sábado, 6 de outubro de 2018

Entrevista com Lucas Ramando - Autor de: CRISTÃO RICO

Nome literários de  Lucas Ramando Silva.
Atualmente, tem vinte e cinco anos de idade e mora no interior de São Paulo. Sempre gostou de literatura e da busca do conhecimento sobre princípios espirituais com um paralelo ao humano. Percebeu sua vocação literária após escrever várias mensagens aos jovens de sua igreja, onde foi elogiado por aqueles que o ouviam. Assim, decidiu escrever sobre a riqueza e o cristianismo, pelo fato de esses dois fatores andarem lado a lado em nossa vida. Como evangelista, procura sempre promover, em uma boa oportunidade, a capacidade de fazer as pessoas pensarem por si mesmas, e não seguirem a alienação proposta pela sociedade comum, mas despertarem o verdadeiro saber através da Sagrada Escritura.

O livro trás um ensino direto em relação a opinião de Jesus e de seus apóstolos em relação ao dinheiro e a fé. Como conciliar a vida financeira com a espiritual, de modo que comungando as duas, cheguemos ao Céu um dia. O leitor entenderá por meio de simples palavras qual o melhor tesouro a ser alcançado e quais táticas usar para adquiri-lo de modo que jamais venha perde-lo, e o melhor de tudo: sendo um filho de Deus.




Olá Lucas. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro Cristão Rico aborda temas relacionados ao dinheiro com uma paralelo à vida espiritual. 
A ideia de escreve-lo me veio no momento em que comecei trabalhar com pessoas de auto poder aquistivo, conciliando esta vida rica a uma caminhada com Deus. 
Embora o título seja: "Cristão", o livro trás ideias de escritores e filósofos antes e depois de Cristo. E será indicado àqueles que sentem interesse em saber a opinião de Jesus sobre as riquezas, independe de sua religião.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Eu espero que esta obra seja a primeira de muitas, pois inspiração é o que não falta para abordar temas os quais as pessoas sentem necessidade de ouvir ou ler, para saciar tanto corpo quanto a alma.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Como o título já diz: "Cristão Rico", o livro extrai muitos textos da Bíblia. E sendo ela o livro mais lido do mundo, creio que isto força as pessoas a lerem mais dela e a obras relacionados ao seu conteúdo. E como as pessoas sentem necessidade de adquirirem conhecimento dela, creio que as incite mais à leitura, mesmo o Brasil sendo um país com um número mínimo de leitores.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Depois de pesquisar muitas editoras, vi alguns livros publicados pela Scortecci e me interessei mais por ela. Foi quando me aventurei em pesquisar mais a respeito dos detalhes, o que me interessou ainda mais devido o fino acabamento das obras e o ótimo atendimento oferecido.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Eu espero que ao menos o título chame atenção e cause curiosidade nos meus leitores (risadas), mesmo sabendo que as páginas que se seguirão, uma vez abertas, oferecerão maiores riquezas ainda aos meus leitores. Porque este foi o objetivo em escrever este livro: enriquecer as pessoas, e principalmente com Deus.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Natan Ferreira - Autor de: O ANDARILHO E OUTRAS COISAS

Nome literário de Natanael Alves Ferreira.
É goiano da cidade de Formosa, radicado em Brasília-DF. Radialista por paixão. Advogado. Sempre gostou de olhar o mundo num silêncio muito particular, e agora resolveu colocar suas observações no caminho, com humor, sensibilidade e de um jeito todo simples.





Uma coletânea com 22 contos e crônicas. Um ladrão de flor, uma princesa, uma velha que insistia em não morrer, uma amante involuntária, um andarilho... Personagens de histórias que acontecem todo dia por aí, mas que nem sempre são percebidas, até que com bom humor e sensibilidade alguém resolve contar. Entre no caminho e veja a si mesmo nas coisas que Natan Ferreira quer te contar. O Andarilho e Outras Coisas é um bate-papo leve e divertido, e até emocionante, exatamente como uma conversa entre amigos.



Olá Natanael. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O Andarilho e Outras Coisas é um apanhado de contos e crônicas que escrevi ao longo de anos. Coisas que guardava comigo. Histórias inspiradas em cenas do cotidiano, de família, presenciadas ou só imaginadas, salpicadas com ficção e humor às vezes, outras com sensibilidade e emoção.
Coisas que escrevi inspirado na forma simples e ao mesmo tempo tão rica de contar fatos do cotidiano de escritores como Moacyr Scliar, Stanislaw Ponte Preta, Luiz Fernando Veríssimo e até Cora Coralina (que descobri como contista há pouco tempo). Acho fantástico esse dom ou talento de tomar um simples fato e prender a atenção de alguém contando isso de um jeito envolvente, pitoresco e humorado. Esses “caras” e tantos outros são minha referência.
Escrever é uma coisa, mostrar e se entregar à crítica é outra. Então depois de revisitar esses escritos inúmeras vezes, me atrevi a compartilha-los. Foi um desafio pessoal romper a insegurança de entrar nesse mundo tão especial da literatura e tentar fazer alguém rir ou se sensibilizar com o que lê. Quando percebi que podia fazer isso, me permiti mostrar essas minhas coisas.
A recepção tem sido boa, não escolhi um público específico, creio que jovens e adultos são os que melhor podem perceber as nuances do que escrevo, mas crianças têm sido atraídas pelo livro. Creio que as ilustrações do Wendell Rodrigues, um amigo de longa data e desenhista talentoso, contribuem para que o livro seja atraente no formato. Espero que o conteúdo esteja tão bom quanto as ilustrações (risos).

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou radialista por paixão. Acho o rádio, assim como o livro, um desses instrumentos fantásticos que o ser humano criou e pelo qual pessoas que se quer se conhecem conseguem se conectar num nível profundo de emoção. Minha formação acadêmica é em Direito, o que trouxe elementos bastante humanistas à minha visão de mundo e que creio ter incorporado a meu texto.
Nesse caminho pessoal e profissional trilhado então, a palavra sempre esteve presente em minha vida. Escrever sempre foi algo presente e latente. Mais que uma vontade, sempre foi um chamado. Quando menos se espera vem aquela comichão, uma inspiração qualquer que não te deixa até que o sentimento seja canalizado em um texto. Depois é o esforço de refinar o escrito. Mas a inspiração é algo muito particular de cada um, pra mim vem de forma muito intuitiva.
Escrevo sempre. Depois que publiquei O Andarilho, passei a escrever com outro foco, com um compromisso maior. Sem, no entanto, perder aquela certa ingenuidade que te leva a seguir o rastro de inspiração como se fosse uma paixão juvenil. Depois me permito a autocrítica, claro, mas o movimento inicial, pra mim, deve ser livre e espontâneo, pra se revelar mais autêntico. Com isso, espero ter outras oportunidades de continuar escrevendo essas coisas que me tocam e poder mostra-las.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
O Andarilho é fruto de um esforço financeiro absolutamente pessoal. Isso deixou bem evidente as dificuldades que a publicação de uma obra traz e que não se encerram na edição. O processo de venda, a formação de um preço que te permita ver o livro no maior número de mãos possíveis, mas que traga um retorno mínimo até para reinvestir na obra, as restrições impostas por livrarias, etc. são fatores que evidenciam um cenário excludente. Muitos autores não conseguem ter seu livro materializado.
Além disso, ler não é um grande hábito do brasileiro. O universo literário tem que oferecer atrativos que vão além do conteúdo da obra, tornando o livro um produto de marketing, muitas vezes. São variáveis que tornam a vida do escritor não muito fácil e, lamentavelmente, prejudicam o fomento da literatura.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Na busca por uma editora que oferecesse um serviço sério e um preço justo, um amigo me indicou a Scortecci. Já no primeiro contato percebi o profissionalismo da empresa. Apesar de estar fazendo uma publicação independente, queria que o resultado final tivesse o máximo de qualidade de formatação, edição e impressão. A Scortecci me transmitiu confiança de que, pela forma, o livro não seria visto como uma simples aventura. Gostei bastante do resultado.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
O Andarilho e Outras Coisas tem seu foco no ser humano e nas melhores coisas que o ser humano pode oferecer. Faz rir, mas faz pensar e, me atrevo a dizer, até se emocionar. São histórias que qualquer um poderia viver ou presenciar, isso traz o leitor para dentro de cada coisa contada, vendo a si mesmo ou a uma cena familiar. Gosto muito disso, dessa proximidade com o leitor, o que faz da leitura quase um bate-papo.
O convite que faço então é esse: deixa te contar umas coisas. E desde já, obrigado pela conversa.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Márcia Ribeiro Pitta - Autora de: LIÇÃO DE VIDA

Escritora, professora e pedagoga – nasceu em 1963 em São Paulo. 
Ministrou aulas de 1984 até 1991 quando foi convidada para trabalhar no Núcleo de Ação Educativa 04 (NAE4). Foi Coordenadora do Sistema de implantação de Gestão de Recursos Humanos (GRH) em 1992 no NAE4 e Administradora Local do Sistema GERFUNC (Gerencia-mento de Funcionários) na Delegacia Regional de Educação (DREM04) de 1991 até 2003. Em abril de 2003 passou a trabalhar no Centro de Informática da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo.

Procurou desde jovem co-locar no papel seus sentimentos e ao concluir a formação em Letras (1987), buscou na edição a exposição de seus trabalhos. É também autora do livro “Pedaços de Mim”.

Retrata os encontros e desencontros de dois jovens que sentem uma forte atração sentimental, mas não sabem lidar com esse sentimento nem conseguem fazer das palavras um aliado para ajudar no romance. Os jovens neste livro não usam muito o diálogo como objetivo para chegar ao que realmente pretendem; ao contrário disso, acabam deixando o orgulho se sobrepor aos sentimentos nobres que ambos nutrem (o carinho e a admiração). Trata-se de um romance lírico. É indicado àquele que está sendo introduzido na arena do romance, àquele que está sentindo suas primeiras emoções amorosas. A autora, durante o entretenimento da narração, procura despertar a curiosidade, objetivando a busca ao conhecimento, e aumenta, assim, o repertório léxico do leitor, que e uma forma suave vivencia a linguagem culta e menos popular. Também é indicado ao jovem que precisa explorar, entre regras gramaticais, as colocações pronominais, o signo e a dupla articulação da linguagem. Neste livro você encontra as emoções expressas de amor, dor, mágoa, sofrimento e esperança, culminando na conclusão do reconhecimento do ser humano como um ser único e que se deve esperar dele (= Ser Humano) o que ele é e pode nos proporcionar, motivando o diálogo para que sejam evitadas decepções futuras.

Olá Márcia. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Retrata os encontros e desencontros de dois jovens que sentem uma forte atração um pelo outro, mas não sabem lidar com esse sentimento.
A ideia de escrevê-lo surgiu quando eu ainda era jovem, fazendo faculdade de Letras, li “Os Lusíadas” e fiquei admirada com a obra de Luiz de Camões, desafiei-me escrever um livro que constasse um repertório léxico mais rico para ampliar o vocabulário do futuro leitor.
A sinopse da obra indica que ela esta mais direcionada para aquele que está sendo introduzido na arena do romance, àquele que está sentindo suas primeiras emoções amorosas, no entanto, não gosto de determinar o público que deve ler uma obra, talvez porque eu enquanto leitora gosto de uma diversidade de gêneros e temas, acredito que independente da idade cronológica um adulto também pode gostar de uma literatura infantil ou juvenil.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Desde criança gosto de escrever, brincava sempre com um papel e lápis ou caneta nas mãos. Idealizava ser um dia escritora e esse foi um dos primeiros livros publicados, mas atualmente conto com cinco publicações:
Lição de Vida, Pedaços de Mim, Curta a Vida, O Pote Mágico, Curta a Vida na Aposentadoria.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Essa pergunta foi muito bem formulada porque é importante para quem pensa em ser escritor ter conhecimento de duas coisa fundamentais:
1º A atividade de escritor, ao menos no início, deve ser exercida paralelamente com outra profissão que lhe renda recursos para manter-se na vida e como escritor. 
2º O escritor escreve para que alguém o leia, nem que seja ele mesmo, não há como ser um bom escritor sem ser um bom leitor. Como deseja que alguém o leia se você não lê? Seria como um monólogo?
De fato esse é um país com pouquíssimos leitores, veja como está a situação do país, cheia de “achismos” e com pouquíssimo conhecimento de fato para uma evolução de valores humanos. Acredito que a leitura nos esclarece muito e esse é um dos motivos que me levam a trabalhar tanto com o incentivo a leitura.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Há muitos anos, cerca de treze ou quinze anos, encontrei os dados da editora Scortecci em um dos livros que eu havia comprado e lido. Como eu tinha interesse em lançar dois livros que eu já havia escrito quando jovem, entrei em contato com a editora, agendei um horário e fui muito bem recebida e orientada para proceder ao lançamento dos meus primeiros “filhos” (Lição de Vida e Pedaços de Mim).

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim. Considero que todo livro merece ser lido, não importa enquanto leitor, se nós gostamos ou não é segundo plano. O que importa sim é a emoção que o livro nos causa, se nos acrescentou algo bom, se ampliou de alguma forma algo em nós de forma positiva. Minha mensagem aos leitores é um pedido de que não leiam pensando em gostei ou não gostei, leiam como se estivessem conversando com o autor, reflitam sobre o que leem, questionem e se coloquem no lugar do personagem. O importante em um livro é que ele nos impulsione ao pensamento.

Obrigado pela sua participação.
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segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Entrevista com Sergio Luiz Herkert - Autor de: MEU PAPAGAIO SALVADOR - UNIR PARA SOBREVIVER

Licenciatura em Educação Física, Pós-graduado em Interdisciplinaridade, Pós-graduado em Gestão do Esporte. Mestrado em Educação.Professor de Educação Física, com PDE, SEED PR. Autor dos livros: Aprendizado no Esporte, Brincado com as palavras, Quero Voltar a ser criança, A Brincadeira Esportiva de Criança e a visão dos pais.






MEU PAPAGAIO SALVADOR - O SONHO REALIZADO 
O conto infantil apresentado ao leitor nesta história em quadrinho faz despertar momentos agradáveis, imaginativos, enraizado no subconsciente do indivíduo. A confiança no outro, sem distinção, ajuda a solucionar problemas, e é apresentado neste momento. 

E UNIR PARA SOBREVIVER - INIMIGOS JAMAIS
O individualismo é visível em nossa sociedade. Sobressair sobre outro é fundamental, para os egoístas. O conto apresenta uma discussão deste tema. Momentos difíceis e felizes podem sobressair, quando da existência de uma união de diversos seres, mesmo que tenham opiniões diferentes. É contado nesta estória. 

Olá Sergio. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Gostei de vivenciar um historia infantil. Crianças.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Quinto Livro. Estou no inicio da escrita, tenho a vida pela frente, pretendo a cada dia melhorar.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Pouquíssima. No ambiente familiar existe a falha, a leitura esta restrita as instituições educacionais.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Terceira obra realizada com a Editora Scortecci.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
As crianças que apresentei a obra, adoraram. Tanto pela historia com uma mensagem boa, como o mundo colorido que o livro tornou.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com P. A. Dalbon - Autora de: PRANTOS DA ALMA

Nome literário de Paloma Dalbon de Aguirre
Pode não ser chamada de uma pessoa triste, mas tampouco de imensamente feliz. Estuda desenho há mais de dez anos, tendo começado a se interessar pela área ainda bem pequena. Formou-se em Publicidade e Propaganda e, logo após, com o intuito de realizar seu grande sonho de trabalhar com livros, Design Gráfico. Hoje está se especializando em Design Editorial. Já participou como ilustradora, diagramadora e capista em diversas publicações infantis e não infantis. Eterna criança, sempre se diverte com seus trabalhos e adora viajar pelos livros que lê, projeta e, de vez em quando, escreve.

Os textos contidos neste livro são essencialmente desabafos por momentos de rancor, tristeza, raiva... São a compilação de sentimentos incompreendidos até mesmo pela própria autora, que na poesia encontrou uma válvula de escape para as sombras que a perseguiram durante sua vida e agora, depois de anos de inércia, voltam a atormentá-la.

"Prantos da alma é um conjunto de poesias de escrita simples, porém grandiosa em suas palavras, para retratar as inúmeras manifestações pessoais de uma escritora movida pelas perturbações de seu tempo. Sua densa atmosfera sentimentalista impulsiona o leitor a se deparar com um mundo cheio de cicatrizes, das mais rasas às mais profundas." - Belisa S. A. França

"(...) Prantos da Alma é um livro encharcado de dor. As lágrimas que dele escorrem, ora contidas a custo, ora furiosas ao extremo, avolumam-se e formam um rio caudaloso que muda a paisagem de quem nele se arrisca. A indiferença não é opção." - Paola Mariz

Olá Paloma. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Foi através dessas poesias que encontrei uma forma de refletir sobre mim e pelo que passei. Por muito tempo, foi no papel que encontrei um confidente para o que estava sentindo.
Essa já é a 2ª vez que reúno estes textos, mas a 1ª que realmente publico de verdade.
Espero que, com esse livro, eu possa ser capaz de ajudar algumas pessoas. Seja mostrando que elas não estão sozinhas e não precisam sentir vergonha pelo que estão passando, ou revelando um pequeno aspecto do que se passa na mente de alguém com este tipo de problema, para aqueles que nunca passaram ou sequer tiveram contato com algo semelhante, de modo que possam refletir e compreender melhor a situação.
Se quiserem saber mais, ou dar uma olhada nos previews das ilustrações, podem acessar o site: www.prantosdaalma.tk.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Bom, já começa que "filhos nem pensar". No estado emocional em que me encontro, apenas iria acabar transmitindo todo o meu rancor e agonia para a minha prole, tornando-os tão infelizes como eu. Ninguém deveria colocar mais uma pessoa no mundo só pra dizer que colocou.
Também não sou muito boa com plantas, então só me restam os livros mesmo.
Já publiquei diversas obras como ilustradora, diagramadora e capista, mas tenho vários outros projetos de romances e HQs que planejo publicar. Este livro foi apenas uma expurgação dos sentimentos que acumulei durante a vida e não deveriam ser ignorados por mim, nem pela sociedade. Uma coletânea dos textos que utilizei como terapia ocupacional em uma tentativa vã de impedir minha automutilação (emocional e física). Não que tenha funcionado muito, na maioria das vezes você esta tão mal que nem consegue segurar o lápis na mão.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
No Brasil a CULTURA, de um modo geral, não é valorizada. As pessoas não enxergam um escritor, ilustrador, artesão, etc como um trabalhador.
Muitas vezes irão lhe perguntar "O que você faz?" e você responde "Sou designer/ilustradora" que é recebido com um "Nossa, que legal! Mas o que você faz pra sobreviver? No que você trabalha?". Como se anos de estudo, treino, horas mal dormidas e empenho não fossem suficientes para considerar uma profissão que envolve cultura um trabalho digno.
Não se vive de escrever aqui no Brasil, onde as grandes editoras só apostam em best sellers e autores renomados. Algo que difere grandemente de países como os EUA, onde escritores ganham salários para escreverem livros. Não que lá seja perfeito, a lei de direitos autorais daqui é mil vezes melhor, ao passo que lá (EUA) é muito fácil você perder o direito sobre suas obras.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Na verdade, eu trabalho lá. Sou responsável pela produção do livros infantis e ajudo no setor de capas..

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Não poderia responder nada diferente de "sim", não é mesmo?
Mas falando sério agora: Muitas pessoas passam por algo semelhante ou pior do que eu passei, tive colegas que foram muito mais sucedidas em tentativas de suicídio do que eu.
A sociedade trata este assunto com repudia e medo: Tentam varrer para debaixo do tapete tudo o que não condiz com o mundo perfeito que criam em suas cabeças: Pais que não querem admitir que o filho tem problemas, amigos que largam mão uns dos outros por falta de resposta/contato, falta de empatia pelo sofrimento alheio.
Não é por que você teve uma vida linda e perfeita que todos tiveram. Você não precisa se sentir culpado ou responsável, basta não desmerecer a doença, como vejo muitas pessoas fazendo: "É só uma fase", "é mimimi", "se levantasse da cama, melhorava", "nunca passei por isso, não sei pra que o drama!", "se quisesse se matar de verdade, pulava logo de uma ponte" (essa última foi dita para mim diretamente, as outras li em fóruns de discussão sobre o assunto). 
As pessoas precisam deste, e de muitos outros, tapas na cara para acordarem. Para pararem de fingir que o problema não existe. Pois ele esta aí, consumindo a mente de nossos filhos, irmãos, amigos, mães, pais, tios e tias. Basta você começar a prestar atenção a sua volta.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Fábio Correia - Autor de: PIRATAS DO PARANOÁ

Nome literário de Fábio Correia dos Santos.
Bacharel em Administração de Empresas, formado pela FIRP. 
Trabalhou na Esso Brasileira de Petróleo, multinacional americana afiliada Exxon, incorporada pela Cosan e que atualmente pertence a Raízen. 
Trabalhou na distribuidora Repsol YPF, multinacional espanhola e na distribuidora brasileira Ale Sat Combustíveis. 
É atualmente escritor e funcionário do Banco do Brasil S.A.´



O livro trata do Brasil que nós queremos para o futuro. 
Fala de política e governo, corrupção, problemas sociais e da falta de investimentos em educação. 
E apresenta a sustentabilidade e o maior incentivo ao turismo como opções para alavancar a economia. 
Sempre preservando nossas riquezas naturais e promovendo a geração contínua e crescente de emprego e renda. 
É essencialmente o Brasil que nós queremos. E não mais o que a elite sempre quer.


Olá Fabio. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Trata do Brasil que nós brasileiros queremos para o futuro. 
Surgiu da necessidade de esclarecer alguns fatos históricos, principalmente aos jovens. Pois, nem sempre são ensinados. 
Notícias falsas ou "fake news" sempre existiram. E precisamos de mais investimentos em educação de qualidade.
Destina-se aos formadores de opinião, jovens estudantes, universitários, corpo docente, empreendedores e profissionais liberais.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou administrador. Atualmente bancário e escritor. Mas, iniciei minha vida profissional aos 15 anos e sempre estudei em escola pública. 
Na verdade, este é o primeiro de uma série sobre corrupção.
O segundo livro, já está no forno. Será o Piratas do Tibre; o rio que passa por Roma, na Itália, é testemunha fiel de corrupção no Vaticano. 
Depois, teremos o Piratas do Potomac, em Washington (DC), bem polêmico, sobre a corrupção nos Estados Unidos. 
Na sequência, Piratas do Tâmisa. O rio que passa em Londres, sabe que há sujeira sob o tapete da rainha da Inglaterra.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Ser escritor no Brasil realmente é uma grande desafio. Mas, prefiro focar nas oportunidades. 
E o conhecimento vale mais do que dinheiro.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através de um escritor riopretense.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
O tema é atual. Mas, a corrupção existe desde a época do descobrimento. E isso precisa ser esclarecido para todas as gerações. 
Nosso país tem todas as condições necessárias para sermos uma grande nação. 
Através da sustentabilidade e de um maior incentivo ao turismo, por exemplo, podemos promover a geração contínua e crescente de emprego e renda. E sempre objetivando a preservação de nossas riquezas naturais. 
Este é o Brasil, que realmente, nós queremos. E o futuro começa agora.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Afrânio Barbosa de Souza - Autor de: QUEM TEM MEDO DE DONALD TRUMP

O autor e mineiro, advogado, administrador de empresas, com cursos no exterior, especializado em mercado de capitais. Autor de romances Meninos da Roça, publicado em 2010, e 1875 - Missão ao Fim do Mundo publicado em 2015 pela Editora Scortecci.




O livro é uma coletânea de artigos publicados no DCI, jornal sobre economia. Trata-se de breves relatos sobre acontecimentos políticos e econômicos ocorridos no Brasil nos primeiros 15 anos do século XXI, marcados na área politica por despudorada corrupção e na área econômica pelo que o autor classifica como incompetência técnica do Banco Central. O leitor poderá acompanhar, certamente com tristeza, o acerto das previsões do autor.





Olá Afranio. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro é uma coletânea de artigos publicados no DCI - Diário da Industria e Comercio no período de 2000 a 2015, abordando crises politicas, econômicas e corrupção ocorridas no Brasil e no mundo ocidental.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
É o terceiro. Os dois primeiros foram romances. Esta historia de plantar arvore não é atividade literária. E a paternidade é responsabilidade bem maior que ser escritor.
Finalmente, brasileiro que não é politico, magistrado ou funcionário publico em Brasília, não tem sonhos, tem pesadelos.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É uma atividade economicamente inútil. Um lazer caro. Mas como terapia bem melhor que ficar digitando um celular.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
A editora é velha amiga minha. Além disso gosto muito do tratamento que me da através da Paola.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
QUEM TEM MEDO DO DONALD deve ser lido por todos aqueles se preocupam com o Brasil. É um resumo do que ocorreu nos primeiros 15 anos do Século XXI neste pais. O leitor deve lê-lo por três motivos. 1) Apesar de falar em economia, taxa de juros, corrupção e falta de caráter, sua linguagem é de fácil entendimento, as vezes irônica. 2) As previsões registradas nos artigos aconteceram o que fez do autor um micro Nostradamus político-econômico. 3) Os artigos são curtos, não mais de três paginas o que permite leitura nos ônibus, nos aeroportos, em aviões, etc. Só não se deve ler enquanto dirige por que é mais perigoso que celular e o leitor corre o risco de perder os últimos artigos.

Obrigado pela sua participação.

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