domingo, 12 de janeiro de 2020

Entrevista com Pedro Franco - Autor de: CONTOS 2019

15/03/1935 no Rio de Janeiro. Da seleção carioca juvenil de basquetebol (1952). Cardiologista em atividade. Professor Emérito da UNI-RIO. Emérito da ABRAMES e da SOBRAMES-RJ. Membro UBE-RJ e da Soc. Eça de Queiroz. Livros: 9 contos, 6 crônicas, 3 teatro, 1 ensaios, 1 romance este em E.Book. Em 177 coletâneas. Prêmios literários contos 262, crônicas 159, poesias 100, livros 26, ensaios 24, peças teatrais 8. Destes prêmios literários 25 foram auferidos fora do Brasil. 150 publicações de Medicina em livros e revistas especializados. Última publicação com dois ex alunos, filho Carlos Diniz e neta Mariana; nos Anais da ANM, 2017. Últimas publicações literárias: Teatro de Pedro Franco (2017) e Ensaios de Pedro Franco (2017). Prêmio Barueri de Contos 2018.

Os contos não seguem temática única, nem têm uma direção determinada. Podem fazer rir, podem ser tristes, ou ensejar reflexões. O próprio autor assinala que em determinada obra buscou tocar em assuntos tabus e sempre pretendeu abordá-los se chocar. Tem muito de suas vivências e de sua vida agitada e passando por várias áreas da atividade humana. Muitos se verão em algum personagem, ou identificaram familiares e amigos. Não é livro político, ainda que determinados assuntos cheguem ao patamar político. O autor tem 9 livros de contos já publicados, alguns premiados e deixa entrever que este décimo é especial e provavelmente canto de cisne. Foi escrito com interesse e a Editora e equipe se esmerou ao abraçar a obra.


Olá Pedro. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.


Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Meu maior projeto literário é ver peça teatral encenada. É o gênero no qual tenho menos prêmios, 9, ainda que com 3 livros de peças publicados e todos premiados, só que nunca houve encenação.  O atual livro, publicação Scortecci, engloba 26 contos e sendo o décimo em contos, é o vigésimo no geral. 10 de contos, 6 de crônicas, 3 de teatro e 1 de ensaios. Nada de livro de poesia, ainda que com 105 prêmios no gênero.  Não sou um poeta aceitável e vou ao gênero em homenagem  à minha mulher, com a qual completei bodas de diamante há um ano.  É enjoado falar em prêmios literários, mas vamos ao necessário: em contos 266, crônicas, 162, poesia 105, teatro 9 e em ensaios 24. Participei de 192 coletâneas, ou antologias.  25 dos prêmios foram extra Brasil. Tenho cerca 180 crônicas quinzenais na Revista Rio Total (editora Irene Serra). 105 publicações médicas em livros ou revistas especializadas, sendo que o último trabalho (2018), escrevi com  2  ex alunos, filho e neta.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Nunca passei pelo perrengue de ser escritor profissional, visto que em maioria têm outra profissão e sem serem diletantes, não conseguem viver de literatura, o que pode ser pena. E o País vive momento difícil e há mais ou menos 12 anos, com erros grosseiros das correntes políticas, antigas e atuais. Censuras, politicamente corretos, exageros e com todos os tipos de preconceitos.  Quem sabe até me achem velho para escrever. Enfim de publicações livrescas tenho 58 anos, mas sou cardiologista, ainda em atividade diária e os ganhos em literatura foram modestos.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Fui ao site da Editora. Meu contato, Editora Paola Mariz, me recebeu bem e muito contribuiu para o livro. Sua crítica ao livro sai em orelha e foi ideia sua, entre outras, colocar tópicos de contos na contra capa. Apresentou-me à Revisora Renata Sangeon,  a quem agradeço as sugestões e consertos gramaticais. Capa de Daniela Jacinto, que
muito me agradou e tem sido motivo de elogios.  Se não for o livro canto de cisne, o próximo, se possível, contará com a mesma equipe. De coração agradeço.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sou do tempo em que elogio em boca própria é vitupério, só que posso desejar uma boa leitura e se não gostou de algum conto, passe ao seguinte, visto que os contos variam e como! Há os ternos, os que pretendem ser engraçados, três são maliciosos, um apenas retrata fato ocorrido e em maioria os personagens são imaginários. Tantos contos escrevi que me vi com dificuldade e escolher 26. Na apresentação do autor avisei que não sou leitor especial de contos, amarro-me em livros policiais. Recomendo especialmente quatro contos, que gostaria ter assinado: O rouxinol e a rosa (Oscar Wilde), O estranho caso de Benjamin Button, (Scott Fitzgerald), Missa do Galo (Machado de Assis) e especialmente O presente dos reis (O. Henry).
Que destaco dos meus?
Tarefa de leitores.

Obrigado pela sua participação.


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Entrevista com Eliaquim Batista - Autor de: EU SOU YANKA

Nasceu em 1992, é paulistano e apaixonado por sua cidade.
Decidiu cursar Letras por amar um bom livro desde a infância, por ser muito incentivado pela mãe.
Católico, Eliaquim é leigo ativo na Paróquia Nossa Senhora do Bom Conselho - Diocese de Campo Limpo e faz parte do Setor Diocesano de Comunicação (Audiovisual).
Em 2018 criou seu site pessoal, "Blog Vida de Escritor", onde posta contos e crônicas, além de resenhas e críticas literárias e outros assuntos dos livros e da cultura.
Eu sou Yanka é o livro de estreia do rapaz, que, além de literatura é apaixonado por fotografia e ilusionismo e é muito envolvido com trabalhos sociais em sua região.
Recentemente, participou da comissão organizadora do Prêmio Literário Livraria Asabeça e Bignardi Papéis.

Conta a história de uma menina que nunca saiu de casa. Ou melhor, saiu quando muito pequena, mas não se lembra de muita coisa, só de pequenos detalhes mas que não fazem diferença.
Ela não sai de sua casa, pois sua mãe, a amável professora Débora, foi assassinada por engano e seu pai, o matemático Leonel, acha o mundo um lugar muito perigoso para ela e seu irmão Lyno.
Ele se casou com outra professora, Márcia, e o casal educa os irmãos em casa de uma forma bem diferente da convencional.
Agora, prestes a completar 18 anos, Yanka quer pedir ao pai um presente nada convencional para si e que pode mudar todo o seu destino.
Uma aventura que busca simplesmente a liberdade, mas que pode ensinar cada um de nós a sair do nosso lugar comum e irmos atrás dos nossos ideais.

Olá Eliaquim. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Como o próprio título diz, meu livro fala de uma menina chamada Yanka. Ela não sai de casa para absolutamente nada. O único convívio que ela tem é com seu pai, sua madrasta e seu irmão, mais novo do que ela. Ele se chama Lyno e também não pode sair para absolutamente nada.
Eu queria escrever algo bem inusitado, diferente, que nunca tinha visto antes. Comecei a pesquisar e a ler muito sobre diversos assuntos curiosos, até que um dia me bateu a ideia de alguém que não saísse de casa para absolutamente nada. Assim nasceu o enredo principal da trama.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sonhava em ser um escritor alguns anos atrás, comecei a cursar Letras para ampliar meu conhecimento e hoje não sei sair da minha casa sem um livro nas mãos.
Posso dizer como Santa Tereza de Calcutá: “Sou apenas uma gota de água no oceano”, principalmente diante de tantos gênios da literatura universal, quando os estudei na faculdade e leio sobre eles no meu dia a dia, mas sinto que faço algo muito bom para as pessoas, pois após a publicação do meu livro vi pessoas que não sentiam os cheiros das páginas de um livro por tantos anos as reaverem e até mesmo se apaixonarem pelo que escrevi.
Sobre o antigo ditado: A árvore plantei quando tinha meus seis, sete anos. O livro está aí mas é o primeiro de no mínimo sete, oito, (risos). E o filho também é algo que desejo demais! Casar, viver a dois e depois vir os filhos, trocar fraldas, ensinar andar de “bike” e por aí vai!

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Aquele que pensa em ser escritor em um Brasil atual tem que levar muito mais o amor do que o dinheiro em consideração. Pois infelizmente são poucos os autores que vivem unicamente da venda de seus livros.
Em 2017 li uma matéria que muitos dos alunos do curso de pedagogia e letras, futuros professores que mais deveriam incentivar a leitura as crianças e adolescentes, não gostam de ler. Isso é triste, para não dizer uma calamidade.
Mas um elogio que ouço: “Que trama bem construída!” ou “Não conseguia parar de ler seu livro”. Para mim já valeu a pena as noites que dormi duas ou três horas a menos devido estar inspirado com a jornada da menina Yanka.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Foi através do saudoso poeta Bernardo M. Azinheira. Grande amigo e meu pai na literatura.
Ele sabia do meu sonho de escrever e me apresentou a Escola do Escritor, antigo projeto da Scortecci que formava pessoas para o mercado editorial. Fiz um curso em 2016 com o Felipe Colbert e me apaixonei mais ainda pela literatura.
Em 2018 comecei a trabalhar na Scortecci Editora e disse para João Scortecci do meu sonho em publicar um livro, ele me disse que quando estivesse pronto gostaria de ver.
Assim que terminei, mostrei para ele, outros colegas da editora e lancei na festa de fim de ano da editora em 2019. Foi um sucesso com quase cem livros vendidos.
#emoção #sonhorealizado #valeuapena
.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Claro que sim!
Eu sou Yanka é uma aventura que acontece em São Paulo que merece ser lida pois tem personagens comuns que vivem algo incomum. Para passar o tempo e ver uma lição de vida e pensar que qualquer um de nós pode realizar seus sonhos, mesmo que isso custe muito suor!
Aos queridos leitores do blog e que desejam ler meu livro: Tenha sempre um bom livro contigo e sempre vá atrás de seus sonhos, transforme-os em projetos e assim será mais fácil que eles virem realidade.
Com carinho e votos de paz e bem,
Eliaquim Batista.

Obrigado pela sua participação.
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sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Entrevista com Priscila Siqueira - Autora de: GENOCÍDIO DOS CAIÇARAS

Nome literário de Priscila Dulce Dalledone Siqueira
Paranaense, cinco filhos, vive em São Sebastião desde 1962. Jornalista, é autora de Tráfico de pessoas: oferta, demanda e impunidade (2004), O sonho de Julieta (2014) e A outra face de Eva (2015). É uma das fundadoras do SOS Mata Atlântica e do Movimento de Preservação de São Sebastião.





UM TEMA QUE INCOMODA E INSTIGA
Conhecer e compreender a cultura e o modo de ser do caiçara não é simples. Exige, antes de tudo, delicadeza e humildade, e saber compartilhar de suas angústias, especialmente o caiçara de origem centenária, que viveu praticamente isolado nas praias e sertões do Litoral Norte, até que o “progresso”, com seus advogados, máquinas e capatazes, chegou destruindo tudo, suas terras, suas casas, seu dia a dia de pesca, lavoura de subsistência e muitas festas, religiosas e profanas.
Priscila Siqueira talvez seja a única jornalista e ativista social que conseguiu retratar com profundidade e extrema sensibilidade esse período, que, não por acaso, começou nos “anos dourados” da ditadura militar. Um ciclo que ainda não se encerrou, porque o que se perdeu, perdido está, e o que restou dessa época continua agravando a vida das novas gerações.
Esta terceira edição de Genocídio dos Caiçaras vale tanto pela leitura do passado quanto projeção sobre o presente, visto que o tema continua instigante, ainda incomoda.
Mesmo antes de se envolver como jornalista nos conflitos sociais do caiçara, Priscila já atuava em outras frentes pela dignidade humana, pela justiça, em favor dos menos favorecidos. Uma trincheira que ela nunca abandonou. Prova disso são os convites que recebe para dar palestras mundo a fora, como uma das principais vozes brasileiras contra a prostituição infantil e o tráfico de mulheres.
Digo tudo isso com muito orgulho pois tive, também como jornalista e residente em Ubatuba, o privilégio de conviver com Priscila na época retratada em seu livro, ambas representantes de dois grandes jornais. Com ela, aprendi muito. Juntas, transformávamos nossa indignação em notícia, usávamos nossas credenciais para literalmente abrir porteiras, entrevistar os poderosos. Priscila Siqueira foi e é uma forte inspiração de profissão e vida.
CÉLIA ROMANO


Olá Priscila. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.


Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A primeira edição do “Genocídio dos Caiçaras” aconteceu em 1984, em plena ditadura militar. Eu era, na época, repórter da Agência Estado que incluía além do jornal o Estado de S. Paulo, o Jornal da Tarde que não existe mais e a rádio Eldorado. Sendo correspondente regional, minha responsabilidade como jornalista, era cobrir o litoral norte paulista e sul fluminense.
Dessa forma, tive o privilégio de testemunhar, o que ocorria na região litorânea cortada pela rodovia Rio-Santos. Como muito das matérias que eu escrevia não eram publicadas, resolvi fazer um livro de reportagens-mostrando o que a especulação imobiliária, o capital até mesmo estrangeiro e um regime de exceção podem fazer com as populações mais vulneráveis desse nosso País.
Por que a terceira edição de um livro, depois de 35 anos?
Porque, ainda moradora nesse litoral, fica claro para mim que as ameaças de expulsão dos caiçaras - os caboclos do litoral brasileiro- ainda estão presentes. Ainda mais com um governo federal que menospreza as populações ancestrais, tidas por ele como “não produtivas”. Daí, a ameaça concreta contra os quilombolas, os índios e os caiçaras.
A reedição do livro, está suscitando uma discussão do problemas com os caiçaras que conseguiram permanecer em suas paias, e que hoje se organizam para enfrentar o desafio que a ganância da especulação imobiliária faz pairar sobre eles.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Genocídio dos Caiçaras é o meu primeiro livro. Depois dele, publiquei “O sonho de Julieta”, ”Tráfico de Pessoas: Oferta, Demanda e Impunidade” e “A outra face de Eva- relações entre Religião, Violência e Mulher”. Também coordenei juntamente com a professora Maria Quintero da USP, a edição do livro “Tráfico de Pessoas: Quanto vale do Ser Humana na balança comercial do lucro?”.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Num país em que grande parte das pessoas mal têm condições de suprir suas necessidades básicas de sobrevivência, acho que é pedir demais para elas compararem livros. O triste é que o nosso atual governo não se importa com Educação o que faz com que o problema se agrave, ainda mais.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através de meu irmão, compadre e amigo Antônio Romane, o Tonhão.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Eu não me considero uma escritora. Escritores são Graciliano Ramos, Jorge Amado, ou João Guimarães Rosa, entre tantos outros. Sou uma jornalista. Como al reporto fatos que me emocionam ou me indignam.
Se o livro merece ser lido? Se o leitor quiser ficar por dentro do que ocorre em nossa sociedade e que dificilmente a grande mídia apresenta, acho que sim.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Milton César Rodrigues Medeiros - Autor de: ESTRESSE, O DESTRUIDOR DE VIDAS

Dr. Milton C. R. Medeiros é Neurologista, sendo membro titular da Academia Brasileira de Neurologia há mais de 17 anos. É autor de outros 4 livros (Visão Geral De Um Médico; A Chave para o Conhecimento Emocional; Dissecando a Morte; Meditação e o Cérebro). Formado em Medicina pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Especialização em Neurologia Clínica na UEL. Cursos de aperfeiçoamento em áreas neurológicas na Itália, Áustria e México. Autor de diversos trabalhos científicos neurológicos publicados em revistas e congressos nacionais e internacionais. Tem 50 anos, é casado e tem um filho. Trabalha e reside em Arapongas, norte do Paraná.


O livro tem por objetivo detalhar o assunto estresse. Mostra a importância do estresse para a evolução da espécie humana e esclarece em que ponto esta resposta orgânica passa a ser maléfica ao organismo. Explica em termos simplificados como o estresse correlaciona-se com o aparecimento de diversas doenças que vão desde um resfriado comum até uma patologia tão grave como o câncer, passando pelas doenças autoimunes, inflamatórias, cardiocirculatórias, etc. Por fim, baseado em estudos científicos, sugere medidas importantes e acessíveis para o combate ao estresse, possibilitando melhora da qualidade de vida e aumento da expectativa de vida. O livro é totalmente embasado em estudos científicos de alto impacto e nas observações pessoais do autor, com sua experiência de 25 anos de prática ativa na medicina.

Olá Dr. Milton. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro é a respeito do estresse em sua forma mais ampla. A ideia surgiu em decorrência de meus 25 a nos de prática médica, observando a importância do estresse crônico na exacerbação e mesmo na causa de doenças diversas. O livro é destinado ao público geral. A linguagem é simples, funcionando para um maior conhecimento sobre o tema e, a partir dai, possibilitando as mudanças de hábitos de vida para o combate deste mal. Trata-se de um livro útil e culturalmente interessante, já que discute a importância do estresse na evolução humana e como ele se tornou presente e maléfico no mundo moderno.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Eu sou médico, especializado em Neurologia. Sou membro titular da Academia Brasileira de Neurologia. "Estresse, o destruidor de vidas" é meu quinto livro, sendo 4 editados pela editora Scortecci. Minha vontade de escrever surgiu como um complemento da minha atividade profissional. Tento passar boas mensagens aos meus pacientes para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Mas, através dos livros, tenho conseguido passar minhas mensagens para um número muito maior de pessoas. O meu objetivo principal é melhorar a qualidade de vida das pessoas através dos meus conhecimentos científicos, seja na minha clínica, seja através dos meus livros.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Certamente o brasileiro lê pouco. Algo desfavorável culturalmente. Para os escritores que dependem financeiramente da venda de seus livros, acredito que deva ser extremamente difícil. Exceção para poucos. Tenho a esperança que os brasileiros mudem seus hábitos e passem a nutrir seus intelectos com cultura de qualidade, cultura que exija mais conhecimentos em decorrência de maior complexidade. Tenho a esperança de que a educação no Brasil um dia seja realmente valorizada.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através de pesquisas na internet. Cheguei a conclusão de que era uma editora de qualidade. Após 4 livros publicados na Scortecci, posso dizer que minha primeira impressão foi correta. Realmente é uma editora de muita qualidade.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Certamente o livro merece ser lido. Ele tem por objetivo levar o conhecimento de um problema cotidiano que destrói a saúde orgânica e mental das pessoas e elas nem percebem. Conhecer sobre o estresse e saber combatê-lo é de extrema importância para a melhora na qualidade de vida.

Obrigado pela sua participação.


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Entrevista com Luiz Manoel Ferreira Maia - Autor de: Correio Sentimental E Outros Contos

É natural de Belém-PA. Escreve habitualmente desde 1995. Publicou seu primeiro livro em 2005 – Homens e Mulheres em Contos, Amores e Conflitos. Em 2008, o romance Vidas Sobre Vidas. Em 2012, Universo e Vida - Poesia e Prosa, textos em prosa, poemas, sonetos e quadras. Participou como letrista em várias composições musicais: Banzeiros de Amores, Barco Motor Solidão, Você Voltou, Canção De Trazer Saudade, Felicidade Errante, Fica Pra Depois, O Natal Que Desejamos, Caminhada Ao Santuário, Maria Excelsa Mãe, Libertação, entre outras. É associado da UBE – União Brasileira de Escritores.

Título escolhido para este livro refere-se a um espaço gratuito em revistas para anúncios em estímulo à troca de cartas manuscritas entre seus leitores. Para fins de amizade ou casamento, era praxe. Embora eficaz em seu tempo, essa prática ficou para trás e as postagens nos correios atualmente ficam em grande parte restritas ao uso comercial. Correio Sentimental é a décima quarta de um total de dezesseis narrativas. Remonta ao tempo em que a rápida escalada da tecnologia dos meios de comunicação não era sequer imaginada, de tal modo a chegar às facilidades dos dias atuais, das mensagens instantâneas entre pessoas comuns pelo telefone celular com uso do aplicativo WhatsApp.
Evoluem os meios de comunicação, mas sentimentos humanos são imutáveis, sempre conosco estarão e igualmente são abordados em Outros Contos de amor e do cotidiano. Ansiedade, sonhos, fantasias, decepções e alegrias das pessoas em suas relações familiares, conjugais ou de amizade. O conto inicial deste livro é uma paródia, versão burlesca de um episódio da famosa obra literária “O Chefão”, de Mário Puzo. Entretanto o autor fez essa relação com certo comedimento ao retratar o personagem principal afetado por grande sensibilidade. Enfim, são contos que pretendem levar o leitor a uma reflexão sobre o aprimoramento de suas relações com seus semelhantes.

Olá Luiz. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
É um livro de contos. Em cada narrativa tento atrair os sentidos do leitor para transportá-lo a um estado de consciência ligado às emoções dos personagens envolvidos em tramas de amor, paixão e tantos outros sentimentos aflorados em situações imaginadas. Apesar disso, não ficam distantes da realidade, pois derivam da observação do autor na colheita de comportamentos humanos em suas atitudes e reações com seus semelhantes. Do guardado na memória o autor faz ideação e cria sua versão em contos. São histórias para leitura de adultos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Não é o primeiro. Conservo ainda dois romances de ficção escritos antes deste e não publicados. Numa sequencia de trabalhos, creio eu, os mais antigos podem ficar arquivados em computador e esquecidos temporariamente na memória do autor. A cada revisão podem sofrer alterações, porém com o necessário cuidado a não causar prejuízo ao tema proposto. Essa tarefa carece de disponibilidade de tempo e propósito de conclusão. Sobre meus projetos no mundo das letras, continuarei escrevendo e tentando publicar meus trabalhos desde que meus limites físico e emocional permitam. Quanto ao plantio de uma árvore já ultrapassei o ponto de chegada com êxito várias vezes. A respeito de filhos, estou satisfeito com os que me cercam e apesar de sentir a falta da única filha, os demais permanecem unidos, em boa convivência. Criar um filho, ver uma árvore que você plantou crescer e dar-lhe sombra, são metas alcançadas tão prazerosas ao ser humano, tanto quanto escrever um livro. São sonhos realizados.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Na verdade, haja tempo para ler se levarmos em conta a quantidade de livros publicados no Brasil, o que nos faz pensar na enormidade de muitos escrevendo em comparação com os poucos que leem. Na maior parte de nossa população, ou seja, dos não habituados a ler, há muitos que preferem ficar horas na comodidade do assento em frente à tevê ou em diversificadas leituras de textos de pouca ou nenhuma valia, se não espúrios, escritos e publicados levianamente em redes sociais.
Nesse cotejo podemos dizer que o escritor brasileiro é obstinado em continuar produzindo sua obra, mesmo que seja incontestável o fato da existência de poucos leitores. Ainda que descrentes em mudanças para tempos melhores, escritores nacionais parecem agarrar-se ao estímulo da frase de Pompeu reescrita por Fernando Pessoa: “Navegar é preciso, viver não é preciso”. Tomara em maioria sejam os esperançosos pela superação de um nocivo costume dos brasileiros, o da abstenção do ato de ler e conhecer as obras de seus conterrâneos.
A vida do escritor no Brasil é marcada pela espera do dia em que todos passem a ler com mais frequência. Enquanto isso, vivemos esse grande e preocupante problema. Nada fácil de ser resolvido.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através de pesquisa sobre editoras na internet.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Respondo com a citação de um trecho copiado do meu livro intitulado Vidas Sobre Vidas: “Mas, de que me adianta estar num mundo só meu, feito e refeito ao sabor dos meus desejos, se ninguém além de mim, dele possa compartilhar? Se não posso chamar quem eu quero para nele adentrar como meu convidado, e a este dizer: – Entra, fica à vontade, vem desfrutar deste meu recanto, aqui, onde recebo com alegria os meus amigos?”. (MAIA, 2012, P. 22)
Neste caso o livro representa o meu mundo e o convidado é o leitor.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Carlos Miranda - Autor de: EPOPEIA DOS ANÔNIMOS

Carlos Miranda
Natural de Caieiras, São Paulo, Brasil, nascido em meados do ano de 1944. Seu trabalho por décadas foi relacionado com projetos mecânicos, tecnicamente especializado em equipamentos petroquímicos, atualmente aposentado. Reside em São Paulo, bairro de Pinheiros, há mais de vinte anos. Como sempre demostrou grande apego à religião, obrigou-se a buscar o aprofundamento do conhecimento teológico, que somando-se à sua extrema curiosidade, o fez cursar teologia com ênfase em filosofia, na Pontifícia Faculdade de Teologia N. S. Assunção, de 1995 a 2000, com extensão universitária certificada pela FAI. Admirador incondicional de livros, sempre desejou escrever e publicar, e após algumas vãs tentativas com muitos textos desprezados, essa ideia finalmente ganhou corpo até o lançamento desse livro.

Esse livro conta a história de patrióticos personagens brasileiros em todas suas aventuras, antes, durante e após suas heroicas estadas nos hospitais aliados na Itália, no auge da Segunda Grande Guerra. E tenta mostrar com seu humor criativo, as prováveis diversas maneiras de tornar sua convivência nesse ambiente desesperador, a mais fraterna possível. Esses “fatos e personagens” existentes somente na cabeça do autor, compõem apenas um experimento que destaca com responsabilidade, e algum humor, usando não somente a imaginação mas inserindo dados reais em prováveis eventos hipoteticamente vividos nos hospitais de campo, onde trabalharam médicos, enfermeiros, enfermeiras, odontólogos, serviços de resgate nos campos de batalha, como os corajosos padioleiros, nosso sacerdote e coveiros, enfim todos os componentes do Serviço de Saúde da Força Expedicionária Brasileira, a nossa FEB. Toda a história criada nesse livro, se baseia em textos reais, mostrando que grande parte de nossos heróis eram pessoas simples do povo do nosso interior, muitos analfabetos, como Generoso, um dos personagens do livro, que se prontificara a seguir sem saber para onde ia, e nem ao menos o que faria quando lá aportasse. Por tudo isso, nossas eternas homenagens a todos os verdadeiros heróis, e não somente aos combatentes com as baionetas, mas também aos das duras lutas travadas com os bisturis, pela vida.

Olá Carlos. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Livro em referência: Epopeia dos Anônimos. Resposta: Trata-se basicamente da mostra de reiteradas demonstrações de confiança e amizade entre grandes amigos e colegas que exerciam sua profissão de médicos sob o mesmo teto hospitalar.
Na verdade, a ideia nasceu enquanto eu pesquisava fontes onde pudesse encontrar informações seguras sobre os trabalhos dos profissionais de saúde nos hospitais de campo ativos durante a campanha dos soldados da FEB na Itália, quando lutavam ao lado dos soldados aliados norte-americanos na Segunda Grande Guerra. Como a pesquisa foi em vão, sem qualquer surpresa, decidi colocar meus personagens compondo o quadro, de alguma maneira como uma pequena homenagem aos meus velhos e queridos parentes, amigos e conhecidos de minha cidade natal.
Acredito que esse livro comporta uma faixa etária de leitores de 12 a 112 anos..

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Gosto muito de escrever, e, caso todas minhas obras, publicadas fossem, garanto que o cartaz com meu semblante estaria enfeitando todos os postes da cidade, como o líder em dívidas às Editoras. Entretanto tenho ainda alguma esperança de encontrar meu livro publicado como “Epopeia dos anônimos”, apenas como o primeiro em minha carreira. Torço com muita fé e esperança para que minha saúde também me permita, passar para o papel minhas criações que felizmente abundam meu cérebro ainda são.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Essa pergunta me fez lembrar de apenas um, dos graves problemas que enfrentavam e enfrentam ainda hoje, autores de livros, em nossos inesquecíveis tempos escolares, (médios e superiores), de alguns anos atrás, quando surgiam trabalhos escolares a respeito de um certo livro que nenhum aluno possuía, e nos sentíamos eternamente gratos quando apareciam infindáveis cópias em xérox do referido livro. Estávamos salvos, mas sem qualquer pensamento no coitado do autor do referido livro que indubitavelmente estava sendo estrangulado e morrendo aos poucos. Não passava pelo cérebro de nenhum aluno “espertinho” que estávamos cometendo um crime. Na verdade, o aviso: “É proibido xerocar os livros”, ainda nos dias de hoje não se vê com tanta frequência. Por isso naqueles tempos como agora, não tenho a mínima ideia de como sobrevivem nossos escritores com ou sem famílias, vivendo somente com os valores das vendas miseráveis dos livros.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Conheci a Scortecci Editora através de indicação de meu amigo e escritor: Antônio Carlos Affonso dos Santos, o conhecido “Acas”.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Meu livro, assim como todos os demais foram escritos, única e exclusivamente para que fossem lidos, independentemente de merecimento.

Obrigado pela sua participação.
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domingo, 10 de novembro de 2019

Entrevista com Adelisa Maria Albergaria Pereira Silva - Autora de: UMA HISTÓRIA DE AMOR ESCRITA POR DEUS...

54 anos, é natural de Campinas/SP. Pedagoga por formação, bancária por profissão e escritora por vocação, também escreve crônicas de seu cotidiano desde julho de 2010 em seu blog: O que realmente importa... Em agosto de 2013, lançou seu primeiro livro O que realmente importa..., pela Editora Multifoco, coletânea de crônicas do seu blog pessoal. Em julho de 2015, lançou seu segundo livro, O que realmente importa... – Vol. 2, pela Editora Chiado, com lançamento simultâneo no Brasil e em Portugal. Em agosto de 2016, participou da coletânea de crônicas Meu Pai foi ferroviário – Vol. 8. Em setembro de 2016, estreou na Bienal Internacional do Livro de São Paulo a convite da Editora Chiado, com o livro O que realmente importa... – Vol. 2. Em junho de 2017, seu segundo livro, O que realmente importa... – Vol. 2 – Editora Chiado, foi exposto na Feira do Livro de Lisboa. Em agosto de 2018, participou pela segunda vez, da Bienal Internacional do Livro de São Paulo a convite da Chiado Grupo Editorial, com o livro O que realmente importa... – Vol. 2. Atualmente continua escrevendo em seu blog. Além da escrita, também gosta de fotografar em todas as oportunidades que tem! Uma curiosidade: as capas dos dois livros são fotos de sua autoria.

É uma história verídica, contada com muito amor para os pequeninos! O tema “adoção” precisa deixar de ser mais um tabu e, por isso, deve ser abordado com as crianças. Afinal, elas devem saber que a criança que nasce do coração de um pai e de uma mãe é tão amada e importante quanto as que nascem do ventre. Para derrubar os preconceitos que ainda existem sobre o assunto, é necessário desmistificá-lo! A adoção é uma bênção e um privilégio para ambas as partes!



Olá Adelisa. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O tema do meu livro é a “Adoção”. Uma história verídica de adoção (a história da chegada do meu filho mais novo), contada para as crianças.
Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?Desde que lancei meu primeiro livro, sempre pensei em lançar um livro infantil sobre adoção, que é um tema pouco “trabalhado” com as crianças.
Com o intuito de auxiliar os pais à abordar o assunto com seus filhos - de uma maneira natural e descomplicada.
O público à que se destina meu trabalho são as crianças. E já tive retorno, com a graça de Deus!
Um pai que acabou de entrar na fila do CNA (Cadastro Nacional de Adoção) adquiriu o meu livro na semana passada, para que quando seu filho(a) chegar, ele já o tenha em mãos, e possa abordar o assunto com ele(a).
Um outro leitor de 5 anos, leu o meu livro e disse à sua mãe:
- Olha mamãe: foi igual você e o papai!
Fiquei emocionada e feliz em saber! É exatamente essa sensação de pertencimento e amor, que quero passar para as crianças!
As crianças devem saber, que uma criança que nasce no coração de um pai e de uma mãe, é tão importante e tão amada, como qualquer outra!

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Escrevo crônicas do meu cotidiano desde julho de 2010 em meu blog: O que realmente importa...  Sou autora de dois livros (coletâneas de crônicas do blog): O que realmente importa... (2013)/Editora Multifoco; e O que realmente importa... – Volume 2 (2015 – Brasil/Portugal)/Chiado Books.
Participei em 2016 e 2018   da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, à convite da Chiado Books, com meu O que realmente importa... – Volume 2.
É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Não é meu primeiro livro. É mais um sonho realizado, com a graça de Deus! E agradeço também a editora Scortecci, que tornou o meu projeto viável, e ajudou-me a realizar esse sonho!  Mas não é apenas o sonho “de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro” ...
Escrever já faz parte de mim!  Então, tenho a ânsia de escrever, e mais alguns projetos em mente!

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É um tanto árdua!
No Brasil, é quase impossível viver apenas da escrita. A não ser, que seja um “best seller” ... Também, uma missão quase impossível!
Outro dia vi um comparativo na internet, dos livros com relação a outros serviços.
As pessoas não acham caro pagar R$ 50,00 numa bijuteria, numa pizza, numa manicure; ou muito mais, com outros serviços, num salão de beleza.  Mas acham caro pagar R$ 30,00/R$ 35,00 num livro, que é um bem durável! E muitos, de valor inestimável!
Não imaginam o trabalho que dá escrever/editar um livro!
Seria muito bom, se houvessem projetos de incentivo à leitura, nas escolas.  E os escritores fossem mais valorizados!
Infelizmente, é bem difícil ser escritor no Brasil!

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através de uma amiga, que já tem livros publicados com essa editora, e me deu boas referências.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim.
Porque o tema “adoção” precisa deixar de ser mais um tabu e, por isso, deve ser abordado com as crianças. Afinal, elas devem saber que a criança que nasce do coração de um pai e de uma mãe é tão amada e importante quanto às que nascem do ventre. Para derrubar os preconceitos que ainda existem sobre o assunto, é necessário desmistificá-lo!
Alguma mensagem especial para seus leitores?
Espero que gostem do meu livro!
E que ele possa ajudar os pais à abordarem o assunto com seu filhos, de uma maneira natural e sem preconceitos!
A adoção é uma bênção e um privilégio para ambas as partes!
Para ter filhos:  é necessário apenas, que haja Amor...Só Amor!
Eu Amo ser mãe do coração!

Obrigado pela sua participação.
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