quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Entrevista com Palmíria Borges - Autora de: VERSOS E FATOS

Nome literário de Palmíria Borges Prates.
Nascida e criada na cidade mineira de Montes Claros.
Participou da Coletânea do Salão Nacional Psiu Poético Volume I, Volume II , Volume III e de Antologia Poética do Psiu Poético. 







Versos e fatos
Trazem fatos comuns que fazem parte da minha história e de várias pessoas neste sertão mineiro. E muitos destes fatos da minha infância, adolescência e um pouco da fase adulta, tem sabor de poesia.







Olá Palmíria. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.


Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia de escrever o livro, surgiu quando percebi que as matriarcas de minha família morreram antes da fase da velhice. Não pensei em público e sim, em deixar um legado para a família. Mas vejo que se destina as pessoas adultas.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sempre gostei de escrever, brincar com as letras fazendo rimas.
É um sonho realizado e pretendo escrever muito mais.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É difícil sobreviver como escritor (tem de ter outra fonte de rendar) mas, é uma terapia escrever.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Pela mídia. Era o que eu procurava, fazer o meu livro em pequenas tiragens.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Merece ser lido, porque retrata a vida simples de muitos nortes mineiros. Espero incentivar outros a escrever.
Escrever sobre nós mesmo é buscar equilíbrio para enfrentar as diversidades da vida.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com C. Bertuolo - Autor de: É SÓ QUEBRAR O GALHO!

Nome literário de Claudemir Bertuolo Furnielis.
É professor universitário, formado em Relações Públicas e Filosofia, com Mestrado em Letras e Doutorado em Administração. Após 17 anos escrevendo e guardando suas histórias infantis, o nascimento de sua filha o inspirou a publicar o primeiro livro da série Para Alice.


Este livro é para crianças, mas também recomendado para pais e educadores, pois aborda de forma sutil a questão do bullying e do cuidado excessivo dos pais sobre os filhos. A história trata de uma arvorezinha que, vivendo na floresta sob os cuidados da grande mamãe, descobre que será cortada em breve, caso não consiga crescer. A mamãe, preocupada, pede ajuda à fada da floresta. A fada acompanha o sofrimento da arvorezinha na escola diante das risadas dos colegas, mas depois de alguns dias juntas, no caminho, diante da chuva e do sol, a fada desvenda o mistério. 
Que mistério será este?

Olá Claudemir. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro conta a história de uma árvore que, impossibilitada de crescer, está prestes a ser cortada. Diante desta realidade a mãe pede ajuda à fada da floresta para desvendar a razão pela qual a arvorezinha não cresce. Trata-se de uma história escrita há mais de 17 anos, destinada a crianças, mas também aos pais e educadores porque aborda de maneira sutil a questão do bullying, ainda que este termo não fazia parte do nosso vocabulário cotidiano, há duas décadas passadas.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Este livro é a primeira história de um total de 6 já escritas, o próximo sai em breve. As 3 primeiras histórias são para crianças e adultos e, ao final dessas terei condições de produzir uma outra traçando um paralelo com a pergunta da Alice no País das Maravilhas ao Gato: Qual caminho devo seguir? Assim, pretendo, despretensiosamente, ir escrevendo para a minha filha que se chama Alice. Com isso concluo o ciclo da árvore, o filho e o livro, acrescentando que, no meu caso, ainda tenho uma mulher maravilhosa que me permitiu realizar o sonho da filha e do livro.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
São dois problemas sérios e que, como diz a fada do meu livro, não devemos tentar resolver apenas, mas sim entender as causas. Ao tentar resolver sem entender podemos cair na tentação de falar em preço e isso não é ponto central. É preciso que os pais, primeiro estes e aqueles que estão mais próximos, falem da leitura como algo prazeroso, de valor e que incentivem os filhos a lerem, começando por eles mesmos, pais, lendo. O exemplo é o melhor jeito de educar.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Sinceramente faz tanto tempo, tenho tão boas referências, fiz cursos lá e nem sei dizer ao certo como fiquei sabendo, talvez tenha sido via redes sociais. Fico feliz em ter conhecido a Scortecci e a oportunidade que ela possibilita a quem quer dar vazão a seus sentimentos.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Vale a pena ler o livro pela história em si e pela mensagem que me parece atual aos pais, principalmente nos dias de hoje. Aos que leram de imediato são amigos e a estes só posso dizer: muito obrigado pela gentileza! Aos leitores que vierem depois digo: que bom tê-lo como parceiro nesta leitura porque você leitor é um outro autor à medida que lê e começa a reconstruir a narrativa.

Obrigado pela sua participação.


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Entrevista com Ana Costa - Autora de: RAZÃO PARA SER LOUCA

Nome literário de Ana Maria dos Santos Costa.
É autora de crônicas e contos, estreou como escritora em 2015 com o livro autobiográfico Volta, se houver motivo para voltar, lançado na cidade de São Paulo em 2016; em Lisboa, Portugal e em Montreal, Canadá em 2017. A obra é ganhadora do Prêmio Troféu Literatura 2017, na categoria de melhor livro biográfico de língua portuguesa; e concorreu ao Prêmio Jabuti 2017. 
É coautora das antologias Eternamente Você, Inquietação e Escritores da Língua Portuguesa, edição bilíngue: português-francês.


É o novo livro da escritora Ana Costa, após o sucesso de Volta, se houver motivo para voltar, ganhador do prêmio Troféu Literatura 2017. No Razão para Ser Louca, 41 contos e crônicas se alternam entre vivências pessoais e anedotas kafkianas; situações cotidianas e extraordinárias; viagens e permanências; encontros e desencontros; impressões e expressões; medos e coragens; e encantamentos e desilusões. Todos narrados no estilo peculiar de Ana Costa, uma prosa direta, franca, e salpicada de muita emoção e, sobretudo, humor. Lembranças da infância; experiências de uma mãe de adolescente; amores europeus; vivências em Paris; cartas da avozinha querida; cargas mentais; bizarrices; e excentricidades também aparecem no livro, entre muitas outras razões para sermos loucos.

Olá Ana. É um prazer contar, novamente, com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Razão para ser louca é um compilado de 41 contos e crônicas que se alternam entre vivências pessoais e anedotas kafkianas; situações cotidianas e extraordinárias; viagens e permanências; encontros e desencontros; impressões e expressões; medos e coragens; e encantamentos e desilusões. Todos narrados de forma peculiar, uma prosa direta, franca, e salpicada de muita emoção e, sobretudo, humor. Lembranças da infância; amores europeus; vivências em Paris; bizarrices; e excentricidades também aparecem no livro, entre muitas outras razões para sermos loucos. A ideia de escrevê-lo, em primeira lugar, escrever é a forma de diálogo mais eficaz para mim, pois, por meio da escrita faço o jogo de palavras sem as inconvenientes pausas na comunicação verbal que herdei do AVC. Por outro lado, vivemos em um mundo onde os ditos normais, matam, roubam, sabotam e destroem a autoestima das pessoas, sem nenhum pudor. Isso é triste, entretanto, concluí que a arte da loucura saudável mantém a lucidez e me faz livre e feliz. Em relação ao público, todos são bem-vindos à leitura dos meus livros.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou autora de crônicas e contos, escrevo exatamente o que gostaria de ler e uso a sensibilidade e o timing cômico para transformar situações comuns do dia a dia em histórias instigantes. O Razão para ser louca não é meu primeiro livro, estreei como escritora com o também, livro de crônicas, Volta, se houver motivo para voltar, lançado na cidade de São Paulo em 2016; em Lisboa, Portugal e em Montreal, Canadá em 2017, e recentemente foi lançada a 2ª edição. A obra foi ganhadora do Prêmio Troféu Literatura 2017, na categoria de melhor livro biográfico de língua portuguesa; e concorreu ao Prêmio Jabuti 2017. Sou coautora das antologias Eternamente você; Inquietação; Escritores da Língua Portuguesa, edição bilíngue: português-francês; e O silêncio das palavras. O Razão para ser louca, foi lançado em junho deste ano, e em agosto na 25ª Bienal Internacional do Livro (São Paulo); em setembro será em Curitiba e no mês de outubro em Portugal. No momento estou prefaciando a obra de um colega, mas meu próximo livro já está tomando forma na minha cabeça. Logo terá novidade.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Vida de escritor no Brasil? Ah, é difícil. Antes de mais nada, abraçar a escrita como profissão envolve paciência. Com rara exceção, não se vive de escrita de forma rápida como outras profissões, pode demorar anos e depender da publicação de várias obras. Aliás, essa é uma das minhas razões para ser louca, porque ainda não pago as despesas com a venda de livros, no entanto, os boletos chegam todos os dias e eu continuo escrevendo, pode? Rsrsrsrs. Mas é fascinante criar! Isso me conforta.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Participei do curso A arte de escrever, publicar e comercializar o produto livro, na Escola do Escritor, ministrado pelo Editor João Scortecci.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Em primeiro lugar gostaria de agradecer o carinho e a oportunidade de compartilhar essa entrevista. 
Eu espero que meu livro seja lido, sim, e para contextualizar o motivo utilizarei as palavras de uma leitora: A escrita é leve, agradável, engraçada e nos leva à introspecção e reflexão, proporcionando o reencontro com a gente mesma. Enfim, no livro aponto questões cuja essência mostra a maneira livre, leve, solta de viver. Bem, a mensagem que deixarei é um pedido: leia e incentive a leitura, em tese, a pessoa que lê tem melhor desenvolvimento profissional e pessoal. A leitura traz conhecimento, sonhos, viagens, raciocínio lógico e acumula reserva cognitiva, a qual pode-se necessitar no futuro (para mim, esse futuro, acidentalmente, já chegou e estou usando e abusando do meu estoque de reserva cognitiva. Rsrsrsrsrs). Ah, continue a ler meus livros e não esqueçam de dar feedback, os comentários do leitor situa o escritor.

Obrigado pela sua participação.
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sábado, 1 de setembro de 2018

Entrevista com Diego Araújo da Rosa - Autor de: SAL A GOSTO

É natural de Torres (RS). Nasceu em 1985. É funcionário da Caixa Econômica Federal desde fevereiro de 2013. Formou-se em Economia em novembro de 2010 pela Unesc. Escrever – conto, crônica e poesia – sempre foi seu hobby. Em termos de literatura, gosta de autores de diferentes escolas e gêneros, entre eles Khalil Gibran, Juremir Machado da Silva e Nicolas Behr. Em 2008 e em 2014, foi, respectivamente, um dos selecionados na 17ª e 23ª edições do Concurso Poemas no Ônibus e no Trem. Em 2012, foi um dos selecionados na 19ª edição do Concurso Histórias de Trabalho, categoria conto. Em 2014 fez parte da antologia literária da VIII CLIPP com o poema Tempos Hipermodernos. Sal a Gosto é seu primeiro livro individual e começou a ser produzido há pelo menos oito anos. Entre suas bandas mais ouvidas estão Beatles, Mutantes e Rolling Stones. Entre seus pintores prediletos encontram-se Vincent van Gogh, Edward Hopper e Munch. Na estante de seus filmes favoritos estão A Doce Vida (1960), Tempos Modernos (1936) e O Show de Truman (1998). Em termos de MPB, gosta de Elis Regina, Chico Buarque e Tom Zé. Entre seus cartunistas mais admirados estão Pawel Kuczynski, Andy Singer e Saul Steinberg. Entre os documentários que mais o impressionaram encontram-se A Vida É um Sopro, sobre as ideias de Oscar Niemeyer, e Como a Arte Fez o Mundo, um tributo à imaginação. Em termos de Ciências Sociais, estuda autores de diferentes ideologias, entre eles Keynes, Marx e Smith.

Os textos são de leitura rápida. A escrita, clara e objetiva. Nas entrelinhas, há a intenção de escapar da ideia do livre-arbítrio como principal determinante da ação humana, elegendo, como protagonista, o meio, as instituições em volta. A temática é variada: morte, amor, teoria econômica, sociologia, existencialismo, redes sociais... As tramas se desenrolam em ambientes diversos: na internet, num pub, nas ruas, no trabalho, dentro de casa, num campinho de futebol... O palco é a época atual, a hipermodernidade. O personagem, o homem comum.


Olá Diego. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro trata do cotidiano do Homem Comum e da Hipermodernidade. Há textos sobre o amor entre homem e mulher (Encontro em João Pessoa), sobre o amor entre pai e filho (Primeiros passos), sobre teoria econômica (Contraponto), sobre memórias de infância (Em direção à torcida), sobre religiosidade (Deus está dentro de você), sobre o sistema de um modo geral (A saída), sobre a crise do meio ambiente (Retratos de Midway), sobre as relações de trabalho (Dentro de um banco), sobre a morte (Epitáfio), sobre os dilemas existências (Ser ou não ser?), enfim, a temática da obra é variada e expõe a intenção do autor de tentar emitir uma opinião a respeito das coisas. A ideia de escrever o livro surgiu na adolescência, como desdobramento do hábito de estudar e refletir e registrar. Escolhi a forma literária de registrar em vez da forma científica, devido à herança artística parental. A obra se destina ao público maior de 14 anos, sem fazer restrição de gênero, raça, credo ou classe.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou natural de Torres/RS. Nasci em 1985. Trabalho na Caixa Econômica Federal desde fevereiro de 2013. Formei-me em Economia em novembro de 2010, pela UNESC. Sou apaixonado por cinema, pelos grandes pintores, por cartunistas, pelas ciências socias, por filosofia, por música e, sobretudo, por literatura. Tenho um filho de 3 anos. Nunca me casei. Estou noivo. Fui criado por minha avó materna. Escrever – conto, crônica e poesia – sempre foi meu hobby. Tenho outros 4 projetos literários em andamento: 1 livro de poesia, 2 romances e a ampliação do meu livro de contos e de crônicas. Também pretendo criar em breve um novo site pessoal para divulgação frequente de meus textos e interação com o público.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A vida de escritor no Brasil é um ato de heroísmo, devido ao fato de ser muito difícil ganhar dinheiro com a profissão. Nem mesmo escritores já consagrados vivem apenas da arte de escrever. Muitos se tornam palestrantes, professores, youtubers e passam a viver também desta renda paralela.Eu mesmo nunca ganhei nenhum centavo com a literatura, tiro meu sustento da profissão de bancário. Mas, devido à grande paixão e ao respeito pelas letras, sigo com minhas escrevinhações e projetos.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Participei de um concurso literário cuja organizadora era a Scortecci. A partir de então, passei a receber e-mails informativos. Numa destas mensagens havia um formulário eletrônico. Enviei-o preenchido e recebi de volta um orçamento com valores muito bons. Como o primeiro atendimento e os posteriores foram de qualidade, segui em frente. O resultado foi um livro muito bem editado. Recomendo demais a Scortecci - nota 10!.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sal a gosto é leve. Tem a linguagem clara, a fluência e a concisão como principais virtudes. Nas palavras do prefaciante, o professor Fernando Nogueira da Costa: As personagens são orgânicas, bem construídas, não estereotipadas. Os diálogos são naturais e úteis. As cenas ou situações são verossímeis. Dispensa as descrições desnecessárias e sem articulação com a narração. Seu estilo transparece naturalidade e harmonia. Os temas são expressivos de nossa vida comum, presente em outro lugar. A ironia é sutil. O narrar do Alemão re-ve-la, isto é, retira o véu que cobre o extraordinário de nossa vida ordinária. O leitor ainda encontrará em Sal a gosto um projeto estético-filosófico elaborado ao longo de mais de oito anos, pensado e repensado nos detalhes, significativo, principalmente, pelas reflexões permitidas nas entrelinhas - e não desmentidas nas linhas.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Francine Machado - Autora de: A PIRUETA DA BAILARINA FOFINHA

Nome literário de Francine Machado de Mendonça.
É arte educadora, produtora cultural, escritora e contadora de histórias. Trabalha no Ensino de Jovens e Adultos de Santo André, dá formações em creches, faz projetos literários e narrações dramatizadas em escolas, centros culturais, livrarias, Sescs, feiras, sábados folclóricos, mês das crianças, cursos de férias, fundações, parques, associações, praças, comemorações, institutos, oficinas, eventos, asilos, lançamentos e paradas pedagógicas. Tem uma gatinha, ama dançar e viajar.

Lola mora numa cidade pequena e está numa expectativa tremenda para ver pela 1ª vez uma apresentação de balé. Cai de amores pelos sons, figurinos, bailarinos e dança dos dançarinos. Fica ansiosa pela abertura das escolas de balé que as bailarinas contam que chegarão em sua cidade, mas ao visitá-las meses depois... Enfrenta barreiras inesperadas para estudar nelas! Seu sonho ou esse bullyng falarão mais alto? Uma fábula sobre os sonhos infantis e como professores, familiares e artistas podem estimulá-los.




Olá Francine. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.


Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Lola mora numa cidade pequena, vê o balé pela primeira vez, quer aprender, mas sua cidade ainda não tem escolas de dança. Quando elas abrem e as procura, é recusada por ser considerada gordinha. Mas como ensaiava às escondidas, se revela no coreto local e parece que as professoras das escolinhas de balé podem mudar de ideia...
Quis escrevê-lo após ler uma menininha do interior escrever após reforço escolar que quando viu a dança, resolveu trabalhar com aquilo pois no palco estava a paz que ela precisava para entender o mundo, ouvindo amigas da área que foram preteridas ao verem seus corpos se transformarem após a adolescência e quando assisti uma bailarina fora dos padrões insistindo em ensaiar, mesmo sem conseguir fazer todos movimentos. Isso decantou em mim por um bom tempo até parir a obra, na qual também quis destacar como professores são decisivos incentivando sonhos infantis.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Já escrevi Guardião da Cidade, pela Evoluir e participei das coletâneas Prosa/Poemas, Enredos e Desenredos e Meninas Super Poéticas IV, pelas editoras Guemanisse e Beco dos Poetas. Além disso dou aulas de artes, conto histórias e faço projetos culturais, muitas vezes incentivando escrita das crianças, escuta de memórias dos mais velhos, vivências artísticas, brincar e uma relação mais lúdica com as letras e a interpretação. Se Buda quiser será o primeiro de muitos! Os filhos são minhas obras e os projetos também. Quanto às árvores, pela memória da minha mãe, eu e as crianças do bairro botamos a mão na massa nos jardins da região do Sacomã, em São Paulo. Espero nunca parar esta produção, já que é uma das minhas grandes paixões. Escrevo desde pequena, nem tudo publiquei, mas participei de concursos de livrinhos artesanais crianças e fui jornalista antes. Me parece que quem escreve nunca está só.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É tanto trabalho de formiguinha quanto o que fazemos em sala de aula ou nas artes cênicas - dou aulas de artes para jovens e adultos em Santo André, além de fazer narrações dramatizadas em colégios, teatros, feiras, livrarias, bibliotecas, centros culturais etc. Num momento de aperto, corte de verbas e desvalorização da arte, literatura e educação podemos até nos entristecer, mas são os retornos dos leitores, alunos e públicos que nos movem (além da nossa imaginação, claro). Os abraços, risos, retornos, histórias, escritas, agradecimentos e aprendizagens após leituras, aulas e narrações que nos levam adiante. Fazemos por amor, mas obviamente sonhamos e batalhamos por maior reconhecimento.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Já havia os procurado oferecendo contação de histórias e tempos depois soube por e-mail da possibilidade de publicação e participação na Bienal, um evento com o qual tenho ligação afetiva (gastei meu primeiro salário nele, já tietei muito escritor e vi atividades incríveis nela).

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim! Ele trata poeticamente dos sonhos infantis, do bullyng, apoio dos mestres aos desejos das crianças e gordofobia, sempre de modo lúdico, abordagem que tenho sentido funcionar com os pequenos. A obra não é só para eles, adultos têm me escrito se emocionando após sua leitura. Penso que vale pois muitos de nós precisa não só resgatar seus sonhos, mas também acreditar neles, como Lola, a protagonista.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Rafael Moia Filho - Autor de: DE SARNEY A TEMER

Nasceu em São Paulo em 1958. Trabalhou na CESP - Cia. Energética de São Paulo, prestando serviço à Fundação Cesp entre 1977 a 1995. Em 1996, fixou residência em Bauru, SP, e trabalhou na Cteep e posteriormente na Hidrovia Tietê Paraná em Bariri, onde se aposentou em 2011, depois de 38 anos de atividades. 

Escreve há 20 anos para o JC - Jornal da Cidade de Bauru onde é um de seus colaboradores. Da mesma forma escreve para o Diário da Manhã de Goiânia e tem seus artigos publicados semanalmente no Blog Uberlândia Hoje. 

Após sua aposentadoria foi colunista da Rádio Auriverde de Bauru, onde atuou como comentarista dos programas de jornalismo da emissora. Hoje é da equipe de comentaristas da Rádio FM Jovem Pan News Bauru semanalmente.

O livro De Sarney a Temer – Uma incipiente democracia retrata um período de aproximadamente 33 anos da democracia brasileira, desde o final da Ditadura Militar em 1984. Fazendo um passeio desde a retomada da liberdade de expressão e a plenitude da nossa democracia até os dias atuais. 

O autor lançou em 2012 sua primeira obra uma coletânea de poesias chamada O Tempo na Varanda. Em 2013 lançou seu segundo livro O Humor no Trabalho. Há tempos escreve e trabalha com projetos de cidadania. Conheça mais sobre o Rafael acessando o Blog dele, http://falandoummonte.blogspot.com.br, ou pelo twitter @rafamfilho.

Nossa incipiente democracia terceiro livro do autor, retrata um período de aproximadamente 33 anos da democracia brasileira, desde o final da Ditadura Militar em 1984 até os dias atuais da nossa conturbada democracia. 

Fazendo um passeio desde a retomada da liberdade de expressão e a plenitude da nossa democracia, passando pelas eleições, seus vencedores, pelos resultados dos pleitos eleitorais e pelo impeachment de Fernando Collor e Dilma Rousseff.

O livro contém dados, números, nomes e fatos deste período intenso da nossa jovem democracia. Tentando demonstrar ao leitor o quão incipiente e imatura é a nossa democracia. Onde fica claro a necessidade do maior envolvimento e participação política da nossa sociedade, que muitas vezes se afasta permitindo que os atores principais fiquem sem controle e sem nenhuma fiscalização daqueles que justamente os colocaram no poder executivo ou legislativo.

O livro revê os episódios marcantes dos últimos 33 anos da política brasileira como a luta pela redemocratização, o impeachment de Collor, a era FHC, a chegada do PT de Lula e Dilma ao poder e a posse de Temer com o impeachment de Dilma.


Olá Rafael. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.



Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Surgiu ao perceber que muitos jovens estavam sem saber a verdadeira história do país pós revolução militar, incluindo o período que se seguiu até os dias atuais. Resolvi então, escrever e reproduzir estes momentos vividos por mim e com a ajuda de pesquisas para poder compreender o período de 33 anos entre 1985 e os dias atuais. Período que compreende a redemocratização do país, com a volta da liberdade de expressão e o direito sagrado ao voto para poder eleger um presidente da república e os demais representantes.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Este é meu terceiro livro após me aposentar no Setor Elétrico Paulista, onde trabalhei por 38 anos, até 2011, quando comecei a escrever meus livros. Pretendo seguir escrevendo livros, além de manter meu Blog Falando Um Monte - https://falandoummonte.blogspot.com/ onde coloco artigos, textos sobre política, economia e assuntos diversos do nosso cotidiano.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Não é fácil ser escritor ou viver de literatura num país onde a Educação é relegada a terceiro plano, a economia é feita para grandes grupos e não para o conjunto da sociedade. A quantidade e o valor dos impostos é aviltante, em relação ao retorno praticamente inexistente. Editar um livro tem um custo relativamente alto, as vendas são muito difíceis e os autores tem pouco espaço para divulgação.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
É meu segundo lançamento pela Scortecci, conheci pela internet, e, não consigo imaginar um novo livro que não seja lançado por esta equipe profissional e extremamente gentil deste Grupo Editorial. Desde o primeiro contato até a entrega dos exemplares recebemos todas as informações com muita qualidade e rapidez.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Vou transcrever uma critica literária sobre o livro, feita pelo critica Profº José C. Bortoloti do Rio Grande do Sul: "Rafael começa a mostrar, historicamente, com dados, com bibliografia, com fontes fidedignas lá com Tancredo Neves e a posse de Sarney e chega a Temer, nosso atual Presidente da República.
Nesse período todo, nada foi esquecido por Rafael: A inflação, os salários, as moedas, os congressos, os partidos, as alianças...
Todo brasilês deveria ler essa obra do Bauruense, antes de votar nessas eleições que estão próximas. Espero que haja.
Nada vai mudar. Não importa. Continuemos na obra de Rafael – De Sarney a Temer -, eis o que importa agora.
Na dedicatória você poderá estranhar ter duas citações:
A primeira de Eduardo Galeano, o jornalista e escritor Uruguaio que morreu em 2015 famoso por sua obra “As Veias Abertas da América Latina”, considerado por muitos como socialista. Mas você entende, logo em seguida por que Rafael coloca Winston Churchil como segunda citação. Pronto está formado o inicio e o final do livro, assim como seu título faz referência.
A continuidade da frase (utilizada no inicio) de Stephen Kanitz continua ...(...) Nós administradores, colocamos os melhores profissionais mesmo não os conhecendo, e colocamos auditores internos e externos e ainda sistemas de segurança para não sermos pegos de surpresa. Nem sempre isso funciona, mas tente despedir um amigo que se mostra incompetente que você conhece há 20 anos.....!” Conclui a frase do autor, citada por Rafael.
Com essa frase, na página 122, Rafael faz um clara referência com advertência do que acontece nos meios públicos, principalmente o federal, com os amigos e os amigos dos amigos, todos literalmente sendo muito bem tratados pelo Estado, para não haver, digamos traição.
Rafael foi feliz. Não deixa opiniõesinhas baratas na obra. Mostra a história política recente para quem quiser ver. E creiam-me a grande maioria dos Brasileses precisa ver, ler, estudar e saber o que está acontecendo nesse período da obra, com a política nacional.
Não se preocupe, não é uma enciclopédia, é um volume de 140 páginas. A grande maioria vai necessitar ler duas vezes para entender. 
Uma pequena maioria vai ler, reconhecer (se viveu nesse período) ou então conhecer se é além do período inicial.
Rafael teve um prefácio magnifico escrito por Paulo Cesar Razuk. Professor Titular aposentado da UNESP – campus de Bauru.
A análise inicial da obra é claríssima e dotada de um espírito profundo de cidadania e civilidade.
De Sarney A Temer – Nossa Incipiente Democracia – É a obra atual brasilesa, que, repito, todos deveriam ler, antes das eleições.
Valeu guerreiro paulista e bauruense, amigo, sobretudo, pela brilhante reflexão histórica de nosso atual Brasil político.
Eis tua ajuda, guerreiro, para a juventude atual entender o processo após os Militares no Brasil".

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Rodrigo Amaral - Autor de: CONSPIRAÇÃO!

Nome literário de Rodrigo Arantes do Amaral.
É arquiteto, escritor e roteirista de televisão. Colaborou nas minisséries Um Só Coração, JK e nas novelas Ti-ti-ti, Sangue Bom e A Lei do Amor. No teatro, traduziu e participou das adaptações dramatúrgicas de Joana Dark, a Revolta de Carolyn Cage e Letti & Lotte, de Peter Shaffer. Conspiração! é seu primeiro romance.





Imagine que tudo deu errado. Imaginou? Conspiração! é passado num presente distópico, onde tudo que podia dar errado no Brasil, deu. É nesse universo que Caio Valente, o mais famoso roteirista de TV brasileiro, depois de ter sua novela censurada a mando do governo, acaba sendo envolvido numa trama para depor um Presidente da República golpista.






Olá Rodrigo. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Passado num presente distópico, Conspiração! é a história de um escritor de novelas que, depois de ter sua novela censurada, se vê envolvido numa trama para depor um Presidente da República golpista, que pretende se transformar em um novo ditador. 
Comecei a escrever essa história há mais ou menos sete anos, motivado pelos acontecimentos políticos do Brasil e da Venezuela. Eu percebia que, dado o rumo político-econômico adotado pelos detentores do poder na época, era só questão de tempo para nos transformarmos numa enorme Venezuela. A partir daí, projetei um presente distópico, onde tudo o que poderia dar errado deu e levei Caio Valente, meu protagonista, para ele. 
Conspiração! se destina a todos aqueles que gostam de histórias de conspiração, de aventura e de romance, porque Caio Valente, obviamente, é movido pelo amor por Sylvia, a antiga namorada que ele encontra e que o leva a participar da conspiração.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Eu sou um arquiteto que se descobriu escritor há pouco mais de quinze anos. Em 2003, comecei a escrever minisséries (Um Só Coração e JK) e novelas (Ti-ti-ti, Sangue Bom e A Lei do Amor) como colaborador, participando das equipes capitaneadas por Maria Adelaide Amaral, Alcides Nogueira e Vincent Villari. Conspiração! é meu primeiro livro, escrito nos intervalos entre estes trabalhos. Além dele, tenho duas peças teatrais inéditas e já estou trabalhando em meu próximo livro!.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Escrever num país de analfabetos funcionais é um ato de amor e doação, acima de tudo. Além disso, entrar no mercado é muito difícil, as barreiras são quase intransponíveis e, como quem banca financeiramente a edição de um autor novato é ele, acaba sendo caro lançar um livro. Falta apoio, falta interesse, falta quase tudo.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através da indicação de uma amiga que trabalha no Grupo Scortecci.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Todo livro merece ser lido. Se você gosta de teorias da conspiração e de política, Conspiração! é uma boa pedida! Além disso, traz um pouco do universo das emissoras de televisão. Compre meu livro! Leia! Divirta-se!

Obrigado pela sua participação.
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