domingo, 21 de outubro de 2018

Entrevista com Zezinha Lins - Autora de: PARTES DO MEU TODO

Nome literário de Maria José Oliveira Lins.
É natural de Glória do Goitá (PE), onde é conselheira cultural municipal e participa como voluntária do Centro de Desenvolvimento Sociocultural. É graduada em Letras com especialização em Língua Portuguesa e mestre em Ciências da Educação. Foi professora da rede municipal de ensino no seu município. Participou da Antologia da Casa da Poesia (volumes de 1 a 7) e da Antologia Chuva Literária, da Scortecci Editora. Publicou em 2014 um e-book intitulado Simples Assim. Lançou o livro Tecelã do Tempo – Histórias de uma Vida em abril de 2017. É membro da Academia de Letras do Brasil – Sucursal São Paulo.

Partes do meu todo, de Zezinha Lins, é um livro diferente, pois desconstrói os padrões comuns da escrita. A autora, de forma criativa, costura prosa e versos como partes de um todo enquanto narra diferentes enredos por meio de diálogos entre o narrador, o escritor e o poeta. O leitor escolhe por onde quer começar a leitura, pois a ordem não altera a compreensão dos fatos narrados. Neles, os personagens vivem seus prazeres e dilemas numa deliciosa provável mistura de ficção com realidade, o leitor é desafiado a imaginar onde termina uma e começa a outra ou se realmente há essa linha tênue. Mergulhar na leitura de Partes do meu todo pode ser comparada a uma viagem com paradas obrigatórias em cada uma das 21 estações, cada estação, o encontro com uma parte, não a parte que falta, mas a parte que por si só é completa. Por fim, o todo. Concluída a viagem, há quem vá querer retornar.
Nossa existência é composta de variadas experiências. Experiências que nos fazem refletir, sonhar, sentir medo, chorar, superar-se, alegrar-se, amar. Enfim, viver da maneira mais plena possível, integrando nossas partes ao nosso todo. Através de crônicas narrativas, poéticas, dissertativas, minicontos e poemas, esta obra traz à luz diferentes temas para uma proveitosa discussão com o outro ou com nós mesmos. A variedade de gêneros textuais faz deste um livro diferente. A autora, fiel ao seu estilo, costura prosa e versos como partes de um todo. A obra apresenta um diálogo dinâmico e até mesmo lúdico, tornando a leitura agradável, leve e bastante reflexiva. A interferência do escritor com seus comentários entre um texto em prosa e outro em versos provoca uma sensação de bate-papo na sala de estar entre o narrador, o escritor e o poeta. Uma conversação rica, com conteúdos relevantes, que evidencia as limitações e a capacidade de superação do ser humano em diferentes situações do cotidiano.

Olá Maria José. É um prazer contar, novamente, com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Através de crônicas narrativas, poéticas, dissertativas; minicontos e poemas, esta obra traz à luz, diferentes temas para uma proveitosa discussão com o outro ou com nós mesmos. A variedade de gêneros textuais, faz deste um livro diferente. Nele a prosa e os versos são costurados como partes de um todo. A obra apresenta um diálogo entre o narrador, o escritor e o poeta. Uma conversação rica, com conteúdos atuais e relevantes evidenciam as limitações e a capacidade de superação do ser humano em diferentes situações do cotidiano. 
Cada texto com sua identidade própria permite ao leitor entrar na intimidade das personagens e se perguntar onde termina a ficção e onde começa a realidade ou até mesmo se há esse corte. Cada leitor poderá tirar suas próprias conclusões.
A ideia de escrevê-lo surgiu após me tornar colunista do site Casa da Poesia endossada com o sucesso do meu primeiro livro Tecelã do Tempo, histórias de uma vida, uma história real contada em prosa e versos. 
Partes do Meu Todo pode ser lido por qualquer pessoa que já domine a leitura e a compreensão de textos. Inclusive está sendo adotado para o ano letivo de 2019 como livro paradidádico para alunos do 6º ao 9º ano na Escola Dom Miguel em Glória do Goitá – PE.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
- Sou Maria José Oliveira Lins, nome literário: Zezinha Lins natural de Glória do Goitá, (PE), onde sou conselheira cultural municipal. Sou graduada em Letras com especialização em Língua Portuguesa e mestre em Ciências da Educação. Foi professora da rede municipal de ensino do município de Glória do Goitá. 
Atualmente dedico-me a escrever, publicar meus livros e realizar eventos literários com crianças, jovens e adultos. 
Participei da Antologia de poesias, contos e crônicas da Casa da Poesia Editora (volumes de 1 a 8) e da Antologia Chuva Literária com a editora Scortecci (2017)
Publiquei em 2014 um e-book intitulado Simples Assim. Participei de várias Antologias, lancei o livro Tecelã do Tempo, histórias de uma vida em abril de 2017, o mesmo foi escolhido como livro paradidático por uma escola. Em 2017 fui laureada com uma cadeira na Academia de Letra do Brasil-Sucursal São Paulo.
Pretendo continuar cada vez mais com meus projetos levando a literatura até as pessoas em diferentes espaços. Tenho alguns projetos já encaminhados e continuarei publicando.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
O escritor brasileiro tem grandes desafios: além de escrever e publicar seus livros, na maioria das vezes de forma independente, é preciso envolver-se em projetos culturais nas escolas e sociedade em geral; levar a literatura até as pessoas com criatividade e não se deixar abater pela dificuldade de ser visto pelas grandes editoras tradicionais. Acreditar nos seus projetos, ser atuante na divulgação dos seus livros e seguir em frente operando como cidadão das letras onde for necessário, enfim dar sua contribuição social. Esse trabalho paralelo ajudará na valorização da leitura e na formação do seu público leitor.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Conheci a Scortecci Editora através do meu editor e amigo Renato Baptista.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Partes do meu todo é um livro diferente, pois desconstrói os padrões comuns da escrita. O leitor escolhe por onde quer começar a leitura, pois a ordem não altera a compreensão dos fatos narrados, tornando a leitura mais dinâmica e agradável.
Mergulhar na leitura de Partes do meu todo pode ser comparada a uma viagem com paradas obrigatórias em cada uma das 21 estações, cada estação, o encontro com uma parte, não a parte que falta, mas a parte que por si só é completa. Por fim, o todo. Concluída a viagem, há quem vá querer retornar.
Aventure-se a mergulhar neste universo tão plural onde o inteiro divide-se em partes para depois compor o todo.

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Entrevista com Mauricio R. B. Campos - Autor de: INCOMPATÍVEL

O paulistano é escritor com uma atração pelo inusitado, pelo oculto e pelo horror cósmico. Participou de dezenas de antologias de contos e organizou duas delas: Detetives S.A. e Guerras Cthulhu. Vencedor do V Concurso de Contos Livrarias Curitiba e do HQ Mix 2015 por seu trabalho de coautoria no roteiro de O Rei Amarelo em Quadrinhos. Publicou de forma independente os livros de contos Mosaicos Urbanos e O Distrito Amarelo, traduzidos para o inglês, espanhol e italiano.

Uma jovem maga do Caos, desiludida com o mundo, decide mergulhar em uma jornada de autoconhecimento chamada 'Quebra do Ego’, que prevê uma troca de crenças, “seguir e acreditar no contrário de suas convicções”. Porém, nesse processo, ela não esperava encontrar a paixão nos braços de um jovem da elite de sua cidade natal. Agora ela conseguirá se manter fiel à prática mágica avançada que decidiu iniciar apesar dos apelos de seu coração? Como ela conseguirá conciliar sua jornada de descoberta interior com um sentimento que a afasta dessa busca por seu verdadeiro 'eu’?
Sua mente é compatível com um mundo doente? Um herdeiro que não aceita que sua vida já estava planejada. Uma tatuadora que deixa tudo para trás para concretizar um dos maiores desafios da magia ao se envolver com uma entidade mágica que descobriu por acaso em um blog na internet. Disposta a buscar sua verdadeira identidade, ela irá testar seus limites e adotar uma nova forma de viver; o que ela não poderia imaginar é que o amor cruzaria seu caminho. As escolhas dos personagens de Incompatível nos levam a refletir sobre as coincidências que, apesar de inicialmente nos parecerem meros acontecimentos aleatórios, são muito mais do que isso. Na verdade, a justaposição de ações e pensamentos aparentemente sem importância é, em sua essência, a substância com a qual o nosso destino é edificado. Acompanhe essa trama de Magia do Caos, ativismo ambiental e estilos de vida alternativa que se desenrola em cidades no Brasil e diversas localidades na Espanha.
O pensador indiano Jiddu Krishnamurti certa vez disse que “não é sinal de saúde estar bem adaptado a uma sociedade doente”. Em Incompatível, pessoas inconformadas com o seu papel no mundo criam formas de mudar seu destino. Acompanhe os passos de uma tatuadora que usa a Magia do Caos para burlar as regras desse mundo em sua jornada de autoconhecimento e descubra o que pode estar faltando para um jovem que aparentemente tem tudo. Magia do Caos é uma corrente mágica desenvolvida na Inglaterra que se distancia dos preceitos da magia tradicional. Conheça essa vertente da magia que mistura cultura pop com ocultismo ancestral.

Olá Mauricio. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Tomei conhecimento desse movimento chamado Magia do Caos a partir de colegas escritores e comecei a buscar mais informações sobre essa forma anárquica e totalmente desprovida de hierarquia de magia. Quanto mais eu descobria sobre o assunto, mais parecia que era uma espécie de movimento que hackeou as bases da magia tradicional ou thelêmica e a colocou disponível na internet para qualquer curioso. Não requeria prática tampouco habilidade. Era como disponibilizar uma receita de fabricação de explosivos no quadro de avisos de uma escola secundarista. Tudo podia dar errado.
Os escritores trabalham na base do “E se…” Então comecei a imaginar todas as possibilidades de coisas que poderiam sair do controle com a utilização de Magia. E foi desse exercício de projeção de desastres que nasceu Incompatível. Esse livro se destina a todos que tenham interesse por ocultismo ou que estejam procurando uma boa história de amor (fora dos padrões de comédia romântica).

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Esse é o meu primeiro romance, mas já participei de muitas antologias de contos e escrevi algumas noveletas (histórias que pela sua extensão estão entre o conto e o romance) que entraram em coletânes. Também sou roteirista e trabalho em roteiros para cinema e quadrinhos. O meu roteiro A Rainha de Amarelo, foi vencedor do Oscar™ dos quadrinhos nacionais, o Troféu HQ Mix.
Estou trabalhando agora em um thriller.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
O escritor no Brasil é um idealista, que busca em cada parágrafo dar uma contribuição pessoal para o mundo das letras. Minhas principais obras são traduzidas e vendidas ao redor do mundo nas mais diversas plataformas digitais, essa é a forma que encontrei para tentar burlar a fraca demanda por literatura no Brasil. Tenho trabalhos traduzidos para o africâner, espanhol, inglês, italiano e francês. Hoje posso dizer que sou mais lido no exterior do que no Brasil, o meu sonho é que essa equação se inverta.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Acompanho o trabalho sério da editora há bastante tempo. Infelizmente o nosso mercado de escritores independentes está repleto de armadilhas, de estelionatários que se dizem editores. O Grupo Scortecci é um porto seguro nos mares revoltos desse cenário independente, dando a possibilidade de um autor iniciante dispor dos mesmos serviços oferecidos pelas grandes casas editoriais.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
O meu livro é um livro que merece ser lido pois trata de um tema universal e muito caro a todo ser humano. Incompatível é um livro sobre a capacidade humana de crer. Talvez a nossa possibilidade de crença seja o fator que mais nos caracteriza como seres humanos. Nós escolhemos crer e somos modificados por essa escolha.
Se você escolheu crer que o Universo e nosso plano de existência funciona de uma determinada maneira e não de outra, seja você teísta ou ateísta, Incompatível irá lhe trazer reflexões sobre suas crenças e como elas nos afetam.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com R. M. Angelo Felipe - Autora de: SAUDADES E CINZAS FOI O QUE RESTOU

R. M. Angelo Felipe
Pseudônimo de Rosângela Maria Angelo Felipe é autora de dois romances: o primeiro intitulado Saudades e cinzas foi o que restou, foi publicado no ano de 1999 e o segundo intitulado Os pergaminhos de Éfeso, foi publicado no ano de 2013. Ambos ganharam uma segunda edição pela Scortecci Editora em 2016 e 2018 respectivamente.
Dedica-se também a escrever contos. Participou de concursos literários tendo sido agraciada com medalha de prata no III Concurso Literário Falando de Amor com o texto em prosa, Una Sonrisa. Participou, ainda, de uma seleção de antologia de poesias, contos e crônicas, Memórias & Passagens de um Tempo, 2015 volume 1, organizada pela Scortecci Editora com o conto: Vivamos, minha querida, amemo-nos. 
A autora formou-se em Artes Plásticas pela Universidade Federal do Espírito Santo em 1981. Posteriormente frequentou as disciplinas de literaturas portuguesa e brasileira na mesma instituição, como aluna especial, no ano de 2003.

O romance ambienta-se no período que se convencionou chamar de anos dourados e anos de chumbo.
O enredo ficcional enfoca um casal que foi separado dramaticamente na época da ditadura militar no Brasil. Vítima de um equívoco, o personagem Fernando foi sentenciado a cumprir pena no Instituto Penal Cândido Mendes, o temível cárcere da Ilha Grande/RJ. Bartira, sua noiva, foi condenada ao exílio. O reencontro de ambos aconteceu 30 anos depois em Paris.



Olá Rosângela. É um prazer contar, novamente, com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O enredo, enfoca um casal que foi separado dramaticamente no período da ditadura militar no Brasil, e por esta razão tem as suas vidas destruídas.
O ápice da narrativa é o reencontro após 30 ano, em Paris.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Saudades e cinzas foi o que restou é o meu primeiro romance. Foi publicado em 1999 em Vitória/ES, onde resido. E em segunda edição no ano de 2018 pela Editora Scortecci. Escrevi outro romance intitulado, Os pergaminhos de Éfeso, este, também publicado em segunda edição pela Editora Scortecci no ano de 2016.
Entre um romance e outro dediquei-me a escrever contos, com os quais participei de concursos literários e antologias. Pretendo continuar escrevendo livros pois sou fascinada pelos dramas coletivo e individuais, que são as bases inesgotáveis para a criação de uma ficção.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acredito que o grande desejo de um escritor iniciante ou consagrado seja antes de tudo, compartilhar a sua composição literária.
Particularmente me sinto feliz quando um leitor expressa o seu parecer sobre o meu trabalho. Esta avaliação é o termômetro para saber se minha narrativa e ou enredo está quente ou fria, ou seja, se ambos envolveram e cativaram o leitor. A expectativa por um parecer crítico por parte do leitor é imensa confesso que é frustrante a indiferença.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através da internet. Na ocasião buscava uma editora acessível que pudesse com profissionalismo atender os meus anseios de ver meus trabalhos caminharem por vias seguras em cada etapa do processo de concretização de um sonho.
Sou muito grata a equipe da Scortecci por abrir as portas para a divulgação dos meus livros.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Porque o meu trabalho possui um enredo envolvente. Posso dizer que se assemelha a uma crônica, onde o cotidiano de uma sociedade é apresentado, a partir dos anos glamorosos da década de 1950 e seguidos das décadas conturbadas do que a história denominou de regime político militar no Brasil.
O romance finaliza no período da abertura democrática no país. Portanto, há uma gama de informações sobre o dia a dia da sociedade brasileira, mas, sempre pela ótica, pela estética do Romantismo.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com José Rothadi - Autor de: ÁGUAS TURVAS

José Rothadi – “O POETA E SUA OBRA
Nome literário de José da Silva Santos.
É brasileiro, nascido em 15 de abril de 1961 no estado de São Paulo (SP), divorciado, funcionário público (PMSP-SMS), curso superior incompleto em administração de empresas, instituição: Colégio e Faculdade Magister – São Paulo - SP (2003,2004), “uma pausa para reflexões futuras”. Cursos extracurriculares: Curso de Licenciamento Ambiental, UMAPAZ- Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz. Curso de Preparação e Revisão de Textos e Conhecendo e Escrevendo Literatura Infantil – Escola do Escritor. Graduado em pedagogia com licenciatura plena, instituição: Universidade Federal De São Paulo / Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, UNIFESP / EFLCH – (CAMPUS GUARULHOS – SP), Participou da 22ª, 23ª, 24ª e 25ª Bienal internacional do livro de São Paulo – 2018: Pavilhão de Exposições do Anhembi. (2012, 2014, 2016 e 2018) lançando seus livros: Um Rastro de Poesias, Fragmento de Palavras, Flor de Poesias, Espelho D’água e Águas Turvas, respectivamente. Com credencial de autor. Scortecci Editora (São Paulo – SP) (www.scortecci.com.br).

Este livro percorre a trajetória poética incompleta do autor paulistano, mestre do improviso dos versos na alquimia das palavras. com a intencionalidade de pura provocação aos seus leitores e críticos. Pura artimanha de um poeta consciente e dotado das melhores ferramentar para escrever versos.
Homenagem aqueles que iluminaram o meu espírito, onde o sonho se tornou inspiração, e a poesia se
tornou existencial. Num retrato, pulsante de um coração em versos, dedicados aos meus amores mais expressivos e inquietantes, Rosana Lopes e aos meus queridos filhos Thamires Lopes Santos e Diogo Lopes Santos. ROsana + THAmires + DIogo = JOSÉ ROTHADI

Olá José. É um prazer contar, novamente, com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Livro de poesias. A ideia surgiu a partir do contato com as balas gotas de pingos alabarda no período da década dos anos 70 durante o ciclo da minha adolescência. As balas traziam uns adesivos auto colantes com versos. Isso me encantava.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Escrever é um projeto de vida, eu já publiquei (05) cinco livros solos de poesias: Um rastro de poesia, Fragmentos de palavras, Espelho d'água, Flor de poesia e Águas turvas. Ainda participei de (15) quinze antologias literárias coletivas. Hoje sou graduado em pedagogia tendo como trabalho de conclusão de curso uma monografia com o tema: "O encontro do poema com a imagem".

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A verdadeira poesia é a que transcende a matéria, lembremos que a maior das árvores um dia já foi uma semente. A poesia tem o mistério e a sensibilidade de provocar a essência humana, e consequentemente tira o melhor das pessoas.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através das redes sociais.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Caros leitores e amigos, o livro Águas turvas, oferece a oportunidade para que vocês possam fazer uma leitura realmente especial, com uma intencionalidade de aspectos provocadores. Por fim, só assim será possível formar uma visão poética, ampla o suficiente para fazer com que a leitura desse livro resulte proveitosa.

Obrigado pela sua participação.
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domingo, 14 de outubro de 2018

Entrevista com Anacleon Alves Barbosa - Autor de: AS AVENTURAS E DESVENTURAS DE MACARRÃO

Nascido na cidade de Jacobina, interior do Estado da Bahia, NE do Brasil, o autor ingressou no Banco do Brasil S.A., em agosto de 1968, onde exerceu as funções de Auxiliar de Escrita, Escriturário, Caixa-Executivo, Professor de Práticas Bancárias, Gerente de Atendimento Especial e Assistente de Gerente Geral, função na qual se aposentou em julho de 1995. Bacharel em História, concluiu a sua formação universitária na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Caruaru – PE. Reside na cidade de Lauro de Freitas – Bahia – Brasil.

O livro se propõe a narrar a história de Macarrão, personagem principal, assim apelidado pelos familiares e amigos por ser um jovem magrelo. As experiências de vida de Macarrão, contadas nesta narrativa literária, têm o seu início na cidade de Jacobina, estado da Bahia, Nordeste do Brasil. Último filho do primeiro casamento do seu pai, Macarrão não conheceu a mãe biológica, não foi agraciado com o colo materno e vivenciou uma situação atípica em se tratando de convivência familiar de numerosa prole: ele, três irmãos, seis irmãs, o pai e a madrasta. Macarrão, no início desta história, contava apenas com cinco anos de idade. As dificuldades econômicas e as carências materiais sofridas por ele, seus irmãos e irmãs (era uma família social e financeiramente pobre de recursos materiais) não impediram o nosso personagem de ter FÉ, olhar na direção do futuro, traçar as suas próprias metas e praticar o empreendedorismo. Conseguirá Macarrão superar as “carências afetivas”, o “estigma da pobreza”, perseverar na luta (mantendo as suas metas), suster a fé, continuar olhando na direção do futuro e se tornar um empreendedor de sucesso?

Olá Anacleon. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro As aventuras e desventuras de Macarrão, é uma narrativa de ficção autobiográfica e baseada em fatos reais e do cotidiano da vida do autor, onde o mesmo conta a sua trajetória de vida, quando tinha apenas cinco anos de idade até a sua idade adulta. Para uma melhor compreensão do conteúdo da obra, é transcrita, a seguir a sinopse do livro:
O livro se propõe a narrar a história de Macarrão, personagem principal, assim apelidado pelos familiares e amigos por ser um jovem magrelo. As experiências de vida de Macarrão, contadas nesta narrativa literária, têm o seu início na cidade de Jacobina, estado da Bahia, Nordeste do Brasil. Último filho do primeiro casamento do seu pai, Macarrão não conheceu a mãe biológica, não foi agraciado com o colo materno e vivenciou uma situação atípica em se tratando de convivência familiar de numerosa prole: ele, três irmãos, seis irmãs, o pai e a madrasta. Macarrão, no início desta história, contava apenas com cinco anos de idade. As dificuldades econômicas e as carências materiais sofridas por ele, seus irmãos e irmãs (era uma família social e financeiramente pobre de recursos materiais) não impediram o nosso personagem de ter FÉ, olhar na direção do futuro, traçar as suas próprias metas e praticar o empreendedorismo. Conseguirá Macarrão superar as “carências afetivas”, o “estigma da pobreza”, perseverar na luta (mantendo as suas metas), suster a fé, continuar olhando na direção do futuro e se tornar um empreendedor de sucesso?

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Este é o segundo livro, ressalvando-se que o primeiro livro intitulado "Quadrigêmeos nos Sonhos", apesar de ter sido uma obra literária impressa, foi feito em parceria com outros três autoras.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
O escritor vocacionado para a arte de criar, no meu humilde entendimento, não deve ter a preocupação com um Brasil onde a "leitura é pouco valorizada"; ele deve procurar dar a sua contribuição, desenvolvendo e aprimorando os seus naturais talentos e acreditando que sempre haverá um público interessado naquilo que ele escreve, principalmente se o conteúdo dos seus escritos encorajam, apresentam motivações de superação e são focados nas ações empreendedoras e de sucesso.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através da internet e dos convites enviados, via e-mail, pela Scortecci Editora encorajando os escritores iniciantes a publicarem as suas obras.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Esta é uma pergunta que deixo para os meus "prefaciadores" responderem, ao transcrever a opinião dos mesmos, conforme abaixo:
PREFÁCIO:
Inspirador, Encantador, Motivador e Divertido.
As quatro palavras acima, de modo singelo e o seu rico conteúdo literário empreendedor, já qualificariam esta obra literária, “As Aventuras e Desventuras de Macarrão” como um livro que deve ser lido. A ficção autobiográfica do autor, vivida e contada através do personagem Macarrão, está repleta de importantes e difíceis decisões que nos inspiram a acreditar, pensar e agir no quotidiano das nossas vidas, a dar sempre o “melhor de nós”, uma vez que, as boas escolhas repercutem e impactam de modo edificativo as nossas vidas e, também, as vidas daqueles que amamos.
Inspirador, porque narra uma trajetória de muita luta e fé de um “magricelo”, de origem humilde, que enfrentou e superou as mais diversas dificuldades pessoais e sociais, na busca constante pelos seus sonhos e, também, por uma vida digna para sua família.
Encantador, porque convida o leitor a se deliciar com as marcantes histórias do personagem “Macarrão”, embalada por um cenário de um “Brasil Nordestino” e sertanejo, marcado por um povo sofrido, porém, possuidor de uma riqueza cultural fantástica.
Motivador, porque é um livro que procura dar a sua contribuição positiva à formação humana, pois, em suas páginas desafiantes, vamos encontrar valores humanos como fé, superação e amor. É um livro escrito, também, para pessoas com “veia empreendedora”, uma vez que ele revela caminhos de superação e de conquistas, em “aventuras e desventuras” às quais, todos nós, enquanto seres humanos, estamos expostos.
Divertido, porque é impossível não rir das aventuras em que se mete o personagem principal do livro. Reafirmamos que: as aventuras que acompanham “Macarrão” em todas as fases da sua vida, nos faz sorrir com o coração, pois, alegra, e muito, a nossa alma.
O leitor, jovem ou adulto, ficará apaixonado pelas “Aventuras e Desventuras de Macarrão”, assim como nós, profissionais da área de Educação ficamos.
Jaercio Alex Silva Barbosa Jaderson Silva Barbosa
Doutor em Ciências-USP Mestre em Educação-UEFS .

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Entrevista com Nancy de Lustoza Barros e Hirsch - Autor de: PERDI A CABEÇA

É carioca, arquiteta e jornalista. Gosta de contar histórias, é leitora voraz e cria cavalos. Seus romances têm como cenário o ambiente rural e as famílias que o frequentam.

Vinícius Avoeiros Bogado veio ao Brasil fazer uma escala rápida: pretende voltar para a Escócia onde mora e desfrutar lá as suas férias. Sua irmã mais nova, a Letie, vai atrapalhar seus planos. Aliás, os problemas deste jovem médico não se resumem a uma única mocinha. Outras seis se meteram junto com ela numa grande confusão. Na cidade serrana de Nossa Senhora do Outeiro Santo, interior do Rio de Janeiro, no início dos anos 1980, este grupo costuma, como se diria na época, “tocar um rebu”. De susto a surpresa, Vinícius se enreda e perde seu norte.



Olá Nancy. É um prazer contar, novamente, com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Uma acidentada e um jovem médico. Os irmãos Scarlet e Vinícius Avoeiros Bogado se encontram em um hospital da cidade serrana Nossa Senhora do Outeiro Santo. Letie, como é mais conhecida, dirigia-se ao Rio de Janeiro com um grupo de amigas quando o desastre aconteceu. É importante que elas contem o que ocorreu, mas as mocinhas fazem voto de silêncio, para desespero da equipe médica e dos policiais que investigam o caso. A ficção mistura humor, mistério e paixões. O público jovem e adulto deve se divertir com o romance e as peripécias das garotas.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
"Perdi a Cabeça" é meu sexto livro publicado e acho que há outros dentro de mim, pois já estou trabalhando no que batizei provisoriamente de "Piuí".

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Escrever é apenas uma das tarefas do autor. É preciso divulgar a literatura e incentivar a leitura, por exemplo, presenteando crianças com livros.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Um amigo livreiro me recomendou o Sr. João Ricardo Scortecci e em 2016 produzi "Vale das Luas", meu quinto romance, com a editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Em “Perdi a Cabeça”, os personagens são críveis e circulam entre o urbano e o rural, na serra e no litoral, no Brasil e no exterior. O romance pretende divertir, promover momentos de descontração, quem sabe uma boa risada e o leitor corre até o risco de se apaixonar pelos protagonistas.

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Entrevista com Su Canfora - Autora de: MINHA CAMINHA DE ALGODÃO

Nome literário de Sueli Maria Ferreira Canfora.
Há muito tempo atrás, mas nem tanto... Nasceu na cidade de São Paulo Sueli Canfora. Uma garotinha muito teimosa e sonhadora, ela achava que seus sonhos nunca se realizariam. Ouviu tantas histórias que passou a acreditar que tudo era possível. Com muito esforço se tornou professora formada em Letras, constituiu uma linda família, se classificou e foi premiada em concursos literários. Em um momento espinhoso da vida descobriu-se contadora de histórias, realizando assim, mais um de seus sonhos impossíveis. Fez pós-graduação em Literatura Infantil e Contação de Histórias.
Hoje, morando em Mogi das Cruzes, realiza o sonho de ser escritora e contadora de histórias. Anda por aí contando e encantando histórias próprias e de outros escritores. Leva para seus ouvintes de todas as idades, a mensagem que, só não é possível, o sonho que não se sonha.

Dudu, um garotinho persistente, cheio de vida e com aquela teimosia pura e divertida de toda criança.
Com muita leveza, através de um segredo de Dudu, a história leva o leitor a refletir sobre algo especial que todas as pessoas precisam. Bora lá ler e descobrir o que é.



Olá Sueli. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Meu livro fala sobre Dudu, um garotinho muito esperto que de repente começa a dizer que quer sua caminha de algodão, ninguém entende o que ele quer dizer e de onde veio tal expressão. De forma sutil a história aponta a importância dos valores familiares.
Um dia uma colega de trabalho ao se despedir de mim disse que iria descansar em sua casinha de algodão, ao questionar onde leu ou ouviu tal expressão ela me explicou que o filho quando era pequenino começou a dizer isso. Achei a frase linda e criei a história.
Para mim histórias não tem idade, todos podem tirar um aprendizado, no mínimo, ter uns minutos de enlevo e descanso, sem contar que todos temos um cantinho de algodão. Se é para delimitar uma idade diria para crianças de até oito ou nove anos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Nasci, cresci e me formei na cidade de São Paulo. Hoje moro em Mogi das Cruzes. Em meio a muitas dificuldades me formei em Letras e fui professora pública estadual por 28 anos, sou pós graduada em Literatura Infantil e Contação de Histórias. Há bem pouco tempo percebi que sou uma desbravadora, ninguém, antes de mim, na história de minha família paterna ou materna concluiu os estudos e muito menos chegou a um curso superior. Em um momento difícil em que tive que me afastar da sala de aula, algo que eu amava fazer, descobri a contação de histórias, um sonho que estava semi adormecido em um canto do coração e me parecia impossível, aliás, tudo me parecia humanamente impossível, estudar, constituir uma família, ser contadora de histórias, ser escritora. As muitas histórias que ouvi e li me fizeram acreditar que era possível e me impulsionaram a lutar por meus sonhos e ideais.
Certamente realizei um sonho "Plantei uma árvore, tive duas filhas e escrevi um livro", mas esse é só o começo, além de muitas crônicas e poesias que escrevo desde bem jovenzinha, tenho histórias infantis prontas e outras nascendo. Quero passar para meus leitores e ouvintes que só é impossível o sonho que não se sonha. Tenho muito o que dizer.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Até 2014 fui professora estadual, eventualmente ainda dou aulas em um projeto aqui outro ali. Sou contadora de histórias há onze anos, oficineira e artesã. Não tenho uma vivência que me leve a uma opinião formada sobre esse assunto, mas sei que o caminho é árduo e sem dúvida com muitos obstáculos a transpor.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Em uma dessas agradáveis e gratas surpresas da vida deparei em meu Facebook com a escritora Cléo Busatto, tinha acabado de usar seu livro para fazer meu TCC de pós graduação. Agradecendo a ela e falando do meu sonho de publicar um livro ela me aconselhou a procurar a Editora Scortecci.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Minha história e meu livro foram produzidos com muito carinho. As falas do menino Dudu são baseadas na fala de minhas filhas e sobrinhos, é certo que tanto crianças como "crianças adultas" irão se identificar.
Vou reforçar o que já disse - Só não é possível o sonho que não se sonha.

Obrigado pela sua participação.


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