domingo, 14 de outubro de 2018

Entrevista com Anacleon Alves Barbosa - Autor de: AS AVENTURAS E DESVENTURAS DE MACARRÃO

Nascido na cidade de Jacobina, interior do Estado da Bahia, NE do Brasil, o autor ingressou no Banco do Brasil S.A., em agosto de 1968, onde exerceu as funções de Auxiliar de Escrita, Escriturário, Caixa-Executivo, Professor de Práticas Bancárias, Gerente de Atendimento Especial e Assistente de Gerente Geral, função na qual se aposentou em julho de 1995. Bacharel em História, concluiu a sua formação universitária na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Caruaru – PE. Reside na cidade de Lauro de Freitas – Bahia – Brasil.

O livro se propõe a narrar a história de Macarrão, personagem principal, assim apelidado pelos familiares e amigos por ser um jovem magrelo. As experiências de vida de Macarrão, contadas nesta narrativa literária, têm o seu início na cidade de Jacobina, estado da Bahia, Nordeste do Brasil. Último filho do primeiro casamento do seu pai, Macarrão não conheceu a mãe biológica, não foi agraciado com o colo materno e vivenciou uma situação atípica em se tratando de convivência familiar de numerosa prole: ele, três irmãos, seis irmãs, o pai e a madrasta. Macarrão, no início desta história, contava apenas com cinco anos de idade. As dificuldades econômicas e as carências materiais sofridas por ele, seus irmãos e irmãs (era uma família social e financeiramente pobre de recursos materiais) não impediram o nosso personagem de ter FÉ, olhar na direção do futuro, traçar as suas próprias metas e praticar o empreendedorismo. Conseguirá Macarrão superar as “carências afetivas”, o “estigma da pobreza”, perseverar na luta (mantendo as suas metas), suster a fé, continuar olhando na direção do futuro e se tornar um empreendedor de sucesso?

Olá Anacleon. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro As aventuras e desventuras de Macarrão, é uma narrativa de ficção autobiográfica e baseada em fatos reais e do cotidiano da vida do autor, onde o mesmo conta a sua trajetória de vida, quando tinha apenas cinco anos de idade até a sua idade adulta. Para uma melhor compreensão do conteúdo da obra, é transcrita, a seguir a sinopse do livro:
O livro se propõe a narrar a história de Macarrão, personagem principal, assim apelidado pelos familiares e amigos por ser um jovem magrelo. As experiências de vida de Macarrão, contadas nesta narrativa literária, têm o seu início na cidade de Jacobina, estado da Bahia, Nordeste do Brasil. Último filho do primeiro casamento do seu pai, Macarrão não conheceu a mãe biológica, não foi agraciado com o colo materno e vivenciou uma situação atípica em se tratando de convivência familiar de numerosa prole: ele, três irmãos, seis irmãs, o pai e a madrasta. Macarrão, no início desta história, contava apenas com cinco anos de idade. As dificuldades econômicas e as carências materiais sofridas por ele, seus irmãos e irmãs (era uma família social e financeiramente pobre de recursos materiais) não impediram o nosso personagem de ter FÉ, olhar na direção do futuro, traçar as suas próprias metas e praticar o empreendedorismo. Conseguirá Macarrão superar as “carências afetivas”, o “estigma da pobreza”, perseverar na luta (mantendo as suas metas), suster a fé, continuar olhando na direção do futuro e se tornar um empreendedor de sucesso?

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Este é o segundo livro, ressalvando-se que o primeiro livro intitulado "Quadrigêmeos nos Sonhos", apesar de ter sido uma obra literária impressa, foi feito em parceria com outros três autoras.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
O escritor vocacionado para a arte de criar, no meu humilde entendimento, não deve ter a preocupação com um Brasil onde a "leitura é pouco valorizada"; ele deve procurar dar a sua contribuição, desenvolvendo e aprimorando os seus naturais talentos e acreditando que sempre haverá um público interessado naquilo que ele escreve, principalmente se o conteúdo dos seus escritos encorajam, apresentam motivações de superação e são focados nas ações empreendedoras e de sucesso.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através da internet e dos convites enviados, via e-mail, pela Scortecci Editora encorajando os escritores iniciantes a publicarem as suas obras.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Esta é uma pergunta que deixo para os meus "prefaciadores" responderem, ao transcrever a opinião dos mesmos, conforme abaixo:
PREFÁCIO:
Inspirador, Encantador, Motivador e Divertido.
As quatro palavras acima, de modo singelo e o seu rico conteúdo literário empreendedor, já qualificariam esta obra literária, “As Aventuras e Desventuras de Macarrão” como um livro que deve ser lido. A ficção autobiográfica do autor, vivida e contada através do personagem Macarrão, está repleta de importantes e difíceis decisões que nos inspiram a acreditar, pensar e agir no quotidiano das nossas vidas, a dar sempre o “melhor de nós”, uma vez que, as boas escolhas repercutem e impactam de modo edificativo as nossas vidas e, também, as vidas daqueles que amamos.
Inspirador, porque narra uma trajetória de muita luta e fé de um “magricelo”, de origem humilde, que enfrentou e superou as mais diversas dificuldades pessoais e sociais, na busca constante pelos seus sonhos e, também, por uma vida digna para sua família.
Encantador, porque convida o leitor a se deliciar com as marcantes histórias do personagem “Macarrão”, embalada por um cenário de um “Brasil Nordestino” e sertanejo, marcado por um povo sofrido, porém, possuidor de uma riqueza cultural fantástica.
Motivador, porque é um livro que procura dar a sua contribuição positiva à formação humana, pois, em suas páginas desafiantes, vamos encontrar valores humanos como fé, superação e amor. É um livro escrito, também, para pessoas com “veia empreendedora”, uma vez que ele revela caminhos de superação e de conquistas, em “aventuras e desventuras” às quais, todos nós, enquanto seres humanos, estamos expostos.
Divertido, porque é impossível não rir das aventuras em que se mete o personagem principal do livro. Reafirmamos que: as aventuras que acompanham “Macarrão” em todas as fases da sua vida, nos faz sorrir com o coração, pois, alegra, e muito, a nossa alma.
O leitor, jovem ou adulto, ficará apaixonado pelas “Aventuras e Desventuras de Macarrão”, assim como nós, profissionais da área de Educação ficamos.
Jaercio Alex Silva Barbosa Jaderson Silva Barbosa
Doutor em Ciências-USP Mestre em Educação-UEFS .

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Entrevista com Nancy de Lustoza Barros e Hirsch - Autor de: PERDI A CABEÇA

É carioca, arquiteta e jornalista. Gosta de contar histórias, é leitora voraz e cria cavalos. Seus romances têm como cenário o ambiente rural e as famílias que o frequentam.

Vinícius Avoeiros Bogado veio ao Brasil fazer uma escala rápida: pretende voltar para a Escócia onde mora e desfrutar lá as suas férias. Sua irmã mais nova, a Letie, vai atrapalhar seus planos. Aliás, os problemas deste jovem médico não se resumem a uma única mocinha. Outras seis se meteram junto com ela numa grande confusão. Na cidade serrana de Nossa Senhora do Outeiro Santo, interior do Rio de Janeiro, no início dos anos 1980, este grupo costuma, como se diria na época, “tocar um rebu”. De susto a surpresa, Vinícius se enreda e perde seu norte.



Olá Nancy. É um prazer contar, novamente, com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Uma acidentada e um jovem médico. Os irmãos Scarlet e Vinícius Avoeiros Bogado se encontram em um hospital da cidade serrana Nossa Senhora do Outeiro Santo. Letie, como é mais conhecida, dirigia-se ao Rio de Janeiro com um grupo de amigas quando o desastre aconteceu. É importante que elas contem o que ocorreu, mas as mocinhas fazem voto de silêncio, para desespero da equipe médica e dos policiais que investigam o caso. A ficção mistura humor, mistério e paixões. O público jovem e adulto deve se divertir com o romance e as peripécias das garotas.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
"Perdi a Cabeça" é meu sexto livro publicado e acho que há outros dentro de mim, pois já estou trabalhando no que batizei provisoriamente de "Piuí".

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Escrever é apenas uma das tarefas do autor. É preciso divulgar a literatura e incentivar a leitura, por exemplo, presenteando crianças com livros.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Um amigo livreiro me recomendou o Sr. João Ricardo Scortecci e em 2016 produzi "Vale das Luas", meu quinto romance, com a editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Em “Perdi a Cabeça”, os personagens são críveis e circulam entre o urbano e o rural, na serra e no litoral, no Brasil e no exterior. O romance pretende divertir, promover momentos de descontração, quem sabe uma boa risada e o leitor corre até o risco de se apaixonar pelos protagonistas.

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Entrevista com Su Canfora - Autora de: MINHA CAMINHA DE ALGODÃO

Nome literário de Sueli Maria Ferreira Canfora.
Há muito tempo atrás, mas nem tanto... Nasceu na cidade de São Paulo Sueli Canfora. Uma garotinha muito teimosa e sonhadora, ela achava que seus sonhos nunca se realizariam. Ouviu tantas histórias que passou a acreditar que tudo era possível. Com muito esforço se tornou professora formada em Letras, constituiu uma linda família, se classificou e foi premiada em concursos literários. Em um momento espinhoso da vida descobriu-se contadora de histórias, realizando assim, mais um de seus sonhos impossíveis. Fez pós-graduação em Literatura Infantil e Contação de Histórias.
Hoje, morando em Mogi das Cruzes, realiza o sonho de ser escritora e contadora de histórias. Anda por aí contando e encantando histórias próprias e de outros escritores. Leva para seus ouvintes de todas as idades, a mensagem que, só não é possível, o sonho que não se sonha.

Dudu, um garotinho persistente, cheio de vida e com aquela teimosia pura e divertida de toda criança.
Com muita leveza, através de um segredo de Dudu, a história leva o leitor a refletir sobre algo especial que todas as pessoas precisam. Bora lá ler e descobrir o que é.



Olá Sueli. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Meu livro fala sobre Dudu, um garotinho muito esperto que de repente começa a dizer que quer sua caminha de algodão, ninguém entende o que ele quer dizer e de onde veio tal expressão. De forma sutil a história aponta a importância dos valores familiares.
Um dia uma colega de trabalho ao se despedir de mim disse que iria descansar em sua casinha de algodão, ao questionar onde leu ou ouviu tal expressão ela me explicou que o filho quando era pequenino começou a dizer isso. Achei a frase linda e criei a história.
Para mim histórias não tem idade, todos podem tirar um aprendizado, no mínimo, ter uns minutos de enlevo e descanso, sem contar que todos temos um cantinho de algodão. Se é para delimitar uma idade diria para crianças de até oito ou nove anos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Nasci, cresci e me formei na cidade de São Paulo. Hoje moro em Mogi das Cruzes. Em meio a muitas dificuldades me formei em Letras e fui professora pública estadual por 28 anos, sou pós graduada em Literatura Infantil e Contação de Histórias. Há bem pouco tempo percebi que sou uma desbravadora, ninguém, antes de mim, na história de minha família paterna ou materna concluiu os estudos e muito menos chegou a um curso superior. Em um momento difícil em que tive que me afastar da sala de aula, algo que eu amava fazer, descobri a contação de histórias, um sonho que estava semi adormecido em um canto do coração e me parecia impossível, aliás, tudo me parecia humanamente impossível, estudar, constituir uma família, ser contadora de histórias, ser escritora. As muitas histórias que ouvi e li me fizeram acreditar que era possível e me impulsionaram a lutar por meus sonhos e ideais.
Certamente realizei um sonho "Plantei uma árvore, tive duas filhas e escrevi um livro", mas esse é só o começo, além de muitas crônicas e poesias que escrevo desde bem jovenzinha, tenho histórias infantis prontas e outras nascendo. Quero passar para meus leitores e ouvintes que só é impossível o sonho que não se sonha. Tenho muito o que dizer.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Até 2014 fui professora estadual, eventualmente ainda dou aulas em um projeto aqui outro ali. Sou contadora de histórias há onze anos, oficineira e artesã. Não tenho uma vivência que me leve a uma opinião formada sobre esse assunto, mas sei que o caminho é árduo e sem dúvida com muitos obstáculos a transpor.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Em uma dessas agradáveis e gratas surpresas da vida deparei em meu Facebook com a escritora Cléo Busatto, tinha acabado de usar seu livro para fazer meu TCC de pós graduação. Agradecendo a ela e falando do meu sonho de publicar um livro ela me aconselhou a procurar a Editora Scortecci.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Minha história e meu livro foram produzidos com muito carinho. As falas do menino Dudu são baseadas na fala de minhas filhas e sobrinhos, é certo que tanto crianças como "crianças adultas" irão se identificar.
Vou reforçar o que já disse - Só não é possível o sonho que não se sonha.

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Entrevista com Léo Sousa - Autora de: O GALINHEIRO DO VOVÔ MANÉ - para menores e para maiores

Léo Sousa
Nome literário de Leonilda de Oliveira Sousa.
Nascida aos 18 dias do mês de outubro de 1969, na cidade de São Paulo, filha de Manuel e Antônia, uma infância no meio na Natureza com muitos animais. Mora na Cidade de Mairiporã é formada em Pedagogia, Educação Física e três especializações: “Arte Educação e Terapia”, “Docência no Ensino Superior” e “Educação Especial e Inclusiva – Edutec – Unesp”. No ano de 2003 teve o primeiro contato com o Construtivismo, adorou a proposta e foi aprofundar seus conhecimentos e dedica-se a ele até os dias de hoje. Atualmente continua contribuindo para formação de diversos alunos sendo formadora de professores, Mantenedora da E.E.I. Pitoquinho e do Colégio Plenitude do Saber e Coordenadora e Colaboradora da Educação do Estado de São Paulo.
Vive a vida observando e tudo que a toca ela transforma em uma bela história.
Fabíola Custódio

Tudo acontece em um galinheiro que é cuidado por um vovô que é puro carinho. Uma galinha preta chega e não é aceita no grupo. O livro promove uma reflexão sobre reconhecer e valorizar as diferenças, usar a empatia em nossa vida.
Oferece também algumas ações matemáticas possíveis de serem resolvidas, sem medo, sem pavor, uma maneira divertida de desenvolver a sua estratégia de resolução.

Olá Léo. É um prazer contar, novamente, com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A história acontece em um galinheiro que é cuidado por um vovô que é puro carinho. Uma galinha preta chega e não é aceita pelo grupo de carijós que lá viviam. O livro promove uma reflexão sobre conhecer e valorizar as diferenças, usar a empatia em nossa vida. Oferece também algumas ações matemáticas possíveis de serem resolvidas, sem medo, uma maneira divertida de desenvolver a sua estratégia de resolução.
Todas as histórias que escrevo vem de observações reais que vivencio e acredito que dá para transforma-la em um história para se pensar na situação. O personagem do vovô é meu pai, que sempre valorizou os animais e trouxe para minha escola um galinheiro pois acreditava que as crianças teriam de ter próximo deles animais para amar e cuidar, portanto o galinheiro existe de verdade e meu pai já virou estrelinha. Já a personagem da galinha é o preconceito que vi acontecer com uma amiga por muitas vezes e as questões matemáticas que são colocadas é para auxiliar os professores com conteúdos necessários para nossas crianças verem de forma natural e de fácil compreensão.
Para mim é voltado para todos, pois aborda diversos assuntos reflexivos onde cada um poderá se aprofundar no assunto que mais se interessar.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou uma pessoa que acredito em dias melhores... sonho e escrevo...estou envolvida com a educação por toda minha vida pois trabalho com a formação de professores e sou mantenedora de uma escola há 20 anos. Acredito que a aprendizagem é um processo que deve ser construído por todos integrantes de uma escola. O galinheiro do vovô Mané foi escrito com duas vertentes para maiores com ações matemáticas e para menores com questões de oralidade, portanto estou sempre pensando em nossos meninos.
Esse não é meu primeiro livro e nem será o último, já tenho editado O VOO DA LIBERDADE, participei de um Antologia poética e agora O galinheiro do vovô Mané - para maiores e para menores.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Infelizmente é uma realidade mas nós escritores e pessoas que buscamos fazer a diferença não podemos deixar que isso nos impeça de escrever. Cabe a nós plantar a semente em nossas crianças e acreditar que serão adultos melhores e leitores.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Buscava muito uma empresa séria que pudesse me ajudar a realizar o meu sonho de transformar meus registros em livros, numa pesquisa encontrei, entrei em contato, posso dizer me apaixonei e estou muito feliz com essa parceria.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Merece e posso dizer muitas pessoas já adquiriram e estão gostando muito. É uma história que chama o leitor a pensar no outro, usar a empatia. Tudo que nele está escrito existe de verdade, os personagens, o lugar... é muito real e vem recheado de desafios possíveis de serem resolvidos.
A mensagem que deixo é que vou continuar seguindo.. observando atitudes e situações que com certeza virará uma bela história que será ilustrada por minha filha, Victória Sousa.

Obrigado pela sua participação.
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sábado, 6 de outubro de 2018

Entrevista com Ane Braga - Autora de: O SEGREDO DO FLAMINGO COR DE ROSA

Ane Braga
Nome literário de Luciane Viana Braga de Carvalho.
É paulistana de origem luso-árabe, é autora de diversos títulos infantis, contos, crônicas e romances.
Graduada em Administração de empresas, entre outras graduações, é pós-graduada em Administração Pública pela UFES e em gestão de riscos pela FGV.
Seus escritos costumam ser baseados em fatos reais e nas aventuras engraçadas vividas em família.
É casada e possui duas filhas, Bianca e Sophia, ambas muito criativas e inspiradoras.

Curioso é um flamingo cor de rosa que vive num zoológico. Sempre em busca de respostas para as perguntas mais curiosas que passam por sua mente, um belo dia resolve saber de onde vem a sua cor rósea e, junto com seu amigo Chileno, um outro flamingo, sai à procura de respostas, encontrando no caminho muitas aventuras, seres fantásticos e belas amizades.





Olá Ane. É um prazer contar, novamente, com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro fala de aventuras, curiosidades que nos cercam, mas que não percebemos de imediato, de novas amizades, conquistas, promessas e honra.
O livro é para crianças a partir dos 5 anos e a proposta é que seja lido pelos pais a seus filhos.
Há um crossover com outro livro (Papai Noel só usa renas) e uma "deixa" para meu próximo livro que envolverá Patos Canadenses.
A ideia surgiu com uma pergunta de minha filha, Sophia, então com 4 anos, durante uma de nossas viagens. Ela queria saber de onde vinha a cor rosa dos flamingos. Pensei "isso dá uma boa estória". E deu...rsrs.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Amo escrever, Comecei bem cedo, aos sete anos, e já publiquei livros para o público infantil, juvenil, adulto nos mais variados temas. 
Estou sempre escrevendo, lendo e criando estórias para as crianças e junto às crianças. 
O dia a dia corrido, horas perdidas no trânsito, o aumento do individualismo(cada um fica num canto conversando com seu celular) cria um distanciamento que a leitura pode diminuir, com o bônus de estreitar laços frouxos.
Toda vez que escrevo, penso no vínculo que aquele livro irá criar.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A pergunta já se responde e ainda assim cabe um adendo. O acesso ao livro não é tão fácil, seja por causa do custo financeiro, seja pela dificuldade de encontrar variedade de livros em livrarias ou até mesmo encontrar variedade de livrarias (em regiões como norte, nordeste e até sul, não há muitas livrarias). Claro, pode-se sempre optar pela internet, mas o frete é caro, e pelo e-book, que também não é barato.
Infelizmente, livros não configuram a lista de prioridades da maior parte da família brasileira, sendo considerados coisa de rico, coisa de nerd, coisa supérflua.
Felizmente, temos hoje plataformas de leitura com autores independentes com grande qualidade literária que ajudam a driblar preços e preconceitos.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Trabalho há muito tempo com a Scortecci. O primeiro contato veio de uma pesquisa pessoal. Queria participar de alguma antologia e comecei a procurar por editoras sérias. Achei a Scortecci e estou com ela até hoje.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Livros que inspirem, que despertem a imaginação, a curiosidade, o sentimento de honradez, a vontade de conhecer o mundo e espalhar amizade, sempre devem ser lidos.
Os meus, sem falsa modéstia, têm tudo isso e mais: são principalmente baseados em fatos e pessoas reais, com seus anseios, dúvidas, esperanças... Situações muito parecidas com outras por aí e que podem servir à um propósito particular ou motivar aquele primeiro passo para uma mudança de vida.
Então, ao ler um dos meus livros, seja infantil ou um conto mais denso, semelhanças com pessoas ou fatos reais, certamente não serão uma mera coincidência.

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Entrevista com Lucas Ramando - Autor de: CRISTÃO RICO

Nome literários de  Lucas Ramando Silva.
Atualmente, tem vinte e cinco anos de idade e mora no interior de São Paulo. Sempre gostou de literatura e da busca do conhecimento sobre princípios espirituais com um paralelo ao humano. Percebeu sua vocação literária após escrever várias mensagens aos jovens de sua igreja, onde foi elogiado por aqueles que o ouviam. Assim, decidiu escrever sobre a riqueza e o cristianismo, pelo fato de esses dois fatores andarem lado a lado em nossa vida. Como evangelista, procura sempre promover, em uma boa oportunidade, a capacidade de fazer as pessoas pensarem por si mesmas, e não seguirem a alienação proposta pela sociedade comum, mas despertarem o verdadeiro saber através da Sagrada Escritura.

O livro trás um ensino direto em relação a opinião de Jesus e de seus apóstolos em relação ao dinheiro e a fé. Como conciliar a vida financeira com a espiritual, de modo que comungando as duas, cheguemos ao Céu um dia. O leitor entenderá por meio de simples palavras qual o melhor tesouro a ser alcançado e quais táticas usar para adquiri-lo de modo que jamais venha perde-lo, e o melhor de tudo: sendo um filho de Deus.




Olá Lucas. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro Cristão Rico aborda temas relacionados ao dinheiro com uma paralelo à vida espiritual. 
A ideia de escreve-lo me veio no momento em que comecei trabalhar com pessoas de auto poder aquistivo, conciliando esta vida rica a uma caminhada com Deus. 
Embora o título seja: "Cristão", o livro trás ideias de escritores e filósofos antes e depois de Cristo. E será indicado àqueles que sentem interesse em saber a opinião de Jesus sobre as riquezas, independe de sua religião.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Eu espero que esta obra seja a primeira de muitas, pois inspiração é o que não falta para abordar temas os quais as pessoas sentem necessidade de ouvir ou ler, para saciar tanto corpo quanto a alma.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Como o título já diz: "Cristão Rico", o livro extrai muitos textos da Bíblia. E sendo ela o livro mais lido do mundo, creio que isto força as pessoas a lerem mais dela e a obras relacionados ao seu conteúdo. E como as pessoas sentem necessidade de adquirirem conhecimento dela, creio que as incite mais à leitura, mesmo o Brasil sendo um país com um número mínimo de leitores.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Depois de pesquisar muitas editoras, vi alguns livros publicados pela Scortecci e me interessei mais por ela. Foi quando me aventurei em pesquisar mais a respeito dos detalhes, o que me interessou ainda mais devido o fino acabamento das obras e o ótimo atendimento oferecido.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Eu espero que ao menos o título chame atenção e cause curiosidade nos meus leitores (risadas), mesmo sabendo que as páginas que se seguirão, uma vez abertas, oferecerão maiores riquezas ainda aos meus leitores. Porque este foi o objetivo em escrever este livro: enriquecer as pessoas, e principalmente com Deus.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Natan Ferreira - Autor de: O ANDARILHO E OUTRAS COISAS

Nome literário de Natanael Alves Ferreira.
É goiano da cidade de Formosa, radicado em Brasília-DF. Radialista por paixão. Advogado. Sempre gostou de olhar o mundo num silêncio muito particular, e agora resolveu colocar suas observações no caminho, com humor, sensibilidade e de um jeito todo simples.





Uma coletânea com 22 contos e crônicas. Um ladrão de flor, uma princesa, uma velha que insistia em não morrer, uma amante involuntária, um andarilho... Personagens de histórias que acontecem todo dia por aí, mas que nem sempre são percebidas, até que com bom humor e sensibilidade alguém resolve contar. Entre no caminho e veja a si mesmo nas coisas que Natan Ferreira quer te contar. O Andarilho e Outras Coisas é um bate-papo leve e divertido, e até emocionante, exatamente como uma conversa entre amigos.



Olá Natanael. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O Andarilho e Outras Coisas é um apanhado de contos e crônicas que escrevi ao longo de anos. Coisas que guardava comigo. Histórias inspiradas em cenas do cotidiano, de família, presenciadas ou só imaginadas, salpicadas com ficção e humor às vezes, outras com sensibilidade e emoção.
Coisas que escrevi inspirado na forma simples e ao mesmo tempo tão rica de contar fatos do cotidiano de escritores como Moacyr Scliar, Stanislaw Ponte Preta, Luiz Fernando Veríssimo e até Cora Coralina (que descobri como contista há pouco tempo). Acho fantástico esse dom ou talento de tomar um simples fato e prender a atenção de alguém contando isso de um jeito envolvente, pitoresco e humorado. Esses “caras” e tantos outros são minha referência.
Escrever é uma coisa, mostrar e se entregar à crítica é outra. Então depois de revisitar esses escritos inúmeras vezes, me atrevi a compartilha-los. Foi um desafio pessoal romper a insegurança de entrar nesse mundo tão especial da literatura e tentar fazer alguém rir ou se sensibilizar com o que lê. Quando percebi que podia fazer isso, me permiti mostrar essas minhas coisas.
A recepção tem sido boa, não escolhi um público específico, creio que jovens e adultos são os que melhor podem perceber as nuances do que escrevo, mas crianças têm sido atraídas pelo livro. Creio que as ilustrações do Wendell Rodrigues, um amigo de longa data e desenhista talentoso, contribuem para que o livro seja atraente no formato. Espero que o conteúdo esteja tão bom quanto as ilustrações (risos).

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou radialista por paixão. Acho o rádio, assim como o livro, um desses instrumentos fantásticos que o ser humano criou e pelo qual pessoas que se quer se conhecem conseguem se conectar num nível profundo de emoção. Minha formação acadêmica é em Direito, o que trouxe elementos bastante humanistas à minha visão de mundo e que creio ter incorporado a meu texto.
Nesse caminho pessoal e profissional trilhado então, a palavra sempre esteve presente em minha vida. Escrever sempre foi algo presente e latente. Mais que uma vontade, sempre foi um chamado. Quando menos se espera vem aquela comichão, uma inspiração qualquer que não te deixa até que o sentimento seja canalizado em um texto. Depois é o esforço de refinar o escrito. Mas a inspiração é algo muito particular de cada um, pra mim vem de forma muito intuitiva.
Escrevo sempre. Depois que publiquei O Andarilho, passei a escrever com outro foco, com um compromisso maior. Sem, no entanto, perder aquela certa ingenuidade que te leva a seguir o rastro de inspiração como se fosse uma paixão juvenil. Depois me permito a autocrítica, claro, mas o movimento inicial, pra mim, deve ser livre e espontâneo, pra se revelar mais autêntico. Com isso, espero ter outras oportunidades de continuar escrevendo essas coisas que me tocam e poder mostra-las.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
O Andarilho é fruto de um esforço financeiro absolutamente pessoal. Isso deixou bem evidente as dificuldades que a publicação de uma obra traz e que não se encerram na edição. O processo de venda, a formação de um preço que te permita ver o livro no maior número de mãos possíveis, mas que traga um retorno mínimo até para reinvestir na obra, as restrições impostas por livrarias, etc. são fatores que evidenciam um cenário excludente. Muitos autores não conseguem ter seu livro materializado.
Além disso, ler não é um grande hábito do brasileiro. O universo literário tem que oferecer atrativos que vão além do conteúdo da obra, tornando o livro um produto de marketing, muitas vezes. São variáveis que tornam a vida do escritor não muito fácil e, lamentavelmente, prejudicam o fomento da literatura.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Na busca por uma editora que oferecesse um serviço sério e um preço justo, um amigo me indicou a Scortecci. Já no primeiro contato percebi o profissionalismo da empresa. Apesar de estar fazendo uma publicação independente, queria que o resultado final tivesse o máximo de qualidade de formatação, edição e impressão. A Scortecci me transmitiu confiança de que, pela forma, o livro não seria visto como uma simples aventura. Gostei bastante do resultado.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
O Andarilho e Outras Coisas tem seu foco no ser humano e nas melhores coisas que o ser humano pode oferecer. Faz rir, mas faz pensar e, me atrevo a dizer, até se emocionar. São histórias que qualquer um poderia viver ou presenciar, isso traz o leitor para dentro de cada coisa contada, vendo a si mesmo ou a uma cena familiar. Gosto muito disso, dessa proximidade com o leitor, o que faz da leitura quase um bate-papo.
O convite que faço então é esse: deixa te contar umas coisas. E desde já, obrigado pela conversa.

Obrigado pela sua participação.
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