quarta-feira, 1 de abril de 2020

Entrevista com Valter Luiz Peluque - Autor de: O REVERSO DA SORTE


Depois de se aposentar do TRT de São Paulo, aos 60 anos  passou a preencher seu tempo, entre outras coisas, com a escrita, uma atividade que sempre o motivou mas até então não a havia tornado literatura.
O romance “O Reverso da Sorte” foi o primeiro que desenvolveu inteiramente, partindo de personagens reais que viveram em Taubaté/SP, na virada do século XIX para o século XX. Impressionado com os fragmentos que conhecia da vida de tais personagens, dedicou-se a recriá-las, situando a história na década de 1920, colorindo-a com os acontecimentos de época na cidade do Rio de Janeiro.
Natural de Leme/SP, Valter chegou à capital São Paulo aos 17 anos, cidade em que reside desde então. Desde a infância apaixonou-se pelos livros, sentindo uma inclinação especial aos romances que investigam a alma humana, com particular apreço às obras de Thomaz Mann.

Seria a sorte um acaso aleatório, um desejo persistente, um destino, ou apenas uma brincadeira da vida? A fortuna atende os apelos de quem a solicita? Ou vende seus favores pelo preço da tormenta em seu reverso, como um Mefistófeles? Manuel é um professor escolar e músico insatisfeito com sua vida rotineira numa província interiorana. Casa, profissão, família não lhe preenchem os anseios da alma. Ele acredita na sorte que se busca na força do querer e que se obtém para regozijo de todos os desejos. Ela, antes fazendo troça, atende ao seu chamado e vem, dúbia, cheia de promessas e também de insidiosos abismos. É nesse fascinante caminho aberto pela sorte que Manuel, junto à sua amante Corina, irá percorrer o amor, a riqueza e a extravagância dos sentidos. E será neste mesmo caminho em avesso que ambos irão escorregar para a perdição da miséria, da doença e do desespero, de onde irão encontrar, por fim, a redenção. A história que segue foi inspirada em personagens e fatos reais.

Olá Valter. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Trata-se de um drama familiar, uma história verídica cujo cerne eu já conhecia há bastante tempo.  Um professor e músico interiorano que busca na sorte uma fuga de sua vida pacata. A sorte o leva ao amor e à fortuna, mas também à ruína e à tragédia. Aconteceu na virada do século XX, mas transpus a narrativa para a década de 1920, no Rio de Janeiro, um período cultural e socialmente estimulante para desenvolver ambientes e situações. A ideia de narrá-la aconteceu após eu me aposentar do serviço público e ter a escrita como uma opção de atividade. É um drama romântico à moda tradicional, linear, destinado aos leitores que buscam emoções e não necessariamente inovação formal. 

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
O Reverso da Sorte é meu primeiro livro editado. A gente sempre quer escrever mais, embora nem sempre tenha uma boa ideia ou uma boa história para contar. Mas eu tenho outro romance, também baseado em fatos verídicos e naquele mesmo período, passado na zona rural. Está praticamente pronto, mas ainda vou tamborilar. E estou escrevendo minhas memórias de infância e juventude.  Gostaria de escrever algo bem contemporâneo, mas é um projeto a amadurecer. Para lançar o segundo livro  ficamos na expectativa da recepção ao primeiro, né!

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Lamentavelmente, nós passamos para a era digital sem haver criado antes uma sociedade de leitores no Brasil. O mercado editorial é muito limitado e as pessoas leem muito pouco. Quem sabe numa dessas voltas da história, o mundo não redescubra o velho e bom livro impresso e o brasileiro, o interesse pela leitura. Torço para isso. De qualquer modo não pretendo viver de livros, seria suicídio no meu caso.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Foi por intermédio de um amigo, Renato Bicudo, que já havia publicado crônicas e poesias em coletâneas da Scortecci. Eu tinha o livro pronto há dois anos, mas não sabia como publicar, se na Internet ou em papel. Decidido pela segunda, fiz vários contatos e, diante da situação editorial do país, decidi bancar a edição impressa optando pela Editora Scortecci. Gostei do resultado.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, acredito e que meu livro mereça ser lido e espero por isso, como todo autor. Acredito que se trate de uma boa história à que dei também uma boa narrativa enriquecida pelos detalhes de época que pesquisei para situar personagens e ambientes com informações que podem surpreender.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Noemi V. S. De Paula - Autora de: SUA VIDA IMPORTA! YOUR LIFE MATTERS!

É paulistana, contadora e casada com o também contador Alexandre José de Paula. Desde a adolescência, manifestou o interesse pela escrita, participando de concursos literários. Aos 16 anos de idade, mereceu destaque por sua criatividade, por meio de texto enviado ao jornal Gazeta do Povo, em Curitiba (Paraná). Cristã convicta e apaixonada por mensagens edificantes e motivadoras, teve forte influência literária de seu falecido pai, Sr. José Marcellino dos Santos, ministro cristão e escritor premiado. Em agosto de 2018, lançou seu primeiro livro, intitulado 31 Clicks de Sabedoria, na Bienal do Livro de São Paulo.


É um livro urgente. Traz situações reais do dia a dia, reflexões importantes e motivações que visam ao possível combate desse mal tão crescente e assustador, que mata mais do que desastres e homicídios. Esta importante obra pode ajudar muito àqueles que, por algumas razões, não encontram mais motivo para continuar existindo, e também àqueles que convivem ou conhecem pessoas que passam por momentos de desilusão e desespero.  A questão do suicídio precisa ser amplamente debatida e divulgada; por esta razão, esta obra encontra-se no formato “dois em um”: um livro escrito na língua portuguesa e outro na língua inglesa.
Em cada um dos 11 capítulos, você encontrará exemplos de histórias reais, com riquíssimas reflexões e inusitadas abordagens sobre diversos temas ligados ao assunto central. Com uma linguagem fácil e contemporânea, esta obra o ajudará a entender melhor alguns aspectos da sua vida, a enfrentar as batalhas diárias e acordar com a sensação de que cada dia importa e de que vale a pena continuar.

Olá Noemi. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Trata-se de uma abordagem cristã sobre a prática do suicídio na sociedade contemporânea, visando buscar alternativas que possam mostrar outros caminhos para pessoas e famílias que experimentam esse problema terrível. A ideia de escrever sobre esse assunto tão dramático e complexo, veio do meu desejo de colaborar no intuito de impedir essa prática, que só faz crescer dia-a-dia, principalmente no meio dos jovens. É um livro dirigido aos públicos compostos por adolescentes, jovens e adultos, inclusive da terceira idade. Mas, acredito que se tivesse que escolher apenas um grupo de pessoas por faixa etária, sem dúvida, escolheria os jovens de 15 a 25 anos, que infelizmente corresponde ao maior percentual de suicídios praticados.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Meu projeto atual na literatura é sempre versar sobre assuntos de cunho humanísticos, me valendo de uma visão baseada nos ensinos do cristianismo, que podem transcender a visão acadêmica e cientifica, levando o leitor a patamares intangíveis de fé e paz. Esse é meu segundo livro. Lancei o primeiro em 2018. Sempre gostei de escrever e não pretendo parar por aqui.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Eu, particularmente, creio no potencial de nosso povo para a prática da boa leitura, mas não posso negar que existem temas do momento que, a exemplo de um imã, puxam para si a atenção da grande maioria, como por exemplo, os temas políticos atuais ou pensamentos de auto ajuda, baseados quase sempre, em exemplos questionáveis.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Fiquei conhecendo a Editora através da indicação de um colega de trabalho, que também publicou um livro pela Scortecci.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, com certeza, merece e deveria ser lido. Tanto por casais que tem filhos, como por jovens que se sentem confusos e sozinhos, também por pessoas da terceira idade que querem somar ainda mais na sociedade que ajudaram a construir através de suas vidas. Esse livro pode abrir uma importante porta de reflexão, isso através de exemplos relatados nos textos escritos. Além de ser uma importante e necessária mensagem de recomeço.

Obrigado pela sua participação.

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segunda-feira, 16 de março de 2020

Entrevista com Luzia Ap. Fernandes Trabbold - Autora de: CAMINHOS

A autora nasceu em Monte Aprazivel, pequena cidade do interior de São Paulo. Desde criança foi incentivada pela sua mãe a gostar das histórias que inventava ou lia para ela. Além disso, gostava também de recitar. Lecionou durante 30 anos, sempre envolvida com crianças.
Na sua trajetória publicou os seguintes livros infantis:
   .Vamos brincar de fazer poesia;
   .Criança meus versos são teus;
   .A criação do mundo;
   .O ratinho que sonhava ser rei;
   .Os anjos do jardim de Clarinha (para colorir);
   .Vamos colorir a alma (para colorir);
   .O diário dos anjos.
Tudo isso teve um significado muito importante em sua vida e fez nascer o desejo de escrever Caminhos.

Trata-se de um livro de poemas, onde a autora exprime seus momentos poéticos, leves e profundos em cada poesia.









Olá Luzia. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Caminhos foi inspirado na minha vivencia desde a infância até os dias atuais. A ideia de escrevê-la foi na de transmitir ao público leitor momentos felizes da infância cheia de amor e alegria. Com o passar do tempo, surgiram obstáculos que foram superados com determinação e fé em Deus.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Desde criança fui incentivada por minha mãe a arte da declamação. Com isso comecei a escrever versos dedicados a criança, meu principal público com 7 livros de histórias infantis e 2 para colorir. Meu projeto é buscar no mundo dos meus sonhos mais histórias.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Infelizmente em nosso país não há um trabalho de mais valorização da cultura que deveria ser iniciada desde a infância.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Por intermédio de uma amiga escritora que tem livro publicado por esta editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Acredito que o leitor que tenha sensibilidade de procurar ler e entender o sentimento da escritora, irá de encontro aos seus sentimentos. Mensagem: Sintam na leitura a viagem de retorno ao seu passado vivido.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Maria Teixeira - Autora de: ... COISAS QUE APRENDI NA INFÂNCIA...


Maria Teixeira
Nome literário de Maria Teixeira da Silva Campos
É graduada em letras, Pedagogia, especializada em Psicopedagogia, mestre em Psicologia da Educação, e graduando em Psicologia Clínica. Participou de grupos de Estudos em Psicanálise e linguagem no lugar de vida/Clínica da USP.
É autora dos livros: Limites, como lidar com os pequenos? e Habilidades de Relacionamento Interpessoal. Escreve artigos para o Recanto das Letras.

Este livro não é uma história inventada, são relatos de uma menina, que logo cedo aprendeu: - “seja do bem, reparta as coisas, jogue limpo, não bata nos outros, ponha as coisas de volta onde as encontrou, limpe a bagunça que você fez, não pegue coisas que não são suas, peça desculpas, diga que você sente muito quando machucou alguém...” Coisas que a fizeram ver o mundo com os olhos do coração. A maior parte do que uma criança precisava saber sobre viver e o que fazer e como ser, a nossa personagem aprendeu ainda menina. São exemplos e histórias de uma infância feliz, apesar da vida simples e cheia de dificuldades.
Trata de como uma vida simples pode ser equilibrada com algumas pitadas de sabedoria, ânimo e motivação. São experiências que ela foi acumulando e quis dividir aqui com vocês.
Você vai encontrar aqui histórias que levou essa menina aprender as coisas da vida um pouco a cada dia; logo cedo aprendeu a pensar, refletir e observar tudo ao seu redor com a sutileza, curiosidade de criança que vê o novo, o estranho, o desconhecido com desejo de conhecer.
É por aí o desenrolar dessa história que não foi inventada, mas que pode ser fictícia se você assim quiser...

Olá Maria. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro são relatos que retrata “coisas” que uma menina aprendeu na infância. Apesar das poucas páginas, o valor de cada parágrafo vão além do que indica o título. É um convite ao leitor para resgatar as suas lembranças e embarcar com a nossa personagem nos tesouros que temos guardados da nossa infância.
A ideia inicial era falar da infância, a fase mais importante de nossas vidas, mas, foi brotando dos dedos da autora toda uma experiência vivida e as marcas deixadas na personagem que ela quis registrá-las sem perder nenhum detalhe. Foi a partir do entendimento da importância das marcas deixadas por essas vivências inconscientes que foi possível a construção desta história.
Este livro é uma leitura geral que trata da infância com suas nuances e pureza. Destina-se a todos aqueles que tem a capacidade de se encantar com o simples, com o belo. É para você que acredita que nunca deixamos de ser a criança que fomos um dia que indico essa leitura.
A ideia inicial era construir uma história contada por uma menina recheada de aventuras e experiências, e não uma auto-biografia conforme o livro foi classificado, mas, às vezes ao nossos escritos tomam outro rumo.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou professora de formação, - graduada em letras, pedagogia, especializada em psicopedagogia e, mestrando em psicologia da educação. Escolhi a área da linguagem há mais de 30 anos, e nela permaneci até os dias de hoje. Por estar sempre buscando aprimoramento, eu me ingressei em um grupo de estudos psicanalíticos por 4 anos, e atualmente, estou cursando algumas disciplinas na graduação de Psicologia Clínica.
Esta é a minha terceira publicação. Sempre tenho alguns textos alinhavados, pois acredito que escrever é ir se esvaziando dos aprendizados adquiridos para dar lugar aos novos conhecimentos e descobertas.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Hoje em dia há poucos leitores e, vejo isso como um prejuízo para a cultura. O escritor escreve para o outro ler, mas, atualmente, isso já não é uma garantia. Talvez, as novas tecnologias tenham levado às pessoas a buscarem cada vez menos as leituras impressas que são tão importantes para o aprimoramento da escrita e enriquecimento do vocabulário.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Por ser da área da educação, ser leitora e pesquisadora, já conhecia a editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Este livro tem a intenção de levar o leitor a fazer uma reflexão de suas próprias experiências enquanto acompanha os relatos das marcas subjetivas de nossa personagem. É a partir das marcas deixadas por suas vivências inconscientes que há a intenção de tocar a subjetividade do leitor. Fazer um resgate da infância e escrever para o outro ler é corajoso, é poder falar do passado estando de bem com ele. Nessa perspectiva, é tratar da resiliência de cada um, do quão importante é lidar bem com o passado, pois cada sujeito responde às suas questões de um determinado lugar e de uma posição subjetiva adquirida na infância. É poder responder com convicção: Você tem orgulho da criança que você foi?

Obrigado pela sua participação.
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terça-feira, 3 de março de 2020

Entrevista com João Lúcio - Autor de: ACONTECEU

João Lucimar Borges (João Lúcio) nasceu em Barro Alto, Goiás, em 14 de janeiro de 1972. É formado em Letras pela Universidade Federal do Pará - UFPA, pós-graduado em Língua Portuguesa pela Faculdade Integrada de Jacarepaguá – Rio de Janeiro e, também, Licenciado em Pedagogia pela UNINTER - Centro Universitário Internacional. Casado com Fernanda do Nascimento, tem três filhas: Maria Fernanda, Maria Sofia e Rávylla. É jornalista, professor das redes estadual e municipal de ensino. Está na vida pública, praticando a arte de servir às pessoas, há quase duas décadas, por cinco mandatos consecutivos de vereador, em uma das cidades mais importantes da Região do Araguaia – Redenção. Visto como um ser humano de muita sensibilidade, também é bastante observador. Por meio desta significativa obra, entra para o rol dos escritores sul paraenses.


Uma obra singela com 45 histórias do cotidiano, narradas em formas de crônicas e memórias. Com muita sensibilidade e sutileza o autor leva a refletir sobre os valores da vida.
Obra impactante e, ao mesmo tempo, leve e prazerosa de se ler. Os leitores que ousarem a iniciar a leitura de cada uma das narrativas, com certeza ficarão ansiosos para chegar ao final. A forma simples, entretanto, envolvente, com a qual o autor escreve, prende a nossa atenção e nos induz a reflexões sobre fatos que, talvez, se acontecessem conosco, nem mesmo perceberíamos. Uma das vantagens de ler esta obra é que as narrativas são interessantes, porém objetivas, com parágrafos curtos e vocabulário simples. O leitor que começar a ler esta obra não reclamará de cansaço, pelo contrário, após ter lido o primeiro capítulo, certamente, desejará chegar ao final da leitura de todo o livro.

Olá João. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro é composto de 43 histórias em uma mistura de crônicas e memórias, todas retratam fatos reais com o intuito de nos levar a refletir sobre algum tema de relevada importância.
A ideia surgiu quando comecei a escrever fatos do cotidiano e publicar nas redes sociais. As pessoas liam e nos comentários me incentivavam a escrever um livro. Daí comecei a pensar na ideia até acontecer o ACONTECEU 
srrsrsrs.
É um livro para qualquer idade, qualquer credo, qualquer classe social. É de linguagem simples de fácil compreensão mais que não deixa de ser interessante.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Bom, publicar um livro não é uma tarefa fácil. Eu diria que é um projeto ousado. Eu particularmente me sinto realizado com a publicação do ACONTECEU. Ele correspondeu plenamente as minhas expectativas. Foi um sonho realizado. Foi extraordinário. Estou pensando em escrever pelo menos mais um livro, mas enquanto não acontece, eu continuo produzindo minhas histórias reflexivas do dia a dia e postando e compartilhando nas redes sociais. Acho muito bacana.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É desafiador. Entretanto eu diria que compensa. Ainda há bastantes pessoas que apreciam uma boa leitura. Então eu diria que vale a pena. Agora para a pessoa escrever profissionalmente com o objetivo de ganhar a vida com as vendas de seus livros aí tem que ser muito bom e contar com muita sorte. Mas tudo é possível né.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Comentei com alguns amigos que já haviam publicado livros do meu desejo de escrever e um deles falou da Editora Scortecci. Fez uma boa propaganda e eu pesquisei na internet e fiz contato. Deu tudo certo graças a Deus, a Paola que o diga srrsrsrs.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Precisamos acreditar no nosso trabalho. Eu escrevi o livro com muito carinho e dedicação. Acho que vale a pena ler. Até porque são histórias curtas. Eu sempre digo para as pessoas que adquirem meu livro - se você ler um capítulo, já valeu a pena os dois anos que dediquei para produzi-lo. Cada relato do meu livro aborda um tema que considero importante refletirmos. Você sabe o que ACONTECEU? Não? Então adquira e leia o livro ACONTECEU que saberás! Feliz 2020!

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Eliane Honório - Organizadora do livro: COLETÂNEA EM QUADRINHOS - MANEIRAS DE LER O MUNDO!



Autodidata em Artes até 2010; Bacharel em Administração Pública; (1997); Pedagoga (2008); pós graduada em: Educação Infantil, (2000) Educação especial, com tema sobre “A influência da arte na Educação Especial”; (2005) Especialização em Gestão escolar; (2008); Arte e Educação 2010; Formada em Educação Artística pela UNAR (Universidade de Araras). Publicou 13 livros pela Scortecci. Artista Plástica premiada 13 vezes com troféus e 5 com medalhas de ouro nos salões de Arte nacionais e internacionais.Trabalha com projetos, o projeto HQ surgiu na sala para incentivar os alunos. Ganhou 2019 o troféu Somos Educação do sistema Max de ensino. Promove saraus de poesias e encontros culturais com seus alunos.



A obra é uma reunião de histórias em quadrinhos feitas pelos alunos da professora Eliane, do 5º ano, e trás histórias de suas maneiras de ler o mundo a sua volta, cada criança fez uma página do livro.





Olá Eliane. É um prazer contar, novamente, com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro surgiu em sala de aula, após um projeto de comunicação chamado: "Jornal do Dilson", onde as HQs foram feitas por alunos do 5º ano em que lecionava após ensiná-los a criar personagens e deixá-los livres para que escolhessem o tema da sua história, organizei os textos. Era uma turma com muitas dificuldades de socialização e comunicação, crianças sem oportunidades de se expressarem que se sentiram especiais com a realização de um projeto como esse do livro.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Publiquei 14 livros pela Scortecci, entre individuais e coletivos, estou publicando em 2020 minha autobiografia como Artista paranaense premiada, juntamente com metodologias do ensino de artes, que criei para aulas mais interessantes, onde a arte e a literatura dão as mãos para aulas mais criativas.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Só fica como escritor quem realmente gosta, meu sonho era ganhar um prêmio, como Jabuti, tenho muitos livros guardados, originais, escrevo desde os 7 anos, ultimamente estou publicando na watpad porque livros físicos são pouco procurados infelizmente.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Entrei em um concurso em 2011 e nunca mais saí da Scortecci.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, meu livro merece ser lido, é um trabalho feito por crianças sem oportunidades na vida, mostra a leitura de mundo deles, crianças sem esperança que estavam acostumadas a serem menosprezadas e que se superaram para escrever suas histórias em HQs.
Deixo para os leitores é que a leitura é um universo novo que se pode participar, na leitura podemos nos colocar no lugar do personagem favorito.

Obrigado pela sua participação.

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