sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Entrevista com Berenice Ferreira Moraes - Autora de: QUINZE IRMÃOS

Mineira de Paraisópolis (MG),  foi criada em Caraguatatuba (SP). Licenciou-se em Educação Física pela Unitau e fez pós-graduação em Gestão de Academias. Há 28 anos é professora da rede pública de ensino de Ilhabela (SP). 
Casada há 42 anos, teve três filhos, mas criou apenas dois deles. A ideia deste livro, o primeiro que publica, foi uma inspiração familiar.





A obra conta parte da história da família iniciada na união de Antônio Ferreira da Silva Sobrinho (Antônio Sirino) e Benedita Vicente da Silva (Ditinha) e que gerou quinze filhos, entre eles a autora Berenice Ferreira Moraes, mais de cinquenta netos e um bocado de bisnetos e tataranetos.
O livro traz inúmeras e deliciosas narrativas, exaltando sempre a coletividade e a vida entre irmãos e primos ao longo dos anos, entre Paraisópolis/MG e Caraguatatuba/SP. É o resgate de fatos quase perdidos na memória e uma maneira de reconectar as pessoas e reafirmar valores essenciais relacionados à família.

Olá Berenice. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro conta a história real de uma enorme família e a ideia de escrevê-lo veio de amigos e parentes que sempre gostavam de ouvir os acontecidos e me perguntavam porque eu não registrava as memórias através de um livro. O público esperado são os próprios personagens que fazem parte dessa historia e também as gerações futuras dessa família para que as memórias continuem vivas.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
A princípio foi só para a realização de um sonho. Porém, no desenrolar e com o envolvimento de várias pessoas me incentivando nesse projeto, eu me empolguei e pretendo continuar registrando minha vivencia.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Em função da cultura brasileira, fica difícil para o escritor se dedicar à sua arte, mas acredito que estamos no caminho certo para incentivo da leitura.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através do amigo Mario Marmo que lançou a obra, Borboleta Azul, onde conta a história de sua filha Karen.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, com certeza ele merece ser lido! Porque ali relato a amizade entre dois irmãos que construíram um vida de harmonia entre duas famílias onde irmãos, primos e sobrinhos se mantiveram unidos. A mensagem que almejo aos meus leitores é de Amor e Fé!!

Obrigado pela sua participação.
Leia Mais ►

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Entrevista com Mirian de Carvalho Autora de: NÃO SEI SE VOU TE AMAR

Nome Literário de Mirian Terezinha Fonseca de Carvalho.
Defendeu Tese de Doutorado em Filosofia. Lecionou Estética nos Programas de Graduação e de Pós-Graduação da UFRJ. É membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte; da Associação Internacional de Críticos de Arte; da UBE / RJ e SP e do PEN Club. Nos dias atuais, dedica-se à poesia, à crônica e à pesquisa no campo da cultura brasileira e foi agraciada com vários prêmios literários, entre eles O João do Rio (1º lugar / poesia) e a Medalha José de Anchieta, que lhe foram conferidos pela Academia Carioca de Letras em dezembro de 2016. Além de assinar 7 livros de ensaio e 10 de poesia, é autora de cerca de 150 textos que se diversificam em artigos, ensaios, prefácios, posfácios e releases, publicados em mídias especializadas. A autora assina o Blog da Mirian, no Digestivo Cultural. Livros de poesia:

Cantos do Visitante. Edição da Autora, 1999
Teia dos Labirintos. Ed. Escrituras, 2004.
O Camaleão no Jardim. Ed. Quaisquer, 2005
Travessias. Ed. Letras Contemporâneas, 2006.
Violinos de Barro. Ed. Escrituras, 2009. 
Nada mais que isto. Ed. Scortecci, 2011
50 Poemas escolhidos pelo autor. Ed. Galo Branco, 2011
Roteiro de Mitavaí. Ed. Oficina do Livro, 2013.
Vazadouro. Ed. Escrituras, 2013.
Não sei se vou te amar. Ed. Scortecci, 2016

Ideais. Fantasias. Descompassos e regozijo do corpo e do sentimento. Vertigem. Assim, na vida. E no amor. Das oscilações vivenciadas na pele e no ânimo, tudo tudo já foi registrado por poetas e amantes. Sem nada mais a dizer sobre o tema, em Não sei se vou te amar, meus versos percorreram imagens dos amores dos outros. 
Como se tais amores fossem meus, visitei canções, filmes, poemas, roupas, memórias, relatos, objetos, cenas, e outras expressões de contentamento e tristeza que, por vezes, valendo-me da ironia, misturei nos meus versos: Se for apenas pra se despedir, / guarda tua viagem. Preserva teus sapatos. / Avesso ao amor e ao desamor, antes do começo / ou do fim, alonga-se e desgasta-se o tempo. 
Junto ao lirismo, encontrei espécie de drama a percorrer lugares íntimos: Das chaves girando, tudo espero. / Das mãos abrindo a porta, tudo espero. // Ao fundo, um tango. A esse fundo musical, escrever se fez dança apaixonada. E sala vazia à espera do verso.

Olá Mirian. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Não sei se vou te amar enfoca a sensualidade feminina em diálogo com o universo masculino. O texto da 4ª capa resume este meu livro que se destina ao público adulto:
Ideais. Fantasias. Descompassos e regozijo do corpo e do sentimento. Vertigem. Assim, na vida. E no amor. Das oscilações vivenciadas na pele e no ânimo, tudo já foi registrado por poetas e amantes. Sem nada mais a dizer sobre o tema, em Não sei se vou te amar, meus versos percorreram imagens dos amores dos outros.
Como se tais amores fossem meus, visitei canções, filmes, poemas, roupas, memórias, relatos, objetos, cenas, e outras expressões de contentamento e tristeza que, por vezes, valendo-me da ironia, misturei nos meus versos: Se for apenas pra se despedir, / guarda tua viagem. Preserva teus sapatos. / Avesso ao amor e ao desamor, antes do começo / ou do fim, alonga-se e desgasta-se o tempo.
Junto ao lirismo, encontrei espécie de drama a percorrer lugares íntimos: Das chaves girando, tudo espero. / Das mãos abrindo a porta, tudo espero. / Ao fundo, um tango. A esse fundo musical, escrever se fez dança apaixonada. E sala vazia à espera do verso.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Meu projeto literário: continuar escrevendo e divulgar meu trabalho. Não sei se vou te amar é meu 10ª livro de poesia. Publiquei também 7 livros de ensaio: trata-se de pesquisas sobre arte e poesia. Ganhei vários prêmios literários que abrangem poesia, ensaio e dramaturgia. Entre eles, a Medalha José de Anchieta (mérito literário) e o Prêmio João do Rio (1º lugar, poesia), que me foram conferidos pela Academia Carioca de Letras em dezembro de 2016. Publiquei também cerca de 150 textos, tais como prefácios, posfácios, artigos, capítulos de livros, releases para catálogos de exposições etc. E assino o Blog da Mirian, no Digestivo Cultural.
Em verdade, meus livros são filhos, pais, mães, sonhos, árvores, flores, metas e, também, espaço dos dizeres e não ditos com alcance político-social. Enfim, penso no livro como fôlego de tudo aquilo que se possa conceber através do sentimento, da imaginação, do pensamento, da reflexão, e do utópico, por meio da busca e do encontro da palavra plena de magia e de rebeldia contra todas as formas de opressão e violência.
Vejo nos meus livros um meio libertário, através das imagens e das ideias. Generalizando, vejo no livro e na escrita, seja ela literária ou não caminho propício aos pés no chão para olhar de frente a realidade que nos cerca. Num país com grande índice de analfabetismo, inclusive o funcional, aquele autor que teve o privilégio da escolaridade não pode se encastelar nem se desobrigar da luta pelos Direitos Humanos.
Porém, não me refiro à Literatura como panfleto. Ao cumprir função social, o texto não pode se esquivar da literariedade, posto que, no momento adequado em nome da liberdade , caiba igualmente ao autor escrever panfletos.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Tudo muito difícil. E mais ainda para o poeta. Mas nada tão mais difícil do que em outros lugares, ante o império das grandes mídias (grandes, apenas, em poder financeiro), empenhadas na divulgação dos mais vendidos. Entanto hoje, na internet, o autor encontra muitos caminhos. Aqui, relembro, assino o Blog da Mirian, no Digestivo Cultural, que me acolheu de braços abertos. Por meio do blog, meus escritos têm boa receptividade da parte dos leitores. Certos trabalhos são muito acessados.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através da internet. Tenho outro livro editado pela Scortecci intitulado Nada mais que isto. E aqui destaco o profissionalismo dessa editora, refletindo-se na simpatia daqueles que no dia a dia interagem com o escritor.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Tenho extremo cuidado com o fazer literário. Não me detenho só na inspiração. Nunca publico a primeira versão. Busco recursos estilísticos adequados ao texto. Leio muito. Estudo Poética e Teoria da Literatura. Meus livros seguem unidade temática e se apoiam num projeto poético.
Mas quem pode julgar se este livro merece ser lido é o leitor.
A ele, meu recado carinhoso: Vamos fazer a experiência?

Obrigado pela sua participação.
Leia Mais ►

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Entrevista com Renata dos Anjos - Autora de: DIAS DE SOMBRA DIAS DE LUZ

Nome literário de Renata Mendes Naspolini dos Anjos.
Nasceu em Taguatinga, área da cidade de Brasília, no Distrito Federal, em agosto de 1982. Nessa mesma cidade cresceu e estabeleceu seus rumos profissionais. Formou-se em Psicologia pela Universidade de Brasília (UnB) no desejo de melhor compreender os processos de formação da subjetividade. Sua paixão pela escrita fez, entretanto, com que ela passasse antes uma temporada de três anos na faculdade de jornalismo dessa mesma universidade. Descobriu a poesia apaixonando-se por autores como Álvares de Azevedo, Goethe e Augusto dos Anjos, poetas cuja visceralidade dos versos lhe traziam grande encantamento. Aos dezesseis anos, começou a escrever seus próprios poemas que, à época, serviam para expressar os turbulentos sentimentos da adolescência. Após seus 30 anos, já casada e mãe de dois filhos, Renata retomou o hábito de escrever poesias. Escrever tornou-se um recurso de enfrentamento de um quadro de depressão recorrente que lhe tirava a vontade de viver. A leitura enriquecida por outros autores juntou-se à vivência dos anos e amadureceu sua escrita, bem como sua vontade de ver concretizarem-se os frutos de seus devaneios literários que têm, com este livro, sua estreia.

O livro e seus poemas seguiram a ideia de uma divisão complementar. Como uma árvore que recebe em si os luminosos raios solares e, esplêndida, exibe suas cores ao mundo sem deixar de projetar sobre o solo a forma de sua sombra, também nossas vidas são compostas por estes lados inseparáveis de sombras e luz. Sombras, aquele lado de formas indefinidas, caminhos etéreos, imagens vagas, onde buscamos entender a que, afinal, se refere e qual relação mantém conosco. Onde, se nos mantivermos, apenas focados nessa escura mancha disforme, somos capazes de esquecer de onde ela veio, do que faz parte, até o momento de entrega onde iremos crer não ser ela nada, nem mesmo nós. Mas, se capazes formos de, por um instante, levantarmos os olhos e absorvermos o cenário completo que há, saberemos não só de onde surge a sombra, mas também a sua complementariedade intrínseca que é a bela imagem definida, colorida, leve, viva e prática. Em verdade, ambas são belas, sombra e luz, se capazes formos de deslizarmos os olhos por uma e por outra e absorver de cada qual aquilo que oferece.

Olá Renata. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Dias de Sombra Dias de Luz é um livro de poesias que aborda temas diversos e de extrema sensibilidade, como vida, morte, amor e o próprio ato de escrever. As poesias, no entanto, estão divididas entre esses dois lados, Sombras e Luz, que, conforme explico no livro, considero serem igualmente importantes e complementares. Dias de Sombra seguem caminhos etéreos, escuros, disformes, perdidos. Dias de Luz, por sua vez, nos trazem imagens leves, vivas.
A ideia de escrever este livro surgiu-me, antes de qualquer coisa, como uma necessidade de sobrevivência. Acredito que esse fator seja comum entre poetas. Fato é que eu estava enfrentando um difícil quadro de depressão, sem vontade de viver. Minha psicóloga então me recomendou que eu voltasse a escrever, já que esse era um hábito na adolescência que havia me ajudado muito. Foi então que os versos começaram a surgir. E surgiram cada vez mais amadurecidos e viscerais. Muitas pessoas me recomendaram publicá-los e, como sempre havia sido um sonho, achei que era a hora certa de realiza-lo.
Acredito que qualquer alma sensível vá tirar proveito da leitura desses versos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sempre nutri o sonho de ser escritora. Não sei se isso um dia vai virar uma ocupação integral, acho difícil, mas definitivamente não pretendo parar só neste livro. Tenho vários livros já no forno. rs Pelo menos mais dois livros de poesias e um de contos já têm seus esboços. Também tenho um livro infantil já escrito e outros esboçados. Essa é outra vertente que eu quero explorar, mas ainda estou buscando uma parceria de ilustração legal, que complete o sentido, para poder iniciar as publicações. Enfim, o sonho é grande.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É complicado. Se ser escritor no Brasil já é difícil, quando sua preferência é escrever poesia, aí é que o quadro se complica mesmo. Não somos educados para uma visão sensível, metafórica. Pelo contrário! Somos cada vez mais bombardeados por respostas prontas, de massa, pensamentos rasos. Livro que vende é livro de youtube, ou sagas fantásticas de fórmulas batidas que se repetem. Para piorar, a maioria das editoras não investe em autores iniciantes. Entendo as questões de risco financeiro, mas caímos num ciclo difícil de romper.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Pesquisando. Quando a intenção é publicar um livro, pesquisar é a melhor resposta para não acabar caindo numa fria. Várias editoras falam que aprovaram seu original e, quando você vai olhar os termos do contrato a coisa é completamente absurda. Muita gente mais empolgada e desavisada se prejudica numa situação dessas. Um livro publicado é como um filho que nasce, você não quer experiências ruins nesse momento, você quer que tudo saia do jeito que você sonhou. E assim foi o nascimento do meu livro.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Poesias que marcam a viagem por uma alma humana sempre merecem ser lidas. Nas sombras perturbadoras, ou na luz clarificadora há sempre uma sensibilidade alheia que nos fale à nossa própria sensibilidade.

Obrigado pela sua participação.
Leia Mais ►

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Entrevista com Diniz Blaschke - Autor de: SOB A TENUE LUZ DA VIDA

Diniz Blaschke
Nome literário de Diniz Fonseca Blaschke.
É gaúcho de São Borja, formado em Direito, servidor público, no prazer da leitura de grandes obras, sobretudo dos gigantes da literatura universal como Cervantes e Shakespeare e estimulado por essas leituras, ousou escrever, inicialmente com crônicas e contos, tendo sido premiado em alguns concursos literários dos quais participou. Com um livro de contos já publicado, sendo esta, todavia, a primeira aventura do autor em um texto mais longo de ficção.




Um Romance em que um religioso de uma pequena cidade interiorana alucinado por uma paixão comete um crime e passa a viver em fuga pelas matas do Brasil central se obrigando a viver como eremita até saber que da sua consciência jamais fugiria.








Olá Diniz. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.


Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Esse romance conta a história de um religioso de um pequeno povoado do sul do Brasil que se apaixona por uma fiel de seu rebanho e nessa louca paixão acaba cometendo um crime e se vê obrigado a viver como fugitivo um eremita nas matas do Centro Oeste brasileiro.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Tenho também um outro livro publicado de contos e mais algumas participações com contos em coletâneas de vários autores é o gênero que mais escrevo.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Difícil o escritor que não é famoso normalmente banca os custos da publicação da obra.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Um amigo havia publicado um livro pela Scortecci e me falou da empresa.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Complicado o autor falar da obra mas eu considero minha obra um grande romance que merece a leitura a reflexão desse testo e também creio eu daria um excelente filme.

Obrigado pela sua participação.
Leia Mais ►

domingo, 22 de janeiro de 2017

Entrevista com Cris d´Eça - Autora de: ZANINHA

Nome literário de Cristiana d'Eça Moreira.
É Educadora e tem formação espírita com crianças e jovens. É Licenciada em Letras e Mestranda em Linguística na UFBA.
Autora de Zaninha. Livro Infantojuvenil ilustrado por Jota Cabral.







É uma história emocionante de uma menina que vê a vida de forma alegre que tem câncer e não se abate pela doença.
Nesta obra a autora Cristiane aproveita cada momento para passar coisas boas. Com uma escrita de fácil entendimento, que nos envolve, o livro apresenta um texto agradável de se ler, com lindas ilustrações coloridas que compõem a obra dando-lhe ritmo. Uma linda aventura com uma linda garotinha. Na última página, uma ilustração não colorida, aposto que os pequenos vão adorar pintar. Ficaram curiosos? Sonho ou realidade?

Olá Cristiane. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O Livro trata da história de uma menina chamada Zaninha que tem câncer e vê a vida de forma positiva.
A ideia surgiu a partir de um sonho: Uma menina apareceu e me contou como as pessoas deveriam encarar o câncer. De forma natural como vicissitudes da vida!
A obra se destina a crianças até os 8 anos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Eu sou uma pessoa que adora crianças! Parece que tenho um ímã! (risos). Quando elas se aproximam invento logo uma brincadeira ou história.
Meu Projeto no mundo das letras é fazer com que a criança conheça alguns problemas que as acometem no mundo real, quer sejam, físicos ou emocionais. Além de incentivar os pais a conversar e orientar os seus filhos sobre alguns assuntos importantes para a vida.
Zaninha é o primeiro livro publicado. Já tenho uns cinco escritos para adolescentes também mas, nunca saíram da escrivaninha! (risos). acho que agora não paro mais...

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acredito que as dificuldades são muitas, pois temos um universo de leitores diferenciados neste país! Inclusive, muitos da era digital. Mas, é preciso persistir enquanto escritor no seu ideal, tentando se aproximar do leitor, embasando-se em temáticas que estejam associadas a realidade do mundo que o cerca...

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?    
Encontrei a Scortecci na capa do livro de meu amigo Antonio Aruanda, aí achei o site. Pensei: Olha só, a editora também publica livros infanto-juvenis!

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim. Porquê é uma história que fala de gratidão pela vida!
Uma mensagem especial:
Meus queridos leitores,
A leitura é um momento de deixar a imaginação fluir com pingos de realidade... Agradeço por partilhar a sua luz com a minha e repensar sobre a vida!
Abraço forte,
Cris d´Eça.

Obrigado pela sua participação.
Leia Mais ►

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Entrevista com Zédú Neves - Autor de: DIZ(AMOR)

Pseudônimo de José Eduardo das Neves. Ator, diretor e professor de teatro. Formado em Artes Cênicas pela Unicamp (1993), iniciou sua carreira profissional na Cia. Razões Inversas, sob direção de Márcio Aurélio, permanecendo até 1996. Em 1995 começou a lecionar no Teatro Escola Macunaíma onde até hoje ministra aulas de Montagem Cênica e História do Teatro. Ao longo destes 21 anos foram mais de 80 espetáculos dirigidos. Em 2000 ingressou como orientador teatral na Universidade Mackenzie, ministrando cursos livres de teatro e dirigindo a Mostra de Teatro que já está em sua 16ª edição – mais de 40 espetáculos encenados. Em 2004 fundou a Cia. Gritos e Sussurros, companhia que busca trabalhar seus espetáculos no universo das tragicomédias cotidianas, onde os encontros e desencontros, ilusão e esperança, amor e frustração delineiam a pesquisa do grupo. Como ator, participou de novelas e séries de grandes emissoras, atuou em longas-metragens, como Menino da porteira e Caixa Dois, dentre outros. Ainda em sua trajetória profissional realizou encenações de óperas com coro e orquestra, bem como trabalhos cênicos em corais. Atualmente é mestrando no curso de Educação, Arte e História da Cultura na Universidade Mackenzie.

Três histórias que se cruzam. Três momentos que nascem de um primeiro texto, A Inquisição da Alma, que insere poeticamente o tema da dualidade feminino/masculino: uma brincadeira de amor entre Jasão e Medeia, renovados no século XXI. Será? Medeia ainda se mostra apaixonada e lamenta os desencontros do amor. Jasão cruza os séculos repetindo fórmulas, delineando o desgaste do masculino que desemboca na falência da relação a dois. Um ano depois, Diálogo de Nós Dois elabora concretamente o que se traduzia de forma experimental e onírica no texto anterior: Jasão e Medeia agora são Pedro e Sofia, e seus duplos – consciente e inconsciente – dialogam e se fundem em nós... Ao redor do casal gravitam personagens que resgatam o passado do relacionamento: terapeutas, amigos e amantes. Perdidos num labirinto de vaidades e quereres, eles se reduzem a um clichê de história de amor. O terceiro momento acontece com A Bomba... E o Beijo: o acerto de contas, o happy end de algo que não poderia acabar bem. Existe uma bomba, existe o passado e existe um cronômetro marcando 60 minutos para resolver o que não se resolveu em anos. Pedro está cansado de tudo e, ainda preso nas memórias de um amor perdido, se lança num protesto globalizado. Sofia é vítima... – será que existem  vítimas? O desfecho... a bomba? Ou o beijo? Catch a fire! BUM!

Olá José Eduardo. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Trata-se de uma trilogia de textos teatrais encenadas pela Cia. Gritos e Sussurros (entre 2004 e 2011) onde também fui o diretor dos espetáculos. A questão do registro do trabalho de forma concreta foi o que motivou o livro, as três peças escritas em parceria com Airen Wormhoudt traça uma trajetória da pesquisa teórica levada a cena pela Cia. Cada texto lança um olhar para um momento específico do grupo e juntos dão um sentido a tudo que foi discutido no nosso trabalho. Penso que tanto o público de teatro, que se interessa em ler peças de teatro, assim como o público em geral, encontrarão nos três textos uma possibilidade de leitura bem interessante, que vai além da característica teatral do mesmo. Seu conteúdo, personagens, propõe a discussão, a reflexão da dualidade masculino/feminino nos dias de hoje, e ressalta momentos que a grande maioria dos relacionamentos a dois vivem em nossa contemporaneidade.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Já tenho 2 filhos, já havia plantado uma árvore, no mínimo o livro coincide com a expressão popular...Rsss, mas mais que isso ele me permitiu refletir a cerca de minha própria obra dentro do teatro, além da atuação e da direção de espetáculos, me mostrou uma pessoa diferente no exercício da escrita, embora tudo esteja conectado (Ator,diretor e autor) o livro alimentou um desejo antigo de mostrar uma produção pessoal e criou um próximo objetivo, publicar um texto infantil que tenho muito carinho, que já encenei inclusive, e que creio funciona muito bem como peça e história infantil, chama-se Zinha, a Nuvenzinha.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Dentre tantos essa é mais uma questão problemática para o país. Não vivo como escritor, mas trabalho com arte, teatro e sei que há um descompasso imenso entre nossa capacidade de produção artística, que é imensa, com o efetivo interesse do público pela literatura. É preciso investir em educação para que os livros passem a fazer um sentido efetivo na vida das pessoas, somos milhões de potenciais consumidores de livros, mas também somos muito maltratados pela história e por governos que não se preocuparam efetivamente com a questão da educação no país. Um livro não pode ser um prazer artístico de um determinado segmento social elitizado, ele tem que fazer parte do arcabouço crítico de formação e reflexão na educação de um povo, de uma sociedade, de todos.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através de uma amiga, que já conhecia outra amiga que havia publicado pela Scortecci.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Lógico que merece!... É o nosso livro!... Rssss... Onde, além disso tanto como texto teatral e/ou literatura sempre nos preocupamos em comunicar uma ideia, propor um olhar diferenciado e se possível prazeroso para o público. Nosso livro a partir de agora não é mais nosso, é do público e como tal se propõe a divertir e provocar.
A mensagem que deixo é: Leiam livros! Leiam o nosso livro DIZ(AMOR)! E faça nele a sua viagem pessoal, com tudo que ele possa te propor.
Esse livro como inclusive é o nome de um textos: - É UM DIÁLOGO DE NÓS DOIS.

Obrigado pela sua participação.
Leia Mais ►

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Entrevista com Natanael Pereira da Silva - Autor de: CONQUISTANDO UM SONHO

Natanael Pereira da Silva
Natural de Ipanema, em Irecê (BA), vivia com a família no sertão baiano. Filho primogênito do Sr. Leonides e Sra. Ana Amélia, foi criado com amor e carinho na Fazenda Mandacaru. Em 1952 nasce o desejo em Nino Baianinho de alcançar a cidade grande... Natanael Pereira da Silva, o Nino Baianinho, nasceu em 28 de outubro de 1936 no povoado de Ipanema, cidade de Irecê, hoje América Dourada, no Estado da Bahia. Após ter conquistado seu sonho, trabalhou e morou em Santo André (SP); casado, foi morar inicialmente em São Paulo (capital) e posteriormente mudou-se para São Caetano do Sul (SP). Alguns anos mais tarde, surge a grande oportunidade de trabalho numa multinacional alemã, a AEG Telefunken do Brasil, na capital paulista. Nessa empresa trabalhou por vinte anos até alcançar a aposentadoria. Funcionário dedicado e esforçado, estudou e se profissionalizou no Senai de São Paulo. Teve uma carreira profissional ascendente: iniciou seu trabalho como prensista, qualificou-se e tornou-se torneiro mecânico e, depois, torneiro ferramenteiro. Conquistou o reconhecimento dos seus colegas de trabalho e também da empresa em que trabalhou e se dedicou, tendo sido eleito Operário Padrão 81 em São Paulo (vide Encarte no livro). Convidado a participar da eleição do Operário Padrão do Estado de São Paulo na FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), ficou entre os dezoito candidatos finalistas. Presbítero com bom testemunho desde 1990 até a presente data na Igreja Presbiteriana do Brasil em Ipanema, América Dourada (BA), atualmente divide moradia entre o povoado de Ipanema na cidade baiana, onde vivem seus irmãos e irmãs, e a cidade de Diadema, no ABC paulista, onde vive feliz e em harmonia junto com a esposa, filhas, filho, netos, netas e bisnetos.

Relata uma viagem emocionante contendo fatos reais. Com muito esforço e determinação, o autor conta sua história e como enfrentou e superou grandes obstáculos, que se transformaram em esperança, renovaram sua fé e fortaleceram seu ideal. Com isso, sem nunca deixar de lado a humildade, conseguiu conquistar o sonho alojado em seu coração.





Olá Natanael. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.


Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Descreve uma viagem fascinante e inesquecível com fatos reais para realizar um sonho. Destina aos amantes literários que conhecerão o Brasil rústico nos Sertões Mineiro e Nordestino.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Metalúrgico e Presbítero sou muito familiar e amante da natureza. Busco o melhor com amor e tenho planos de relatar e mostrar memórias vividas em nova obra.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A vida de um escritor é bonita e deslumbrante por nos presentear com obras que divulgam fatos e acontecimentos.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Pela web com as belas obras e sucesso. Isto me impulsionou com o seu belo trabalho notei a atenção especial dirigida aos escritores anônimos.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Esta obra é muita encorajadora e merece ser lida porque é emocionante descreve uma história real com encanto mostra todos caminhos e locais por onde passei vislumbrava cenários lindos. Destaco que nos momentos de sofrimento a superação dos desafios e dificuldades surgiam novas oportunidades eram presentes de Deus me encorajando para seguir. Por que nunca é tarde para se realizar um Sonho você sempre encontra perspectiva que te ampara e encoraja conduzindo para sua realização. Para os meus singelos leitores declaro que me sinto honrado por descrever o sonho conquistado, desejando uma boa leitura que venha despertar motivação e alegria de uma visão empolgante com muita determinação vivida com amor pelo autor Nino Baianinho.

Obrigado pela sua participação.
Leia Mais ►