segunda-feira, 27 de julho de 2020

Entrevista com Alexandre Meyr - Autor de: NEM SÓ DE LITERATURA VIVE O HOMEM

É natural de Canoas (RS) e residente em São Miguel do Oeste (SC), é servidor público catarinense aposentado.
Publicou "Paixão Sólida" (contos), Scortecci Editora, 2016.
Com poemas e contos participou da Coletânea Coexistência, Porto de Lenha Editora, 2016; Antologia Palavras Abraçadas, Scortecci Editora, 2016; Coletânea Internacional Gaya, Editora Gaya, 2018; Coletânea Conexão Brasil 2019 – Concurso Literário, Editora Alternativa, 2018; Coletânea Internacional Malabarista do Tempo, Editora Gaya, 2019; Coletânea Internacional Diálogos, Editora Gaya, 2019; Antologia Natal com Poesia, Biblio Editora, 2019.
Escreveu os romances "Nem só de Literatura vive o homem", Scortecci Editora, 2020, e "Vinhedos da Pampa", Editora Gráfica McLee, 2020 (no prelo).
É membro da Academia Internacional de Artes, Letras e Ciências “A Palavra do Século 21” – ALPAS 21, com sede em Cruz Alta (RS), onde ocupa a Cadeira nº 120, tendo como Patrono Rafael Henzel.

Em ambicionada exaltação aos livros, muitas das vidas aqui personificadas experimentam dramas e compartilham emoções. O palco no qual sucedem essas cenas – o município de São Miguel do Oeste, no extremo oeste catarinense – tem como pano de fundo um Brasil diferenciado, um país no qual “as coisas funcionam”, onde as instituições (e seus administradores) têm sua real razão de ser e cumprem verdadeiramente seus papéis, em que a maioria das pessoas são proativas, generosas, solidárias, e onde impera, com raríssimas exceções, o respeito mútuo entre os seres humanos e destes para com a Natureza.  Se A sombra do vento, de Carlos Ruiz Zafón, é “uma grandiosa homenagem ao poder místico dos livros”, este romance pretende ser um sincero tributo ao poder de transformação dos livros.

Olá Alexandre. É um prazer contar, novamente, com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Desde os primeiros anos escolares alimentei meu gosto pela leitura, que se foi alicerçando nas histórias em quadrinhos (Walt Disney e Maurício de Sousa) e mais tarde nos romances e contos. Quando tenho oportunidade, frequento feiras, lançamentos ou divulgações de livros, assim como festivais ou jornadas literárias. Com o passar do tempo, interessei-me por conhecer as histórias de vida e de escrita dos autores. Foi a partir dessas experiências que, em 2015, incursionei com mais entusiasmo nessa arte e passei a escrever ficção. Este livro, que se destina ao público adulto ou juvenil, começou a ser rascunhado naquela época com base em minhas observações nesses ambientes literários. Com essa ideia, criei personagens fictícias a contracenarem com personagens reais (e vivas – de quem obtive a devida anuência), fazendo-as vivenciarem suas emoções e seus dramas em um Brasil utópico (como decerto muito escritores almejam).

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Mesmo antes de enamorar-me de minha esposa, já havia plantado árvores, e continuei essa saga após o casamento. A propósito, o matrimônio também deu-me a oportunidade de criar uma filha. Enquanto leitor, até anos atrás, nunca havia sonhado em ser escritor. Porém, ainda em 2015, enquanto começava a costurar os retalhos que me permitiram construir este romance, escrevi contos que colacionei em meu primeiro livro, intitulado “Paixão sólida”, publicado pela Scortecci Editora no ano seguinte. Uma vez que ingressei nessa senda, entendi por segui-la adiante. Isso porque elaborei poemas e contos, com os quais participei em várias antologias e/ou coletâneas (por exemplo, “Palavras abraçadas”, pela Scortecci Editora, ainda em 2016). E porque já estão atualmente no prelo, por duas outras editoras, mais dois livros: um de contos, denominado “Mosaico de contos”, e outro romance, “Vinhedos da pampa”. Ambos deverão ser publicados em breve. Aliado a isso, estou escrevendo mais três romances, dois esboçados há cerca de quatro anos, outro mais recente e ao qual estou dedicando-me com mais afinco.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É uma realidade triste e infeliz termos um país carente de leitores. E, no entanto, noto que mais e mais pessoas estão se aventurando na arte de escrever. Acredito que esses escritores, como eu, alimentam a esperança de um dia (que esteja logo ali, sem demasiada delonga) invertermos esse quadro. Difícil é obrigar alguém a ler, como ocorre no ensino de salas de aula, porque essa obrigação alija a pessoa do interesse que ela deveria despertar por conta própria. Ao contrário, motivá-la a ler, por meio do exemplo vindo de pessoas próximas, como o pai, a mãe, um dos avós, talvez até um amigo ou mesmo um professor que lê, pode despertar naquele ser a vontade de saber o que se passa naquela história escrita. Quando surge-me ocasião, procuro incentivar, estimular alguém a ler. Aliás, esse propósito busquei desenvolver na trama que teci nesta minha obra. Como tantas outras que li, a minha tem o condão de exaltar os livros, de oferecer um tributo ao poder de transformação que nos proporcionam. Sim, porque a leitura pode nos tornar mais empáticos aos dilemas alheios, pode nos fazer contentes com as alegrias dos outros; os poemas ou as prosas podem nos fazer rir ou chorar, ou apenas nos permitir concatenarmos nossas reflexões.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Quando elaborei meu primeiro livro de contos, ofereci sua leitura a duas escritoras. Elas o aprovaram e a uma delas, a mestra Suzete Carvalho, a quem conheci pessoalmente no festival literário de Poços de Caldas/MG, em 2015, solicitei uma opinião, a indicação de uma editora que se propusesse a trabalhar a obra. Ela sugeriu-me a Scortecci Editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim! Meu livro merece ser lido, sim! Por um lado, evitei aventurar-me na lida de escritor sem buscar algum conhecimento. Aprendi que querer escrever é uma coisa; mas querer escrever “bem” exige mais força de vontade, mais determinação, disciplina e perseverança. Eu fui em busca de sugestões ou técnicas de escrita. Li variadas obras que discorrem sobre esses aspectos. Participei de oficinas literárias para melhor instruir-me. Com isso, creio que aprimorei a lavra dos dramas que minhas personagens vivenciam, e devo ter conseguido chegar a um estilo de escrita, o que, no meu sentir, pode aproximar o leitor ao gosto de sua leitura. Por outro lado, situei as principais histórias em São Miguel do Oeste, localidade do extremo oeste catarinense pela qual, em razão de sua geografia e por seu povo hospitaleiro, nutri grande afeto. Espelhando-me em Rubem Fonseca, Ernest Hemingway, Johannes Mario Simmel, Klaus Pettinger, Carlos Ruiz Zafón, Nikos Kazantzakis, Javier Cercas, F. Scott Fritzgerald, Rafael Gallo e Jack Kerouac, entre tantos outros, meu livro oferece oportunidade ao leitor de conhecer ambientes e paisagens (algumas fictícias) deste município, por onde minhas personagens perambulam.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Cristina Garcia - Autora de: NEUROCIÊNCIA E MÚSICA

Nascida em São Bernardo do Campo, aos 11 anos de idade começa a estudar violão clássico com a professora Helena e escreve seus primeiros poemas. Depois de algum tempo, começou a ensinar violão para as coleguinhas da escola. Participou de várias bandas e festivais. Apresenta-se tocando violão e cantando em vários eventos. Estuda música, canto popular e lírico. Graduada em Artes Cênicas pela Faculdade Integrada Teresa D’Ávila com DRT (atriz e diretora de teatro profissional),  Pedagogia pela Universidade Nove de Julho, Docência do Ensino Superior pela Faculdade XV de Agosto e Ciência e Tecnologia pela UFABC. Leciona há 35 anos na rede pública de ensino. Pesquisa sobre neurociência e música.

‘‘A música beneficia o ser humano, quando realizada com amor.’’  Cristina Garcia

Os benefícios de tocar violão na adolescência - Cristina Garcia
O presente trabalho tem como objetivo analisar os benefícios de tocar violão para o desenvolvimento cognitivo e afetivo de adolescentes. Nos últimos cinco anos, pesquisas sobre as vantagens de tocar um instrumento musical têm crescido muito e vêm apresentando resultados significativos para várias áreas do conhecimento.

Olá Cristina. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro fala sobre os benefícios da música. Em 1994, lecionava em escola pública e trabalhei os exercícios de um livro, cujo nome era “Desenhando com o lado direito do cérebro” da autora Betty Edwards, desde então, percebi que algumas atividades trazem muitos benefícios a saúde física e mental. Em 2.015 participei de um aperfeiçoamento na UFABC e tinha a matéria de Neurociência, como uma das disciplinas. O livro surgiu após minha Pós-graduação de Ciência e Tecnologia na UFABC. Sou professora de Arte há 35 anos e estudo música desde 11 anos de idade até os dias atuais. Essa obra se destina aos amantes da música.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
São 35 anos trabalhando com arte e suas linguagens, pretendo compartilhar essas experiências em futuros lançamentos. Participei com um grupo de poetas em uma cooperativa de escritores, onde foram editados vários poemas. Minha intenção é despertar nas pessoas os benefícios da arte, da música, da literatura e da ciência.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
O Brasil precisa investir mais na literatura, valorizar nossos escritores brasileiros e desenvolver eventos que estimulem a literatura no país.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Foi uma indicação de um amigo, baseada no trabalho sério que a editora realiza.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Meu livro merece ser lido, pois resume de forma simples os avanços da ciência e pesquisas na área da educação sobre os benefícios da música e de tocar um instrumento, no caso o violão para o desenvolvimento cognitivo e afetivo de adolescentes. A arte eleva nosso conhecimento e nos conecta com a ciência.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Claudio Martins Burro - Autor de: ENTREGANDO FLORES DESCALÇO

Claudio Martins Burro
O autor ama a Vida, que é Deus, a quem agradece ter chegado aos dias presentes e ter realizado o sonho da edição do presente livro, e mais que isso, ter recebido de Deus a "graça" maior em sua vida através dos amados netinhos, João Pedro e Raul de Aquino.






Ao ouvir os Beatles em “My Sweet Lord”, composição do magnífico George Harrison, me vem à alma a vontade de produzir algo parecido, não tão grandioso. E dedicar essa inspiração, que lembre tal melodia ao Amor Infinito, pois, segundo creio, os anjos que ouvem tal harmonia perguntam entre si, por que não fui eu quem compôs tal oração? Amor Infinito? por favor, diga a que ou a quem você se refere? inquiriu um dos anjos àquele que tal anseio blasfemou... ora, meu irmão, por que tal sindicância? Não te apercebes que ao dizer amor infinito é de nosso Pai Celestial que vos falo?
Acredito que nascemos no melhor local para aprender e também para ensinar, mas, quanto a isso, o tempo é o nosso melhor aliado, pois juntamente com nossas atitudes nos trará o que buscamos ou necessitamos. Assim, especificamente no tocante ao porvir, cada um receberá aqui, no orbe, na medida em que amadurece, caso contrário, saberá quando for chamado, “do outro lado”, pois a vida continua.
O valor arrecadado com a venda de exemplares deste livro será revertido em favor da organização humanitária Médicos Sem Fronteiras – msf.org.br – 0800 941 0808

Olá Claudio. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
É uma ficção, mas dentro de um imaginário possível:
- o protagonista, Arun, nascido na Inglaterra, é adotado por um casal originário da Índia, pois a sua mãe-solteira, morreu no parto. Na juventude seus pais adotivos morrem eletrocutados, ele fica só. Conhece alguns ciclistas do Brasil que estão em Londres num tour de biker, faz amizade com eles e vai com eles de trem para Manchester, mas ocorre um acidente, o trem descarrilha e ele vai para a UTI de um hospital. Lá, desdobra de seu corpo e vai ter visões numa tela de ectoplasma no Plano Astral, onde lhe é mostrado o motivo de ter renascido ali na Inglaterra, aliado a fatos de sua vida pretérita, quando teve uma certa vivência na Índia. Sua vida romântica não é fácil, ele tenta viver ou casar por três vezes, mas nas 3 vezes ele é preterido pelas 3 mulheres; até que um dia, quando ele já havia lavado as mãos, desistido de procurar uma relação a vida lhe traz uma mulher, Liang... / segue...
- creio na Lei de Ação e Reação (ou Lei da Reencarnação), que a tudo explica, apesar de procurar viver o presente, o momento de agora tem a ver com fatos da vida pretérita, assim sendo, como a vida continua após a morte de nosso corpo físico, material, teremos uma vida no Plano Astral, e daremos sequencia quando reencarnarmos.
-B.) A ideia de escrever esse livro é deixar um breve legado a filhos, netos, amigos e eventuais leitores que se identifiquem com o pensamento da Espiritualidade, não necessariamente com religião, mas crer em Deus e na sequência da vida pós morte física, ou possuir a mente aberta para o novo, segundo disse e exemplificou Sócrates, é fundamental para a leitura de nosso livro.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Comecei a escrever após ter passado por um grande susto, uma desilusão quando em 2013 fui à Índia, em Nova Delhi. Tal fato me levou a escrever um livrinho autobiográfico, Meu Amigo George – Ed.Pontes / Campinas-SP - 2014.
-B.) Depois ao assistir o programa do jornalista Roberto D’Ávila, na Globo News, cujos entrevistados, Gabriel G. Márquez e Ariano Suassuna (ambos já falecidos, em 2014), disseram a mesma coisa, em datas distintas, e cada um deles com as suas próprias palavras e jeito de falar, ao responderem a mesma pergunta formulada: O que você diz, ou que conselho você dá para um novo escritor, que está começando ou deseja escrever um livro?
Resposta: que escreva sobre o que gosta, sobre o que acha ou acredita conhecer.
-C.) Esse, Entregando Flores Descalço, agora em 2020, é o meu 4º. livrinho (o 2º. foi em 2017, O Menino do Hyde Park, e o 3º. foi em 2018, Poemas de Londrina a Pequim. Ambos pela Scortecci).

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A minha preocupação, como já disse na primeira pergunta, é deixar um legado, não tenho pretensão de escrever um best seller, mas é claro que se a coisa acontecer, é porque tinha que ser, para isso, tenho que dar o melhor de mim, e sinto que esse último livrinho está melhor no todo, em relação aos anteriores, e quero crer que o próximo será ainda melhor que esse último, o quarto, Entregando flores descalço; mas de novo, retornando ao que disseram G.G.Márquez e A.Suassuna, escrevo sobre o que gosto e sobre o que acredito conhecer, apesar de Sócrates, “Sei que nada sei”.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Conheci a Scortecci por indicação de uma pessoa amiga, Claudia, que trabalhou na Editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, acredito que o Entregando flores descalço, merece ser lido, apesar do escudo de ficção que o cobre, e da linha de Causa e Efeito que envolve o texto, o final do livro é bonito, possui uma mensagem de esperança, uma vez que o protagonista sofreu muito ao longo da vida, e já próximo da velhice, cinquentão que era, recebe um presente da vida que ele não mais procurava e nem esperava; enfim, é um final mais que romântico, pois ele é fraterno, simples assim, como a vida deveria ser.

Obrigado pela sua participação.
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quinta-feira, 16 de julho de 2020

Entrevista com Maria Cristina Andersen - Coautora de: ENERGIA CONTAMINADA

Nasceu em São Paulo. Engenheira Química formada pela Escola de Engenharia Mauá. É coach, atuando a mais de 30 anos como palestrante e professora no desenvolvimento de pessoas no âmbito pessoal e espiritual. Certificada em MBTI e TMP, usa essas ferramentas como apoio ao autoconhecimento e desenvolvimento pessoal.
Tem quatro livros publicados: Energia Contaminada (Editora Scortecci), já na 2ª Edição, onde é coautora e coordenadora ; Culinária Árabe (Editora Melhoramentos); coautora e co-coordenadora do livro de ficção Reciclando Vidas (Editora Scortecci) e coautora do livro Marcados pelo Destino (Editora Scortecci)
Editora do blog: Divulgando Livros e Autores da Scortecci


Energia ContaminadaO Uso Consciente e Eficaz da Energia Mudando Nossas Vidas

Energia Contaminada não é apenas uma história de ficção, é um curso que apresenta, de forma clara, uma visão das interações energéticas e seus efeitos sobre a nossa saúde e disposição. Vai ensinar, através de exercícios simples mas eficazes, a identificar os focos de contaminação e como se “descontaminar”, se proteger e se preparar energeticamente para os desafios do dia a dia. Acompanhe a história de Thiago e seus companheiros, isto também pode fazer toda a diferença em sua vida!


Olá Cristina. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro é uma história de ficção que se passa num hospital. Os personagens se reúnem uma vez por semana para fazer um curso sobre como se cuidar energeticamente, curso esse, que, nos autores do livro, damos há muitos anos.
A ideia é que o leitor tenha, dentro do livro, alguém (personagem) que irá, no curso, questionar sobre o que lhe acontece ao aplicar as técnicas ensinadas nas aulas. Os personagens, além de informações e explicações teóricas, aprendem exercícios simples e práticos para se cuidar energeticamente e os aplicam em seu dia a dia.
Tivemos em uma das turmas do curso, 2 médicos e 1 dentista, que toparam usar a prática energética em seu dia a dia: nos atendimentos aos pacientes e nas cirurgias. Eles se preparavam energeticamente antes de atender um paciente, por exemplo, e se descontaminavam após o atendimento. Foram percebendo que ao final do dia se sentiam melhores e menos cansados, como ocorria após um dia de desafios. Também perceberam que estavam mais alertas e com sua percepção mais aguçada.
É importante saber, que quem procura um médico, na maioria das vezes, está com algum problema e sua energia, por consequência, não está boa. Pode estar em baixa (falta de energia) ou negativa (no sentido de mal - doente e não de mau - ruim). No atendimento, existe uma conexão entre o paciente e o médico (importante para um bom entendimento do que o paciente tem) e nessa conexão há uma troca de energia entre os dois. Nessa troca o médico pode ficar com baixa de energia ou com sua energia contaminada. Também, o médico pode estar com sua energia contaminada, pelo dia a dia de seu trabalho e desafios que enfrenta, e ele pode passar essa energia contaminada para o paciente.
Um dos médicos animado com o que aprendeu e com os resultados, ofereceu darmos uma palestra no hospital, para médicos, enfermeiros, auxiliares e atendentes. Isso foi durante um programa instituído pelo hospital, para melhorar a qualidade de vida destes profissionais. Foi um sucesso e todos vieram nos procurar para saber se tínhamos um livro sobre esse assunto e foi aí, que resolvemos por no papel o que ensinávamos, e assim nasceu o livro Energia Contaminada.
O livro tem técnica simples e eficazes de como se cuidar energeticamente em seu dia a dia. Para não ser um livro técnico, tem como pano de fundo histórias que se passar no hospital, com trama e tudo.
Tiramos do livro todo cunho espiritualista e/ou religioso, com o objetivo de atender a qualquer um. Além disso, é uma história, e serve para quem não acredita em energia. Serve para qualquer um.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Plantei muitas árvores e não tive filhos por opção. Escrever sempre foi um sonho.
Quando adolescente eu tinha muita imaginação, mas não tinha o hábito de colocá-los no papel e essas histórias se perderam no tempo. Resolvi seguir a carreira de engenheira e isso ativou muito o meu lado mais calculista e acabei deixando de lado o meu lado fantasioso. Quando iniciei meu caminho na espiritualidade e meu trabalho de ajudar as pessoas a se desenvolverem, sentir a necessidade de escrever, de contar minhas experiências e de colocar em livros o que eu ensinava. Escrevi muito, mas tudo em forma de apostilas e direcionada para os cursos que dava.
Meu sonho era escrever um livro, não um livro qualquer, mas um livro que tocasse as pessoas e as ajudasse a ter uma vida melhor
Energia Contaminada foi meu terceiro livro. O primeiro foi um livro de culinária, publicado pela editora Melhoramentos, sobre culinária árabe. Fez parte da coleção “A volta ao mundo em 80 receitas”, que foi reeditado, como: “A Culinária árabe” e depois “Culinária árabe” com um CD de músicas”.
O segundo foi o livro “Reciclando vidas” (Editora Scortecci), que conta a história de dois escritores, um famoso e um mendigo. O mendigo descobre que seus escritos estão sendo publicados pelo autor famoso e vai investigar. O livro foi fruto do curso “Como escrever um livro de ficção”, ministrado na Scortecci, que participei e no qual fui uma das coordenadoras. Foi escrito por 12 alunos do curso e quem o lê, acha que foi escrito por uma única pessoa. Foi um trabalho, onde prendi muito.
Meu quarto livro foi “Marcados pelo Destino” (Editora Scortecci), escrito juntamente com dois amigos: Elianete Vieira e Mario Stoquetti. É um romance de época, que conta a história de 2 adolescentes que se apaixonam, ele vai preso pela ditadura militar e o ela vai para a Europa, e que se reencontram 30 anos depois.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A vida de um escritor não é fácil, pela dificuldade de divulgação. Pela falta de leitores? Acredito ser questionável, visto a quantidade de pessoas nas Bienais do Livro. Muita gente e todos com sacolas, o que significa que comparam livros.
Há autores bons e livros muito bons, porém pouco conhecidos. O autor precisa ter em mente, que cabe a ele divulgar seu trabalho. Hoje com as mídias disponíveis e possível fazer um bom trabalho de divulgação. O autor precisa, primeiro, responder a uma pergunta: o que ele espera de seu livro? Que seja conhecido? Que seja vendido?
Cabe ao autor iniciante, divulgar seu trabalho. Encontrar quem é seu publico alvo e ir atrás dele. Ele deve participar de eventos onde achará seu público.
Vejo nos eventos da Editora Scortecci, a parte infantil. Os autores contam histórias, fazem teatro, atingem as crianças com atividades. Todas elas se interessam em ter o livro do evento que participaram.
Acredito que esse seja um caminho, mas requer trabalho. Escrever um livro e publicar, é só o começo. O trabalho vem depois, que é fazer o leitor achar seu livro.
Nosso livro, Energia Contaminada, vende bem quando fazemos palestras sobre o assunto. Isso instiga a curiosidade do participante de querer mais informação e então, ele compra o livro.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Meu sonho era escrever romances. Inspiração é importante, mas sempre achei que deveria existir técnicas para escrever bem. Algo que te ajudasse a não se perder na história e de forma que prendesse o leitor. Comecei a procurar na internet, livros e assuntos que ensinasse a escrever romances. Na minha procura achei a Escola do Escritor, da Scortecci editora. Eles tinham um curso que se chamava: “Como escrever livros de ficção”. Me inscrevi e fiz o curso. Foi assim que iniciei minha jornada no mundo das letras. Foi por aí que descobri que poderia publicar pequenas quantidades, com livros de qualidade e canais de venda. Acabei amiga de todos e hoje ajudo a divulgar os escritores da Scortecci, através do Blog do escritor e do Portal do escritor.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Acredito que sim, pois além de se divertirem com a história, vão aprender fazerem alguns exercícios que ajudarão no equilíbrio energético de cada um.
No decorrer da história, os seres humanos foram descobrindo as causas de doenças, mal-estares e mortes. Percebeu-se, com o desenvolvimento da tecnologia e a construção de equipamentos sofisticados e precisos, que muitos das causas eram as contaminações por germes. A partir destas descobertas foram sendo incorporadas, ao dia-a-dia, atitudes que minimizavam as contaminações, como higiene pessoal, higiene de ambientes, assepsias e limpezas em geral. Essas novas práticas adotadas visaram dar mais saúde as vidas das pessoas.
Desde pequenos somos ensinados que devemos tomar banho, escovar os dentes, lavar as mãos, etc. São condutas que permitem que bactérias, vírus, germes e sujeiras fiquem fora de nosso corpo, impedindo que fiquemos contaminados e consequentemente doentes.
Hoje tomamos cuidado com o que comemos, onde pisamos, onde tocamos. Lavamos e higienizamos as frutas e verduras, guardamos em baixas temperaturas alimentos perecíveis, cobrimos com redinhas alimentos que ficam expostos, por exemplo.
Usamos óculos, máscaras, bonés, protetor solar e equipamentos de segurança. Nosso dia-a-dia está repleto de cuidados que temos com nós mesmos, nossa saúde, nossa vitalidade, nossa vida.
Se analisarmos o nosso dia-a-dia, vamos perceber que estamos a todo o momento nós preparando, nós protegendo e nos limpando.
Fazemos a mesma coisa com a nossa energia? Preparamo-nos energeticamente antes de fazer alguma coisa? Antes de sair para trabalhar, antes de participar de uma reunião, antes de atender um paciente, antes de cuidar de um doente?
E depois? Fazemos nossa higienização, nossa assepsia, nossa limpeza para tirar as contaminações energéticas?
Quem já não saiu esgotado e se sentindo mal de uma reunião?
Quem já se sentiu mal ao entrar em um ambiente ou falar com alguém?
Quem no final do dia, não se sentiu como que carregando um caminhão nas costas?
O livro vai te ajudar a entender estas questões.

Lançamento do Energia Contaminada na Bienal do Livro em 2014


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Entrevista com Simone Graziani Prada - Autora de: TERAPIAS NÃO MEDICAMENTOSAS PARA DTM

Nasceu e reside em São Paulo (SP). Estudou no Colégio Dante Alighieri. É cirurgiã-dentista formada pela Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (USP), Especialista e Mestre de Ortodontia e Especialista de DTM e Dor Orofacial. É membro do Grupo Face Internacional. Tem a seguinte publicação internacional: “Chronic pain: Multiprofessional case report – New vision”, texto com coautoria do Prof. Israel Chilvarquer, livre docente da Faculdade de Odontologia da USP – disciplina de Radiologia (Journal of Dentistry & Oral Disorders, fevereiro de 2018).

(Disfunção Temporomandibular)
É a um só tempo instigante exploração dos processos físicos subjacentes à nossa percepção e eloquente ode à qualidade de vida – eis que constitui admirável combinação de ciência e dos processos terapêuticos naturais. Simone Graziani Prada tem curiosidade verdadeiramente renascentista diante do mundo, que ilumina as ideias para as quais se volta, propondo terapia não medicamentosa e manobras não invasivas com excelente resultado em portadores de dor crônica com remissão ou alívio da dor e ganho na qualidade de vida. Este livro nos convida a participar desse importante processo, recomendado a todos aqueles que se emocionam com o fenômeno da vida nos níveis físicos e emocionais, oferecendo rico material a ser explorado com vistas ao alívio da dor crônica da disfunção temporomandibular (DTM).
DTM: Conceito associado à dor
1. Dificuldade em abrir a boca ou desvio na abertura.
2. Travamento da mandíbula (queixo) no movimento.
3. Ruído na articulação quando a boca abre ou fecha.
4. Dor no rosto (face, têmporas e articulação da boca, algumas vezes no ouvido). Pode ter zumbido.
5. Pode piorar quando se mastiga ou boceja.
6. Pode causar dor de cabeça ou estar associada a ela e dor

Olá Simone. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Como o próprio nome diz trata de Terapias não medicamentosas para DTM (disfunção temporomandibular).
A DTM (Disfunção Temporomandibular) ocorre quando o paciente tem dores nos músculos da face, articulação da boca e estruturas associadas. Os sintomas podem variar muito desde: dores próximas na região do ouvido, têmporas, dificuldade para abrir ou movimentar a mandíbula, incoordenação dos movimentos mandibulares, travamentos. E ainda podem estar associados com zumbidos, dor no pescoço, dores de cabeça, enxaqueca e dor na coluna.
Recebo muitos pacientes de colegas (o tratamento de dor sempre é multiprofissional) que me encaminham os mesmos, para diminuir a quantidade de remédios que o paciente toma. Este livro surgiu, por um pedido mesmo por parte dos colegas da área de saúde e pacientes que estavam necessitando de um auxílio para diminuir as medicações durante o tratamento, quando o caso clínico permite isso. Se você é paciente, nunca tome remédio ou deixe de tomar sem conversar com o seu médico. Este livro se destina a todos os profissionais da área de saúde não especialistas na área de dor (médicos, dentistas, enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas) que tenham interesse em atuar nesta área (o livro tem o tempo inteiro dicas valiosas para o diagnóstico e terapia) e pode ser muito útil para qualquer paciente com dor crônica, na busca pela qualidade de vida que tanto merecem.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Tenho já 30 anos de profissão. Entrei na USP com 17 anos e me formei com 21 anos. Nunca parei de estudar. Depois de tantos anos, já tinha escrito alguns capítulos de livro na área de Ortodontia (Sou Mestre de Ortodontia também pela USP, além de ser especialista de dor Orofacial e DTM). Não podemos ser egoístas com os outros, não é mesmo? O conhecimento tem que ser compartilhado. Não fico fazendo planos. A vida vai nos conduzindo.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Como a literatura que escrevo sempre se destina a um público que busca a qualidade de vida para si próprio ou para seus pacientes, não percebo esta falta de interesse do meu leitor. Me preocupei de deixar uma parte técnica no livro, mas também de fácil acesso aos pacientes leigos.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Recebi a indicação da editora por colegas médicos que me indicam pacientes. E quando mostrei o conteúdo para a Scortecci, houve um interesse mútuo que frutificou na publicação.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Já recebi muitos pacientes que tinham histórico de internações hospitalares para desintoxicar por excesso de medicação para dor crônica. Não podemos viver tomando remédio para dor, remédio para dormir, remédio para ansiedade etc. Não acredito que este seja o caminho da saúde. Existem dores na área de dor Orofacial como as neuropáticas (exemplo nevralgia do trigêmeo) e neurovasculares (cefaléias primárias) e psicogênicas que muitas vezes necessitam de medicação, mesmo. Existe a possibilidade de, melhorando os sintomas de DTM melhorar também a migrânea (enxaqueca) e dores cervicais por exemplo, nos casos em que as doenças coexistam ao mesmo tempo no paciente. E muitas vezes quando estas terapias alternativas são introduzidas na vida do paciente, ele se liberta das medicações ou diminui muito o uso da mesma. Na busca por alternativas tanto dos profissionais como pelos pacientes por esta tão almejada qualidade de vida, fico feliz ao ouvir de colegas e pacientes que já leram duas vezes ou mais o livro, buscando aperfeiçoar esta dinâmica em suas vidas ou tratamentos. Aí vejo que o livro está cumprindo seu papel. Fico muito feliz de poder ver que a realidade do meu consultório possa ser partilhada em outros espaços tão distantes. A mensagem que fica para os pacientes é:
Não desista de buscar estas alternativas menos medicamentosas. Você merece e estas dores não lhe pertencem. Você não nasceu com dor.

Obrigado pela sua participação.


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domingo, 12 de julho de 2020

Entrevista com Flavio Farah - Autor de: PERSONALIDADE AUTORITÁRIA

É Engenheiro, Mestre em Administração de Empresas (concentração em Recursos Humanos) e Professor Universitário.
É Especialista em Personalidade Autoritária (mais de 30 anos de experiência). É Especialista em Ética Pessoal e Empresarial (mais de 20 anos de experiência), sendo autor de Ética na Gestão de Pessoas. É articulista e palestrante, oferecendo palestras gratuitas de interesse geral para fortalecer a consciência de cidadania das pessoas.
O interesse de Flavio Farah sobre o tema do livro surgiu no início da década de 1990. Na época, durante as greves, ele passou a ler nos jornais, repetidamente, declarações dos sindicalistas protestando contra o “autoritarismo” dos patrões. Tantas declarações leu Flavio nesse sentido que ele ficou curioso: o que seria esse tal de “autoritarismo”? Tão curioso ficou ele que decidiu investigar o sentido daquela palavra.
Naquela época, como a única fonte de conhecimento eram os livros, ele, depois de vários anos, conseguiu ter apenas uma ideia do que era “autoritarismo”. Em 1995, Flavio começou o curso de Mestrado. A partir de então, durante cinco anos, ele teve toda a biblioteca da FGV a seu dispor. Foi assim que ele adquiriu uma boa compreensão do significado da palavra “autoritarismo”. Quanto mais ele aprendia sobre o tema, porém, mais interessado ficava. Após terminar o Mestrado, Flavio continuou a pesquisa, agora com a ajuda da internet, o que facilitou muito seu trabalho. Ele continua a pesquisar o assunto até hoje.

É comum definir-se “autoritarismo” de um ponto de vista político, ou seja, como um regime político ditatorial. Existe, porém, para "autoritarismo", uma outra concepção, de natureza psicossocial: é o autoritarismo definido como personalidade autoritária. O conceito de personalidade autoritária é uma teoria unificadora poderosa que explica vários fenômenos psicossociais que ocorrem no Brasil.
Em tais condições, a obra apresenta, entre outros tópicos: um conceito de personalidade autoritária; a principal característica da personalidade autoritária – o preconceito; padrões de personalidade e de comportamento do indivíduo autoritário; exemplos de casos reais ilustrativos desses padrões; posturas políticas do indivíduo autoritário. A obra também procura demonstrar que grande parte dos brasileiros possuem personalidade autoritária.

Olá Flavio. É um prazer contar, novamente, com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O tema do livro é "Personalidade Autoritária".
O livro surgiu inicialmente como um artigo de poucas páginas tamanho A4. Com o passar do tempo e a evolução de minhas pesquisas sobre o tema, o artigo foi sendo ampliado até atingir um tamanho que permitiu transformá-lo em livro.
O público-alvo da obra são pessoas com curso superior. Um segmento específico desse público-alvo seriam os psicólogos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
A verdade é que eu não tenho planos no mundo das letras. Este é meu segundo livro. O mais provável é que eu continue a ampliá-lo e atualizá-lo.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
No Brasil, a vida de um escritor é difícil. Creio que pouquíssimos conseguem ganhar a vida só publicando livros.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
A Scortecci é a editora que publicou a 2a. edição do meu primeiro livro.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
O livro merece ser lido por aqueles que quiserem conhecer o povo brasileiro, por aqueles que quiserem saber como nós somos, por aqueles que quiserem conhecer o caráter nacional brasileiro.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Geraldo Malta - Autor de: NA TRILHA DA UTOPIA

Nome literário de Geraldo Soares Malta.
Casado, pai de uma filha, é formado em Letras pela Fundação Universitária de Penápolis (Funepe) e em Pedagogia pela Uniclaretiano (Batatais/SP). É especialista em técnicas de análises literárias pela Funepe, além de possuir várias extensões universitárias pela Universidade de São Paulo (USP). É professor na rede paulista desde 1990, atuando primeiro no Cefam, em São Bernardo do Campo (SP), e posteriormente na EE Adelino Peters, em Penápolis (SP). No campo das artes compõe músicas para festivais e propagandas, envereda pelo campo da poesia, produz artigos para jornais e é animador de cantos pastorais em celebrações e comunidades de base. Na trilha da utopia é seu segundo livro. O primeiro, Revisitando Plis, traz experiências em narrativas curtas. Este segundo é plurigênero: tem contos, poemas, crônicas e ensaios, visto que o autor se concentrou no tema. Os textos mostram entraves, realizações e autoestima na busca dos sonhos. O importante é que a leitora e o leitor percebam que nada é tão utópico que não se possa almejar. As escolhas mostram setas e barreiras, e a perspicácia ajuda a vencer o medo. A porta é estreita e fica no alto do morro, mas ela se abre a quem ousa lutar. Depois dessa leitura é hora de dizer: eu posso! E como diz Gonzaguinha: “Vamos lá fazer o que será”.




"... Na escalada os degraus vão ficando mais íngremes e escorregadios, mas Apolo insistia porque percebia que o ponto de luz aumentava de diâmetro a cada passo. Não desistiu. Sabe-se lá quanto tempo durou a escalada, o fato é que, a partir de certo momento, Apolo conseguia enxergar as paredes e animais que estavam nela. O ponto brilhante era, agora, muito grande e com muita luz. Chegara enfim ao topo, passara pelo lago e alguma formação rochosa e, enfim, o espanto: estava na saída da caverna. Um ímpeto de emoção, novidade, utopia tomava conta dele...”
Do conto “sobre luzes e sombras”.

Olá Geraldo. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Contos, crônicas e poemas sobre caminhos e cinquistas.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
É o meu segundo livro já pronto, e estou produzindo mais três,ao mesmo tempo, sendo uma biografia, um livro de memórias e um de contos.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Um desafio gostoso de encarar, porque temos campo para avançar e produzir culturas, mesmo sabendo da desvalorização do conhecimento.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Em pesquisas pelas redes.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Meu livro tem que ser lido. Ele visa a recuperar a auto-estima e quer que o leitor não esmoreça e vá além do que é dito que vida criou pra cada um. Pretendo sempre descortinar horizontes.

Obrigado pela sua participação.
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