domingo, 13 de novembro de 2016

Entrevista com Carlos Alberto Bittar Filho - Autor de: NANOPOÉTICA - HAICAI

Carlos Alberto Bittar Filho
O autor é Procurador do Estado de São Paulo desde 1993, Graduado em Direito pela Universidade de São Paulo em 1991 e Doutorado em Direito pela Universidade de São Paulo em 2000. É escritor nas áreas jurídica e literária.
 Nanopoética - haicai
Este livro explora novas tendências e possibilidades na área poética. Inspirada em temas variados, que vão desde o cotidiano até a Natureza e o Universo, a obra é composta de duzentos e cinquenta haicais guilherminos. Os pequenos poemas prestam uma singela homenagem tanto ao haicai, gênero literário de origem japonesa, quanto ao saudoso escritor paulista Guilherme de Almeida, que tão bem o adaptou à nossa literatura.




Olá Carlos Alberto. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Meu livro é composto de duzentos e cinquenta haicais guilherminos. É a concretização de um antigo sonho de produzir e publicar literatura, destinando-se ao grande público.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
O livro representa a diversificação de minha produção intelectual, até agora voltada apenas para a área jurídica. Espero que este livro seja o primeiro de muitos na área literária.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Escrever no Brasil é um grande desafio, exatamente por conta dos fatores mencionados. Apesar das dificuldades, decidi enfrentar esse desafio, em nome da valorização da Literatura Brasileira.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Cheguei à Scortecci Editora por indicação de minha esposa, Marcia, que fizera leitura crítica e revisão para a Maria Esther Perfetti.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Meu livro é um conjunto de poemas cuja temática é bastante ampla e diversificada. Acredito que possa satisfazer o apetite literário de um público vasto: desde os estudantes até os leitores mais maduros. Ao escrever essa obra, procurei trazer uma singela contribuição para as tendências contemporâneas da Literatura Brasileira.

Obrigado pela sua participação
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sábado, 12 de novembro de 2016

Entrevista com Maristela Veloso Campos Bernardo - Autora de: DA PROVÍNCIA E OUTROS CANTOS e A MULHER OLHANDO A MENINA

Maristela Veloso Campos Bernardo
Nascida em Major Prado, distrito de Araçatuba (SP), Maristela Veloso Campos Bernardo formou-se na PUC-SP e dedicou-se à formação de professores na Unesp. Depois de aposentada começou a escrever e publicou suas memórias de infância – A Mulher Olhando a Menina – pela própria Scortecci, no final de 2010, editora pela qual, também, já publicou três contos em Encontro Pontual – Antologia de Poesias, Contos e Crônicas, 2010. Da Província e Outros Cantos contém os contos escritos entre 2008 e 2014, quando a autora voltou sua atenção aos temas recorrentes nas angústias que povoam as almas abafadas por valores morais rígidos. Valores que se tornam cruéis nas cidades do interior, mas não menos destrutivos em outras paragens.

Este meu primeiro livro de contos divide-se em duas partes: (1) Contos da Província e (2) Outros Contos. Contei histórias, inventei casos, imaginei vidas. Os contos que compõem a primeira parte tratam de temas recorrentes da vida interiorana – do interior onde vivi –, pois demorei a conhecer o mar. Desde criança ouvi contar da Mula sem Cabeça que aparecia nas madrugadas; da brasa vermelha do Pito do Saci sobressaindo-se de noite na escuridão. Sempre a noite escura, nas histórias de assustar criança... A pior me parecia a do Lobisomem, o qual eu via em minha mente como um cachorro feroz cheio de babas ao latir vendo a lua. Faz muito tempo... Portanto, o medo do “de noite” se foi. Descobri outras facetas da noite: olhei o luar com suas nuances, tive a sorte de ver estrelas cadentes. Reconheci, então, que podia até rir dos escuros a respeito dos quais me pus a especular. Tentei denominar os breus que povoam os nossos dias em sociedade, procurei ver as trevas naquilo tudo destinado ao segredo. Muitos dizem que, quando a vista se acostuma, a gente enxerga no escuro. Mas – diria ainda: tropeça-se e engana-se com algum reflexo, também. Nesta ambiguidade parti de pontos incertos que talvez tenham sido presenciados e guardados na memória. Não sei. No entanto, conjeturei e, fantasiando, escrevi. Nada é real, portanto. Apenas presumível.
A segunda parte toma assuntos daqui e dali. A cidade grande mostra seus desacordos e neles, inevitavelmente, atua o ser humano. Cá e acolá, pelas suas reentrâncias, estão motivos para se dizer bem ou se dizer mal do que se vê ou se supõe ver. Pinçar nas curvas, lá onde elas se viram e se escondem no perder de vista, é um ofício que nos desafia. Aqui, também, tentei. Mas, num ou noutro caso, há sempre razão para se exaltarem ou se evidenciarem seres que os habitam.

As mãos de meu pai pendiam de seus longos braços quando ele caminhava, e suas veias ficavam saltadas formando um desenho azul tal como um rio e seus afluentes. Elas pegavam no laço, enlaçavam os cavalos, novilhos, bois ou touros na hora da marcação com os ferros em brasa para cunhar, nos pelos dos animais, um RC de Ruy Campos.
Quando algum peão não se aligeirava, ele estava a ensinar o ponto certo onde segurar o laço, o modo de lançá-lo sobre o animal no golpe certeiro para derrubá-lo. Fazia isso de maneira silenciosa, com pouca fala, com o olhar atento.
As mãos, com golpe certeiro no uso do perfurante de metal, comandavam o furo nos sacos de estopa para examinar seus grãos de cereais; elas se prensavam e, em movimentos circulares, separavam as palhas dos grãos de arroz; em conchas, amaciavam o fumo para o cigarro e, com os movimentos dos dedos no canivete afiado, refinavam as palhas que eu escolhia a seu pedido no paiol.
Entre tantas selecionava as mais macias de dentro das espigas de milho. As mãos dirigiam o jipe, as mãos erguiam o chapéu da cabeça em cumprimento aos passantes da estrada que iam e vinham a pé ou a cavalo. Elas se espalmavam sobre seus olhos para fazer sombra e amenizar o sol quando olhava o gado no pasto.
Suas mãos me erguiam do chão e me levavam para seus braços. Foi, pois, insuportável, naturalmente chocante e repulsivo, senti-las frias, cruzadas, inertes sobre seu peito quando morto: o maior castigo que a vida até então me dera. Eu tinha 11 anos.

Olá Maristela. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.



Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O conteúdo trata-se de contos referentes à vida na província, interior, e também contos com outros temas. Acumulei contos sobre o tema e resolvi juntá-los num livro. Destina-se a um público adulto que aprecia literatura.
Trata do relato de infância vivido pela autora

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Já publiquei outro livro de memórias, pela mesma editora, em 2010. Tenho intenção de publicar outros livros, pois continuo escrevendo.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Difícil em se tratando de submeter-se aos critérios das maiores editoras que são muito seletivas, usando critérios acadêmicos. Há dificuldades no tocante à divulgação.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Devido a publicação de meus contos em coletânea da própria editora, em 2010. Também a busca de uma editora independente.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, merece ser lido, pois a escrita é de qualidade, além disto há o interesse pelo tema.
Para os leitores: ler cada vez mais.

Obrigado pela sua participação.
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sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Entrevista com Carlos Méro e Cristina Duarte-Simões - Autores de: INVENTANDO MAÍRA

(1949) é de Penedo (AL), Brasil. Advogado, vive hoje em Maceió. Publicou, pela Scortecci: Vida, paixão e morte do irmão das almas e Herdeiro das trevas (ambos de 1999), além de Dias assombrados em Roma (2015) e O chocalho da cascavel (2016). Publicou, ainda, Travessias (coautor), Maceió: Viva, 2013, e Graciliano Ramos: Un monde de peines, Lille (Fr): TheBookEdition, 2015. É presidente da Academia Alagoana de Letras.

É de Piraju (SP), Brasil. Publicou: Como uma cobra enrolada (Contos), Maceió: Grafmarques, 2010; Travessias (coautora), Maceió: Viva Editora, 2013; Impossible silence, poèmes, Lille (Fr): TheBookEditions, 2014; Les défauts de Darli, revue Tupi or not Tupi, Toulouse: 2013; Invitation chez Hadès, Paris: Editions Persée, 2016. Vive hoje em Montpellier, onde é Maître de Conférences na Université Paul-Valéry.Vive em Montepellier, onde exerce o magistério na Université Paul-Valéry. Publicou: Impossible silence, Invitation chez Hadès, Travessias e Como uma cobra enrolada.

Inventando Maíra
Magistralmente os dois autores preservam um curioso paralelismo entre as duas narrativas, construídas em continentes diferentes, mas operando idas e vindas entre a Europa e o Continente Americano, tal como o eco de suas próprias trajetórias. Assim, a metáfora da viagem é o fio que guia o leitor no périplo trágico da existência das “Maíras” pelo talento de Carlos e Cristina, num tempo imemorial, fora do tempo cronológico, em que se pode interpretar a luta das personagens como a luta de todos nós, aspirando à luz mas irremediavelmente sugados pelas trevas. Uma leitura a consumir sem moderação!!!
Cristina Davoigneau - Université de Toulouse­ – Jean Jaurès

Uma mulher, uma existência real, duas inventadas histórias de vida. Assim como se a criatura estivesse espiada por dois espelhos planos e defluentes do vértice de um ângulo agudo. Um duplo, porém, que nada tem a ver com aquele em que emparelhadas duas e simultâneas verdades de cada um, tão ao gosto de Machado de Assis. Isto é, a repercutir as contradições que impregnam o mundo interior de cada vivente, contrapondo vícios e virtudes. Nada também a ver, por outra, com um espelho mágico que, não se contentando com refletir as imagens, opinasse sobre as inquietações do objeto refletido. O que se tem aqui é o absurdo de vidas paralelas e contemporaneamente vividas três vezes: a de carne e osso e duas outras segundo versões que se desnovelam em destinos que curiosamente se tocam sem que se misturem. Estas últimas segundo o capricho imaginativo de cada narrador. Aqui vista do Brasil, ali enxergada da França. Uma brincadeira, enfim, em que dois escrevinhadores se metem a artesãos de variantes de uma mesma sina, a partir de um cenário verossímil.

Olá Carlos e Olá Cristina. É um prazer contar com as suas participações no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.


Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Carlos
O livro compreende duas versões do que poderia ter sido a vida de Maíra, uma brasileira como outra qualquer, mas que se enrabicha por um francês e parte com ele à caça da felicidade em Toulouse. Uma única mulher e duas vidas possíveis, imaginadas segundo óticas diversas: aquela de quem está no Brasil e aquel'outra de quem olha o mundo a partir da França. Esta a ideia que impulsionou o projeto: mostrar duas eventuais rotas de um mesmo destino, sem perder o rumo do verossímil. como qualquer ficção, meros exercícios da imaginação.

Cristina
Poderíamos dizer que Inventando Maíra é uma brincadeira literária. Escolhemos e definimos dois personagens principais, os países nos quais situar a história, e a ação principal. Em seguida, cada um de nós escreveu uma novela, do seu jeito, no seu próprio estilo.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Carlos
Este não é o primeiro relato ficcional que ouso publicar, seja individualmente, seja na companhia da escritora Cristina Duarte-Simões. E espero que não seja o último. Afinal de contas, isso de dar fuga à imaginação e contar histórias é coisa que vem não se sabe de onde e se gruda na gente com a teima de um vício.
Cristina

Venho escrevendo e publicando há vários anos, livros de contos e de poemas.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Carlos
Penso que tal desinteresse do brasileiro pela literatura, pelo que se está sugerindo, deve ser tomado como mais um desafio com que se defronta o escritor. Acredito que um que seja o leitor que porventura possa conquistar já é uma passada para o redesenho deste cenário. Dizem, até por ser verdadeiro, que um só passo não faz uma caminhada. Mas a verdade é que sem ele a marcha nunca será possível.

Cristina
Vivo na França,mas observo que, apesar das dificuldades, livros ótimos são escritos e publicados no Brasil.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Carlos
Há mais de dez anos que caminho com a Scortecci. Cheguei a ela a partir do conhecimento, com algumas leituras, do seu esmero editorial e da forma como abraça os escritores que dela se valem para os seus projetos.

Cristina
Tive a oportunidade de ler vários livros publicados por ela.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Carlos
Não enxergo sinceridade em quem diz que produz e publica um escrito com a convicção de que não merece ser lido. Até o João-De-Barro só constrói a sua casa quando já tem uma companheira e é animado pela expectativa de que terá uma ninhada para abrigar. Somente os eventuais leitores poderão dizer da valia ou não de uma composição poética, ficcional ou técnica.

Cristina
Penso se tratar de um livro original que constrói uma ponte entre o Brasil e a França, entre personagens brasileiros e franceses; um livro escrito por dois autores que vivem em países diferentes, mas que estão unidos pelo amor da literatura.

Obrigado pela suas participações.
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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Entrevista com Evaní Alves Moreira - Autora de: HUMANIZAÇÃO E QUALIDADE DE VIDA DOS COLABORADORES

Evaní Alves Moreira
Nasceu no interior da Bahia, em Rumo, distrito de Itaetê na Chapada Diamantina, interior da Bahia, em 12 de abril de 1976. Primeira de sete irmãs, é filha de Antonio Marques e Rosália Alves. Reside em São Paulo desde 2000. Formou-se em Recursos Humanos e fez pós-graduação em Psicologia Organizacional no Centro Universitário Ítalo Brasileiro. É artesã, compositora, escritora de poesia e histórias infantis. Em 2013, publicou o livro de poesia Vale da Inspiração.




Este livro, inicialmente apresentado como monografia de conclusão de curso de pós-graduação em Psicologia Organizacional, analisa a questão da humanização e qualidade de vida do colaborador em organizações, em especial condominiais, e as técnicas para gerir, valorizar, reconhecer, manter e reter seus talentos. Evaní Alves Moreira aborda ainda temas como bem-estar, saúde psicológica, saúde emocional, saúde mental, saúde ocupacional e saúde física, com foco na melhoria da qualidade de vida tanto de gestores como de subordinados, dentro e fora da empresa. 

Suas conclusões apontam que, uma vez preocupadas com a produtividade e qualidade dos seus produtos, as empresas devem estar atentas também à saúde e bem-estar da equipe e investir na qualificação dos colaboradores, independente dos níveis hierárquicos.

A presente obra tem como objetivo principal abordar problemas de saúde psicológica sofridos pelos colaboradores em algumas empresas, especialmente funcionários de condomínio, área com foco bastante voltado para a área financeira e os condôminos. Atualmente grande parte das pessoas busca uma vida bem-sucedida no mundo corporativo num tempo em que a tecnologia, embora facilitadora de uma série de tarefas no dia a dia profissional, torna-se ao mesmo tempo um obstáculo na vida social de colaboradores e gestores; da mesma forma, grande parte dos trabalhadores se angustia com a dificuldade de conciliar vida profissional, pessoal e familiar. 

Buscando entender os motivos que levam tantas pessoas a se afastarem de suas atividades por questões de saúde, procurou também levantar questões que possam trazer novo modelo de gestão com base no bem-estar dos subordinados e, consequentemente, na melhora do clima organizacional e no aumento da produtividade das empresas.

Olá Evaní. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Meu livro se trata de questões complexas nas organizações. Analisa a questão da humanização e a qualidade de vida dos colaboradores dentro e fora da empresa. Aborda as técnicas para gerir, valorizar, reconhecer, manter e reter seus talentos.
A ideia surgiu quando procurava um tema para o trabalho de monografia, e observando o que acontecia na empresa onde trabalhava eu vi a necessidade de entender o porquê de muitas pessoas estressadas com o trabalho inclusive com a forma de serem tratadas pela liderança.
Esta obra se destina a todos (CLT) e líderes.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou de Rumo Bahia, na Chapada Diamantina.Tenho uma família maravilhosa, meus pais, minhas irmãs e sobrinhos. Somos unidos graças a Deus. Gosto de cantar e compor. Tenho outras obras prontas para serem publicadas e uma obra para exposição.
Este é o segundo de vários livros que virão se Deus me permiti. Não me contento com apenas uma árvore, gosta de floresta rs.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A vida de escritor no Brasil, se for viver disso é mais fácil arrumar emprego na crise rs, mas se consegue entre poucos um público que admira e valoriza esta dádiva que é escrever.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Fiquei sabendo da editora Scortecci pesquisando em livros entrei em contato e estou aqui a 3 anos.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Meu livro merece ser lido sim, tenho certeza que ele abrirá a visão de muitos líderes e colaboradores que por sua vez ainda não conseguiram se comunicar de forma clara e respeitosa profissionalmente. Sempre digo que empresa e colaborador é um casamento e com filhos. Todos precisam se entender, incluindo colegar de trabalho também.
A mensagem que deixo para os leitores, é que procurem entender seus direitos e que não deixem o estresse de trabalho afetar sua saúde para procurar solução depois.

Obrigado pela sua participação.
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quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Entrevista com Rosamar da Silva Schneider - Autora de: VERDADES MINHAS

Nascida em São Paulo, pedagoga, é educadora de Educação Infantil e Ensino Fundamental da Prefeitura do Município de São Paulo desde 1982. Atuou como Coordenadora Pedagógica, Diretora de Unidades Educacionais de Centros de Educação Unificada (CEU) e trabalhou com aperfeiçoamento de práticas de educadores em Diretoria Regional de Educação do Município de São Paulo. Atualmente, é professora universitária e colaboradora do Terceiro Setor. Como o título deste livro diz, as ideias aqui apresentadas são verdades minhas. Tive através deste, a oportunidade de me expressar, de me fazer conhecer, de expor crenças e práticas da minha vida. Sempre fui muito clara e direta em minhas posições. Provavelmente, pessoas muito próximas a mim, ao lerem alguns textos, me recordarão defendendo essa ideia. Como disse em alguma das crônicas escritas aqui, sou apaixonada pelo ser humano, pela diversidade de ideias, de hábitos, de gostos, de princípios. E fico sempre muito interessada em ouvir novos e diversos pontos de vista. Gostaria de abrir um canal de comunicação com você, leitor, para que eu também possa conhecer algumas verdades suas. Sem preocupação em debater, concordar ou discordar ou, pior que isso, provar quem está certo. Apenas para se dar a conhecer, pois o outro, o próximo, é aquele que intervém em nossa vida e muitas vezes nos faz mudar as nossas verdades.

Tudo o que tenho escrito aqui soa tão verdadeiro para mim, faz sentido em tudo quanto eu já tenha vivido. Vejo as coisas de um determinado ângulo e, portanto, apresentam-se a mim de uma forma. Conheço várias pessoas que têm o mesmo ponto de vista. Mas outros talvez, estejam do outro lado, em outro extremo, vendo o mesmo de maneira tão diferente. Como a história dos cinco cegos definindo um elefante.

Cada um analisa uma parte: a tromba, a orelha, o rabinho, o corpo, os pés. São várias conclusões diferentes do mesmo animal. Não só diferentes, muitas vezes, inversas. São muitas as variáveis da observação: a distância, a posição ou o ângulo de visão, o objetivo, a qualidade da visão, a imparcialidade, a interpretação pessoal, a experiência de quem olha. Muitos fatores a se considerar. Muita pretensão alegar que há somente uma verdade para algo.

“Eu tenho o meu caminho. Você tem o seu caminho. Portanto, quanto ao caminho direito, o caminho correto, e o único caminho, isso não existe.”
Friedrich Nietzsche

Olá Rosamar. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.



Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Um livro de crônicas reflexivas que aborda vários temas ou passagens do cotidiano, onde a cereja do bolo é o respeito a diversidade de opiniões que existem para um mesmo fato.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Foi um sonho publicar algumas verdades minhas, uma realização sem dúvida. Que seja o 1º de muitos.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Para mim um trabalho que lida com o prazer e a satisfação. De se fazer ouvir,de ser útil e enriquecedor para alguém. De ser principalmente um canal de fala do leitor, uma vez que há no meu livro um canal de comunicação para que ele se posicione sobre as ideias ali tratadas.
Quanto a sobreviver da escrita, penso que seja um grande desafio aqui no Brasil pelo número escasso de leitores.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Fiz alguns cursos de revisão na Editora, e gostei muito do trabalho deles. Então os procurei para me assessorar na publicação.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
É um excelente recurso para dinâmicas de grupo. Textos pequenos que possibilitam o desencadeamento de reflexões sobre assuntos importantes do dia a dia como: simplicidade, relações, morte, amizade, o bem e o mal entre outros. Segundo meus leitores, tão leve que parece um bate-papo.

Obrigado pela sua participação.
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terça-feira, 8 de novembro de 2016

Entrevista com Alexandre Meyr - Autor de: PAIXÃO SÓLIDA


Nascido em 1960 na cidade de Canoas/RS, bacharelou-se em Direito pela Universidade de Caxias do Sul/RS e especializou-se em Elementos de Direito Processual pela Universidade do Oeste de Santa Catarina – Unoesc. Servidor público catarinense aposentado, atualmente divide vivências entre São Miguel do Oeste/SC e Laranjeiras do Sul/PR.


Este livro contém vários contos. São histórias de ficções que poderiam muito bem ser percebidas na realidade. Alguns tiveram origem nas vivências do autor, ao passo que outros emergiram a partir de suas observações do que sucedia no entorno: pessoas, coisas, fatos. A imaginação, contudo – o escritor deve ser imaginativo, nos ensina Rubem Fonseca –, foi a mãe de todos os textos.




Olá Alexandre. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.


Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
É um livro de contos. Surgiu-me a ideia de escrevê-lo a partir de visitas que fiz à 12ª Jornada Nacional de Literatura de Passo Fundo/RS, em 2007, e à X Feira do Livro e Festival Literário de Poços de Caldas/MG (Flipoços), em 2015. Inspirei-me a partir do que eu observava/observo no entorno, além de querer expressar meus sentimentos. Pensei em não me limitar a ser somente mais um leitor, eu quis incursionar pela escrita para vivenciar esta nova experiência. Em princípio, as histórias contadas destinam-se aos públicos adolescente e adulto.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Aprendi a gostar de ler e, profissionalmente, desenvolvi alguma capacidade de elaborar (de regulares a bons) textos, procurando observar as regras gramaticais. Agora, entendi por manter a prática da escrita, exatamente para não perder a técnica; além disso, estou estudando para desenvolver um método e, talvez, conquistar um estilo próprio. Neste ponto, entre tantas pessoas que me serviram por seu exemplo de vida e de escrita, devo externar meu agradecimento à psicóloga e oficineira Katia Pinno, do Rio de Janeiro/RJ, de cuja oficina sobre crônicas e contos participei no X Flipoços, em 2015, e cujos ensinamentos foram para mim um grande aprendizado. PAIXÃO SÓLIDA é meu primeiro livro publicado, e certamente terá sido a alavanca para vindouras obras literárias (a propósito, não plantei uma única árvore em minha vida, foram várias; assim espero fazer acontecer com meus escritos). Já estou escrevendo outros contos e elaborando textos mais longos que desejo ver publicados como romances.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É uma árdua batalha fazer com que pessoas não afeitas à leitura passem a ler. Por um lado, se quisermos ter adultos leitores, o exemplo deverá vir de seus pais ou das pessoas com quem crianças e adolescentes convivem. Por outro, as pessoas cuja vida foram transformadas a partir das leituras que fizeram é que poderão estimular outras a começarem a ler. Particularmente, isto aconteceu comigo. Minha vida melhorou muito não somente a partir das leituras de obras técnicas que me proporcionaram adquirir conhecimentos para exercer minha profissão, porém, outros livros (inclusive romances e contos) foram-me úteis em vários aspectos do meu existir até hoje. Além do mais, sem sair do meu assento de leitor, pude viajar por vários recantos do mundo e da imaginação, bem como incursionar por várias épocas da história mundial!

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Depois que escrevi alguns contos que compõem o livro PAIXÃO SÓLIDA, pensei em publicar um livro com esse título. Lembrei de uma escritora de São Paulo/SP a cuja palestra assisti no X Flipoços, em 2015, autora (ao que eu saiba) de mais de vinte livros: Suzete Carvalho. Fiz amizade com ela e por isso pedi uma sugestão: "qual editora procurar para publicar meu livro?". Então, ela, que também já publicou pela Scortecci Editora, sugeriu-me esta editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Claro que meu livro merece ser lido, ainda mais por apreciadores do gênero conto. Acredito que eu tenha conseguido desenvolver alguns textos interessantes (nem todos, porque isto seria demasiada pretensão para um escritor estreante), daí o motivo para ser lido. Estimo que meus leitores apreciem os escritos contidos na obra, e estejam à vontade para fazer suas críticas ou observações (e, mesmo, suas correções).

Obrigado pela sua participação.
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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Entrevista com Plinio Garcia - Autor de: FAÇA ALGO POR VOCÊ

Nascido em Guarulhos – SP. Formou-se em Psicologia pela Universidade Braz Cubas – Mogi das Cruzes – SP. Por mais de 12 anos realizou atendimento psicológico a pacientes portadores de HIV/Aids, no Ambulatório de Infectologia de Jacareí – SP, o que lhe possibilitou escrever seu primeiro livro O lado positivo da Aids. Trabalha atualmente em Unidade Básica de Saúde, da rede pública de saúde do município de Jacareí – SP, onde atende crianças, adolescentes e adultos. Atua como voluntário junto ao Projeto “Doutores Coloridos”, realizando visitas a hospitais, como palhaço de hospital. Como psicólogo, acredita que o ser humano é capaz de mudar, de se transmutar, melhorar-se e evoluir, por isso sempre aconselha a seus pacientes: FAÇA ALGO POR VOCÊ.

Com o objetivo de gerar uma outra forma de ajuda, em que o autor não possa estar presente, ou oferecer outra possibilidade de acesso, surgiu a ideia deste livro, com o propósito de levar palavras de entusiasmo, incentivo, consolo, compreensão e entendimento aos leitores que passam por tribulações emocionais de todos os tipos. 

Atendendo pacientes diariamente com queixas variadas, propus-me a escrever sobre as mais frequentes e comuns, com a intenção de ajudar àqueles que possam passar pelas mesmas situações; incentivar aqueles que já passaram por problemas de ordem emocional, afetiva e psicológica; servir de prevenção, através da autoajuda, para que o paciente possa recorrer aos seus próprios recursos interiores a fim de se desvencilhar de tais problemas e, quando necessário, buscar ajuda de um profissional da saúde. Acredito que Deus coloca dentro de cada um recursos indispensáveis e disponíveis para nos autoajudar, basta para isso fazer a nossa parte, buscar esses recursos e utilizá-los da melhor forma possível, para alcançar o nosso Equilíbrio.

Olá Plinio. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Trata-se de um livro de autoajuda, autoestima e motivação. A ideia de escrevê-lo surgiu pelo fato de eu ser psicólogo e de ser uma outra forma de ajudar ao paciente. O livro se destina a todos aqueles que querem se ajudar, se conhecer e buscar um equilíbrio emocional e psicológico.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Este é meu segundo livro, antes deste escrevi um livro chamado O LADO POSITIVO DA AIDS, quando trabalhei com portadores de HIV/AIDS por mais de 15 anos.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Ainda percebo que o brasileiro não tem o hábito da leitura, fica difícil de motivar e incentivar o indivíduo gosta de ler e aí pode gerar uma desmotivação ao escritor de criar novas obras.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Conheci a Scortecci através de uma amiga.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim. O meu livro merece ser lido, por se tratar de uma obra de autoajuda, motivação e autoestima, recursos esses tão necessários nos dias de hoje. Desejo que meu livro se torne cada vez mais acessível e uma ferramenta de ajuda aos paciente necessitados de um resgate de sua autoestima!

Obrigado pela sua participação.


Foto da Bienal 2016

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