sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Entrevista com Thereza Helena Perbeils - Autora de: OS PIOLHOS DE BEBEL e OS PIOLHINHOS DA SOFIA

Nome literário de Thereza Helena Perbeils Marchon. É de Niterói/RJ. Cursou Letras (Português/Inglês) e Direito. Foi professora da rede pública de ensino e continua atuando no serviço público. Tem três filhos e três netos e foram eles que lhe forneceram a matéria-prima e o ânimo para se lançar a esta divertida aventura piolhesca.


Esta história surgiu num dia em que cheguei à casa de minha filha no exato momento em que ela acabara de descobrir a causa do “coça-coça” na cabeça de sua filha Isabel: uma multidão de piolhos se atropelava por entre os cabelos compridos e cacheados daquela garotinha de 7 anos. Em Os piolhos da Bebel conto aquele dia sinistro..



Neste segundo livro, conto a volta trufante dos piolhos que, expulsos da cabeça da Bebel, reaparecem nos cabelos da Sofia, sua irmã menor, desvendando o curioso lugar para onde novamente são expulsos e as cabeças famosas que já haviam visitado.




Olá Thereza Helena. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Olá, pessoal!
O prazer de estar aqui também é meu!
Serão lançados dois livros ao mesmo tempo: Os piolhos da Bebel e Os piolhinhos da Sofia. Portanto, as minhas respostas à entrevista dirão respeito a eles dois.
A história Os piolhos da Bebel conta o turbulento dia em que a mãe da Bebel, uma garotinha de 7 anos e de longos e fartos cabelos encaracolados, se depara com a infestação de piolhos na cabeça de sua filha. Como os piolhos viviam? O que faziam? De que maneira e para onde a mãe da Bebel conseguiu expulsar esses bichinhos tão conhecidos e indesejados? É por aí que se desenrola a história.
Em Os piolhinhos da Sofia conto a volta dos piolhos que, expulsos da cabeça da Bebel, retornam, aliviados e saudosos, aos cabelos da Sofia, a irmã menor. Com o reaparecimento dos insistentes piolhos é revelado o curioso lugar onde estavam e para onde, novamente, são expulsos e, também, de quem são as cabeças famosas visitadas por eles ao longo de toda a História (com H maiúsculo mesmo!).
Bem, a ideia de escrever os livros não foi minha intenção imediata.
Escrevi os textos pensando apenas em registrar as cenas tumultuadas e muito divertidas das quais havia participado durante uma visita costumeira de avó.
Algum tempo depois, minha filha, mãe das duas meninas, resolveu desenhar as cenas escritas.  E estes desenhos, tão artesanais e vibrantes, trouxeram aos textos aquelas cenas e vestiram, divertidamente, as histórias.
Textos prontos e ilustrações feitas, sem que nos déssemos conta, tínhamos, em mãos, o esboço de dois livrinhos infantis, de certa forma ligados entre si, diria, por laços de sangue -  de nós quatro e ... dos piolhos. 
Como deixar tudo isso esquecido no fundo de uma gaveta? Ah, isso não!
Resolvemos, então, arregaçar as mangas e buscar maneiras para transformar textos e desenhos soltos no produto livro.
Num primeiro momento, imaginei que os livros pudessem se destinar a crianças de 7 anos, por aí. Ao mesmo tempo, muito claramente, também imaginava adultos lendo as histórias para suas crianças pequenas, interagindo com elas, compartilhando imaginação, curiosidades, indagações e diversão.
Na verdade, o que acho mesmo é que livros infantis agradam a todas as pessoas, não só às muito pequenas quanto às senhoras e senhores de qualquer idade. Isto pela mais simples e óbvia das razões: todo adulto foi criança um dia e, como tal, experimentou as peculiaridades do universo infantil e é provável que tenha esse registro bem guardado num cantinho da memória, ainda que, em muitos casos, não tenha sido um registro, talvez, cor de rosa.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Realmente, não sei responder.
Quem gosta de escrever não consegue parar.
Ideias, observações, conflitos, angústias, curiosidades, alegrias, esperanças, emoções vão sempre parar numa folha de papel, ou na tela de um computador, atualmente. É o que, usualmente, acontece comigo. Escrever é, para mim, uma das formas em que me conecto, me organizo, me divirto, me entendo, me desabafo.
Sobre os textos que tenho guardados, não nutro ansiedades ou expectativas sobre o que mais poderão vir a ser um dia. Melhor deixar seguirem, naturalmente, seu rumo.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Com toda certeza, não deve ser nada fácil. Pude ter uma breve ideia sobre isso ultimamente.
E, em se tratando de novatos, que ousam penetrar nesse universo, unicamente com a cara e com a coragem, beira quase o impossível.
Por outro lado, tenho observado que as crianças e os adolescentes estão lendo bastante, ultimamente. Arrisco até um palpite. Acho que está próximo o dia em que uma criança, ao ser convidada a brincar, prontamente pegará seus brinquedos: uma bola, carrinhos, super-heróis, jogos eletrônicos e ... livros (na sua modalidade física ou eletrônica, não importa).

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Com toda certeza, não deve ser nada fácil. Pude ter uma breve ideia sobre isso ultimamente.
E, em se tratando de novatos, que ousam penetrar nesse universo, unicamente com a cara e com a coragem, beira quase o impossível.
Por outro lado, tenho observado que as crianças e os adolescentes estão lendo bastante, ultimamente. Arrisco até um palpite. Acho que está próximo o dia em que uma criança, ao ser convidada a brincar, prontamente pegará seus brinquedos: uma bola, carrinhos, super-heróis, jogos eletrônicos e ... livros (na sua modalidade física ou eletrônica, não importa).

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Bem, Os piolhos da Bebel e Os piolhinhos da Sofia contam histórias de cabeças piolhentas. E piolhos são velhos conhecidos de muitas cabeças mundo afora. Acho que todos nós, em algum momento, tivemos contato com bichinhos tão insistentes e perturbadores como são os piolhos.
Sobre a minha mensagem diria: Combatam firmemente os piolhos, ao mesmo tempo em que se divirtam com estas duas histórias.
Obrigada, gente!

Obrigado pela sua participação.
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quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Entrevista com João Vitor Pereira - Autor de: SILENCIA-ME

Tem 16 anos. É estudante da 3º série do Ensino Médio. Este é seu segundo livro de poemas, o primeiro se chama Poemas não apenas de amor. É um autor que aprecia grandemente a leitura e escrita.








Entre na mente inconstante e insaciante de um adolescente que escreve para explorar e aliviar seus sentimentos em relação ao mundo e tudo que o afeta de alguma maneira. Explore seus sentimentos e descubra sua poesia.

Seu silêncio / me paralisou / porque eu entendi  / cada sílaba
que você (não) gritou.

 (Minha resposta /  foi o ritmo /  da minha respiração.)


Sufocou.

Olá João Vitor. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro, Silencia-me, é um livro de poesias que expõem minha opinião e meus sentimentos em relação ao que acontece no mundo, por vezes com uma conotação mais social, e outras com uma conotação mais interna e até romântica. A ideia do livro se deu depois da escrita dos poemas, que foram selecionados e organizados. O livro se destina a um público mais jovem.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Silencia-me é meu segundo livro. É um sonho que se realizou e faz parte de um projeto, também, no mundo da escrita, já que tenho a intenção de lançar mais livros. Inclusive, consigo perceber minha evolução mental pessoal quando leio meus poemas, e isso é algo de que me orgulho muito.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acho que a vida de escritor no Brasil se baseia mais em desejos de realização e satisfação pessoal que na intenção de vendas. Não que quem queira vender não se realize pessoalmente, mas acho que o incentivo, as oportunidades e o público são mínimos. Mas é importante escrever, publicar e também divulgar, para aumentar cada vez mais o hábito de leitura nas pessoas.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Foi minha mãe, Mônica, quem cuidou disso. Ela ficou sabendo da editora por indicação.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Meu livro merece ser lido! (risos) Silencia-me é um livro de que me orgulho muito e que faz as pessoas (inclusive eu) pararem para pensar, além de ser, obviamente, uma forma de entretenimento. Inclusive, é necessário que o livro seja lido, porque se não for lido nunca passará de ideias criadas e unicamente do escritor; é o leitor quem interpreta e discute a obra.

Obrigado pela sua participação.
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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Entrevista com Grace Cristina Ferreira-Donati - Autora de: RETALHOS DE ALMA INTEIRA

É fonoaudióloga e pesquisadora, especialista em Linguagem, mestre e doutor a em Educação. Mas é no exercício da escrita poética, que se desenrola desde a sua infância, que se pode ter clara a identidade da autora. A escritora é membro da Oficina da Palavra, grupo de escritores de Bauru – SP, tem textos e poesias publicados em antologias e coletâneas de concursos e compartilha frequentemente seus escritos no blog de sua autoria Verbogeren (www.verbogeren.net).



É um livro de poesias e contos poéticos que trata de temas cotidianos e sentimentos essenciais do homem, com rebuscada sensibilidade. A maioria das produções é construída em verso livre, e, assim como o título sugere, expõe a alma da escritora, suas percepções e sensações, sem proteções, e exibindo elevado domínio de assonâncias, aliterações, rima e ritmo. As palavras costuram ora delicadezas, ora cruezas sobre o amor, as angústias, as flores, a solidão, o tempo, as repressões e a esperança. Ler Retalhos de alma inteira é tornar-se linha no cerzir de muitas reflexões poéticas do que se passa em cada um de nós.

Olá Grace Cristina. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
É um livro de poesias e contos poéticos que reúne a atividade criativa dos últimos 20 anos. As poesias têm por tema o amor, a natureza, o tempo e o sufocamento provocado pelo cotidiano. O livro se destina a todos que desejam se expor a uma leitura sensível do ser humano e gosta de se entregar a um exercício reflexivo a respeito da vida.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Tenho planos de que seja o primeiro livro de muitos. O processo de organização do livro me pôs em contato com minha identidade mais genuína, onde a escritora vive. Hoje tenho consciência de que é a escrita que me define. Atualmente, estou me dedicando a um projeto de Inter-Linguagens com o tema Árvores, em parceria com o artista André Marques. Dentre as várias ações previstas no projeto está a publicação de um livro com reproduções dos trabalhos de Artes Visuais e de poesias originais minhas.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Penso que não há caminho possível a um escritor senão escrever. Por questões profissionais, vivi sem escrever por um bom tempo e fui intoxicada com a escrita que não se expressava. Sou uma fonoaudióloga apaixonada pela minha profissão e tenho uma rotina intensa de trabalho. Mas hoje, consegui inserir a escrita em meu cotidiano como tantos outros afazeres e prazeres. Cabe o caminho da escrita ao escritor, o papel de verter em palavras o que vê, pensa e sente. O encontro com os leitores faz parte dos encontros da vida. Acho que a saída é dar luz à escrita e, da forma que for possível, fazê-la chegar ao outro, que muitas vezes, não vai ao seu encontro, mas se regozija quando ele ocorre.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Conheci a Scortecci por meio da indicação do amigo de um amigo ao que sou muito grata!

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Retalhos de alma inteira é um livro para ser apreciado aos poucos, dando tempo ao eco das palavras, à repercussão do abstrato e das mensagens cifradas tão presentes nas poesias. Mas há quem o lê de uma só vez... em um único fôlego... e o relê e relê. Eu desejo que cada leitor encontre o seu próprio jeito de interagir com Retalhos... e não se furte a se encontrar nas palavras ora doces, ora dramáticas. Afinal de contas, é preciso coragem para mergulhar em poesia e descobrir os próprios retalhos em meio aos versos.

Obrigado pela sua participação.
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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Entrevista com Karla Tamarozzi - Autora de : MARGARIDA

É jornalista e tradutora. Nascida em Bauru, interior paulista, atravessou a porta do mundo literário quando criança e decidiu nunca mais sair ao conhecer a magia de Isabel Allende e Gabriel García Márquez. A jornalista escreve profissionalmente há mais de 10 anos, mas em Margarida está sua primeira produção editorial.


Margarida não podia dormir uma noite sem antes olhar para o céu...
Nesta narrativa mágica, papais e crianças irão embarcar em um mundo que ultrapassa as barreiras físicas e imaginárias que envolvem o amor entre netos e avós. 
Este livrinho, que tem como personagem principal a pequena de cabelo liso e cacheado, inclui idas e vindas daqui até à Lua e lições passadas entre gerações. 
A história direciona o leitor a entender a energia tão poderosa que Margarida é capaz de emanar em forma de uma luz lilás e cintilante. 
Esta é uma leitura ideal para pais que querem desenvolver ainda mais o lado fantasioso e criativo de seus filhos – os bens mais preciosos da infância.

Olá Karla. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro acompanha um pouquinho da história da Margarida, uma pequenina bem especial cheia de história para contar e dotada de muita sensibilidade. Vale a pena entender com quem ela irá compartilhar sua magia e como ela ganhou seu arco-íris lilás.
Em um escopo mais amplo, o livro também trata das ligações de família, das histórias hereditárias e de como estamos sempre traçando uma narrativa conjunta com nossos familiares mais próximos. A forma como nos complementamos em família.
A inspiração veio 100% dos meus sobrinhos Leonardo, Enrico e Marina.
Os toques mágicos e sobrenaturais são instintos que carrego desde sempre e caminham ao lado da sensibilidade necessária para a escrita.
Desta forma, posso dizer que o livrinho é resultado de um sentimento familiar colocado em prática com minha bagagem literária.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Eu sou jornalista e tradutora e tenho uma empresa de tradução jornalística chamada Speñglish, o que faz com que eu esteja em contato com as Letras todo o tempo. Sou natural de Bauru, interior de São Paulo, e tenho 32 anos.
Esta é minha primeira obra literária e faz parte de um sonho de criança e de adulta como jornalista. Ter um livro publicado nas livrarias de todo o Brasil é um gosto inigualável.
Espero que seja o primeiro de muitos e também tratei de plantar uma árvore. Só me falta um filho!

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Como jornalista atuante no mercado, eu vejo a vida de escritor de muitos colegas caminhando de forma paralela à primeira atividade de trabalho. Também tenho visto o crescimento de publicações independentes. São vários os cenários para análise desta questão, mas seguramente sinto que a leitura local é pouco valorizada em nosso mercado. Temos que trabalhar para divulga-la!

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Eu busquei falar com outros escritores que traçaram o mesmo caminho que eu estava tentando e li os comentários de escritores independentes que recomendavam a Scortecci como uma forma acessível de colocar sua ideia em distribuição.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Margarida é, sem dúvidas, a primeira obra inspirada no Realismo Mágico feita para crianças no Brasil. Este é um novo estilo, um novo formato e uma nova abordagem a ser experimentada pelas escolas e por pais e filhos.
A narrativa de Margarida merece ser lida pois é original, é brasileira e é um misto de temas de nossas vidas em família.

Obrigado pela sua participação.
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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Entrevista com A. Cordeiro - Autor de: OURO D`ÁGUA

Nome literário de Antônio Cordeiro Filho.
É natural de São Paulo, Capital. Foi empresário e atualmente presta serviços na sua área de atuação. É Professor, Mestre e Doutor e leciona em Universidades como UNIFESP – Universidade Federal de São Paulo (EPPEN), PUC-SP e FMU disciplinas que tem relações técnicas nas áreas de Seguros, Previdência, Saúde Suplementar e outras correlatas. Dá aulas também da Escola Nacional de Seguros – em cursos de Atuária, Previdência, Seguros e Riscos. Foi professor também de outras Universidades e atuou no mercado financeiro, imobiliário e segurador. Conheceu o Pantanal com suas identidades durante inúmeras viagens por quinze anos por toda a região. Este livro está pronto há muito tempo. Precisamente desde 2001. Manteve a essência da época e a verdade de hoje. Este é seu primeiro voo nas letras como romancista. Tem livros técnicos publicados pela Editora Atlas. Escreve para Revistas, dá entrevistas para jornais e faz palestras.

Laneiro é uma pessoa que se desenvolveu no mercado financeiro quando jovem e acompanhou o Sistema Financeiro Habitacional deslanchar no Brasil. Aproveitou esse conhecimento e montou uma imobiliária para vender os seus serviços aos empreendedores de construção civil que se aventuraram – na época - num mercado de grande demanda e pouco explorado. O mercado de construção civil habitacional. 
Ele é o protagonista contando parte da história. Foi uma pessoa que demonstrou, em suas atitudes, grande credibilidade e conseguiu êxito no seu trabalho. No início com sócios... depois sozinho. Não suportava fracos, medrosos e mentirosos. Em suas relações de negócios teve a felicidade de conhecer no mercado financeiro uma pessoa especial: Eledoy Gripp. Nesses anos de grande amizade fez negócios grandiosos com o Banco Cittá Union e entidades bancárias do governo.

Olá Antônio. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A história se passa no final dos anos 90 e mostra a corrupção entre órgãos públicos e bancos privados e a virada louca do dólar em final de 99 no governo do FHC. Há quebra de bancos, morte, traições e investigação de onde foram parar os ativos garantidores do cofre de um dos bancos que é o banco da história. O Pantanal é parte do Fundo ou do cenário dessa investigação. Barcos hotéis existentes na região de Corumbá / Mato Grosso é também um dos outros cenários. Há ecologia, passeios, pescarias, amor e ódio. Surpresa ao final.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Já plantei muitas árvores, já tenho filhos adultos e netos. Já escrevi vários livros de caráter técnico financeiro e atuarial que é a minha área atual de trabalho e docência. Literatura de Ficção como OURO D'ÁGUA é o meu primeiro livro. Quem sabe?

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Optar por ser escritor pode ser uma viagem cheia de obstáculos. Mas o talento sempre desabrocha em algum dia. Escrever está no sangue... sugiro sempre ter uma atividade paralela para sobreviver...

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Quem me indicou a Editora Scortecci foi um autor que já publicou com vocês. Mário Rubens (Maruam).

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Acho que sim. Deve ser lido por quem gosta de novos horizontes do mundo, conhecer outros lugares, enxergar os riscos de algumas atividades. Enfim, ficar esperto com o mundo ...

Obrigado pela sua participação.
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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Entrevista com Martim Ferrer - Autor de: PORTO INSEGURO

É carioca e estudou filosofia na PUC no Rio de Janeiro. Na Alemanha concluiu um doutorado na Freie Universität em Berlin e vive hoje na Alemanha.








Desde a sua descoberta, o Brasil nunca se encontrou inteiramente. Ele foi, por isso, muitas vezes objeto de reflexões. Hoje, depois de um período de mudanças, e no meio de uma crise, torna-se de novo importante pensar e discutir o Brasil, o que o país é e pode ser, quais as tarefas do futuro. O livro procura indicar quais os desafios futuros e os potenciais do país. Porto Inseguro apresenta elementos históricos para pensar a política no Brasil e elementos políticos para pensar a sua história e o seu futuro. Mas a perspectiva ou o ponto de partida do livro é a perspectiva pessoal de quem passa pelo Brasil e vive a sua realidade.

Olá Martim. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
No final dos anos 80 vim à Alemanha, onde ainda estou, para fazer um doutorado em filosofia. Encontrei durante essa época muitos outros estudantes brasileiros e um tema natural de conversas era o Brasil distante para nós em comparação com a Alemanha onde passáramos a viver, um país bem diferente. Daí e de outras questões que já trouxera do Brasil foram surgindo ideias acerca do Brasil que formaram a raiz do meu livro. Trata-se de um livro de reflexão sobre a realidade brasileira que parte da minha experiência pessoal, mas se refere ao percurso histórico e político que ajuda a compreender a nossa realidade. Acho que o público para o livro poderia ser todo mundo que se importa com o Brasil.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Dentro em breve um segundo livro meu deverá aparecer, desta vez sobre um tema mais amplo, a nossa época. Os dois livros formam de certo modo um par. Enquanto, Porto Inseguro trata do Brasil, o próximo livro trata da nossa época, do que aconteceu no mundo a partir da queda do Muro de Berlim, que caminhos vamos tomando enquanto civilização.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Escrever livros nunca foi um projeto meu. Foi apenas o resultado de ideias que foram surgindo e da vontade de encontrar uma formulação mais elaborada para elas. As próprias ideias constituem o desafio original para o escritor. O encontro e o diálogo com o leitor é o passo seguinte que hoje, no Brasil, pode ser mais lento, mas que terá o seu tempo.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Buscas na internet me levaram à Scortecci. Fiquei muito contente de encontrar uma editora que trata das edições com toda a competência e seriedade que eu poderia desejar.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Livros são sempre uma proposta muito pessoal. Por isso cada leitor de um livro é também um leitor único e especial com os seus interesses e disponibilidades. Nem todo livro é escrito e nem todo livro é lido, mas muitos livros são escritos e lidos porque o encontro entre o livro e o leitor é sempre possível.

Obrigado pela sua participação.
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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Entrevista com Heitor Churchill Ferreira de Souza - Autor de: APRENDENDO MATEMÁTICA VOLUME I

Heitor Churchill Ferreira de Souza
O autor desta obra reúne sua experiência de quase vinte anos lecionando matemática comercial e financeira em cursos preparatórios para concursos públicos e no antigo BANERJ. Nascido no Rio de Janeiro, formado em Ciências Contábeis com especialização em Matemática Financeira, demostrou desde sua juventude a vocação para lecionar Matemática, especialmente Aritmética e Lógica.

É o primeiro de uma série de cinco volumes, que visa incentivar e despertar interesse do estudante, já que usa métodos originais, procurando mostrar que o aprendizado da Matemática é baseado na lógica e não apenas no mero treinamento e memorização.
Uma grande quantidade de exemplos, exercícios resolvidos e problemas propostos guiará o aluno por suaves caminhos para a aprendizagem.
Nesta obra o autor enfatiza o uso da Falsa Posição - um antigo método interativo de equacionar e resolver problemas matemáticos.

Olá Heitor. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Trata do ramo da Matemática: financeira, raciocínio lógico utilizando, o Método da falsa posição.
Surgiu da necessidade de contribuir para um universo de leitores que buscam utilizar o livro para o aprendizado da matemática voltada para Concursos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
É o primeiro de uma série de cinco volumes, que abrangerá um largo campo da Matemática Comercial e Financeira.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
No meu entender, apesar de poucos leitores e da leitura pouco valorizada, há livros como este que escrevi que são de interesse das pessoas que buscam aprender Matemática para a vida prática.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através da publicação do livro infantil A Floresta Encantada e o Cãozinho Falante, de Lélia Almeida da Fonseca e Cruz, minha sogra e ilustrado por minha esposa Fernanda Cruz.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Claro que sim! Se não, não o teria escrito. É um livro raro, voltado para o ensino suave e de fácil aprendizado para qualquer nível escolar.

Obrigado pela sua participação.
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