sábado, 3 de novembro de 2018

Entrevista com Aderbal Bastos Barroso - autor de: AGRIDOCE MELAÇO DE CANA E JABUTICABAS MADURAS

Aderbal Bastos Barroso (Betinho de Celina)
Nascido no povoado Carrapicho, então distrito de Neópolis, hoje Cidade de Santana do São Francisco/SE. Formado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Sergipe, graduado em Comunicação pela Universidade Tiradentes e Bacharel em Teologia pelo Seminário BETEL de Aracaju. Pós-graduado em Estratégia e Marketing Empresarial pela UNIT e MBA em Marketing pela FGV/Fundação Getúlio Vargas. Iniciou sua vida profissional como professor na Cidade de Neópolis, na rede municipal de ensino. Membro Fundador da Academia de Letras e Artes de Neópolis – ALANE, onde ocupa a Cadeira I cujo patrono é João Cabral de Melo Neto. Pioneiro nos anos 80 do Arte Literatura, Caderno Cultural/Gazeta de Sergipe. Organizador da Revista Literária – “Soletrando Sonhos – I Sarau Literário de Neópolis”, 2017/Editora J. Andrade/SE. Está presente em duas importantes Antologias: “Chuva Literária – Uma Antologia de Autores Nordestinos” da Editora Scortecci/SP, cujo lançamento ocorreu na XI Bienal Internacional do Livro de Pernambuco/ Edição 2017, e da Coletânea “Inspiração”, 2018/ Coletânea Internacional da ALPAS 21/Academia Internacional de Artes, Letras e Ciências. Editora Gaya/RS. Participou do “I Concurso Novos Talentos da Literatura José Endoença Martins”, 2016/2017 - promovido pela Universidade Regional de Blumenau/FURB/SC, ficando com o 3º lugar na categoria Contos, com “A casa que só tinha janelas” – uma coletânea de 20 pequenos contos. Obras individuais: “No Remanso do Rio”, Ed. J. Andrade, Aracaju/SE, 2014; “À Sombra dos Oitizeiros”, Ed. Scortecci, São Paulo/SP, 2017.

São poemas que cantam, de forma insofismável, o amor entre um homem e uma mulher com recurso aos elementos da natureza. O amor como substantivo concreto que aquece os enamorados ao anoitecer, o prazer que exalta os corpos dos amantes no calor da paixão, a volúpia do desejo, o pecado do prazer, a liturgia da entrega que se cumpre em êxtase e transe, a libido que se extravasa na visão febril do corpo idolatrado. São poemas que retratam também um amor amordaçado, estilhaçado que traz soluços e lágrimas e se devora no seu próprio veneno. 
Eu diria que nestes poemas que cantam o amor entre um homem e uma mulher ou, melhor, o amor de um homem para uma mulher, o autor percorre, letra por letra, todo o alfabeto do desejo e deixa extravasar todo o imenso caudal de sensações que lhe invadem a alma, a lembrança do ser amado.

Olá Aderbal. É um prazer contar, novamente, com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Apesar do nome nos reportar a sabores, ele fundamentalmente descreve o amor. 
Desde sempre, desde que me dei por conta de que nossos sentimentos se materializam através das palavras, eu procuro valer-me delas, compondo versos e poemas. Mas demorei a convencer-me de transformá-las em um livro.
Toda pessoa que é capaz de amar, de fazer deste sentimento nobre, uma linha de vida.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Já algum tempo que venho participando de antologias. 
Este é na verdade o meu primeiro livro individual de poesias, mas já temos outros dois livros na linha de relatos e memória: "No Remanso do Rio" - Aracaju, J. Andrade, 2014 e À Sombra dos Oitizeiros: impressões do tempo de vizinhos e quintais" - São Paulo, Scorteci, 2016.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Difícil mas desafiante.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através da leitura de outros livros.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, merece ser lido. Pois aborda a linguagem mais intensa do amor concreto, como o descreve Vera Duarte, poeta Caboverdiana que o prefacia: "É o amor como substantivo concreto que aquece os enamorados ao anoitecer, o prazer que exala os corpos dos amantes no calor da paixão, a volúpia do desejo, o pecado do prazer, a liturgia da entrega que se cumpre em êxtase e transe, a libido que se extravasa na visão febril do corpo idolatrado".

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Aldirene Máximo - Autora de: METÁFORAS

Nasceu em SP. Graduou-se em Letras e pós-graduou-se em Psicopedagogia, ambas pela Uninove. Narradora de histórias pelo Senac, escreve poesias desde os 12 anos.
É autora do livro: “Eu acredito no Amor!






Segundo livro da autora, é um convite ao leitor para mergulhar em suas próprias emoções. Metáforas, como a autora mesma diz, já é uma metáfora. Mais envolvente, profundo e enigmático do que seu livro de estreia: “Eu acredito no Amor!”, que também é sucesso!







Olá Aldirene. É um prazer contar, novamente, com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Livro de poesias. Destina-se a todos os públicos. Nasci com o dom da literatura. Respiro Poesia. Publiquei o livro Eu acredito no Amor! pela Scortecci, em 2017. No mesmo ano publiquei o Metáforas. Eu acredito no Amor! tem como tema o Amor. Metáforas tem como tema o autoconhecimento. É mais profundo.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Metáforas é o segundo que publiquei. O terceiro será publicado em breve. Eu amo literatura e a literatura me ama. Para ser sincera, tenho mais 5 livros prontos e pretendo publicar todos. Dois de poesias, um de crônicas, um de poesias cristãs e um de poesias infantis.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Falta incentivo. Isso é fato. Mas, não impede de nós escritores tentarmos encontrar o nosso lugar no mundo. Afinal, o sol brilha para todos. Poesia para mim, não é apenas uma arte. É meu estilo de vida. É o ar que eu respiro. Não consigo viver sem escrever. Faz parte do meu ser. Não posso desistir de escrever a minha história por falta de incentivo. Isso seria desvalorizar os talentos que Deus me deu. E se Ele me deu, com certeza sabia que eu estaria capacitada para honrar esse presente.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Eu conheço a Scortecci há algum tempo. Estudei Letras e desde a época em que estava na graduação, vinha pesquisando editoras para publicar meus textos. Tenho um enorme carinho por toda a equipe, que consegue deixar meu trabalho o mais perfeito possível.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim. Porque incentiva o leitor a pensar, refletir, persuadir e ressignificar seus sentimentos. Além de ser uma obra que foi planejada com muito carinho. 
Queridos leitores: obrigada por acreditarem em meu trabalho. Agradeço o carinho de todos os que leram e me pediram para continuar. É gratificante saber que estou no caminho certo.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Vadô Cabrera - Autor de: O VELHO E O RIO

Nome de batismo é Salvador Cabrera Santiago, é paranaense da cidade de Porecatu, aonde veio ao mundo em 01/01/1955. Aos 04 anos de idade, sua família migrou para a Capital paulista. Escreve desde jovem, ainda nos bancos escolares, mas foi na maturidade que deu vazão às suas inspirações poéticas. Em 1986 fixou residência em Jacareí, cidade do Vale do Paraíba e começou a publicar seus artigos. Participou de vários Concursos Literários, com trabalhos publicados em algumas Coletâneas.
É membro efetivo e atuante da Academia Jacarehyense de Letras, ocupando a cadeira nº 01, sendo seu patrono o poeta Mário Guerra. 
Em 2014 publicou seu primeiro livro: “Reminiscências – Poesias em Dois Tempos”, pela Editora Scortecci. 

Neste segundo livro, o autor faz uma criteriosa seleção de alguns de seus textos ou ‘escritos’, como eles os intitulam. São estilos variados, que resultaram numa mescla prazerosa.
O autor nos conduz a uma encantadora viagem, cujo veículo-livro vai parando nas estações: crônicas, contos, cartas, artigos, trovas, prosas-poéticas e pensamentos. 
São momentos que marcaram sua vida e que ao lê-los parece que estamos revivendo-os como se fossem nossos também.
Um pequeno livro, cujo conteúdo – de beleza singular, interage conosco.
Com toda certeza, vai ficar o gostinho de: ‘Quero Mais’! 

Olá Salvador. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
É um livro em que mesclei textos de variados estilos, as Crônicas, que dá título e início ao livro, acompanhadas de cartas; artigos; prosas poéticas; trovas bem humoradas e outros escritos. Assim, espero agradar um maior número de leitores.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Eu costumo dizer que ainda não me considero um Escritor e sim, um ‘Escrevedor’, o que gosto muito de fazer: Escrevo desde textos desde os primeiros anos de minha juventude, iniciando com as poesias. “O Velho e o Rio” é o meu segundo livro. O primeiro foi “Reminiscências – Poesias em Dois Tempos” publicado em 2014, pela Scortecci Editora. Sou imensamente grato a Deus por ter realizado três desejos: plantar uma árvore, já plantei inúmeras árvores (continuo plantando); ter um filho, tenho duas filhas abençoadas e publicar um livro, já publiquei dois livros e não quero parar.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Este é um problema antigo que nos últimos anos, com o advento da internet e suas ferramentas cada vez mais invasivas, que facilitaram o acesso ao mundo das informações - tudo na palma da mão, aonde somos ‘obrigados’ a seguir tudo em tempo real. Ainda acredito no livro impresso. Penso que dificilmente será extinto, pois, nada é mais prazeroso do que o cheiro que exala quando abrimos um livro e o folheamos, seja o novo ou até o antigo. Nada vai substituir esta magia inebriante. Atualmente tenho acompanhado em algumas cidades, Campanhas de incentivo à leitura para os alunos do Ensino Fundamental. Uma importante iniciativa que, se atingir todas as escolas do país, em médio prazo poderá nos tirar do incômodo 27º lugar no Ranking dos países mais leitores do mundo.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Conheci a Scortecci Editora em 2013, através da AJL – Academia Jacarehyense de Letras, quando fui aprovado como Membro. Na época, a nossa presidente era a Salette Granato, que já tinha livros publicados pela Scortecci e fez uma parceria para que os escritores- membros da AJL publicassem seus livros. Fiz contato e publiquei o primeiro livro, que foi lançado na 23ª Bienal e neste ano (2018), lancei o segundo, “O Velho e o Rio”, também presente na 25ª Bienal.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Leiam meu novo livro! É um livro pequeno (96 páginas), com textos leves, em diversos estilos e muito prazerosos.

Obrigado pela sua participação.
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domingo, 28 de outubro de 2018

Entrevista com Ezequiel de Morais - Autor de: O MELHOR PRESENTE

Nome literário de Benedito Ezequiel de Morais.
Nasceu em Pereiras, interior do estado de São Paulo, em 10 de abril de 1942. Filho de pais católicos, desde muito cedo passou a demonstrar profunda atração pela doutrina cristã e seus mistérios de fé. Ainda menino, ingressou no Seminário de Sorocaba, donde saiu ainda jovem, sem, contudo, perder o entusiasmo pelas atividades da Santa Igreja. Formado em Direito, foi servidor público até a data da aposentadoria, em 2012. Participa atualmente da Paróquia Nossa Senhora do Rosário, em Guarulhos, como catequista de adultos e ministro extraordinário da Santíssima Comunhão.

Esta obra foi inspirada no "sim" de Maria, ao aceitar o anúncio, através do mensageiro Gabriel, de que fora a escolhida para ser a mãe de Deus. Com sua resposta, admitindo ser a "escrava do Senhor", ofereceu ao mundo: o melhor presente: Jesus, salvador dos homens.







Olá Ezequiel. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro oferece ao leitor, especialmente ao leitor católico, uma série de reflexões voltadas para os dogmas da fé cristã, a vivência em comunidade, os mandamentos da Lei de Deus, etc. A ideia de escrevê-lo é antiga, até que, de forma aparentemente inédita, até um pouco estranha, um sonho veio apresentar três figuras de mulheres jovens, que identificaram como anjos do céu, que, sendo interrogadas quanto ao objetivo da inesperada visita, disseram, prontamente: "O SEU LIVRO". Em consequência da insólita informação, no dia seguinte iniciei os primeiros ensaios para a realização da obra, até a conclusão da mesma e as providências quanto à edição.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Filho de pais católicos, desde muito cedo senti profunda inclinação pelo conhecimento das verdades cristãs, a participação na vida da Igreja, alimentando um ideal de vir a ser um religioso, tendo ingressado no seminário, onde pude desenvolver o gosto pelas letras e pela oratória. Este livro é o segundo de minha autoria, sendo que o primeiro, editado em 1992, pela Editora "O Recado", foi muito bem recebido pelos leitores, especialmente os leitores católicos. Vale dizer que o sonho da vida religiosa não prosperou, todavia, mesmo fora do seminário, nunca me afastei das atividades da Igreja. Mais tarde, formado em Direito, exerci funções públicas, até a data da aposentadoria, em 2012. Atualmente ainda pretendo dar continuidade ao ideal de escrever outras obras, sempre voltadas para as vidência cristã.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Atualmente, o público leitor é muito reduzido, o que é lamentável. Nasa últimas décadas, com o crescimento constante das emissoras de televisão, equipamentos moderníssimos de comunicação, resta um pequeno e insignificante espaço para os livros; estes, não têm mais, como antigamente, a mesma procura, o que é de se lamentar. O universo de leitores, bem como os escritores, tendem a perder muito "terreno" com o avanço imoderado dos atuais meios de comunicação social.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Fiquei sabendo por indicão do pároco da comunidade da qual venho participando.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
A resposta, indubitavelmente, é positiva. Trata-se de um trabalho elaborado com muito zelo e muito carinho, na abordagem dos dogmas da fé cristã, numa linguagem simples e atraente, no estilo de um poema, com base nas sagradas escrituras e no Catecismo da Igreja Católica, assim como buscando respaldo em autores cristãos consagrados. É um livro para ser lido e estudado em família, em catequese, e por toda pessoa interessada em se aprofundar no conhecimento da doutrina cristã.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Maria Amélia Blasi de Toledo Piza - Autora de: CONTOS ACONTECIDOS

Natural de Botucatu SP,  formou-se em Artes Plásticas e Música, vindo a obter o doutorado em Arte Brasileira pela Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação da UNESP Bauru. Lecionou em Faculdades da Região e foi responsável pelo Setor Cultural da Prefeitura de Botucatu, quando organizou o Museu de Arte Contemporânea e o Museu Histórico da cidade. Pertence à Academia Botucatuense de Letras ocupando a Cadeira Nº 6, cujo patrono é “Francisco Marins”. Dedica-se à escrita como cronista, memorialista e historiadora de arte, tendo publicado vários livros. Como pintora tem produção intensa, participando de Salões e Exposições no Brasil e no exterior, obtendo expressiva premiação.

Nesse livro, a autora dá forma narrativa a vários episódios colhidos na tradição oral de seus familiares e amigos através dos anos e que perduraram na lembrança pela sua singularidade. Em seus contos, transparecem as recordações dos antepassados italianos e portugueses narrados nas reuniões familiares já em terras brasileiras. “Contos Acontecidos” funde humor, romantismo, melancolia, mistério, surpresa e ineditismo. Em linguagem escorreita e familiar, conquista o leitor pela feliz escolha dos temas e veracidade ou ficção dos relatos. Da inserção na alma infantil de uma menina egoísta, em “A boneca” aos meandros do casamento por interesse em “A famosa História da Branca da Gama”, Maria Amélia Piza perpassa por fatos narrativos envolventes. Vale a pena ler.”
José Celso Soares Vieira, presidente emérito da Academia Botucatuense de Letras.

Olá Maria Amelia. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Este livro contém narrativas de histórias que realmente aconteceram. Algumas são muito antigas, foram contadas pela minha avó, nas rodas de conversa da família. Outras são recentes, algumas eu mesma presenciei. O livro se destina a um público amadurecido, jovens e adultos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
No último mês de junho completei 81 anos. Dediquei-me ao ensino da música, do desenho e da pintura. Escrevi colunas na imprensa da minha cidade, sobre atividades do Museu Histórico e Crônicas sobre fatos e pessoas da cidade. Obtive grau de Mestre e de Doutora em Arte Brasileira, apresentando a obra de Carlos Oswald, grande pintor Sacro do Rio de Janeiro, e seu filho, Henrique Oswald, autor de belíssimo Mural Sacro em Botucatu. Estou escrevendo sobre eles, agora. Tenho vários livros inéditos, biografias, manuais técnicos e novos contos. Tenho cinco filhos e quatro netos.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Nossos escritores são muito produtivos e imaginosos. O mesmo digo dos nossos ilustradores. Temos poucos leitores por causa da barreira atroz que é o analfabetismo. E pouco tem sido feito para eliminar essa chaga que mantém nosso país atrasado e longe da tecnologia atual. No entanto, o analfabeto é valorizado como está, dando a ele direitos cívicos como eleger seus governantes. Os religiosos ainda se esforçam para aprender a ler a Bíblia. Outros, o suficiente para digitar o celular. Nossos alunos, com a progressão automática, mergulhados numa letargia, mal se alfabetizam. O escritor é um idealista, que muitas vezes financia sozinho seus próprios livros, sem esperar grande retorno financeiro disso, levado pela nobre vontade de semear. Mas tenho fé que a leitura vencerá.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Conheço a Scortecci de muitos anos. O primeiro livro editado por ela que tive em mãos foi uma coletânea, que achei muito bem feita. Depois, em 2003 levei para ela a primeira edição do meu livro "Por que amo Botucatu".

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, o meu livro merece ser lido, porque contem relatos verdadeiros, alguns, através de conversas com pessoas idosas, outros, acontecidos de verdade, que pude presenciar.
Mensagem para os meus leitores: "Maravilhem-se todos os dias com a vida ao seu redor. Pessoas, objetos, jardins, animais, tudo forma uma teia de sustentação da sua presença no mundo, tudo está ali para o seu agrado, a sua experiência de participar. Preste atenção: muita coisa está acontecendo..."
.

Obrigado pela sua participação.


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Entrevista com Luiz Paulo Ribeiro Ferraz - Autor de: LEMBRANÇAS DO MENINO DA ROÇA

Nasci no ano de 1942 na cidade de Guaxupé, Minas Gerais, estudei até o terceiro ano numa escola rural e fiz o quarto ano na cidade, me formei em Tecnologia de Alimentos com especialidade em Laticínios. Fui Industrial, Cafeicultor, Pecuarista. Aposentado iniciei a escrever.







O Menino da Roça conta a vida na roça no ano de 1949, as brincadeiras, o caminho da escola, a escola, as brincadeiras no recreio, a Professora, os amigos e as historias contadas na beirada do fogão a lenha.








Olá Luiz Paulo. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Meu livro trata da minha infância na roça tempo de muitas farturas nas roças, muita produção de alimentos e muita população rural. A noite no radio o Repórter Esso do papai e futebol do papai e as novelas da mamãe, para as crianças a histórias contadas na beirada do fogão. Esse foi meu sexto livro destinada ao público infanto-juvenil.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Tenho 76 anos nunca imagine que escreveria um livro sempre me atuei em uma área completamente diferente. Sou Técnico em Laticínios formado pelo Instituto de Laticínios Candido Toste de Juiz de Fora e um curso de vegetais no Centro Tropical de Alimentos de Campinas. Tive uma Industria de Alimentos até o ano de 1996, depois fui cafeicultor e agora Pecuarista aposentado Escritor. Gosto e tenho imenso prazer de escrever, O meu primeiro livro A Casa de Pedra foi escrito em 2014, e vai ser lançado no final deste ano. O segundo O Caminho do Centro Oeste, o terceiro A Bruxa de Palmas, o quarto Garimpos do Pará em Castelo dos Sonhos, todos esses são de amor e aventura que se passa na região norte do Brasil, a cidades de Itaituba, Rurópolis, Santarém, Novo Progresso Castelo dos Sonhos, Palmas e Sinop. O quinto livro, Tudo Acontece em Brasília, a história se passa no ano de 1962, uma trama que envolve a cidade do Porto Lisboa e Madri o sexto livro Lembranças de Um Menino da Roça. O sétimo Saudade uma Vez no Passado, o oitavo A Terra da Esperança e o nono que acabei de escrever no dia 31 de agosto chama Contos das Noite Escuras.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Não sei da vida de escritor no Brasil, não sei se alguma Editora vai interessar pelos meus livros todos estão guardado no pen drive, mas vou publicar três por minha conta e risco, além do Lembranças do Menino da Roça e a Casa de Pedra vou publica no próximo ano pela Scortecci Garimpos do Pará em Castelo dos Sonhos, conta sobre a riqueza do Pará a rodovia BR 163 o tráfico de moças virgens da região de Novo Progresso.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Fiquei sabendo da Editora Scortecci por intermédio de Ivani Rezende que no mesmo Edifício que minha Filha em São Paulo.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Meu livro Lembranças de Um Menino da Roça merece ser lido porque conta um tempo gostoso de viver, sem miséria, sem favelas um Brasil diferente do atual.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Marlene Serra - Autora de: APENAS UM TIRO

Marlene Serra
Nasceu e vive no Rio de Janeiro. É mestra em Letras pela UERJ, de onde está aposentada como professora-assistente. Publicou os livros A Floresta Amarela (infantil), Carnaval no Formigueiro (teatro), Momentos (poesia) e Brumas (romance). Escreve literatura de cordel sob o pseudônimo Mauro Maranhão e prepara um próximo romance.





Neste romance, o seu segundo, Marlene Serra nos convida a refletir sobre um dos assuntos mais absurdos do cotidiano carioca: o caso da bala perdida. Centralizada na jovem Vicentina, a trama vai desdobrando a vida dos moradores de um bairro periférico conectados pelos tiros constantes. A autora narra com a visibilidade objetiva dos roteiros de cinema, mostrando-se uma atenta observadora na composição de cada rua, armazém, terreiro, e também uma habilidosa cartógrafa, emaranhando os caminhos das personagens e nos prendendo no enredo, até o fim, pelos fios do suspense policial, do drama familiar e da imanência transcendente das religiões de matriz africana. Apenas um Tiro nos lembra que a violência é quase uma força autônoma narrando os nossos tempos, mas que não detém tão simplesmente o poder de assolar os destinos. O que se detecta pela mão da autora é, também, da ordem da beleza: a incansável resistência da vida.
Ao redor da bala perdida orbitam as vidas de trabalhadores, traficantes, policiais, Orixás. Neste mesmo terreno habitam a desconfiança do valor das palavras e a angústia em testemunhar um ciclo que parece não ter fim.

Olá Marlene. É um prazer contar, novamente, com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O cotidiano da vida carioca – caso da bala perdida.
A ideia surgiu em observar a vida angustiada das famílias que sofreram e sofrem com essa realidade que parece não ter fim.
A obra se destina ao público jovem, principalmente.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Como professora, mesmo aposentada, mantenho vivo o meu projeto de pertencer ao mundo das letras, observando, analisando e levando, se possível, alguma luz para modificar o conceito de violência que domina o nosso conceito atual.
Não é o meu primeiro livro, mas espero escrever muitos, sempre com o objetivo de retratar momentos de vidas brasileiras.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É realmente lamentável a nossa realidade de poucos leitores. A leitura é desvalorizada e a Educação no Brasil - abandonada.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Uma professora, amiga minha, que mora em São Paulo, me indicou essa editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
O meu livro merece ser lido, porque representa uma suave luz nesses tempos difíceis, em busca da resistência ao mal e um apelo às forças dos Orixás.

Obrigado pela sua participação.
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