segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Entrevista com Vanderleia Aguiar Kisen - Autora de: AMOR EM LUZ E SOMBRA

Vanderleia Aguiar KIsen
Autora das obras:
AMOR EM LUZ E SOMBRA, lançado na décima sexta Bienal do livro em São Paulo. Editora Scortecci.
JEREMIAS O MENINO SONHADOR, lançado na cidade de Chiryu (Japão). Editora Scortecci.
O MUNDO SECRETO DE HIRO, publicado pelo Clube de Autores.



O título do livro expressa bem os sentimentos desta poetisa. Trata-se de amor em luz e sombra não porque haja cambiâncias que traduzam dualidade de conduta da autora diante do Amor, razão primeira, última e eterna da humanidade. 
A luz e sombra que aqui se manifestam, numa visão metafórica, naquilo que significa não a imprecisão na abordagem do tema, mas que no que há de gradação de afetividade e bem-querer da poetisa em busca e em direção ao Amor maior, num dar-se por inteira, livre dos egoísmos da compensação, essa resposta amorosa que muitas vezes fere e descompassa o próprio amor... 
...Nesse claro-escuro, nessa luz e sombra, Vanderléia Aguiar Kisen vai tecendo o seu ritual de amor, sem explosões maiores, naquela dimensão de oferenda, que cala fundo e comove..
Se o tema central é o Amor, na sua percepção humana e cósmica, nem sempre a poetisa se fecha, como um casulo, dentro ou em torno dele. Ou seja: ela não se isola do mundo que a cerca.

Olá Vanderléia.  É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Transformei a depressão em poesias.
O livro , Amor em Luz e Sombra, acolheu todos os meus medos e desejos. Minha alma foi tomada de alegria e esperança, e a lembrança do futuro que eu tanto almejava, era desenhada através das letras e, transformadas em poesias. 
É um livro que pode ser lido por qualquer pessoa, que aprecie a transformação, através do amor.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Amor em Luz e Sombra, foi meu primeiro livro.
Jeremias o Menino Sonhador, o segundo.
Ambos lançados pela Editora Scortecci.
O Mundo Secreto de Hiro, é meu terceiro livro, publicado no Clube de Autores. (em busca de editoras).
Todas essas obras foram prefaciadas, editoradas e avaliadas, pelo escritor e crítico literário Sr. Caio Porfírio Carneiro.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Devo continuar, com muita paixão e amor.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Tive a honra de conhecer Vanusa Santos, dona da Paradigma Assessoria. Foi ela, que me ingressou no mundo das letras, através da Editora Scortecci.
Sou imensamente grata, sempre!

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Falo de amor, e o amor, nunca sai de moda.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Neta Mello - Autora de: QUE HISTÓRIA É ESSA, VOVÓ?

Nome literário de Maria Antonieta Figueiredo Mello.
É historiadora e escritora. Trabalha com a memória e as histórias dentro da História. Publicou Crônicas Memórias, 2002; Pauliceia Ignorada, 2005; Sem Remetente, 2009 – 2º lugar de ficção pela UBE - RJ / 2010. O silêncio faz parte da resistência, 2012 e Eu não sabia, 2016.





Andrea Pereira de Almeida
É designer e artista plástica. Filha de pai brasileiro e mãe americana, nasceu e mora nos Estados Unidos. Pratica corrida, gosta de fotografar e pintar aquarelas ao ar livre. Participou de mostras de jovens artistas em seu país.


Todo mundo gosta de ouvir histórias da infância dos pais. Neta Mello ouviu muitos relatos dos avós e dos pais e passou a contá-los para os filhos, incorporando suas próprias experiências. Há pouco mais de vinte anos, começou a registrar diálogos dos filhos e sobrinhos. Os textos ficaram guardados no computador até o nascimento dos netos, quando ela descobriu que, além das histórias dos livros, eles pediam outras tendo os próprios pais como protagonistas. Nesse diálogo de gerações, surgiram novas narrativas, agora com a participação dos netos. 
Ela propôs à artista plástica Andréa Pereira de Almeida que criasse aquarelas para os textos. O resultado é o perfeito encontro entre afeto e imaginação.


Olá Neta. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Todo mundo gosta de ouvir histórias da infância dos pais. Desde pequena ouvi muitos relatos de meus avós e dos meus pais e passei a contá-los para meus filhos pequenos, incorporando minhas próprias experiências. 
Há pouco mais de vinte anos, comecei a registrar diálogos dos filhos e sobrinhos. Os textos ficaram guardados no computador até o nascimento dos meus netos, quando descobri que, além das histórias dos livros, eles pediam outras tendo os próprios pais como protagonistas. Nesse diálogo de gerações, surgiram novas narrativas, agora com a participação dos netos. Fiz uma proposta a minha sobrinha e artista plástica Andréa Pereira de Almeida para que criasse aquarelas para os textos. Assim surgiu Que história é essa, vovó? um livro para crianças e adultos, um encontro entre afeto e imaginação.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Tenho vários livros publicados. Crônicas Memórias, 2002 (Scortecci); Pauliceia Ignorada (Scortecci), 2005 – histórias reais de personagens anônimos da cidade de São Paulo. Sem Remetente, 2009 (Scortecci) prêmio de 2º lugar categoria romance no Concurso de Literatura UBE - RJ / 2010. O silêncio faz parte da resistência, 2012 (Intermeios Editora); Eu não sabia, 2016 (Chiado Editora). 
Que história é essa, vovó? é o primeiro livro para o público infantil.
Meu nome inteiro é Maria Antonieta Pereira de Almeida Figueiredo Mello, apelido Neta (nêta). Sou bacharel, licenciada e pós-graduada em História pela PUC-SP. Trabalhei como professora de História e Atualidades em escolas particulares e como voluntária em projetos ligados à educação. Trabalho com a memória, seja ela de um único personagem ou coletiva. 
Após a publicação, tenho um projeto para levar o livro para escolas, contar as histórias e mostrar que todo mundo pode escrever sua própria história ou relatos que ouviu em algum momento da vida.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A valorização da leitura precisa partir dos pais, dos avós ou de quem cuida das crianças. Ler para um bebê de dois ou três meses por dez minutos todos os dias, mostrando as figuras, dando entonação às palavras e nomes, é um passo para a formar o gosto pela leitura. Acalma a criança e cria vínculos com quem cuida. Eu me lembro de meus avós e pais contando histórias, dos meus filhos pequenos que pediam repetidas vezes os mesmos livros. Criar o hábito de leitura é dar ferramentas para a vida. Melhores condições da Educação e projetos de leitura em biblioteca, parques, ONGs deveriam ser incentivados pelas grandes editoras.
Não é fácil ser escritor no Brasil. Ainda mais para quem tem mais de 60 anos! 
Mandar originais para diversas editoras sem saber se serão lidos e avaliados; receber cartas-padrão de que a obra “não se encaixa no perfil editorial” da empresa. Ter que investir em pequenas tiragens por conta e risco. Deixar os livros em consignação em livrarias (muitas vezes sem receber depois de dois anos!). Essa é a realidade que os autores têm medo de contar. Aprendi a converter meus livros para e-book e coloquei na internet para vender. Banquei traduções que também estão à venda, com preços baixos, para que mais leitores tenham acesso. Em qualquer parte do mundo, escritores são valorizados, convidados para dar palestras. Precisamos mudar a mentalidade de que o escritor, no Brasil, é uma pessoa distante do povo, um intelectual que não conversa com seus leitores.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Em 2002, publiquei Crônicas Memórias pela Scortecci por indicação da Rebra – Rede de Escritoras Brasileiras – da qual faço parte.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Penso que todo livro merece ser lido. A leitura precisa ser agradável, não uma obrigação. A mensagem que o Que história é essa, vovó? procura passar é que todo mundo têm alguma história para contar. As memórias são importantes bases para a construção da individualidade, para a socialização e criação de vínculos.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Sansone Pereira - Autor de: SURPREENDER-SE

É o nome literário de Antonio Serafim Pereira, mestre (PUC-RS) e doutor em educação (Universidade de Santiago de Compostela, USC, Espanha.). Pós-doutor em Ciências Humanas e Sociais pela Universidade de Buenos Aires, Argentina. Docente pesquisador da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC/SC.






As poesias estão dispostas em seis temáticas: Viver, Tempo, Amores, Mulheres, Imaginando e Autoria.
A escolha dos temas e os poemas neles contidos não seguem lógica objetiva específica que possa, deva ou seja conveniente/pertinente revelar. A propósito, pensando que critérios formais guardam armadilhas classificatórias prévias, que podem tolher o olhar criativo e autônomo, preferi inspirar-me em Quintana (1948) para quem poesias devem ser espaços para se imaginar, inspirar-se, recriá-las, inventar novas e/ou representá-las de toda forma.


Olá Sansone. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Surpreender-se é um livro de poesias que marca minha estreia como poeta, em sua primeira obra individual no gênero. Uma obra que reúne 65 poemas, dispostos em seis seções temáticas, a saber: Viver, Tempo, Amores, Mulheres, Imaginando e Autoria. 
Os temas e sentidos básicos que compõem os versos dos poemas provêm de meus inspiradores cotidianos. As pessoas com as quais me relaciono ou me relacionei de alguma forma. Coautores imprescindíveis. Sem eles a poesia em mim e, obviamente, as poesias de Surpreender-se não existiriam. Minhas poesias surgem das coisas pensadas ou impensadas, das pessoas e lugares, os mais diversos, com os quais estou ou estive compromissado ou com eles posso não guardar compromisso algum. Considerando que poesias são espaços para imaginar, inspirar-se, recriá-las, inventar novas e/ou representa-las de toda forma, Surpreender-se não se destina a um público determinado, mas a todos que se interessam por poesia e se dispõem a diálogos suscetíveis de nos transportar para longe dos enquadramentos, que controlam nossas emoções e enrijecem nossos sentimentos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Disse no prólogo do livro – primeiro de outros – que me surpreende a condição de tornar-me poeta, que precisa ser relativizada. Na verdade, eu deveria ter dito que assumi a condição de aprendiz de poeta, que hoje convive com a minha condição de aprendiz de professor, assumida há muito mais tempo. Evidentemente, que aprendiz de professor é uma tarefa que exerço como profissão; aprendiz de poeta é distração. Ou como prefere Manuel Bandeira, libertação.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Como professor universitário, formador de professores, penso que devemos nos conscientizar de que a escola precisa ensinar a ler e escrever ao invés de restringir-se, muitas vezes, a informar. Desse modo, teríamos mais leitores e mais escritores, que poderiam viver com maior inteireza o seu ofício.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Cheguei à Scortecci pelas suas Antologias, nas quais publiquei poemas que constam de Surpreender-se.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Meu livro (meu?) merece ser lido porque os leitores podem surpreender-se ou serem surpreendidos, principalmente, se entenderem que a poesia não se presta a convites preestabelecidos e quiserem compartilhar comigo e com os demais a experiência de ser bem acolhido, não pela espera, mas pelo imprevisto.

Obrigado pela sua participação.
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quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Entrevista com Edimilson Eufrásio - Autor de: PARA TODA A VIDA!

O autor tem 48 anos de idade, é natural de Americana/SP, é jornalista e membro titular da Academia Jahuense de Letras. Eufrásio é autor das obras: Lágrimas de Poeta; Regressando além das Letras e Uma vez Poeta, eternamente Poeta. 
Com 11 anos de idade, Edimilson Eufrásio vencia o primeiro concurso de poesia que participou. Foi um evento promovido por uma emissora de Rádio de Americana/SP, pelo apresentador da época Geraldo Pinhanelli, em homenagem ás mães. Em 1993, Eufrásio recebeu o título de Cidadão Mineiros-Tieteense, da cidade de Mineiros do Tietê-SP. Em 2001, recebeu o prêmio de TV Serviços Canal 21 de SP, como “Troféu Destaque” na área de Empresário Artístico 1999 – Em 04/12/1999 foi homenageado pela Revista Túnel do Tempo, nos 100 anos do Butantã, com o Diploma de Cidadão do Butantã de São Paulo. 
Como autor, recebeu Menções Honrosas nos anos de 2002, 2003, 2004, 2005 e 2006 pelo Clube de Letras de Barra Bonita/SP e ainda, recebeu Menção Honrosa em 2014, pelo IV Prêmio Cultural Ronald Golias de São Carlos/SP. E em 16/11/2017, conquistou o 1º Lugar do VIII Festival Pérolas da Literatura promovido pela Prefeitura do Guarujá/SP. 
Eufrásio teve participação em obra que foi destaque na 25ª Bienal Internacional de São Paulo, que foi realizada no Anhembi, com a coletânea que reuniu a participação de poetas de todo o Brasil. Essa obra foi lançada pelo editora do Grupo Editorial SCORTECCI e recebeu o nome “O Silêncio das Palavras”.

Do começo ao fim, a Obra é só poesia. Os textos são narrados com linguagem que permite transcender ao real e também ao imaginário.
O poeta Edimilson Eufrásio surge como uma promissora revelação do mercado literário brasileiro e também nos países lusófonos, onde começa a ingressar com suas obras. Neste ano, lança esta que é a sua quarta obra: “Para toda a vida!” que é, antes de mais, uma homenagem à sensibilidade daqueles que gostam da poesia de qualidade.
O livro de 152 páginas, a ser lançado pela Editora Scortecci, com sede em São Paulo. O prefácio do atual título é assinado pelo professor acadêmico e Presidente da Academia Jahuense de Letras Mauriney Eduardo Vilela que considera Eufrásio um “Observador participante”.
Ainda de acordo com Vilela “...existem os poetas epidérmicos, cuja sensibilidade os levam à poesia de maneira avassaladora, irrecorrível. É o caso de Edimilson Eufrásio. Sua poesia é filha de uma percepção refinada que busca, em tudo, o encantamento e a solidariedade”. Vilela acentua eu é “... escritor, como o Edimilson, mas sinto que se desprende desse livro que você tem em mãos, um grau de calor humano que os meus escritos não conseguem alcançar. 
Edimilson Eufrásio em impressões – transformadas em poesia – fazem dele aquilo que os antropólogos chamam de ‘observador participante’. E finaliza: “De certa forma, suas poesias não são mera ilustração de como são as pessoas no Brasil contemporâneo, mas a essência de uma brasilidade histórica. Brasilidade apresentada por imagens que parecem desconectadas, cambiantes, limitadas, mas que foram aproveitadas, muitas vezes, de maneira genial!
Para toda a vida! A obra do poeta Edimilson Eufrásio é especialmente dedicada ao avô materno, Antônio de Almeida (falecido em 2006) e quem teve grande influência em sua educação. O autor ficou sem o pai quando tinha 12 anos e, a partir daí, o avô o criou. Eufrásio sempre teve o avô como seu ídolo e a pessoa mais importante da sua vida.
Na opinião do jornalista, Para toda a vida! “......é mesmo à eternidade. Vida e eternidade são duas das mais brilhantes palavras e, não por acaso, a máxima de que os diamantes são eternos. Claro que a autoria dessa máxima não se refere apenas à sua preciosidade, a qual necessita de uma eternidade de tempo para ser forjada na natureza, mas, sim, e certamente, por causa da beleza sem fim.
Para toda a vida! segundo o jornalista Alcimir Antonio do Carmo “está cravada em palavras de eternidade, de amizade entre almas, selada pelo amor e não esse raso e carnal, mas, o suprassumo do termo no significado maior. Quando li a poesia que é homônimo titular da obra, percebi o quão belo é o seu conteúdo porque, como conheço a vida de seu autor e sua interação com o universo, inclusive terreno, entendi a sua amplitude”.

Olá Edmilson. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Do começo ao fim, a Obra é só poesia. Os textos são narrados com linguagem que permite transcender ao real e ao imaginário.É uma mistura de poesia, poemas, textos poéticos e crônicas. A obra "Para toda à vida", a quarta da carreira do autor,é, antes de mais, uma homenagem à sensibilidade daqueles que gostam da poesia de qualidade. 
O público alvo é todo aquele boêmio, sonhador, fingidor, que sonha, acredita, se ilude, viaja nas emoções e nas sensações do amor que é para toda á vida.
Esse projeto vem sendo trabalhado desde de 2012, procurando atender as necessidades do leitor que é sensível e romântico, daqueles que ainda manda flores. 

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
O autor tem 49 anos, é natural de Americana/SP, é jornalista e membro titular da Academia Jahuense de Letras. Eufrásio é autor das obras: Lágrimas de Poeta; Regressando além das Letras e Uma vez Poeta eternamente Poeta.
Eufrásio busca se firmar no mercado literário brasileiro e também nos países lusófonos, onde começa a ingressar com suas obras.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É um desafio ser um escritor no Brasil de hoje. Ainda mais, ser um poeta e um romancista. As pessoas estão mais frias e perdendo a esperança. A educação e a cultura,são o reflexo da classe política que preferiu ao invés do formar cidadãos cultos, sábios, inteligentes, meros fantoches, que podem manusear conforme seus interesses. 
Como poeta, acredito que a leitura é o que nutre alma e a poesia a inspiração que encanta e transforma o homem que sonha, que ama, que se entrega e que busca, que não tem, medo de ser feliz.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Por intermédio da Internet. Participei da antologia "O Silêncio das Palavras", lançada na Bienal de SP em agosto de 2018. Conheci a Fernanda de Sá, e passei para ela a minha vontade de atingir o mercado interno brasileiro. A Fernanda acreditou no meu trabalho e estamos alcançando a nossa meta.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Desejo que a poesia seja uma constante em sua vida e em seu coração.Que você tenha tido o privilégio de amar ou ser amado, ao menos uma vez e possa dizer que valeu a pena não ter desistido do amor.Que a poesia faça magia na sua vida, transformando-a em cada dia. Que essa energia, que vai além da vida, permita sentir esse amor verdadeiro e infinito, que nos faz melhor dia após dia.

Obrigado pela sua participação.





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Entrevista com Nildo Maximo Benedetti - Autor de: FILMES PARA PENSAR

É mestre em Literatura Italiana pela Universidade de São Paulo (FFLCH) e doutor em Literatura Brasileira pela mesma universidade. É autor dos livros Sagarana: o Brasil de Guimarães Rosa (Ecidade, 2010) por seleção da USP com verba Proex-Capes e Incesto no cinema: raízes psicossociais (All Print, 2015). Escreve semanalmente sobre cinema no jornal Cruzeiro do Sul, de Sorocaba, São Paulo.





Este livro é uma coletânea de críticas e artigos sobre cinema. As versões reduzidas desses textos foram publicadas semanalmente pelo autor no jornal Cruzeiro do Sul, de Sorocaba, entre novembro de 2016 e dezembro de 2017. A atividade de colunista do jornal é consequência da atuação de Nildo
Benedetti como idealizador e coordenador do Projeto Cine Reflexão, atividade cinematográfica realizada na Fundação de Desenvolvimento Cultural de Sorocaba (Fundec), que exibe filmes adequados para discutir e debater Ciências Humanas.
Alguns artigos versam sobre tópicos da arte cinematográfica – cinema e literatura, cinema e questões culturais etc. A maior parte do livro, contudo, é ocupada por críticas de filmes, por meio das quais o autor discorre brevemente sobre temas como psicologia, sociologia, política, literatura e outros.
Assim, o livro é direcionado a qualquer cinéfilo interessado em interpretar filmes de forma mais profunda, mas pode também ser utilizado por professores que desejem exemplificar tópicos das Ciências Humanas em suas aulas.

Olá Nildo. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro é uma coletânea de críticas e artigos sobre cinema. Alguns artigos versam sobre tópicos da arte cinematográfica - cinema e literatura, cinema e questões culturais etc. A maior parte do livro, contudo, é ocupada por críticas de filmes, por meio das quais foi possível discorrer sobre temas como psicologia, sociologia, política, literatura e outros. O livro é dirigido a apreciadores de cinema interessados nesses temas.
A ideia de escrever o livro veio como consequência natural da minha atividade de colunista do Cruzeiro do Sul, de Sorocaba. A atividade de colunista, por sua vez, decorre da minha função de coordenador do projeto Cine Reflexão da Fundação de Desenvolvimento Cultural de Sorocaba (Fundec). A Fundec é uma entidade civil de direito privado, sem fins lucrativos e é a principal parceira da Prefeitura Municipal de Sorocaba na difusão cultural e na educação artística. É dedicada à formação de profissionais de música e de artes cênicas, administra a Orquestra Sinfônica de Sorocaba e exerce várias atividades ligadas à música e ao teatro. O projeto Cine Reflexão está inserido na atividade de cinema.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Meu primeiro livro, Sagarana, o Brasil de Guimarães Rosa, foi editado por seleção de teses da USP, com verba Proex-Capes. Meu segundo livro versava sobre cinema: Incesto no cinema: raízes pasicossociais
Este Filmes para pensar é meu terceiro livro, mas já estou trabalhando em um quarto livro que ficará pronto no final de 2019 e que também será sobre cinema. Além disso, já plantei árvores e tenho quatro filhos.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Defendi minha tese de doutorado em Literatura Brasileira na USP quando tinha 71 anos de idade e já estava aposentado. Hoje estou com 82 anos e meu objetivo continua o de preencher meu tempo com algo que seja útil ao leitor e à comunidade. Meu grande prazer é estudo e escolhi atividades que exigem disposição de tempo e vontade de estudar. Portanto, o advento da Internet e a decadência do hábito da leitura, embora desanimadora a quem dá valor à cultura, não me afeta substancialmente porque, para mim, escrever não é meio de ganhar a vida, mas de envelhecer dignamente. Se umas poucas pessoas conseguirem extrair alguma coisa do livro que as faça pensar sobre a condição de homens e mulheres em sociedade, já me darei por satisfeito e penso que meu esforço terá valido a pena
Penso que a vida do escritor sempre foi difícil e mesmo grandes nomes como Machado de Assis, Manuel Bandeira, Guimarães Rosa e muitos outros conseguiam sobreviver porque tinham outras atividades que lhes garantiam uma renda.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Fiz uma pesquisa no Google e verifiquei que a Scortecci era uma empresa de excelente qualidade. Daí veio minha escolha.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
O livro merece ser lido por qualquer pessoa interessada em interpretar filmes de forma mais profunda. É de leitura fácil, porque tenho a convicção de que pensamentos complexos podem ser expressos com linguagem clara, sem perder o rigor da exposição. Todos os conceitos que o livro contém foram extraídos de livros e textos de indubitável valor acadêmico; e sempre que me senti inseguro sobre determinado tópico, recorri a especialistas qualificados. Por isso, o livro pode também ser utilizado por professores que desejem exemplificar tópicos das Ciências Humanas em suas aulas, uma vez que os textos sobre cinema e as críticas dos filmes selecionados possibilitam discussões muito interessantes sobre psicologia, sociologia, literatura, história, relações humanas etc.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Marco Aurélio Vicente Vieira - Autor de: CADEIA DE CUSTÓDIA DE PROVA

É formado pela Faculdade de Direito de Guarulhos - FIG em 1992, com pós-graduação lato sensu em Limites Constitucionais da Investigação no Brasil (UNISUL/SC,2008), Direitos Fundamentais (Universidade de Coimbra - Portugal, em parceria com o Instituto Brasileiro de Ciências Criminais - IBCCRIM, 2011) e Perícias Criminais (Complexo Jurídico Damásio, São Paulo, 2013).





Este estudo visa analisar, através de pesquisa, como a cadeia de custódia contribui para manter e documentar a história cronológica da evidência, para rastrear a posse e o manuseio da amostra por meio do preparo do recipiente coletor, da coleta, do transporte, do recebimento, da análise e do armazenamento, incluindo toda sequência de posse. Na área forense, todas as amostras são recebidas como evidências, são analisadas e o seu resultado é apresentado na forma de laudo para ser utilizado na persecução penal. As amostras devem ser manuseadas de forma cautelosa, para tentar evitar futuras alegações de adulteração ou má conduta que possam comprometer as decisões relacionadas ao caso em questão. O detalhamento dos procedimentos deve ser minucioso, para tornar o procedimento robusto e confiável, deixando o laudo técnico produzido, com teor irrefutável. A sequência dos fatos é essencial: quem manuseou, como e por quê, onde o vestígio foi obtido, como foi armazenado.

Olá Marco Aurelio. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O tema do livro CADEIA DE CUSTÓDIA DE PROVA trata da importância na validação e utilização dos vestígios como meio de prova, pois, a cadeia de custódia traça um histórico cronológico para a idoneidade da prova, garante a autenticidade e preservação da prova pericial até seu descarte. O tema foi objeto da minha especialização em Perícia Criminal e o assunto é de grande interesse para estudantes e indispensável para os operadores de direito.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou advogado desde 1993 e atuo na área criminal  e sempre gostei de abordar o tema prova de uma forma técnica. Assim, decidi publicar o livro para deixar registrado a importância da cadeia de custódia em nosso ordenamento jurídico. Penso em publicar outros livros ligados ao tema prova pericial, que é de suma importância no Direito. É o primeiro livro que publico, pois, as ideias precisam ser materializado para as novas gerações.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Hoje com a modernidade e o acesso a internet o livro ficou em segundo plano como fonte de pesquisa, mas não tem nada melhor do que manusear um livro e senti-lo em suas mãos. O Brasil tem leitores e mercado para os livros, mas o preço me parece ainda um fator que distanciamento com os leitores.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Minha esposa RENATA SOLTANOVITCH, também advogada, já lançou livro com a Scortecci e por conhecer o excelente trabalho da editora sempre indico para amigos, assim optei sem margem de erro pela Editora Scortecci.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, meu livro merece ser lido por ser uma ferramenta de trabalho que auxiliará os operadores do direito para uma efetiva prestação jurisdicional, já que há necessidade da preservação da integralidade da prova, por meio da cadeia de custódia, tanto para fins extrajudiciais ou judiciais, sob pena de sua quebra levar à ilicitude da prova. A evolução da humanidade está na busca do conhecimento, por isso, nunca dispense uma boa leitura, essa é minha mensagem para os leitores.

 Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Milton Luiz Moreira - Autor de: COM AMOR, SONETO

Nascido paulista de Indiaporã, criou-se nas terras do avô e delas saiu jovem para prosseguir estudos. Na cidade, trocou a lida da roça e do gado por ofícios diferentes, tais como auxiliar de enfermagem, desenhista publicitário e produtor de texto para emissora de rádio!
Saudosista das coisas do campo, logo pressentiu o despertar de sentimentos pelas coisas e amores lá deixados, dores só atenuadas em versos e textos intimistas, assim inaugurando o lado escritor e poético do homem de origens tão despojadas quanto rústicas.
Desde a fase universitária, exercitou o esmero pela escrita, aplicado em produzir contos, romances, crônicas, poesias... A seguir, o exercício da Medicina durante trinta anos se impôs em grande parte da vida; contudo, contribuiu para a afirmação do poeta escritor, diversificado em escrever assiduamente e publicar com escassez. Por isso, grande parte de sua obra literária permanece inédita, maturada em arquivos transportados no decurso do tempo, benévola com revisões compulsivas e robusta com os títulos que se avolumam no cotidiano. 
De seu acervo literário, o médico Milton Luiz Moreira publicou-se bem pouco. “Fulanos e Sicranos” e “Quase Poesia” foram obras inaugurais. Posteriormente, “Junco do Quintal” (2015) e a primeira edição de Com Amor, Soneto, passaram a compor obras iniciais da parceria com a Editora Scortecci. Sequencialmente, virão à tona a Trilogia do Ontem (“Sobre Ontem Enfim”, “Ainda Sobre Ontem”)

Com justiça, a recente obra de Milton Luiz Moreira reúne poemas produzidos na fase lírica do poeta, versos fervorosos que exprimem sentimentos múltiplos decorrentes do amor: fascínio, paixão, temor, cumplicidade, mágoa, solidão...
Mesmo que antagônicas ou simbióticas, todas as emoções espalhadas se enfeitam na poesia, destituídas de linearidade com o tempo e espaço, mostrando-se enérgicas e aleatórias, exatamente como se descobre na vida a pessoa romântica, tão grácil quanto poética!
Essencialmente sentimental, “Com Amor, Soneto” despontou-se ao longe da adolescência e trouxe para os frenéticos dias de hoje a demonstração de que o amor e suas nuances se preservam imutáveis através das gerações, cuidando para a maturidade do relacionamento humano. Algo imune na evolução dos atos e costumes. Basta conferir.

Olá Milton. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Com Amor, Soneto” traz na sugestão do título a essência de seu conteúdo, referindo-se à poesia construída sob forma de sonetos, cuja temática descreve o amor passional e os demais sentimentos que dele derivam ou que a ele se cercam. Foi escrito sem pressa, ao sabor da cronologia com que ocorrem as múltiplas fases da vida amorosa. Porém, entre capa e contracapa, os poemas não se dispõem segundo essa linearidade unidirecional do tempo, porque a ênfase ficou por conta da oscilação das emoções, imprevista multicor da vida amorosa. Portando, uma obra que se destina às pessoas que queiram se vislumbrar representadas por sentimentos emotivos, principalmente aqueles que mais renitentes nos habitam a alma.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Livre da soberba, acho que me alinho aos autores que não se impõem ao ofício, nem ao gênero, nem ao estilo. Afirmo que escrevo por prazer, o que levou ao acúmulo de minha obra, diversificada entre poesia, contos, crônicas e meia dúzia de romances. A publicação, que tem ocorrido de modo esparso e com atraso, atende a esse mesmo júbilo. “Com Amor, Soneto” é meu segundo livro publicado pela Scortecci. O primeiro, “Junco do Quintal”, foi publicado em 2015. Ambos foram precedidos por “Fulanos e Sicranos” e “Quase! Poesia”.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Atravessamos mais de uma década de desprestígio cultural, e apesar disso os últimos anos foram de nítido crescimento da divulgação de livros dos mesmos autores em destaque. Nas livrarias se encontra a diversidade expressiva de obras que vão da autobiografia à literatura fantástica, da autoajuda à religiosidade, obras provenientes da restrita celebridade. Isso sugere que o brasileiro encontrou o caminho da leitura. Na verdade, é pouquíssima a presença da literatura tradicional, especialmente o gênero poético. Com isso, autores novos continuam limitados e excluídos dessa avalanche promissora, embora possa hoje em dia, pelo menos, publicar livros com mais facilidade. Para se fazerem conhecidos, contam com parcerias comerciais de baixo investimento, utilizando os mecanismos e ferramentas disponíveis das redes sociais, e passam a contar com algum lance de sorte grande.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através de consulta à internet, quando me propus dar aos meus livros acabamento e aparência profissional. A publicação do livro “Junco do Quintal” atendeu a expectativa. Tive motivos para continuar na mesma Editora; já fiz indicação para amigos autores. Voltarei a ficar plenamente satisfeito com o profissionalismo da Scortecci, quanto à publicação deste segundo livro, “Com Amor, Soneto”.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Como antecipei, “Com Amor, Soneto” é um livro que escrevi sem pressa, ao longo de anos. É uma espécie de apanhado entre tantos sonetos escritos, recolhendo para esta obra os nascidos da inspiração amorosa. Portanto, peço licença para admitir que eu o escolhi para ser um livro pelo qual dispenso enorme carinho! Serei honrado com o leitor que eventualmente venha me ver e, em especial, aquele que se encontrar na emoção de cada verso. Leitores especiais se liberam para ler poesia; dentre eles, especialmente sensíveis são os que se jogam sobre os sonetos.

Obrigado pela sua participação.
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