Ba. Residente em Coaraci desde 1993. Casada com o carteiro Edimilton José de Souza, mãe de quatro filhos: Edimilton Jr., Lucas José, Tadeu José e Dia Bomfim. Atualmente é professora do Ensino Fundamental I no município de Coaraci.
Foi classificada em 3º lugar no Primeiro Concurso de Poesias da Diocese de Itabuna-Ba em 1992, participou da Coletânea Nacional “Nossa Arte 2003” pelas Edições DGF-MG, onde teve três poesias publicadas. Foi Premiada em 2º Lugar no Concurso Nacional Conta-Brasil e Poesi-Brasil, também pela DGF-MG. Tem uma oração publicada no Livro “Orações Carismáticas da Editora Raboni”. E em 2013 participou da Antologia dos Poetas Vivos de Coaraci.E em 20015 teve seu primeiro livro independente, Devoção em Poesia, publicado pelo Clube Brasileiro de Escritores.

De uma forma lúdica, este livro mostra como atividades físicas em exagero e alimentação sem orientação podem ser prejudiciais à saúde.
Aprendemos que devemos nos aceitar como somos e não viver tentando copiar a imagem dos outros.







Olá Aurora. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro conta a história de uma Minhoca muito tranquila e amiga de todos, mas que não se preocupava com sua aparência, muito menos com uma alimentação adequada, até a chega de uma jovem Formiga muito vaidosa à sua comunidade. A ideia surgiu a partir do desejo de incentivar as crianças a optar por uma alimentação saudável e alertar sobre os riscos inerentes às dietas e atividades físicas sem orientação de um profissional.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Escrevo poesia desde os onze anos de idade. Comecei trocando rimas e quando me dei conta já estava escrevendo poemas inteiros, mas achava tão normal e pensava que qualquer pessoa poderia fazer o mesmo até que um dia, no colégio, alguém ficou muito e começou a falar para os professores: “A urora sabe fazer poesia”! Foi quando “acordei” e aos poucos fui compreendendo o dom para o qual havia despertado. Com o passar do tempo, os meus colegas e os de outras classes passaram a me procurar para escrever roteiros de peças para as apresentações no colégio e com isso descobri que também tinha habilidade com os contos. Os meus pais sempre me pediam para escrever as respostas de cartas aos parentes, esse hábito também, me ajudou muito na desenvoltura da escrita. Já participei de algumas antologias, e no ano passado publiquei um livro de poesias em honra a Virgem Maria e agora resolvi tirar da gaveta um livro de literatura infantil. E pretendo continuar minha jornada pelo mundo das letras, pois outros livros já aguardam a oportunidade de uma publicação.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acredito que cada escritor seja um desbravador em busca de leitores. É difícil lançar-se nesse vasto mundo das letras diante da realidade que temos, mas não podemos desanimar. Existem muitos projetos maravilhosos de incentivo à leitura e, de acordo com dados estatísticos, houve um crescimento do número de leitores nos últimos anos no Brasil, isso é motivo de alegria e um ânimo a mais para continuar acreditando, assim como Monteiro Lobato, que "Um país se faz com homens e livros".

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Quando decidi publicar esse livro fiz uma busca na internet, entrei em contato com várias editoras até optar pela Scortecci.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim. Merece ser lido porque aborda um tema que é sempre atual e, principalmente, porque envolve a conscientização de crianças sobre a relevância de uma alimentação adequada e importância da auto aceitação para viver bem consigo mesmas e com os outros.

Obrigado pela sua participação.

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quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Entrevista com Isabel C. S. Sousa - Autora de: A VOZ DA POESIA

Isabel C. S. Sousa
Nasci em Portugal, mas meu coração é luso-brasileiro. Estou no Brasil desde 1964
Escrevo desde que me conheço.
Encontro nas palavras os meus desabafos.
Outra obra do gênero: Anarquia Poética

Gato século 21 é o 3° livro infantil que escrevi.
Sempre gostei de lidar com crianças. Conto histórias para crianças sempre de livro na mão para 
Trabalhei por vários anos em escola de educação infantil, como professora e restauracionista.

É talvez um retrato duma instabilidade emocional.
Através das palavras procuro exteriorizar a esperança em um mundo melhor.

Passar para as crianças o amor pelos animais e como a educação em geral pode melhorar o mundo.



Olá Isabel. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Convidada pela Scortecci para participar do seu trigésimo quarto aniversário, me senti impulsionada para mais uma vez expressar meus sentimentos. Neles procuro exteriorizar a esperança em um mundo melhor.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Este é o oitavo publicado. Pela Scortecci é o terceiro.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Realmente atravessamos uma época complicada. A tecnologia é ótima, mas não pode substituir os livros. Observo que, de uma maneira quase geral, as pessoa, não param para pensar.
"Livros ... livros à mão cheia... E manda o povo pensar!etc. (Castro Alves).

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Quando fui ao lançamento de um livro de Ricardo Ramos.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Acho que sim.
Lendo, "algumas considerações". e, o Prefácio, acreditei que vala a pena "degustar vagarosamente cada página", como escreveu Alexandre Jazara.

Obrigado pela sua participação.

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terça-feira, 11 de outubro de 2016

Entrevista com José Herculano da Nóbrega - Autor de: FILHO NA TERRA CRIADO NAS ESTRELAS e HAICAI - AQUI

José Herculano da Nóbrega
O interesse pela literatura surgiu no curso ginasial em 1965, quando começou a escrever os primeiros quartetos. A poesia passou a distrair a alma. Cinco anos após estava em Manaus. Constituiu família, continuou o seu gosto pela poesia, o encanto íntimo do Ser. Somente em 2008 editou o primeiro Livro: Alma, Deslumbre & Poesia. Com a alegria dos netos e segundo livro, Carta de Deus: Ao Homem do Planeta Terra... 
O autor vibra com o que acontece na Hipóstase Social e admira mesmo distante de uma nova sociedade, é o desejo do terceiro livro em 2012, com o título Presenciar Haicai Sazonal Brasileiro. No secreto do trabalho Enjaule Poesia 2015. Agora o foco: Filho na Terra Criado nas Estrelas.
No secreto do trabalho, novos livros inéditos, já editados Enjaula Poesia, Filho na Terra Criado nas Estrelas e o mais recente Haicai – Aqui. Com uma dedicação exclusiva aos netos. 

O novo protótipo do  chega na esperança infinita de  sucesso completo em vários aspectos sociais. É uma obra criada com o leitor, trazendo o de melhor em expectativas.O grande marketing do livro: são as surpresas de cada instante, dos sigilos para surpreender o leitor,em personagens,honestos e de pureza espetacular para uma sociedade do futuro.Reitor Milton e sua tese na universidade com o apoio dos professores, a equipe coordena um foco de trabalho para Servir ao Povo, com sucesso garantido e muito entusiasmo em todas as áreas de cursos oferecida pelas faculdades da cidade Candenópolis. E chega ao conhecimento dos cinco Continentes.O leitor terá prazer de avaliar durante a leitura o que está acontecendo de errado, no instante caótico da sociedade.

Mostra essa característica do aqui e agora, em qualquer lugar do despertar da natureza.
Tenho a grande alegria de apresentar esse outro trabalho, com uma dedicação extra em visão e percepção:
É um carinho especial que só o Haicai – exige do haicaísta, para que haja uma renovação do instante da natureza em que foi focado.
Espero o reconhecimento com esses 515 Haicais para o querido leitor também praticante. 
Quatro estações /canta bem-te-vi / e sabiá sempre. 
Sem figuras no livro Haicai – Aqui.

Olá José Herculano. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Haicai - Aqui
O livro Haicai – Aqui retrata com muita alegria à natureza do instante. Fazendo parte de um grupo, postando no “Haicai – L”, lendo outros mestres e praticando com muito carinho. 
Espero atingir a grande quantidade de haicaista existente no Brasil.
Filhos na Terra Criados nas Estrelas
De um romance fictício de última geração, em que os personagens têm  opiniões próprias dentro de uma belíssima história. Parece-me vindo dos enigmas ... O autor escrevendo e o leitor exigindo, novidade e nascendo os personagens a cada instante... Aí fica à critério do grande público, o destino da obra, e, a felicidade de ter escrito.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Estou no segundo livro com a mesma temática: Haicais: o primeiro foi Presenciar Haicai Sazonal Brasileiro e o agora editado, Haicai – Aqui, com a elegância de apresentar para os queridos leitores, a honestidade do instante no aqui e agora, como mais um aliado a natureza para ser revisto com muita alegria na leitura. Publicado em anos anteriores tenho dois de Poesias: Alma Deslumbre & Poesia, e Enjaule Poesia. Romances: A Carta de Deus Ao Homem do Planeta Terra, e o mais recente pela Scortecci, Filho na Terra Criado nas Estrelas. 
O meu grande projeto está escrito nas letras e nas estrelas, com um projeto de uma nova sociedade no futuro. Filho na Terra Criado nas Estrelas não é o primeiro livro mas é sonho para o ser humano do bem tê-lo em mente para a criação de uma nova sociedade de honestidade e paz.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Como relata um dos personagens do livro, o Brasil pertence ao terceiro mundo,  nada animador. Falta educação principalmente mental, para valorizar a leitura.
O projeto no mundo das letras não é animador para o escritor brasileiro pela deficiência da educação que não é levada a sério no País. 

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através de um ilustre amigo, Tenório Telles, membro da Academia Amazonense de Letras que indicou-me a Scortecci e aqui estou com muita alegria.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Filho na Terra Criado nas Estrelas merece ser lido sim. Pôr vários aspectos: evolução mental em busca da criatividade permanente e o foco é muita alegria, passada pelo show dos personagens... Venha ler o livro! E sinta a Criação perto a cada instante  de alegria do livro.
Já o livro Haicai - Aqui é uma incógnita; com suas belezas sem gravuras, e a mente do haicaísta tem essa sensibilidade de absorver o instante alegre do aqui e agora. Aí está a grande metafísica porque o livro deve ser lido. Sim: para valorizar o próprio haicaísta no seu meio ambiente, retratando as belezas do nosso Brasil; em forma de Haicai.

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segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Entrevista com Roberval de Jesus Leone dos Santos - Autor de: PROFISSÃO DE FÉ


Roberval de Jesus Leone dos Santos

É natural de Salvador (BA). Atualmente vive em Brasília. É servidor público desde 1994, tendo trabalhado em vários órgãos e entidades da Administração Pública. Esta é a sua primeira obra de ficção.







O livro narra as aventuras de um funcionário público em uma instituição criada exclusivamente para conduzir um evento esportivo de magnitude internacional. Pedro, o protagonista, lida com todos os tipos de estereótipos existentes na máquina pública e enceta uma batalha incessante contra as patologias da Administração Pública nacional. Apesar de ser um livro de mera ficção, tudo aquilo que acontece na história é plausível e serve de elemento para repensar o desenho institucional do serviço público no Brasil, o qual, até hoje, jamais sofreu uma melhora qualitativa considerável. Livro de estreia de Roberval de Jesus Leone dos Santos, o texto objetiva um acerto de contas com a trajetória do burocrata.

Olá Roberval. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro narra as aventuras de um funcionário público em uma instituição criada exclusivamente para conduzir um evento esportivo de magnitude internacional. Pedro, o protagonista, lida com todos os tipos de estereótipos existentes na máquina pública e enceta uma batalha incessante contra as patologias da Administração Pública nacional. Apesar de ser um livro de mera ficção, tudo aquilo que acontece na história é plausível e serve de elemento para repensar o desenho institucional do serviço público no Brasil, o qual, até hoje, jamais sofreu uma melhora qualitativa considerável.
O livro surgiu a partir de uma espécie de epifania. As ideias surgiram rapidamente e posteriormente apenas as organizei no papel.
O público-alvo do livro são os cidadãos brasileiros, especialmente aqueles que mais sofrem com a desorganização e dificuldade de prestação de serviço do Estado nacional
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Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Não me considero um escritor profissional. Também, não tenho ambições literárias. Creio que com essa obra consegui expor o ponto de vista de uma multidão de gente que já lidou com funcionários públicos, mas também expõe como realmente funciona a máquina pública do ponto de vista interno, este muito pouco visto por quem está de fora. Não sei se virá outra obra no futuro. Essas coisas dependem muito do momento e de uma boa dose de inspiração.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
De fato, o Brasil tem poucos leitores. Talvez seja um dos poucos países da América do Sul onde ler é um martírio para a maioria. Isso decorre muito das más escolhas de nossas políticas públicas aliadas a instâncias de controle privadas que lucram com essa situação, as quais direcionaram a população para uma dependência absurda da mídia televisiva, num primeiro momento, e, agora, mais recentemente, para a Internet. O ensino nacional apenas cresce em quantidade, mas, não, em qualidade.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Eu conheci a Scortecci por meio de pesquisa que fiz após concluir o livro. Trata-se de um pessoal bastante profissional e respeitoso com o autor.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Eu tenho um julgamento bastante severo em relação àquilo que escrevo. Eu preferiria que as pessoas em geral lessem meu livro mais do que meus pares do serviço público. Mas não tenho nenhum elemento para convencer qualquer pessoa em usar seu tempo para ler esse livro, na medida em que há milhares de autores à minha frente, com obras mais importantes e consagradas. Contudo, todo autor tem essa esperança.

Obrigado pela sua participação.

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domingo, 9 de outubro de 2016

Entrevista com Lila Cotias - Autora de: JULIA e O FANTÁSTICO LOUCO QUE TANTO AMEI

Lila Cotias
Pseudônimo de Marília Oliveira de Araújo.
Baiana, estudou na Universidade Católica do Salvador. É empresária determinada, inquieta, apaixonada pela natureza e por todas as maravilhas do mundo por onde tem andado, fascinada por suas viagens.
Acredita que revelar a arte e ocultar o artista é a finalidade da Arte. Citando Oscar Wilde: “Um livro não é, de modo algum, moral ou imoral. Os livros são bem ou mal escritos”.
Não escreve baseada em regras. Em 2016 publicou O fantástico louco que tanto amei.

Uma menina sonhava em ter uma filha, imaginava que essa filha seria parecida com ela, pois sempre sonhava com uma menina, correndo na grama, com os cabelos cacheados, toda sorridente.
Os anos se passaram, a menina se tornou uma moça, casou-se, mas, ao invés de ter uma filha, teve um filho, depois outro e mais outro, todos homens. Os filhos cresceram e mesmo assim ela continuava sonhando com a menina dos cabelos cacheados, correndo na grama e sorrindo.

Das inúmeras viagens, desde os garimpos de Poxoréu em Mato Grosso até os sertões da Bahia, são muitas as histórias contadas por uma filha que, ainda menina, se encantava com as atitudes do seu lindo pai. Ele ensinava que religião é fazer o bem sem olhar a quem. Não ter preconceito religioso, racial ou social também fazia parte do dia a dia daquele homem aventureiro, cheio de amor. A filha cresceu e tornou-se empresária. Durante suas muitas viagens pelo mundo, resolveu escrever sobre seu pai, relembrando os seus ensinamentos. Criada com amor e respeito, aprendeu a amar a mãe natureza em toda sua forma e existência plena. Aprendeu também que “se estiver triste, faça uma viagem; se estiver alegre, faça uma viagem; se quiser comemorar algo, faça uma viagem”. Tornou-se viajante constante, assim como seu pai. Este livro retrata alguns lugares e situações vividas por ambos.

Olá Marília. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Julia
Trata da noite mágica, que foi a noite do nascimento da minha neta.
O fantástico louco que tanto amei
Neste livro falo de alguns momentos vividos ao lado do meu amado pai, um homem sem preconceitos, com paixão pela mãe natureza e a vida. Um homem aventureiro e intenso.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Julia é o meu segundo livro publicado, o primeiro é : O fantástico louco que tanto amei, um livro para todas as idades. Mas Julia é um livro infantil, com uma historia verídica, no dia que minha neta nasceu. Achei aquela noite, tão mágica, que resolvi escrever.
Na verdade, muitos amigos dizem que minha vida daria um livro a cada mês. Viajo bastante e conheço boa parte desse planeta lindo, o qual recebemos de presente. Tenho alguns contos na gaveta, daí a ideia de publicar o primeiro, exatamente onde falo da minha infância e adolescência ao lado dos meus pais.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Falar de Brasil, eu passaria anos falando! Nosso pais é um desastre no quesito educação e instrução. Se pretendesse viver como escritora, sei que morreria de fome.
Para isso, o escritor no Brasil, precisa ter uma segunda profissão, acho muito difícil a vida de escritor, exceto os já conceituados. Mas acho que está mudando, a Bienal mostrou essa grande mudança. Vi uma enorme quantidade de jovens buscando livros.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através de um amigo.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Acho que Julia merece ser lido, pois mostra a magia da vida, e toda a sua essência, mostra o que não podemos tocar, mas sentir. Mostra o que vai além da nossa imaginação e o poder do universo.
O fantástico louco que tanto amei, escrevi para filhos, netos e amigos, mas todos acham que deve ser lido por muitos, pois passa uma mensagem de amor e uma visão especial da vida. Meu pai acreditava no bem pelo bem.

Obrigado pela sua participação.
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