quinta-feira, 4 de maio de 2017

Entrevista com Paulo Vitor Vasconcellos - Autor de: OLHOS DE LÁZZULI

Nome literário de Paulo Vitor Vasconcellos Oliveira Magalhães. É jornalista, tem 21 anos, e desde que aprendeu a ler e escrever, aos 4, tornou-se amante da literatura. Em sua infância, escrevia e desenhava suas próprias histórias sonhando e m, um dia, dar vida a elas como um escritor. Criou os personagens desta obra aos 9 e engavetou desde então. Doze anos depois, o sonho que começou como uma brincadeira de criança tornou-se realidade.



Três anos após a morte de seu avô Guido, uma série de acontecimentos misteriosos levam a pequena Lázzuli, de 9 anos, a Sial, um mundo cheio de aventuras e perigos, como o das histórias contadas por ele. O desaparecimento da menina obriga seu pai, Yan, a retornar ao antigo casarão do velho Guido e relembrar histórias de sua infância que fizera questão de esquecer, embarcando em uma jornada pessoal de reencontro com seu passado e mergulhando em uma viagem cheia de surpresas e fortes emoções para trazer sua garotinha de volta.



Olá Paulo Vitor. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
É uma ficção com fantasia que mexe com a imaginação do leitor. A ideia surgiu há muito tempo quando eu ainda tinha 9 anos de idade. Essa foi mais ou menos a época que eu comecei a ler Harry Potter e me apaixonar pela literatura fantástica. A ideia surgiu nessa época, comecei a escrevê-lo, mas deixei guardado todos esses anos. Em 2015 eu encontrei esse arquivo por acaso e resolvi que seria hora de terminar aquela história.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Desde criança eu sempre tive o sonho de lançar um livro e está sendo muito especial para mim poder finalmente realizá-lo. Tenho algumas outras ideias sim e pretendo desenvolvê-las melhor na minha cabeça antes de colocar no papel. Não quero parar por aí.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É difícil. Infelizmente no nosso país a literatura não é tão valorizada, mas isso talvez seja, em partes, culpa do nosso sistema educacional como um todo, que para mim é um sistema falho e incentiva pouco as crianças de hoje a lerem bons livros. A tecnologia e as redes sociais, embora hoje essencial nas nossas vidas, também vem matando pouco a pouco a literatura.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Fiquei sabendo através de uma conhecida da minha mãe. Ela me indicou a Scortecci.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, com certeza. Para quem se interessa pelo mundo da fantasia, acho que é uma leitura mais do que recomendada. Tentei passar uma mensagem especial com a história e espero tocar o coração de cada um dos leitores. Só isso já me deixaria satisfeito e com um sentimento de dever cumprido. Leiam Olhos de Lázzuli e apresentem aos seus filhos, sobrinhos e irmãos menores. Eles não vão se arrepender.

Obrigado pela sua participação.

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segunda-feira, 1 de maio de 2017

Entrevista com Zezinha Lins - Autora de: TECELÃ DO TEMPO...

Nome literário de Maria José Oliveira Lins.
É formada em Letras com especialização em Língua Portuguesa. Publicou em 2014 um e-book intitulado Simples Assim, participou do livro virtual Antologia Poética da Casa da Poesia em 2015 e das Antologias Poéticas volumes 1, 2 e 3 da Casa da Poesia em 2016.





Na década de 60, numa cidade do interior, histórias reais acontecem e se entrelaçam como a trama de um tecido. Versejando e proseando, a personagem despe-se da discrição, algo tão característico da sua personalidade, e narra sua vida como quem sacia a sede de libertar-se dos fantasmas do passado. Muitas histórias em uma. Contrastando com a quietude da cidade, as personagens vivenciam aventuras em alguns momentos turbulentas e perigosas, outros envolvidos na magia bucólica da cidade. 
O alcoolismo, a fuga para a cidade grande, a importância dos avós no âmbito familiar, o amor antes da hora, o conflito de sair da zona de conforto, o encontro consigo mesma, a convivência com a solidão e a superação são apresentados como vida que flui ao longo dos anos. Projetando-se na linha do tempo, acontece o encontro e o diálogo entre a menina do passado e a mulher do presente, a mesma pessoa em momentos diferentes: o acerto de contas.

Olá Zezinha. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.



Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro Tecelã do Tempo... Histórias de uma vida conta, em prosa e versos, minha história vinculadas a outras histórias de pessoas que superaram os limites impostos pela época e pelo espaço em que viveram e muitos ainda vivem. O enredo se dá numa cidade do interior onde o clima bucólico se contrapõe aos conflitos e a coragem dos seus moradores. As vidas aqui narradas surgem como tramas de um tecido com seus avessos nos quais estão muitas respostas para os questionamentos das personagens. A ideia de escrevê-lo surgiu da necessidade que senti de registrar essas histórias enquanto refletia sobre tudo o que passou, lá haviam muitos fantasmas que eu precisava enfrentar. Considero importante levar para as pessoas esse novo jeito de olhar o passado e enxergá-lo sem vítimas nem algozes, apenas vidas que fluem ao longo do tempo deixando um rastro de grandes lições e novos valores. A obra se destina a aos públicos jovem e adulto.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Desde criança sou apaixonada por Literatura. Em 2010 comecei escrevendo matérias para uma revista pedagógica. Enquanto isso realizava projetos de poesia na sala de aula resultando em livros artesanais com poemas produzidos pelos alunos.
Comecei a escrever poemas e publicar no blog Tecendo a Vida que fiz para esta finalidade. Em outro blog Ação Educativa, publico textos referentes à minha experiência profissional como professora. Participo do site União dos Escritores Virtuais A Casa da Poesia, onde publico meus poemas e crônicas, lá também sou colunista semanal. Participei com outros escritores de quatro Antologias Poéticas da Casa da Poesia, publiquei um livro virtual de poesias intitulado Simples Assim.
Tecelã do Tempo... Histórias de uma vida, é o meu primeiro livro físico e pretendo continuar escrevendo, não vejo nenhuma possibilidade de parar, pois adoro escrever.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A vida do escritor no Brasil não é nada fácil, ninguém se torna escritor se realmente não gostar muito do que faz. É necessário tempo e dedicação. Qualquer escritor se sente feliz quando está escrevendo um livro, porém é preciso vender sua obra. Ainda há um longo caminho a percorrer para que a leitura se torne um hábito na vida dos brasileiros.
Mas sou otimista, acredito que cada um de nós que estamos envolvidos diretamente com as Letras, temos nossa parcela de responsabilidade em fazer com que o livro chegue mais fácil até o leitor e de criar meios para despertar o interesse nos menos interessados.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através do site União dos Escritores Virtuais, na pessoa do seu administrador Renato Batista, tive o prazer de participar das Antologias Poéticas volumes 1, 2, 3 e 4, todas produzidas pela Scortecci Editora e Editora Casa da Poesia.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Tecelã do Tempo... Histórias de uma vida, é um livro que vai prender a atenção do leitor do começo ao fim. As histórias reais contadas em prosa e versos torna a leitura leve e agradável. O leitor viajará no tempo, conhecendo ou reconhecendo costumes e cultura de um espaço diferente, mas real. Cada história despertará diferentes emoções e reflexões sobre os avessos que existem em cada trama com que a nossa vida é tecida.

Obrigado pela sua participação.
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quinta-feira, 20 de abril de 2017

Entrevista com Silvio Alencar - Autor de: O GRANDE MARTELO

Nome literário de Silvio José de Alencar. Formado em Publicidade e Propaganda,  é roteirista de quadrinhos e escritor. Contemplado em editais de Cultura do Estado do Espírito Santo, publicou a graphic novel Contos da Ilha de Santônio e os quadrinhos online Contos Estranhos (contosestranhos.com.br), respectivamente em 2014 e 2016, além de ser autor do livro de contos O Carregamento e outras histórias e roteirista do projeto MPT em quadrinhos do Ministério Público do Trabalho.


Lip e Chip eram dois garotos que viviam em um mundo criado sobre as maravilhas deixadas pelos Antigos. Uma delas era o Grande Martelo. Uma enorme arma nunca antes usada, descoberta pelo grande Rei Dourado, o único que conhecia sua devastadora capacidade destrutiva. Naquela tarde ensolarada e bonita, Lip e Chip iriam lamentar profundamente o fato de o rei nunca ter contado para alguém como a arma funcionava.




Olá Silvio. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro conta a história de dois meninos, Lip e Chip, que vivem em um mundo que esqueceu todo o seu passado e que foi construído sobre as maravilhas dos Antigos. Uma dessas ditas maravilhas é o Grande Martelo. Uma enorme torre que dizem ser uma poderosa arma contra os insetos gigantes que assolam a humanidade. É uma história infanto-juvenil de aventura e de amizade que acho que vai agradar a crianças e adultos.
A ideia me veio durante um curso de roteiro com o cineasta José Roberto Torero em 2001, acho. Um dos exercícios era escrever o roteiro de um curta-metragem. Eu escolhi fazer uma animação. Sempre fui fã de histórias distópicas futuristas. Na época, tinha lido e visto algumas bem legais, como Planeta dos Macacos e alguns contos de Jack Vance e Ray Bradbury. Então, o Grande Martelo me veio à cabeça e eu escrevi suas cenas no computador.
Nunca entreguei o roteiro para o Torero, fiquei com receio de não ser o que ele esperava. Receio bobo, mas tive. Então a história ficou engavetada dentro do meu HD. Quando fiquei sabendo do concurso literário da Afeigraf resolvi participar com aquela história. Então, cacei o arquivo em um hd externo e o usei para escrever o meu livro.
Fiquei muito feliz quando soube que havia vencido o concurso com aquela história escrita há tanto tempo e que tive receio de mostrar para meu professor de roteiro. Então, foi assim que de um roteiro para uma oficina, o Grande Martelo se tornou um livro.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sempre fui de ler muito e sempre arriscava escrever um conto aqui e outro ali. No Ensino Médio criava histórias em quadrinhos com meus amigos Manoel Moraes e Léo Rangel, e mais tarde conheci o ilustrador Henrique Gonçalves, responsável pela arte de o Grande Martelo, com quem partilho muitos projetos, como a graphic novel Contos da Ilha de Santônio, vencedora do edital de cultura da Secretaria de Cultura do Espírito Santo – Secult, de 2013, e o site de quadrinhos Contos Estranhos (contosestranhos.com.br), também vencedor do edital da Secult, só que de 2015.
Tenho também um livro de contos, o Carregamento e outras histórias, que está à venda na Amazon, e publico alguns contos na rede social de escritores Wattpad. No futuro pretendo publicar um livro de ficção científica e um outro infanto-juvenil. Vamos ver como as coisas vão seguir. Estou muito feliz com a repercussão de o Grande Martelo.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Aí é que está, não acho que a leitura seja pouco valorizada, muito pelo contrário. As pessoas demonstram um grande respeito por quem saca um livro dentro de um ônibus, ou por quem diz ler regularmente um livro. O que acontece é que quem não lê se sente incapaz de tirar prazer de um livro por acreditar que aquilo não é para ele. Na escola, todos somos forçados a ler, muitas vezes livros que nunca atrairiam a atenção de uma criança ou jovem. E isso afasta leitores, não os criam. Por que não dar Harry Potter, ou Percy Jackson, ou os livros do Pedro Bandeira, como a Droga da Obediência, ou os de Ana Maria Machado, como Bisa Bia Bisa Bel, para o aluno? Por que não dar quadrinhos? Sempre falo para quem me pergunta como consigo ler livros como Guerra dos Tronos (livro de quase mil páginas) que leio uma página após a outra, da mesma forma que assisto a um seriado, episódio após episódio, não é cansativo, é prazeroso. A formação de leitores no Brasil é importante para a formação de escritores e para a criação de novas histórias que irão aquecer o mercado literário e narrativo como um todo, pois são dos livros que vêm diversas outras narrativas, como a televisiva e a cinematográfica. A gente peca em não incentivar de forma correta isso. Pais que leem incentivam a leitura nos filhos, e assim vai. Em um mundo em que o entretenimento eletrônico começa cada vez mais cedo, é importante apresentar o livro de forma igual. Sem pressão, ou castigos, mas como algo divertido. É o que acho.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
A Scortecci era parceira da Afeigraf no concurso literário que venci. Foi ela quem editou e diagramou todo o livro. Só tenho a agradecer o trabalho primoroso que resultou na publicação de O Grande Martelo. Principalmente a toda equipe editorial da Scortecci, como a Fernanda de Sá e a Paloma Dalbon, da Pingo de Letra, o selo infanto-juvenil da editora. Espero que haja diversas outras iniciativas do tipo no futuro.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
O Grande Martelo fala de um futuro que se ergueu sobre um passado longínquo, do qual ninguém mais tem memória. Ele faz um alerta a isso na nossa sociedade atual, pois costumamos esquecer com facilidade coisas importantes, que seriam fundamentais para que aprendêssemos a lidar com erros já cometidos. Além disso, é um livro sobre amizade e aventura. Eu realmente espero que meus leitores gostem tanto de Lip e Chip quanto gostei de escrevê-los. Espero que seja uma leitura divertida e prazerosa. Um grande abraço.

Obrigado pela sua participação.
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segunda-feira, 17 de abril de 2017

Entrevista com Lilia Iasi - Autora de: MEU BICHINHO DE ESTIMAÇÃO

Nome literário de Lilia Terezinha Iasi Moura. Nasceu em Botucatu, mas mora na capital de São Paulo, desde a mais tenra idade. Tem quatro filhos e cinco netos. É professora de música, pianista, letrista e compositora. Formou-se pelo Conservatório Musical Beethoven em piano clássico e, mais tarde, especializou-se em piano popular, teclado, violão, canto e educação musical infantil. Paralelamente, desenvolveu a sua carreira de escritora. É autora dos livros: Personalidade, Em busca do equilíbrio, Ser mulher, Pensamento em poesias. Ultimamente, publicou alguns livros infantis, como: Musicalização infantil, A fazenda do vovô, O indiozinho guarani, Meu cavalo alazão, A pet esperta, As frutas amiguinhas, Música na floresta, Maravilhândia e o mais recente A praia (Pingo de Letra - Scortecci Editora). Lançou, recentemente, o songbook autoral Além do som (Scortecci Editora), contendo composições próprias (de MPB) e gravou um CD autoral, interpretado pela cantora Maria Diniz, mais um livro de pensamentos, Paz na meditação (Scortecci Editora). Paralelamente, dedica-se ao trabalho voluntário, contando histórias para crianças, em ONGs do seu bairro, promovendo, também, atividades culturais musicais para idosos.


Meu bichinho de estimação

Como sua mãe não podia lhe dar um animalzinho de estimação, a menina adotou uma pequena joaninha, que a seguia por todos o lugares. Certo dia, porém, ela desapareceu e a deixou muito triste. Mas, depois de um certo tempo, ela voltou com duas filhotinhas, para a sua grande alegria!




Olá Lilia. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.


Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Uma Menina adota uma joaninha como seu bichinho de estimação. A ideia surgiu, observando a natureza. Esta obra destina-se a crianças de 3 a 7 anos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou escritora, há alguns anos. Gosto muito de escrever, tanto para crianças, como também para adultos, como já tenho publicado alguns livros de pensamentos e poesias.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acho uma tarefa árdua, mas muito recompensadora, emocionalmente, par ao autor.
Na verdade, somente alguns autores brasileiros conseguem chegar às vitrines das livrarias, infelizmente.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Encontrei, por pesquisa na Internet e já publiquei vários livros, pela Editora Scortecci.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, é de agradável leitura para as crianças e a história emociona, afinal, toda criança gosta da natureza e dos animais.

Obrigado pela sua participação.
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quinta-feira, 13 de abril de 2017

Entrevista com Sylvia Mäder - Autora de: CORES & MANDALAS

Artista plástica, bacharel em Comunicação Visual pela Fundação Armando Álvares Penteado, FAAP. Curso livre de Arteterapia na FAAP com Joya Eliezer e Pedagogia Terapêutica na Associação Beneficente Gepeto, onde conheceu o trabalho com mandalas como ferramenta terapêutica.

Autora dos livros de mandalas para colorir:
Lendas & Mandalas (lendas brasileiras) – Ed. Ground - 2002
Flores & Mandalas – Flores de Bach – Ed. Scortecci – 2006, 2009, 2015
Cirandas & Mandalas – Para cantar e colorir – Ed. Scortecci – 2008
Momentos & Mandalas – Imagens do I Ching – Ed. Scortecci – 2011
Animais & Mandalas – Uma conexão com o mundo animal – Ed. Scortecci – 2014
Aromas & Mandalas – O toque perfumado da Natureza – Ed. Scortecci - 2014

35 mandalas para colorir em sintonia com os 7 raios da Grande Fraternidade Branca, inspiradas nos atributos das cores que se manifestam em forma de flores, frutos e árvores.








Olá Sylvia. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Cores & Mandalas – Sintonia que inspira é um livro de mandalas para colorir com 35 mandalas em sintonia com os 7 raios da Grande Fraternidade Branca, inspiradas nos atributos das cores que se manifestam em forma de flores, frutos e árvores.
Em junho de 2016 descobri as Meditações com os mestres da Fraternidade Branca de Maria Silvia Orlovas (https://umcanaldeluz.com.br/?utm_content=3112).
Enquanto praticava as meditações diárias, surgiam imagens muito nítidas de flores, frutos e árvores sempre de acordo com a cor do raio específico do dia da semana. Isso foi a deixa para iniciar um novo projeto de mandalas para colorir.
Colorir mandalas é uma atividade para crianças e adultos, uma forma de meditação que harmoniza, relaxa e estimula a concentração.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Cores & Mandalas – Sintonia que inspira já é o meu sétimo livro de mandalas para colorir. O sexto editado pela Scortecci Editora. O primeiro editado pela Scortecci Editora foi o Flores & Mandalas – Flores de Bach, em 2006 e hoje está na 3ª edição.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Um autor no Brasil precisa ser um altruísta.
Sou artista plástica e adoro criar mandalas, é uma terapia para mim e gosto de saber que posso ajudar outras pessoas com a minha arte.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Minha tia editou um livro de poesias pela Scortecci. Experimentei e gostei. O atendimento é atencioso e o acabamento dos livros excelente.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Meus livros são de mandalas para colorir. Eles precisam de você para se completarem com a sua experiência e a sua história.
Meus livros podem ser uma ferramenta para você ler a sua alma. E sua alma merece sim ser lida!.

Obrigado pela sua participação.

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segunda-feira, 10 de abril de 2017

Entrevista com Luciene Figueiredo - Autora de: ARQUITETURA DA PAZ

Nasceu em São Paulo, capital onde cursou Arquitetura e Urbanismo na Universidade Mackenzie. É pós graduada pela UNESP/UMAPAZ e teve como Trabalho de Conclusão de Curso a pesquisa Arquitetura da paz, percepções provocadas pelo espaço, donde originou o presente livro.
Além de arquiteta, paisagista, é mãe, professora, fotógrafa e pesquisadora/garimpeira (como se define) e agora escritora. 
Teve oportunidade de viajar para mais de 30 países, onde estuda e garimpa materiais sustentáveis, para contribuir com inovação e atenção, que despende, aos que solicitam sugestões.

Unindo dois conceitos: arquitetura e paz, pesquisei o espaço que proporciona a percepção ou a sensação de paz no usuário, além de elementos construtivos sustentáveis que podem ser utilizados para este estado de serenidade.
É preciso aprender a contemplar para ter paz. Paz é se harmonizar com o movimento da natureza e deixar a vida fluir.
Incluir um novo conceito arquitetura da paz é uma busca que se tornou importante numa era tão rápida e agitada. Além de todos os processos de inovação para se chegar a tão em voga arquitetura sustentável, é preciso incluir noções básicas para projetar o edifício limpo, harmônico e que traga percepções agradáveis para qualquer usuário.

Olá Luciene. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Uni dois conceitos: arquitetura e paz, pesquisei o espaço que proporciona a percepção ou a sensação de paz no usuário, além de elementos construtivos sustentáveis que podem ser utilizados para este estado de serenidade.
Iniciei esta pesquisa em 2005, primeiramente dando palestras sobre minha visão do que era arquitetura da paz. A cada palestra meu repertório aumentava, conforme meus estudos e as intervenções do público ouvinte.
O livro é derivado de meu Trabalho de Conclusão de Curso na pós graduação e se destina à qualquer pessoa que goste do tema estudado. Para estudantes e Arquitetos adiciona conceitos novos e reflexões.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Publiquei um conto na Antologia de 2016. Tenho outro livro de contos já escrito. Gosto de ler e de escrever. Pretendo escrever outros livros.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acho difícil viver como escritor. A porcentagem do valor de capa é muito pequena para o escritor.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através de amigos que já publicaram.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Merece ser lido porque todo mundo quer um espaço agradável para morar e eu dou dicas de como edificar, ou observar um espaço de paz. É um convite à reflexão. Fala dos pilares da Arquitetura da Paz e enumera temas importantes a serem considerados na hora de projetar.

Obrigado pela sua participação.
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quarta-feira, 5 de abril de 2017

Entrevista com Roseli Gimenes - Autor de: LITERATURA BRASILEIRA - DO ÁTOMO AO BIT

Doutora em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC SP, é professora de literatura brasileira e coordenadora do curso de Letras da Universidade Paulista. Pesquisa Cinema, literatura e psicanálise. Publicou também:  Um caso de modernidade: Junqueira Freire e William Wordsworth, pela Apg-Puc, 1993. Uma estrutura:  a perversão, Cespuc,  1995. Teciduras: onde  a rosa tem espinho, pela Apg-Puc, 1997. Psicanálise e cinema, 2a edição Scortecci, 2012. A menina  de Lacan: um conto Rosa,  1a edição Cespuc, 1996;  2a edição Scortecci, 2006. Escreve regularmente na Revista Educação em movimento, do Forum Oeste de Educação Inclusiva-FOEI

A obra coloca em destaque o percurso da literatura brasileira considerando escrituras, principalmente, a partir do século XIX, de caráter de invenção, como as Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, analisando diacrônica e sincronicamente obras e autores como Gregório de Matos, no Barroco, Tomás Antônio Gonzaga, no Arcadismo, e Oswald de Andrade, no Modernismo, observando qualidades de literatura de invenção; passando ao contemporâneo pela obra A festa, de Ivan Ângelo, apostando em sua interatividade ainda em livro impresso, à ciberliteratura de Clarah Averbuck, nas redes sociais, e à poesia concreta e digital de Augusto de Campos, aliada às novas tecnologias digitais. A buscar indagações sobre estilos de literatura impressa e digital, chega-se a resultados que apontam criação poética de invenção e interatividade na literatura brasileira, da influência da poesia concreta aos fazeres da poesia ciberliterária, assim como de marcas do concretismo nos hipercontos digitais. Ao lado de questões acerca do ensino-aprendizagem, inclusive no ensino a distância de literatura brasileira, procuramos observar o perfil cognitivo dos alunos de cursos de letras de instituições privadas e suas relações com o mundo impresso e digital quando trabalham a literatura brasileira. A criação poética feita por computadores a partir da inteligência artificial que já se prenuncia em instigantes trabalhos de robôs que contam histórias, participam de ações científicas e ganham partidas de xadrez, mas que também constroem o sentido de que poderão substituir as criações poéticas, entre outras ações e emoções humanas, partindo de teorias como as de John Searle, que com sua metafórica experiência O quarto chinês argumenta desfavoravelmente à inteligência artificial forte, e Roger Schank, que também com experiências na observação de crianças, contrário a Searle, aposta na aprendizagem pelas máquinas. As leituras que propiciaram as indagações e os resultados sobre literatura e novas tecnologias partiram, notadamente, das obras de Lucia Santaella a respeito de “literatura expandida”, de literatura nas redes sociais, assim como no apoio de contemporâneos da teoria literária, como Haroldo de Campos e Augusto de Campos, sem deixar de percorrer os cânones dessa teoria literária para a análise de obras impressas e anteriores à ciberliteratura, como Alfredo Bosi, Antônio Candido e Marisa Lajolo – que navega entre o impresso e o digital –, entre outros. A descoberta de que a criação, a invenção e a interatividade são motes das obras poéticas literárias, esperamos, possa incentivar o trabalho de professores em suas análises também inventivas, criativas e interativas em suas aulas de literatura brasileira, incentivando seus alunos a perscrutarem os caminhos das redes sociais não apenas em busca de entretenimento, mas também de estudo em blogues, revistas e sites literários.

Olá Roseli. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.


Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Literatura brasileira é o grande tema, enfocando alguns grandes escritores como Machado de Assis, Ivan Ângelo, Clarah Averbuck e Augusto de Campos. Escrevê-lo foi a maneira de mostrar aos interessados em literatura obras interativas e digitais, por isso o público é exatamente aquele que estuda e gosta de literatura.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou professora de literatura brasileira e coordeno o curso de Letras da UNIP. Esse tema já esteve em meu primeiro livro que relacionava literatura e psicanálise, Guimarães Rosa e Lacan. No segundo, embora trate de cinema e psicanálise, a questão literária e poética também estava presente nos filmes de Almodóvar. Tenho muitos contos publicados e arquivos sobre literatura. Raízes que tenho deixado.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Contrária à maioria, acredito no escritor e creio que a literatura é bastante valorizada. Há obras encantadoras e que têm sido reeditadas, sinal de que a leitura vai bem no Brasil, sim.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
No primeiro momento há muitos anos descobri a Scortecci por meio de uma aluna do curso de Letras. De lá para cá, estou no terceiro livro com a editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
A obra mostra, ao menos, três escritores pouco divulgados entre o leitor comum, embora conhecidos no mundo literário: Ivan Ângelo, Clarah Averbuck e Augusto de Campos. Há também uma abordagem interessante que é a da literatura digital e da relação da literatura com o computador. Esses temas são importantes aos leitores. É preciso saber o que a literatura está construindo no mundo contemporâneo do século XXI.

Obrigado pela sua participação.
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