sábado, 23 de dezembro de 2017

Entrevista com Edneuza Lopes - Autora de: UM CONTO NATALINO

Edneuza Lopes
Nome literário de Edneuza Lopes dos Santos. Nasceu em Maceió (AL), onde mora.
Desde a sua adolescência já praticava a escrita criando suas singelas poesias. Em 29 de outubro de 2010 recebeu o certificado pela sua participação no XI Concurso Literário de Poesias, edição de 2010, com o poema Tristonho.
Cursou Magistério (1991), Geografia (2000) e Química Industrial (2001), além de ter pós-graduação em Educação de Jovens e Adultos - EJA (2005/2006).
Desde 2006, trabalha como professora de Geografia na rede de ensino estadual.
Um conto natalino é seu primeiro livro publicado. 

O livro aborda diversos aspectos: conflitos, solidariedade, guerras, exclusão socioeconômica, dentre outros tão presentes na sociedade contemporânea. Numa linguagem simples e objetiva é retratada a história de um jovem chamado João. Um rapaz de classe média alta, cercado de luxo e falta de limites, que, motivado por uma aposta, decide estar num campo-santo, à meia-noite, em plena véspera de Natal! É nesse cenário silencioso e misterioso que tudo acontece, a partir da aparição de um ser fantasmagórico, montado em um corcel branco, despertando receios e imaginação...


Olá Edneuza. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro (Um conto natalino) aborda diversos aspectos: conflitos, solidariedade, guerras, exclusão socioeconômica, dentre outros tão presentes na sociedade contemporânea.
Eu sempre gostei (e ainda gosto) de histórias natalinas, a exemplo de Uma canção de Natal-Charles Dickens. E também das histórias de cordéis (que meu pai comprava), principalmente aquelas que envolvam temas enigmáticos. A inspiração (ideia) surgiu a partir dessas leituras.
O público alvo ao qual se destina essa obra (Um conto natalino) é infanto-juvenil, entretanto, podendo atingir um público de todas as idades.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Eu nasci em Maceió (AL), onde moro. Desde a adolescência já praticava a escrita criando singelas poesias. Cursei Magistério (1991), Geografia (2000) e Química Industrial (2001), além de ter pós-graduação em Educação de Jovens e Adultos-EJA (2005/2006). Desde 2006 trabalho como professora de Geografia na rede de ensino estadual. Em 29 de outubro de 2010 recebi certificado de participação no XI Concurso Literário de Poesias, edição de 2010, com o poema Tristonho. Um conto natalino é meu primeiro livro publicado.
Os meus projetos envolvem a publicação de outros livros (que já estão escritos). Além do desejo de vê-los traduzidos em outros idiomas, adaptados ao teatro e cinema.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Infelizmente essa é a realidade de um país que não prioriza a educação, nem seus profissionais. Consequentemente a existência de uma pequena quantidade de leitores e a pouca valorização da leitura neste país é tão somente o reflexo dessa tamanha desvalorização...

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Por meio do site: www.scortecci.com.br.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim. Porque o livro (Um conto natalino) aborda aspectos tão importantes e indispensáveis: solidariedade, compaixão, respeito e amor. Em uma sociedade contemporânea permeada por guerras, conflitos, desamor, exclusão socioeconômica, etc.
Sim. É preciso observar (com o coração) o que está a nossa volta. Sempre! Pois o essencial é invisível aos olhos - O Pequeno Príncipe.

Obrigado pela sua participação.
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segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Entrevista com Ricardo Carneiro Leão - Autor de: CONFUSÕES DA MINHA MENTE

Cidadão paulista da cidade de Mogi das Cruzes, veio à luz em 13 de março de 1951. Médico pela Faculdade de Ciências Médicas e Biológicas de Botucatu – SP – FCMBB. Colou grau em 1976 quando a faculdade estadual passou a integrar a UNESP. No ano de 2016, juntamente com seus colegas de turma, foi homenageado por aquela instituição de ensino nos seus quarenta anos de formado, fazendo parte da primeira turma de médicos da UNESP. Traz no coração o apelido de Tupamaro, que ganhou quando calouro na faculdade. Especializou-se em Ortopedia e Traumatologia na Santa Casa de Misericórdia de Ribeirão Preto – SP no então Serviço do Professor Doutor Luiz Tarquinio de Assis Lopes, seu mestre e orientador, já falecido. Casado há 41 anos com a Walquiria, pai de um casal de filhos: Karine, nascida em Ribeirão Preto – SP e Francis, nascido na cidade de Pederneiras – SP. Ambos casados com Marcel e Milena respectivamente. É avô de quatro meninos, Felipe, Lucas, Diego e Pedro. Felipe, o primeiro, filho do Francis e da Milena. Lucas, Diego (gêmeos) e Pedro, filhos da Karine e do Marcel. Deserto de Concreto foi seu primeiro livro. Publicado em 2009. A seguir, nos anos seguintes, publicou No Pé do Arco-Íris, Rosa Vermelha, Poemas a quem não tem nada pra fazer, Poemas pra quem não tem tempo de ler, Convite, Fantasia & Realidade – Livros Um e Dois, Verdades Temperadas, Simplicidade e Manuel do Amor de 2016, que além de diversos poemas apimentados traz um conto que dá nome ao livro.

Prezado(a) amigo(a) leitor(a), as páginas deste livro que você está começando a ler e continuará lendo desde que essas minhas primeiras palavras despertem em você a curiosidade de conhecer alguns outros planetas habitados espalhados pelo universo infinito. Planetas que eu conheci. A narrativa que faço não sei se é pura ficção, se é loucura pura ou se é pura realidade. Em algum momento viajei por esses planetas que você vai conhecer, se é que ainda não conhece. Mesmo que conheça não conhece tão bem como eu conheci, porque eu estive lá. Durante seis meses, que passaram muito mais rápido do que se eu estivesse aqui na Terra, viajei distâncias inimagináveis, em aeronaves ou naves espaciais nada parecidas com os discos voadores desenhados pelos homens terrenos. Que jamais teria conseguido se estivesse vivendo na Terra. Vi, participei e aprendi em tão pouco tempo, coisas que não aprenderia na Terra durante todos os anos da minha vida, por mais que viesse a viver. Você já deve estar perguntando se eu tinha morrido. Não! Não estava morto. Essa deslumbrante viagem eu fiz durante seis meses em que estive em estado de coma devido a um aneurisma cerebral inoperável. Quando acordei, ou melhor, quando ressuscitei; porque os médicos terrenos já me consideravam morto; eu recordei de todas essas viagens que estão narradas neste pequeno livro. Pode ser que eu as inventei, muitos dirão que sim. Outros dirão que o aneurisma fez com que eu enlouquecesse. Pode ser que sim. Os mais crédulos dirão que é tudo verdade, que já ouviram histórias semelhantes narradas por outras pessoas que também, por algum motivo, estiveram em estado de coma e depois voltaram a viver. Também pode ser que sim. Mais algumas palavras tenho para dizer, espero que não se zanguem comigo. Eu até hoje não tive qualquer aneurisma cerebral e também nunca estive em estado de coma. A única vez que desliguei da vida foi quando fui submetido a anestesia geral para uma revascularização do miocárdio por conta de um infarto, mas isso aconteceu há dezoito anos. Essa viagem aconteceu recentemente. Uma outra anestesia geral para uma cirurgia da próstata, mas esse livro já estava escrito, ainda não revisado. Posso dizer que o que escrevi e você vai ler não foi por estar anestesiado, que é muito semelhante ao estado de coma. Continuo sem saber se o conteúdo deste livro é pura ficção, loucura pura ou pura verdade. Sinto-me dominado pelas Confusões da Minha Mente. Se ao terminar de ler essa narrativa e chegar a alguma conclusão plausível peço que guarde para você, para não aumentar ainda mais as minhas confusões, evitando assim que eu entre em estado de coma por conta de um acidente vascular cerebral.

Olá Ricardo. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Uma fictícia viagem durante um fictício estado de coma durante 6 meses devido a um fictício aneurisma cerebral roto. Surgiu durante uma madrugada quando acordei com o tema na cabeça. Pra quem ama ficção.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou médico ortopedista, 66 anos, escrevo desde os meus 14 anos. Escrevo para deixar marcada minha passagem nessa atual vida terrena. Esse é nosso 11º livro. O primeiro romance. Todos os outros de poemas.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Se gostam de escrever, escrevam por prazer. Nunca abandonem suas profissões. Não esperem por elogios e muito menos como suporte financeiro. Publique seu livro e assuma o prejuízo.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através da internet em 2009 quando publiquei meu primeiro livro "Deserto de Concreto".

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Todo livro deve ser conhecido... se gostar do título, da capa e do assunto comesse a ler. Se vai chegar ao fim ou não depende do momento e da inspiração.

Obrigado pela sua participação.
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sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Entrevista com Pedro Paulo de Salles Oliveira - Autor de: CHIMARRÃO E CAFÉ

Nascido em Santa Catarina, mora em São Paulo desde 1931, onde iniciou seus estudos no Instituto Mackenzie em 1934. Formado em Direito pela Faculdade de São Francisco (USP), exerceu a advocacia como consultor de várias empresas imobiliárias antes de ser admitido no Departamento Jurídico da São Paulo Light S.A. Foi também consultor jurídico do Conselho Regional de Farmácia de São Paulo (cinco anos). Permaneceu na Light de 1957 até 1969, quando passou a ser funcionário da Cesp – Companhia Energética de São Paulo, por onde se aposentou. Tendo se especializado em Comunicação Institucional, exerceu nessa empresa, desde 1969, o cargo de assessor de relações públicas da presidência, onde planejou e coordenou a inauguração das usinas hidroelétricas de Promissão, Ibitinga, Xavantes, Jupiá, Ilha Solteira e Paraibuna. Durante um período de cinco anos foi requisitado para implantar a Assessoria de Relações Públicas da Itaipu Binacional (entidade binacional Brasil – Paraguai), onde planejou e coordenou a cerimônia de desvio do Rio Paraná (primeira etapa da obra, com a presença de mais de quatrocentos jornalistas de todo o mundo). Para a desapropriação de oitocentos quilômetros quadrados e cinco cidades, criou o Plano de Esclarecimento aos Desapropriados, pioneiro no Brasil. Posteriormente, esteve na Eletropaulo, onde implantou a Superintendência de Comunicação, e na Secretaria de Obras e Meio Ambiente, com o mesmo objetivo. Na OAB foi conselheiro suplente. No Conselho Regional de Relações Públicas foi conselheiro efetivo, tendo sido diretor da Associação Brasileira de Relações Públicas e da Associação dos Antigos Alunos do Mackenzie. Foi professor da Faap (1972-1974) no curso de Comunicação Social. No Esporte Clube Pinheiros, exerce o mandato de conselheiro, por eleição direta, há 55 anos, tendo sido diretor administrativo, vice-presidente e assessor de comunicação social da diretoria executiva, primeiro secretário e vice-presidente do Conselho Deliberativo e vice-presidente do Centro Pró-Memória. Faz parte atualmente da diretoria do Clube Pinheiros como assessor da presidência. Colabora com a revista do clube em crônicas, agora republicadas nesta edição. Exerceu, durante catorze anos, o cargo de diretor de comunicação da Associação dos Aposentados da Fundação Cesp, tendo recebido aí uma homenagem especial pelos mais de dez anos de atividade na diretoria. 

História e crônicas, vividas e escritas no decorrer de uma vida, vêm temperadas com alegrias e emoções, até a lembrança que capta os fatos reais, descritos pelos pais e avós, na primeira infância do autor. Depois, as épocas separadas mostram como registro sua biografia em cidades de Santa Catarina, São Paulo, Paraná e, de novo, São Paulo, até hoje. Chimarrão e café pretende remeter o leitor aos seus maiores, gaúchos e paulistas, sempre envolvidos em ambientes políticos conturbados e de reais perigos, em busca, lá e cá, de ideais baseados na moral e na ética. As crônicas, do período de 2015 a 2017, porém, procuram transportar o leitor para um recanto de paz dentro da nossa agitada cidade paulistana, num clima bem diferente das histórias antigas, quase procurando um diálogo com os pássaros que alternam os seus pios e a brisa suave provocada pelo balé das palmeiras sob o vento.

Olá Pedro Paulo. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Trata-se de descrever a História de gente séria e guerreira no Rio Grande do Sul e em São Paulo onde vivo desde 1931. A segunda parte trata de crônicas escritas entre 1015 e 2017, publicadas na revista Esporte Clube Pinheiros, editada mensalmente. No meio de tudo isso estou eu desde 4 anos de idade sobrevivendo aos perigos das revoluções e da Segunda Guerra mundial. Meu passado profissional na Light, Cesp, e Itaipu Binacional de 1957 até 1983 também aparece em vários lugares.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Realmente é o meu primeiro livro mas escrevo regularmente poesias, crônicas e sobre História desde muito tempo, acredito que a partir de 1990. Gostaria de continuar escrevendo e publicar mais alguma coisa.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
O escritor é um valente à espera da volta da leitura ao dia a dia da formação da cultura dos humanos, hoje escravos de uma tecnologia bem vinda, mas que está tirando das gentes a capacidade maior do seu cérebro: o raciocínio baseado em premissas.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
A antiga diretora da Biblioteca Mario de Andrade, Maria Helena Guimarães Costa e Silva, já falecida, foi quem me indicou.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, de ideais democráticos republicanos, seguidos por homens de bem que nunca precisaram de Lei das Mãos Limpas, pois o seu objetivo era o bem comum, que ouviam falar pelos seus maiores e não por mensagens curtas, de pura invencionice tecnológica, vazias de conteúdo.

Obrigado pela sua participação.
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domingo, 10 de dezembro de 2017

Entrevista com José Usbesco - Autor de: GOTAS E RABISCOS DE TERNURA

José Usberco (06/02/1929-06/03/2017)
Nasceu em São Paulo (capital). Viveu seus primeiros anos no Paraná. Desde muito cedo, aprendeu a trabalhar na lavoura catando algodão como se fosse uma brincadeira. Aos nove ou dez anos de idade mudou-se para a capital paulista, onde permaneceu até o final de sua vida. Estudou somente até o quarto ano do curso primário. Ainda na idade escolar começou a trabalhar como aprendiz e praticante de mecânica e de farmácia e, também, engraxate e vendedor de balas nas praças e cinemas da região do Belenzinho para ajudar no orçamento mensal da família; já então era o mais velho de cinco irmãos. Ainda adolescente passou a trabalhar na indústria de tecelagem e um pouco mais tarde na indústria metalúrgica. Casou-se muito jovem, aos vinte e poucos anos, com Antonina Kasjanczuk. Foi pai de dois filhos: João e Reinaldo Usberco. Educou-os com o seu trabalho e bom exemplo. João é professor e autor de livros de Química e Reinaldo é empresário e Diretor-Presidente da ARPE Ind. Eletrônica Ltda. José Usberco, ao enviuvar, teve por companheira a Sra. Arlete Silva Peres. Depois casou-se com Ruth Mary Calil. O autor, autodidata, sempre se dedicou a leituras e pesquisas sobre Filosofia e Literatura. Os pensadores e literatos romanos, gregos, portugueses e brasileiros, de diferentes épocas, foram os que mais despertaram o seu interesse e o ajudaram a expandir seus pensamentos, o seu conhecimento e a desenvolver os seus escritos.

É o nosso segundo livro editado pela Scortecci. No primeiro – Gotas e Rabiscos, de 2012 – expusemos toda a nossa sensibilidade através dos versos das Trovas, Poemas... Também das Narrativas, onde colocamos grande engenhosidade (1) de pensamentos, nos quais procuramos oferecer ao Leitor momentos agradáveis de lazer, bem como a oportunidade do despertamento (2) da imaginação. Muitas vezes nossas páginas são impregnadas de lições simples, porém sempre necessárias no nosso dia a dia. O presente livro, sem fugir a esse nosso peculiar estilo, de trazer Narrativas, Trovas, Poemas... Oferece, ainda, nossos Pontos de Vista, nossas Declarações, cujos objetivos são chegar até o Leitor pelos olhos, tocando sempre o seu bom gosto pelo Simples, pelo Belo, pelo Romântico, enfim, buscando por esse Lado Bom que Faz, Verdadeiramente, o Ser Humano ser HUMANO. Esperamos que Todo Aquele que se dispuser a ler as Nossas Letras possa encontrar, Nelas, Algo que o faça Melhor. Desejamos a Todos uma Boa Leitura e Muitos Agradáveis Momentos. Abraços.
O Autor
________________
 1 Engenhosidade = criatividade.
 2 Despertamento = conscientização.

Que o canto da maturidade jamais asfixie a tua criança eterna.
Que teu sorriso seja sempre verdadeiro...
Que as pedras do teu caminho sejam sempre encaradas como lições da vida.
(...)
Que cada dia seja um novo recomeço, onde tua alma dance na luz.
Que de cada passo teu fiquem marcas luminosas da tua passagem em cada coração.
(...)
Que o teu coração voe contente nas asas da espiritualidade consciente, para que tu percebas a ternura invisível tocando o centro do teu ser eterno.
Que o teu coração sinta a PRESENÇA secreta do inexplicável!
(...) 
Que jamais, em tempo algum, tu esqueças a PRESENÇA que está em ti e em todos os seres.
Que o teu viver seja pleno de PAZ e LUZ.
(Trechos de Para uma reflexão..., p. 213)

Olá Ruth Mary. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor par falar da obra de José Usberco.

Do que trata o Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Trovas, Cantigas,
Pensamentos.
Pelo desejo de Transmitir seus sentimentos, suas vivencias...
Público de bom gosto.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
José Usberco foi uma pessoa de bem, simples, autodidata, de bom coração. Esse seria o 1º de muitos livros se aqui continuasse presente.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A vida do escritor é prejudicada pelo excesso da tecnologia ainda não bem aplicada ou bem direcionada.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Conheci a Scortecci Editora - eu, Ruth Mary Calil - através de seus concursos literários do qual já participei uma vez.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
O Livro de José Usberco merece ser lido por suas mensagens de vida e o bom emprego de suas palavras.


Obrigado pela sua participação.
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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Entrevista com Elianete Vieira - Autora de: ELIZINHA

Nome literário de Elianete de Cássia Vieira Pinto.
É Analista de Sistemas  formada pela SESAT do Rio de Janeiro, fez pós-graduada em E-business e Gestão Empresarial e Gestão de Negócios em Serviços pelo Mackenzie em São Paulo.
Como escritora, iniciou escrevendo livros técnicos de informática e internet: O Início da Descoberta (2013), Desvendando a Informática na Melhor Idade - 4ª edição (2015) e Usando a internet para divulgar autores e livros – Ferramentas e redes sociais (2014).
Participou com crônicas em diversas Antologias Scortecci: Nossa História, Nossos Autores - edição comemorativa dos 30 anos; Palavras Desavisadas de Tudo; Redes de Palavras e Palavras Abraçadas
Na linha de contos e romances é: coautora do livro Reciclando Vidas resultado do workshop na Escola do Escritor (2012) e coautora de Marcados pelo destino - lançado na Bienal Internacional do Livro de 2016.
Em sua trajetória como escritora, sempre teve o desejo de escrever para crianças. Inicia seu desafio com o livro Elizinha, inspirado em suas lembranças de menina.

Elizinha, é uma menininha, curiosa e tranquila. Gosta de brincar, conversar e cantar. Bonequinha e companheira da mamãe, recebe a irmãzinha como sua filhinha.








Olá Elianete. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Elizinha é minha entrada no mundo literário infantojuvenil, realizando um sonho antigo. O livro em si surgiu de uma ideia que foi para o papel num ímpeto, e o ilustrador Jota Cabral soube captar bem a ideia original, ficando a obra um primor para ser lido para os pequenos ou lido pelos maiorzinhos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Oficialmente entrei no mundo literário no final de 2010 realizando um sonho antigo de publicar meu primeiro livro, quando escrevi Desvendando a informática na Melhor Idade, lançado pela Scortecci na Bienal do Livro de São Paulo em 2012. Depois vieram O início da Descoberta (informática) e Reciclando Vidas (conto) em 2013, Usando a internet para divulgar autores e livros (internet) todos lançados na Bienal de São Paulo em 2014. Neste momento, aumentou a vontade de publicar um romance e com a parceria de dois amigos, Cristina Andersen e Mario Stoquetti, lançamos Marcados pelo Destino na Bienal de São Paulo em 2016. Neste ínterim, participei de diversas antologias na Scortecci.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Seja qual for o seu sonho, invista nele, confie e realize. Caso seu sonho seja publicar um livro, faça isso. Faça cursos, invista na qualidade do texto (e ilustrações, se tiver) e publique. Não espere as coisas melhorarem. O melhor momento é você quem faz!
Dizem que existem poucos leitores no país, mas sempre haverá um leitor específico que se interessará pelo seu livro. São poucos leitores porque nem todos podem adquirir livros diretamente com o autor e nas livrarias acaba sendo mais caro. Mas, NÓS escritores, podemos mudar esse quadro, fazendo nossa parte de escrever boas obras e publicá-las.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Fiz meu primeiro curso na área literária no início de 2010. Descobri a Scortecci em 2011 através de uma amiga e me inscrevi na Antologia Nossa História, nossos autores, edição comemorativa de 30 anos da Scortecci, lançada na Bienal do Livro de São Paulo em 2012.
Desde então, não parei mais de publicar com a Scortecci devido à qualidade do trabalho deles, com seriedade e técnica, atenção, orientação e carinho de todos os funcionários. Fiz diversos cursos literários aprimorando meu conhecimento e atiçando a vontade de continuar escrevendo.
E agora, público um livro infantil usando o conhecimento adquirido com a Esther Perfetti, editora chefe do Selo Pingo de Letra.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Elizinha, por ser o primeiro infantil, objetiva a entreter os baixinhos contando a história de uma menina curiosa e falante com idade entre 1 e 2,5 anos de vida. Observando que, por ser bem pequena, ela fala errado algumas palavras e mantivemos isso no livro.


Obrigado pela sua participação.
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domingo, 3 de dezembro de 2017

Entrevista com Gilberto Apolonio Barbosa - Autor de: UMA HISTÓRIA QUE SE CONTA

Nasceu em 3 de fevereiro de 1964, em São Paulo (SP), é pai de três filhos. Cursou Construção Civil na Fatec e Administração de Empresas nas Faculdades Integradas Campos Salles. Licenciou-se em Matemática pelas Faculdades Teresa Martin e especializou-se em Psicopedagogia pelas Faculdades Integradas Campos Salles. Optou, por vocação, seguir apenas a carreira docente. Foi condecorado com a Ordem do Mérito Educacional do município de Itaú de Minas (MG), onde residiu por sete anos. O autor é professor na rede municipal de São Paulo, onde tem obtido excelentes resultados no que se refere à motivação e ao aproveitamento de seus alunos e alunas. Em 2012, publicou Matemática em verso e prosa: uma proposta interdisciplinar.
É difícil delimitar fronteiras no que tange àquilo que pertença a este ou àquele autor. Na verdade, produzimos de forma conjunta um enorme tecido, fio a fio, onde fica quase impossível definir qual fio alinhavou determinado autor. Escrever, então, é uma forma de homenagear aqueles que vieram antes de nós, misturar ideias de nossos contemporâneos e presentear aqueles que nos sucedem com um lindo tapete persa de cultura e de saberes.

Dia a dia, a vida nos impõe desafios. Isso vale tanto para a esfera pessoal quanto para a profissional. O renovar-se está relacionado à construção de novas sinapses, mas também com o tentar de outro jeito. Jeito este que tenha em si uma nova possibilidade de atingir o outro e a si mesmo para a busca dos mais diversos objetivos. Alia-se a isso o fazer juntos, tocando a quantas mãos for possível a melodia da vida. No âmbito escolar, isso faz menção à interdisciplinaridade, quiçá à transdisciplinaridade, meta minha. Professores construindo seus saberes de forma conjunta, além de demonstrarem a importância do outro, aproximam o saber científico do senso comum, sem detrimento à importância funcional de tais saberes. Desta forma, não apenas nos atemos ao aprender a conhecer, proposto pela Unesco, como também ao aprender a fazer, a ser e a conviver. Que o seja de forma tão prática e natural quanto um abraço, quando esse o é. Ficarei feliz se, ao final deste trabalho, incentivar um único mestre às delícias e aos desafios desse fazer interdisciplinar.

Olá Gilberto. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro contém impressões do escritor sobre temas importantes da educação, como interdisciplinaridade e leitura. Também contém poemas com temas da Matemática, como em Matemática em Verso e Prosa. O público alvo é o conjunto dos professores, alunos e amantes da educação.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
É meu segundo livro. Bom compartilhar ideias que achamos importantes. É preciso ter coragem de ser vidraça.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Ouvi alguém dizer que, em Londres, quando um bebê nasce, ganha um livro.. Acho essa atitude, um gol de placa.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Pesquisei pela internet, publiquei o primeiro livro é gostei do trabalho realizado.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Foram inúmeras horas de trabalho. Nele expresso aquilo que penso sobre importantes temas da educação. Peço a compreensão dos leitores por pequenos erros que passaram por minha própria revisão de texto. Fiz o meu melhor.

Obrigado pela sua participação.
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sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Entrevista com Thereza Helena Perbeils - Autora de: OS PIOLHOS DE BEBEL e OS PIOLHINHOS DA SOFIA

Nome literário de Thereza Helena Perbeils Marchon. É de Niterói/RJ. Cursou Letras (Português/Inglês) e Direito. Foi professora da rede pública de ensino e continua atuando no serviço público. Tem três filhos e três netos e foram eles que lhe forneceram a matéria-prima e o ânimo para se lançar a esta divertida aventura piolhesca.


Esta história surgiu num dia em que cheguei à casa de minha filha no exato momento em que ela acabara de descobrir a causa do “coça-coça” na cabeça de sua filha Isabel: uma multidão de piolhos se atropelava por entre os cabelos compridos e cacheados daquela garotinha de 7 anos. Em Os piolhos da Bebel conto aquele dia sinistro..



Neste segundo livro, conto a volta trufante dos piolhos que, expulsos da cabeça da Bebel, reaparecem nos cabelos da Sofia, sua irmã menor, desvendando o curioso lugar para onde novamente são expulsos e as cabeças famosas que já haviam visitado.




Olá Thereza Helena. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Olá, pessoal!
O prazer de estar aqui também é meu!
Serão lançados dois livros ao mesmo tempo: Os piolhos da Bebel e Os piolhinhos da Sofia. Portanto, as minhas respostas à entrevista dirão respeito a eles dois.
A história Os piolhos da Bebel conta o turbulento dia em que a mãe da Bebel, uma garotinha de 7 anos e de longos e fartos cabelos encaracolados, se depara com a infestação de piolhos na cabeça de sua filha. Como os piolhos viviam? O que faziam? De que maneira e para onde a mãe da Bebel conseguiu expulsar esses bichinhos tão conhecidos e indesejados? É por aí que se desenrola a história.
Em Os piolhinhos da Sofia conto a volta dos piolhos que, expulsos da cabeça da Bebel, retornam, aliviados e saudosos, aos cabelos da Sofia, a irmã menor. Com o reaparecimento dos insistentes piolhos é revelado o curioso lugar onde estavam e para onde, novamente, são expulsos e, também, de quem são as cabeças famosas visitadas por eles ao longo de toda a História (com H maiúsculo mesmo!).
Bem, a ideia de escrever os livros não foi minha intenção imediata.
Escrevi os textos pensando apenas em registrar as cenas tumultuadas e muito divertidas das quais havia participado durante uma visita costumeira de avó.
Algum tempo depois, minha filha, mãe das duas meninas, resolveu desenhar as cenas escritas.  E estes desenhos, tão artesanais e vibrantes, trouxeram aos textos aquelas cenas e vestiram, divertidamente, as histórias.
Textos prontos e ilustrações feitas, sem que nos déssemos conta, tínhamos, em mãos, o esboço de dois livrinhos infantis, de certa forma ligados entre si, diria, por laços de sangue -  de nós quatro e ... dos piolhos. 
Como deixar tudo isso esquecido no fundo de uma gaveta? Ah, isso não!
Resolvemos, então, arregaçar as mangas e buscar maneiras para transformar textos e desenhos soltos no produto livro.
Num primeiro momento, imaginei que os livros pudessem se destinar a crianças de 7 anos, por aí. Ao mesmo tempo, muito claramente, também imaginava adultos lendo as histórias para suas crianças pequenas, interagindo com elas, compartilhando imaginação, curiosidades, indagações e diversão.
Na verdade, o que acho mesmo é que livros infantis agradam a todas as pessoas, não só às muito pequenas quanto às senhoras e senhores de qualquer idade. Isto pela mais simples e óbvia das razões: todo adulto foi criança um dia e, como tal, experimentou as peculiaridades do universo infantil e é provável que tenha esse registro bem guardado num cantinho da memória, ainda que, em muitos casos, não tenha sido um registro, talvez, cor de rosa.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Realmente, não sei responder.
Quem gosta de escrever não consegue parar.
Ideias, observações, conflitos, angústias, curiosidades, alegrias, esperanças, emoções vão sempre parar numa folha de papel, ou na tela de um computador, atualmente. É o que, usualmente, acontece comigo. Escrever é, para mim, uma das formas em que me conecto, me organizo, me divirto, me entendo, me desabafo.
Sobre os textos que tenho guardados, não nutro ansiedades ou expectativas sobre o que mais poderão vir a ser um dia. Melhor deixar seguirem, naturalmente, seu rumo.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Com toda certeza, não deve ser nada fácil. Pude ter uma breve ideia sobre isso ultimamente.
E, em se tratando de novatos, que ousam penetrar nesse universo, unicamente com a cara e com a coragem, beira quase o impossível.
Por outro lado, tenho observado que as crianças e os adolescentes estão lendo bastante, ultimamente. Arrisco até um palpite. Acho que está próximo o dia em que uma criança, ao ser convidada a brincar, prontamente pegará seus brinquedos: uma bola, carrinhos, super-heróis, jogos eletrônicos e ... livros (na sua modalidade física ou eletrônica, não importa).

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Com toda certeza, não deve ser nada fácil. Pude ter uma breve ideia sobre isso ultimamente.
E, em se tratando de novatos, que ousam penetrar nesse universo, unicamente com a cara e com a coragem, beira quase o impossível.
Por outro lado, tenho observado que as crianças e os adolescentes estão lendo bastante, ultimamente. Arrisco até um palpite. Acho que está próximo o dia em que uma criança, ao ser convidada a brincar, prontamente pegará seus brinquedos: uma bola, carrinhos, super-heróis, jogos eletrônicos e ... livros (na sua modalidade física ou eletrônica, não importa).

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Bem, Os piolhos da Bebel e Os piolhinhos da Sofia contam histórias de cabeças piolhentas. E piolhos são velhos conhecidos de muitas cabeças mundo afora. Acho que todos nós, em algum momento, tivemos contato com bichinhos tão insistentes e perturbadores como são os piolhos.
Sobre a minha mensagem diria: Combatam firmemente os piolhos, ao mesmo tempo em que se divirtam com estas duas histórias.
Obrigada, gente!

Obrigado pela sua participação.
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