domingo, 5 de março de 2017

Entrevista com Aparecido Elias Pescador que fala sobre João Elias - Autor de: A SUPOSIÇÃO DO GATO

João Elias da Silva
O escritor e poeta João Elias, nasceu a 18/11/1940 em Olhos D’Água dos Monteiros, Quebrângulo, próximo a Paulo Jacinto, Alagoas, Brasil, onde viveu a sua infância. Esta era a terra do grande escritor Graciliano Ramos, ambiente que foi base, possivelmente de livros como “Vidas Secas”, “São Bernardo” e outros da autoria do Graciliano. Ainda garoto mudou-se para a capital Maceió, bairro do Prado, onde cursou até a antiga oitava série. Quando ainda jovem veio para São Paulo e fixou-se na região noroeste; e viveu no bairro do Moinho Velho (Freguesia do Ó). Depois mudou-se e viveu por muitos anos na Vila Acre, região da Vila Bancária, Jardim Primavera, Santa Marina, Vila Penteado e circo-vizinhança. E por fim Jardim Rodrigo, região do Jardim Rincão e Parada de Taipas.
Foi casado com Marlene Zanirato, com quem dividiu seus momentos da vida madura. Ela o acompanhava nas atividades e premiações literárias, como na UBT (União Brasileira dos Trovadores), nas ricas décadas de 1980 e 1990. Foi ela quem cuidou dele na sua enfermidade, pelos longos 7 anos, 9 meses e 11 dias de convalescênça. 
Alfaiate de profissão, como se diz à moda antiga, trabalhando em casa, com a sua velha máquina de costura, fita métrica ao pescoço, esquadros, tesoura grande, e demais instrumentos e acessórios.
Teve ele longa e intensa atividade literária. Deixou muitos escritos. Em seus cadernos pessoais encontramos textos datados da década de 1950 e 1960.

Traz nesta seleção de contos a sua característica “machadiana”, com a rica descrição dos personagens, envolvendo os enredos com fortes aspectos psicológicos e até parapsicológicos, em certos pontos, focados nas experiências humanas, assuntando o cotidiano das pessoas para aguçar a curiosidade e provocar reflexão.
Esta ousadia de invadir a privacidade dos personagens, maneira tão gostosa e intrigante que nos oferece a literatura, também não deixa de nos presentear com o seu lado docemente poético, indelével. 
A sua literatura é carregada de percepções extrassensoriais, apresentadas na obra ora de forma direta, ora indiretamente, e os finais são sempre inusitados, surpreendentes, o que é uma característica de todo bom conto.
A suposição do gato sublima o amor na essência e transparência da linguagem de qualidades ostensivas, mas com mensagens simpáticas e profundas, que levam ao impacto nem sempre empírico, mas pragmático, reverente, discreto, intenso, num espírito harmônico, quando o olhar atento prova as delícias do terno enlevo e regozija as emoções individuais, uma por uma, e alimenta as nossas carências, e faz beber a alma da sua pura seiva...

Olá Aparecido Elias. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
São contos.
Este livro possui contos que datam da década de 1950 até à década de 1980, aproximadamente. É uma publicação póstuma, fruto de uma promessa de sobrinho para o seu tio, no seu quase leito de morte, fato narrado no Prefácio do livro.
A obra se destina a todo o bom apreciador da literatura de qualidade.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
A literatura para nós, os Elias, é mais que um sonho ou uma paixão: é a essência da nossa própria vida. Eu comecei a ter contato e desenvolver trabalhos literários com o meu tio João Elias, quando tinha lá pelos meus 12 anos de idade. Estou com o meu quinto livro no prelo, digitando, aperfeiçoando e trabalhando ele. O seu nome será O Canto dos Anjos. o tio Joãozinho tem uma vasta literatura datilografada, à moda antiga mesmo, e pretendo lançar outros livros por ele, ou seja, eu pretendo manter acesa a sua LUZ. Ou melhor, a nossa LUZ.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Olha, eu tenho feito constantemente divulgação da nossa literatura, inclusive promovendo tiragens sequenciais de marcadores de páginas, com fortes mensagens, é claro. Posso afirmar que as pessoas atualmente têm me surpreendido e até emocionado com doces e ternos acolhimentos. O povo brasileiro é sensível, e apesar dos nossos graves problemas sociais, somos uma nação de gente muito amorosa. Isto é apaixonante, e não pretendo parar de semear as boas ideias e mensagens edificantes. Este é o meu foco, o meu lema, o meu alvo: você não precisa de muita coisa para ser feliz, ou seja, basta saber extrair muito do pouco que se tem, se é que posso chamar uma rica literatura de pouco!... Quero dizer que, quem valoriza e transforma a literatura em muito é o receptor (leitor).

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
É simples e direto: começamos nosso nobre trilhar na literatura no mesmo ano: 1982. Eu devo ser um dos autores mais antigos da Editora, da época da galeria da Teodoro Sampaio.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Nossos livros devem ser lidos, e com atenção, amor, carinho. Trazendo agora uma palhinha do que tenho reservado para O Canto dos Anjos, este nome nasceu do profundo desejo de que meus leitores simplesmente sintam no coração, ao lerem o que produzimos com imenso amor, O SUAVE, SUBLIME, TERNO... DIVINO... CANTO DE ANJOS!

Obrigado pela sua participação.
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sexta-feira, 3 de março de 2017

Entrevista com Andressa Almeida - Autora de: ENTRE O AMOR E A POESIA

Nome literário de Andressa Alves Machado de Almeida. Nasceu em 16 de abril de 1984 em São Paulo (SP), onde reside até hoje. É casada há três anos com Luís Ricardo e tem duas filhas: Lívia e Ana Júlia.
Tem o segundo grau completo e atualmente trabalha com vendas. Gosta de artesanato e, claro, ama escrever! Entre o amor e a poesia é sua estreia na literatura.

Este livro foi preparado para você sentir e saber o quanto é maravilhoso amar e ser amado. Nem sempre tudo é como num conto de fada, a realidade do cotidiano é diferente: podemos sentir saudade, traição, falsidade, mentira, mas também amor.
Que a leitura deste livro mostre que nada deve abalar nossa força em buscar algo novo para nossa vida sentimental. Leia, você vai gostar e se apaixonar!


Olá Andressa. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.


Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Amor ao próximo.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Virá muitos ainda.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Somos poucos valorizados, mas ainda existe grandes leitores.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Pelo site.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Foi feito com muito carinho e também o conteúdo mostra que vale a pena amar.

Obrigado pela sua participação.
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quarta-feira, 1 de março de 2017

Entrevista com Sebastião Ribeiro - Autor de: GLITCH

(São Luís – MA, 1988) é graduado em Letras pela Universidade Estadual do Maranhão. Componente da obra Acorde (Scortecci, 2011), com Igor-Pablo e Wesley Costa; pode ser lido em Macondo n. 6 (2012); Samizdat n. 39, e Substânsia n. 3 (2014), 7faces n. 11 (2015) e Philos n. 2 (2016). Autor de & (Scortecci, 2015). 




É um mundo de esperança danificada, de gestos falhos, de sistemas e processos corrompidos de emoções a se compreender; alguém que se projeta em feridas e desvios a fim de identificar possíveis saídas. Aqui, a poesia de Sebastião Ribeiro conversa com a queda, a ânsia e o problema das expectativas de um meio já formatado a quem se vê como distante, diferente, outsider: um erro aos olhos alheios. Com um tom de desabafo e confissão, às vezes de deboche ou desesperança, ou ainda, compaixão e medo, Glitch é uma obra que dos inconformismos e das sanhas em cada um de nós — são palavras do deslocamento em busca de ouvidos acostumados a mudez.

Olá Sebastião. É um prazer contar novamente com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.


Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Glitch é o filtro, peneira, telhado ou escudo pelos quais me relaciono com a dor e beleza de ser um erro; da percepção de que sou parte quebrada, falha em um sistema de homens e coisas. Alguém às voltas com sua fragilidade e emoção dominante, ciente de códigos perdidos e as inevitáveis perdas e concessões que se faz na vida, em busca de equilíbrio, ainda que em caos organizado.
Glitch não é necessariamente vindo de uma ideia, mas foi se configurando ao passo que o escrevia... Algumas desventuras (base de quase tudo que escrevo) em minha vida o fizeram tomar forma. Ele é muito ligado a seu antecessor, mas o foco (se assim posso dizer) aqui é muito mais a percepção de desconforto que o espírito diferente sofre, do que a percepção e expressão da diferença em si.
Glitch é destinado a todos os outsiders possíveis... A todos que se permitirem, que não escolham se alienar e que tenham a coragem de enfrentar a inadequação e a dúvida da existência.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Fazia poesia na adolescência, religiosamente, todos os dias, por cerca de 10 anos. Entretanto, somente em meus primeiros anos de meus 20 é que tomei as rédeas e ciência da real (?) dimensão do fazer poético: o que, para que, como, onde e porquê. Venho sendo publicado em antologias, revistas e blogs. No meu blog pessoal, o GAVETA, GALÁXIA, me permito experimentações e notas mais livres. Dali, inclusive, surgiram alguns poemas de Glitch. Em 2015, editei junto a Scortecci meu 1º livro (solo , pois em 2011, em companhia dos amigos e poetas Igor Pablo Dutra e Wesley Costa, lancei a coletânea Acorde, com 15 textos de cada um), chamado &.
Em relação ao sonho, digo que fazer poesia, ter textos, verbalizar e organizar ideias, tudo isso, não significa obrigatoriamente a iminente obra, editada e lançada. Muitos mantêm para si seus escritos, outros querem ver seus livros de qualquer forma nas partes... Sou da ideia de que o texto poético, acima de qualquer denominação, é Arte, e Arte íntima. Penso o desejo de compartilhar pela necessidade de conexão com os possíveis leitores, os outros glitches. Não vendo muito a questão do sonho.
Em tempo: clichês me dão ânsia; árvores, livros; filhos, comiseração.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Desafio. Resistência. Ato de coragem. Especialmente quando, antes de ser escritor, há um artista desejoso de expressão, processador de emoções, suas e alheias, como the late great Renato Russo, p. ex. Ainda que não seja otimista que, a curto ou médio prazo, concretize-se uma mudança consistentemente positiva no perfil leitor do país, busco fazer minha parte como: 1. professor de escola pública, 2. produtor e promovedor de literatura e, 3. artista espantado, que se incomoda e questiona (como todo artista deveria ser, mas...).

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Já trabalhei com a Scortecci outras vezes, como dito acima. É uma editora de qualidade e respeito no meio, com quem tenho uma ótima comunicação.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Repito o que disse em outra entrevista: todo livro merece ser lido. Por mais questionável sua qualidade ou razão de ser. Entretanto, o que torna Glitch peculiar, logo, penso eu, digno de leitura, é sua linguagem que não se limita a parecer isto ou aquilo e, ao mesmo tempo, o assume; e o cerne e entorno de sua motivação, a experiência expressa de quem se depara com instituições, sistemas, pessoas e sentimentos como se fosse algo à parte, alguém que duvida, se afasta (por dentro e por fora) para tentar entender o que passa. Sem falar também do lado lúdico, digamos assim, de um oblíqua diversão que há no fazer e ler poesia -- as imagens, sons e caminhos que nos surpreendem, nos calam, nos fazem sorrir ou sentir estranhamentos.
Aos que se permitirem, desejo sorte e ternura, ao se arriscar nesse Glitch.

Obrigado pela sua participação.
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domingo, 26 de fevereiro de 2017

Entrevista com Chris Bueno - Autora de: JOANINHA SEM PINTINHA

Nome literário de Christiane Cardoso Bueno.
É jornalista, fez mestrado em Divulgação Científica e Cultural (Unicamp) e se especializou em jornalismo científico, escrevendo para grandes veículos como de comunicação. Adora escrever, especialmente para crianças. Criou um blog em que publica várias de suas histórias em parceria com sua filha de nove anos. Tem três livros publicados e agora está se dedicando a publicar seus livros infantis, para que suas histórias sejam lidas e ouvidas por muito mais crianças.


Papai João e mamãe Joana viviam num jardim muito bonito com seus filhinhos. Mas um desses filhinhos nasceu diferente dos irmãos: com as asinhas todas vermelhas, sem uma pintinha sequer! E então a joaninha sem pintinha sai de casa e parte para uma aventura no jardim, procurando suas pintinhas perdidas, fazendo amizades com outros bichinhos e descobrindo que ser diferente também pode ser muito legal.

Olá Christiane. É um prazer contar novamente com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro Joaninha sem pintinhas é a história de uma joaninha pequenininha que nasceu diferente de suas irmãs e de seus irmãos – sem nenhuma pintinha, como o próprio título diz. A ideia do livro começou com uma brincadeira, enquanto contava uma história para minha filha (quando ela ainda era bem pequenininha), e o livro se destina a crianças pequenas como a joaninha da história. Quando fui colocar a ideia no papel, vi que ela tinha uma riqueza maior justamente por abordar a diferença, a aceitação e a beleza da diversidade.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Parece repetitivo dizer que sempre gostei de histórias, tanto de ouvir quanto de conta-las, mas é verdade. Que eu me lembre, escrevi meu primeiro livro com seis anos – um livro improvisado, feito de papel sulfite, escrito com lápis de cor e ilustrado com giz de cera. Então esse sonho vive em mim desde muito cedo, e o tempo não foi capaz de enfraquecê-lo, muito pelo contrário, só o deixou mais forte. Já escrevi vários livros para crianças: além deste tenho outro também publicado pela editora Scortecci e lançado na Bienal de São Paulo do ano passado, intitulado A Vó Que Inventava. E também tenho vários outros livros infantis digitais, além de três livros acadêmicos publicados na minha área de atuação (jornalismo científico).

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Ser escritor no Brasil é uma tarefa muito árdua, mas nem por isso menos recompensadora. É uma área que ainda precisa de muito incentivo, mas acredito que vem crescendo no país – mas ainda precisa crescer ainda mais. Talento nós temos – e leitores ávidos por boas leituras também.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Eu conheci a Scortecci através da Internet. Foi preciso muito garimpo e muita pesquisa para chegar a uma editora profissional e confiável. Lancei meu primeiro livro com ela, um livro reportagem sobre música, contracultura e sociedade A Revolução doRock e fiquei muito satisfeita com o resultado, então procurei a editora novamente para produzir mais dois livros infantis pelo selo Pingo de Letra, e o resultado ficou fantástico.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Escrever para crianças é um desafio e um prazer. Acredito que as histórias possuem um poder quase mágico de ensinar, não apenas o bê-á-bá escolar, mas o impossível: que existe mais no mundo do que podemos ver, que podemos ser melhores, que existem múltiplos olhares, que a imaginação tem uma força incrível, que as diferenças são fantásticas, e tantas outras coisas. E as histórias infantis são as mais mágicas de todas, são aquelas que levamos para o resto da vida como parte de nós. Por isso até hoje amo ler histórias infantis e amo escrevê-las também, e espero que minhas histórias que são pequenininhas, possam crescer e fazer parte de uma história mais ampla, e que meus queridos leitores se divirtam lendo-as.

Obrigado pela sua participação.


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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Entrevista com Mário do Couto "Cajilla" - Autor de: CANTANDO O ENCANTO DA POESIA e ALI-JABÁ E OS QUARENTA LEITÕES

Nasceu em 1941 em Altinópolis, cidade serrana na divisa do Estado de São Paulo com o Estado de Minas Gerais. Filho de Antônio Tomaz do Couto e Etelvina Silva do Couto. Mudou-se para a capital de São Paulo, em 1950, ainda criança. Cursou o primário na escola pública Paulo Eiró, em Santo Amaro, concluiu o curso Técnico em Contabilidade, tornando-se contador, fez faculdade de Administração de Empresas, tornou-se auditor, profissão que exerceu a vida inteira até sua aposentadoria. Por vocação familiar, tornou-se músico, igual a seu avô, pai e tios. Foi ator, além disso exerce as atividades de poeta, artista plástico e escritor, tudo apenas como um hobby.

O vate canta em metáfora a beleza de suas rimas. “Cajilla” é um poeta de expressão romântica e de sublime e divina inspiração. Suas poesias afloram e relatam com rara beleza, os acontecimentos da vida, é como um conto, tem início, meio e fim.
São Poesias feitas para músicas, muitas delas com enredo, começo meio e fim.





É um descendente de árabe que sempre gostou e muito de jabá. Seu saudosismo nos remete ao passado criando dentro de nossa alma o profundo e incontrolável desejo de viver aquela época.

“Ai saudade... Ai saudade...
Do tempo do Monjolinho 
Do ar puro e dos passarinhos
Ai saudade... Ai saudade...
Saudade dos teus beijinhos
Do teu amor e do teu carinho”.

Em determinadas ocasiões, quando a gente se encontra, desorientado, perdido, desiludido, suas palavras descem como uma oração em nossos corações ou como água fresca em uma tarde quente de verão para matar a sede dos nossos anseios...

Olá Mário. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro 1 Ali Jaba e os quarenta leitões é um livro de psicologia vivida e observada com mentiras e piadas para alegrar os leitores e ajudá-los a vencer obstáculos nessa vida. O Livro 2 Cantando o encanto da poesia é um livro de poesias que representa todas as músicas compostas pelo autor, músicas objeto de gravação de um CD pelo próprio autor cantando e executando as músicas.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Bem já são dois livros e tenho na mente escrever o terceiro que é um romance policial.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Meu primeiro livro já cumpriu seu objetivo que é ajudar as pessoas. Creio que a ditadura foi uma das responsáveis por retroagir a cultura no Brasil. Creio que está melhorando.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através do Lae colega da classe, que já escreveu mais de vinte livros.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim alem de alegrar com as brincadeiras serve de grande ajuda para vencer obstáculos nessa vida.

Obrigado pela sua participação.
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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Entrevista com Márcia C. Sigwalt Valeixo - Autora de: MAGGIE - UM AMOR SEM RESERVAS

Márcia C. Sigwalt Valeixo
Nascida na cidade de Curitiba-PR-Brasil, formou-se em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná-PUC-PR. Em 2003, ingressou na Advocacia-Geral da União, no cargo de Procuradora Federal, o qual exerce até hoje. No ano de 2013, licenciou-se do cargo por dois anos para acompanhar seu cônjuge em missão oficial no exterior, oportunidade durante a qual escreveu o livro Maggie – um amor sem reservas, que conta a história de sua fiel companheira Maggie, uma cadela da raça Weimaraner. A narrativa descreve a trajetória da relação entre Márcia e Maggie desde que esta era uma filhote até a sua idade adulta. Como prova de seu afeto, não só em relação a Maggie, mas por todos os peludos, a renda arrecadada com a venda deste livro será integralmente revertida para ajudar animais em situação de abandono. Atualmente, Márcia reside em Brasília-DF-Brasil com seu marido, Mauricio Leite Valeixo, e Maggie.

Maggie - um amor sem reservas
Maggie – um amor sem reservas conta a história de Maggie, uma cadela da raça Weimaraner. Quando filhote, Maggie era dotada de uma energia transbordante, o que culminava em incorrigíveis e doces travessuras. Cavava buracos e abria verdadeiras crateras pelo jardim, comia plantas, destruía ralos do quintal e de seu próprio canil, obrigando sua tutora a procurar ajuda profissional para adestrar essa peluda indisciplinada. 
Seu nome de batismo “Gipsy Woman” (mulher cigana) não foi em vão: nascida no Rio Grande do Sul, seguiu viagem para Curitiba-PR aos 7 meses de idade para viver com seus amigos humanos. Passados alguns anos, por questão profissional de seus tutores, mudou-se para a capital do país, Brasília-DF, viajando de avião e de carro, passando por outros estados brasileiros. Aos seus oito anos de idade, atravessou o Atlântico para desembarcar nos Estados Unidos da América, na cidade de Rockville-MD-USA, região de Washington DC. Em sua trajetória nacional e internacional, viveu alegrias, aventuras, descobertas, desafios e dificuldades de saúde, cruzando seu caminho com o de veterinários e amigos que fizeram diferença em sua vida. Experimentou os benefícios da homeopatia, da acupuntura, hábitos de vida mais saudáveis, especialmente na alimentação e prática de exercícios físicos. Descobriu novos horizontes através de seu olfato aguçado, fez amigos e deixou marcas no coração de muitos que pas saram por sua vida. Ensinou à sua tutora o conceito do amor sem reservas, incondicional, sem preconceitos; o conceito de amizade, lealdade e fidelidade; comprovou a sensibilidade e inteligência dos cães através de suas atitudes. 

Olá Márcia. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro relata a história de Maggie, uma cadela da raça Weimaraner, que quando filhote deu muito trabalho com suas doces travessuras, obrigando-me a contar com a ajuda profissional de um adestrador. Relato sua trajetória desde filhote até a idade madura repleta de traquinagens, descobertas, desafios, aventuras nacionais e internacionais por conta de mudanças de domicílios. Em sua jornada, cruzou seu caminho com o de veterinários e amigos que fizeram diferença em sua vida, deixando marcas em seus corações. Ensinou-me com maestria o conceito do amor sem reservas, incondicional, sem preconceitos, o conceito de amizade, lealdade e fidelidade, comprovou-me a sensibilidade e a inteligência dos cães através de suas atitudes.
A ideia de escrever o livro surgiu da vontade de colocar no papel todas as encantadoras e divertidas histórias vividas com Maggie, além de suas lições de vida que mudaram significativamente meu modo de ver o mundo e as pessoas ao meu redor. A partir do momento que passei a observá-la em suas atitudes, compreendi que a razão da felicidade dos cães está exatamente no fato de não darem importância a fatos pretéritos, nem sequer anteciparem o futuro, razão pela qual, vivenciam o presente de forma plena, experimentando momentos de verdadeira felicidade.
Maggie – um amor sem reservas é um livro destinado a todos, independentemente da idade, que admiram, amam e respeitam os animais.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Espero que seja apenas o primeiro livro de muitos outros que estarão por vir. Eu tenho alguns outros projetos e ideias a desenvolver. Penso em escrever sobre as minhas experiências vivenciadas fora da minha cidade natal, as dificuldades e desafios inerentes a este processo, bagagem cultural e social adquiridas, diferenças culturais em questão, o poder de aceitação no processo da mudança. Além de todo este contexto, após vencidas as primeiras dificuldades, num segundo momento, escreveria sobre as belezas e encantamentos destes locais, com dicas culturais, gastronômicas, de passeios e viagens tanto nacionais como internacionais.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É lamentável vivermos num país, onde a leitura é pouco valorizada. Acredito que esta situação possa ser modificada, ao longo dos anos, se iniciarmos um processo de incentivo à leitura tanto nas escolas como nos lares, através dos educadores, pais e outros meios de comunicação, como a própria televisão com programas educativos e interativos que chamem a atenção do público infantil e juvenil para o hábito da leitura com jogos de perguntas e respostas sobre livros e encenações cênicas que despertem a curiosidade.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Eu soube do brilhante trabalho da Scortecci, através de pesquisas relacionadas na internet. Fiquei admirada com a qualidade da editora, seus profissionais, excelente atendimento e qualidade dos livros.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Acredito que meu livro mereça ser lido não apenas por pessoas que gostam de animais, mas também por aqueles que nunca tiveram a grata experiência de ter um cão ao seu lado.
Este livro é dedicado a todos os nossos amados companheiros caninos, que fazem a diferença neste mundo tão carente de amor, afeto, solidariedade, compaixão, amizade, respeito e lealdade; atributos que nossos amigos peludos possuem e sabem muito bem como expressá-los. Eles nos ensinam verdadeiras lições de vida. Não guardam mágoa, rancor, desconhecem a inveja, a ganância e a cobiça. Se pararmos para pensar, temos em nossos cães verdadeiras lições de Deus, que devem ser admiradas e perpetuadas.
Enfim, como prova do meu afeto, gratidão e reconhecimento, a renda arrecadada com a venda deste livro na parte que me compete, na qualidade de autora, será revertida para ajudar animais em situação de abandono.

Obrigado pela sua participação.
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domingo, 12 de fevereiro de 2017

Entrevista com Roswyta Ribeiro - Autora de: O CONSTRUTOR DE AMIGOS Príncipe Poeta Que Reina Além Das Montanhas

Nasci no município de Campina Verde, no triângulo mineiro. Ter nascido neste jardim livre tem um significado original para a minha vida: sou profundamente orgulhosa dessa fazenda Cruz da Retirada Bonita. Com formação em Comunicação Social e com experiência em artes abstratas, resido atualmente em Ribeirão Preto, no estado de São Paulo. Sou uma conquistadora de cada dia, nessa ciranda sem fim, onde somos resultado do caminho percorrido e nos visualizamos completos. É nesse cenário que adquirimos lições, manias, perdas e vitórias, naturalmente. Trabalho muito, organizando bem o meu tempo. Os valores familiares me proporcionam paz. Caminhar com vento batendo ao rosto é adorável, soltar a imaginação fértil em dias tranquilos me proporciona serenidade. Sentir o sabor da vida é sempre muito bom! Soma energias divinas, assim, sou Natureza, luz clara da alegria, sou o som de cada silêncio no infinito da eternidade. Sou derrota e vitória num clima de amor profundo no infinito da Liberdade. Sou sensação e emoção em cada descoberta humana, sou apenas uma mulher que se ama, feliz, livre para agir e pensar, doar-se a cada dor e sorriso, que tem a coragem certeira de viver e amar!
Este livro embrionário é um tributo ao carinho, a singeleza da amizade das gentes de minha terra e à sofisticação das  montanhas de Minas. Em "O CONSTRUTOR DE AMIGOS  Príncipe e Poeta Que Reina Além das Montanhas"  -  atribuímos valores para viver em sociedade, com respeito, onde a arte da boa amizade é aplicada de maneira justa e generosa. Tais respostas o leitor as dará para si mesmo, após sua caminhada com esse Príncipe Poeta Que Reina Além das Montanhas.

“Um tributo ao carinho, à singeleza da boa amizade das gentes de minha terra e à sofisticação das montanhas de Minas.”
Roswyta Ribeiro


Olá Roswyta. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Em "O CONSTRUTOR DE AMIGOS" atribuímos valores para viver em sociedade,  com respeito,  onde a arte da boa  amizade é  aplicada para entreter de maneira justa um amigo, um companheiro, um irmão que  se sinta especial naturalmente.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Eis-me diante de um sonho realizado, mas jamais finalizado. Sim, meu primeiro livro editado. Outros virão em breve.  Acho que nossos sonhos são asas que nos permite voar, portanto, minha meta é o infinito. Quanto a plantar árvores sempre as plantei, filhos tenho muitos de coração sou tia coruja, escrever livros agora é minha vez de soltar a imaginação e construí-los.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Desejo ressaltar que não penso nas dificuldades, sou determinada sigo otimista e entusiasmada. Quem gosta de ler vai ler sempre. Quem sonha em escrever esta resgatando valores de aprendizagem enriquecedora. Não penso negativo. Penso em compartilhar com as pessoas o que eu amo. A humanidade tem sede desse conceito de gratidão, de desafios em canções!

 Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Sempre desejei editar um livro.  Mas como? Busquei informações via internet onde pudesse realizar cursos, buscar informações através de pessoas que sabem fazer a diferença. Fui generosamente recepcionada pelo Prof. João Scortecci, quando cheguei a São Paulo para a primeira aula e posteriormente nos tornamos uma irmandade.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Pois é, este livro é um tributo ao carinho, a singeleza da boa amizade das gentes de minha terras e a sofisticação das montanhas de Minas. Será possível pensar o Brasil - e para além dele - sem o nosso Pão de Queijo e deliciosos Romeu e Julieta? Tais respostas o leitor as dará para si mesmo, após sua caminhada com esse príncipe poeta que reina além das montanhas.

Obrigado pela sua participação.

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