quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Entrevista com Marcilei Marques Trovão de Paula - Autora de: UMA FADINHA PARA A MAMÃE

Marcilei Marques Trovão de Paula
Psicóloga da Infância e Adolescência, Neuropsicóloga, Pos graduada em Psicoterapia Psicodinâmica Breve, Consultora em Encorajamento e Educadora Parental.








A obra traz uma reflexão do que a criança pequena sente, espera, precisa e solicita da figura materna ainda que não saiba expressar seus sentimentos nem suas angústias. O texto encanta, emociona e convida a refletir sobre a importância da conexão entre mãe e filho. A fadinha simboliza a pura interpretação do amor.


Olá Marcilei. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O meu livro infantil tem a proposta de enfatizar alguns sentimentos infantis que poderão ser compreendidos pelos adultos de maneira simples e delicada. A importância da relação afetiva entre mãe e filho fica evidenciada durante toda a obra.

Esse livro poderá ser lido por todos! Acredito que o texto encantará crianças, pais, professores e psicólogos que poderão usar o livro em seus consultórios como material de trabalho. A ideia do livro foi dar voz à criança que muitas vezes não é compreendida pelos pais quando quer chamar atenção porque precisa de amor.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Eu escrevi esse primeiro livro infantil baseada numa série de ideias, conceitos e propostas de escritores e pensadores sobre relação mãe/filho. Existem já outras ideias no papel p que sejam transformadas em novos livros infantis...
Quem sabe não estejamos falando numa futura coleção de livros infantis com pontos importantes sobre educação positiva e parentalidade consciente? Ao ler o livro infantil com a criança, o adulto se conecta com ela e é exatamente isso que pretendo fortalecer através desta leitura.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Infelizmente no Brasil a leitura ainda é pouco valorizada, mas sou otimista! Acredito que isso vem sendo mudado aos poucos. Os leitores no país vêm aumentando e isso é um excelente sinal... vejo tudo isso de maneira positiva, entusiasmada e encorajadora.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Eu conheci a Scortecci Editora através de uma grande amiga que fez excelentes indicações e eu me encantei pelo trabalho impecável da equipe.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Eu acredito que o livro Uma Fadinha para a mamãe será um canal entre pais e filhos, além de material de trabalho às psicólogas infantis em seus psicodiagnósticos. A ideia é que as crianças se identifiquem com o garotinho que narra o livro e fala sobre seus sentimentos, além do desejo de uma fadinha que pudesse traduzir para sua mãe tudo aquilo que ele mesmo não sabe explicar. Muitas vezes, os adultos esquecem que as crianças não têm maturidade neurológica e emocional para corresponderem às suas expectativas. Acredito que a leitura poderá ser reflexiva e transformadora. Que essa obra possa de maneira simples e suave convidar os adultos a se relacionar com crianças de forma mais carinhosa, respeitosa e acolhedora com muito pó mágico (amor).

Obrigado pela sua participação.

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Entrevista com Matheus Antonio Siqueira - Autor de: MAGNAM EM BUSCA DO EQUILÍBRIO

Publicou seu primeiro livro aos 15 anos.
Atualmente com 18 anos, estuda direito na Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Desde criança se encantou pelo mundo da escrita e sonha com uma longa jornada nesse magnífico universo.



Após conseguir escapar dos caçadores, o grupo de Jonaddah se vê perdido nas terras de Farly e com uma única missão: espalhar a notícia de que haverá um ataque no continente. No entanto, os caçadores estão decididos a eliminar todos os que interferirem em sua caçada.






Olá Matheus. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
É uma história de aventura e fantasia.
Eu escrevo desde pequeno. Eu realmente adoro o mundo da literatura e da escrita. 

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Na verdade, é o meu segundo livro. Eu publiquei o meu primeiro livro quando eu tinha quinze anos de idade. "Magnam em busca do equilíbrio" é a sequência de "Magnam e o primeiro exército". Tenho muitos livros escritos e inúmeros projetos.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Infelizmente nós escritores somos pouco valorizados no Brasil e é muito difícil ter algum retorno por isso, mas eu tenho muito amor pela leitura e escrita. Tenho muitos sonhos e projetos. Nunca devemos desistir daquilo que amamos, apesar de estarmos um cenário complicado.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através das redes sociais.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Eu creio que merece ser lido sim, pois é uma grande história de fantasia que carrega uma mensagem de amizade, consciência, determinação e solidariedade. O livro é muito fantástico e consegue cativar qualquer público.

Obrigado pela sua participação.

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Entrevista com Maria Mortatti - Autora de: MULHER UMEDECIDA

Maria Mortatti
Nome literário de Maria do Rosário Longo Mortatti.

Nasceu em 06/11/1954, em Araraquara/SP. É licenciada em Letras, mestre e doutora em Educação. Atuou como professora de língua portuguesa e literatura na educação básica. É professora titular na Universidade Estadual Paulista, campus de Marília. Publicou livros, capítulos e artigos científicos sobre história da educação e ensino de língua e literatura. Recebeu o 54º Prêmio Jabuti – Educação - 2012. Publicou dois livros de poemas: "Breviário amoroso de Sóror Beatriz" (Patuá, 2019) e "Mulher umedecida" (Scortecci, 2020).


Os poemas evocam estados íntimos do eu-poético, na busca de simultaneidade entre o momento do vivido e o momento de seu registro como experiência (poética). Caracterizam a narrativa de uma longa e tortuosa jornada amorosa e de autoconhecimento, provocada pelo encontro e o vínculo com o Outro. Como uma peça poético-musical resultante do entrecruzamento de referências a composições literárias e musicais, entre começos, fins e recomeços, do começo ao fim ou do fim ao começo, o livro representa uma declaração do amor sem começo nem fim ofertada pela mulher ao homem que a umedeceu.

Olá Maria do Rosário. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Mulher umedecida” é o segundo (e o único publicado até agora) de uma trilogia composta por outros dois títulos: “Mulher emudecida” e “Mulher enlouquecida”. A voz feminina e o amor são os elementos comuns aos três. “Mulher umedecida” contém 55 poemas, escritos em 155 dias e noites, entre 15 de janeiro e 15 de julho de 2020, dispostos em quatro movimentos. Representam estados íntimos do eu-poético e se assemelham a páginas de diário, em que se vai tecendo a narrativa de uma longa e tortuosa jornada ritmada pelos sentimentos da mulher na relação com seu amado, a quem dedica os poemas. Como uma peça poético-musical resultante do entrecruzamento de referências a composições literárias, musicais e pictóricas, entre começos, fins e recomeços, o livro representa uma declaração de amor sem começo nem fim ofertada pela mulher ao homem que a umedeceu.
O tema do amor é universal. Por isso, o livro pode ser lido por todas as pessoas que acolherem o convite e se deixarem tocar pelos poemas. Recebi comentários muito positivos de público diversificado: mulheres, homens, jovens e adultos. Todos se dizem tocados pelos poemas, mas por motivos diversos. Alguns gostaram de poemas mais densos, alguns identificaram a importância da família, outros destacaram as referências musicais e literárias. Nem sempre os comentários coincidem com os sentidos imaginados pela autora. Cada leitura integra também a história de vida e de leitura de cada um. Por isso, o leitor tem sempre razão em sua emoção.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Meus projetos no “mundo das letras”, eu os venho realizando há mais de quatro décadas, e muitos ainda estão por se realizar. Até o momento, publiquei 12 livros (além de dezenas de artigos e ensaios e outros dois livro em fase de publicação) sobre assuntos acadêmico-científicos, resultantes das pesquisas que realizo como professora universitária na Unesp - Universidade Estadual Paulista, campus de Marília. Neste momento, outros dois livros estão em fase de publicação.
Também há mais de quatro décadas escrevo textos literários (contos e poemas principalmente). Mas apenas recentemente comecei a publicá-los. “Mulher umedecida” (Scortecci, 2020) é o segundo livro de poemas. O outro é “Breviário amoroso de Sóror Beatriz” (Patuá, 2019). Em fase de publicação há outro livro de poemas, “Cancioneiro da espera”, e um de contos, Mulher emudecida. Em elaboração, há outros que espero finalizar em breve.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Exceto em casos excepcionais, não se consegue mesmo viver exclusivamente de recursos de direitos autorais ou atividades afins à atividade do escritor. Os recentes resultados da 5ª edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil” (Instituto Pró-Livro/Itaú Cultural não são muito animadores em relação ao aumento do número de leitores — aqueles que leram, no todo ou partes, pelo menos um livro nos últimos três meses — embora indiquem que é relevante o número dos que leem literatura em diferentes gêneros e modalidades de textos. Mas ainda é baixo o número de leitores, e a leitura ainda é pouco valorizada. Um e outro dependem de avanços nas condições sociais, econômicas, culturais e educacionais do país. No entanto, o que se constata nos últimos anos no país é justamente o contrário: estagnação ou retrocessos em relação às políticas de incentivo à leitura, por meio de descaso governamental ou de ataques diretos, como a recente proposta inconstitucional de “taxação” do livro, impactando negativamente toda a cadeia produtiva do impresso, como parte da reforma tributária proposta pelo governo federal.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Conheço há muito tempo a Scortecci, seja por meio dos livros que edita seja por meio das pesquisas sobre leitura e literatura que realizo como professora universitária. A experiência e o profissionalismo dessa editora foram fatores importantes para eu decidir apresentar a proposta de publicação, que foi acolhida pelo editor. Acompanhando todo o processo de produção, distribuição e divulgação do livro, pude confirmar, com satisfação, o excelente trabalho realizado pela editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Como todos os textos que escrevo, “Mulher umedecida” também foi movido pela paixão pela vida. É uma celebração do amor que toca do coração da mulher para seu amado e se oferece a todas as pessoas, como um convite a se deixarem tocar por esse sentimento tão profundamente humano. E a se deixarem tocar por meio da poesia, o mais “gratuito” dos gêneros literários. Especialmente nestes tempos de tantas incertezas, o livro merece ser lido, pois oferece a possibilidade de deleite e fruição, como formas de resistência e esperança.

Obrigado pela sua participação.

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segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Entrevista com Mário do Couto - Autor de: O DIA EM QUE O SOL APAGOU

Nasceu na Fazenda Santo Antonio do Morro Selado em Altinópolis, estado de São Paulo, formado em contabilidade e administração de empresas. Trabalhou 40 anos em auditoria. Ator de teatro, artista plástico, escritor, poeta e músico multi-instrumentista, tocando na noite como hobby por trinta anos.






Trata-se de um drama policial, onde o personagem principal torna-se o suspeito de um crime ocorrido na peça teatral. O livro apesar de trágico, trás charadas, piadas e uma colocação filosófica visando alavancar o otimismo dos leitores. No final será desvendado o crime, suas razões e os verdadeiros culpados.






Olá Mário. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
É um romance policial, com um crime ocorrido no palco. Como fui ator de teatro, tive a inspiração de escrevê-lo. O público alvo, talvez seja de idades e experiências mais avançadas, que goste de ler livros.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Quando eu escrevi o primeiro livro a ideia era essa de ter um filho e plantar uma árvore, porém como músico, compositor e poeta, as minhas poesias musicais se transformaram no segundo livro.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É horrível tudo isso, eu comecei a ler livros com doze anos, e foi o que deu estrutura na minha formação, para quem vei da roça e entrou na escola com 11 anos.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através de um colega da Secretaria da Fazenda, também escritor - Laé.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Apesar de ser uma obra de ficção, de tristeza, existe piadas, xaradas e informações psicológicas com pretensões de ajudar os leitores a enfrentar as duras lutas diárias pela sobrevivência.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com José Renato Ferraz da Silveira - Autor de: FLORA

Nascido em São Paulo, no ano de 1978. Professor Associado II do Departamento de Economia e Relações Internacionais da Universidade Federal de Santa Maria, UFSM/RS. Doutor em Ciências Sociais (Política) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. É autor de seis livros (Sob o signo da Fênix, Sob o signo das Valquírias, Sob o signo das Fúrias, A tragédia da política em Ricardo III, A tragédia da política em Ricardo II). E organizador da obra A tragédia da política (Relações Internacionais).  



O livro Flora constitui uma coletânea de poemas do professor José Renato Ferraz da Silveira ao longo de 20 anos. São poemas de amor, ternura, espiritualidade, alegria, felicidade, amizade, política, etc. Poemas que brindam à vida. Poemas que homenageiam o nosso ciclo existencial num estágio evolutivo. Poemas cheios de musicalidade, fragrância e sabores. Por fim, o livro Flora é uma homenagem ao amor. Diz o escritor C. S. Lewis sobre o amor:
O amor nos dá a impressão de estarmos voando; e então nos puxa de repente, lembrando que somos apenas balões amarrados. É uma contínua demonstração de que somos criaturas híbridas, por um lado, semelhantes aos anjos; por outro, semelhantes aos gatos”.

Olá José Renato. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro Flora constitui uma coletânea de poemas escritos por mim ao longo de 20 anos. São poemas de amor, ternura, espiritualidade, alegria, felicidade, amizade, política, etc. Poemas que brindam à vida. Pensei em reunir todos os meus poemas escritos ao longo de todo esse tempo. Essa foi a ideia capital de escrevê-lo. Destina-se a presente obra aos amantes da poesia.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou nascido em São Paulo, no ano de 1978. Atualmente, sou Professor Associado II do Departamento de Economia e Relações Internacionais da Universidade Federal de Santa Maria, UFSM/RS. Sou Doutor em Ciências Sociais (Política) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Já sou autor de cinco livros: Sob o signo da Fênix, Sob o signo das Valquírias, Sob o signo das Fúrias, A tragédia da política em Ricardo III, A tragédia da política em Ricardo II. E organizador da obra A tragédia da política (relações internacionais). Já participei de algumas antologias de poemas de algumas editoras.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Não é uma vida fácil ser escritor no Brasil. Li um estudo – há algum tempo - que o brasileiro lê muito pouco (estudantes universitários leem 4 livros por ano de acordo com a pesquisa). Além disso, o atual Ministro da Economia, Paulo Guedes considera que o livro é um artigo de luxo. Isso é uma mentira, um engodo e um retrocesso civilizacional. Infelizmente, estamos na contramão da História. Isso é muito triste e desalentador. No entanto, persevero em continuar escrevendo e publicando meus livros. Faço por gosto.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Já conhecia a fama e a credibilidade da Scortecci desde que minha mãe fez um curso de escrita há algum tempo. Decidi publicar o livro Flora depois de participar da Antologia da Scortecci no ano passado.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
O livro Flora merece ser lido. É um livro com bonitos poemas. Como já disse, poemas cheios de musicalidade, fragrância e sabores. Por fim, o livro Flora é uma homenagem ao amor. Diz o escritor C. S. Lewis sobre o amor:
O amor nos dá a impressão de estarmos voando; e então nos puxa de repente, lembrando que somos apenas balões amarrados. É uma contínua demonstração de que somos criaturas híbridas, por um lado, semelhantes aos anjos; por outro, semelhantes aos gatos”. O meu poema Flora é um dos mais belos dessa Antologia.

Flora
Um emaranhado de lianas, trepadeiras e orquídeas
Maravilhosas samambaias,
Jacarandás numa variedade infindável,
Jacarandá-preto, jacarandá-rosa, jacarandá roxo,
Jacarandá-espinho, jacarandá-tan, jacarandá-violeta,
Jacarandá-mocó, jacarandá-banana...
O chão é um tapete de flores caídas, de todos os tons,
O amarelo-escuro, do vermelho rubro, da cor de rosa, até o lilás
O azul celeste e o branco.
As estações e as cores mudavam.
É uma fauna tão rica e diversa,
Tatus, preguiças e tamanduás.
Pássaros, das mais vistosas plumagens,
Muitos papagaios,
Beija-flores e um infinito de borboletas azuis, amarelas...
Ao longe, avistava tucanos e o silêncio da mata feito de mil ruídos de insetos.
No meu pensamento, só existia você: minha Flora.

A capa é espetacular!!!

A mensagem que deixo aos meus leitores: Nesses tempos difíceis, que falta faz a poesia. E que papel importante ela poderia cumprir se a permitíssemos preencher alguns momentos de nossos dias, né?

Obrigado pela sua participação.

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