domingo, 12 de agosto de 2018

Entrevista com Oleg Almeida - Autor de: DESENHOS A LÁPIS

Nascido na Bielorrússia em 1971 e radicado no Brasil desde 2005, é poeta, ensaísta e tradutor multilíngue, sócio da União Brasileira de Escritores (UBE/São Paulo). Autor dos livros de poesia  Memórias dum hiperbóreo (2008; Prêmio Internacional Il Convivio de 2013), Quarta-feira de Cinzas e outros poemas (2011; Prêmio Literário Bunkyo de 2012), Antologia cosmopolita (2013) e de numerosas traduções do russo (Diário do subsolo, O jogador, Crime e castigo, Memórias da Casa dos mortos e Humilhados e ofendidos de Fiódor Dostoiévski; Pequenas tragédias de Alexandr Púchkin; Canções alexandrinas de Mikhail Kuzmin; Contos russos, vv. I-III) e do francês (O esplim de Paris: pequenos poemas em prosa de Charles Baudelaire; Os cantos de Bilítis de Pierre Louÿs).

É uma espécie de diário lírico em que o autor relata, de forma simples e convincente, as impressões reais e, ao mesmo tempo, oníricas que lhe suscita a cidade de São Paulo, sua vida cotidiana, sua beleza e seus contrastes: uma estranha declaração de amor a Pauliceia que o marcou, para todo o sempre, com sua aparente frieza e seu calor subjacente...







Olá Oleg. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.


Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Este livro, intitulado Desenhos a lápis, é uma espécie de diário lírico. Trata-se nele de minhas passagens pela cidade de São Paulo, ou melhor, daquelas impressões, diversas e fortes, que tive ao visitá-la. Escrito no outono de 2014, demorou bastante em vir a lume. Apenas em fevereiro de 2018 é que foi lançado pela Scortecci. Agora que está à venda, espero que seu público leitor não se restrinja aos paulistanos, mas venha a incluir, de modo geral, as pessoas que apreciam uma visão poética de temas urbanos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Na verdade, é meu quarto livro de poesia: os três primeiros (Memórias dum hiperbóreo, Quarta-feira de Cinzas e outros poemas, Antologia cosmopolita) foram publicados pela editora carioca 7Letras. Quanto ao meu histórico pessoal, bem... tentarei relatá-lo em duas palavras. Nasci muito longe daqui, na Bielorrússia que fazia parte da União Soviética e depois se tornou um país independente; estudei as letras francesas, trabalhei, por uma década, em várias empresas privadas; acabei deixando a terra natal. Vim ao Brasil em julho de 2005. Desde então, tenho seguido uma dupla carreira literária. Chamo-a de dupla porque me dedico, paralelamente, à poesia e à tradução do russo e do francês, sendo esta meu ganha-pão e aquela, uma tentativa de exprimir minhas ideias e emoções. As obras por mim traduzidas (Crime e castigo, Memórias da Casa dos mortos, Humilhados e ofendidos, de Fiódor Dostoiévski, A morte de Ivan Ilitch e outras histórias, de Lev Tolstói, O esplim de Paris: pequenos poemas em prosa, de Charles Baudelaire, entre outras) ocupam um lugar cada vez mais visível no mercado livreiro do Brasil.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Com base em minhas experiências próprias, poderia afirmar que a vida de um escritor profissional, aqui no Brasil, não é nada fácil. Eu não consigo viver de meu trabalho literário (aliás, nem sonho com isso) e acredito que a maioria dos meus colegas diria o mesmo. Em nosso meio, a quantidade de leitores ativos está, por enquanto, menor do que lá fora, na Europa e nos Estados Unidos, e não me parece que as políticas públicas atinjam plenamente seu objetivo nessa área. Só quando o interesse pela literatura e o respeito por quem a produz forem generalizados é que a condição financeira dos escritores vai melhorar... O que nos cabe fazer para que isso ocorra algum dia? Produzir uma boa literatura e não poupar esforços para promovê-la. Coisas de Dom Quixote, não é? Entretanto, é a única ferramenta que temos nas mãos.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Foi o exemplo de meus amigos, Rejane Machado e Valdeck Almeida de Jesus, Mirian de Carvalho e Ronaldo Cagiano, cujos livros haviam sido editados pela Scortecci, que me incitou a tomar contato com ela. Não ficaria exagerando, hoje em dia, se a recomendasse aos outros autores: a qualidade dos serviços que presta é alta, o teor dos contratos que oferece é justo...

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Creio que meu livro merece ser lido por duas razões principais. Antes de tudo, é claro, simples e transparente, concebido sem aqueles floreios desnecessários que tendem a afugentar o leitor em vez de atraí-lo. Ademais, seu conteúdo é interessante em si, pois chama a atenção para nosso cotidiano, para os altibaixos que vivenciamos sem pensar neles e os problemas que despercebemos por serem rotineiros. São Paulo é, de certa forma, uma quintessência da realidade brasileira, um resumo de tudo o que o Brasil tem de bom e de ruim, de chocante e de cativante, de inspirador e de desesperador. Falar de São Paulo é falar do Brasil inteiro!

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Zodja Pereira - Autora de: ABERTA PARA BALANÇO

É atriz e bailarina, estréia profissionalmente em 1964, em Recife na TV Jornal do Comercio. Em São Paulo, depois de atuar com o Grupo Opinião do Rio de Janeiro e no Teatro de Arena de São Paulo, migra para TV e participa de programas e novelas nas TVs Excesior,Bandeirantes, Record e Tupi. A partir de 1978 atua como profissional em dublagem e em 2005 funda a DUBRASIL Central de Dublagem tendo como objetivo especializar atores em dublagem.Aberta para Balanço é a primeira experiencia em tornar publico seus poemas.


É uma coletânea de poemas escritos em diversos momentos tendo como inspiração o AMOR!









Olá Zodja. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
São Poemas. São poemas e textos escritos em diversos momentos sem intenção de publicar. Cada um tem uma história real que o inspirou. Ao ver que as pessoas que os liam sentiam-se tocadas resolvi publicá-los. É uma linguagem simples que alcança leitores de qualquer idade.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou atriz e jamais pensei em publicar algo meu. Nasceu o primeiro! Talvez, outros surjam.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acho que apesar do nível cultural que o Brasil foi arrastado ainda temos um numero considerável de leitores. Quase todo brasileiro é poeta o que gera a curiosidade sobre os outros poetas.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Conheço a Scortecci a mais de 40 anos. O primeiro livro de minha mãe foi publicado por Eles.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Meus poemas são quase uma conversa com o leitor que se identifica pela linguagem simples e coloquial que fala sobre sentimentos comuns ao ser humano. Provavelmente o leitor se encontrará em um ou mais dos poemas lidos.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Tania Scuro Mendes - Autora de: ALGUÉM ABRE A PORTA?

A autora é Mestre e Doutora em Educação (UFRGS). Atuou, por mais de trinta anos, como professora em diferentes níveis. Dedicando-se à formação e qualificação de profissionais no ensino superior, produziu artigos, capítulos, livros de natureza acadêmica.
Mas a poesia, sua primeira forma de expressão literária - publicou seu livro Entrelinhas lá ... em 1987 – nunca a abandonou. Depois, mobilizada por suas interações em diferentes contextos sociais, vieram as crônicas, os contos e, mais recentemente, o romance.
Na área da literatura, tem publicações em antologias, revistas, jornais e livros. Recebeu algumas premiações regionais e nacional.
Agora, chegou o tempo para apresentar crônicas, nascidas de tantas e variadas experiências, que aportam neste livro, que é um convite para se observar e descobrir realidades com olhares que saem de lugares comuns. Alguém abre a porta?

Diferentes realidades, espreitadas por olhares sensíveis, são pretextos para crônicas que se libertam do cotidiano para transitarem por novas perspectivas de ad-miração e de crítica.
Estas crônicas expõem o que está ali e aqui, entre todos nós, mas que muitos nem percebem, tão familiarizados e distraídos que geralmente estamos nessas realidades.
Os variados temas que as crônicas deste livro contemplam são motivos para trazer o leitor para dentro do processo reflexivo e criativo que as leituras suscitam.
As crônicas aqui reunidas, às vezes com caráter psicológico, outras com cunho social ou, ainda, filosófico – e, por que não, todos esses vieses tecidos na mesma contextura - poderiam ser conversadas, em distintos lugares sociais, por pessoas que desejam sair do habitual e descobrir outros cenários e oportunidades de comunicação consigo, com os Outros – tão desconhecidos – e com as distintas realidades.
Alçado por interrogações reflexivas, o leitor é transportado ao lugar de coautor que compartilha do fascinante contexto da escrita-leitura que vive no mundo das possibilidades.

Olá Tania. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro é um conjunto de crônicas com variados temas. Diferentes realidades, espreitadas por olhares sensíveis, são pretextos para crônicas que se libertam do cotidiano para transitarem por novas perspectivas criativas e reflexivas. As crônicas do livro expõem o que está ali e aqui, entre todos nós, mas que muitos nem percebem, tão familiarizados e distraídos que geralmente estamos nessas realidades. Às vezes com caráter psicológico, outras com cunho social ou, ainda, filosófico – e, por que não, todos esses vieses tecidos na mesma contextura -, tais crônicas poderiam ser conversadas, em diferentes lugares sociais, por pessoas que desejam sair do habitual e descobrir outros cenários e oportunidades de comunicação consigo, com os Outros – tão desconhecidos – e com distintas realidades.
A ideia de construção desse livro surgiu da necessidade, enquanto autora de entrelinhas, de comunicar diferentes leituras de realidades com as quais interagimos, buscando identificar o que se esconde nas interações especialmente sociais, para encontrar novas e renovadas formas de compreendê-las.
O livro foi escrito para adolescentes e adultos curiosos, que se desafiam a refletir, criativamente, sobre suas próprias descobertas.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Comecei a escrever com 12 anos de idade. Aos 16, recebi uma premiação em concurso estadual no Rio Grande do Sul. Passei a adolescência escrevendo, principalmente poesias. Meu primeiro livro de poesias, Entrelinhas, foi lançado aos meus 23 anos de idade. Depois participei de diversas antologias e publiquei algumas crônicas e poesias em jornais e revistas. Em função de minha formação profissional e de realização de pós-graduação com Mestrado e Doutorado, realizados na UFRGS, precisei suspender meu processo literário. Por 32 anos, dediquei-me à produção acadêmica, com artigos, capítulos e livros nas áreas da psicologia e da educação. No entanto, não abandonei a literatura: continuei escrevendo, mesmo que esporadicamente, poesias, crônicas e contos. Recebi algumas premiações em âmbitos regional e nacional. No momento, estou me dedicando à escrita de um romance histórico-ficcional. O livro Alguém abre a porta? Crônicas que saem de lugares comuns nasce de tantas e variadas experiências que são um convite para se observar e descobrir realidades que se ocultam em outras realidades.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
O escritor brasileiro sobrevive do amor e da dedicação à sua arte literária. Há poucos motivos para se continuar escritor. Existem políticas e ideologias de Marketing para certos tipos de literatura, atendendo ao que é vendável em certos contextos culturais. Mesmo incentivos de fomento à cultura de âmbito governamental, não raro, orientam-se por esses critérios, o que acaba empobrecendo a literatura, bem como a qualidade dos processos de produção literária e do que circula como bens de consumo cultural.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Há cerca de 10 anos, meu marido solicitou informações para publicação do seu livro Ruas de Caxias do Sul: biografias e histórias. Acabou adiando a publicação para se dedicar a ampliá-lo mediante novas pesquisas. Como eu desejava publicar o livro com editoras fora da cidade onde resido, solicitei informações. Encontrei-as mais próximo do que imaginava: com o meu marido, que ainda dispunha do material enviado pela Scortecci. Então, ficou bem fácil, através de e-mail, entrar em contato com a editora. Fiquei bem satisfeita com os atendimentos de todos os profissionais envolvidos na edição do meu livro. Estou indicando para outros autores.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Os variados temas que as crônicas desse livro contemplam são motivos para trazer o leitor para dentro do processo reflexivo e criativo que as leituras suscitam. Alçado por interrogações reflexivas, o leitor é transportado ao lugar de coautor que compartilha do fascinante contexto da escrita-leitura que vive no mundo das possibilidades. 
Mensagem para os leitores: Esse livro é um pretexto para desvendar realidades que saem de lugares comuns. Alguém abre a porta? E há muitas razões para o leitor se encarar outro sujeito até o final da leitura desse livro
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Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Gad Adler - Autor de: VOCÊ NÃO PODE TUDO!

Nascido em Jaffa, Israel,  se encantou com o Brasil ainda jovem e resolveu fixar residência após terminar seus estudos religiosos.
Contrariando as expectativas ele construiu diversos negócios de sucesso e mostrando que é possível recomeçar e vencer mais de uma vez.
Munido de sua experiência de vida e dedicação, Gad Adler traz um pouco dos seus conhecimentos de filosofia, religião e esoterismo desmistificando as fórmulas prontas que prometem trazer a felicidade imediata e riqueza ao indivíduo.

Com Você não Pode Tudo, Mas Merece Ser Feliz, o leitor é convidado para uma jornada de auto-conhecimento desvendando as diversas facetas da mente que nos trazem ferramentas naturais para conquistar o ambiente e nosso lugar na sociedade.








Olá Gad. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro é a busca de auto-conhecimento e o encontro da felicidade verdadeira através de quatro passos para idealizar e alcançar objetivos.
A ideia de criar esta obra veio em um momento de pesquisa de diversas palestras e livros de autoajuda e coaching que traziam soluções milagrosas para atingir realizações. Começou com uma simples indagação: — Como essas pessoas prometem o sucesso se elas nem sempre são os melhores, ou mais bem-sucedido em suas áreas de atuação?
Com essa bagagem desenvolvi a estrutura que levou ao produto final destinada às pessoas que procuram uma felicidade e satisfação real sem filtros ou imposições modernas apontando o caminho para atingir suas próprias metas de maneira correta.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Minhas ideias sempre foram transcritas no formato de artigos até decidir o momento de transformá-la em um primeiro livro, VOCÊ NÃO PODE TUDO, MAS PODE E MERECE SER FELIZ. Livro este que já penso em uma segunda edição ampliando mais o assunto. Em paralelo já desenvolvo um livro em explicando como essas ideias foram aplicadas na história da minha família cuja história foi de sobrevivência em várias guerras, incluindo a Segunda Grande Guerra.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Ao longo dos anos tive sucessos no ramo de diversos negócios que me possibilitaram financiar minha própria publicação e divulgação de minha obra. Algo inviável para a grande maioria da população brasileira. Nosso país possui diversas mentes brilhantes e talentosas espalhadas cujos projetos jamais verão a luz do dia mediante a desigualdade social. Quem perde com isso é o povo que carece de inspirações para a formação intelectual.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Durante o processo de criação do livro fiz uma pesquisa de qual melhor maneira de publicar e cheguei até a Scortecci. A editora que apresentou não só valores competitivos, mas também um atendimento de primeira.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Em meu livro eu tento quebrar paradigmas sociais já inseridos na sociedade moderna. Isso já perdura por anos e está enraizado e meu livro merece ser lido pelo simples fato de fugir dessas regras impostas. Minha mensagem aos leitores é que VOCÊ NÃO PODE TUDO, MAS MERECE SER FELIZ. Liberta-se.

Obrigado pela sua participação.

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domingo, 5 de agosto de 2018

Entrevista com Meire Marion - Autora de: CHARLIE THE FISH

Meire Marion
She has been an English teacher in Brazil since 1982 when she returned from the USA after having lived there for eleven years. Besides teaching, she loves writing, reading, cooking, painting and cats.
Nome literário de Meire de Jesus Marion.
Ela é professora de inglês no Brasil desde 1982, quando voltou dos EUA depois de ter vivido lá por onze anos. Além de ensinar, ela adora escrever, ler, cozinhar, pintar e gatos.




In an incredible place filled with diversity, Charlie is a friendly fish who is lonely due to his size. Find out how he ends up turning his worst enemy into a friend.
Em um lugar incrível cheio de diversidade, Charlie é um peixe amigável que é solitário devido ao seu tamanho. Descubra como ele acaba transformando seu pior inimigo em amigo.





Olá Meire. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro Charlie The Fish é uma história de superação de um peixe grande que luta para ter um amigo.
A história nasceu enquanto eu observava o aquário da escola onde leciono. Observava, tirava uma foto com o celular e assim os personagens e o enredo foram nascendo, junto com muitas fotos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Desde 1982 sou professora de inglês aqui no Brasil. Vive nos EUA do pré-primário até o segundo ano do ensino médio, quando meus pais retornaram para o Brasil. Além de estar na sala de aula com meus alunos, gosto de escrever, ler, pintar, cozinhar e gatos. 
Charlie the Fish é meu primeiro livro, o primeiro de muitos. Escrevo há muitos anos, mas em inglês. Tenho um blog: Meire Marion’s Corner, onde tem outras histórias, opiniões, poemas, basicamente relatos de coisas que vejo.
Tenho planos de publicar mais livros, incluindo dois em Português, mas os outros são em inglês.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Eu amo ler e leio muitos livros por ano. Graças a professores que tive, aprendi a ler relativamente rápido e acredito muito na leitura. Acredito que seu vocabulário, fluência, gramática e idéias podem melhorar muito com a leitura.
A vida do escritor no Brasil é difícil. Ainda mais com um publico restrito sendo que escrevo em inglês. Quero que as pessoas curtam minhas histórias e que depois quando eu não estiver mais aqui nessa vida, meus personagens continuaram encantando crianças e adultos.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Conheci a Scortecci Editora através de um curso que fiz na editora com o Ricardo Ramos filho em 2011 e costumo receber e-mails da mesma.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
O livro deve ser lido por crianças (e adultos) que queriam descobrir como Charlie consegue fazer um amigo num mundo cruel. 
Deixo meu amor pela leitura para aos meus leitores e podem acreditar que a leitura te leva para outros mundos sem sair do lugar.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Irene Neta de Oliveira Pianissola - Autora de: MUITO ALÉM DA ATAXIA

Nasceu em Nova Venécia (ES) em 12 de julho de 1976, filha de Waldir de Oliveira e Ileny da Silva Oliveira. Começou a trabalhar como babá aos 9 anos. No ano seguinte foi trabalhar na casa de Adelson Pessin e saiu de lá aos 17 anos, casada com Luiz Carlos Pianissola, com quem tem dois filhos: Leonardo e Lucas. Trabalhou no comércio de 1997 a 1999, ano em que passou no concurso para agente comunitário de saúde em 1999, função em que atuou até 2001. A partir de 2002 exerceu diversas atividades: teve sua própria fábrica de bijuterias, a Pianissoly Biju; foi empresária da boutique Destak Modas, ao lado de duas sócias; foi Agente de Endemias (por concurso público) e, por fim, a partir de 2013, Assumiu como professora de matemática (DT), no ensino público, municipal e estadual. Permaneceu nessa atividade até 2017, quando foi afastada e depois aposentada pelo diagnóstico de ataxia espinocerebelar SCA3. Formou-se Auxiliar de Enfermagem pelo Profae (2004), fez Técnico em Enfermagem pela Univem (2010) e tem licenciatura plena em Matemática pela Universidade de Uberaba (2013), Pós-graduada em Gestão Educacional(2014) e Pós-graduada em Matemática(2014). Muito além da ataxia é seu primeiro livro publicado.

Ao receber o diagnóstico de ataxia espinocerebelar SCA3, a professora de matemática Irene Neta de Oliveira Pianissola vê à sua frente a necessidade de escolher um caminho a trilhar. Baixar a cabeça e ser dominada por uma síndrome que vem afetando vários membros de sua família há três gerações ou levantar a cabeça e enfrentá-la. Como boa batalhadora que é, lógico que escolheu a segunda opção, transformando essa drástica notícia em combustível para buscar conhecimento e ferramentas para lutar contra a síndrome. Dona de uma determinação e criatividade ímpares, ela relata neste livro suas experiências de forma doce e leve. A gratidão é uma característica significativa nessa guerreira e pode ser observada de forma clara na leitura. As situações descritas em forma de rima nos levam a refletir sobre a vida e suas surpresas, inspirando-nos a buscar uma maneira de conduzirmos tais situações de forma a nos trazer o bem maior. Sinto-me privilegiada de ser uma das homenageadas nesta obra. E aceito o convite de auxiliar a autora nessa luta em busca de um caminho que leve não só a ela, mas também a todos os portadores da síndrome, muito além da ataxia.


Olá Irene. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O meu livro traz poemas e reflexões que mostram a minha relação com o diagnóstico de ataxia, com Deus, com a minha família, com meus amigos e com o meu dia a dia.
Após um diagnóstico de Ataxia espiocerebelar sca3, que me obrigou a deixar a sala de aula, surgiu a ideia de eternizar as dedicatórias feitas.
A obra é destinada ao publico em geral pois fala de poemas contidos de amor e gratidão, sentimentos necessários a base de qualquer ser humano.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Eu sonhava em ser a melhor professora de matemática ou pelo menos a mais humanizada. Nunca tive nenhuma pretensão no mundo das letras e continuo me perguntando: O que esperar de uma professora de matemática metida a poeta?
É o meu primeiro livro, mas não será o ultimo se Deus quiser. Já estou com o segundo livro bem adiantado.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acho que essa foi uma boa oportunidade para descobrir o quanto eu também fazia parte desse grupo não leitor e que temos o hábito de dar a seguinte ordem, faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço. Depois que lancei o livro passei a me questionar o que eu responderia se me perguntassem: quantos livros você leu no ultimo ano? passei a me dedicar mais a leitura.
Estou lançando um projeto chamado O BRASIL QUE LÊ, espero colher bons resultados e futuros leitores.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Indicação de alguém que já é cliente.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
SIM. o meu livro merece ser lido pois trás uma mensagem de amor, paz e esperança. Destaca elementos como amizade, gratidão, companheirismo e fé, sentimentos um tanto que colocados em segundo plano diante da correria do dia a dia.
Te desafio a ler meu livro e não terminar melhor do que começou.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Neucivaldo Moreira - Autor de: AOS PEDAÇOS

Nome literário de Neucivaldo dos Santos Moreira. É um poeta brasileiro nascido no dia 05 de fevereiro de 1968 na cidade de Santarém. Cidade à margem esquerda do rio tapajós que presencia o espetacular fenômeno da natureza, o encontro do Rios Tapajós com o Amazonas, na Amazônia brasileira.

O poeta iniciou seus primeiros estudos no Grupo Escolar Frei Othmar e o segundo grau no Colégio Rodrigues dos Santos. Concluído os estudos ingressou no curso de Letras da Universidade Luterana do Brasil – Canoas, pós graduou-se em Administração e Planejamento para Docentes pelo Instituto Luterano de Ensino Superior – Santarém, em Marketing pela Universidade Estadual da Paraíba, além de ser Consultor Imobiliário. 

Trabalhou nos principais veículos de comunicação de Santarém por mais de 20 anos e foi professor universitário por mais de uma década. Há mais de dez anos é servidor público estadual na área da educação. Sempre esteve envolvida com os movimentos culturais da pérola do tapajós, Santarém – Pará.

É membro da ALAS - Academia de Letras e Artes de Santarém – Pará. Cadeira de nº 36, patrocinada pela Professora Sofia Imbiriba.


BIBLIOGRAFIA
Eu, profundo – 1998; 
Enquanto as nuvens passavam – 2000;
Sentimentalidades – 2001;
Seleta e outros poemas – 2005;
Participou da Antologia Escritores Brasileiros 2ª Edição 2006,
Poema e canto – Zé Maria declama Neucivaldo Moreira - 2010
Foto Poema – A imagem que não foi revelada

É a nova criação poética do Poeta Paraense, Neucivaldo Moreira, e vem para investigar o amor na sua mais profunda essência... a eterna procura dos poetas. 
Temos assim, um livro imperdível, porque foi escrito com o coração para corações. Fala de nós para nós mesmos, porque aborda os sentimentos que todos exteriorizamos de forma absoluta, mesmo que subjetivamente. 
Aqui os poemas são sintéticos e cheios de emoção, porque através do minimalismo, reúnem os sentimentos e se entrelaçam num continuísmo ímpar de forma cadenciada. 
Desfrute...

Olá Neucivaldo. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Trata-se de um livro de poemas. Sentimentos humanos como tristeza, alegria, esperança, desejo, dúvida, medo, coragem, paixão, amor. Surgiu da observação da realidade sensível. Do olhar direto ao cotidiano das pessoas. Da necessidade de expor o lirismo através de uma linguagem que pudesse atingir a um público, primeiramente, o mais amplo possível, em nível de escolaridade médio e a estimular o gosto pela leitura da poesia.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sempre publiquei poemas em sites e blogs, mas a minha primeira publicação em livro foi em 1998, com a obra Eu, profundo e hoje, entre antologias e livros solos já são 16 publicações. Ainda este ano, vou publicar mais uma obra com o título MENINA QUE SENTAVA NO JARDIM. Trata-se, também, de um livro de poemas que estará disponível a partir de setembro deste ano.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Vejo com um olhar triste, porém existem muitas possibilidades de estimular a leitura com a ajuda das redes sociais. Trabalho dessa forma. Publico meus textos e depois faço a publicação em livro. Crio um público e para esse direciono a venda. A cada tempo vou ampliando esse universo. Tanto na escola, como professor, quanto nas redes sociais, como um poeta da era digital.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Pelo excelente trabalho de marketing da Editora que fez conhecer as antologias das quais participo pela Casa da Poesia comandado pelo Renato Baptista.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim. Pela possibilidade do outro se vê a partir do que escrevo. Quando o leitor fazer a leitura dos meus textos vai se identificar com aquilo está lendo. Trata-se de uma leitura humana.

Obrigado pela sua participação.
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