domingo, 3 de junho de 2018

Entrevista com Rebeca Fischer - Autora de: EXISTE UMA SAÍDA

Nome literário de Anita Rebeca Fischer de Moraes.
Psicóloga clínica, psicanalista, trainer em Programação Neurolinguística pela Sociedade Brasileira de PNL ( SBPNL) e pelo NLP Comprehensive em Boulder, Colorado, nos Estados Unidos. Trainer de Experiência Somática (Somatic Experiencing) pela Foundation for Human Enrichment, modelo naturalista e biológico de resolução do estresse traumático. Trainer de Terapia EMDR pelo EMDR Iberoamérica, Avatar pelo Star’s Edge International, Orlando, Florida , coach executivo e de pessoas pelo ICI Integrated Coaching Institute, Hipnóloga pelo Instituto Brasileiro de Hipnologia, psicóloga no Centro de Simulação Realística do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein e instrutora da SBPNL desde 1995. Atende em consultório particular e ministra treinamentos abertos e in company.

Ensina maneiras simples para lidar com os desafios emocionais do dia-a-dia, controlar os pensamentos destrutivos e focar em atitudes fortalecedoras para manter a saúde emocional, física e espiritual, blindando-se das armadilhas cotidianas. Através de exercícios simples, ensina mudanças de comportamentos e provoca auto-consciência proporcionando o desejo de mudança.





Olá Rebeca. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro trata-se de um manual que ensina o leitor como resolver questões simples do dia-a-dia, que nunca ninguém o ensinou. Como psicóloga que atendo centenas de pessoas, percebo que elas facilmente poderiam resolver suas dificuldades se tivessem estas informações. Como minha missão é fazer diferença na vida das pessoas, surgiu a ideia de escrever este livro, para atingir o maior número de pessoas possíveis, mesmo aquelas que não conseguiriam marcar uma consulta para isso. Destina-se a toda e qualquer pessoa que queira entender um pouco mais sobre seu funcionamento e como permanecer em um estado bom, independente do que lhe acontecer em sua vida.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou uma pessoa ávida por conhecimento, principalmente aqueles que se referem ao ser humano. Quero ajudar pessoas a serem felizes e não apenas se conformarem com uma vida mais ou menos prazerosa. Este é meu primeiro livro. Adorei escrevê-lo. Quero sim continuar, escrever outros. Não tinha esta experiência e os feedbacks que já tenho recebido, estão me incentivando a continuar.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acredito que apesar deste cenário, temos que fazer a nossa parte. Por isso, a leitura deste livro é muito simples, qualquer um consegue entendê-lo. Já tive o exemplo de uma garota de 11 anos que já o leu, e aparentemente assimilou muito bem as informações nele contidas, embora não seja um livro para crianças.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Duas pessoas conhecidas tiveram seus livros editados na Scortecci.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Este livro merece ser livro pelas pessoas que desejam crescer, aprender a controlar seus pensamentos, serem felizes ou mais felizes!

Obrigado pela sua participação.
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domingo, 18 de março de 2018

Entrevista com Juliana Lima Brum - Autora de: EM BUSCA DO AMOR

Juliana Lima Brum
É uma romântica convicta. Ela é uma estudiosa dos relacionamentos amorosos, através de pesquisas e vivência, tem escrito sobre o amor e a importância dele na vida nossa vida. Sua missão é mostrar para as pessoas que ainda vale a pena acreditar no amor. Suas obras publicadas: o romance Em busca do amor e Seja feliz no amor.





É um livro que fala de amor sob diversas formas e faz uma análise de como devemos valorizar as coisas que realmente importam na vida. A personagem central, Paola, muda radicalmente sua vida, vivendo experiências que comprovam o que de fato vale a pena. É um romance que nos faz repensar as nossas escolhas, a forma como lidamos com nossos problemas e nossa vida.





Olá Juliana. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
É um livro que fala de amor sob diversas formas e faz uma análise de como devemos valorizar as coisas que realmente importam na vida.
Decidi escrever o livro para poder passar minha mensagem adiante, da importância do amor em nossas vidas.
O livro é mais voltado para as mulheres, numa linguagem simples, direta e romântica.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Esse foi meu primeiro livro publicado. Já tenho dois livros publicados e um em produção. Minha intenção é sempre escrever sobre amor. Meu segundo livro fala sobre relacionamentos amorosos, de uma forma muito divertida. E o terceiro ainda não posso revelar, rs. Aguardem!!!.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A vida do escritor brasileiro é bem difícil; começa pela dificuldade em publicar, sem gastos, e termina na baixa remuneração. Sem falar que hoje os leitores estão cada vez mais escassos, as pessoas preferem vídeos aos livros. O que é uma pena, porque contribui para o empobrecimento cultural do nosso povo.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Conheci a Scortecci Editora após uma pesquisa sobre editoras para publicar meu primeiro livro.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Em busca do amor merece ser lido por todos que possuem sensibilidade e valorizam as coisas realmente importantes na vida. É um romance que nos faz repensar nossas escolhas, a forma como lidamos com nossos problemas e nossa vida.

Obrigado pela sua participação.
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quarta-feira, 7 de março de 2018

Entrevista com Freddy Nagel - Autor de: AMOR E GUERRA II

Pseudônimo de Alfred Nagel Neto, nasceu em Curitiba, no ano de 1969. Ainda criança, em 1976, mudou-se com sua família para Guabiruba, em Santa Catarina. Neste município, onde vive até hoje, conheceu sua esposa Eliane, com quem tem dois filhos: Andres e Ane.
Formado em Letras e pós-graduado em Novas Tecnologias na Educação e Coordenação Pedagógica, atuou, durante 20 anos, como professor de Literatura da rede estadual de ensino. Exerce atualmente a função de diretor escolar na rede municipal de ensino de Guabiruba. Paralelamente ocupa, desde 2013, a Presidência do Conselho Municipal de Educação de Guabiruba.

Em sua primeira obra, Amor e Guerra, Freddy Nagel retrata a vida de um jovem alemão que tem seus sonhos e ideais modificados pela Segunda Guerra Mundial. O livro narra o terror dos combates e os horrores da guerra vistos pelos olhos de um soldado atormentado pela falta de seu amor e pelo horror dos combates. Agora chega às mãos dos leitores o segundo livro do autor. Em Amor e Guerra II – Em Solo Alemão, ele apresenta uma história carregada de emoção e drama, em que o amor e as incertezas do futuro marcam a vida da protagonista. O conflito da Segunda Guerra é visto, nesta obra, sob o olhar angustiado e atormentado de Ruth. Amor e Guerra II – Em Solo Alemão revela a miséria, o desespero e o terror vividos por uma jovem alemã durante este triste momento da civilização humana. Não saber se existirá o amanhã é um dos pontos marcantes desta obra, que narra a vivência de uma jovem alemã com sonhos e ideais. Em meio a conflitos e horrores, o dia a dia e a vivência entre a paz e a guerra mostram a outra face de um conflito: a de uma simples cidadã, que até certo ponto não compreendia o porquê de tanta intolerância. A cada momento, a cada noite, a incerteza da vida. E em meio ao horror o amor se declara. Em meio a estrondos e destruição surge uma paixão intensa, mas ao mesmo tempo distante e cruel com a incerteza do retorno de seu amado. Em Amor e Guerra, Freddy retratou o cotidiano do soldado alemão em meio ao conflito e suas angústias, além do desespero. Nesta segunda obra, Amor e Guerra II – Em Solo Alemão, com sublime maestria, retrata a realidade de quem participava indiretamente da guerra e aguardava angustiadamente pelo seu final e pelo seu amor.

Olá Freddy. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A obra Amor e guerra II - Em solo alemão retrata a história de uma jovem alemã no período que antecede a Segunda Guerra Mundial e durante o próprio conflito. O livro tem como cenário a Alemanha e mostra todo o drama vivido pela população alemã durante este terrível momento da história humana.
A ideia de adentrar a vida de escritor surgiu há muitos anos durante conversas com meus avós. Sempre lhes disse que iria retratar suas histórias em livros. Infelizmente eles não puderam presenciar este fato em vida.
O livro Amor e guerra II - Em solo alemão destina-se a todos os públicos, em especial ao adulto e ao infanto-juvenil.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Amor e guerra II - Em solo alemão é meu segundo livro a ser publicado. O primeiro - Amor e guerra - foi lançado em novembro de 2015 e retrata a história de um soldado alemão durante a Segunda Guerra Mundial. Desde que foi publicado o segundo livro estou trabalhando no terceiro, que contará a história de uma família de imigrantes alemães no Brasil nos anos 50. A previsão para o lançamento desta obra é agosto de 2019.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Infelizmente vivemos em um país em que o hábito da leitura é pouco desenvolvido. Esta realidade dificulta o trabalho dos escritores, pois muitas vezes não são valorizados. Contudo, precisamos persistir, pois a Literatura é a arte da escrita e ela jamais poderá deixar de existir. Através dela é que nossas memórias e cultura são transmitidas de geração a geração.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Pela internet.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Um livro sempre merece ser lido, e em Amor e guerra II o leitor encontrará uma história dramática em que a dúvida se existirá o amanhã é um dos pontos marcantes desta obra, que narra a vivência de uma jovem alemã com sonhos e ideais. Em meio a conflitos e horrores, o dia a dia e a vivência entre a paz e a guerra mostram a outra face de um conflito: de uma simples cidadã, que até certo ponto não compreendia o porquê de tanta intolerância.
A cada momento, a cada noite, a incerteza da vida. E em meio ao horror o amor se declara. Em meio a estrondos e destruição surge uma paixão intensa, mas ao mesmo tempo distante e cruel com a incerteza do retorno de seu amado.
A mensagem que deixo aos meus leitores é que precisamos nos atentar ao passado para não repetirmos os erros cometidos pelas gerações anteriores. O passado é a chave do futuro.

Obrigado pela sua participação.
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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Entrevista com João Rosa de Castro - Autor de: SANTA MARIA D`OESTE

Participou de encontros organizados pelo Departamento de Letras Modernas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas – Universidade de São Paulo. Fez seu primeiro contato formal com a literatura anglo-irlandesa, sobretudo o drama irlandês contemporâneo. Iniciou pós-graduação também instituída pela FFLCH.
Profissional de letras, com licenciatura plena, em São Paulo, traduziu, para o Português, ensaios de Oscar Wilde, Caneta, Lápis e Veneno, A Decadência do Mentir, A Alma do Homem sob o Socialismo, etc., e para o Inglês, Invasores de Marte: As Aventuras de Joaquim e Eduardo, primeira parte da saga infanto-juvenil, de Michael Ruman, e Origami, Primus AD e Mosaicos Urbanos, de Maurício R B Campos.
Atualmente, o autor desenvolve poesia e prosa em língua portuguesa, divulgada na Internet (www.lumedarena.blogspot.com.br) e em diversas antologias poéticas na forma tradicional. Dedica-se à crítica literária, à versão, tradução e revisão em Inglês e Português, à Filosofia, à Literatura e à Ciência.

Mesmo não tendo um defunto autor, como em Memórias Póstumas de Brás Cubas, Santa Maria d’Oeste trabalha com muito talento os elementos do grande romance de Machado de Assis, situando-os em uma vivência contemporânea que convida o leitor a acompanhar as reflexões de um narrador-personagem que transita entre vários temas, referências e situações vividas por ele. Colocado diante do que chama de tear da alma, lembra de palestras e palestrantes do Café Filosófico da TV Cultura, de Nietzsche, Comte, Col dplay, Oswaldo Montenegro, quase sempre se dirigindo à Santa Maria, que acolhe suas inquietações. Na verdade, o que o narrador-personagem chama de escrevinhação está destinado a desafiar o leitor a percorrer os caminhos de sua consciência.
Justamente por serem desafiadores, tais caminhos não são fáceis, pois não se revelam de maneira transparente. O leitor está diante da escrevinhação de um homem erudito, cuja eloquência constrói um mosaico de temas e pensamentos que vão dando forma à sua alma nesse tear. Pequenas narrações, reflexões sobre o amor, sobre a homossexualidade, sobre a música brasileira, entre outras coisas, deixam no leitor uma impressão convincente, e, ao mesmo tempo, estimula-o a ir além disso, para explorar algo latente em meio à diversidade apresentada.
O alto poder de convencimento desse narrador-personagem dá a impressão de um homem poderoso, senhor de si. Entretanto, o que sua erudição deixa entrever no decorrer da leitura é justamente um homem frágil, que tem em sua eloquência uma mo-rada, uma proteção, uma resistência. Essa fragilidade requintada tem a ver com a condição do homem de letras contemporâneo que, longe de ocupar um lugar privilegiado, se vê à margem, não só financeiramente, mas também culturalmente. Um olhar humanístico que se choca com o mercado de trabalho, com os preconceitos, com a cultura de massa, e que, como resultado desse choque, também se volta para dentro, de onde deixa transparecer, por trás de sua eloquência, uma auto-ironia catártica – para o narrador-personagem e para os leitores que se identificam com ele.

Olá João. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.


Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Santa Maria d'Oeste, assim como todos os meus livros, trata da vida, e têm-na como matéria-prima. As experiências vividas principalmente, em detrimento das ouvidas ou lidas, são o suprassumo da obra. Por tratar de questões profundas da realidade vivida num contexto dos anos 2000, e, em não podendo essas questões serem debatidas na psicanálise, creio que o público mais disposto a me ler é o da classe de psicólogos. Apesar de que escrevo para todos e para ninguém. Assim como todos os possíveis leitores são um pouco psicólogos e também não são. Estamos no rio e não estamos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Não tenho filhos, sofre minha árvore da felicidade (fêmea): resta-me apenas o macho. Não se trata de nada transcendental ou prescrito por nenhuma tábua de valores. É apenas uma forma de escoar conhecimentos, dividir experiências, trocar ideias, importunar gentes (por que não?), levar as pessoas a refletir a possibilidade de fundir ideias distantes ao mesmo tempo em que separam as ideias há muito fundidas.
É o segundo livro em prosa, depois de 16 escritos em verso, num pequeno corpus de trinta e um livros no total. Não tinha intenção de partir para as letras, isto ocorreu-me. Meus planos iniciais eram o de seguir a carreira das psicologias. Mas estava muito tarde para me enveredar por estas searas. Daí ter escolhido o curso de letras, que me permite sentir também um pouco psicólogo. Agrada-me, tenho muito prazer em dividir minhas experiências através das letras. Creio que atirei no que vi e acertei no que não vi.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Degradante. Ainda bem que não me considero escritor. Isto é função dos leitores. Mais ainda, não considero sequer isto uma profissão. Lembro-me de um ditado das minhas aulas de língua latina com o muito divertido professor Iulunga: letras não dão pão. O que me redime e permite sobreviver é mesmo acordar, lavar roupas, cuidar da alimentação, ler (muito mais do que escrever!), conversar com meus circunstantes, pesquisar minha vida como se fosse o meu melhor objeto de observação. Deixar minha obra para os pósteros ou para algum arqueólogo do futuro.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
No curso de letras, conheci a Marcielena (não me recordo o sobrenome dela). Isto faz já alguns anos. Lembro que quando vi a capa de seu livro: O Cavaleiro Negro no Deserto, fiquei encantado com o trabalho da Scortecci. Infelizmente, li depois a obra e encontrei uma profusão de erros (falhas e equívocos), na forma, no conteúdo, na sintaxe, na coerência e na coesão... Não foi muito interessante a experiência com aquele livro. Mas gostei da coragem e da liberdade que a editora permitiu a distinta escritora. Que, aliás, talvez tenha cometido todos aqueles erros intencionalmente. Nunca sabemos até onde vai a liberdade moderna.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Todo livro merece. O meu não é diferente. Escrevemos para comunicar. Falar com as paredes deve ser um caos maior. Não ser lido é mais ou menos isto. Aliás estou passando por muitas dificuldades para realizar uma tarde de autógrafos. Tenho o livro, tenho os convidados, tenho tempo, mas não há local para realizá-lo aqui perto, onde moro. E quero que seja por aqui, pois a maior parte dos meus conhecidos estão por esta região da Zona Leste. A periferia além do Rap.
Sendo assim, e como parece que não me permitirão fazê-lo, num encontro presencial, faço aqui o que queria fazer no dito encontro, a saber: agradecer às pessoas que participaram de alguma forma na realização desta publicação:
Agradeço a todos os leitores desta entrevista, que me ajudam a promover o livro Santa Maria d’Oeste e me prestigiam com a divulgação.
À Gláucia Lisboa de Carvalho e José Carlos Prestes Júnior, por terem lido o livro antes de todos, com o fito de redigirem o prefácio.
Ao Léo de Carvalho e Maria Alice Paes, pela Inspiração Literária de Sempre.
À Rosângela Rodrigues, pela Inspiração e Companhia de sempre.
Ao mestre escritor, Mauricio R B Campos, pela Ideia de Publicar o livro no Formato Físico.
À Minha mãe, e a toda a sua casa, pela ajuda vital.
Aos Comerciantes da Vila Curuçá, pela divulgação da minha obra, em cartazes que difundi por aqui.
Ao CAPS Perdizes, pelo Apoio dos Funcionários e Usuários.
Ao CAPS Itaim-Paulista, pelo Apoio de Eliel Lima de Andrade, do departamento administrativo e da psicóloga Ana Paula Lopes da Cruz.
Ao CECCO Parque Chico Mendes, pelo Apoio da Coordenadora Iria Mariani e de Outros Funcionários.
À Casa de Cultura Itaim, pelo Apoio do Coordenador, Músico e Promotor Cultural, Cacau Ras.
À Fábrica de Cultura Vila Curuçá, pelo Apoio de Wesley Dantas de Souza, do Departamento de Articulação e Promoção.
Ao Juarez Martins dos Anjos Júnior, pela Organização do Evento.
Ao Grupo Editorial Scortecci, pela Publicação do Livro Físico.
À Paola Mariz, pelos Trâmites da Publicação.
À Rhoany Palma Moretti, pela Elaboração da Arte Final.
Ao Valdir Colonhezi, pela Diagramação.
Ao Jeferson Barbosa, pela Criação do Projeto de Capa Original.
À Fundação Biblioteca Nacional, pelo Arquivamento da Obra.
À Câmara Brasileira do Livro, pela Catalogação.
À Universidade Cruzeiro do Sul, e outras instituições que devo contatar, pela possibilidade de realização da tarde de autógrafos.
À Carlos Tiveron, pelo Apoio para a realização da tarde.
E a muitos outros, que posso ter deixado de mencionar, mas que foram importantes para a realização desta publicação.
Muito obrigado, à Maria Cristina Andersen, pela entrevista.

Obrigado pela sua participação.
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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Entrevista com Mô - Autora de:O MENINO NO MUNDO VERDE!

Nome literário de Mônica Marcondes Machado. É educadora, fotógrafa e poeta. Juntou tudo isso para escrever e ilustrar histórias para crianças pequenas, e para aquelas que acabam de aprender a ler!






O menino no mundo verde!
O livro narra as aventuras da vida de um menino em seu tapete mágico!










Olá Mônica. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O menino no mundo verde! conta aventuras de um menino em um tapete mágico voador e suas descobertas sobre a natureza. Este livro surgiu do desejo de criar histórias para crianças pequenas e para as que começaram a ler e escrever.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Atualmente escrevo e ilustro histórias para crianças. Como especialista em leitura e escrita pesquiso temas significativos para elas. Trata-se da possibilidade de diálogo entre gerações!

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Como educadora trabalho com alfabetização de crianças e adultos, e esta é uma postura política, a de que o conhecimento é transformador e o caminho para a construção de uma sociedade mais fraterna.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Conheço a Scortecci Editora desde os anos 90, quando publiquei os livros de poesia: Um Ciclo Completo e Viagem aos aos Quatro Cantos.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
O menino no mundo verde! encanta o leitor pela simplicidade com que aborda elementos que tocam profundamente nossa humanidade. As imagens e cores impressas sugerem a potência dessa vida. Vale a pena ler!

Obrigado pela sua participação.
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sábado, 24 de fevereiro de 2018

Entrevista com Marcello Fierro - Autor de: A MANSÃO DA COLINA

Nome literário de Marcello Manacorda Fierro. Nasceu em Montevidéu, Uruguai e hoje em dia vive em Minas Gerais, Brasil. Neto do Escritor, Historiador e Critico Don Telmo Manacorda, herdou de seu Avô a veia literária. Presidente do grupo CERSE, sacerdote espiritualista, artista plástico, tarólogo e amante do esoterismo. Colecionador de hobbies diversos. Atualmente aventura-se na arte de escrever e como bom sagitariano: Surpreendeu!




Presos em uma dimensão entre o mundo dos vivos e dos mortos, Demi e Nik vivem juntos situações inusitadas que fortalecem o vínculo entre os dois, situações que só podem ser vividas por aqueles que acreditam na amizade e no amor verdadeiro. O que teria acontecido aos dois? Que mistérios aquela mansão guardava? Quem eram aqueles que se apresentavam como sombras? E por que sempre era de noite? A mansão da colina é uma história que vai tocar os corações daqueles que, muitas vezes, se permitem ter fé. Esperança, fidelidade, honra e amizade são tratados como há muito não se via, com essência e pureza. Descubra o caminho que leva ao céu e aprenda que o amor é, sem sombra de dúvida, a maior de todas as forças que possuímos! A mansão da colina traz de forma simples e encantadora a constante luta entre o bem e o mal e a certeza de que o tempo a tudo esclarece e corrige. Boa leitura!

Olá Marcello. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Meu livro é um romance que trata de mistério, aventura e também amor, porém um amor distinto do normalmente retratado. Um amor de pureza, inocência e fidelidade, sentimentos tão fortes, que a tudo sobrevivem, até mesmo a morte. O livro me foi presenteado através de um sonho, no qual eu vivia a trama como um dos personagens. O público a que se destina a obra, são todos aqueles que anseiam muito mais que um final feliz, mas aqueles que são capazes de viver a felicidade antes mesmo de chegar ao fim.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sem dúvidas esse livro é um projeto que dará início a uma série de outras obras, com a finalidade de levar as pessoas muito mais que apenas histórias, e sim desenvolver emoções, capazes de mudar histórias.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Eu sempre busquei enxergar o lado positivo das situações, e creio que é responsabilidade de cada autor, mudar essa realidade literária no Brasil, e é o que me proponho todos os dias como escritor.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Sempre que damos o primeiro passo em busca de algo, o universo em uma perfeita sincronia, se encarrega de trazer até nós, os instrumentos necessários à realização de nossa intenção. Foi assim com A Mansão da Colina, no momento em que terminei de escrever, recebi uma indicação de uma escritora próxima, e assim o universo trouxe até mim a Scortecci.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Todos os livros merecem ser lidos! Pois que tudo na existência tem um papel a cumprir, e a dos livros e contarem histórias e ensinar. A mensagem que eu carrego e quero compartilhar aos meus leitores, é que existe algo dentro deles, que clama pela liberdade, ou pela oportunidade de ser livre, e que a verdade de cada um depende disso. Algo que pode mudar o mundo. Essa magia única em cada ser é capaz de transformar todos os sonhos em realidade.

Obrigado pela sua participação.
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sábado, 17 de fevereiro de 2018

Entrevista com Maria Luiza Kuhn - Autora de: FLOR DE ABRAÇO

Poetisa, Coach, Escritora, Terapeuta Social, Palestrante, Facilitadora de Círculos Femininos e amante da vida.
Formada em Direito, especialização em recursos Humanos, Neuro-Aprendizagem, Finanças e Marketing e Psicologia Transpessoal. Formação em Coaching Maiêutica com Certificação Internacional.
Membro da Casa da Poesia e da Academia de Letras do Brasil. Autora do Livro Lilás e participação em diversas antologias.
Andarilhou em caminhos de várias tradições espirituais e de autoconhecimento.
A terapeuta Social renasce acreditando em terapias ditas alternativas. Tarô e Oráculos são suas ferramentas preferidas.
Entre tantas, acredita na Poesia Terapia.
Oráculo FLOR DE ABRAÇO.

O oráculo Flor de Abraço é para seu deleite e autoconhecimento.
Pode ser usado em jogos corporativos de treinamento, bem como outras atividades de grupo e consulta individual.
O uso em forma de Oráculo:
Espalhadas as cartas com as ilustrações viradas para cima, escolhe-se uma intuitivamente.
A carta escolhida vai mostrar a poesia que é lida pelo consulente. Em seguida procura a página correspondente no livro e lê a reflexão proposta, oportunizando um olhar de autoconhecimento com o que tem a reverberar em si a reflexão.
Concebidas como mensagens que podem ser consultadas diariamente.
31 poesias e respectivas reflexões no livro.

Olá Maria Luiza. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Trata-se de uma obra composta. Um jogo de cartas com 31 poesias, que trazem no livro respectivas reflexões temáticas.
Pode ser usado para leitura diária como mensagem ou em sensibilizações para workshops ou outras reuniões.
O principal objetivo é despertar a amorosidade através da poesia e ela se tornar uma ferramenta de descoberta do poder da poesia terapia.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
O primeiro livro solo chama-se LILÁS. Foi editado em 2005 e encontra-se esgotado. Participação em várias antologias, sites literários e colunas em jornais.
Sou poetisa, escritora, terapeuta social, palestrante e facilitadora em círculos femininos.
Formada em direito, especialista em Recursos Humanos, Neuro aprendizagem, finanças e marketing e psicologia transpessoal. Formação em Coaching Maiêutica com certificação internacional.
Membro da Casa da Poesia e da Academia de Letras do Brasil.
Em fase de concepção um livro que trata do universo feminino.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acredito na evolução da cultura literária no Brasil. Ainda há um longo caminho a percorrer. Daí a importância e a farta produção literárias em espaços virtuais. Isso torna o conhecimento mais democrático.
Mas acredito muito no livro impresso. Perpetua-se e mexe com outros sentidos. Olfativos, sinestésicos e visuais.
Precisamos persistir. Escritores, espaços, escolas e editoras.
Para escritores diletantistas ou anônimos a situação é sempre mais complicada, porque as edições são caras e independentes.
A experiência mais complexa para mim sempre foram os canais de distribuição. Não existem para pequenas tiragens e para iniciantes.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Scortecci me foi apresentada pela Casa da Poesia. A editora me atendeu muito bem em todos os momentos. Trabalho de excelência em todos os departamentos.
Profissionalismo e cortesia.
Muito obrigada.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Carecemos de homenagear nossa sensibilidade. Despertar nossa intuição. As cartas contém as poesias e o livro as respectivas reflexões.
A poesia é curativa. Ao ler cada mensagem poética e de reflexão, sinta o que ela tem a dizer e acolha seu presente.
Compartilho com amorosidade a homenagem à sua sensibilidade.

Obrigado pela sua participação.
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